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Medium 9788582605110

A Dinastia Song do Sul

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Pequim

Dinastia jin

Kaifeng

Tibete

Nanjing

Dinastia Song

Chengdu

Suzhou

Hangzhou

Reino de Dali

Kunming

Guangzhou

Pagans

Mar da China Oriental

Khmers

12.26  A Dinastia Song na China

A DINASTIA SONG DO SUL

As dinastias mongóis jin e jurchen, ao norte, interromperam o comércio ao longo da Rota da

Seda, obrigando os song a mudar sua capital para Hangzhou, ao sul da atual Xangai. Nanjing, a antiga capital, havia sido arrasada pelos ataques dos jin. Essa mudança levou os song a abandonar um lucrativo território agrícola por uma área de montanhas, lagos e rios, imprópria para a agricultura extensiva, e eles tornaram-se dependentes do arroz importado do sudeste

Asiático. Eles criaram, então, uma vibrante rede comercial marítima que se estendia até a Índia.

Navios foram construídos, portos foram melhorados e armazéns foram edificados. À medida que as riquezas chegavam, poderosas famílias de comerciantes começaram a investir em grandes propriedades, que se destacavam por seus sofisticados jardins privativos. Um jardim em Dezhou, por exemplo, tornou-se famoso pelas suas quatro paisagens distintas. Outro tinha um lago artificial, com uma ilha que emergia dos pântanos, cercada por montanhas artificiais e pilhas de rochas, sobre a qual foi construído um palácio.

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 6 - Revisitando o Pelourinho: Preservação, Cidade-Mercadoria, Direito à Cidade

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Revisitando o Pelourinho: Preservação,

Cidade-Mercadoria, Direito à Cidade

Ana Fernandes e Marco Aurélio A. de Filgueiras Gomes

N

a década de 1960, começa a delinear-se no Brasil uma política de preservação do patrimônio histórico diretamente articulada a uma política de desenvolvimento turístico. Seu objetivo era o de vencer a estagnação econômica e reverter a degradação urbana que caracterizava várias cidades brasileiras, sobretudo aquelas mais diretamente ligadas aos ciclos da economia colonial. A criação, em 1973, do

PCH – Programa de Cidades Históricas – reforça essa perspectiva, ao buscar recuperar cidades e conjuntos antigos dotados de potencial turístico, começando pelas centenárias cidades da Região Nordeste.

Nesse contexto, Salvador detinha posição excepcional, aliando a seu rico acervo arquitetônico e urbanístico o potencial fornecido por seu extenso litoral – o maior dentre os estados brasileiros – e por sua pujante complexidade cultural (práticas religiosas, festividades, música, culinária etc.). Aliás, de forma precoce, desde 1959, o turismo havia sido incorporado como meta ao plano de desenvolvimento da

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Medium 9788582601778

Capítulo 2 - O Impacto Ambiental dos Materiais de Construção

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

2

O IMPACTO AMBIENTAL DOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO

Andre Viljoen

Desde a publicação da primeira edição de Ecohouse, muitos dos conceitos relativos ao impacto ambiental se tornaram mais conhecidos, e a disponibilidade dos serviços profissionais de avaliação de impacto ambiental aumentou. Apesar desta maior disponibilidade de informações, muitos arquitetos e projetistas ainda têm de se basear no bom senso e trabalhar com orçamentos limitados e com a disponibilidade local ao especificar os materiais de construção. Este capítulo busca apresentar conceitos e ideias básicas que ajudarão os projetistas a desenvolver estratégias para especificação de materiais que minimizem os impactos ambientais negativos. Uma lista de leitura no fim do capítulo arrola fontes de informação mais detalhadas sobre o impacto ambiental dos materiais de construção.

Os materiais de construção precisam ser processados antes de serem incorporados a uma edificação; isso inevitavelmente exige o uso de energia e gera refugos. A escolha dos materiais de construção afeta o impacto ambiental de uma casa. Todos eles são processados de alguma maneira antes que sejam incorporados à edificação, e tal processamento pode ser mínimo, como no caso da cabana tradicional construída com materiais encontrados na região, ou pode ser enorme, como no caso da construção pré-fabricada.

