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Medium 9788521625278

PARTE III - Capítulo 11 - Desenvolvimento de uma Estratégia para Lidar com um Problema

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

11

Desenvolvimento de uma

Estratégia para Lidar com um

Problema

Espero que, no fim das contas, venha a se comprovar a viabilidade de construir um canal no nível do mar.

Indubitavelmente, no fim esse canal seria melhor, se for viável, e acho que uma das principais vantagens da Rota do

Panamá é que, no fim das contas, um canal no nível do mar será uma possibilidade. Mas, enquanto prestar atenção à perfectibilidade ideal do esquema pela perspectiva de um engenheiro, lembre-se da necessidade de ter um plano que vá proporcionar a construção imediata do canal nos termos mais seguros e no menor tempo possível.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 11.1 Introdução

Seção 11.2 Identificação das Necessidades e Objetivos

Preparação de uma declaração das necessidades para evitar a limitação do projeto

Utilização da declaração das necessidades para preparar os objetivos de um projeto

Necessidade de interação no desenvolvimento de uma boa declaração das necessidades

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Medium 9788582605257

Capítulo 7 - O processo de projeto de edificações ecológicas

Charles J. Kibert Grupo A PDF Criptografado

O processo de projeto de edificações ecológicas

O

movimento da edificação de alto desempenho está modificando tanto a natureza do ambiente construído como dos sistemas de entrega empregados para projetar e construir prédios de acordo com as necessidades dos clientes. O resultado tem sido a emergência do sistema de entrega de edifícios sustentáveis de alto desempenho, apresentado no Capítulo 1.

Este sistema de entrega difere da prática convencional por inúmeros fatores: (1) seleção dos membros da equipe de projeto com base em sua experiência com edificações sustentáveis, (2) maior colaboração entre os envolvidos, (3) foco no desempenho do prédio integrado maior do que nos sistemas prediais, (4) forte ênfase na proteção ambiental durante o processo de construção, (5) considerações cuidadosas com a saúde dos trabalhadores e usuários durante todas as fases, (6) análise de todas as decisões em relação a suas implicações para os recursos e o ciclo de vida do imóvel, (7) necessidade adicional do comissionamento e (8) ênfase na redução do lixo de construção e demolição. Algumas dessas diferenças são resultado das exigências dos sistemas de certificação, outras fazem parte da cultura da edificação sustentável, em constante evolução.

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Medium 9788582605110

Jaipur

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

JAIPUR

A política do imperador mogol Akbar para submeter os rajputanos era oferecer‑lhes alianças conciliatórias, preservando sua independência cultura e política, submetê‑los a um imposto militar e invadi‑los somente se recusassem a oferta.

O rei rajputano Raja Bharmal, de Amber, foi o primeiro a aceitar essa aliança, o que permitiu a seu estado prosperar durante o domínio mogol.

Amber era um dos mais importantes portos da estrada entre Agra e o litoral de Kutch, assim sua defesa e os tributos que ele gerava eram importantes para os mogóis. Por sua lealdade, os marajás de Amber frequentemente eram nomeados vice‑reis de territórios mogóis, como Malwa na península indiana.

Após a morte de Aurangzeb, em 1707, o então marajá de Amer, Sawai Jai Singh, deu-se conta de que o Império Mogol estava começando a se esfacelar e empenhou‑se em uma agressiva companha para modernizar e armar seu estado.

Em particular, ele modernizou as defesas de seus fortes para que pudessem resistir à artilharia, mas também investiu em grandes quantidades de armas de foto, criando grandes reservas de munição, em vez de gastar com a cavalaria, que tradicionalmente fora a força dos rajputanos. Em virtude dessa campanha de militarização, Amber rapidamente se tornou uma potência regional forte e estável, protegendo com cuidado suas rotas e atividades comerciais, e, no ocaso do Império Mogol, atraindo grande parte da migração das cidades mogóis.

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Medium 9788582605110

China: O Período dos Estados Combatentes

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

400 a .C.

Huang He

Qin Xianyang

Yan

Tribos Di

Golfo de Zhili

Qi

Tribos Rong

Lu

Jin

Qin

Rio W

Zheng

Ming Xian

Song

Feng e Hao

Xu Chen

Cai

Rio Yangtze

Han Chang’an

Mar Amarelo

Cao

Xi’an

Banpo

ei

Tang Chang’an

Wu

Qu

Yue

Tribos Man

Mar da China Oriental

Tribos Min

0

10 km

5.72  Mapa de Xi’an, China, ao longo da história

5.71  A China durante o Período dos Estados Combatentes

CHINA: O PERÍODO DOS

ESTADOS COMBATENTES

No Período dos Estados Combatentes (481–221 a.C.), a antiga liga de cidades governada pela nobreza Zou foi substituída por um sistema de estados territoriais (sete grandes e cerca de sete menores), sob a liderança de monarcas que pareciam empenhados em uma verdadeira febre de construção. Eles fortificaram as muralhas já existentes das cidades, multiplicaram recintos cercados e barricadas e fundaram cidades‑satélites, tudo visando principalmente à defesa. Antes do Período dos Estados Combatentes, as cidades constituíam locais de culto e sedes de governo e eram habitadas pela nobreza e seus séquitos. O número de habitantes não ultrapassava

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Medium 9788582605110

A Dinastia Timúrida

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1400 d.C.

