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Medium 9788577804436

A Calefação e a Refrigeração Passivas das Edificações

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

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A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

A MIGRAÇÃO INTRAMUROS EM POPULAÇÕES ASSENTADAS

Em assentamentos permanentes, as pessoas não têm a opção de se mudar para climas mais confortáveis, mas elas podem praticar outro tipo de migração, se deslocando dentro de seus próprios lares. Perto do Luristão, nas grandes cidades de deserto do centro do Irã, como Yazd, encontram-se algumas das casas com projetos de climatização passiva mais sofisticados do mundo. Um importante elemento do modo pelo qual as populações puderam se adaptar a um clima com verões extremamente quentes e invernos terrivelmente frios é migrar entre os recintos de um lar.

A cada ano, a família migra horizontalmente em torno de um pátio interno. No inverno, a família passará a maior parte do dia e da noite em uma sala envidraçada voltada para o sul (hemisfério norte), a qual se abre para um pátio interno aquecido.

No verão, a sala de estar passa para as áreas da extremidade do pátio que dão para o norte, onde não há incidência de luz solar direta durante o dia e ventilação cruzada

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Medium 9788521632344

13 Controle Tecnológico do Concreto

Luiz Alfredo Falcão Bauer Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof.a Dr.a Juliana de Carvalho

13.1 Generalidades

13.2 Desenvolvimento Tecnológico

13.3 Premissas para a Qualidade do Concreto

13.4 Materiais Disponíveis e Suas Características

13.4.1 Controle Tecnológico de Materiais Componentes do Concreto – Procedimento

13.5 Plano de Concretagem

13.5.1 Mistura do Concreto

13.5.2 Transporte

13.5.3 Lançamento

13.5.4 Adensamento

13.5.5 Cura

13.6 Preparo, Transporte e Recebimento do Concreto

13.6.1 Etapas de Execução do Concreto

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Medium 9788582605110

A Abadia de Fontenay

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Citeaux (Císter)

Morimond

Clairvaux (Claraval)

La Ferté

Paris

Pontigny

12.57  A área dos mosteiros cisterciences

A ABADIA DE FONTENAY

No cenário de populismo religioso do século XI e com a complacência cada vez maior da elite religiosa, em especial nos mosteiros, surgiu um movimento contrário, liderado por São Bernardo de Claraval. Ele conclamava um retorno às austeras regras dos primeiros tempos monásticos de

São Bento, que conceberam a igreja como uma oficina de orações. Entre as ordens reformadoras mais proeminentes estavam a Ordem dos Cartuchos, fundada em 1084, e a Ordem Cisterciense, fundada em 1115. Os cistercienses tinham quatro

“filiais”: Clairvaux, Morimond, Pontigny e La

Ferté, as quais, por sua vez, promoveram a criação de uma numerosa descendência monástica, de modo que, ao término do século XII, havia na Europa 530 abadias cistercienses, formando uma poderosa rede monástica. Embora os cistercienses recrutassem grande número de membros oriundos da nobreza feudal, uma das razões de seu sucesso foi o fato de terem concebido o trabalho braçal como uma forma de oração e terem aberto suas portas aos artesãos e camponeses. Os detalhes artesanais de seus prédios

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Medium 9788582605110

O Movimento da Cidade-Jardim

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Global

O MOVIMENTO DA CIDADE-JARDIM

o planejado, não fracassou, como muitos haviam previsto, e atraiu fábricas como a Spirella Company (1912), que produzia espartilhos. No fim, o movimento das cidades-jardim gerou mais de 30 comunidades na Inglaterra. O livro de Howard também inspirou o desenvolvimento das chamadas “cidades novas” (new towns), construídas na Inglaterra depois da Primeira Guerra Mundial.

Canberra, capital da Austrália, também foi influenciada pelos conceitos do projeto de Howard.

