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1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

1

Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

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2 - DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2

Diagramas e

Croquis Conceituais

FUNDAMENTOS .................................. 37

APLICAÇÕES........................................ 52

Diagramas e croquis conceituais são partes integrantes do processo pensamentoprojeto. São os meios através dos quais o projetista gera, organiza e formaliza as alternativas para suas ideias. Esses desenhos servem para esclarecer e proporcionar uma âncora filosófica para o projeto.

Diagramas conceituais constituem uma linguagem abstrata que deve ser compreendida e empregada adequadamente na comunidade dos projetistas. É por meio da diagramação gráfica que se desenvolve um vocabulário de projeto e é possível transmitir o entendimento dos conceitos gerais do projeto. Elementos como setas, nós, linhas e outros símbolos ajudam o iniciante a utilizar técnicas gráficas para explorar ideias.

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36    C A P Í T U L O

2: DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

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3 - INTRODUÇÃO À INTERFACE DIGITAL-MANUAL

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 003

Págs.: 41

gráfica

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

ALGO+

3

Introdução à Interface

Digital-Manual

FUNDAMENTOS .................................. 93

APLICAÇÕES...................................... 100

Os softwares de modelagem de informações de construção (BIM*) e desenho para criação de croquis, como o Revit, ArchiCAD, AutoCAD e Bentley, se transformaram não só em ferramentas eficazes de desenho, mas também em facilitadores de precisão do processo de construção. Não é incomum que os documentos de construção tenham centenas de páginas de informações detalhadas sobre todos os aspectos de uma construção. A tecnologia BIM se mostrou indispensável na prática profissional atual graças à sua capacidade para armazenar e codificar todas essas informações em um modelo digital. Na fase de desenho, a tecnologia BIM habilita os profissionais a atualizarem automaticamente um conjunto inteiro de desenhos quando são feitas alterações no projeto. A utilidade do BIM, em termos de engenharia e gerenciamento de dados, vai além do projeto inicial e da construção, abrangendo a fase pós-ocupação.

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4 - MÉTODO E NOMENCLATURA DAS PROJEÇÕES ORTOGRÁFICAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 004

Págs.: 27

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gárfica

4

Método e

Nomenclatura das

Projeções Ortográficas

FUNDAMENTOS ................................ 135

APLICAÇÕES...................................... 138

Plantas em escala, elevações e seções são convenções de desenho arquitetônico que permitem a representação das três dimensões em escalas reduzidas. Essas múltiplas visualizações dos desenhos são o resultado das projeções ortográficas e ajudam na representação de formas tridimensionais — como um prédio — em diversas vistas bidimensionais correlacionadas. Com tais projeções, as características do projeto vinculadas ao espaço, à escala e à configuração podem ser analisadas.

No capítulo anterior sobre interface digital/manual, você teve uma prévia da atual diversidade de formas no projeto de edificações que manifesta uma série de formas, algumas delas não retilíneas. O advento dos métodos sofisticados de projeto

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5 - PROJEÇÕES ORTOGONAIS E PARALELAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 005

Págs.: 63

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gráfica

ALGO+

5

Projeções Ortogonais e Paralelas

FUNDAMENTOS ................................ 163

APLICAÇÕES...................................... 184

É importante que os estudantes de projetos do ambiente desenvolvam a habilidade de visualizar e expressar graficamente formas e espaços em três dimensões. Com a exceção dos estudos de caso no Capítulo 3, que poderiam ser inspirados por tipos diferentes de narrativas e concebidos com a ajuda de software digital avançado, o processo projeto-desenho inicia-se com expressões bidimensionais na forma de croquis e projeções ortogonais. No vocabulário empregado por arquitetos e projetistas, essas múltiplas representações são a planta, a fachada e o corte. As múltiplas representações nos auxiliam a examinar de forma precisa as configurações geométricas, as relações espaciais, assim como a escala e as proporções do projeto. No entanto, de acordo com a teoria das projeções ortogonais, as múltiplas representações por si próprias não mostram a configuração tridimensional de um objeto ou construção. Para expressar a profundidade pictórica e a relação tridimensional exata, são necessários desenhos específicos denominados “projeções paralelas” e “perspectivas”. As projeções paralelas, como o nome sugere, são

