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Bijapur

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

Gulbarga

Bidar

Golconda

Bijapur

Goa

Vijayanagar

Chandragiri

Vellore

Baía de Bengala

Gingee

Thanjavor

Madurai

14.68  Bijapur, Vijayanagara, e o contexto

14.69  Túmulo de Ibrahim II, Bijapur, Índia

BIJAPUR

Uma aliança dos exércitos de Golconda, Bijapur,

Bidar e Gulbarga derrotou e arrasou Vijayanagara em 1565. A Dinastia de Bijapur, fundada por

Yusuf Adli Shah (que reinou entre 1489 e 1510), foi a que mais se beneficiou com a queda de

Vijayanagara. Yusuf transformou Bijapur em uma cidadela com 10 quilômetros de muralhas e seis portões. Embora seus edifícios fossem bastante austeros, os de lbrahim Adil Shah II (que reinou entre 1580 e 1627) são suntuosos e comemorativos. Ibrahim II dedicou grande atenção ao complexo de túmulo e mesquita que construiu originalmente para sua esposa, mas que no fim também acabou incluindo seu túmulo e os do resto de sua família. A mesquita e o mausoléu erguem-se em uma única plataforma colocada de modo assimétrico dentro de um recinto maior.

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O Império Mongol

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1200 d.C.

Centro do território mongol

1206 d.C.

Nizhni Novgorod

Kazan

Moscou

Império Mongol

Londres

Oceano Atlântico

Paris Veneza

Karakorum

Kiev

Constantinopla

Tabriz

Mar Mediterrâneo

Alexandria

Sultanato Mameluco

Samarcanda

Alepo

Rotas de comércio

Grande

Muralha

Herat

Bagdá

Hormuz

Pequim

Japão

Dinastia Yuan

Délhi

Mar da China Oriental

Sultanato de Délhi

Mar da Arábia

Império Khmer

12.30  Império Mongol, circa 1200 d.C.

O IMPÉRIO MONGOL

Em 1206, Temujin, chamado Gêngis Khan (“Soberano Poderoso”), unificou as tribos mongóis, antes dispersas e em conflito entre si, e enviou seus exércitos para o sul e para o oeste, a fim de criar um grande império. Depois de sua morte, em 1227, seu filho Ogodai avançou ainda mais para o oeste, tomando Kiev em 1240. Kublai

Khan, seu filho, e, portanto, neto de Gêngis

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Os Reinos Hindus do Camboja

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800 d.C.

OS REINOS HINDUS DO CAMBOJA

10.44  Vista da Montanha-Templo de Bakong, perto de Siem Reap, Camboja

Mahendraparvata (Phnom Kulen)

Indratataka (Mar de Indra)

2a cidade: Yasodharapura

Phnom Bakheng, 889 d.C.

Rio Sem Reap

Em 802 d.C., Jayavarman II, que havia unificado os vários reinos cholas do Camboja e do Sul do Vietnã, tornou-se rei e governante supremo desse novo e vasto território. A cerimônia de coroação ocorreu no Monte Mahendraparvata, que domina a Planície de Angkor. Esse tipo de reino era novo na região. A rota de comércio tradicional que partia de Kunming passava pela

Birmânia (atual Mianmar) e pelas cidades do Rio

Irrawaddy, como Beithano-Myo. As rotas marítimas desenvolvidas a partir de 400 d.C. acompanhavam o litoral, beneficiando cidades como Oc

Eo. Os khmers controlavam uma extensa área do interior, a qual haviam tornado fértil com sua tecnologia de irrigação. Em um século, isso fez deles o reino mais rico do Sudeste Asiático. A ascensão dos khmers também foi estimulada pela rota de comércio entre a China e a Índia. O domínio da Dinastia Song (960–1279 d.C.) foi mais ou menos simultâneo ao dos khmers e ao dos cholas na Índia (860–1279 d.C.). Tanto a China quanto a Índia exerciam poderosa influência econômica sobre o Sudeste Asiático, embora a Índia tenha vencido a concorrência cultural, na medida em que suas variantes de budismo e hinduísmo haviam se difundido por toda a região. A leste, no Vietnã, havia os champas, que os khmers tentaram várias vezes dominar para obter acesso a seus portos. Ao sul, o Império Srivijayano, fundado no século VIII na Ilha de Sumatra, controlava o Estreito de Málaca. Também deve-se considerar o Reino de Dali, na província de Yunnan, no

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O Historicismo Grego

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1800 d.C.

