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Medium 9788582604304

Capítulo 5 - Estruturas

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Estruturas

5

David Adler, Norman Seward e Andrew Peters

Este capítulo, originalmente escrito por David Adler e Norman Seward, foi revisado por Andrew Peters em 2011. Andrew Peters é arquiteto e Professor Sênior do Departamento de Planejamento e Arquitetura da

University of the West of England

PONTOS-CHAVE:

• As normas atuais exigem especialistas para analisar e projetar tipos específicos de estruturas e materiais

• Existem análises e métodos de projeto genéricos e simplificados, assim como “regras práticas”, mas nada deve substituir uma análise final rigorosa

Conteúdo

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Introdução

Teoria básica das estruturas

Materiais estruturais

Alvenaria

Madeira

Concreto armado

Estruturas de aço e outros metais

Vidro

Outros materiais

Fundações

Análise intuitiva de sistemas estruturais básicos: o que o arquiteto deve considerar

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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 15 - Rumo a uma Infraestrutura Mais Sustentável

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

15

Rumo a uma Infraestrutura Mais

Sustentável

Mas me veio então pela primeira vez, tenho certeza, o quão promíscua e desregrada era aquela confusão de minas e casas, minas de carvão e bandos de potes, pátios ferroviários, canais, escolas, fornalhas e altos-fornos, igrejas, capelas, casebres de loteamento, uma ampla aglomeração irregular de feios desastres fumegantes nos quais os homens viviam felizes como rãs em uma lata de lixo. Cada coisa empurrava e estragava as outras coisas no entorno; cada uma ignorava as demais em torno de si, a fumaça do alto-forno contaminava a argila dos potes, o barulho da estrada de ferro ensurdecia os fiéis na igreja, os bares impulsionavam a corrupção para as portas das escolas, as casas lúgubres se espremiam miseravelmente em meio às monstruosidades da industrialização, com um efeito de buscar a imbecilidade.

A humanidade sufocava em meio a seus produtos e toda a sua energia ia para aumentar a sua desordem, como uma coisa cega e ferida que se afunda em um pântano.

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Medium 9788582601013

Capítulo 3 - Uma História Concisa

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

3

Uma História Concisa

A Arquitetura do

Renascimento à Idade

Contemporânea

Influências do passado

Igreja de São Sérgio e São Baco, Istambul, 525–530 d.C.

Palácio de Carlos V, Granada, Espanha, 1527–1568

Frequentemente, a arquitetura é vista como uma disciplina que prospera com a inovação, às vezes até com rupturas radicais. Porém, boa parte da arquitetura é influenciada pelo passado. A disciplina, como um todo, avança mais por meio de um acúmulo de concepções do que pela geração súbita de novas ideias. Qualquer aplicação moderna de um princípio de projeto terá, provavelmente, um precedente histórico ao qual pode ser associada. É por essa razão que o estudo histórico é não só valioso, mas também necessário para que a arquitetura seja bem-sucedida. Este capítulo discute brevemente a evolução do pensamento arquitetônico do Renascimento até a atualidade. Ele oferece uma linha do tempo do desenvolvimento da arquitetura, relacionando-o com os acontecimentos correspondentes. Com este capítulo, você poderá entender melhor as forças que influenciam a evolução da arquitetura do

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Medium 9788582604915

Capítulo 8. Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Edificações sustentáveis, urbanismo sustentável

Abatidas pelas megatendências de mudanças climáticas e exaurimento de recursos, nossas cidades precisarão de múltiplas estratégias para se adaptarem com resiliência. Nos capítulos anteriores, examinamos os investimentos que as cidades podem fazer em termos de transporte, alimentos, água, efluentes, resíduos sólidos e infraestrutura natural para tornarem seu metabolismo mais resiliente. Esses elementos fornecem boa parte da armação sobre o qual as cidades prosperam.

Outro elemento importante do metabolismo de qualquer cidade é a energia. Nos subúrbios, o automóvel costuma ser o maior consumidor de energia, sendo que seus gastos para ir e voltar de casa muitas vezes são tão altos quanto a energia consumida na própria residência. Mas nas cidades a história é outra.

Na cidade de Nova York, por exemplo, 80% de toda a energia é consumida por seus prédios. Se a intenção é aumentar a resiliência de uma cidade, um ponto de alta alavancagem é tornar seus prédios mais verdes ou sustentáveis. Uma cidade pode reduzir o consumo de energia e de água em seus prédios mediante um pacote integrado de regulamentos, incentivos, investimentos, mensurações e feedback para modificar os comportamentos de seus ocupantes. Tais programas também fazem sentido em termos econômicos. Em geral, não é muito caro alcançar reduções de até 30% no consumo de energia e água, o que gera um retorno sobre o investimento na ordem de 20% ao ano para seus proprietários. Com financiamento apropriado, reduções ainda maiores são possíveis.

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 6 - Casa de Hamamatsu

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 6

CASA DE HAMAMATSU

ARQUITETO

Touichi Akiyama, Land Architects Inc.,

OM Solar, 1991

PROPRIETÁRIO

Syounai

LOCALIZAÇÃO

Hamamatsu, Japão; 34° N, 137° L;

31,7 m acima do nível do mar

CLIMA

Tropical

ÁREA

201,6 m²

EC 6.1

A casa de Hamamatsu.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Sistema Solar OM • Isolamento térmico • Estanqueidade ao ar • Chaminé de aquecimento por radiação

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

As casas japonesas típicas têm grandes telhados, beirais amplos, aberturas generosas, divisores de ambientes e pisos elevados em relação ao solo. Essas também são características dos sistemas residenciais tropicais. Tais tradições estão intimamente associadas ao clima japonês de altas temperaturas e grande umidade. No entanto, o inverno no Japão nem sempre é quente. Até mesmo as partes localizadas no sul da ilha principal estão sujeitas à neve e a temperaturas negativas. O Sistema Solar OM e a construção em madeira da casa permitem regular o clima interno para um nível confortável com o passar das estações.

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