A DINASTIA TIMÚRIDA

A ocupação da Pérsia pelos mongóis e a queda de Bagdá, em 1258, iniciaram um período de muita desorganização e confusão. Um dos primeiros estados pós-governo mongol foi criado por Timur, que falava a língua turca (1336–1405) e orgulhosamente se dizia descendente de Genghis Khan. Comandante ambicioso, mas famoso por sua crueldade, Timur derrotou os mamelucos do Egito, os antigos otomanos e os sultanatos de

Délhi, criando um império que unificou Pérsia,

Iraque, Transoxiana e partes do sul da Ásia.

Apesar de não serem heterodoxos ou xiitas, os governantes timúridas respeitavam a figura xiita de Ali, o genro do profeta Maomé, considerado o fundador das fraternidades místicas da sua civilização. Além disso, a imperatriz Gohar Shad, com uma generosidade impensável para as gerações posteriores, construiu para seus súditos xiitas um esplêndido santuário na cidade de Mashhad, que atualmente continua a ser um grande centro de peregrinação no Irã moderno. Timur estabeleceu sua capital na cidade de Samarcanda, a qual já era uma grande metrópole na Rota da Seda. A cidade logo ganhou grandes subúrbios, com fontes e canais. Em suas fábricas, os trabalhadores teciam seda e algodão, curtiam couro e faziam ornamentos de cobre; e os artesãos chineses produziam papel, pela primeira vez fora da China. No século XIII, sua população excedia meio milhão de pessoas.

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Medium 9788582605110

A Europa e os Carolíngios

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 d.C.

A EUROPA E OS CAROLÍNGIOS

Por volta do ano 800 d.C., os lugares mais interessantes em termos de evolução da arquitetura estavam na Indonésia, na China e no mundo islâmico. Na Europa, a situação ainda era de desolação. Conquistou-se um pouco mais de estabilidade com a cristianização dos francos, quando Clóvis I adotou o catolicismo em Reims, na França, por volta de 496 d.C. Como era então o costume, todos os francos adotaram o catolicismo. O rei dos visigodos, Teodorico I, junto a outras tribos germânicas, finalmente pôs fim à invasão dos hunos em Chalons, na França, ao sul de Reims, em 451 d.C., mas os ataques violentos das tribos das estepes ainda não haviam terminado. Os lombardos, com suas famílias e seus rebanhos, tinham ocupado o norte da Itália. Os húngaros e os búlgaros também estavam em movimento, dispersando-se pela Grécia, e alguns inclusive na Itália. Em outras palavras, um imenso território – desde o extremo da Grécia até o Mar

Báltico, ao norte – ainda se encontrava sob uma forte instabilidade. A única área mais estável era a dos francos, que haviam chegado à França fazia poucos séculos, vindos do Baixo Reno, e agora começavam a cultivar as terras do país que os romanos outrora chamavam de Gália.

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Medium 9788582605110

As Mahaviharas de Nalanda

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

10.23  Mahavihara de Nalanda, Bihar, Índia

AS MAHAVIHARAS DE NALANDA

Mahavihara (literalmente, “grande vihara”) era o termo empregado para denominar as imensas universidades budistas fundadas pelos guptas no século V, que floresceram até o século XII. A mais famosa delas era a de Nalanda. Quase todos os peregrinos budistas que iam à Índia faziam uma parada em Nalanda. As mahaviharas, como as de Nalanda, eram universidades multidisciplinares dedicadas não apenas à preparação de praticantes budistas, mas também ao estudo de disciplinas seculares. Criada oficialmente pelo rei Kumara Gupta I, da dinastia de mesmo nome

(415–455 d.C.), Nalanda prosperou durante o reino de Harshavardhana. Nalanda acomodava mais de 2 mil monges decanos e cerca de 10 mil discípulos. Lá se desenvolveu theravada, a escola de budismo seguida principalmente em Sri

Lanka, Mianmar, Tailândia e Camboja. Além das várias escolas budistas, incluindo a hinayana, a mahayana e a tântrica, também se ministravam em Nalanda cursos sobre os Vedas indo-arianos e sobre hetu vidya (lógica), shabda vidya (gramática), chikitsa vidya (medicina), etc. O peregrino chinês Hsuan Tsang (Xuanzang) passou a maior parte de seu tempo em Nalanda estudando direito.

