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Medium 9788582605110

O Império Parta

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

200 d.C.

7.47  Estatueta de um guerreiro parta a cavalo

O IMPÉRIO PARTA

Os partas conquistaram o Império Selêucida helenista. Originalmente, eram nômades do Norte do Irã e da Ásia Central, mas, em virtude de sua grande capacidade comercial, o Império Parta

(247 a.C.–224 d.C.) se tornou o elemento unificador das vastas redes de comércio centro-asiáticas. Os partas, contudo, não levaram consigo uma ampla cultura arquitetônica, mas adotaram o helenismo de seus predecessores, os selêucidas, combinando-o com sua estética particular.

Em consequência, os 500 anos de domínio parto produziram uma quantidade incrivelmente pequena de arquitetura. Os partas eram cavaleiros habilidosos e temidos e governavam por meio de uma elite militar, deixando intactas, em regra, as administrações locais. Consequentemente, eles tinham várias capitais regionais. Embora o estado de guerra com os romanos e os invasores do Norte fosse mais ou menos constante, no século II as cidades que desenvolveram o comércio de caravanas – Palmira, Hatra e Messena

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O Império Sassânida

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á sia Central

Ma

ás rC

Mar Negro

pio

Armênia

Bizâncio

Takht-i-Suleiman

Império Cuchita

Merv

Taxila

Pérsia Sassânida

Ctesifonte

Alexandria

Império Sunga

Persépolis

Délhi

Prayaga

Ma

Sanchi

erm rV

Arábia

elh

8.22  Ásia Central, circa 400 d.C.

o

Golfo Pérsico

Axum

O IMPÉRIO SASSÂNIDA

Com o enfraquecimento dos governantes partas, os sassânidas se impuseram. Eles foram liderados por Artaxexes I (que reinou entre 226 e 241 d.C.), descendente de uma linhagem de sacerdotes que cultuavam a deusa Anahita em Istakhr,

Persis (Pars). Ao contrário de seus antecessores, ele tinha muito interesse pela arquitetura e pelo urbanismo e fundou diversos palácios e cidades.

A tradição helenística de arquitetura monumental foi revista e ganhou sua própria perspectiva persa. Artaxexes reconstruiu Ctesifonte, mas pouco resta da cidade, pois ela foi erguida com os tradicionais tijolos de adobe. Os restos de um palácio construído por Shapur I (que reinou entre

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As Novas Igrejas do Kremlin

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

Arsenal

Senado

Catedral da Assunção

Catedral do Arcanjo São Miguel

Catedral da Anunciação

Armaria

Palácio do Kremlin

14.83  Planta do Kremlin, Moscou, Rússia

AS NOVAS IGREJAS DO KREMLIN

A Igreja Bizantina, em uma tentativa desesperada de aliviar a pressão da Turquia sobre

Constantinopla, concordou em reunificar-se com a Igreja Católica (no Concílio de Florença, 1439).

A igreja russa, cujo representante encontrava-se presente à assinatura em Florença, optou, entretanto, por repudiar o tratado e manter-se como defensora da fé ortodoxa. Esse sentido de renovação, junto com a consolidação do território da Rússia Central, diante da desintegração do

Império Mongol, estimulou uma campanha de construção sem precedentes, em especial sob o regime de Ivã III (1462–1505). Apesar da insistência russa na relação rompida com o Ocidente nos assuntos relativos à doutrina eclesiástica, Ivã

III enviou em 1475 um representante à Itália para buscar arquitetos italianos que pudessem auxiliar no planejamento e na execução de seus vários projetos de construção. O mais importante de todos era a reforma do Kremlin, o complexo fortificado no cume da colina no centro de Moscou que serviu de residência dos governantes desde o século XII.

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Medium 9788582605110

O Complexo de Solimão, O Magnífico

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á sia Ocidental

Áustria

França

Polônia

O COMPLEXO DE SOLIMÃO,

O MAGNÍFICO

Rússia

Budapeste

Mohacs

Ma

Nápoles

Bursa

Sínope

Angora

Trezibonda

Império Otomano

Esmirna

io

T’bilisi

Constantinopla

ásp rC

Mar Negro

Roma

Tabriz

Alepo

Argel

Túnis

Mar Mediterrâneo

Damasco

Trípoli

Bagdá

Jerusalém

Alexandria

Cairo

14.78  Império Otomano

Asilo

Cozinha

Madrasa

Recinto da mesquita

Pátio interno

Madrasa

Hospital

Mesquita

Hamman

Mausoléu de Solimão I

Madrasa

Madrasa

Mausoléu de Haseki Hurrem

Madrasa

Escola de hadiths

0

O sultão otomano Solimão I (que reinou entre

1494 e 1566), também conhecido como Solimão, o Magnífico, não apenas ampliou o âmbito de ação dos exércitos islâmicos, como também procurou transformar Istambul no centro da civilização islâmica, por meio de uma série de projetos de construção de pontes, mesquitas, palácios e várias instituições de caridade e ação social. Para isso, pôde contar com um arquiteto extraordinariamente talentoso, Mimar Sinan

