619 capítulos
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A Dinastia Joseon da Coreia

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

Salão dos ancestrais

Salão de preparação para rituais

Biblioteca

Salas de aula

Biblioteca dos guardiões

Dormitório dos estudantes

Dormitório dos estudantes

Leitura e ensino

15.45  Academia Pyoungsan, perto da Vila de Hahoe, Coreia

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15.46  Planta geral da Academia Pyoungsan

A DINASTIA JOSEON DA COREIA

Na Coreia, a elite da Dinastia Joseon (1392–1910) há muito apoiava a Dinastia Ming da China, mas,

à medida que os mings foram perdendo influência, no século XVII, os manchu forçaram os joseon a mudar suas alianças. Os joseon e os manchu estabeleceram vínculos íntimos após os manchu terem fundado a Dinastia Qing em 1644.

Assim como os japoneses, os coreanos adotaram a burocracia chinesa e também se inspiraram no sistema que eles tinham de provas para o preenchimento de cargos públicos. A Academia

Pyoungsan, pitorescamente localizada em uma curva do Rio Nakdong, no Centro‑Sul da Coreia, era uma escola de ensino médio confucionista e particular destinada aos filhos da elite yangban da região (o yangban, que significa “dois grupos”, eram os oficiais civis e militares). Ela foi construída em homenagem a Ryu Song‑ryong, que servira como primeiro‑ministro durante as invasões destruidoras lideradas por Hideyoshi, um senhor feudal japonês. O prédio, que tinha como modelo os pavilhões chamados chôngjas que os membros da classe yangban haviam começado a construir – em geral à margem de um córrego ou rio, em uma paisagem especialmente atraente –, é um recinto fechado, em um terreno que ascende em suave declive.

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Capítulo 1 - Introdução

Chan Kou Wha; Marcelo Tuler Grupo A PDF Criptografado

capítulo 1

Introdução

Nas diversas áreas tecnológicas, a principal forma de traduzir o pensamento é através de um desenho. A mecânica produz uma peça em série desde que ela esteja documentada. As obras civis seguem uma recomendação de sua locação a partir de um projeto. A arquitetura dá vida à arte por meio de seus traços.

Para desenhar utilizando um software de CAD e executar os exercícios propostos neste livro, são necessários três requisitos:

• Suporte computacional

• Manual de comandos

• Gostar de desenhar

O suporte computacional (hardware e software) deve ser adequado para obter desempenho e qualidade nos desenhos. Sugerimos que a versão do AutoCAD seja superior a 2004.

Quanto ao manual dos comandos, ele pode ser adquirido de diversas formas: pelo ajuda (F1) do AutoCAD, por livros dedicados ao ensino e manuseio do AutoCAD, por inúmeras apostilas de como fazer ... encontradas na internet, por aulas dedicadas ao ensino dos comandos, dentre outras formas.

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Os Mallas do Nepal

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1700 d.C.

15.48  Praça Durbar, Patan, Nepal

OS MALLAS DO NEPAL

O Nepal ficava no ponto intermediário da elevada estrada norte‑sul que ligava o Tibete e a Índia. Monges budistas que viajavam pela estrada difundiram ali o budismo indiano e o tibetano, criando uma mistura única das duas crenças.

Depois que os invasores islâmicos ocuparam o norte da Índia, no século X, sacerdotes, a realeza e comerciantes hindus em fuga acrescentaram um novo estrato hindu à cultura e ao sistema político nepaleses. No século XIII, esses reis hindus estabeleceram a duradoura Dinastia Malla, que governou o Nepal até 1482, quando ele foi dividido em três reinos independentes, governados por dinastias mallas aparentadas, tendo suas capitais em Patan, Kathmandu e Bhaktapur. No século XVII, os mallas de Patan reformaram e reconstruíram seu principal pátio real, conhecido como Praça Durbar. Sua construção mais antiga, a Fonte de Manidhara, foi executada no século

VI como área de descanso para peregrinos. Sob o poder dos mallas, a importância da praça cresceu ao se acrescentarem palácios reais e templos

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Capítulo 15 - As Disciplinas Relacionadas

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

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As Disciplinas Relacionadas

O Urbanismo

Tecido urbano de Mohenjo-Daro, Vale do Indo, 2600–1900 a.C.

Ching_Introducao_15.indd 373

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AS DISCIPLINAS RELACIONADAS

Como o desenho urbano ou o planejamento de cidades se relaciona com a arquitetura?

A profissão da arquitetura sempre esteve relacionada com o desenho urbano. Afinal, as cidades são compostas de edificações, e cada um desses prédios contribui para a estrutura geral de suas interações sociais, programas de necessidades, zoneamentos e comunidades. Essas questões são as principais preocupações do arquiteto que se dedica a trabalhar dentro do contexto urbano.

A tarefa do planejador urbano é designar espaços públicos abertos, áreas residenciais, industriais e comerciais e oportunidades para programas públicos. Na maior parte das cidades, esse tipo de zoneamento é estabelecido por lei, na forma de normas de zoneamento ou códigos diretores ou de edificações. E, como processo, ele não é diferente do modo como um arquiteto decide a distribuição dos vários espaços de uma edificação necessários para atender a um programa de necessidades. No entanto, a relação entre as duas disciplinas vai além dessa similaridade. A arquitetura é o principal meio pelo qual uma cidade é zoneada.

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A Tomada de Territórios Africanos

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á frica

A TOMADA DE TERRITÓRIOS

AFRICANOS

Entre 1870 e 1900, as potências europeias correram para colonizar a África, e, no início do século

XX, grande parte do continente, com as exceções da Etiópia e Libéria, havia sido colonizado.

Todavia, como a escravidão já não era legal, o que motivou esse movimento foi a procura de fontes de matérias-primas e a expansão dos mercados industriais. Além da Grã-Bretanha e da

França, tradicionais colonizadoras, a Alemanha, a Bélgica e a Itália – países que até então não tinham podido “ficar com uma fatia do bolo colonial” – se apressaram para garantir suas partes. A concorrência foi tão acirrada que o temor do aumento de conflitos entre os imperialistas levou à infame reunião de cúpula das potências europeias conhecida como a Conferência de

Berlim Ocidental sobre a África (entre novembro de 1884 e fevereiro de 1885). Elaborado para regular a partilha colonial da África, o Tratado de

Berlim elaborado nessa conferência foi feito sem qualquer participação africana.

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