O HISTORICISMO GREGO

16.59  Casa do Governo, Calcutá, Índia

Perspectiva baseada em um mapa da David Rumsey Historical Map Collection

A Casa do Governo

Em 1800, uma nova geração de funcionários da companhia, influenciada pelo Romantismo, contestou o sistema dos zamindares, que era apoiado pelos whigs. Eles admiravam os povoados indianos (apesar da antiga cultura urbana do país), intensificando no continente europeu a impressão de que a distinção entre a Europa e as colônias constituía uma diferença entre cidades e aldeias. Acreditavam na figura paternalista do oficial britânico, homem que concentrava grande autoridade e que, apesar do seu alto salário, não podia obter nenhum lucro pessoal com as atividades da companhia – e de quem se esperava que fosse culto, esclarecido, bem informado e compassivo. A mais elevada dessas autoridades britânicas era o governador-geral.

Em 1798, quando o lorde Richard Wellesley substituiu o lorde Charles Conwallis como governador-geral, ele deu início à construção de uma nova Casa do Governo (1803), para dar forma concreta à sua autoridade. O projeto de Charles Wyatt tinha como princípio a ideia de espetáculo. Com uma alta cúpula central, à maneira da do Panteon, cada lado da fachada

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Teotihuacán

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200 d.C.

Golfo do México

El Tajin

Tula

Teotihuacán

Monte Albán

Maias

Tikal

Copán

Oceano Pacífico

7.64  Área de influência do Império Teotihuacán

TEOTIHUACÁN

Teotihuacán foi, até os tempos modernos, a maior e mais imponente das cidades da América.

Situada nos altiplanos do México Central, prosperou durante 800 anos. Transformou-se de uma grande aldeia, com cerca de 6 mil pessoas, em uma metrópole de 150 mil ou 200 mil habitantes por volta de 600 d.C. Seu núcleo urbano abrangia 20 quilômetros quadrados. Ela era o centro de um império que dominou até mesmo a cultura e a política das mais distantes cidades-estados maias e reinos. Inscrições do século III d.C. encontradas em estelas de Tikal e Copán informam que Teotihuacán controlava suas dinastias. Ela também pode ter influenciado as culturas dos montes do Mississippi. Apesar de seu tamanho e magnificência, pouco se sabe sobre os habitantes multiétnicos de Teotihuacán. Evidências de um sistema de escrita apenas começam a emergir, mas a maior parte parece ter desaparecido quando a cidade foi destruída. A cidade funcionava como uma espécie de “capital distante”, na medida em que era um posto avançado exposto

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A Igreja Anglicana

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Europa

15.66  Saint Paul’s Cathedral, Londres

A IGREJA ANGLICANA

Em 1536, a fim de anular seu casamento com sua rainha espanhola católica, Catarina de Aragão, Henrique VIII dissolveu os mosteiros e as abadias católicas e criou a Igreja da Inglaterra, ou Igreja Anglicana, cujo sumo pontífice era ele próprio. No entanto, essa nova igreja mantinha muitas semelhanças litúrgicas com a Igreja Católica, um fato que passou a ser alvo de ruidosos protestos dos puritanos, os quais, influenciados por protestantes como os calvinistas, desejavam uma forma mais pura de culto absolutamente livre da influência católica. A influência puritana no Parlamento se tornou tão forte que, durante a Guerra Civil Inglesa (1642–1651), eles executaram o rei Carlos I, em 1649, e escolheram o puritano Oliver Cromwell (1599–1658) como regente de uma República Protestante autoproclamada. Essa foi uma revolução que teve vida muito curta, e, em 1660, a monarquia conseguiu se restabelecer. Assim, os puritanos foram marginalizados da sociedade inglesa, e muitos deles partiram para se reunir com seus compatriotas que já haviam rumado para as praias da Nova

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A Casa Lovell

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1900 d.C.

