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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 16 - Considerações Finais e Outras Informações

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

16

Considerações Finais e Outras

Informações

Os engenheiros civis são solucionadores de problemas, mas precisamos ampliar o escopo dos nossos serviços para incluir a definição do problema. Os engenheiros civis devem ir além, raciocinando em termos dos limites específicos do projeto e dos escopos do trabalho, e passarem a se envolver nas decisões relacionadas ao problema e nas políticas em nível de sistema para obter soluções sustentáveis de longo prazo. Devemos ser os facilitadores da colaboração entre as várias agências/proprietários e entre as fronteiras jurisdicionais. Também devemos assumir um papel de liderança no desenvolvimento de métodos aceitáveis e sustentáveis de financiar o desenvolvimento da infraestrutura e a gestão de recursos.

Katty J. Caldwell, ASCE News, junho de 2009

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 16.1 Introdução

Seção 16.2 Lições Fundamentais na Parte I: Construir Infraestrutura para Atender às Necessidades da

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Medium 9788582601778

Ferramentas para Compreensão dos Estudos de Caso

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

FERRAMENTAS PARA COMPREENSÃO

DOS ESTUDOS DE CASO

Não existem dois terrenos, duas localizações, dois projetos ou dois estilos de vida iguais. Então, é importante se perguntar: como comparar o desempenho de ecohouses diferentes? Neste capítulo, apresentamos três maneiras distintas de avaliar o desempenho de uma ecohouse em diferentes regiões do mundo. O gráfico de Nicol indica os desafios climáticos enfrentados por um arquiteto em um clima específico – quanta calefação ou refrigeração é necessária na edificação para manter seus usuários confortáveis. Ao calcular as emissões de carbono de diferentes casas comparáveis, você verá a escala do desafio climático local, assim como a eficiência da edificação e quanta energia é gerada por fontes renováveis com emissão zero de carbono. As metodologias de avaliação da sustentabilidade, como a pegada ecológica, podem ajudar a compreender os fatores mais importantes para a minimização dos impactos ambientais de seu estilo de vida, como o deslocamento e a alimentação, e também dos impactos energéticos. Como dizia o ditado, “se você não pode medir, não pode controlar”, então aqui estão três maneiras diferentes de medir o desempenho de habitações. Cada uma pode ser útil para mostrar a classificação de diferentes edificações; porém, mais importante que isso, elas fornecem ferramentas que ajudarão os projetistas a melhorarem seu domínio sobre as principais questões disponíveis e permitirão que os proprietários entendam seus próprios impactos e criem planos de ação eficazes para reduzi-los.

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Medium 9788582604229

Capítulo 4 - Pisos

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

4

PISOS

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4.40

Sistemas de piso

Vigas de concreto

Lajes de concreto

O concreto protendido

Fôrmas de concreto e escoramento

Sistemas de piso de concreto pré-fabricados

Painéis de concreto pré-fabricados

Conexões em estruturas de concreto pré-fabricadas

Estruturas independentes de aço

Vigas de perfil de aço

Conexões em vigas de perfil de aço

Conexões em vigas de aço

Vigas-treliça de aço

Sistemas de piso com vigas-treliça

Lajes de concreto com fôrma de metal incorporada

Vigotas de perfil leve de aço

Estruturas de perfis leves de aço

Barrotes de madeira

Pisos de barrotes de madeira

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Medium 9788521622550

INTRODUÇÃO - O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

INTRODUÇÃO

O Contexto do Desenho Urbano no Brasil

Vicente del Rio

O

objetivo desta introdução é prover um entendimento básico sobre a evolução do desenho urbano no Brasil como prática profissional sistemática, do surgimento do modernismo aos nossos dias, com a ampliação da noção de intervenção urbana, passando pelo período militar e pelos movimentos de redemocratização do país. Nesse sentido, deve ser vista apenas como um brevíssimo ensaio, uma visão particular que não pretende análise exaustiva ou muito menos conclusiva, tarefa por demais pretensiosa e que demandaria – com a imensidão e a história tão complexa do Brasil ‑ pelo menos uma obra própria com vários volumes! A ideia, portanto, é expor os fundamentos históricos das diferentes abordagens que lidam com a cidade brasileira contemporânea, auxiliando na compreensão dos conteúdos e das implica‑

ções dos casos discutidos nos capítulos posteriores.

Esta introdução foi particularmente importante na edição original deste livro nos EUA, pois praticamente não há publicações disponíveis em língua inglesa que discutam o mesmo período evolutivo do urbanismo e do desenho urbano brasileiro, embora várias – particularmente aquelas que tratam da arquitetura modernista brasileira – abordem projetos ou questões específicas. Na medida do possível, fizemos uma revisão dos principais trabalhos publicados, apresentados nas referências bibliográficas, de modo a pos‑ sibilitar aos leitores estudos mais aprofundados. Notamos que essa é uma tarefa cada vez mais difícil no

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Medium 9788582604304

Capítulo 7 - Conforto térmico

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

7

Conforto térmico

Phil Jones

Phil Jones é professor titular da disciplina Ciência da Arquitetura, na Universidade do País de Gales, Cardiff

PONTOS-CHAVE:

• A segurança e o conforto para os usuários são as principais considerações de conforto térmico para um ambiente interno

• O uso eficiente da energia e a redução das emissões dos gases de efeito estufa vêm em segundo lugar

Conteúdo

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Introdução

Tipos de transferência térmica

Conforto térmico

Terreno e clima

Vedações externas das edificações

Condensação

Infiltração e ventilação

Sistemas de calefação e resfriamento

Previsão e medição

• a forma e as vedações externas da edificação;

• os serviços de climatização da edificação;

• os usuários e processos contidos em uma edificação.

Ele também se preocupa com a energia consumida para calefação, resfriamento e ventilação das edificações, e com o impacto local e global do uso de energia, especialmente em relação às emissões de dióxido de carbono. O projeto de conforto térmico deve estar integrado aos aspectos visuais e acústicos do projeto de arquitetura, a fim de alcançar uma solução ambiental satisfatória.

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