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Medium 9788582604366

Capítulo 7 - Representando Tonalidades e Texturas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Representando

Tonalidades e Texturas

Este capítulo tem como foco os princípios que regem como uma composição de formas e linhas transmite a ilusão de uma construção tridimensional ou um ambiente espacial em uma superfície bidimensional, seja uma folha de papel ou papelão ou um monitor de computador.

Embora as linhas sejam essenciais para delinear contornos e formatos, também há características de luz, textura, volume e espaço que não podem ser descritas em sua totalidade apenas com linhas. Para modelar as superfícies de formas e transmitir uma noção de luz, dependemos da representação de tonalidades e texturas.

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VALORES TONAIS

A visão resulta do estímulo das células nervosas na retina do olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual processa esses padrões de claro e escuro e extrai características específicas do ambiente – arestas, contornos, tamanho, movimento e cor.

Assim como ver padrões de claros e escuros é essencial para nossa percepção dos objetos, a criação de contrastes em um desenho é essencial para a representação de luz, forma e espaço.

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Medium 9788540701908

Capítulo 5 - Sistemas Pictóricos

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Sistemas Pictóricos

Classificamos os sistemas de desenho segundo o método de projeção, assim como de acordo com o efeito pictórico resultante. A projeção se refere ao processo ou à técnica de representação de um objeto tridimensional por meio da extensão de todos os seus pontos nas retas, chamadas de linhas de projeção, a um plano do desenho, um plano transparente e imaginário sobreposto à superfície do desenho. Também denominamos de plano do desenho o plano de projeção.

Existem três principais tipos de sistemas de projeção: projeções ortogonais, projeções oblíquas e projeções em perspectiva. As relações das linhas projetadas entre si, bem como o ângulo com que incidem no plano do desenho, diferenciam cada sistema de projeção dos demais. Devemos reconhecer a natureza particular de cada sistema de projeção e entender os princípios que orientam a construção de cada tipo de desenho dentro do sistema. Estes princípios definem uma linguagem comum, que nos permite ler e entender os desenhos feitos por outras pessoas.

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Medium 9788582605110

Os Olmecas

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 a .C.

América do Norte

Golfo do México

Cultura de Poverty Point

(término em 700 a.C.)

Tres Zapotes

América Central

Laguna de los Cerros

a

Co

Rio

tza

co

Olmecas

La Venta

os alc

América do Sul

Chavín de Huántar

San Lorenzo

El Manati

Área central do território olmeca

4.2  Urbanização da América Pré-Colombiana, circa 800 a.C.

OS OLMECAS

Nas Américas, por volta de 7000 a.C., já havia sido desenvolvida uma grande variedade de plantas que exigiam cuidados mínimos para seu cultivo: batata, amendoim, cacau, feijão, mandioca, abóbora, abacate, etc. Em nenhum outro lugar do mundo uma variedade tão grande de plantas parece ter estado disponível em uma

área geográfica tão restrita. As pedras para moagem (mós) surgiram ao longo do litoral sudoeste de Belize e no nordeste do México. Em 3000 a.C., as enxadas começaram a surgir em sítios da

Costa do Golfo, e, em Oaxaca e Puebla, emergiram as primeiras indicações de assentamentos e da vida em aldeias. A revolução agrícola havia iniciado. Ainda que as pessoas da cultura do Mississippi daquela época parecessem ricas quando comparadas a seus vizinhos das planícies, elas teriam ficado boquiabertas se tivessem ido ao

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Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 4 - Perspectiva Pública: Preocupações Econômicas, Ambientais e Sociais

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Perspectiva Pública:

Preocupações Econômicas,

Ambientais e Sociais

A felicidade não reside na mera posse do dinheiro; ela reside na alegria da realização, na emoção do esforço criativo. A alegria e o estímulo do trabalho não devem ser esquecidos na perseguição louca dos lucros efêmeros. Esses dias negros valerão tudo o que nos custam se nos ensinarem que o nosso verdadeiro destino não é o de sermos servidos, mas o de servirmos a nós mesmos e aos nossos semelhantes... A nossa tarefa primordial é colocar as pessoas para trabalhar. Não se trata de um problema insolúvel, se o enfrentarmos com inteligência e coragem. Podemos consegui-lo em parte através do recrutamento direto do próprio governo, tratando a tarefa como trataríamos a emergência de uma guerra, mas, ao mesmo tempo, através desta geração de emprego, realizar projetos muito necessários para estimular e reorganizar o uso dos nossos recursos naturais.