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6 - PERSPECTIVA LINEAR

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 006

Págs.: 103

Operador:

Revisor:

Data: 11/07/2016

ALGOMAIS

6

Perspectiva Linear

FUNDAMENTOS ................................ 227

APLICAÇÕES...................................... 256

Desenhos em perspectiva observados de um ponto de vista fixo criam vistas mais realistas do ambiente construído e da paisagem urbana. Sobre uma superfície bidimensional, vistas pictóricas das formas tridimensionais podem ser representadas de maneira fidedigna através de métodos caracterizados pela redução das dimensões e pela definição de linhas convergentes. Perspectivas de projetos preliminares ou croquis apresentam forma, escala, textura, iluminação, contorno, sombras e organização espacial. Os desenhos em arte-final aprofundam a caracterização desses elementos e afins. Como estágio final, podem ser refinados em perspectivas detalhadas para aprimorar a apresentação.

Durante os primeiros estágios de conceituação do projeto, quando todas as decisões estão em evolução, os modelos de estudo costumam ser empregados para verificar o resultado formal. No entanto, os modelos conceituais carecem de detalhes; esses objetos altamente abstratos não são imediatamente compreensíveis para um leigo ou cliente. É nesse estágio que as perspectivas são mais úteis. Como certa vez escreveu I. M. Pei, no prefácio do aclamado livro sobre acabamento de

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7 - LUZES E SOMBRAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

7

Luzes e Sombras

FUNDAMENTOS ................................ 331

APLICAÇÕES...................................... 350

A luz nos permite a visão. Com a luz, podemos estruturar e estabelecer ordem ao ambiente. Ela amplia nossa noção de percepção da arquitetura à medida que nos deslocamos no espaço em um intervalo de tempo. A percepção da tridimensionalidade ou a definição escultural de uma construção dependem muito da direção com que os raios solares incidem em suas superfícies. Uma construção ou espaço ganha vida quando a luz natural ilumina sua arquitetura, em resposta às sempre mutáveis qualidades da luz do sol. Sua consciência desse fato irá auxiliar nas decisões de projeto. Um completo conhecimento e a compreensão da luz, bem como das aplicações de sombras nas apresentações do ambiente construído, ajudam nas relações cliente-arquiteto durante a fase de projeto. Sombras realçam as vistas ortogonais (especialmente as fachadas e as plantas de implantação), as projeções paralelas e as perspectivas, adicionando uma noção de clareza e materialidade às formas representadas.

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8 - FORMATOS DE APRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 008

Págs.: 75

Operador: algo +

Revisor:

Data: 11/07/2016

8

Formatos de

Apresentação

FUNDAMENTOS ................................ 377

APLICAÇÕES...................................... 388

Um conjunto bem montado de desenhos de apresentação com o objetivo de comunicação gráfica possui valor inestimável nas relações arquiteto-cliente ou projetista-cliente. Uma apresentação de desenhos arquitetônicos normalmente inclui diagramas ou croquis conceituais, uma planta de implantação, plantas baixas, fachadas externas, cortes do terreno, cortes da construção, desenhos em projeção axonométrica, desenhos em projeção oblíqua e perspectivas. O estágio inicial do processo desenho-projeto envolve diagramas e desenhos conceituais. À medida que o conceito do projeto evolui, mais métodos formais de apresentação se tornam necessários. Esses formatos de apresentação, com abordagens convencionais ou avançadas, devem transmitir as ideias de modo eficiente para o público-alvo.