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Medium 9788582605257

Capítulo 15 - Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

15

Aspectos econômicos das edificações sustentáveis

O

mercado das edificações ecológicas ou sustentáveis nos Estados Unidos continua a crescer, tanto em termos de tamanho como em participação no mercado. No Green Outlook

2011, a McGraw-Hill Construction relatou que a fatia de mercado da edificação sustentável, incluindo moradias e demais tipologias, quadruplicou em apenas três anos, de 10 bilhões de dólares em 2005 para 42 bilhões em 2008, e provavelmente para 55 a 71 bilhões em 2011. Em

2010, estimou-se que as novas construções não residenciais representaram entre 28 e 35% do volume total, 50% a mais do que nos dois anos anteriores. A McGraw-Hill Construction previu que, em

2015, a escala das construções sustentáveis não residenciais seria de 120 a 150 bilhões de dólares, o que corresponderia de 40 a 48% do volume total não residencial. Um crescimento similar está ocorrendo em reformas de prédios, com a McGraw-Hill Construction prevendo que, em 2015, esse mercado equivaleria a 14 a 18 bilhões de dólares. O que realmente é bastante notável – e até mesmo surpreendente – nesse crescimento é que ele ocorreu apesar do forte desaquecimento da construção civil devido à grande recessão norte-americana de 2008 a 2010. Os três setores com a maior taxa de crescimento e penetração são os edifícios para educação, saúde e escritórios. Os dados sobre edificações sustentáveis apresentados pela McGraw-Hill Construction indicam que há diversas fortes tendências atuais de mudança em direção às edificações sustentáveis.

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Medium 9788582604304

Capítulo 2 - Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

2

Atualizado pelo professor Norman Wienand

O professor Norman Wienand é chefe do departamento de

Ambiente Natural e Construído da Sheffield Hallam University

PONTOS-CHAVE:

• Algumas dimensões são fundamentais para o conforto, o bem-estar e a saúde das pessoas

• Ao satisfazer a média da população, é impossível contentar

à maioria

• Em cada caso, devem-se considerar cuidadosamente todas as classes de usuários, principalmente os portadores de necessidades especiais

Conteúdo

1

2

3

4

5

Introdução

Antropometria

Ergonomia

Instalações sanitárias

Referência bibliográficas

1 INTRODUÇÃO

1.1 Desenho universal

De modo geral, este capítulo deve ser visto principalmente como um ponto de partida para o processo projetual, ou seja, como um guia de princípios e convenções que determinam como tipos específicos de edificações são planejados para se adequarem a seus possíveis usuários. Um princípio fundamental e orientador que será adotado é o conceito de desenho universal (ou inclusivo).

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Medium 9788582605110

Os Sultanatos do Decã

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1400 d.C.

Délhi

Sultanato de Délhi

Rajput

Chittorgarh

Pândua

Bengala

Ahmedabad

Gujarate

Orissa

Gulbarga

Mar da Arábia

Baía de Bengala

Estados hindus

13.66  Índia, circa 1400 d.C.

OS SULTANATOS DO DECÃ

Em 1400, a Índia Central era controlada por uma colcha de retalhos familiar de diversos reinos regionais, mas pela primeira vez a maioria deles era governada por reis islâmicos. Esses reinos ficaram conhecidos como Sultanatos do Decã, ou Sultanatos do Sudeste. A maioria dos sultãos do Decã era associada aos otomanos da Turquia, por razões políticas. De sua capital em Délhi, a dinastia mameluca de Qutb-ud-Din Aibak

(1206–1290) havia controlado toda a planície

Indo-Gangética do norte da Índia. Seus sucessores, os khiljis (1290–1320), tiveram muito mais sucesso. Dominaram toda a Índia Central, isto é, todo o Planalto do Decã, de Gujarate, no oeste, a