17.155  Casa de Praia Lovell, Newport Beach, Califórnia

A CASA LOVELL

A arquitetura modernista não teve grande impacto nos Estados Unidos até a década de 1940, quando lá chegaram Walter Gropius e Mies van der Rohe. A resistência norte-americana ao Modernismo tinha dois motivos principais: a arquitetura da Beaux-Arts ainda era forte e ensinada nas escolas, e Frank Lloyd Wright, o maior arquiteto americano de então, criticava acidamente a estética desadornada e em forma de caixa dos europeus.

Os primeiros exemplos de Modernismo europeu são, portanto, em pequeno número e centram-se na produção de dois arquitetos,

Rudolf Michael Schindler (1887–1953) e Richard

Neutra (1892–1970). Schindler, cuja obra foi muito subestimada na época, nasceu na Áustria, mas mudou-se para os Estados Unidos em 1914.

Ele conseguiu um emprego no escritório de Frank

Lloyd Wright até começar a trabalhar por conta própria. Com sua Casa de Praia Lovell (1922–

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A Abadia de Fontenay

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1200 d.C.

Citeaux (Císter)

Morimond

Clairvaux (Claraval)

La Ferté

Paris

Pontigny

12.57  A área dos mosteiros cisterciences

A ABADIA DE FONTENAY

No cenário de populismo religioso do século XI e com a complacência cada vez maior da elite religiosa, em especial nos mosteiros, surgiu um movimento contrário, liderado por São Bernardo de Claraval. Ele conclamava um retorno às austeras regras dos primeiros tempos monásticos de

São Bento, que conceberam a igreja como uma oficina de orações. Entre as ordens reformadoras mais proeminentes estavam a Ordem dos Cartuchos, fundada em 1084, e a Ordem Cisterciense, fundada em 1115. Os cistercienses tinham quatro

“filiais”: Clairvaux, Morimond, Pontigny e La

Ferté, as quais, por sua vez, promoveram a criação de uma numerosa descendência monástica, de modo que, ao término do século XII, havia na Europa 530 abadias cistercienses, formando uma poderosa rede monástica. Embora os cistercienses recrutassem grande número de membros oriundos da nobreza feudal, uma das razões de seu sucesso foi o fato de terem concebido o trabalho braçal como uma forma de oração e terem aberto suas portas aos artesãos e camponeses. Os detalhes artesanais de seus prédios

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Guayabo

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800 d.C.

Via pa

Aquedutos

Monte central

10.81  Planta de Guayabo, Costa Rica

QUIRIGUA

GUAYABO

Céu de Cauac tornou-se rei de Quirigua em

725 d.C., enquanto a cidade ainda fazia parte do estado de Copán. No entanto, após haver derrotado e capturado Dezoito Coelhos (Uaxaclajuun Ub’aah K’awiil), rei de Copán, em 738 d.C., Quirigua tornou-se independente. A cidade, situada na planície aluvial do Rio Motagua, tem em seu centro uma gigantesca praça retangular, orientada no sentido norte-sul e pontilhada com alguns dos maiores monólitos e estelas maias já descobertos. Seus principais montes-plataforma e seu complexo palaciano concentram-se na extremidade sul. Uma pirâmide isolada, solitária, situa-se, excêntrica, em uma extremidade da grande praça. O outro lado se alinha com uma praça muito menor, porém mais bem delimitada, que tem em seu centro uma quadra para jogos com bola. Um lance de escadas monumental na extremidade sul dessa praça com a quadra para jogos com bola conduz ao principal conjunto de terraços e montes-plataforma que servem de base para os palácios mais importantes. O ponto mais alto do conjunto, o Palácio do Céu de Jade, na extremidade sul, alinha-se axialmente com a