Franklin D. Roosevelt, Presidente dos Estados Unidos.

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Medium 9788582605257

Capítulo 8 - O terreno e o paisagismo sustentáveis

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O terreno e o paisagismo sustentáveis

O

projeto do uso do solo e do paisagismo estão intimamente vinculados – e talvez ofereçam as melhores oportunidades para inovações na aplicação dos recursos necessários para a criação do ambiente construído. Os prédios, ainda que alterem o ecossistema natural, podem contribuir para o ecossistema e estabelecer uma sinergia com a natureza. É necessário um trabalho bem elaborado e executado por arquitetos, paisagistas, engenheiros civis e gerentes de obras para produzir um edifício que:

�� Aproveite ao máximo o uso do terreno

�� Esteja intimamente integrado com o ecossistema local

�� Considere cuidadosamente a geologia, topografia, insolação, hidrologia e os padrões eólicos do terreno

�� Reduza o máximo possível os impactos gerados pela construção e operação

�� Empregue o paisagismo como um poderoso auxiliar aos sistemas técnicos

Os demais membros da equipe de projeto também devem ter voz nas decisões tomadas sobre o terreno. A implantação da edificação no lote, o tipo e a cor dos revestimentos externos, os materiais utilizados no estacionamento e nos pisos externos afetam a carga térmica do prédio e, consequentemente, o projeto dos sistemas de calefação e resfriamento projetados pelo engenheiro mecânico.

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Os Túmulos Ming

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

Mongóis

Uigures

O primeiro túmulo Ming construído ali, em 1409, foi o do terceiro imperador da dinastia, Zhu Di, conhecido como o Imperador Yongle. Zhu Di transferiu a capital Ming para Pequim e construiu a Cidade Proibida. Dando continuidade às práticas funerárias dos T’ang e Zou, os ming projetavam seus túmulos em três partes: um longo Caminho dos Espíritos que conduz ao túmulo, um santuário para cerimônias e sacrifícios oferecidos aos mortos e ao galgal (morro funerário) em si.

Contudo, ao contrário de seus predecessores, os

Song, os Ming não construíram um Caminho dos

Espíritos separado para cada túmulo, mas agruparam todos os túmulos em um único vale, ao final de um Caminho dos Espíritos com um único acesso. Eles também aboliram a prática de sacrificar concubinas e serviçais como “acompanhantes” para o imperador, eliminando a necessidade de construir uma câmara separada para eles.

Jurchen

Pequim

Seul

Luoyang

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Medium 9788582604281

Capítulo 12 - Água quente e fria

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

12

Água quente e fria

A água cada vez mais é vista como um recurso finito. O fornecimento e o consumo tanto de

água fria quanto quente deve ser considerado na avaliação das melhorias possíveis para as edificações sustentáveis. A redução do consumo de água quente resulta em economia de

água e de energia para aquecê-la.

O uso de água no terreno já foi abordado no Capítulo 4, Comunidade e terreno. Este capítulo focará o consumo da água nos interiores.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Redução do consumo

A redução do consumo da água e da energia é mais efetiva quando primeiro se avaliam as cargas de água. Começando-se pelo ponto de consumo final, o primeiro passo é usar aparelhos e acessórios hidrossanitários e máquinas eficientes, ou seja, que têm o mesmo resultado final, mas gastam menos água.

As máquinas lava-louças eficientes consomem 20% menos água do que as convencionais. As máquinas de lava-roupa eficientes consomem 50% menos água do que as convencionais. Duchas de baixa vazão e torneiras com aerador também reduzem o uso de água.

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Medium 9788582604281

Capítulo 4 - Comunidade eterreno

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

4

Comunidade e terreno

A comunidade e o terreno em que construímos podem basear e influenciar cada aspecto da edificação que desejamos construir.

Os principais objetivos na escolha da comunidade e do terreno para a construção de edificações sustentáveis são a proteção de sítios sensíveis, a preservação de terrenos não urbanizados, a restauração e a reutilização de terrenos anteriormente urbanizados, a diminuição dos impactos na flora e na fauna, a promoção da conexão com a comunidade e a minimização dos impactos do transporte no ambiente e no consumo de energia.

