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Medium 9788582605110

Vijaynagara

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

VIJAYNAGARA

Os irmãos Harihara e Bukka escaparam do cativeiro de Ala-ud-Din Khiljl e, em meados do século XIV, fundaram um novo reino que resistiu por

250 anos à maré crescente das invasões islâmicas. Consolidando os territórios dos chalukyans, dos hoysalas e dos cholas tardios, Vijayanagara enriqueceu. Investiu, então, no sistema administrativo descentralizado dos cholas, com base nos templos, e na irrigação de novas terras. Um complexo de canais, represas e aquedutos irrigava as terras circundantes, levava água à cidade e alimentava os reservatórios e os banhos do palácio.

Uma rede de estradas irradiava de Vijayanagara.

O comércio com os portugueses, que capturaram

Goa em 1510, era particularmente importante.

A localização da capital visava a otimizar a defesa. Colinas rochosas, difíceis de cruzar, e o intransponível Rio Tungabhadra proporcionavam proteção ao norte e a oeste, as principais direções de um possível ataque. A própria cidade situava-se em um planalto irregular, e seus subúrbios se encaixavam nos vales e ravinas do terreno.

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Medium 9788521632511

1 - DESENHO DE REPRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

1

Desenho de

Representação

FUNDAMENTOS .................................... 3

APLICAÇÕES........................................ 16

Croquis do ambiente construído são desenhos analíticos que de forma geral transmitem uma ideia do conjunto. Fazemos esses croquis para adquirir maior compreensão da natureza da paisagem urbana. Para capturar e transmitir a essência de um lugar, os croquis devem ser executados com segurança e de modo rápido e preciso.

Esses desenhos são nossas experiências pictóricas do espírito e do sentido do lugar conforme documentamos o que vemos.

Formas geométricas constituem o fundamento para todas as formas derivadas.

A forma do ambiente e da composição é um conjunto de formas simples e complexas. Tanto nos desenhos a partir da realidade quanto naqueles a partir da sua imaginação, essas formas devem ser expressas e transmitidas graficamente em uma composição bidimensional para transmitir a percepção da terceira dimensão.

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Medium 9788582604229

Capítulo 11 - Instalações prediais

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

11

INSTALAÇÕES PREDIAIS

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11.43

11.44

Instalações prediais

O conforto térmico

A zona de conforto térmico

Diagramas psicrométricos

Sistemas de calefação e refrigeração

Fontes alternativas de energia

Cargas de aquecimento e resfriamento

Calefação por ar quente insuflado

Calefação por água quente

Calefação elétrica

Calefação por radiação

Sistemas ativos de calefação solar

Sistemas de refrigeração

Sistemas de climatização

Saídas de distribuição de ar

Abastecimento de água

Sistemas de abastecimento de água

Sistemas de prevenção e combate a incêndio

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Medium 9788582604229

Capítulo 3 - Fundações

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

3

FUNDAÇÕES

3.2

3.4

3.6

3.7

3.8

3.9

3.10

3.16

3.17

3.18

3.22

3.24

3.25

3.26

Fundações

Tipos de fundações

O reforço de fundações

Sistemas de contenção de taludes

Fundações rasas

Sapatas de alicerce

Muros de arrimo

Sapatas de pilares

Fundações em terrenos íngremes

Lajes de concreto sobre o solo

Fundações de colunas de madeira

Fundações profundas

Estacas

Tubulões

3.2

FUNDAÇÕES

Superestrutura

Veja 2.8–2.10 para cargas de edificações.

Ancoragem necessária para que a edificação resista ao deslizamento, soerguimento ou tombamento.

Subestrutura

Fundações

As fundações são a divisão mais baixa de uma edificação

– sua subestrutura – construída em parte ou totalmente abaixo do nível do solo. Sua função primordial é sustentar e ancorar a superestrutura acima e transmitir as cargas da edificação de maneira segura à terra. Uma vez que elas servem como vínculo fundamental na distribuição e resolução das cargas da edificação, as fundações devem ser projetadas de modo a se adaptarem à forma e ao leiaute da superestrutura que se encontra acima e a responderem às condições variáveis do solo, da rocha e da água abaixo.

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Medium 9788582601013

Capítulo 6 - Os Fundamentos da Arquitetura - A Ordem

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

6

Os Fundamentos da

Arquitetura

A Ordem

Como a arquitetura é organizada?

Os vários espaços e funções de uma edificação se relacionam entre si por meio de princípios de organização e ordenamento.

• Os princípios de organização determinam que cômodos ficam contíguos entre si e quais ficam separados. Eles determinam o caráter público ou privado de um espaço.

