694 capítulos
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8 Concreto no Estado Fresco

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L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Ernani Sávio Sobral • Prof. Dr. Antônio de Paulo Peruzzi • Prof. Dr. Fernando Menezes de Almeida Filho

8.1 Introdução

8.2 Generalidades

8.3 Misturas

8.3.1 Misturas de Agregado e Água

8.3.2 Misturas de Cimento, Agregado e Água

8.3.3 Transição do Estado Não Plástico para o Plástico

8.4 Preparo do Concreto

8.4.1 Normas para Avaliação da Eficiência

8.4.2 Mistura Manual

8.4.3 Mistura Mecânica

8.5 Trabalhabilidade dos Concretos

8.5.1 Conceituação e Importância

8.5.2 Fatores que Afetam a Trabalhabilidade

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3 Cimento Portland

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Eng.o Hélio Martins de Oliveira • Prof. Dr. Leonardo Fagundes Rosemback Miranda

3.1 Definição

3.2 Constituintes

3.3 Propriedades Físicas

3.3.1 Massa Específica

3.3.2 Exsudação

3.3.3 Finura

3.3.4 Pasta de Consistência Normal

3.3.5 Tempo de Pega

3.3.6 Resistência

3.4 Propriedades Químicas

3.4.1 Estabilidade

3.4.2 Calor de Hidratação

3.4.3 Resistência aos Agentes Agressivos

3.4.4 Reação Álcali-Agregado

3.5 Classificação

3.6 Fabricação

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29 Pa tologias em Pisos Industriais de Concreto Revestidos por Argamassa de Alta Resistência ou por Revestimento de Alto Desempenho

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Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Eng.o Maurício Marques Resende

29.1 Introdução

29.2 Pisos de Alta Resistência

29.3 Revestimento de Alto Desempenho (RAD)

29.4 Principais Patologias em Pisos de Argamassa de Alta Resistência

29.4.1 Fissuras

29.4.2 Placas Trincadas

29.4.3 Desnível entre Placas (Degrau nas Juntas)

29.4.4 Deficiência na Selagem das Juntas

29.4.5 Bombeamento

29.4.6 Placas Bailarinas

29.4.7 Esborcinamento de Juntas

29.4.8 Esmagamento

29.4.9 Desgaste

29.4.10 Desagregação

29.4.11 Descolamento

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22 Artefatos de Cimento Portland

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Prof. Dr. João Fernando Dias • Prof. Dr. Ricardo Cruvinel Dornelas

22.1 Introdução

22.2 Matéria-prima para a Fabricação de Artefatos de Cimento

22.3 Blocos Vazados de Concreto para Alvenaria

22.3.1 Normas Técnicas Relacionadas

22.3.2 Características Gerais dos Blocos Vazados de Concreto para Alvenarias

22.3.3 Famílias de Blocos

22.3.4 Classificação dos Blocos

22.3.5 Valor Estimado da Resistência Característica à Compressão (fbk,est)

22.3.6 Controle de Qualidade

22.4 Peças de Concreto para Pavimentação

22.4.1 Modelos de Peças

22.4.2 Materiais Empregados na Fabricação das Peças de Concreto para Pavimentação

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24 Solo-Cimento

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Prof.a Eng.a Moema Ribas Silva • Prof.a Dr.a Rosa Maria Sposto

24.1 Introdução

24.2 Solo-Cimento

24.3 Principais Ensaios Realizados no Solo-cimento

24.3.1 Ensaios Expeditos

24.3.2 Ensaios de Compactação

24.3.3 Moldagem e Cura de Corpos de Prova Cilíndricos

24.3.4 Durabilidade por Molhagem e Secagem

24.4 Tijolos e Blocos de Solo-Cimento para alvenaria

24.4.1 Principais Diferenças entre Tijolo e Bloco Maciço e Vazado de Solo-Cimento

24.4.2 Tipos de Tijolo e de Bloco de Solo-Cimento e Seus Materiais Constituintes

24.4.3 Requisitos Referentes às Dimensões de Tijolo e de Bloco de Solo-Cimento

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13 Controle Tecnológico do Concreto

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L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof.a Dr.a Juliana de Carvalho

13.1 Generalidades

13.2 Desenvolvimento Tecnológico

13.3 Premissas para a Qualidade do Concreto

13.4 Materiais Disponíveis e Suas Características

13.4.1 Controle Tecnológico de Materiais Componentes do Concreto – Procedimento

13.5 Plano de Concretagem

13.5.1 Mistura do Concreto

13.5.2 Transporte

13.5.3 Lançamento

13.5.4 Adensamento

13.5.5 Cura

13.6 Preparo, Transporte e Recebimento do Concreto

13.6.1 Etapas de Execução do Concreto

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2. A persistência do idealismo na forma urbana