Pândua, no leste, e Gulbarga, no sul. Entretanto, os tughlaqs (1320–1413), sucessores dos khilji, não souberam administrar esse vasto império e empreenderam uma série de projetos administrativos mal concebidos e mal executados. Timur, o sultão mongol de Samarcanda, aproveitou a oportunidade para lançar, em 1398, um ataque surpresa, aniquilando os sultanatos. Contudo, ele não permaneceu ali para governar, e, no caos que se seguiu, os governadores e regentes do

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Medium 9788582605110

A globalização atual

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

A globalização atual

19.1   Vista aérea da Zona Econômica Especial de Shenzhen, China

INTRODUÇÃO

A consciência de que vivemos em um mundo de relacionamentos globais é agora, ela própria, global. Dentro de 50 anos, é provável que o fim da Guerra Fria, a ascensão da China e o surgimento da conscientização sobre o aquecimento global sejam lembrados como os eventos definitivos do final do século XX, e não o espetáculo do Onze de Setembro ou o surgimento do Estado

Islâmico. Desde a queda do Muro de Berlim, em

1989, os frutos da vitória na Guerra Fria do bloco capitalista capitaneado pelos Estados Unidos vêm sendo colhidos na forma da globalização, ou no ímpeto pela dominação dos mercados internacionais por meio do estabelecimento de regimes comerciais e tarifários favoráveis a esse grupo de países.

A China, após romper os grilhões com as reformas estruturais iniciadas por Deng Xiaoping em 1978, tem aproveitado as oportunidades da globalização para abocanhar grande parte do mercado. Para isso, ela foi pioneira no conceito de zona econômica especial, uma versão atualizada dos tratados dos portos coloniais que outrora eram assinados e permitiam o funcionamento de locais especiais, como Hong Kong.

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Medium 9788582605110

O Estilo Shingle

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

Cozinha

Banheiro

Sala de jantar

Dormitório

Antessala

Sala de estar

Vestíbulo

Varanda

0

10 m

17.57  Planta baixa típica de um bangalô

17.58  Um típico quarteirão com bangalôs

O BANGALÔ GLOBAL

não permitiam que as propriedades essenciais do bangalô colonial fossem exportadas, mas sua imagem foi sofrendo várias releituras à medida que ele se disseminou. O bangalô não colonial era, em regra, uma casa térrea (embora, às vezes, fosse um sobrado) de escala modesta, com telhado baixo de amplos beirais e varanda ao longo da entrada. Muitas subcategorias surgiram. Os bangalôs da Califórnia, que estão entre os primeiros dos Estados Unidos (a partir da década de 1880, aproximadamente), tinham, em geral, telhas de madeira, paredes de tábuas horizontais em parte sobrepostas ou revestidas de estuque no exterior e chaminés de tijolo. O chamado “bangalô de Chicago”, popular entre 1910 e 1940, costumava ser construído em tijolo. Em geral, esse tipo de casa era de construção barata e não exigia a contratação de um arquiteto. Além disso, com o seu leiaute compacto, o projeto era interessante para proprietários de classe média que não podiam ter um criado que residisse na casa. A cozinha era compacta e localizada ao lado da sala de jantar. Os interiores normalmente eram revestidos de papel de parede, ao passo que as esquadrias de portas e janelas eram de carvalho com stain escuro.

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Medium 9788582601013

Capítulo 6 - Os Fundamentos da Arquitetura - A Ordem

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

6

Os Fundamentos da

Arquitetura

A Ordem

Como a arquitetura é organizada?

Os vários espaços e funções de uma edificação se relacionam entre si por meio de princípios de organização e ordenamento.

• Os princípios de organização determinam que cômodos ficam contíguos entre si e quais ficam separados. Eles determinam o caráter público ou privado de um espaço.

• Os princípios de ordenação determinam a sequência na qual as áreas são encontradas. Eles definem a lógica pela qual as características espaciais ou as funções são distribuídas por meio da composição de uma edificação.

Essas considerações fundamentais do projeto de arquitetura produzem edificações que fazem sentido – um prédio que

é entendido de modo intuitivo à medida que nele entramos.