Nesses objetivos estão implícitos um respeito profundo pelo que é natural e selvagem e a procura por um equilíbrio entre áreas urbanas e não urbanas, em vez de considerar as áreas naturais meramente como recursos para um assentamento humano. Ao mesmo tempo, precisamos ficar atentos à redução da poluição luminosa, à minimização dos desperdícios na construção, à gestão da água pluvial e ao controle do uso de água do terreno.

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 10 - Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

Resgatando a Imagem da Cidade e o Prazer das Ruas: Projeto Rio Cidade, Rio de Janeiro

Vicente del Rio

Implementado entre 1993 e 2000, o Projeto Rio Cidade foi um programa da prefeitura do Rio de Janeiro para recuperar áreas comerciais e centros de bairros, assim como a imagem da cidade em nível nacional e internacional, através de intervenções de desenho urbano. Os projetos objetivaram a melhoria do desempenho dessas áreas tanto funcional quanto socialmente e, particularmente, a requalificação de espaços públicos. Implementado em duas fases, que corresponderam a duas administrações municipais sucessivas, o Rio Cidade foi notável não apenas por seus resultados, mas também porque representou, até aquele momento, a mais ampla e intensa coleção de intervenções de desenho urbano no Rio desde as obras sanitaristas e de embelezamento durante a gestão de Pereira Passos no início do século XX.

Os projetos Rio Cidade lidaram com o redesenho de vias e áreas públicas, circulação viária, sinalização, paisagismo e arborização, iluminação pública e mobiliário urbano. Apesar da magnitude dos problemas enfrentados, os resultados foram muito positivos. Em 2001, quando o Rio Cidade foi oficialmente encerrado, contabilizava-se um total de quase 60 áreas de intervenção em diversos bairros da cidade, inclusive o Centro.1 Mesmo sofrendo mudanças de cunho técnico e político e que o nome “Rio Cidade” tenha sido extinto, pode-se dizer que a sua missão original sobreviveu, uma vez que suscitou um debate sobre a cidade como nunca antes e levou as administrações municipais posteriores a atentar para a melhoria de aspectos urbanísticos que afetam o cotidiano das comunidades e a imagem da cidade. Além disso, a ideia do programa influenciou outras cidades brasileiras nesse sentido.

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Medium 9788582605110

O Edifício da Hong Kong And Shanghai Banking Corporation (corporação Bancária de Hong Kong e Xangai – HSBC)

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

17.94  Museu Nacional de Kyoto, Japão

17.95  Edifício da Corporação Bancária de Hong Kong e Xangai

(Hong Kong & Shanghai Banking Corporation), Xangai

O MUSEU NACIONAL DE KYOTO

A CATEDRAL DE MYONGDONG

Embora o colonialismo já houvesse apresentado a Europa e a modernização a muitas partes da

Ásia, o Japão foi o primeiro país a embarcar em um processo autônomo de modernização e ocidentalização. Isso ocorreu sob a Restauração

Meiji (1868), que restabeleceu a monarquia após o abandono do último xogunato. Apreensivos como uma possível invasão e cientes da fraqueza do xogunato, que havia agressivamente agido para manter os colonialistas à distância, as elites japonesas forçaram o retorno do imperador ao poder e iniciaram um processo agressivo de industrialização e militarização. Foram então enviadas delegações do Japão às feiras mundiais, para que aprendessem sobre os últimos avanços tecnológicos. O Japão cultivava uma relação especial com a Alemanha de Bismarck. Os japoneses também estudaram o programa de modernização egípcio, conduzido pelo governo de

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Vijaynagara

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

VIJAYNAGARA

Os irmãos Harihara e Bukka escaparam do cativeiro de Ala-ud-Din Khiljl e, em meados do século XIV, fundaram um novo reino que resistiu por

250 anos à maré crescente das invasões islâmicas. Consolidando os territórios dos chalukyans, dos hoysalas e dos cholas tardios, Vijayanagara enriqueceu. Investiu, então, no sistema administrativo descentralizado dos cholas, com base nos templos, e na irrigação de novas terras. Um complexo de canais, represas e aquedutos irrigava as terras circundantes, levava água à cidade e alimentava os reservatórios e os banhos do palácio.

Uma rede de estradas irradiava de Vijayanagara.

O comércio com os portugueses, que capturaram

Goa em 1510, era particularmente importante.

A localização da capital visava a otimizar a defesa. Colinas rochosas, difíceis de cruzar, e o intransponível Rio Tungabhadra proporcionavam proteção ao norte e a oeste, as principais direções de um possível ataque. A própria cidade situava-se em um planalto irregular, e seus subúrbios se encaixavam nos vales e ravinas do terreno.

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