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Os intelectuais renascentistas adotaram uma versão distorcida do classicismo hegemônico na Antiguidade. A nostalgia acerca da cultura greco-romana estimulou a recuperação da imagem de uma Arcádia paradisíaca, associada ao ideal de beleza e beatitude perfeitas, refúgio de um presente de incertezas. Essa Arcádia exuberante em nada se assemelhava ao território estéril da Grécia central, desprovido de encantos, que os poetas gregos recusavam como palco para suas pastorais. Somente por meio da poesia latina, a região arcadiana penetraria na literatura mundial. Virgílio introduziu e enfatizou atributos que jamais existiram na Arcádia, descrevendo uma perfeição sem correspondência com a desinteressante realidade. Segundo Erwin Panofsky, “foi então que, na imaginação de Virgílio, e de Virgílio somente, que o conceito da Arcádia, como o conhecemos, nasceu — que uma região árida e gélida da Grécia se transfigurou num reino de completa beatitude” (1991: 382). Tal imagem parece ter prevalecido no Renascimento. A Arcádia, utopia de beleza e felicidade, distante no espaço, e que seduzia os romanos da época de Virgílio, seria transformada pelo pensamento renascentista em uma utopia de beleza e felicidade, agora distante também no tempo. Mas a obsessão renascentista por inventar utopias não se restringiu à produção literária. O idealismo platônico, fundamento da estética classicista, encontrou condições favoráveis para ressurgir em todo o cenário artístico.

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12 Ensaios Acelerados para Previsão da Resistência do Concreto

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L. A. Falcão Bauer • Eng.a Lucy I. Olivan Birindelli • Prof. Dr. Bruno Luís Damineli

12.1 Introdução

12.2 Evolução Histórica

12.3 Experiência Brasileira

12.4 Método Adotado

12.4.1 Escolha do Método

12.4.2 Descrição do Método Adotado

12.4.3 Considerações sobre o Procedimento Adotado

12.5 Aplicação Típica

12.6 Limitações

12.7 Considerações Finais

Anexo A Equipamentos de Laboratório

Anexo B Equipamentos para o Canteiro de Obra

A origem dos ensaios de resistência à compressão é remota. A medição da resistência à compressão em concretos sempre esteve relacionada com a idade de 28 dias. Isto porque, embora o crescimento da resistência seja observado claramente até os 360 dias, a resistência obtida aos 28 dias já é, para a maioria dos cimentos mais comuns, a maior parte da resistência final obtida (a partir desta idade, a taxa de crescimento é muito menor), sendo suficiente para a manutenção da estrutura. Portanto, a mensuração aos 28 dias permitiu a criação de um parâmetro de controle relativamente rápido e confiável para as idades de trabalho do concreto, usualmente períodos acima de um ano.

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4 Agregados

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Prof. Dr. Sérgio Cirelli Angulo

4.1 Contextualização

4.2 Tipos de Agregados e Usos

4.3 Manuseio e Amostragem

4.4 Caracterização

4.4.1 Distribuição Granulométrica

4.4.2 Forma

4.4.3 Porosidade Intergranular (Volume de Vazios)

4.4.4 Área Superficial Específica

4.4.5 Umidade e Inchamento (Volume Úmido/Volume Seco)

4.4.6 Porosidade Intragranular (Absorção de Água)

4.4.7 Massa Específica

4.5 Considerações Finais

Agregados são matérias-primas minerais de grande importância para a sociedade. São materiais granulares, com faixas de tamanho estabelecidas (agregados graúdos, de 4,75 a 75 mm; agregados miúdos, de 0,075 a 4,75 mm), utilizados na pavimentação, em lastros de ferrovias, obras geotécnicas, concretos, argamassas e em construções em geral.

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30 Revestimentos de Argamassa Inorgânica e Cerâmicos – Fa lhas e Recomendações

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Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Eng.a Fabiola Rago Beltrame • Prof. Dr. Antônio Neves de Carvalho Júnior

30.1 Introdução

30.2 Falhas em Revestimentos

30.2.1 Descolamentos

30.2.2 Fissuras

30.2.3 Vesículas

30.2.4 Manchas

30.2.5 Eflorescências

30.2.6 Falhas Relacionadas com a Umidade

30.2.7 Manchas de Fachadas por Contaminação Atmosférica

30.2.8 Contaminação Ambiental por Substâncias Agressivas

30.3 Recomendações nas Fases de Projeto, Execução e Manutenção dos Revestimentos

30.3.1 Recomendações na Fase de Projeto

30.3.2 Recomendações na Fase de Execução

30.3.3 Recomendações na Fase de Manutenção

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23 Alvenaria EstruturaL

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Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Eng.o Maurício Marques Resende

23.1 Introdução

23.2 Componentes da Alvenaria Estrutural

23.2.1 Blocos

23.2.2 Argamassa

23.2.3 Graute

23.3 Elemento de Alvenaria – Prisma

23.4 Projeto Estrutural

23.5 Execução e Controle de Obras em Alvenaria Estrutural

23.5.1 Caracterização Prévia

23.5.2 Controle durante a Construção

23.5.3 Produção da Alvenaria

23.6 Manifestações Patológicas

23.6.1 Fissuras

23.6.2 Eflorescências

A alvenaria estrutural é um sistema construtivo em que a estrutura e a vedação do edifício são executadas simultaneamente. O sistema dispensa o uso de pilares e vigas, ficando a cargo dos blocos estruturais a função portante da estrutura. Neste sistema, o subsistema parede não tem apenas a função de vedação; ela desempenha também o papel de estrutura da edificação.