A disposição e a sequência dos diferentes espaços entre si determinarão quais são mais ou menos importantes. As barreiras que dividem os espaços e as aberturas que os conectam dizem a uma pessoa quais espaços podem ser entrados e quais são proibidos. Já a proximidade ou a distância dos espaços entre si determinam a relação entre as funções da edificação.

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Medium 9788577805761

Capítulo 16 - A Linguagem Clássica nos Séculos XV e XVI

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

16

A Linguagem Clássica nos Séculos XV e XVI

O classicismo e a interpretação vasariana da história

A memória do mundo clássico não chegou a se extinguir durante a

Idade Média. Na aurora da Idade Moderna, essa memória já é um amor que não demora em se converter em culto. Os deuses pagãos penetram no interior dos palácios e alternam a decoração das catedrais com os santos. No fervor desse entusiasmo, a arte europeia se esforça para imitar os modelos clássicos. Arquitetos, escultores e pintores acreditam que em suas obras renasce a arte daquelas ruínas romanas tão admiradas. Mas, na realidade, eles produzem uma arte nova e original.

A Idade do Humanismo volta a empregar os elementos construtivos e decorativos clássicos, mas com uma liberdade e certas preferências que levam à reformulação da gramática da Antiguidade como disciplina universal. Afinal, nunca será intenção do Renascimento copiar abertamente os edifícios antigos; o que se propõe

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Medium 9788582603345

Capítulo 1 - A observação da luz

Peter Tregenza; David Loe Grupo A PDF Criptografado

1

A observação da luz

1.1

O

s compositores sabem muito bem quais são os sons produzidos pela voz e pelos instrumentos.

Eles conhecem suas características físicas – seu alcance, o quão fácil ou difícil é cantar ou tocar uma nota em particular. Além disso, eles têm uma boa noção do efeito que a música pode

exercer nas pessoas. Poderíamos dizer o mesmo sobre atores, pintores, poetas ou qualquer outro artista.

Parte do processo para se aprender a ser criativo consiste em adquirir um vocabulário de sons, palavras, imagens, qualquer que seja o meio. Ele será a linguagem por meio da qual o artista poderá se comunicar.

Para o luminotécnico, a língua é feita de luminosidade e de cores em um espaço tridimensional; o nosso meio é a edificação construída. Entretanto, para compartilhar, ensinar e adquirir novas informações, utilizamos uma segunda língua: a palavra falada e escrita. Essa é a linguagem que usamos para chegar aos parâmetros que determinam o nosso trabalho. E, assim como os outros artistas, atribuímos significados especiais a algumas palavras; exemplos disso são: “luminosidade”, “claridade”, “cor” e “espaço”. Elas são equivalentes a “melodia”, “harmonia” e “ritmo” para os músicos.

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Medium 9788582605110

O Museu Nacional de Kyoto

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

17.94  Museu Nacional de Kyoto, Japão

17.95  Edifício da Corporação Bancária de Hong Kong e Xangai

(Hong Kong & Shanghai Banking Corporation), Xangai

O MUSEU NACIONAL DE KYOTO

A CATEDRAL DE MYONGDONG

Embora o colonialismo já houvesse apresentado a Europa e a modernização a muitas partes da

Ásia, o Japão foi o primeiro país a embarcar em um processo autônomo de modernização e ocidentalização. Isso ocorreu sob a Restauração

Meiji (1868), que restabeleceu a monarquia após o abandono do último xogunato. Apreensivos como uma possível invasão e cientes da fraqueza do xogunato, que havia agressivamente agido para manter os colonialistas à distância, as elites japonesas forçaram o retorno do imperador ao poder e iniciaram um processo agressivo de industrialização e militarização. Foram então enviadas delegações do Japão às feiras mundiais, para que aprendessem sobre os últimos avanços tecnológicos. O Japão cultivava uma relação especial com a Alemanha de Bismarck. Os japoneses também estudaram o programa de modernização egípcio, conduzido pelo governo de

