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19.3 Ponto base do projeto e coordenadas

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 19.15 – Novo parâmetro inserido em Informações do projeto.

Os parâmetros compartilhados que ficam armazenados no arquivo .TXT podem ser inseridos em outros projetos, desde que você tenha o arquivo .TXT que os contém. Esses parâmetros também podem ser usados na criação de templates de projetos, como estudado na Seção 4.1.1 do Capítulo 4.

Figura 19.16 – Arquivo parametros.txt.

19.3  Ponto base do projeto e coordenadas

Há dois sistemas de coordenadas no Revit: as coordenadas internas do projeto – Ponto base do projeto – e as geográficas – Levantamento Topográfico –, que definem um ponto físico geográfico conhecido. Cada sistema tem suas peculiaridades e limitações.

 �Ponto base do projeto: projeto são as coordenadas internas do projeto, referidas em vários lugares como Projeto

Projeto. Cada projeto possui um ponto base, que é a origem do sistema de coordenadas (0,0,0). Para visua­lizar essa origem, devemos ativar o seu ícone nas vistas, pois ele vem desativado. Em uma vista de planta qualquer, selecione, nas propriedades da vista, Visibilidade/Sobreposição de gráficos > Editar.

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12.5 Criação de aberturas em telhados

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

12.5 �Criação de aberturas em telhados

Muitas vezes, é necessário criar furos em telhados para passagem de paredes, caixas-d’água, chaminés etc.

12.5.1 �Pela edição da borda do telhado

Para criar um furo, abra a vista do pavimento do telhado e crie o telhado selecionando as paredes.

Figura 12.52 – Vista de um telhado com chaminé.

No telhado criado na Figura 12.53, as paredes da chaminé fazem intersecção com a água do telhado. É preciso criar um corte na água dessa intersecção.

Figura 12.53 – Vista em planta e em 3D do telhado com a chaminé.

Para cortar a água, selecione o telhado na vista em planta e, em seguida, clique na aba Modificar | Telhados;

Telhados selecione Editar perímetro. perímetro Na aba Modificar | Telhados > Editar perímetro, perímetro escolha, no painel Desenhar

Desenhar, a opção de retângulo e desenhe-o no perímetro da chaminé. Desligue Define a inclinação, inclinação como mostra a Figura 12.54.

Clique em Concluir modo de edição. edição Um corte é criado no contorno da parede da chaminé (Figura 12.55).

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Capítulo 7 - A Cabana Clássica

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

7

A Cabana Clássica

Da ordem à edificação

As primeiras manifestações conhecidas da arquitetura grega são pequenas cabanas construídas no campo ou em lugares sagrados relacionados aos deuses. Elas eram construções frágeis e, às vezes, desmontáveis, mas pertencem a uma tradição à qual a arquitetura clássica deve muito.

O templo grego que nasceu no século VII a.C. como evolução da mégaron micênica – uma simples sala retangular precedida de um pórtico de colunas – não tem as mesmas proporções do egípcio nem aquelas que terá o templo cristão. Construído para guardar uma imagem divina, ele apresenta, em geral, dimensões médias e exclui o altar de seu recinto, deixando-o no exterior.

Suas origens estão em uma plataforma horizontal ou estilobata

– quase sempre de planta retangular – sobre a qual se elevava uma caixa de paredes e uma cobertura ou telhado com duas águas que projetava ao exterior um triângulo ou frontão, rematando o prédio e recebendo uma decoração de esculturas.

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Introdução

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

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Tabelas

Introdução

Este capítulo mostra como extrair informações do projeto em tabelas de quantitativos e de materiais. Uma das maiores qualidades de um software BIM e paramétrico é a extração de quantitativos. As tabelas são, na verdade, outra vista do projeto, só que em forma de dados. Ao alterar-se qualquer elemento construtivo no projeto, as tabelas são atualizadas automaticamente. Também é possível alterar um elemento selecionando-o na tabela; a modificação ocorre ao mesmo tempo no projeto em todas as vistas, plantas, cortes, elevações e vistas 3D.

Objetivos

  Aprender a criar uma tabela de quantitativos.

  Fazer uma tabela de materiais.

  Criar uma tabela de dados de corte e aterro de terrenos.

  Configurar a forma de apresentação da tabela com filtros e somas de totais.

