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Mombaça

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á frica

MOMBAÇA

Ferrovia

Área residencial para africanos

Estação ferroviária

Docas

Porto Kilindini

Distrito comercial

Distrito dos armazéns

Cidade velha

Parque para os brancos

Área residencial para brancos

0

17.123  Planta de Mombaça, Quênia

1 km

Porto de Mombaça

Com exceção de uns poucos países, como a Etiópia, antes da Primeira Guerra Mundial a maior parte da África ainda estava sob o domínio colonial. As potências de ocupação interessavam-se pela extração de matérias-primas. Consequentemente, os principais projetos de construção, em todo o continente, foram estações ferroviárias, portos e leiautes urbanos que separavam os brancos dos negros. Mombaça, no Quênia, é um excelente exemplo disso. Há muito tempo era um porto movimentado, com complexo caráter multiétnico, cuja entrada pelo lado leste da ilha era estreita e assegurava boa proteção.

Os portugueses quiseram controlar a cidade no século XVI, mas jamais conseguiram firmar seu domínio sobre o sultão de Mombaça, que reinou sobre essa cidade relativamente independente até meados do século XIX, quando ela se tornou um protetorado britânico. Em 1887, a administração da cidade foi entregue à British East Africa

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Egito: O Novo Império

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1500 a .C.

Euf ra

tes

Tiro

Gaz a

Mar Mediterrâneo

Gizé, Sacara

Amarna

Tebas, Karnak

Ma r Ve rme lho

Abu Simbel

Núbia

3.23  Egito, circa 1500 a.C.

EGITO: O NOVO IMPÉRIO

Por volta de 1720 a.C., o Delta do Rio Nilo, no Egito, foi invadido e ocupado pelos hicsos, também chamados de o Povo do Mar, que governaram o Baixo Egito a partir de sua capital,

Avaris, até serem expulsos por Amósis I de Tebas em 1567 a.C. A origem dos hicsos, e inclusive seu nome, continuam sendo discutidos. Em

1550 a.C., Amósis I, fundador da XVIII Dinastia

(e do chamado Novo Império, uma sucessão de dinastias que perdurou até 1070 a.C.), conseguiu expulsar os hicsos e recuperar o controle do país.

Os hicsos, apesar de serem inimigos do Egito, trouxeram algumas inovações para os egípcios: não somente a biga, mas também novas técnicas para se trabalhar o bronze e a cerâmica, novas raças de gado, novas plantações e um arco composto particularmente potente.

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A China da Dinastia Han

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

Mausoléu do

Imperador Gaozu

Rio

Palácio

Xianyang, dos Qin

We

i

Subúrbios residenciais

Palácio Changle

Palácio Weiyang

Salão para Rituais Mingtang-Biyong

Conjunto de edifícios para rituais

0

5 km

7.59  Planta de Han Chang’an. A palavra Chang’an significa “paz eterna”.

A CHINA DA DINASTIA HAN

Na virada do milênio que iniciou a Era Cristã, a

Dinastia Han (206 a.C.–220 d.C.) governava um território maior do que o do Império Romano. Os

Han abandonaram o absolutismo de Shi Huangdi em favor de uma filosofia mais equilibrada de governo, embora tenham mantido a ideia dos

Qin de uma China unificada e centralizada.

O imperador Wudi (141–86 a.C.) estabeleceu novas comendadorias na Coreia. Ao conquistar

Ferghana e as regiões vizinhas em 101 a.C., ele deu à China o controle das rotas comerciais que atrevessavam o Deserto de Taklamakan, a via de acesso ao Ocidente. Em troca de sua seda e do seu bronze, a China recebia vinho, especiarias, tecidos de lã, uvas, romãs, gergelim, favas e alfafa. Sob o domínio dos Han, a poesia, a filosofia e a literatura prosperaram, e os volumosos shiji

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Medium 9788582604281

Capítulo 1 - Introdução

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

1

Introdução

Nos últimos anos, as áreas de planejamento, projeto e construção se viram envolvidas em uma acirrada discussão a respeito de ecologia e edificações sustentáveis. Tanto nos escritórios de arquitetura quanto nos canteiros de obras, novos objetivos, novos padrões e até mesmo uma nova linguagem vêm sendo adotados. Para muitos, a vida profissional tem sido bastante enriquecida à medida que se torna possível aprender os significados e as práticas dessa nova linguagem. Para outros, surgem inúmeras dúvidas: como tudo isso aconteceu? Qual é o significado disso tudo?

A sustentabilidade está relacionada com a promessa de coisas duráveis – de edificações com vidas longas e úteis, fontes de energia renováveis, comunidades que permanecem.

Arquitetura sustentável é um modo de transformar em realidade as promessas de sustentabilidade.

Paralelamente às promessas de sustentabilidade, e até mesmo cobrando sua realização, está o constante alerta dos cientistas que nos avisam de perigos e ameaças ambientais, que se tornam cada vez mais perceptíveis a partir de nossas próprias observações. Há, contudo, algo de profundamente empoderador quando optamos por não fugir desses perigos, mas encará-los e enfrentá-los, avaliando-os coletivamente e desenvolvendo estratégias para lidar com tais ameaças. Em última instância, pode ser essa a principal promessa da sustentabilidade – o ímpeto de ponderar a respeito dos desafios ambientais com os quais nos deparamos e de encontrar maneiras de lidar com eles.

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Medium 9788577804436

Notas e Referências

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

288

A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

NOTAS E REFERÊNCIAS

1. Kunstler, J.H. and Salingaros, N. (2001) The end of tall buildings. Em: http:// www.peoplesgeography.org/tall.html. Veja também Salingaros, N. (1998) Theory of the Urban Web. Journal of Urban Design, 3, pp. 53–71. Acesse http:www. math.utsa.edu/sphere/salingar/urbanweb.html.

2. O Empire State Building foi o fruto da imaginação de John J. Raskob, o diretor da General Motors que desejava que o novo prédio superasse em altura o Chrysler Building, na época ainda sob construção, quando seu projeto foi apresentado em 29 de agosto de 1929. O terreno havia sido o local dos “hotéis gêmeos” Waldorf–Astoria (o Waldorf Hotell, de 1893, e o Astoria Hotel, de 1897, haviam sido projetados pelo arquiteto Henry J. Hardenbergh), ambos construídos pela família Astor e posteriormente conectados por um grande saguão. Após um incêndio, os prédios foram demolidos, um novo Waldorf–Astoria foi construído em uma parte mais alta da cidade, e se iniciou a construção do Empire State Building no local. As escavações para o lançamento das fundações foram iniciadas em janeiro de 1930, a estrutura de aço, em março do mesmo ano, e o prédio, finalizado em 11 de abril de 1931.

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