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Capítulo 3. Um Vocabulário de Projeto

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF Criptografado

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Um Vocabulário de Projeto

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A PERCEPÇÃO VISUAL

Visão periférica

Visão a cores

Foco fino

Nervo ótico

Forma

Formato

Cor

Um vocabulário de projeto

Textura

Luz

Proporção

Escala

Equilíbrio

Harmonia

Homogeneidade e variedade

Ritmo

Ênfase

Nossa habilidade em focalizar e perceber detalhes se restringe a um cone de visão bastante limitado. Ao analisar nosso campo visual, nossos olhos se movem continuamente, varrem, focam e refocam para encontrar informações visuais. Para dar sentido ao que vemos, o cérebro interpreta os dados visuais coletados pelos nossos olhos e reúne as informações em padrões visuais que podemos reconhecer e entender.

O processo normal de percepção é utilitário e voltado para o reconhecimento. Quando vemos uma cadeira, a reconhecemos como cadeira se sua forma e configuração estiverem de acordo com um padrão estabelecido por cadeiras que vimos e usamos anteriormente. Se olhássemos cuidadosamente, no entanto, também teríamos a capacidade de perceber a forma, o tamanho, a proporção, a cor, a textura e o material específicos da cadeira. Essa habilidade de ver além do reconhecimento e da utilidade é muito importante aos projetistas. Devemos continuamente nos esforçar para ver e estar conscientes das características das coisas e como elas se relacionam e interagem para formar as características estéticas de nossos ambientes visuais.

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Capítulo 1. O Espaço Interno

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF Criptografado

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O Espaço Interno

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O ESPAÇO

O espaço é um ingrediente primordial na palheta do projetista e o elemento puro da arquitetura de interiores. Pelo volume espacial, não somente nos movemos, mas também vemos formas, ouvimos sons, sentimos brisas agradáveis, o calor do sol e as fragrâncias das flores que desabrocham. O espaço herda as características sensuais e estéticas dos elementos em seu entorno.

O espaço não é uma matéria concreta como a pedra ou a madeira. É um vapor inerentemente difuso e sem forma. O espaço universal não tem definição. Uma vez que um elemento

é colocado em seu campo, contudo, é estabelecida uma relação visual. À medida que outros elementos são introduzidos no campo, diversas relações se estabelecem entre o espaço e os elementos, bem como entre os próprios elementos. O espaço é então formado por nossa percepção de tais relacionamentos.

O ESPAÇO NA ARQUITETURA

Os elementos geométricos – o ponto, a linha, o plano e o volume – podem ser dispostos de modo a diferenciar e definir o espaço. Na arquitetura, tais elementos fundamentais se tornam elementos lineares (pilares e vigas) e planos (paredes, pisos e coberturas).

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Capítulo 4. Componentes Construtivos de Interiores

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Componentes

Construtivos de

Interiores

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COMPONENTES CONSTRUTIVOS DE INTERIORES

Os espaços internos das edificações são definidos pelos componentes de arquitetura da estrutura e das vedações, como pilares, paredes, pisos e coberturas. Esses elementos dão forma a uma edificação, demarcam uma porção do espaço infinito e estabelecem um padrão para os espaços internos. Este capítulo apresenta em linhas gerais os principais elementos do projeto de interiores com os quais desenvolvemos, modificamos e ressaltamos esses espaços internos e os tornamos habitáveis – ou seja, funcionalmente adequados, esteticamente agradáveis e psicologicamente satisfatórios às nossas atividades.

Tetos

Paredes

Janelas e portas

Escadas

Pisos

COMPONENTES CONSTRUTIVOS DE INTERIORES

Esses elementos de projeto e as escolhas que eles representam são a palheta do arquiteto de interiores. O modo como selecionamos e manipulamos esses elementos em um padrão espacial, visual e sensorial afetará não somente a função e o uso do espaço, mas também a expressividade de sua forma e estilo.

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Capítulo 2. A Arquitetura de Interiores

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A Arquitetura de

Interiores

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A ARQUITETURA DE INTERIORES

A arquitetura de interiores é o planejamento, o leiaute e o projeto de espaços internos às edificações. Esses ambientes físicos satisfazem nossa necessidade básica de abrigo e proteção; eles estabelecem o palco para a maior parte de nossas atividades e influenciam suas formas; nutrem nossas aspirações e exprimem as ideias que acompanham nossas ações; afetam nossas vistas, humores e personalidades. O objetivo da arquitetura de interiores é, portanto, a melhoria funcional, o aprimoramento estético e a melhoria psicológica dos espaços internos.