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Medium 9788582605110

A Abadia de Fontenay

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Citeaux (Císter)

Morimond

Clairvaux (Claraval)

La Ferté

Paris

Pontigny

12.57  A área dos mosteiros cisterciences

A ABADIA DE FONTENAY

No cenário de populismo religioso do século XI e com a complacência cada vez maior da elite religiosa, em especial nos mosteiros, surgiu um movimento contrário, liderado por São Bernardo de Claraval. Ele conclamava um retorno às austeras regras dos primeiros tempos monásticos de

São Bento, que conceberam a igreja como uma oficina de orações. Entre as ordens reformadoras mais proeminentes estavam a Ordem dos Cartuchos, fundada em 1084, e a Ordem Cisterciense, fundada em 1115. Os cistercienses tinham quatro

“filiais”: Clairvaux, Morimond, Pontigny e La

Ferté, as quais, por sua vez, promoveram a criação de uma numerosa descendência monástica, de modo que, ao término do século XII, havia na Europa 530 abadias cistercienses, formando uma poderosa rede monástica. Embora os cistercienses recrutassem grande número de membros oriundos da nobreza feudal, uma das razões de seu sucesso foi o fato de terem concebido o trabalho braçal como uma forma de oração e terem aberto suas portas aos artesãos e camponeses. Os detalhes artesanais de seus prédios

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Medium 9788582601778

Capítulo 12 - Micro e Miniusinas Hidrelétricas

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

12

MICRO E MINIUSINAS HIDRELÉTRICAS

Jair Harder e Manuel Fuentes, com a colaboração de Nick Forrest e

James Hendry, da babyHidro Ltd.

INTRODUÇÃO

A energia hidráulica vem sendo aproveitada há séculos para girar rodas de moinhos, bombear água para irrigação de plantações e jardins e alimentar grandes máquinas com energia. Um dos recursos mais difundidos da energia hidráulica é a roda d’água. Ela já era utilizada no ano 1000 a.C. pelos assírios nas margens do Eufrates1 e pode ser encontrada em todo o mundo, em lugares tão distintos e remotos quanto a China, o Canadá, a Grã-Bretanha, a Austrália ou o Nepal.

A geração de energia elétrica para consumo residencial começou na Inglaterra do século XIX, quando, entre 1878 e 1884, foi construído (na mansão Cragside, perto de Rothbury, em Northumberland, Grã-Bretanha) um sistema que usava energia hidráulica para alimentar grandes máquinas que exigiam muito trabalho mecânico, como máquinas de lavar roupa, uma rotisserie e um elevador hidráulico. A eletricidade excedente alimentava uma grande lâmpada de arco voltaico. Hoje, 150 anos depois, os geradores e as turbinas de Cragside, aperfeiçoados e transformados ao longo dos anos, ainda estão em funcionamento.2

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Medium 9788577805815

Capítulo 2 - Critérios de Geração Fotovoltaica

Niura M. Chivelet Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

2

Critérios de Geração

Fotovoltaica

Introdução

Qualquer superfície da pele externa de uma edificação que esteja livre de sombras e bem orientada para o sol pode ser adequada para a instalação dos módulos fotovoltaicos. Do ponto de vista da geração de energia, a posição ideal para os sistemas fotovoltaicos interligados à rede pública corresponde à orientação norte (em latitudes

1 sul, ou seja, no hemisfério sul), com uma inclinação similar ao valor da latitude local. Para os sistemas integrados a edificações nem sempre é possível contar com essas condições, mas, ainda assim, é recomendável que os módulos recebam ao menos cerca de 80% da irradiação máxima anual local.

No projeto dos sistemas fotovoltaicos integrados a edificações entram em jogo vários fatores que interagem mutuamente: a geração fotovoltaica, a função e arquitetura, o comportamento térmico, a transmitância luminosa dos módulos e o custo. É importante se chegar a um meio-termo entre todos esses fatores e, ao mesmo tempo, cumprir exigências de segurança que afetam a instalação, tanto do ponto de vista elétrico como do arquitetônico.

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