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10. A ARQUITETURA NATIVA DAS AMÉRICAS E DA ÁFRICA

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

A ARQUITETURA NATIVA DAS

AMÉRICAS E DA ÁFRICA

E

m 1964, o polímato, arquiteto, engenheiro e historiador Bernard Rudofsky organizou a exposição Architecture Without Architects (Arquitetura sem Arquitetos), acompanhada por um livro de mesmo nome, no Museu de Arte Moderna da Cidade de Nova York, a qual, embora surpreendente para a época, acabou se tornando extremamente influente. A exposição causou certo

“frisson” ao surgir em um período de questionamento cultural generalizado nos Estados Unidos; seu subtítulo – A

Short Introduction to Non-Pedigreed Architecture (Uma Breve

Introdução à Arquitetura sem Pedigree) – indica por que ela se tornou tão fantástica, ou, melhor dizendo, tão iconoclástica. Ilustrando com uma admiração pessoal evidente aquilo que chamava de arquitetura “vernacular, anônima, espontânea, autóctone, rural”, Rudofsky defendia um estudo muito mais inclusivo – cronológica e geograficamente

– do ambiente construído, que não tratasse exclusivamente de construções feitas para os ricos e poderosos e que não resultasse exclusivamente das iniciativas daqueles que poderíamos chamar de projetistas com formação acadêmica.

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11. A ARQUITETURA RENASCENTISTA

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CAPÍTULO 11

A ARQUITETURA RENASCENTISTA

N

o século XV, enquanto os navegadores europeus viajavam para explorar a África e depois as Américas, a arquitetura europeia passava por mudanças significativas, saindo do estilo Gótico que caracterizou a Idade Média e entrando no Renascimento. O Capítulo 9, que tratou do período Gótico, pouco falou das edificações construídas na Itália. Ali, as igrejas românicas nunca chegaram a ser completamente destituídas dos elementos clássicos, impedindo que a arquitetura religiosa gótica monumental dominasse o outrora centro do Império Romano, onde vestígios de um grandioso passado clássico eram exibidos com muito orgulho.

Ainda assim, a malha urbana da maioria das cidades italianas – especialmente no caso das edificações habitacionais de uso diário – foi tecida entre os séculos XI e XIV. Em centros continentais, como Florença, as edificações eram bastante simples: pesados blocos de alvenaria interrompidos por aberturas com arcos e, às vezes, apresentando galerias ou arcadas sombreadas. Da mesma forma, os edifícios governamentais medievais criavam os centros cívicos das cidades e provocavam o surgimento de espaços abertos (praças) que, até hoje, são vistos como exemplos notáveis. Foi dentro deste contexto medieval bem estabelecido que os arquitetos renascentistas apresentaram suas propostas radicais.

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12. A ARQUITETURA BARROCA

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CAPÍTULO 12

A ARQUITETURA BARROCA

A

ssim como os banqueiros e mercadores de Florença patrocinaram os artistas e arquitetos do Protorrenascimento, a Igreja Católica foi a principal patrona das artes e da arquitetura dos séculos XVII e

XVIII ao redor de Roma; as obras por ela encomendadas deram origem a um novo estilo, o Barroco.

Quando o Renascimento chegou ao fim, a Igreja tinha muito poder secular, mas suas bases morais haviam se deteriorado. O título de cardeal era vendido descaradamente; altos e baixos oficiais da Igreja tinham amantes e buscavam benefícios para seus filhos, que eram eufemisticamente chamados de “sobrinhos”; e as doações dos devotos eram gastas em projetos que careciam totalmente de propósitos espirituais. Os papas viviam em grande luxo, tratando o tesouro da

Igreja como verba pessoal. Para financiar seus projetos sagrados e seculares, a Igreja instituiu práticas de levantamento de fundos questionáveis, como a venda de perdões e indulgências para poupar o pagador – ou um parente – de passar um determinado número de dias no Purgatório.

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13. O SÉCULO DEZOITO

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

O SÉCULO DEZOITO

O

s avanços de arquitetura do século XVIII foram complexos, incluindo elementos e temas divergentes, alguns antigos e outros novos. O Barroco

Tardio ainda perdurava especialmente na Europa

Central, principalmente nas grandes obras para a nobreza ou a Igreja Católica. Vierzehnheiligen e a Würzburg Residenz, na Alemanha, bem como o Palácio de Blenheim, na

Inglaterra, e os últimos estágios da construção francesa em

Versalhes, datam do século XVIII.