• Os princípios de ordenação determinam a sequência na qual as áreas são encontradas. Eles definem a lógica pela qual as características espaciais ou as funções são distribuídas por meio da composição de uma edificação.

Essas considerações fundamentais do projeto de arquitetura produzem edificações que fazem sentido – um prédio que

é entendido de modo intuitivo à medida que nele entramos.

A disposição e a sequência dos diferentes espaços entre si determinarão quais são mais ou menos importantes. As barreiras que dividem os espaços e as aberturas que os conectam dizem a uma pessoa quais espaços podem ser entrados e quais são proibidos. Já a proximidade ou a distância dos espaços entre si determinam a relação entre as funções da edificação.

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Medium 9788582605110

A Pequim dos Qing

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1700 d.C.

Império Russo

Manchúria

Área sob suserania Manchu

Pequim

Academia Pyoungsan

China da Dinastia Qing

Índia

Coreia

Japão

Edo (Tóquio)

Tibete

Cantão (Guangzhou)

Xangai

Amoy (Xiamen)

Kyoto

Nagasaki

Oceano Pacífico

Macau

15.42  Dinastia Qing, China

A PEQUIM DOS QING

O poder da Dinastia Ming chinesa terminou no século XVII. O reino de Zhu Yijun (conhecido como o Imperador Wanli, que reinou entre 1573 e 1620), o qual ascendeu ao trono com apenas nove anos de idade, foi desastroso, pois ele foi incapaz de gerir a enorme e complexa máquina administrativa que controlava o império. A consequência disso foi inevitável. Os poderosos e lordes locais aproveitaram a oportunidade para criar mini‑impérios que concorriam entre si à medida que o imperador se tornava cada vez mais recluso. A criminalidade aumentou, e piratas japoneses (e inclusive chineses) frequentemente atacavam as cidades litorâneas. Ao mesmo tempo, um fluxo gigantesco de prata ilegal chegava da América por meio das rotas litorâneas. Aliás, a demanda chinesa pela prata foi um dos motivos determinantes do aumento da mineração na

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Medium 9788582605110

Amsterdã

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

AMSTERDÃ

Embora os Países Baixos tivessem a economia que crescia com mais rapidez na Europa na

época, tendo se tornado o centro mercantil do lmpério Espanhol, essa situação não se refletia em sua arquitetura. Por serem em grande parte calvinistas, vertente cristã que prescreve construções simples, os holandeses não construíram igrejas até conquistarem sua independência da

Espanha. Após a destruição de Antuérpia pelos espanhóis, Amsterdã, uma cidade relativamente pouco importante até 1579, rapidamente se tornou um dos principais portos internacionais da

Europa, desenvolvendo um conjunto urbano que incluía a prefeitura na Praça Dam (que hoje é o

Palácio Real), as igrejas Westerkerk e Zuiderkerk, assim como um grande número de casas nos canais encomendadas pelas principais famílias de mercadores. O poder naval holandês começou a aumentar rapidamente no final do século XVI, e os Países Baixos tornaram-se líderes do comércio global na segunda metade do século XVII. Nas conflituosas rotas oceânicas pelas quais se transportavam açúcar, escravos e especiarias, seus principais rivais foram, a princípio, os espanhóis e portugueses; depois, os ingleses, que no século

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 8 - Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

Lineu Castello

A

pós um período de rápido desenvolvimento industrial e de acelerada urbanização na última metade do século XX, a virada para o século XXI encontrou a sociedade brasileira já plenamente consciente das consequências negativas que costumam acompanhar esses processos, e devidamente alertada quanto

à natureza finita dos recursos ambientais do país. Ainda assim, mesmo que o ritmo do crescimento tenha experimentado uma desaceleração em comparação com décadas anteriores, as cidades continuaram a crescer e, de modo centrífugo, espalhando-se em direção dos bairros da periferia – muitos dos quais marcados por acentuados níveis de pobreza. Ao mesmo tempo, a transição à democracia plena que marcou o final do século anterior trouxe em seu bojo uma preocupação mais incisiva em relação à qualidade de vida que as cidades deveriam oferecer aos seus cidadãos, dentro de um cenário econômico em que o comportamento social nas grandes cidades passou a se guiar por um consumismo cada vez mais acentuado.

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Medium 9788577805761

Capítulo 19 - Revisão e Ruptura com o Classicismo

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

19

Revisão e Ruptura com o Classicismo

Revolução social e revolução científica

O início da Revolução Francesa em 1789 normalmente separa a

Idade do Humanismo da Idade Contemporânea. Essa revolução de caráter político tem como antecedentes a revolução social e cultural representada pela ideologia do Iluminismo, difundida pelos pensadores do século XVIII e pela Enciclopédia (1751-1772).

