663 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788582600443

Exercício 10: Simetria e assimetria

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 10: Simetria e assimetria

Enquanto você coletava (para o exercício anterior em seu caderno de croquis) exemplos orientados pela geometria ideal, provavelmente percebeu diferentes estratégias dividindo as plantas em recintos ou espaços constituintes. Já exploramos a geometria do planejamento no Exercício 8, mas aqui temos outras questões a considerar, relativas à hierarquia espacial, ao movimento e às relações com o mundo externo.

A tendência ao longo de toda a história tem sido associar a geometria ideal com a simetria axial.

Esta pode ser facilmente confundida com o eixo da porta, pois muitas vezes estão ligados. Porém, a simetria axial, tanto em elevação quanto em planta,

é diferente, no sentido de que constitui uma ideia intelectual expressa primeiramente nos desenhos abstratos que os arquitetos fazem – plantas e elevações

– e, como tal, é distinta de um efeito fenomenológico; isto é, somente quando você olha a planta de um arquiteto é que pode ver se ela é ou não organizada de forma simétrica em relação a um eixo, mas consegue sentir a força do eixo de uma porta quando se posiciona diante dele.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604281

Capítulo 16 - Materiais de construção

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

16

Materiais de construção

Os impactos ambientais dos materiais de construção resultam do consumo de energia e das emissões relacionadas a eles, do exaurimento das fontes de materiais finitos e do acúmulo indesejável de resíduos em aterros. As atividades que causam esses impactos incluem a mineração e o extrativismo de matérias-primas, o processamento, a fabricação e o transporte dos materiais acabados, o uso de materiais nocivos à saúde humana e a geração de dejetos de construção. Contudo, por meio de critérios no projeto de edificações e na seleção de materiais, podemos reduzir substancialmente esses impactos.

Fabricação e processamento

Mineração e extrativismo

Transporte

Manejo de resíduos

16.01 O processamento dos materiais de construção tem impactos ambientais consideráveis.

212

Edificações Sustentáveis Ilustradas

No projeto de edificações, podemos prever e criar condições para a redução futura dos impactos gerados pelos refugos de materiais gerados pela construção. Alguns exemplos são a previsão de áreas para o depósito de materiais recicláveis em uma edificação, o planejamento do descarte de materiais nocivos e o planejamento para a futura desconstrução e o reúso dos materiais da edificação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604366

Capítulo 3 - Sistemas de Desenho de Arquitetura

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

3

Sistemas de Desenho de

Arquitetura

O problema fundamental do desenho de arquitetura é como representar formas, construções e espaços tridimensionais em apenas duas dimensões. Três tipos distintos de sistemas de desenho evoluíram ao longo do tempo para cumprir essa missão: desenhos de vistas múltiplas, de linhas paralelas e em perspectivas cônicas. Este capítulo descreve esses três principais sistemas de desenho, os princípios por trás de sua construção e suas características gráficas finais. A discussão não inclui mídias que envolvem movimento e animação, tornadas possíveis pela tecnologia computacional. Mesmo assim, esses sistemas visuais de representação constituem uma linguagem gráfica formal que

é regida por um conjunto de princípios consistente. Entender esses princípios e suas convenções é crucial para elaboração e leitura de desenhos de arquitetura.

30

DESENHOS EM PERSPECTIVA

Os três principais sistemas de desenho resultam do modo em que um objeto tridimensional é projetado em um plano bidimensional ou, em outras palavras, no plano do desenho.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521632511

5 - PROJEÇÕES ORTOGONAIS E PARALELAS

Rendow Yee Grupo Gen PDF Criptografado

2a prova

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 005

Págs.: 63

Operador:

Revisor:

Data: 04/07/2016

gráfica

ALGO+

5

Projeções Ortogonais e Paralelas

FUNDAMENTOS ................................ 163

APLICAÇÕES...................................... 184

É importante que os estudantes de projetos do ambiente desenvolvam a habilidade de visualizar e expressar graficamente formas e espaços em três dimensões. Com a exceção dos estudos de caso no Capítulo 3, que poderiam ser inspirados por tipos diferentes de narrativas e concebidos com a ajuda de software digital avançado, o processo projeto-desenho inicia-se com expressões bidimensionais na forma de croquis e projeções ortogonais. No vocabulário empregado por arquitetos e projetistas, essas múltiplas representações são a planta, a fachada e o corte. As múltiplas representações nos auxiliam a examinar de forma precisa as configurações geométricas, as relações espaciais, assim como a escala e as proporções do projeto. No entanto, de acordo com a teoria das projeções ortogonais, as múltiplas representações por si próprias não mostram a configuração tridimensional de um objeto ou construção. Para expressar a profundidade pictórica e a relação tridimensional exata, são necessários desenhos específicos denominados “projeções paralelas” e “perspectivas”. As projeções paralelas, como o nome sugere, são

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605110

O Renascimento Bizantino

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1000 d.C.