16.1 Tabela/Quantidades

Aba Vista > Criar > Tabelas > Tabela/Quantidades

Cria uma vista com tabela de quantitativos de esquadrias, paredes, vigas, pilares etc. As tabelas no Revit são geradas como vistas e inseridas no Navegador de projeto. Depois, para inserir em uma folha para impressão, basta arrastar a tabela até a folha. Tudo que estiver no projeto pode ser listado. Neste exemplo, vamos gerar uma tabela de portas com o arquivo Bloco A, que pode ser baixado na plataforma da Editora.

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13.6 Inserção de portas em Parede cortina

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

13.4.2 Controle da interseção de montantes

Depois de inseridos os montantes, é possível modificar sua intersecção. Selecione um perfil e na aba Modificar |

Montantes de parede cortina surgem duas opções:

Tornar contínua: estende o montante até uma lateral, criando um montante contínuo.

Quebrar na união: corta o montante em uma interseção, criando montantes separados.

Figura 13.33 – Modificar | Montantes de parede cortina.

Selecione o montante a alterar e escolha uma das opções anteriores.

Figura 13.34 – Quebrar na união.

Figura 13.35 – Tornar contínua.

13.5  Painéis da Parede cortina

Os painéis da Parede cortina podem ser de qualquer tipo; não é necessário que sejam de vidro. As medidas do painel estão ligadas às medidas da parede e do eixo. Não podemos controlar a medida do painel independentemente do resto. Ao se mudar o eixo, a medida do painel também muda. É possível inserir portas e janelas nos painéis do tipo parede, e a posição de inserção é relativa à parede inteira, não ao painel. Ao se mudar o eixo, a posição da janela ou porta permanece inalterada. É possível aplicar no painel uma Parede cortina e também um eixo e subdividi-lo.

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15.8 Criação de Regiões

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

15.7 Identificador de degraus

Essa ferramenta insere automaticamente a numeração de degraus em escadas. Na aba Anotar

Anotar, selecione Piso da escada/Número de espelho do degrau. degrau

Figura 15.121 – Aba Anotar – Piso da escada/Número de espelho do degrau.

Selecione uma linha de eixo de escada (Figura 15.122). Após selecionar cada uma das linhas de eixo, a numeração dos degraus é inserida automaticamente. Depois de inserir, ao selecionar o eixo da escada nas Propriedades

Propriedades, você pode escolher em que lado a numeração é inserida em Referência (Centro, Direita, Esquerda).

Figura 15.122 – Seleção da linha de eixo.

Figura 15.123 – Resultado.

15.8 Criação de Regiões

O Revit possui duas ferramentas para criar regiões: Região preenchida, preenchida que cria basicamente hachuras em 2D para os detalhes de projeto nas vistas de detalhe, e Região de máscara, máscara que é utilizada para “esconder” elementos no projeto. A seguir, veremos como criar cada uma delas.

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5.8 Molduras e frisos em paredes

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

uma lista de materiais que podem ser definidos para a camada. O Revit traz alguns comumente usados; podemos modificá-los ou importar bibliotecas de outros locais. No lado direito da janela, temos um editor de materiais que permite alterar o material que foi selecionado do lado esquerdo

(Figura 5.59).

Figura 5.56 – Tipos de camada da estrutura da parede.

Na área nomeada como Materiais do projeto

(Figura 5.59), selecione o material desejado para cada camada, rolando a barra lateral. Neste exemplo, selecionamos Tijolo Comum para a estrutura da parede, como mostra a Figura 5.60.

5. Clique no campo Estrutura para mudar a função das camadas, ordenando do miolo da parede para fora. Note que na parte superior da tabela consta LADO EXTERNO e, na parte de baixo,

LADO INTERNO.

INTERNO Selecione as funções, conforme a

Figura 5.57. Altere também o valor da espessura de cada camada, conforme a mesma figura.

Figura 5.59 – Navegador de materiais.

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Exercício 12 – Vegetação, mobiliário e vistas 3D

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Exercício 12 – Vegetação, mobiliário e vistas 3D

1. Nesta etapa, vamos finalizar o pavimento tipo inserindo o guarda-corpo na varanda, e acrescentar vegetação, mobiliário e postes de iluminação. As famílias usadas são as básicas que já fazem parte de uma instalação padrão do Revit.

2. Aproveite e termine o pavimento da cobertura inserindo uma laje de cobertura.

3. Ative a vista do Pav 1.

1 O arquivo DWG está visível na vista e já não é mais necessário. Para desativar sua visibilidade selecione Visibilidade/Sobreposição de gráficos na janela Propriedades

Propriedades, ou digite VV. Na janela

Visibilidade/Sobreposição de gráficos para planta de piso Pav 1,

1 na aba Categorias importadas, importadas desligue o arquivo ED_pav_tipo.dwg

ED_pav_tipo.dwg.