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O Complexo de Solimão, O Magnífico

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Á sia Ocidental

Áustria

França

Polônia

O COMPLEXO DE SOLIMÃO,

O MAGNÍFICO

Rússia

Budapeste

Mohacs

Ma

Nápoles

Bursa

Sínope

Angora

Trezibonda

Império Otomano

Esmirna

io

T’bilisi

Constantinopla

ásp rC

Mar Negro

Roma

Tabriz

Alepo

Argel

Túnis

Mar Mediterrâneo

Damasco

Trípoli

Bagdá

Jerusalém

Alexandria

Cairo

14.78  Império Otomano

Asilo

Cozinha

Madrasa

Recinto da mesquita

Pátio interno

Madrasa

Hospital

Mesquita

Hamman

Mausoléu de Solimão I

Madrasa

Madrasa

Mausoléu de Haseki Hurrem

Madrasa

Escola de hadiths

0

O sultão otomano Solimão I (que reinou entre

1494 e 1566), também conhecido como Solimão, o Magnífico, não apenas ampliou o âmbito de ação dos exércitos islâmicos, como também procurou transformar Istambul no centro da civilização islâmica, por meio de uma série de projetos de construção de pontes, mesquitas, palácios e várias instituições de caridade e ação social. Para isso, pôde contar com um arquiteto extraordinariamente talentoso, Mimar Sinan

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A Uxmal Maia

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1000 d.C.

Golfo do México

Chichén Itzá

Uxmal

TOLTECAS

Monte Albán

ZAPOTECAS

Culturas dos Pueblos

América do Norte

Cahokia Culturas do Mississippi

MAIAS

Cid

Mitla

ad

es

ma

Zapotecas

Toltecas

América

Central ia s

do

Su

l, e

Maias pós-clássicos

Tairona, Colômbia

m

de

Oceano Pacífico

11.6  Urbanização da América, circa 1000 d.C.

A UXMAL MAIA

Uxmal era uma de várias cidades-estados maias que competiam por território, mas, em 900 d.C., já havia se tornado a capital regional e, provavelmente, a maior cidade maia. Uma rede de estradas de pedra, chamadas sakbehoob, ligava-a a outras cidades, como Nopat e Kabah.

Chichén Itzá era uma importante aliada. A elite de Uxmal vivia em um vasto complexo palaciano situado na parte mais alta do terreno. A área era cercada por um muro de pedra com aberturas regularmente espaçadas. Na extremidade sul do conjunto, formando uma pequena colina, elevava-se o monte-plataforma principal, encaixado entre uma plataforma gigantesca com o chamado Palácio do Governador a leste e uma série de pátios retangulares a oeste. O monte-plataforma era voltado para o norte, e seus largos degraus eram visíveis à distância. A extremidade norte do complexo palaciano era dominada por um imenso palácio quadrangular, o chamado Convento

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O Império Sassânida

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Á sia Central

Ma

ás rC

Mar Negro

pio

Armênia

Bizâncio

Takht-i-Suleiman

Império Cuchita

Merv

Taxila

Pérsia Sassânida

Ctesifonte

Alexandria

Império Sunga

Persépolis

Délhi

Prayaga

Ma

Sanchi

erm rV

Arábia

elh

8.22  Ásia Central, circa 400 d.C.

o

Golfo Pérsico

Axum

O IMPÉRIO SASSÂNIDA

Com o enfraquecimento dos governantes partas, os sassânidas se impuseram. Eles foram liderados por Artaxexes I (que reinou entre 226 e 241 d.C.), descendente de uma linhagem de sacerdotes que cultuavam a deusa Anahita em Istakhr,

Persis (Pars). Ao contrário de seus antecessores, ele tinha muito interesse pela arquitetura e pelo urbanismo e fundou diversos palácios e cidades.