Novgorod

Kiev

Sacro Império Romano

Reino da

Hungria

Armênia

io

Cásp

Bizâncio

Mar

Alanos

Mar Negro

Império Bizantino

Sultanado Seljúcida

Mar Mediterrâneo

Califado Fatímida

11.94  Bizâncio e Europa Oriental, circa 1000 d.C.

O RENASCIMENTO BIZANTINO

Por volta do ano 1000, devido a campanhas militares bem-sucedidas e a uma reestruturação da administração no reinado de Basílico ll, o Império Bizantino voltou a prosperar. Uma das razões desse sucesso foi o crescimento do comércio com Novgorod e Kiev, criando um fluxo circular de mercadorias que incluía a

Armênia, mas evitava a Europa Central, ainda muito instável. A construção de igrejas também voltou a florescer. Formalmente, ela pouco mudou. O elemento central era uma cúpula apoiada sobre quatro colunas, formando um quadrado. A novidade, contudo, era o desejo de criar igrejas compostas, acrescentando novos prédios aos antigos e abrindo uma passagem entre ambos, com um novo nártex conectando-os.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605110

O Movimento da Cidade-Jardim

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Global

O MOVIMENTO DA CIDADE-JARDIM

o planejado, não fracassou, como muitos haviam previsto, e atraiu fábricas como a Spirella Company (1912), que produzia espartilhos. No fim, o movimento das cidades-jardim gerou mais de 30 comunidades na Inglaterra. O livro de Howard também inspirou o desenvolvimento das chamadas “cidades novas” (new towns), construídas na Inglaterra depois da Primeira Guerra Mundial.

Canberra, capital da Austrália, também foi influenciada pelos conceitos do projeto de Howard.

Aldeia

Aldeia

Cinturão verde

Industrial

Centro (área comercial)

Aldeia

Residencial

Cinturão verde

rro

Aldeia

v ia

seria uma simples aldeia. O tamanho estipulado era de confortáveis 2.428 hectares, que não pertenceriam aos cidadãos individualmente, mas a um condomínio. O núcleo urbano propriamente dito ocuparia os 405 hectares centrais, em um parque com edifícios públicos e circundado de lojas. Ao redor desse parque central correria uma larga galeria comercial de vidro, um “Palácio de

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605110

Sabá/Sa’abia

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 a .C. de cinco quilômetros da capital. Era tão famoso que continuou sendo considerado sagrado mesmo depois da mudança da rota das especiarias que provocou a falência Reino de Sabá no século

VI a.C. A represa, sem a manutenção adequada, acabou ruindo, o que provocou a emigração de

50 mil pessoas e o abandono da cidade

O templo era uma edificação incomum, de forma retangular, e tinha um peristilo interno.

Seu acesso era por meio de entradas a norte e sul, com seus gigantescos portões e torres.

Cruzando-se o templo, ingressava-se em um recinto mural elíptico, com cerca de 90 metros de extensão. Como as pesquisas arqueológicas no sítio ainda são muito incipientes, imagina-se que o recinto fechasse um jardim sagrado, mas sua intenção e objetivo ainda são desconhecidos. Até mesmo a quem o templo era dedicado é incerto: há quem diga que era à deusa da lua; outros afirmam que era ao deus do sol. O prédio não era uma edificação isolada, mas parte de um grande conjunto que hoje está coberto com areia.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582605110

O Reino de Pagan

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Arimaddapura situava-se em uma curva do Rio

Irrawaddy, a oeste de um vulcão extinto que tinha significativa importância simbólica. Os primeiros edifícios foram estupas construídas em terraços sucessivos, derivadas de protótipos indonésios. O Paya de Shwezigon (a palavra paya pode ser traduzida como “pagode”, “estupa” ou

“zedi”), por exemplo, é uma estupa de núcleo sólido que se ergue em um ângulo acentuado, como uma pirâmide escalonada, por meio de cinco terraços quadrados, e culmina em uma estupa a tal ponto fundida com os guarda-sóis do chattri acima dela que a base acaba assumindo formato quase cônico. Escadas íngremes no centro de cada um dos quatro lados da base permitem aos peregrinos o acesso a terraços que, como os de