4. O Pav 1 é um grupo; portanto, vamos inserir o guarda-corpo nesse pavimento e ele será repetido em todos os pavimentos. Clique em qualquer ponto do pavimento e selecione Editar Grupo na aba Modificar|Grupos de modelo. Na aba Arquitetura delo

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Introdução

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11

Escadas e Guarda-corpos

Introdução

Neste capítulo, veremos como inserir escadas (retas, em L e em U) e guarda-corpo no projeto. Também abordaremos como alterar as propriedades e modificar a geometria das escadas. O guarda-corpo é gerado automaticamente com elas, apesar de ser um elemento separado. Também é possível inseri-lo em pisos para gerar guarda-corpo. Depois de inseridos, a escada e o guarda-corpo podem ser modificados, pois são elementos paramétricos. As escadas em edifícios podem ser repetidas para todos os pavimentos com os mesmos parâmetros.

Objetivos

  Aprender a inserir diversos tipos de escada no projeto.

  Alterar a escada.

  Criar escadas em múltiplos pavimentos de edifícios.

  Inserir guarda-corpo em pisos e alterar suas propriedades e percurso.

11.1 Criação de escadas

Aba Arquitetura > Circulação > Escada

A escada pode ser desenhada de duas formas:

Escada por componente: as partes da escada são independentes umas das outras e podem ser editadas para alterar o número de degraus, plataforma ou largura.

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7.7 Ocultar/Isolar temporário

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Para aplicar um template/modelo a uma vista, deixe a vista corrente e selecione Aplicar as propriedades do modelo à vista atual, atual no painel Gráficos

Gráficos, em Modelos de vista. vista Selecione o template do quadro Nomes

Nomes, clique em Aplicar e em OK

OK.

Outra forma de aplicar um template a uma vista é pela janela Propriedades em uma vista. Selecione em Dados de Identidade

> Modelos de vista e clique no botão à direita para abrir a janela Aplicar o Modelo de vista e selecione o modelo criado.

Figura 7.75 – Aplicação de novo modelo à vista.

Figura 7.76 – Seleção do novo modelo.

Figura 7.77 – Modelo de vista aplicado.

7.6  Linhas finas

Aba Vista > Gráficos > Linhas finas

Vista, do painel Gráficos

Gráficos,

No Revit, as linhas de desenho podem ser exibidas com espessura ou finas. Na aba Vista podemos ligar/desligar linhas finas, e o resultado se aplica a todas as vistas do desenho. Visualizar linhas finas traz como vantagens a maior visibilidade do desenho e a facilidade de selecionar pontos finais e intersecções.

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15.4 Identificadores

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 15.68 – Cotas em 3D em planos diferentes.

Figura 15.69 – Desbloquear vista.

É aconselhável criar uma vista 3D isométrica somente para as cotas 3D, assim as cotas não interferem na vista.

Se utilizar cotas 3D em vários planos diferentes, crie vistas 3D para os respectivos planos. Ao destravar a vista e girar o projeto, as cotas 3D não se perdem e podem se sobrepor, gerando conflitos de cotas.

15.3  Inserção de símbolos

Aba Anotar > Símbolo > Símbolo

Símbolo.

Podemos inserir símbolos no desenho pela aba Anotar e pelo painel Símbolo

Figura 15.70 – Aba Anotar – seleção de Símbolo.

Ao selecionar Símbolo

Símbolo, surge a aba Modificar | Colocar Símbolo,

Símbolo na qual podemos selecionar um símbolo já carregado na lista em Propriedades ou carregar outro em Carregar família. família Os símbolos são famílias externas e cada símbolo é um arquivo. Na lista em Propriedades

Propriedades, note que há somente dois símbolos carregados, norte e linha de centro. Veja os símbolos na Figura 15.72.

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Capítulo 15 - O Projeto e a Perspectiva Renascentista

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

15

O Projeto e a

Perspectiva Renascentista

A figura moderna do arquiteto

A forma urbis se torna realidade mediante a arquitetura, mediante a construção da cidade. Mas o tradicional conceito desta como obra coletiva entra em crise no Renascimento, iniciando o princípio da criação artística como a obra de um autor. Assim nasce a figura do arquiteto como artista.