Influenciada por ideais enciclopedistas, a burguesia desejava uma reforma econômica e política que se via freada pelas rígidas estruturas sociais do ancien régime. Seus anseios renovadores tiveram como marco ideal a revolução industrial surgida na segunda metade do século XVIII quando, ao se reduzirem as transações com as colônias – base do enriquecimento burguês desde o século XVI –, os empresários se sentiram impelidos a investir em novas atividades industriais e capitalistas.

A independência norte-americana (1775-1783), a Revolução

Francesa de 1789, as revoluções espanholas a partir de 1812 e a emancipação ibero-americana (1810-1824) são todas partes de um mesmo fenômeno geral: de uma mesma revolução social que acarreta o fim dos antigos regimes e põe em manifesto uma aceleração social que será incrementada ao longo do século XIX.

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Medium 9788582603345

Capítulo 9 - Ambiência e lugar

Peter Tregenza; David Loe Grupo A PDF Criptografado

9

Ambiência e lugar

9.1

Festa Nottingham Goose Fair, Nottingham, Reino Unido, cerca de 1975.

M

esmo quando um cômodo é estritamente funcional – uma oficina, um call center, uma ala de hospital – não podemos projetá-lo pensando apenas nas tarefas visuais. Em projetos luminotécnicos, o primeiro passo é sempre identificar o caráter do local; como ele funciona,

como nos sentimos quando estamos nele e o que lembramos dele depois. Tudo isso é influenciado pelo que nos rodeia. A iluminação é parte disso (às vezes a mais marcante), mas o ambiente físico é percebido por meio de todos os nossos sentidos. Além disso, nossa percepção varia conforme nosso humor e as interações que temos com outras pessoas.

Na Figura 9.1, as lâmpadas instaladas apenas em soquetes (sem luminárias) e as cores vivas são típicas de montanhas-russas tradicionais, assim como os sons da música e das vozes infantis, o cheiro do algodão doce e das máquinas e a sensação de frescor do anoitecer. Essas sensações contribuem para uma noção de “lugar”, um elo entre a experiência presente e as memórias de ocasiões anteriores. Somos sensíveis ao nosso meio, mas a maneira como reagimos a ele – se nos sentimos calmos, agitados, ou qualquer outra sensação – é afetada por experiências passadas.

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Medium 9788582601013

Capítulo 12 - As Instalações Prediais

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

12

As Instalações Prediais

Como Funciona uma

Edificação?

A arquitetura é uma síntese complexa de instalações que se relacionam entre si. Esses sistemas variam da configuração do espaço e da forma às vedações externas que mantêm o interior seco e aos sistemas mecânicos que regulam a temperatura e a umidade do ambiente interno. Todos esses sistemas colaboram para criar uma única obra de arquitetura.

O arquiteto não é responsável por todos os sistemas distintos envolvidos no funcionamento de uma edificação, mas esses sistemas devem, todos, ser levados em conta no processo de projeto. O projeto de arquitetura exige um pensamento sintético que considere as maneiras como esses sistemas se relacionam. Isso ajuda o arquiteto a criar estratégias de projeto que aumentem a eficácia da operação desses vários sistemas para atingir os principais objetivos do projeto.

Neste capítulo, os muitos sistemas que contribuem para a operação de uma edificação serão discutidos. Eles serão tratados conforme sua influência no processo de projeto e suas relações com as outras instalações da edificação.

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Medium 9788582604915

Capítulo 6. Água é uma coisa terrível de se desperdiçar

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Água é uma coisa terrível de se desperdiçar

O Brasil ficou conhecido como a “Arábia Saudita da Água”: um oitavo da

água doce do mundo flui em seu território. Ainda assim, São Paulo, sua maior e mais pujante cidade, pode secar em breve. No outono de 2014, por até seis dias consecutivos, a cidade deixou de fornecer água a seus habitan1 tes; nada para beber, para dar a descarga ou para tomar banho. Nadinha.

O sistema hídrico de Cantareira caiu para 5,3% de sua capacidade. Logo quando a cidade estava prestes a reduzir o abastecimento de água para apenas dois dias por semana, uma longa e pesada série de chuvas em fevereiro elevou os níveis dos reservatórios para 9,5%. Mas as cidades não têm como prosperar vivendo tão perto dos limites de seu suporte metabólico.