O planejamento, leiaute e projeto das partes

O contexto da arquitetura

Elementos de interior

A ARQUITETURA DE INTERIORES

O propósito de qualquer projeto é organizar suas partes como um todo coerente para alcançar certos objetivos. Na arquitetura de interiores, os elementos selecionados são dispostos em padrões tridimensionais, conforme diretrizes funcionais, estéticas e comportamentais. As relações entre os elementos estabelecidos por tais padrões determinam, em última análise, as características visuais e a adequação funcional de um espaço interno, e influenciam o modo como o percebemos e utilizamos.

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Capítulo 6. A Iluminação e a Acústica

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A Iluminação e a Acústica

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A LUZ

A luz é energia irradiante. Ela irradia uniformemente em todas as direções e se espalha por uma área maior conforme emana de sua fonte. À medida que se dispersa, ela também diminui em intensidade, em proporção equivalente ao quadrado de sua distância até a fonte.

À medida que se move, a luz revela aos nossos olhos as superfícies e formas dos objetos no espaço. Um objeto em seu caminho irá refleti-la, absorvê-la ou permitir que uma luz incidente o atravesse.

Iluminação

As reflexões difusas ou múltiplas ocorrem quando a luz é refletida por superfícies foscas ou não polidas.

O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

Os materiais opacos

A transmissão difusa ocorre bloqueiam a transmissão através de materiais translúcida luz e projetam sombras. dos, como o vidro jateado. A fonte de luz não é claramente visível.

A transmissão não difusa ocorre através de materiais claros e transparentes, como o vidro comum e alguns plásticos.

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Capítulo 8. Móveis e Acessórios

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Móveis e

Acessórios

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MÓVEIS E ACESSÓRIOS

Móveis e acessórios compõem a categoria de elementos de projeto que por definição se restringe quase que totalmente

à esfera do projeto de interiores. Ao passo que paredes, pisos, tetos, janelas e portas são definidos no projeto de arquitetura de uma edificação, a seleção e a disposição dos elementos móveis de interior – móveis, tratamentos de janelas e acessórios – são as principais tarefas da arquitetura de interiores.

Móveis e acessórios mediam a arquitetura e as pessoas.

Eles oferecem uma transição de forma e escala entre um espaço interno e o indivíduo. Os móveis e acessórios tornam os interiores habitáveis ao dar conforto e utilidade para as tarefas e atividades que executamos.

Os arquitetos de interiores geralmente diferenciam os móveis e acessórios residenciais dos comerciais. Móveis para escritórios

– sistemas de divisórias moduladas, cadeiras, escrivaninhas

– às vezes são chamados de “acessórios do contrato” nos

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Capítulo 7. Materiais de Acabamento

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Materiais de

Acabamento

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MATERIAIS DE ACABAMENTO

Os materiais de acabamento podem ser uma parte integral dos elementos de arquitetura que definem um espaço interno ou podem ser acrescentados como uma camada adicional ou cobertura a paredes, tetos e pisos previamente construídos em um recinto. Em ambos os casos, eles devem ser selecionados tendo-se o contexto da arquitetura em mente.

Juntamente com os móveis, os materiais de acabamento desempenham um papel significativo na criação da atmosfera desejada de um espaço interno. Ao se especificar os materiais de acabamento, há fatores funcionais, estéticos e econômicos a serem considerados.

Critérios funcionais

Segurança, saúde e conforto

Durabilidade no período de uso previsto

Facilidade de limpeza, manutenção e reparo

Grau necessário de resistência ao fogo

Propriedades acústicas adequadas

Critérios estéticos

• Cor, seja natural ou aplicada

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Capítulo 5. Instalações Prediais

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Instalações

Prediais

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INSTALAÇÕES PREDIAIS

As instalações são componentes essenciais de qualquer edificação. Elas fornecem as condições visuais, auditivas e sanitárias necessárias ao conforto e à conveniência dos usuários da edificação. Esses sistemas devem ser projetados e lançados de modo a funcionar adequadamente. Também devem estar coordenados com o sistema estrutural da edificação.

Isso exige conhecimento e domínio por parte dos engenheiros e arquitetos. O arquiteto de interiores, no entanto, deve estar ciente de que tais instalações existem e de como elas afetam a qualidade do ambiente interno.