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Medium 9788540701908

Capítulo 2 - Tons e Texturas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

2

Tons e Texturas

Ainda que as linhas sejam essenciais para delinear contornos e formatos, certas características visuais de superfície e volume não podem ser totalmente descritas apenas por meio de linhas. Mesmo quando variamos o peso de uma linha para sugerir alguma mudança na direção de uma superfície ou a sobreposição de formatos, o efeito é sutil. Para acentuar formatos e modelar suas superfícies, contamos com a representação dos valores tonais. Por meio da interação de tons, podemos comunicar uma sensação mais intensa de luz, massa e espaço. E, por meio da combinação de linhas e tonalidades, criamos a aparência e a sensação tátil que denominamos textura.

40

VALORES TONAIS

A visão resulta do estímulo das células nervosas na retina do olho, assinalando padrões de intensidade de luz e cor. Nosso sistema visual processa estes padrões de claro e escuro e extrai características específicas do nosso ambiente – arestas, contornos, tamanho, movimento e cor. Esse julgamento eleva nossa percepção de objetos dispersos no espaço.

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Medium 9788582605110

O Império Romano

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

200 d.C.

Tribos eslavas

Tribos germânicas

Hunos

Desertos praticamente inabitados

7.4  Rotas de comércio na Europa e na Ásia Ocidental (séculos II e III d.C.)

O IMPÉRIO ROMANO

A República Romana (509 a.C.–27 a.C.) atuava principalmente no Mar Mediterrâneo, em especial após Roma ter conquistado a Grécia em

146 a.C. Entretanto, com as Guerras da Gália e a conquista dos territórios do norte, Roma pôde combinar o comércio marítimo com o terrestre.

Embora essa talvez fosse a visão de Júlio César, o processo de fundir tudo em uma única unidade imperial (em vez de criar uma rede de principados desiguais) seria posteriormente completado por seu sucessor, o imperador César Augusto.

A combinação de império terrestre e marítimo foi a primeira em tal escala. No século II d.C., o

Império Romano se estendeu para o norte, até a

Inglaterra. Com Adriano, o Norte da África também foi incorporado. Foram feitas incursões para a Ásia Ocidental, a fim de garantir as relações comerciais com o Oriente. As fronteiras orientais do império eram definidas por cidades mais antigas, como Petra, Antióquia e Alexandria, além de cidades recém-expandidas, como Palmira e

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 23 - Refúgio nas Montanhas

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 23

REFÚGIO NAS MONTANHAS

ARQUITETO/PROJETISTA

Johan Vorster

PROPRIETÁRIO

Richard Bowsher e Monique Schiess

FABRICANTE DE AÇO

Braam Mouton

LOCALIZAÇÃO

Cedarberg, África do Sul, 32° S, 19° O, 400 m acima do nível do mar

CLIMA

Verões quentes e invernos úmidos e curtos, com neve ocasional

ÁREA

150 m²

EC 23.1

O refúgio nas montanhas. Elevação oeste.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Projeto e materiais que respondem às condições climáticas • Telhado adaptável e ventilação cruzada • Banheiros com compostagem • Reciclagem de águas servidas • Sistemas fotovoltaicos • Aquecimento solar de água

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

Este sítio isolado localiza-se nas Montanhas Cedarberg (a cerca de 3 horas da Cidade do Cabo, na África do Sul). Cedarberg é uma antiga cadeia de montanhas formada por planaltos de arenito erodido. Fica no cúspide dos biomas Fynbos e

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Medium 9788582604366

Capítulo 1 - Instrumentos e Materiais de Desenho

Francis Ching Grupo A PDF Criptografado

1

Instrumentos e Materiais de Desenho

Este capítulo apresenta os lápis e as canetas necessários para se traçar linhas, os instrumentos disponíveis para guiar os olhos e as mãos enquanto desenhamos, e as superfícies adequadas para receber as linhas de desenho. Embora a tecnologia digital continue aumentando e aprimorando esse conjunto tradicional de ferramentas de desenho, o ato cinestésico de desenhar à mão, com lápis ou caneta, permanece sendo o meio mais direto e versátil de aprender a linguagem da representação da arquitetura.

2

LÁPIS E LAPISEIRAS

Lápis são relativamente baratos, muito versáteis e respondem de maneira

única à pressão feita sobre o papel durante a criação do desenho.

Lapiseiras de mina grossa

• As lapiseiras de mina grossa utilizam minas comuns de 2 mm.

• O pressionamento de um mecanismo propulsor permite que a ponta exposta da mina seja ajustada ou retraída quando a lapiseira não estiver sendo utilizada.

• A ponta da mina, a qual pode produzir diversas espessuras de linha, deve ser mantida bem afiada com um apontador.