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9 - INTRODUÇÃO À CRIAÇÃO DO PORTFÓLIO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

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Introdução à

Criação do Portfólio

FUNDAMENTOS ................................ 453

APLICAÇÕES...................................... 464

Os desenhos e modelos são produtos de um processo de projeto criativo na busca de uma solução para um problema. Eles servem como meio para o diálogo interno e também para a comunicação externa entre projetistas, clientes e comunidade. Esse processo, se documentado adequadamente e arquivado de modo sistemático, habilita o projetista a usar a sua evolução na busca por respostas. Ao longo do curso de criação de um projeto, é possível comunicar as ideias do projeto através de instantâneos de materiais selecionados da coleção de um projetista. Essa coleção também informa o crescimento, a evolução e a maturidade de um projetista, refletidos pela sua obra.

Um portfólio pode ser a documentação de um determinado projeto, ilustrando a metodologia de um processo. Também pode ser a apresentação de um registro do trabalho em uma coleção de projetos. Os alunos usam portfólios para conseguir promoções, se candidatar a escolas de pós-graduação ou entrar no mercado de trabalho. Nos dias de hoje, é uma prática comum os profissionais usarem portfólios criados na Internet para se apresentarem a possíveis clientes. Desse modo, o portfólio é um documento de autoexpressão único e acessível, que

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A Abadia de Fontenay

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Citeaux (Císter)

Morimond

Clairvaux (Claraval)

La Ferté

Paris

Pontigny

12.57  A área dos mosteiros cisterciences

A ABADIA DE FONTENAY

No cenário de populismo religioso do século XI e com a complacência cada vez maior da elite religiosa, em especial nos mosteiros, surgiu um movimento contrário, liderado por São Bernardo de Claraval. Ele conclamava um retorno às austeras regras dos primeiros tempos monásticos de

São Bento, que conceberam a igreja como uma oficina de orações. Entre as ordens reformadoras mais proeminentes estavam a Ordem dos Cartuchos, fundada em 1084, e a Ordem Cisterciense, fundada em 1115. Os cistercienses tinham quatro

“filiais”: Clairvaux, Morimond, Pontigny e La

Ferté, as quais, por sua vez, promoveram a criação de uma numerosa descendência monástica, de modo que, ao término do século XII, havia na Europa 530 abadias cistercienses, formando uma poderosa rede monástica. Embora os cistercienses recrutassem grande número de membros oriundos da nobreza feudal, uma das razões de seu sucesso foi o fato de terem concebido o trabalho braçal como uma forma de oração e terem aberto suas portas aos artesãos e camponeses. Os detalhes artesanais de seus prédios

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A Alemanha Otoniana

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1000 d.C.

A ALEMANHA OTONIANA

Durante várias décadas no reinado de Carlos

Magno (742–814 d.C.), praticamente todo o mundo ocidental – como era definido na época – estivera unificado sob um único domínio político, dirigido por um grupo homogêneo de bispos e juízes descendentes das famílias mais poderosas.

No entanto, com a divisão do império de Carlos

Magno após sua morte, as invasões vikings ao norte e as incursões muçulmanas ao sul, a qualidade de vida na Europa deteriorou. Comunidades dispersaram-se, bibliotecas foram destruídas e mosteiros, arruinados. Porém, por volta do ano

1000 d.C., a situação começara a melhorar, em parte porque, naquela época, o sistema feudal já estava consolidado na maior parte do continente. Grosso modo, a sociedade estava dividida em três grupos: os servos, ligados à terra; os membros das ordens religiosas; e a aristocracia hereditária, que recolhia os impostos e responsabilizava-se pela proteção militar da terra.

Por volta dessa época, o equilíbrio do poder havia também pendido da França para a parte ocidental do reino e os alemães cristianizados governados pela Dinastia Otoniana (919–1024).

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A Arquitetura Armênia

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

600 d.C.