Aquecimento, ventilação e condicionamento de ar

Fornecimento de água e sistema de esgoto

As instalações prediais consomem quantidades consideráveis de energia. Nos Estados Unidos, a maior parte dessa energia (inclusive a eletricidade) é gerada com carvão mineral e gás, embora também exista a geração com petróleo, a energia nuclear e de fontes sustentáveis. Os equipamentos de climatização consomem energia para manter o conforto térmico; os projetos ineficientes permitem que o ar aquecido ou refrigerado seja perdido. O calor da água utilizada para as pessoas se lavarem ou lavarem a louça geralmente acaba no esgoto. Muitas vezes nos esquecemos de desligar equipamentos elétricos que não estão sendo utilizados, aumentando ainda mais o consumo de energia de uma edificação. A redução desse desperdício é um fator fundamental no projeto de edificações sustentáveis.

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Capítulo 3 - Elementos Horizontais

Francis D. K. Ching, Barry S. Onouye, Douglas Zuberbuhle Grupo A PDF Criptografado

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Elementos Horizontais

ELEMENTOS HORIZONTAIS

Os apoios verticais de uma edificação (seus pilares e suas paredes portantes) marcam o espaço e estabelecem um ritmo e uma escala mensurável que tornam as dimensões espaciais compreensíveis. Os espaços arquitetônicos, porém, também exigem elementos horizontais para estabelecer a estrutura do piso que sustenta o nosso peso, as nossas atividades e o mobiliário, bem como o plano da cobertura que protege o espaço e delimita as dimensões verticais.

Vigas

Todas as estruturas de piso e cobertura são formadas por elementos lineares e planos, como caibros, vigas e lajes, projetados para sustentar e transferir as cargas transversais até os elementos de apoio vertical. Para compreender o comportamento estrutural desses elementos horizontais, começaremos com um panorama geral das vigas, que também se aplica aos caibros, às longarinas e às treliças.

• O vão se refere ao espaço horizontal entre dois apoios de uma estrutura.

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Capítulo 4 - Elementos Verticais

Francis D. K. Ching, Barry S. Onouye, Douglas Zuberbuhle Grupo A PDF Criptografado

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Elementos Verticais

ELEMENTOS VERTICAIS

Este capítulo discute os elementos verticais das estruturas das edificações – ou seja, os apoios verticais dos componentes horizontais e os sistemas verticais de vedação que fornecem abrigo e proteção contra o intemperismo e também ajudam a controlar o fluxo de ar, de calor e de som para dentro e através dos espaços internos de uma edificação.

O padrão dos componentes horizontais deve, evidentemente, estar intimamente relacionado ao padrão dos apoios verticais, sejam eles um conjunto de pilares e vigas, uma série de paredes portantes paralelas ou uma combinação de ambos. O padrão desses apoios verticais, por sua vez, precisa estar coordenado com a forma e o leiaute escolhidos para os espaços internos da edificação. Em comparação com os planos horizontais, tanto os pilares como as paredes ocupam um espaço maior no nosso campo de visão e, portanto, são mais importantes para a definição de um volume espacial discretizado e para conferir a sensação de fechamento e privacidade para os usuários da edificação. Além disso, servem para separar um espaço de outro e para demarcar um limite comum entre os ambientes internos e externos.

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Capítulo 5 - Estabilidade Lateral

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Estabilidade Lateral

ESTABILIDADE LATERAL

Quando consideramos o sistema estrutural de uma edificação, costumamos pensar, primeiramente, em como os apoios verticais e os conjuntos de componentes horizontais são projetados para transferir as cargas mortas (o peso próprio) e as cargas acidentais

(cargas de serviço, sobrecargas) impostas pelo peso da construção e de sua ocupação. Igualmente crítica para a estabilidade de uma edificação, porém, é a sua resistência a uma combinação de condições ambientais (como vento, terremotos, pressão do solo e temperatura), capazes de desestabilizar os elementos de transmissão de cargas de gravidade. Dentre esses elementos, os esforços exercidos sobre a estrutura pelo vento e pelos terremotos constituem o foco deste capítulo. Os ventos e os terremotos submetem a estrutura a um carregamento dinâmico, geralmente com mudanças rápidas em termos de magnitude e ponto de aplicação.

Quando submetida a uma carga dinâmica, a estrutura desenvolve esforços de inércia em relação à sua massa. Além disso, sua deformação máxima nem sempre corresponde à magnitude máxima dos esforços aplicados. Apesar de sua natureza dinâmica, as cargas de vento e terremoto costumam ser tratadas como cargas estáticas equivalentes e que agem de maneira lateral.