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 10 - Regras do Jogo: Impostos, Depreciação e Regulamentação

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

208

Capítulo 10

Capítulo

10

Regras do Jogo: Impostos,

Depreciação e Regulamentação

A lei de zoneamento de 1916 – a primeira do país – regulamentou a maior parte das edificações, sua altura e suas utilizações. Ela dividiu a cidade em três zonas – residencial, comercial e irrestrita – e conferiu poderes ao Board of

Estimate* para regulamentar a sua utilização, altura e a maioria das edificações em todas as ruas na cidade, dependendo da zona em que o quarteirão se encontrava.1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 10.1 Introdução

Seção 10.2 Depreciação e Impostos

Como o imposto sobre a renda afeta os fluxos de caixa e as decisões sobre investimentos

A importância da depreciação

Métodos comuns para calcular a depreciação

Como a política pública afeta os impostos e como a depreciação pode influenciar as decisões sobre investimentos

Ajuste dos impostos sobre a propriedade para promover o desenvolvimento

Seção 10.3 Normas de Uso do Terreno

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Medium 9788582605110

O Expressionismo

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

O EXPRESSIONISMO

A arquitetura logo antes e após a Primeira Guerra Mundial foi surpreendentemente criativa e experimental. O Expressionismo, como logo passou a ser chamado o estilo do período, começou a desenvolver-se antes da guerra, com o trabalho de Bruno Taut e alguns outros. Foram particularmente influentes os textos de Paul Scheerbart, que publicou, em 1914, um livro chamado Glass

Architecture (Arquitetura de vidro), que descrevia uma arquitetura utópica em vidro colorido combinado com pedras preciosas brilhantes e esmalte. Os expressionistas, como são às vezes coletivamente chamados, apesar de suas diferenças, buscavam uma arquitetura o mais distante do Classicismo que se podia imaginar na época.

A antiga noção de que a arquitetura reincorporava a força do passado deu lugar ao desejo de criar uma arquitetura que se comunicasse com o imediatismo da percepção e com a psicologia do observador. Como explicava o crítico Heinrich de

Fries: “Os edifícios são entes vivos no mais alto grau [...]. Mal podemos imaginar o quanto a arte da articulação espacial transcenderá, um dia, a da criação pictórica.” O Expressionismo rejeitava a dualidade entre interior e exterior e entre edifício e paisagem. Ele também abriu a arquitetura a influências das outras artes, ao contrário do movimento Artes e Ofícios, que tentara integrar a concepção artística à estrutura da produção artesanal.

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 9 - Avaliação Financeira

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

9

Avaliação Financeira

Terei prazer em pagar-lhe na terça por um hambúrguer de hoje.

J. Wellington Wimpy (amigo do Popeye)

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 9.1 Introdução

Seção 9.2 Maximização do Valor Presente Líquido

Maximização do VPL dos fluxos de caixa ou dos benefícios econômicos ao longo da vida de um projeto

As classificações baseadas no VPL, nas anuidades ou no valor futuro serão todas iguais

Seção 9.3 Importância da Vida do Projeto

A escolha da vida do projeto pode afetar a avaliação do mesmo

Utilize o bom senso na escolha da vida do projeto

Seção 9.4 A Aplicação do Desconto Ignora as Catástrofes Futuras?

O VPL das verdadeiras catástrofes será grande, apesar das deduções

A diminuição ou postergação das catástrofes pode justificar investimentos substanciais

Seção 9.5 Taxa Interna de Retorno

Cálculo da taxa interna de retorno e uso da TIR para classificar os projetos

Lidando com problemas que podem surgir durante o uso da TIR

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Medium 9788582604915

Capítulo 11. Prosperidade, igualdade e felicidade

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

Prosperidade, igualdade e felicidade

Em 1930, John Maynard Keynes, um dos maiores economistas do século XX, escreveu um artigo extraordinário, “Economic Possibilities for Our

Grandchildren”, no qual ponderou sobre qual seria a natureza da economia e da qualidade de vida das pessoas dali a cem anos no futuro. Como o ano de 2030 não está mais tão distante, já podemos vislumbrar alguns de seus esboços. À luz do que já ocorreu, parte do que Keynes previu parece incrivelmente visionário, mas ele também deixou de antever boa parcela do que transcorreu ao longo do século XX.

Keynes nasceu em 1883, em Cambridge, Inglaterra. Ele cresceu imerso num ambiente de rigor acadêmico, filosofia moral e ativismo social. Seu pai lecionava economia na Universidade de Cambridge numa época em que a matéria era considerada parte de um sistema mais amplo de moralidade que remontava aos primeiros pensadores e escritores, incluindo Aristóteles, da

Grécia, Cautília, da Índia, e Qin Shi Huang, da China. A mãe de Keynes,

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