Se o fator temporal tão ligado ao Ocidente nos faz questionar, estando em frente de uma obra arquitetônica, “De quando é?”, a partir deste momento nos perguntaremos também “De quem é?”, e a importância do fator pessoal que atribuímos à resposta nos fará valorizar a obra em questão.

A arquitetura se insere no movimento humanista de revisão da herança recebida da Idade Média. Nela, o mestre de obras era, em geral, um artesão que estava em estreito contato com suas obras.

Somente pouco a pouco ele começou a se distanciar delas, assumindo sua posição de artesão-arquiteto e deixando as questões práticas da estrutura, de custo e o processo construtivo ao engenheiro, ao pedreiro e ao empreiteiro. A este mestre de obras, pertencente a um grupo ou corporação de ofício, sucede o arquiteto, figura individual que se encarrega de projetar e desenhar a imagem do edifício, enquanto ao construtor somente cabe a execução das obras definidas em seu projeto. O primeiro possui a ciência e se apropria da teoria, diferenciando-a da prática.

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Medium 9788582603246

Capítulo 7 - Edifícios Altos

Francis D. K. Ching, Barry S. Onouye, Douglas Zuberbuhle Grupo A PDF Criptografado

7

Edifícios Altos

EDIFÍCIOS ALTOS

Os engenheiros civis, arquitetos, empreiteiros, fiscais e demais profissionais relacionados costumam definir os edifícios altos como edificações com no mínimo 10 pavimentos ou mais, ou edificações que chegam a uma altura de pelo menos 30 metros. Os códigos de obras às vezes se referem a uma altura determinada em relação ao pavimento mais baixo com acesso para viaturas do corpo de bombeiros.

No entanto, nos Estados Unidos, o Conselho de Edifícios

Altos [Council on Tall Buildings] define essa categoria da seguinte maneira:

Um edifício alto não é definido por sua altura ou por seu número de pavimentos. O critério mais importante reside no fato de seu projeto ser influenciado (ou não) por uma “esbelteza” relativa. São edificações nas quais essa característica influencia intensamente o planejamento, o projeto e o uso. São edifícios cuja altura cria condições de projeto, construção e operação distintas em relação àquelas que se manifestam em edificações “comuns”, características de determinada região e época.

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Medium 9788577809653

Capítulo 2 - Planeta urbano, desenvolvimento sustentável

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

Colocar um homem na Lua foi um dos maiores desafios conquistados pela humanidade no século 20. Agora o desafio talvez seja maior: o combate às mudanças climáticas requer a participação de bilhões de pessoas que habitam um planeta com recursos finitos e hábitos que urgem ser revistos. As cidades são o território onde a diferença é possível.

2

PLANETA URBANO,

DESENVOLVIMENTO

SUSTENTÁVEL

Desde 2007 o mundo presencia uma realidade nova, historicamente radical: há mais gente nas cidades do que no campo. Há cem anos, apenas 10% da população mundial vivia em cidades. Atualmente, somos mais de 50%, e até 2050 seremos mais de 75%. A cidade é o lugar onde são feitas todas as trocas, dos grandes e pequenos negócios à interação social e cultural, mas também é o lugar onde há um crescimento desmedido das favelas e do trabalho informal: estimativas da ONU indicam que dois em cada três habitantes estejam vivendo em favelas ou sub-habitações. A cidade é também o palco de transformações dramáticas que fizeram emergir as megacidades do século 21 – as cidades com mais de 10 milhões de habitantes, que já concentram 10% da população mundial.

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Medium 9788582604915

Capítulo 1. A maré metropolitana

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

A maré metropolitana

Foram três as grandes ondas na história humana. Estamos atualmente em meio à terceira. A primeira onda, de caçadores-coletores que dependiam de forrageamento, caçadas e pesca, elevou consideravelmente nossa ingesta calórica por meio do trabalho cooperativo e do compartilhamento de ganhos com a respectiva família e grupo tribal. Essa elevação nas calorias energizou a evolução das capacidades cognitivas de nossas mentes. A segunda onda foi agrícola, uma época em que avançamos nossas teias sociais e as aplicamos para multiplicar as calorias e abastecer o desenvolvimento da civilização. Na terceira onda, aprimoramos radicalmente nossa capacidade organizacional e técnica, o que possibilitou o florescimento de nossas mais avançadas tecnologias e cidades, que hoje se espalham pelo planeta em uma vasta maré metropolitana. Durante a primeira onda, os humanos encaravam a si mesmos como parte da natureza. Na segunda, passamos a nos ver como profundamente integrados à natureza, mas também moldados pela cultura humana.

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