Em alguns locais, arquitetos produziram “bolos confeitados”, como o Pavilhão Amalienburg, de Françoise

Cuvillé, no Castelo de Nymphenburg, perto de Munique

(1734–39). Dentro desse pequenino pavilhão de jardim, que inclui canis quase tão elaborados quanto o salão principal, a ornamentação com estuque de Johann Baptist Zimmerman explode em inúmeras cores e texturas, de modo a acompanhar a boiserie, ou talhas de madeira dourada. O florescimento tardio do Barroco durante a primeira metade do século XVIII é conhecido como Rococó. O nome é uma fusão das palavras rocaille, que descreve as formas orgânicas das rochas, plantas e conchas aquáticas, e coquille, que significa “concha”. Na França, o estilo Rococó foi usado principalmente nos interiores, o que é exemplificado pela obra de J. A. Meissonier (1695–1750), mas posteriormente os arquitetos neoclássicos do país reagiram aos excessos.

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14. O PROGRESSO NO SÉCULO XIX

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CAPÍTULO 14

O PROGRESSO NO SÉCULO XIX

A

arquitetura do século XIX talvez tenha sido a mais diversificada até então. A liberdade introduzida pelo

Neoclassicismo e o Movimento Romântico promoveram o revivescimento de outros estilos históricos, incluindo o Gótico, Grego, Islâmico, Egípcio, Bizantino e

Paleo-Cristão, somados a invenções criativas, como os estilos Chinesice, Japonismo, Mourisco e Hindu. Para ilustrar esse fenômeno, consideremos algumas edificações inglesas e norte-americanas projetadas depois de 1800. Os oficiais colonialistas que voltavam ricos da Índia para se aposentar na Inglaterra construíam casas de prazer, como a Sezincote, em Gloucestershire, cujas vedações externas foram concebidas no estilo Indiano por Samuel Pepys Cockerell (1754–

1827) para seu irmão Charles, em 1805. No mesmo espírito, John Nash (1752–1835) construiu o Pavilhão Real, em

Brighton, para o Príncipe Regente, entre 1818 e 1821.

Em muitos casos, os estilos foram escolhidos em função de suas associações. Por exemplo: o estilo Egípcio foi sugerido para edificações relacionadas à medicina – que se acreditava ter surgido no Vale do Rio Nilo – e à morte, uma vez que os majestosos monumentos do Egito foram edificados para os faraós e suas jornadas para o além, ou sempre que sugestões de grande massa ou eternidade eram desejadas, como em fábricas, prisões, pontes suspensas e bibliotecas. Nos Estados Unidos, Benjamin Henry Latrobe

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15. O SÉCULO XX E O MODERNISMO

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CAPÍTULO 15

O SÉCULO XX E O MODERNISMO

O

desenvolvimento da arquitetura “moderna” foi bastante complicado, uma condição inevitável para o século XX. Ficou muito mais difícil avaliar tal complexidade em virtude da natureza polêmica dos muitos textos escritos por aqueles que defendiam ou atacavam o Movimento Modernista ou o Modernismo

Europeu. Ainda que uma análise superficial das edificações modernistas possa sugerir que tais obras sejam redutivistas ou desadornadas de todas as partes, exceto as essenciais, e – diriam alguns – apresentem pouco significado ou significado nenhum, esse não é o caso. Os fundadores do Modernismo queriam que suas edificações fossem didáticas; o objetivo era usá-las para instruir. Para se beneficiar dessa instrução, porém, é necessário ter consciência do que pode e do que não pode ser visto, ou seja, aquilo que foi eliminado da arquitetura que precedeu o Modernismo e a que os modernistas reagiam.

A NOÇÃO DE UMA ARQUITETURA MODERNA

Em função dos horrores da Primeira Guerra Mundial, muitos jovens arquitetos compartilhavam uma desilusão generalizada, na verdade, a sensação de que a cultura europeia falhara e precisava ser substituída por uma sociedade transformada; acreditavam que a arquitetura não só podia como devia ser um instrumento dessa transformação. Também acreditavam no poder do racionalismo e, em última análise, de suas criadas – a economia e a funcionalidade

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16. OS MODERNISMOS DE MEADOS E DO FIM DO SÉCULO XX E ALÉM

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CAPÍTULO 16

OS MODERNISMOS DE MEADOS E

DO FIM DO SÉCULO XX E ALÉM

E

ste capítulo final ainda trata do Modernismo, mas também aborda as respostas a favor e contra ele e acompanha a arquitetura no início do século XXI. Em função da pouca distância histórica, é mais um relato de eventos correntes do que uma história propriamente dita, pois o cânone ainda não foi definido com firmeza. Existem categorizações para a arquitetura contemporânea discutida neste capítulo, mas devem ser vistas como conveniências momentâneas, uma vez que estarão sujeitas à revisão, assim como os méritos de alguns indivíduos e edificações.

