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Medium 9788521632351

23 Alvenaria EstruturaL

Luiz Alfredo Falcão Bauer Grupo Gen ePub Criptografado

Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Eng.o Maurício Marques Resende

23.1 Introdução

23.2 Componentes da Alvenaria Estrutural

23.2.1 Blocos

23.2.2 Argamassa

23.2.3 Graute

23.3 Elemento de Alvenaria – Prisma

23.4 Projeto Estrutural

23.5 Execução e Controle de Obras em Alvenaria Estrutural

23.5.1 Caracterização Prévia

23.5.2 Controle durante a Construção

23.5.3 Produção da Alvenaria

23.6 Manifestações Patológicas

23.6.1 Fissuras

23.6.2 Eflorescências

A alvenaria estrutural é um sistema construtivo em que a estrutura e a vedação do edifício são executadas simultaneamente. O sistema dispensa o uso de pilares e vigas, ficando a cargo dos blocos estruturais a função portante da estrutura. Neste sistema, o subsistema parede não tem apenas a função de vedação; ela desempenha também o papel de estrutura da edificação.

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Medium 9788521635970

1. Do caos natural ao cosmo racional

Sonia Hilf Schulz Grupo Gen ePub Criptografado

O universo aparece como um conjunto de fluxos ininterruptos de luz, de imagens instáveis que se deslocam a velocidade infinita. Essas imagens, sugeriu Henri-Louis Bergson, “[…] agem e reagem umas sobre as outras em todas as suas partes elementares segundo leis constantes, que chamo leis da natureza […]” (1990: 9). O universo, o mundo material, enquanto sistema acentrado e labiríntico, sem espaços ou tempos, sem quantidades ou qualidades, é análogo ao caos descrito por Gilles Deleuze e Félix Guattari: “[…] um vazio que não é um nada, mas um virtual, contendo todas as partículas possíveis e suscitando todas as formas possíveis que surgem para desaparecer logo em seguida, sem consistência nem referência, sem consequência” (1993: 153). Na tentativa de desacelerar esse mundo de imagens em movimento veloz e impor um limite ao caos, as três grandes formas do pensamento — arte, ciência e filosofia — desenvolvem estratégias específicas. Apesar de adotarem referenciais distintos, as expressões do pensamento têm sido mobilizadas e desafiadas pelo mistério indecifrável da existência. As respostas que apresentam, sempre parciais, são as criações, consideradas recortes nos fluxos do universo, que visam a simultaneamente conter e tornar visível a invisível variabilidade caótica. As obras artísticas, científicas e filosóficas surgem a partir de um mergulho no caos para retirar virtualidades e, assim, inventar imagens de mundos, de mundos diferenciais.

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Medium 9788582605110

A Europa e os Carolíngios

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 d.C.

A EUROPA E OS CAROLÍNGIOS

Por volta do ano 800 d.C., os lugares mais interessantes em termos de evolução da arquitetura estavam na Indonésia, na China e no mundo islâmico. Na Europa, a situação ainda era de desolação. Conquistou-se um pouco mais de estabilidade com a cristianização dos francos, quando Clóvis I adotou o catolicismo em Reims, na França, por volta de 496 d.C. Como era então o costume, todos os francos adotaram o catolicismo. O rei dos visigodos, Teodorico I, junto a outras tribos germânicas, finalmente pôs fim à invasão dos hunos em Chalons, na França, ao sul de Reims, em 451 d.C., mas os ataques violentos das tribos das estepes ainda não haviam terminado. Os lombardos, com suas famílias e seus rebanhos, tinham ocupado o norte da Itália. Os húngaros e os búlgaros também estavam em movimento, dispersando-se pela Grécia, e alguns inclusive na Itália. Em outras palavras, um imenso território – desde o extremo da Grécia até o Mar

Báltico, ao norte – ainda se encontrava sob uma forte instabilidade. A única área mais estável era a dos francos, que haviam chegado à França fazia poucos séculos, vindos do Baixo Reno, e agora começavam a cultivar as terras do país que os romanos outrora chamavam de Gália.

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Medium 9788582604366

Capítulo 3 - Sistemas de Desenho de Arquitetura

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

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Sistemas de Desenho de

Arquitetura

O problema fundamental do desenho de arquitetura é como representar formas, construções e espaços tridimensionais em apenas duas dimensões. Três tipos distintos de sistemas de desenho evoluíram ao longo do tempo para cumprir essa missão: desenhos de vistas múltiplas, de linhas paralelas e em perspectivas cônicas. Este capítulo descreve esses três principais sistemas de desenho, os princípios por trás de sua construção e suas características gráficas finais. A discussão não inclui mídias que envolvem movimento e animação, tornadas possíveis pela tecnologia computacional. Mesmo assim, esses sistemas visuais de representação constituem uma linguagem gráfica formal que

é regida por um conjunto de princípios consistente. Entender esses princípios e suas convenções é crucial para elaboração e leitura de desenhos de arquitetura.

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DESENHOS EM PERSPECTIVA

Os três principais sistemas de desenho resultam do modo em que um objeto tridimensional é projetado em um plano bidimensional ou, em outras palavras, no plano do desenho.

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Medium 9788582604281

Capítulo 6 - Elementos externos

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

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Elementos externos

Os elementos externos incluem estruturas e componentes como beirais e brises, toldos, painéis solares, sacadas e venezianas. Muitos desses componentes podem ser aplicados de forma útil como camadas extras de proteção. Se mal-empregados, no entanto, alguns desses elementos externos podem, inadvertidamente, aumentar o consumo de energia de um prédio.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Beirais, brises e toldos

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t í ci o

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io d olstíc

Os beirais, os brises e os toldos, orientados para o norte, leste ou oeste, reduzem os ganhos solares no verão e, com isso, reduzem a energia necessária para condicionamento de ar. Se tiverem dimensões corretas, podem permitir ganhos solares no inverno nas regiões em que o calor do sol é útil. Beirais e brises também resguardam as paredes e as janelas da entrada de água e protegem os materiais do prédio, como a madeira e alguns tipos de calafeto, da deterioração causada pela exposição aos raios ultravioleta do sol. Venezianas externas atendem a finalidades semelhantes. É preferível bloquear o sol antes que ele alcance um prédio do que tentar protegê-lo de seus raios com cortinas e persianas pelo lado de dentro, depois que eles passaram pela janela e trouxeram o calor para dentro do prédio.

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