Aldeia

Aldeia

Cinturão verde

Industrial

Centro (área comercial)

Aldeia

Residencial

Cinturão verde

rro

Aldeia

v ia

seria uma simples aldeia. O tamanho estipulado era de confortáveis 2.428 hectares, que não pertenceriam aos cidadãos individualmente, mas a um condomínio. O núcleo urbano propriamente dito ocuparia os 405 hectares centrais, em um parque com edifícios públicos e circundado de lojas. Ao redor desse parque central correria uma larga galeria comercial de vidro, um “Palácio de

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Medium 9788582605110

A École des Beaux-Arts (Escola de Belas-Artes) de Paris

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

A ÉCOLE DES BEAUX-ARTS (ESCOLA

DE BELAS-ARTES) DE PARIS

Durante todo o século XIX, a École des Beaux-Arts (Escola de Belas-Artes), em Paris, era a principal escola de arquitetura europeia. Embora tivesse sido fundada para cidadãos franceses, no final do século estudantes de todo o mundo a frequentavam. Criou-se, assim, um núcleo de seus seguidores que difundia o sistema pedagógico e o estilo arquitetônico da instituição por todos os cantos do mundo. Sua influência ainda podia ser sentida nas escolas de arquitetura norte-americanas até a década de 1940. Fundada em Paris, em 1671, como a Académie Royale d’Architecture (Academia Real de Arquitetura), por Jean-Baptiste Colbert, ministro das Finanças de Luís XIV, a escola foi concebida como local destinado a aperfeiçoar o talento necessário ao complexo programa de construção do rei. A Revolução Francesa pôs fim às academias reais, mas, em 1803, o principal objetivo dos cursos era preparar os estudantes para as concorrências ou concursos de arquitetura promovidos pelo governo. A fundação da Société Centrale des

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Medium 9788577804436

Os Custos de Construção, Operação e Manutenção

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

270

A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

a sistemas mais complexos de fornecimento de água – e, o que é mais importante, porque eles formam redes verticais que criam muitos outros problemas – como o crime...

OS CUSTOS DE CONSTRUÇÃO, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

Quanto mais alto for o edifício, mais cara será sua construção, operação e manutenção. O principal aumento nos custos de execução por metro quadrado resulta das estruturas e dos sistemas de construção necessários para suportar o edifício e protegê-lo contra terremotos, incêndios e intempéries e dos grandes sistemas necessários para seu funcionamento, como elevadores, escadas rolantes, bombeamento de água e sistemas elétricos. Estes custos elevados somente podem ser pagos se o preço por área de piso pago for maior do que o preço médio cobrado por uma edificação baixa com a mesma função. Ou seja, elevar às alturas a habitação popular é pedir ao pobre que pague preços exorbitantes pelo simples atendimento da necessidade de moradia.

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 22 - Casa/Pavilhão Solar da Tunísia

Sue Roaf, Manuel Fuentes, Stephanie Thomas Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 22

CASA/PAVILHÃO SOLAR DA TUNÍSIA

PROJETISTAS

National School for Engineers

(Escola Nacional de Engenheiros)

CLIENTE

Casa-protótipo

LOCALIZAÇÃO

Túnis, Tunísia

CLIMA

Bastante quente

ÁREA

66 m²

EC 22.1

A Casa/Pavilhão Solar da Tunísia.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Orientação • Terreno em declive • Massa térmica • Forma aerodinâmica • Elementos sombreadores

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

A Casa Solar da Tunísia, construída pela National School for Engineers, explora o uso de um elemento de aquecimento natural e de uma parede de Trombe, entre outras características, em unidades idênticas e adjacentes, cada qual com

66 m² de área. Essas unidades são monitoradas em comparações lado a lado, por longos períodos de tempo, com uma registradora de dados de 48 canais que registra as temperaturas externas de hora em hora. As temperaturas das superfícies e do ar do interior, assim como as temperaturas nas interfaces dos materiais dentro das paredes, fornecem outros dados sobre os efeitos que as características de sustentabilidade exercem sobre as unidades.

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Medium 9788582604366

Capítulo 2 - Desenhos Técnicos de Arquitetura

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

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Desenhos Técnicos de

Arquitetura

O desenho técnico – desenhar com o auxílio de réguas, esquadros, gabaritos, compassos e escalímetros – é o meio tradicional de desenho e representação gráfica em arquitetura, e ainda é relevante em um mundo cada vez mais digital. Traçar uma linha com uma caneta ou lápis incorpora o sentido cinestésico de direção e comprimento, e é um ato tátil que realimenta a mente e reforça a estrutura da imagem gráfica resultante. Este capítulo descreve técnicas e sugestões para traçar linhas, construir figuras e formas geométricas, e realizar operações como subdividir um comprimento em partes iguais. Entender esses procedimentos resultará em uma representação mais eficiente e sistemática das obras de arquitetura e engenharia; vários deles são também muito úteis em esboços à mão livre. Também há equivalentes digitais de técnicas de representação à mão intercaladas para ilustrar os princípios que estão por trás de todo tipo de desenho, seja manual ou em computador.