A tradição helenística de arquitetura monumental foi revista e ganhou sua própria perspectiva persa. Artaxexes reconstruiu Ctesifonte, mas pouco resta da cidade, pois ela foi erguida com os tradicionais tijolos de adobe. Os restos de um palácio construído por Shapur I (que reinou entre

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O Período Nara do Japão

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Leste da Á sia

Baía de Ise

Mar do Japão

Rochas Casadas

ku

Yamada

Ri o

Isu

Santuário Externo (Geku)

Nara

Coreia

Japão

Santuário de Ise

China

Rio

Mi

ya

Uji

Santuário Externo (Naiku)

0

9.47  Localização de Nara e do Ise

Jingu (Santuário de Ise)

O PERÍODO NARA DO JAPÃO

No século VIII d.C., os diversos clãs do Japão haviam se unido para formar uma só unidade política, sob a autoridade de um imperador. As ilhas do norte foram as últimas a integrar essa unidade. O arroz era o principal produto. Na época, a religião nativa do Japão era o xintoísmo, uma forma de animismo em que se reverenciava cada aspecto da natureza. Não havia crenças ou imagens de deuses, mas uma diversidade de kami (espíritos sagrados). Os kami eram tanto divindades quanto o caráter numinoso percebido em objetos da natureza, como árvores, rochas,

águas e montanhas. Ainda hoje venerados em mais de 100 mil santuários xintoístas em todo o

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As Américas

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1400 d.C.

AS AMÉRICAS

Kutchin

As Américas, no século XV, mostravam-se muito diferentes de como eram no século XVII, quando as doenças trazidas pelos europeus já tinham matado quase 90% da população nativa. No século XV, desde o leste da Bolívia e do Peru, passando pela América Central e pela região oeste dos Estados Unidos, cruzando, a leste, o

Mississippi e a Geórgia e chegando até onde hoje se encontra a Nova Inglaterra, havia algo que os primeiros europeus que navegaram ao largo da Nova Inglaterra descreveram como um tecido mais ou menos contínuo de assentamentos. Havia grandes cidades que eram capitais de impérios, como Qosquo (Cuzco), no Peru, e Tenochtitlán, no México; havia cidades secundárias que eram centros regionais, como Chan Chan, no Peru, Oraibi, uma cidade hopi nos Estados

Unidos, e outras grandes cidades na Geórgia.

E, entre elas, existiam milhares de vilarejos. As epidemias disseminaram-se com tal rapidez que certas culturas desapareceram antes mesmo de terem conhecido os europeus. Travam-se muitos debates sobre os aspectos específicos dessa terrível perda de vidas e de culturas, mas os parâmetros básicos da tragédia são indiscutíveis.

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Nova Délhi

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1900 d.C.

Cidade velha

Estação ferroviária

Pátio

Palácio do Vice-rei

Parque

Anfiteatro

Reservatório

Comandante em chefe

Forte velho

Catedral

0

Pista de corrida

2 km

Túmulo

17.121  Planta de sir Edwin Lutyens para Nova Délhi, Índia, 1911

NOVA DÉLHI

Em 1911, num darbar (recepção oficial) celebrado em honra de uma coroação em Délhi, na Índia, o rei Jorge V anunciou sua decisão de construir uma nova capital para a Índia imperial, capaz de representar a inabalável determinação inglesa de perpetuar o governo britânico. Até então,

Calcutá sempre fora a sede do governo colonial, mas apenas devido a circunstâncias históricas.

Os ingleses escolheram Délhi como o local para a nova capital para assegurar sua identificação com a sede do poder mugal que ela fora no passado. Instaurou-se de imediato um acalorado debate para definir se a arquitetura deveria refletir a linguagem autóctone ou as convenções do Neoclassicismo colonial. Após intensas pressões por parte de defensores de ambos os lados, o vice-rei, lorde Charles Hardinge, decidiu que seria mais adequado um projeto “simples e clássico”, com um “toque de orientalismo”. Sua solução não era tão diferente da discussão do século anterior, quando se defendera o historicismo clássico (ou Neoclassicismo) com base nos princípios eternos da arquitetura clássica. Com isso, os ideólogos coloniais voltavam ao ponto de partida, embora, dessa vez, com um “toque de orientalismo”.

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