Em 1928, uma organização conhecida pelo acrônimo

CIAM (Congresso Internacional de Arquitetura Moderna) começou a promover a arquitetura moderna e a abordar questões urgentes de projeto de edificações e planejamento urbano. Le Corbusier era a figura de destaque, mas a maioria dos astros modernistas, incluindo Walter Gropius e o jovem

Alvar Aalto, cuja obra será discutida neste capítulo, participou do CIAM. Depois da Segunda Guerra Mundial, a organização tentou reformular suas metas, mas logo ficou claro que a nova geração de projetistas via a doutrina modernista como uma camisa de força. Em 1953, durante uma reunião realizada no sul da França, um grupo mal organizado que se chamava de Team-X (o “X” representava o número romano dez) ficou encarregado de planejar a próxima conferência – o que seus membros fizeram e resultou no término dos CIAMs.

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1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

1

Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

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1. OS PRIMÓRDIOS DA ARQUITETURA

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 1

OS PRIMÓRDIOS DA ARQUITETURA

A

lguns leitores talvez fiquem desanimados com a perspectiva de um capítulo inteiro sobre os “primórdios” ou a “pré-história” da arquitetura, acreditando que as construções realmente interessantes e as ideias verdadeiramente provocadoras se encontram muitas páginas à frente; felizmente, este não é o caso. As estruturas que apresentamos neste capítulo inicial são ricas e variadas e, com frequência, sofisticadas. Além disso, por serem “antigas” e sempre locais, estão de certa forma mais expostas à revelação do que as estruturas posteriores. Ou seja, elas expõem certos princípios fundamentais da arquitetura, assim como – quem sabe – alguns aspectos fundamentais da condição humana, para que os consideremos.

Em 1964, o polímato, arquiteto, engenheiro e historiador Bernard Rudofsky organizou a exposição Architecture

Without Architects (Arquitetura Sem Arquitetos) no Museu de Arte Moderna da Cidade de Nova York, e, embora surpreendente para a época, acabou se tornando extremamente influente. A exposição causou certo frisson ao surgir em um período de questionamento cultural generalizado nos Estados Unidos; o subtítulo do livro que a acompanhava – A

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2 - DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2

Diagramas e

Croquis Conceituais

FUNDAMENTOS .................................. 37

APLICAÇÕES........................................ 52

Diagramas e croquis conceituais são partes integrantes do processo pensamentoprojeto. São os meios através dos quais o projetista gera, organiza e formaliza as alternativas para suas ideias. Esses desenhos servem para esclarecer e proporcionar uma âncora filosófica para o projeto.

Diagramas conceituais constituem uma linguagem abstrata que deve ser compreendida e empregada adequadamente na comunidade dos projetistas. É por meio da diagramação gráfica que se desenvolve um vocabulário de projeto e é possível transmitir o entendimento dos conceitos gerais do projeto. Elementos como setas, nós, linhas e outros símbolos ajudam o iniciante a utilizar técnicas gráficas para explorar ideias.

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2: DIAGRAMAS E CROQUIS CONCEITUAIS

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2. O MUNDO GREGO

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CAPÍTULO 2

O MUNDO GREGO

“E

ntão não resta dúvida”, escreveu o filósofo grego

Platão em A República (360 a.C.), “de que, para aquele que consegue enxergar, não pode haver espetáculo mais belo do que o de um homem que combina a posse de beleza moral em sua alma com a beleza externa da forma, correspondendo e harmonizando com a primeira, pois o mesmo padrão magnífico se insere em ambas”. Platão registrava um ponto de vista comum na

Grécia Antiga: as condições internas podiam ser expressas pelas aparências externas, e as questões morais e éticas estavam intrinsecamente relacionadas à arte.

As relações entre proporções eram um dos meios fundamentais usados pelos gregos para tentar comunicar esta visão unificada do mundo. Esse esforço é ilustrado por uma história, provavelmente apócrifa, que envolve o matemático grego Pitágoras. Conta a lenda que ele passava por uma ferraria de onde vinha o som de um martelo golpeando o metal. Escutando as tonalidades e atonalidades, ele formulou uma pergunta: as harmonias musicais poderiam ter uma base matemática? Para encontrar uma resposta, Pitágoras fez uma experiência com os fios de uma lira e descobriu que as combinações agradáveis resultavam do manejo simultâneo de dois fios cujas extensões estavam relacionadas por razões simples, isto é, 1:1, 1:2, 2:3, 3:4 e 4:5. Ali, na mente do matemático, deu-se um vislumbre do ordenamento do próprio cosmos – e não demorou muito para que ele passasse das harmonias musicais audíveis para as dimensões e suas razões, ou proporções, no mundo visual.