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Medium 9788577804436

A Evacuação

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

Os Vendavais

203

de vento e chuva, as encostas expostas pelo desmatamento são lavadas pelas águas e, assim, grandes deslizamentos de terra acontecem, de tal modo que nos últimos anos tem havido um número cada vez maior de mortes ao redor do mundo.

Por exemplo, quando o furacão Mitch atingiu a costa em 1998, a maioria das mortes foi provocada por deslizamentos de terra, um resultado direto dos desmatamentos. Estima-se que morreram quase 7 mil pessoas na região. As perdas maiores foram reportadas em Honduras, onde se estima que morreram 5 mil pessoas e 600 mil – 10% da população – tiveram que deixar seus lares depois da tempestade, já que as enchentes e os deslizamentos apagaram do mapa muitas vilas e residências, assim como bairros inteiros na cidade. Na vizinha Nicarágua, o número de mortes também foi elevado. Em um primeiro momento, números oficiais registraram 1.330 mortos e 1.903 desaparecidos em todo o país. Talvez tenham morrido 1500 pessoas em deslizamentos de lama quando o lago da cratera do vulcão Casitas transbordou,

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Medium 9788582605110

Os Montes de Hopewell, Ohio

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

A mérica do Norte

Grandes Lagos

Cultura Cahokia

Século X d.C.

Cultura de Hopewell

Século III d.C.

Culturas do Rio Mississippi

Século XI d.C.

Oceano Atlântico

Golfo do México

7.79  Localização geográfica da cultura de Hopewell

OS MONTES DE HOPEWELL, OHIO

O termo Hopewell refere-se a uma cultura que floresceu ao longo dos rios das regiões Nordeste e Centro-Oeste da América do Norte, entre

200 a.C. e 500 d.C. Em seu apogeu, a cultura de Hopewell ia do oeste do estado de Nova

York (abrangendo inclusive as margens do Lago

Ontário) até o estado de Missouri, e de Wisconsin ao Mississippi. Suas maiores comunidades, todavia, foram encontradas na região de Ohio.

Os Hopewell não eram uma sociedade agrícola, mas viviam na maneira tradicional: caçando, coletando e cultivando pequenas plantações. Sua afluência, contudo, veio de sua localização, que lhes fornecia sal, sílex e, acima de tudo, pedra-cachimbo (catlinita), uma pedra macia muito apreciada pelos ameríndios, que a usavam para produzir cachimbos cerimoniais. O cachimbo de um homem era um de seus bens mais valiosos, pois o uso ritual e comunitário do tabaco era parte importante da atividade social. Grupos de pessoas viajavam até muito longe, visitando as

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Medium 9788577809653

Capítulo 6 - Economia criativa, inovação e clusters urbanos

Carlos Leite, Juliana di Cesare Marques Awad Grupo A PDF Criptografado

A capacidade de inovação atual se dá em ambientes de competitividade, cooperação, compartilhamento e prosperidade. A economia do conhecimento, um sistema de mobilidade inteligente, ambientes inovadores/criativos, capital humano de talento, habitação acessível e diversificada para todos, e sistemas inteligentes e integrados de governo (transporte, energia, saúde, segurança pública e educação) constroem cidades mais inovadoras e interessantes.

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ECONOMIA CRIATIVA,

INOVAÇÃO E CLUSTERS

URBANOS

Praticamente esquecidos até a década de 1980, os distritos industriais de Alfred

Marshall foram resgatados na tentativa de reproduzir as condições de sucesso dos distritos industriais italianos, estruturas extremamente dinâmicas na região da

Emilia-Romagna, Vêneto e Lombardia, que passou a ser chamada de Terceira Itália.

Segundo Marshall (1890 apud Simmie, 2001), os distritos industriais são uma aglomeração geográfica de empresas do mesmo ramo ou de ramos similares, em que há concentração de mão de obra especializada, fornecedores e serviços, e onde inovações são continuamente produzidas. Segundo o autor, o que define essa concentração geográfica é a presença de um mercado de trabalho fortalecido, da transmissão de conhecimento e tecnologia, e de consumidores e fornecedores localizados no mesmo lugar.