Hunos e Álanos

Mar Negro

Mar Cáspio

ARMÊNIA

Constantinopla

Echmiadzin (Vagarshapat)

Império Bizantino

Síria

Império Persa

Mar Mediterrâneo

9.17  Bizâncio e Armênia

A ARQUITETURA ARMÊNIA

A área compreendida pelo Mar Cáspio, a leste, e pelo Mar Negro, a oeste, era um importante centro geográfico. Os comerciantes descarregavam

às margens do Mar Cáspio os produtos oriundos da China, daí transportados para o Mar Negro através da Armênia, de onde podiam alcançar praticamente qualquer destino na Europa. No ano 600 d.C., uma viagem da China a Roma envolvia atravessar menos territórios conturbados do que hoje. Essa localização, contudo, foi a causa tanto da ascensão quanto da queda do Reino

Armênio. Descendentes dos urartus, os armênios foram dominados pelos persas; depois por Alexandre, o Grande; em seguida pelos romanos; e mais tarde, novamente, pelos persas. Apesar disso tudo, e considerando o anseio armênio por autonomia, o período entre os séculos IV e IX foi marcado pelo auge da criatividade desse povo.

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A Arquitetura do Bloco Econômico Eurasiano

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

No século XVII, a Eurásia, do Japão ao oeste da Europa, era um bloco econômico contínuo e conectado por um comércio terrestre e litorâneo bem estabelecido. De uma extremidade a outra viajavam produtos e ideias, seja na bagagem, seja na mente dos mercadores, imigrantes e exércitos. Essa era a ordem do Novo Mundo que cada vez mais era ameaçada pelo comércio oceânico que surgia, mais eficiente. Em certo momento, por volta do século XIX, as eficiências das rotas oceânicas, a vantagem sem precedentes do acesso direto à América e a industrialização tornariam a Europa colonialista a potência suprema do mundo. Contudo, até que esse dia chegasse – e fosse marcado pelo colapso total da Rota da Seda

–, as potências centrais da Eurásia continuariam dominando as velhas economias do planeta.

Imagine-se sendo um viajante, em 1652, saindo em viagem pela Europa e pela Ásia para estudar as novidades no campo da arquitetura.

Começando no Japão, você conhece o Palácio

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A Arquitetura do Setor Público

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

A ARQUITETURA DO

SETOR PÚBLICO

Em Londres, antes de 1850, eram raros os edifícios públicos monumentais – com exceção de um ou outro mercado do século XVII ou sede de associação profissional que havia escapado ao incêndio de 1666. Apenas na década de 1820 a arquitetura cívica moderna começou a se fazer presente, com o novo Privy Council and Board of Trade Building (Edifício do Conselho Privado e da Câmara de Comércio, 1822–1827) e duas obras de Robert Smirk, o General Post Office

(Correio Geral, 1823–1828) e o Brittsh Museum

(Museu Britânico, 1823–1846). Mesmo assim, as melhorias metropolitanas eram operações improvisadas, feitas aleatoriamente, e a quantidade de prédios cívicos continuou sendo, na melhor das hipóteses, baixa. Londres ainda era administrada como um grupo de corporações de ofícios medievais, com dezenas de comitês e organizações que defendiam cada qual sua causa e cooperavam. Em 1855, em uma tentativa de corrigir a situação, o governo criou um

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A Arquitetura dos Campi nos Estados Unidos

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

17.62  Vista de Ithaca, Nova York, em 1882, mostrando o início do campus da Universidade de Cornell

A ARQUITETURA DOS CAMPI

NOS ESTADOS UNIDOS

A Lei da Cessão de Terras (Land Grant Act) de

1861, sancionada pelo presidente Abraham

Lincoln, teve enorme impacto sobre a história da educação nos Estados Unidos. Ela determinava que cada estado deveria ter sua própria universidade, a ser financiada pela venda de terras do governo. Tratava-se de uma política educacional jamais adotada antes, e ninguém poderia ter previsto suas consequências na educação superior no país. Apesar das diferenças entre os estados, as primeiras escolas (conhecidas como land grant schools, ou “escolas de cessão de terras”) compartilhavam alguns objetivos básicos, que incluíam a promoção da educação prática, o direito à educação para todas as classes sociais e a liberdade dos estudantes de escolher os cursos.

Por volta da década de 1870, quase todos os estados possuíam uma universidade com essas características. Entre as primeiras estavam a Universidade de Cornell, em Ithaca, Nova York, e a

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