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Capítulo 8 - Integração das Instalações

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Integração das Instalações

INTEGRAÇÃO DAS INSTALAÇÕES

Este capítulo discute a integração dos sistemas mecânicos, elétricos e hidrossanitários com os sistemas estruturais da edificação. As instalações, que são indispensáveis para a manutenção de um ambiente confortável, saudável e seguro para os usuários, costumam incluir:

• Sistemas de climatização que fornecem ar condicionado para os espaços internos da edificação. O condicionamento de ar pode incluir ventilação, calefação, refrigeração, umidificação e filtragem.

• Sistemas elétricos que fornecem energia para iluminação, motores elétricos, equipamentos eletrodomésticos e comunicação de voz e dados.

Sistema estrutural

Distribuição horizontal:

• Embaixo das lajes (em tetos falsos)

• Através das lajes

• Sobre as lajes (sistemas de piso elevado)

• Sistemas hidrossanitários que fornecem de

água potável, descartam esgotos, controlam a

água pluvial e oferecem água para o sistema de combate a incêndio.

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Capítulo 2 - Padrões Estruturais

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Padrões Estruturais

PADRÕES ESTRUTURAIS

Para refletir sobre uma ideia de arquitetura e desenvolver seu potencial, é fundamental saber como estruturá-la. A essência espacial e formal de um esquema arquitetônico e a estruturação da ideia andam de mãos dadas. Um fator influencia o outro. Para ilustrar essa relação simbiótica, este capítulo descreve o desenvolvimento dos padrões estruturais e sua influência sobre a composição formal e o leiaute espacial incluídos numa ideia arquitetônica.

Este capítulo inicia com os padrões modulados regulares e irregulares, e, a seguir, discute os padrões de transição e contexto.

• Padrões estruturais: padrões de apoio, sistemas de vencimento de vãos e elementos de resistência aos esforços laterais

• Padrões espaciais: composições espaciais condicionadas pela escolha do sistema estrutural

• Padrões contextuais: arranjos ou condições determinados pela natureza e pelo contexto do terreno

Os padrões estruturais podem ser definidos como um leiaute bidimensional de elementos verticais e horizontais, bem como arranjos tridimensionais com implicações formais e espaciais no projeto de arquitetura.

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Capítulo 1 - Estruturas de Edificações

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Estruturas de Edificações

ESTRUTURAS DE EDIFICAÇÕES

As edificações (ou seja, as construções relativamente permanentes que construímos sobre um terreno para

fins habitáveis) se desenvolveram ao longo da história, partindo de abrigos rudimentares feitos com galhos de

árvores, adobe e pedra até chegar às construções sofisticadas atuais, construídas em concreto, aço e vidro.

No decorrer da evolução da tecnologia da construção, algo que tem permanecido constante é a presença permanente de algum tipo de sistema estrutural capaz de suportar as forças da gravidade, do vento e, com frequência, dos terremotos.

6.500 a.C.: Mehrgarh (Paquistão).

Casas de adobe compartimentadas.

Os sistemas estruturais podem ser definidos como conjuntos estáveis de elementos projetados e construídos para agir como um todo no suporte e na transmissão seguros de cargas aplicadas ao solo, sem exceder os esforços permissíveis dos componentes. Ainda que as formas e os materiais dos sistemas estruturais tenham evoluído conforme os avanços tecnológicos e culturais, sem falar nas lições aprendidas a partir dos inúmeros colapsos estruturais, eles ainda são fundamentais para a existência de todas as edificações, independentemente de sua escala, contexto ou uso.

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Capítulo 7 - Edifícios Altos

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Edifícios Altos

EDIFÍCIOS ALTOS

Os engenheiros civis, arquitetos, empreiteiros, fiscais e demais profissionais relacionados costumam definir os edifícios altos como edificações com no mínimo 10 pavimentos ou mais, ou edificações que chegam a uma altura de pelo menos 30 metros. Os códigos de obras às vezes se referem a uma altura determinada em relação ao pavimento mais baixo com acesso para viaturas do corpo de bombeiros.

No entanto, nos Estados Unidos, o Conselho de Edifícios

Altos [Council on Tall Buildings] define essa categoria da seguinte maneira:

Um edifício alto não é definido por sua altura ou por seu número de pavimentos. O critério mais importante reside no fato de seu projeto ser influenciado (ou não) por uma “esbelteza” relativa. São edificações nas quais essa característica influencia intensamente o planejamento, o projeto e o uso. São edifícios cuja altura cria condições de projeto, construção e operação distintas em relação àquelas que se manifestam em edificações “comuns”, características de determinada região e época.

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