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Medium 9788582600757

Capítulo 6. A Iluminação e a Acústica

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF Criptografado

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A Iluminação e a Acústica

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A LUZ

A luz é energia irradiante. Ela irradia uniformemente em todas as direções e se espalha por uma área maior conforme emana de sua fonte. À medida que se dispersa, ela também diminui em intensidade, em proporção equivalente ao quadrado de sua distância até a fonte.

À medida que se move, a luz revela aos nossos olhos as superfícies e formas dos objetos no espaço. Um objeto em seu caminho irá refleti-la, absorvê-la ou permitir que uma luz incidente o atravesse.

Iluminação

As reflexões difusas ou múltiplas ocorrem quando a luz é refletida por superfícies foscas ou não polidas.

O ângulo de incidência é igual ao ângulo de reflexão.

Os materiais opacos

A transmissão difusa ocorre bloqueiam a transmissão através de materiais translúcida luz e projetam sombras. dos, como o vidro jateado. A fonte de luz não é claramente visível.

A transmissão não difusa ocorre através de materiais claros e transparentes, como o vidro comum e alguns plásticos.

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Medium 9788582604281

Capítulo 13 - Habitabilidade dos interiores

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

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Habitabilidade dos interiores

O ar de qualidade em um ambiente interno é aquele que não tem concentrações perigosas de contaminantes aéreos, como particulados, dióxido de carbono, produtos químicos nocivos

à saúde, fumaça de tabaco, odores, umidade e contaminantes biológicos. Os contaminantes aéreos constituem uma carga sobre a edificação, com o complicador de que essa carga não se origina apenas no espaço externo: ela também pode surgir nos espaços internos.

13.01 Os contaminantes aéreos não se originam apenas fora de uma edificação: eles também surgem nos interiores.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Fontes pontuais de contaminantes

Ventilação inadequada

Fontes gerais de contaminação

Problemas típicos

Remoção na fonte

Ventilação (diluição)

Coleta na fonte

Filtragem

As melhores práticas

13.02 Abordagens para que se consiga um interior com ar de boa qualidade.

Exaustor

Entrada de ar para ventilação

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Medium 9788582601778

Capítulo 8 - Células Fotovoltaicas

Sue Roaf, Manuel Fuentes, Stephanie Thomas Grupo A PDF Criptografado

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CÉLULAS FOTOVOLTAICAS

O QUE SÃO CÉLULAS FOTOVOLTAICAS?

Células fotovoltaicas (ou solares) convertem a luz do sol direta em energia elétrica. Elas geram eletricidade em corrente contínua (CC), a qual pode:

• ser utilizada diretamente (em corrente contínua);

• ser convertida em corrente alternada (CA);

• ou ser armazenada em uma bateria, para uso posterior.

O elemento básico de um sistema solar fotovoltaico é a célula solar, feita de um material semicondutor, geralmente silício. Não há partes móveis em uma célula solar, sua operação é ambientalmente benigna e, se o dispositivo for corretamente isolado do ambiente, não há nada que irá ser desgastado com o tempo.

Como a luz do sol está universalmente disponível, os dispositivos fotovoltaicos podem fornecer eletricidade sempre que necessário. Como essa fonte de energia durará centenas de milhares de anos e é muito difícil interferir no seu fornecimento, muitos acreditam que as células fotovoltaicas (ou sistemas fotovoltaicos – FV) se tornarão a maior fonte de energia no mundo no longo prazo.

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Medium 9788582600757

Capítulo 7. Materiais de Acabamento

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF Criptografado

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Materiais de

Acabamento

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MATERIAIS DE ACABAMENTO

Os materiais de acabamento podem ser uma parte integral dos elementos de arquitetura que definem um espaço interno ou podem ser acrescentados como uma camada adicional ou cobertura a paredes, tetos e pisos previamente construídos em um recinto. Em ambos os casos, eles devem ser selecionados tendo-se o contexto da arquitetura em mente.

Juntamente com os móveis, os materiais de acabamento desempenham um papel significativo na criação da atmosfera desejada de um espaço interno. Ao se especificar os materiais de acabamento, há fatores funcionais, estéticos e econômicos a serem considerados.