Borobudur, contêm painéis didáticos para ilustrar histórias da vida do Buda e de outros textos budistas. Embora a estupa seja, em tese, maciça, dentro dela há uma rede complexa de corredores

12.16  Vista de Pagan, perto de Nyangu, Mianmar (Templo de Ananda no primeiro plano, à esquerda; Pagode de Shwezigon ao fundo)

Ver todos os capítulos
Medium 9788582601778

Ferramentas para Compreensão dos Estudos de Caso

Sue Roaf, Manuel Fuentes, Stephanie Thomas Grupo A PDF Criptografado

FERRAMENTAS PARA COMPREENSÃO

DOS ESTUDOS DE CASO

Não existem dois terrenos, duas localizações, dois projetos ou dois estilos de vida iguais. Então, é importante se perguntar: como comparar o desempenho de ecohouses diferentes? Neste capítulo, apresentamos três maneiras distintas de avaliar o desempenho de uma ecohouse em diferentes regiões do mundo. O gráfico de Nicol indica os desafios climáticos enfrentados por um arquiteto em um clima específico – quanta calefação ou refrigeração é necessária na edificação para manter seus usuários confortáveis. Ao calcular as emissões de carbono de diferentes casas comparáveis, você verá a escala do desafio climático local, assim como a eficiência da edificação e quanta energia é gerada por fontes renováveis com emissão zero de carbono. As metodologias de avaliação da sustentabilidade, como a pegada ecológica, podem ajudar a compreender os fatores mais importantes para a minimização dos impactos ambientais de seu estilo de vida, como o deslocamento e a alimentação, e também dos impactos energéticos. Como dizia o ditado, “se você não pode medir, não pode controlar”, então aqui estão três maneiras diferentes de medir o desempenho de habitações. Cada uma pode ser útil para mostrar a classificação de diferentes edificações; porém, mais importante que isso, elas fornecem ferramentas que ajudarão os projetistas a melhorarem seu domínio sobre as principais questões disponíveis e permitirão que os proprietários entendam seus próprios impactos e criem planos de ação eficazes para reduzi-los.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604366

Capítulo 8 - Representando o Contexto

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

8

Representando o Contexto

Uma vez que projetamos e avaliamos a arquitetura em relação ao seu entorno, é importante incorporar o contexto no desenho da proposta de projeto. Em cada um dos principais sistemas de desenho, fazemos isso estendendo a linha de solo e o plano-base de modo a incluir as estruturas adjacentes e características do terreno. Além do contexto físico, devemos indicar a escala e o uso previsto para os espaços, incluindo figuras humanas (calungas) e mobiliário. Também podemos descrever a ambientação de um lugar, representando seu tipo de iluminação, as cores, as texturas dos materiais, a escala e a proporção do espaço ou os efeitos cumulativos dos detalhes.

186

PESSOAS

O observador de um desenho se relaciona com as figuras humanas (calungas) dentro dele e assim se coloca dentro da cena. Portanto, em desenhos de arquitetura e de espaços urbanos, incluímos pessoas a fim de:

• Expressar a escala de um espaço.

• Indicar o uso previsto ou a atividade de um espaço.

Ver todos os capítulos
Medium 9788521625858

Capítulo 10 - Aplicação das Tintas

Paulo Furtado Grupo Gen PDF Criptografado

10

Aplicação das Tintas

Furtado[010].indd 227

11/12/2013 10:07:09 AM

Furtado[010].indd 228

11/12/2013 10:07:14 AM

Aplicação das Tintas | 229

10.1 Introdução

Os fabricantes de tintas, em geral, estabelecem condições para a aplicação dos seus produtos, pois conhecem as limitações e as vantagens de cada processo.

Diante da diversidade de tintas no mercado, as recomendações quanto à aplicação são bem distintas. Vamos, pois, discutir preliminarmente várias medidas que deverão ser adotadas pelo usuário/ aplicador, cabendo ressaltar que muitas delas não são definidas por normas técnicas.

10.2 Medidas adotadas na compra das tintas

O usuário (ou projetista) deve, entre as medidas preliminares, fazer a escolha acertada dos sistemas de tintas que serão aplicadas na obra.

O processo decisório para a escolha das tintas a serem usadas em cada setor ou local de uma obra foi analisado com detalhes nos Capítulos 5 (Cores nas Tintas) e 9 (Os Sistemas de Pinturas).

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604304

Capítulo 15 - Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Estações do corpo de bombeiros, estações de ambulâncias e delegacias de polícia

15

Michael Bowman

Incluindo uma seção sobre corpos de bombeiros escrita por

Michael Bowman MA (Cantab) Dip. Arch. Dip. Cons (AA) RIBA.

