1013 capítulos
Medium 9788582605110

Os Minoicos e Cnossos

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1500 a .C.

Hititas

Hititas

(em(em ascensão) ascensão)

Micênios

Micênios

(em(em ascensão) ascensão)

CRETA

CRETA

Ugarit

Ugarit

CRETA

CRETA

Mar Mar

Mediterrâneo

Mediterrâneo

Cnossos

Cnossos

Monte

Monte

Juktas

Juktas

Caverna

Caverna de Eileitia de Eileitia

Caverna

Caverna de Zeus de Zeus

Caverna

Caverna de Dicte de Dicte

(ou do

(ouMonte do Monte

Ida) Ida)

Festos

Festos

Mar Mar

Mediterrâneo

Mediterrâneo

Egito

Egito

3.12  Rotas de comércio, circa 1600 a.C.

OS MINOICOS E CNOSSOS

O tumulto no interior da Mesopotâmia beneficiou as economias do leste do Mediterrâneo, que cresceram em importância. Entre os principais beneficiários estavam os minoicos de Creta, que criaram a primeira talassocracia do mundo, uma economia comercial marítima. Eles ligaram as economias mediterrâneas da Ásia Ocidental e do

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Medium 9788577804436

Má Gestão de Fornecimento

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

316

A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

• na cidade canadense de Sudbury, famosa pelos seus minérios, em torno de

100 trabalhadores ficaram presos nas minas subterrâneas até que a energia elétrica foi restabelecida;

• as 15 maiores montadoras de automóveis de Detroit fecharam as portas até segunda-feira, dia 18 de agosto de 2003.

Uma investigação conduzida pelos governos norte-americano e canadense sobre a vasta interrupção de energia elétrica na região nordeste apontou uma série de erros por parte de operadoras, falhas dos computadores, violação do regulamento da rede de sistema elétrico e manutenção inadequada prestada pela FirstEnergy

Corp. – uma empresa de serviço público localizada na cidade de Akron, que atende o norte do Estado de Ohio – como as causas principais para o maior blecaute já visto na história dos Estados Unidos.

MÁ GESTÃO DE FORNECIMENTO

O estado da Califórnia é talvez o exemplo típico de uma região onde a má administração de fornecimento de energia tem causado privações em larga escala e mortes.

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Medium 9788577804436

O Petróleo

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

A CRISE DOS

COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS

12

As edificações que desperdiçam muita energia, como os arranha-céus, estão com seus dias contados, pois simplesmente já não dispomos da energia necessária para fazê-las funcionar. Precisamos começar a planejar e projetar edificações que possam nos proteger na Era do Combustível Pós-Fóssil.1

As grandes “falhas estruturais” que já estão surgindo nas economias baseadas em combustíveis fósseis ficam evidentes no Informe Oficial Sobre Políticas Energéticas de 2003 apresentado pelo Departamento de Indústria e Comércio do Reino

Unido, cujos principais objetivos eram:2

• Implantar no Reino Unido uma política de redução das emissões de dióxido de carbono, o principal contribuinte para o aquecimento climático – elas deveriam ser reduzidas em aproximadamente 60% até o ano de 2050, mas os avanços já deveriam ser evidentes por volta de 2020.

• Garantir o fornecimento de energia.

• Promover estratégias competitivas no Reino Unido e no exterior, ajudando a elevar a taxa de crescimento econômico sustentável e melhorar nossa produtividade.

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Medium 9788582604915

Capítulo 6. Água é uma coisa terrível de se desperdiçar

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Água é uma coisa terrível de se desperdiçar

O Brasil ficou conhecido como a “Arábia Saudita da Água”: um oitavo da

água doce do mundo flui em seu território. Ainda assim, São Paulo, sua maior e mais pujante cidade, pode secar em breve. No outono de 2014, por até seis dias consecutivos, a cidade deixou de fornecer água a seus habitan1 tes; nada para beber, para dar a descarga ou para tomar banho. Nadinha.

O sistema hídrico de Cantareira caiu para 5,3% de sua capacidade. Logo quando a cidade estava prestes a reduzir o abastecimento de água para apenas dois dias por semana, uma longa e pesada série de chuvas em fevereiro elevou os níveis dos reservatórios para 9,5%. Mas as cidades não têm como prosperar vivendo tão perto dos limites de seu suporte metabólico.

Assim como a falta de energia elétrica na Índia, a crise hídrica de São

Paulo tem muitas causas. Ao longo da última década, o sudeste do Brasil vem passando por uma forte seca. São Paulo e seus subúrbios cresceram de forma prodigiosa, e agora precisam fornecer água para 20 milhões de pessoas. Contudo, a cidade não cuidou bem de sua infraestrutura: entre encanamentos com vazamento e furtos, estima-se que 30% de sua água são perdidos. São Paulo tampouco se planejou bem para seu futuro. Somente agora, em meio a uma crise, está propondo a construção de novos reservatórios e a elevação das contas de água para estimular a conservação.

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Medium 9788577804436

Notas e Referências

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

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A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

No longo prazo, o preço do seguro deverá refletir o grau do risco. Se as seguradoras fracassam no gerenciamento do risco, através do controle da exposição e da vulnerabilidade, o aumento da ameaça significará um aumento do risco, o que se traduzirá em maiores preços ou menor cobertura. No nível micro, as seguradoras se tornarão cada vez mais seletivas, usando tecnologia GIS e uma discriminação mais rígida de preços, com base nas diferenças de exposição e vulnerabilidade. Por exemplo: “prêmios” menores incentivam a construção de edificações com padrões mais elevados e inspecionadas em cada estágio de sua construção; prêmios maiores serão aplicados a edificações que são mais vulneráveis a ataques terroristas, sendo “alvos” por causa do seu formato, localização ou construção; prêmios maiores para edificações vulneráveis ao clima, mais expostas aos ventos, enchentes e ao calor excessivo por causa da radiação solar, como aquelas que se elevam acima do “teto” urbano da cidade, localizadas em planícies aluviais ou com muito vidro.

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