Critérios funcionais

Segurança, saúde e conforto

Durabilidade no período de uso previsto

Facilidade de limpeza, manutenção e reparo

Grau necessário de resistência ao fogo

Propriedades acústicas adequadas

Critérios estéticos

• Cor, seja natural ou aplicada

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Medium 9788582605110

A Dinastia Song do Sul

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

Pequim

Dinastia jin

Kaifeng

Tibete

Nanjing

Dinastia Song

Chengdu

Suzhou

Hangzhou

Reino de Dali

Kunming

Guangzhou

Pagans

Mar da China Oriental

Khmers

12.26  A Dinastia Song na China

A DINASTIA SONG DO SUL

As dinastias mongóis jin e jurchen, ao norte, interromperam o comércio ao longo da Rota da

Seda, obrigando os song a mudar sua capital para Hangzhou, ao sul da atual Xangai. Nanjing, a antiga capital, havia sido arrasada pelos ataques dos jin. Essa mudança levou os song a abandonar um lucrativo território agrícola por uma área de montanhas, lagos e rios, imprópria para a agricultura extensiva, e eles tornaram-se dependentes do arroz importado do sudeste

Asiático. Eles criaram, então, uma vibrante rede comercial marítima que se estendia até a Índia.

Navios foram construídos, portos foram melhorados e armazéns foram edificados. À medida que as riquezas chegavam, poderosas famílias de comerciantes começaram a investir em grandes propriedades, que se destacavam por seus sofisticados jardins privativos. Um jardim em Dezhou, por exemplo, tornou-se famoso pelas suas quatro paisagens distintas. Outro tinha um lago artificial, com uma ilha que emergia dos pântanos, cercada por montanhas artificiais e pilhas de rochas, sobre a qual foi construído um palácio.

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Medium 9788582600757

Capítulo 8. Móveis e Acessórios

Francis D.K. Ching; Corky Binggeli Grupo A PDF Criptografado

8

Móveis e

Acessórios

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MÓVEIS E ACESSÓRIOS

Móveis e acessórios compõem a categoria de elementos de projeto que por definição se restringe quase que totalmente

à esfera do projeto de interiores. Ao passo que paredes, pisos, tetos, janelas e portas são definidos no projeto de arquitetura de uma edificação, a seleção e a disposição dos elementos móveis de interior – móveis, tratamentos de janelas e acessórios – são as principais tarefas da arquitetura de interiores.

Móveis e acessórios mediam a arquitetura e as pessoas.

Eles oferecem uma transição de forma e escala entre um espaço interno e o indivíduo. Os móveis e acessórios tornam os interiores habitáveis ao dar conforto e utilidade para as tarefas e atividades que executamos.

Os arquitetos de interiores geralmente diferenciam os móveis e acessórios residenciais dos comerciais. Móveis para escritórios

– sistemas de divisórias moduladas, cadeiras, escrivaninhas

– às vezes são chamados de “acessórios do contrato” nos

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Medium 9788521625858

Capítulo 8 - O Preparo das Superfícies para a Pintura

Paulo Furtado Grupo Gen PDF Criptografado

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O Preparo das

Superfícies para a Pintura

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O Preparo das Superfícies para a Pintura | 179

8.1 Introdução

Toda boa pintura está fundamentada num bom preparo da superfície do substrato.

Para muitos técnicos o preparo é a parte mais importante do processo de pintura, é condição indispensável para o seu bom desempenho.

O sucesso de um sistema de pintura (que envolve qualidade, resistência, durabilidade, proteção e beleza) depende, principalmente, do preparo adequado da superfície. É o bom preparo que vai permitir alcançar três objetivos fundamentais de uma boa pintura:

᭺ A aderência da tinta ao substrato e às camadas interiores do sistema.

᭺ A durabilidade do revestimento, o que denota sua qualidade.

᭺ O aspecto atraente do revestimento, mantido no decorrer do tempo.

Não adianta usar uma tinta de primeira qualidade se a superfície foi mal preparada. Em pouco tempo, os defeitos vão aparecer e evidenciar essa falha no processo da pintura.