Michael Bowman é o gerente de projetos sênior do Corpo de Bombeiros de Londres

PONTOS-CHAVE:

• Muitas das funções abordadas neste capítulo são rigidamente controladas por regulamentos municipais ou estaduais

• A necessidade de segurança contra o ataque de pessoas, tanto interna quanto externamente, junto com a garantia de acesso livre aos indivíduos autorizados, torna o projeto cada vez mais difícil

• A autoridade responsável pelo corpo de bombeiro local possui um programa de necessidades detalhado para o projeto de novas unidades, inclusive daquelas que são de bombeiros voluntários (que não ficam na estação)

• As estações dos corpos de bombeiros são edifícios únicos, sui generis em termos de planejamento. Sua localização será determinada pelo número de vezes que os serviços de combate a incêndios e resgate são requisitados dentro de sua área de cobertura. Às vezes, é preciso atenuar a poluição sonora e luminosa gerada, seja pelo projeto do local, seja pela gestão das atividades desenvolvidas

Ver todos os capítulos
Medium 9788580550023

4. A ARQUITETURA TRADICIONAL DA CHINA E DO JAPÃO

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

A ARQUITETURA TRADICIONAL

DA CHINA E DO JAPÃO

A

China tem um vasto território e a maior população entre todos os países da Terra. Costumamos considerá-la uma cultura antiga porque, embora sua civilização histórica tenha se desenvolvido um pouco mais tarde do que na Mesopotâmia ou no Egito, a China se distingue das demais civilizações por ter mantido o mais alto grau de continuidade cultural ao longo de seus quatro mil anos de existência. Os quase 26 milhões de metros quadrados do país abrigam condições geográficas distintas e mais de 50 grupos étnicos, mas a sociedade, em geral, é definida pelos chineses han, representantes do maior grupo étnico. Nas mãos de imperadores poderosos, o governo unificado promoveu a uniformidade em muitas estruturas sociais, incluindo o planejamento urbano e as práticas de construção; assim, as tradições da arquitetura chinesa se mantiveram incrivelmente estáveis ao longo dos séculos até a intrusão forçada da cultura ocidental, no século XIX, e a deposição do último imperador, em 1911.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582604281

Capítulo 19 - Conclusão

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

19

Conclusão

Edificações sustentáveis e beleza

A beleza é muito importante no projeto de uma edificação. Isso se aplica a qualquer edificação e, de certa maneira, no caso das sustentáveis, pode ser ainda mais importante.

Como arquitetos de edificações ecológicas, talvez tenhamos de manter um alto padrão para demonstrar que não sacrificaremos a beleza quando nos empenhamos pela sustentabilidade.

19.01 Beleza: a qualidade ou a combinação de qualidades que agradam os sensos estéticos, dão grande satisfação à mente ou elevam o espírito humano.

254

Edificações Sustentáveis Ilustradas

Por que as edificações devem ser bonitas? A beleza traz calma, dá orgulho, confere uma sensação de ordem. A beleza pode facilitar nossa conexão com a natureza. Ela se relaciona com as grandes possibilidades de encontrar nossa harmonia interna e com o mundo. Deixemos quaisquer outras discussões sobre beleza para os poetas. Vamos seguir com a premissa de que a beleza é importante.

Ver todos os capítulos
Medium 9788582600443

Exercício 6: A geometria social

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 6: A geometria social

A arquitetura acomoda não só um indivíduo, mas também pessoas reunidas. Quando se reúnem, as pessoas se organizam em geometrias particulares.

A arquitetura – o ato de dar forma ao espaço – estabelece essas geometrias sociais e se relaciona com elas.

Além de definir um centro, um círculo de lugar e talvez a geometria do mundo, um círculo de pedras eretas também pode ser interpretado como a representação da geometria de um grupo de pessoas juntas em pé, talvez presenciando uma cerimônia.

EXERCÍCIO 6 a. A geo m et ria so cial d e u m a casa circu lar.

A distribuição espacial de nossa casa circular estabelece uma geometria social entre os dois moradores. Com uma cama de cada lado da lareira, eles podem sentar frente a frente e conversar enquanto aquecem seus pés.

A relação de cada cama com a lareira e a mesa

(altar) é a mesma.

Se alguém entrasse no local, haveria uma relação igualitária entre cada um dos moradores sentados em suas camas e o visitante, criando um triângulo social entre as camas e a porta (que se expande em um quadrilátero se o “altar” for incluído).

Ver todos os capítulos

Carregar mais