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11 Ensaios Não Destrutivos do Concreto

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Prof. Eng.o Claudio M. Wolle • Eng.o Dirceu Franco de Almeida • Prof. Dr. Antonio Alberto Nepomuceno

11.1 Introdução

11.2 Métodos de Ensaio

11.2.1 Método da Medição da Dureza Superficial

11.2.2 Métodos de Propagação de Ondas de Tensão

11.2.3 Método de Penetração de Pinos

11.2.4 Métodos de Inspeção por Imagens

11.2.5 Método Eletromagnético

11.2.6 Método do Comportamento de Peças Estruturais por Meio da Medição das Deformações

Dentro da construção civil, com a utilização do concreto em larga escala, surgiram projetos e soluções estruturais baseadas nas características desse material, as quais permitem cada vez mais a exequibilidade de estruturas arrojadas, dando maior liberdade aos arquitetos e engenheiros.

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18 Materiais Cerâmicos

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Prof. Arq. Enio José Verçosa • Prof. Dr. João Fernando Dias

18.1 Introdução

18.1.1 Breve Histórico e Panorama do Setor

18.2 Definição de Cerâmica

18.3 Argilas na Fabricação de Cerâmicas

18.3.1 Argilominerais

18.3.2 Tipos de Depósitos de Argila

18.3.3 Tipos de Argila

18.3.4 Composição das Argilas

18.3.5 Propriedades das Argilas

18.4 Propriedades das Cerâmicas

18.4.1 Fatores de Desagregação das Cerâmicas

18.5 Fabricação de Produtos Cerâmicos

18.5.1 Extração da Matéria-Prima

18.5.2 Preparo da Matéria-Prima

18.5.3 Moldagem do Produto

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4. A estética urbana como resistência

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A partir do descobrimento do Novo Mundo, Europa e América estabeleceram um complexo processo de trocas comerciais e culturais, incluindo diálogos entre os repertórios arquitetônicos e urbanísticos dos dois lados do oceano Atlântico. No período modernista não foi diferente: “Ao final do século XIX, enquanto a América constrói a Columbian Exhibition como uma cidade ‘europeia’ de papelão e estuque para preencher a falta de um passado, a Europa começa a construir visões de um futuro urbano de aço e vidro” (Gandelsonas, 1999: 54). Se, por um lado, a arquitetura classicista beaux-arts e o paisagismo pitoresco inglês influenciaram os projetos americanos, por outro, Le Corbusier e Hilberseimer buscaram inspiração na tabula rasa inerente às cidades americanas, desprovidas de longa memória urbana. Mas a Segunda Guerra Mundial interrompeu temporariamente essas trocas recíprocas. Perseguidos pelos regimes totalitários, muitos intelectuais europeus migraram para os Estados Unidos, o novo centro de irradiação cultural. Entre os eventos que confirmavam a hegemonia americana, estava a exposição The International Style: Architecture since 1922, realizada em 1932 no MoMA de Nova York. A mostra, que reuniu obras das vanguardas modernistas, marcou o início da transformação da imagem da cidade americana, mais tarde exportada para todo o mundo.

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3. Encantamentos e desencantamentos na cidade moderna

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Ao final do século XVIII, transformações econômicas, políticas, sociais e culturais impulsionadas pelos crescentes processos de racionalização promoveram a inauguração da Modernidade. Se a Revolução Industrial introduziu alterações nos modos de produção e intensificou as práticas capitalistas, a Revolução Francesa, defensora dos modernos ideais de igualdade, liberdade e fraternidade, gerou uma descontinuidade social e política seguida da ascensão da burguesia. A Modernidade foi também herdeira da física newtoniana, que submeteu a natureza a uma interpretação racional independente da teologia, rompendo com o conceito medieval de um universo regido pelo poder divino. Os mitos da ciência, da revolução e do progresso, que permeavam a retórica iluminista, pressupunham a razão como principal instrumento de emancipação do sujeito frente ao obscurantismo e à superstição. Esse período histórico testemunhava, portanto, a emergência de uma filosofia de viés humanista: “[...] a modernidade significa o desaparecimento dos valores absolutos, das essências, do fundamento divino e o aparecimento de valores humanos demasiado humanos. Substituição da autoridade de Deus e da Igreja pela autoridade do homem considerado como consciência ou sujeito; substituição do desejo de eternidade pelos projetos de futuro, de progresso histórico; substituição de uma beatitude celeste por um bem-estar terrestre” (Machado, 2000: 86).

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