Assim como a falta de energia elétrica na Índia, a crise hídrica de São

Paulo tem muitas causas. Ao longo da última década, o sudeste do Brasil vem passando por uma forte seca. São Paulo e seus subúrbios cresceram de forma prodigiosa, e agora precisam fornecer água para 20 milhões de pessoas. Contudo, a cidade não cuidou bem de sua infraestrutura: entre encanamentos com vazamento e furtos, estima-se que 30% de sua água são perdidos. São Paulo tampouco se planejou bem para seu futuro. Somente agora, em meio a uma crise, está propondo a construção de novos reservatórios e a elevação das contas de água para estimular a conservação.

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Medium 9788582604304

Capítulo 8 - Iluminação

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Iluminação

8

Joe Lynes

Joe Lynes é consultor de luminotécnica

PONTOS-CHAVE:

• Conservação de energia por meio de iluminação natural e solar

• Iluminação elétrica eficiente em consumo de energia

• A iluminação de acordo com as normas de construção britânicas (Building Regulations)

Conteúdo

1

2

3

4

5

6

7

8

9

10

Recursos solares passivos

Interiores com iluminação natural

Projeto de janelas

Iluminação elétrica e eficiência energética

Controles de iluminação

Dimensionamento de um sistema de iluminação completo

Iluminação de destaque

Postos de trabalho

Glossário

Referências bibliográficas

INTRODUÇÃO

Os avanços recentes nos programas computadorizados de cálculo, simulação e representação gráfica significam que o projeto dos sistemas de iluminação cada vez mais se torna uma atividade exercida por especialistas e por meio da tecnologia da informação e comunicação. Os arquitetos devem permanentemente acompanhar as novas exigências impostas pelas normas de construção dessa área. Eles devem estar cientes dos aumentos contínuos na eficácia das lâmpadas, especialmente as de LED (diodos emissores de luz), bem como entender como a escolha das luminárias pode afetar o caráter de um ambiente iluminado artificialmente.

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Medium 9788582605110

O Estilo Shingle

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

Cozinha

Banheiro

Sala de jantar

Dormitório

Antessala

Sala de estar

Vestíbulo

Varanda

0

10 m

17.57  Planta baixa típica de um bangalô

17.58  Um típico quarteirão com bangalôs

O BANGALÔ GLOBAL

não permitiam que as propriedades essenciais do bangalô colonial fossem exportadas, mas sua imagem foi sofrendo várias releituras à medida que ele se disseminou. O bangalô não colonial era, em regra, uma casa térrea (embora, às vezes, fosse um sobrado) de escala modesta, com telhado baixo de amplos beirais e varanda ao longo da entrada. Muitas subcategorias surgiram. Os bangalôs da Califórnia, que estão entre os primeiros dos Estados Unidos (a partir da década de 1880, aproximadamente), tinham, em geral, telhas de madeira, paredes de tábuas horizontais em parte sobrepostas ou revestidas de estuque no exterior e chaminés de tijolo. O chamado “bangalô de Chicago”, popular entre 1910 e 1940, costumava ser construído em tijolo. Em geral, esse tipo de casa era de construção barata e não exigia a contratação de um arquiteto. Além disso, com o seu leiaute compacto, o projeto era interessante para proprietários de classe média que não podiam ter um criado que residisse na casa. A cozinha era compacta e localizada ao lado da sala de jantar. Os interiores normalmente eram revestidos de papel de parede, ao passo que as esquadrias de portas e janelas eram de carvalho com stain escuro.

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Medium 9788577809653

A orla ferroviária de São Paulo (Diagonal Sul)

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

A ORLA FERROVIÁRIA

DE SÃO PAULO

(DIAGONAL SUL)

Projetos Carlos Leite e equipe I 2002-2010

As novas dimensões que operam na fábrica urbana contemporânea – sua fragmentação, retalhamento e desarticulação, os terrenos vagos, a fluidez e a rede de fluxos – estão todas presentes no território da orla ferroviária paulistana.

A Orla Ferroviária na Região Metropolitana de São Paulo configura-se como o território ao longo da linha férrea, iniciando no bairro da Lapa, na Zona Oeste da cidade de São Paulo, passando pela região central (Moinho Central e Luz) e pela região Sudeste (Brás, Mooca e Ipiranga) até o ABC (ao longo do eixo ao longo do rio Tamanduateí).

Antiga linha férrea Santos-Jundiaí no início do século 20, este corredor estabeleceu-se como o vetor principal da industrialização pesada - predominantemente automotiva - no Brasil em meados do século.

Como tantas metrópoles industriais mundiais, no final do século 20 estes imensos territórios industriais entraram em declínio e desocupação devido às fortes transformações da economia pós-fordista e à inserção dessas cidades no ciclo produtivo de serviços avançados.

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