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3. A ARQUITETURA DA ÍNDIA ANTIGA E DO SUDESTE DA ÁSIA

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CAPÍTULO 3

A ARQUITETURA DA ÍNDIA ANTIGA

E DO SUDESTE DA ÁSIA

A

pré-história da Índia é, em grande parte, um relato dos assentamentos ao longo do vale do Indo e suas planícies fluviais – atualmente parte do Paquistão e Afeganistão –, onde diversas culturas regionais prosperaram a partir de cerca de 3000 a.C. Essa fase madura durou cerca de mil anos, iniciando em meados de 2700 a.C., quando Harappa (na porção nordeste do vale) e Mohenjo-Daro (no Indo, quase 640 quilômetros a sudoeste) aparentemente eram as principais cidades de uma extensa

área. Muitos detalhes sobre a cultura dessa região ainda são bastante obscuros, pois não há unanimidade entre os estudiosos quanto ao alfabeto de Harappa, que possui mais de 400 caracteres. Em todo caso, muitos dos escritos que restaram são encontrados em timbres pessoais, os quais dificilmente revelarão muito sobre essa civilização. A base da economia era a agricultura, facilitada pela irrigação e a inundação periódica provocada pelos rios. Havia também o comércio, não somente interno, mas também com assentamentos do sul da Arábia e da Mesopotâmia. Como resultado, houve algumas influências culturais externas. A civilização com escrita no vale do Indo foi de desenvolvimento posterior e de curta duração, se comparada a da Mesopotâmia ou do Egito, porém, a região sobre a qual o vale do Indo exercia controle era maior. Mais de 1.000 sítios arqueológicos de Harappa foram identificados ao longo de uma área de quase 1,3 milhão de km².

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3 - INTRODUÇÃO À INTERFACE DIGITAL-MANUAL

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 003

Págs.: 41

gráfica

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

ALGO+

3

Introdução à Interface

Digital-Manual

FUNDAMENTOS .................................. 93

APLICAÇÕES...................................... 100

Os softwares de modelagem de informações de construção (BIM*) e desenho para criação de croquis, como o Revit, ArchiCAD, AutoCAD e Bentley, se transformaram não só em ferramentas eficazes de desenho, mas também em facilitadores de precisão do processo de construção. Não é incomum que os documentos de construção tenham centenas de páginas de informações detalhadas sobre todos os aspectos de uma construção. A tecnologia BIM se mostrou indispensável na prática profissional atual graças à sua capacidade para armazenar e codificar todas essas informações em um modelo digital. Na fase de desenho, a tecnologia BIM habilita os profissionais a atualizarem automaticamente um conjunto inteiro de desenhos quando são feitas alterações no projeto. A utilidade do BIM, em termos de engenharia e gerenciamento de dados, vai além do projeto inicial e da construção, abrangendo a fase pós-ocupação.

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4. A ARQUITETURA TRADICIONAL DA CHINA E DO JAPÃO

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

A ARQUITETURA TRADICIONAL

DA CHINA E DO JAPÃO

A

China tem um vasto território e a maior população entre todos os países da Terra. Costumamos considerá-la uma cultura antiga porque, embora sua civilização histórica tenha se desenvolvido um pouco mais tarde do que na Mesopotâmia ou no Egito, a China se distingue das demais civilizações por ter mantido o mais alto grau de continuidade cultural ao longo de seus quatro mil anos de existência. Os quase 26 milhões de metros quadrados do país abrigam condições geográficas distintas e mais de 50 grupos étnicos, mas a sociedade, em geral, é definida pelos chineses han, representantes do maior grupo étnico. Nas mãos de imperadores poderosos, o governo unificado promoveu a uniformidade em muitas estruturas sociais, incluindo o planejamento urbano e as práticas de construção; assim, as tradições da arquitetura chinesa se mantiveram incrivelmente estáveis ao longo dos séculos até a intrusão forçada da cultura ocidental, no século XIX, e a deposição do último imperador, em 1911.

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4 - MÉTODO E NOMENCLATURA DAS PROJEÇÕES ORTOGRÁFICAS

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 004

Págs.: 27

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gárfica

4

Método e

Nomenclatura das

Projeções Ortográficas

FUNDAMENTOS ................................ 135

APLICAÇÕES...................................... 138

Plantas em escala, elevações e seções são convenções de desenho arquitetônico que permitem a representação das três dimensões em escalas reduzidas. Essas múltiplas visualizações dos desenhos são o resultado das projeções ortográficas e ajudam na representação de formas tridimensionais — como um prédio — em diversas vistas bidimensionais correlacionadas. Com tais projeções, as características do projeto vinculadas ao espaço, à escala e à configuração podem ser analisadas.

No capítulo anterior sobre interface digital/manual, você teve uma prévia da atual diversidade de formas no projeto de edificações que manifesta uma série de formas, algumas delas não retilíneas. O advento dos métodos sofisticados de projeto

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