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Medium 9788582605110

O Construtivismo Russo

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Eurásia

17.139  Escultura Contrarrelevo, de Vladimir Tatlin

O CONSTRUTIVISMO RUSSO

Quando Karl Marx, na década de 1860, criticou a sociedade capitalista e propôs um mundo alternativo controlado pelo proletariado, ele supôs que a mudança ocorreria na Europa industrializada. Entretanto, quando de fato ocorreu, em 1917, a revolução aconteceu na Rússia subdesenvolvida e com uma pequena classe de trabalhadores industriais. A Revolução Russa aproveitou o sentimento generalizado contra o czar para forjar uma visão comunista que, assim como as tentativas modernistas pós-coloniais, buscava pular a fase capitalista e passar direto para o comunismo. A vanguarda russa queria “começar do zero”, estar desimpedida do passado feudal.

Via na nova situação uma oportunidade única de expressar as artes como uma realidade política significativa. Dessa maneira, a experiência soviética, enquanto durou, foi provavelmente a melhor oportunidade que o Modernismo teve para constituir um movimento social, político e estético interdisciplinar e se expressar como tal.

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Medium 9788582604281

Capítulo 4 - Comunidade eterreno

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

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Comunidade e terreno

A comunidade e o terreno em que construímos podem basear e influenciar cada aspecto da edificação que desejamos construir.

Os principais objetivos na escolha da comunidade e do terreno para a construção de edificações sustentáveis são a proteção de sítios sensíveis, a preservação de terrenos não urbanizados, a restauração e a reutilização de terrenos anteriormente urbanizados, a diminuição dos impactos na flora e na fauna, a promoção da conexão com a comunidade e a minimização dos impactos do transporte no ambiente e no consumo de energia.

Nesses objetivos estão implícitos um respeito profundo pelo que é natural e selvagem e a procura por um equilíbrio entre áreas urbanas e não urbanas, em vez de considerar as áreas naturais meramente como recursos para um assentamento humano. Ao mesmo tempo, precisamos ficar atentos à redução da poluição luminosa, à minimização dos desperdícios na construção, à gestão da água pluvial e ao controle do uso de água do terreno.

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Medium 9788582605110

O Túmulo de Teodorico, o Grande

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

Burgúndios

Ostrogodos

Visigodos

Vândalos

Mar Mediterrâneo

8.57  Os territórios dos ostrogodos, burgúndios e visigodos

O TÚMULO DE TEODORICO,

O GRANDE

Os ostrogodos, uma tribo das estepes russas, haviam entrado na Europa e se estabelecido no

Norte da Itália. Eles fundaram um estado relativamente efêmero sob o reino de Teodorico, o

Grande (454–526 d.C.). Seu território abarcou, em sua máxima extensão, a Itália e os Bálcãs; e a capital era Ravena. Em 402 d.C., Ravena havia se tornado a capital do Império Romano do

Ocidente. A transferência foi feita por motivos de defesa: a cidade era circundada por pântanos e charcos. Mesmo com a mudança, não foi possível conter os germanos, que tomaram a cidade, o que levou o imperador bizantino Zênon a convidar Teodorico a conquistar a Itália. Contudo, uma vez no poder, Teodorico fundou seu próprio reino e trabalhou diligentemente para resgatar ao máximo a cultura e a estadística romanas.

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Medium 9788582604915

Capítulo 4. A cidade de equilíbrio dinâmico

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

A cidade de equilíbrio dinâmico

Quando o Duque de Zhou decidiu construir Chenzhou em 1036 a.C., cada aspecto filosófico, científico e religioso da cultura chinesa norteou sua missão: gerar harmonia entre a humanidade e a natureza. Ele não consultou seus súditos.

E quando Alexandre, o Grande, e Dinócrates decidiram construir Alexandria, eles também nutriam uma perspectiva singular para ela. Embora logo acabassem descobrindo que precisavam projetar uma cidade que funcionasse para os agricultores e também para os bibliotecários, eles estavam a sós no comando.

Mas o Duque de Zhou e Alexandre, o Grande, construíram suas cidades quanto tudo era mais simples. O século XXI é mais complexo e volátil; suas cidades são bem maiores e influenciadas por uma gama muito mais ampla da forças e tendências. Um ótimo planejamento urbano exige liderança; porém, hoje, exige também uma participação bem mais ampla.

As ferramentas limitadas de planejamento urbano de uso comum nos

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