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Medium 9788577805761

Capítulo 8 - Arquitetura e Edificação Romanas

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

8

Arquitetura e

Edificação Romanas

Contribuições romanas

Várias são as contribuições que, ausentes na edificação grega – embora apareçam parcialmente no helenismo –, constituem a colaboração de Roma à arquitetura ocidental. A mais importante, porém, será o fim da limitação tradicional das experiências, que traz consigo a ampliação e a pluralidade do programa construtivo romano e, consequentemente, a enorme ampliação e pluralidade do território da arquitetura romana.

Extraordinariamente complexas desde o fim das guerras púnicas e a expansão mediterrânea, a sociedade e a arquitetura romanas se confrontam com temas construtivos que não apenas revolucionam a forma de abordar a arquitetura doméstica (o palácio e a casa), mas também multiplicam os conteúdos de lazer e funcionais que a arquitetura pública deve enfrentar, englobando o território da edificação e dele se apropriando. Termas e basílicas; teatros, anfiteatros e circos; cisternas, aquedutos, pontes e construções utilitárias de todo tipo vão ser incorporados, aos poucos, ao campo da arquitetura.

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Medium 9788577809653

Capítulo 6 - Economia criativa, inovação e clusters urbanos

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

A capacidade de inovação atual se dá em ambientes de competitividade, cooperação, compartilhamento e prosperidade. A economia do conhecimento, um sistema de mobilidade inteligente, ambientes inovadores/criativos, capital humano de talento, habitação acessível e diversificada para todos, e sistemas inteligentes e integrados de governo (transporte, energia, saúde, segurança pública e educação) constroem cidades mais inovadoras e interessantes.

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ECONOMIA CRIATIVA,

INOVAÇÃO E CLUSTERS

URBANOS

Praticamente esquecidos até a década de 1980, os distritos industriais de Alfred

Marshall foram resgatados na tentativa de reproduzir as condições de sucesso dos distritos industriais italianos, estruturas extremamente dinâmicas na região da

Emilia-Romagna, Vêneto e Lombardia, que passou a ser chamada de Terceira Itália.

Segundo Marshall (1890 apud Simmie, 2001), os distritos industriais são uma aglomeração geográfica de empresas do mesmo ramo ou de ramos similares, em que há concentração de mão de obra especializada, fornecedores e serviços, e onde inovações são continuamente produzidas. Segundo o autor, o que define essa concentração geográfica é a presença de um mercado de trabalho fortalecido, da transmissão de conhecimento e tecnologia, e de consumidores e fornecedores localizados no mesmo lugar.

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Medium 9788582605110

O Reino de Cuche (Núbia)

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Á frica

Mastaba de granito

Esca

alha da t

da d

ireto

na rocha

4.40  Vista das tumbas de Napata

0

25 m

4.39  Corte e planta de uma tumba real típica de Napata, perto de Kuraymah, Sudão

O REINO DE CUCHE (NÚBIA)

O Egito tinha apenas um principal produto de exportação – cereais –; assim, quando os gregos se tornaram mais autoconfiantes, a economia egípcia começou a fraquejar. Ela também não tinha metais, e, no final, o Egito se tornou uma vítima da Idade do Ferro. Os egípcios não somente foram conquistados pelos distantes assírios, babilônicos, persas, gregos e romanos, como, por certo período, foram dominados até pelos núbios que haviam sido violentamente subjugados pelos egípcios durante séculos. Como consequência da expansão das dinastias do Novo Império egípcio na Núbia, esses povos subjugados haviam adotado a religião, a cultura e os armamentos egípcios. Os cuchitas (ou núbios) serviam como mercenários muito apreciados no exército egípcio, adoravam os deuses egípcios e construíram pirâmides onde sepultavam seus governantes.

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Medium 9788521625858

Capítulo 11 - Secagem

Paulo Furtado Grupo Gen PDF Criptografado

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Secagem

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Secagem | 249

11.1 Introdução

Imediatamente após a aplicação da tinta, tem início o processo de transformação da película úmida em película seca. Os mecanismos dessa transformação foram analisados na Seção 3.3.3. O dispersante

− água nas tintas à base de emulsão (PVA e acrílicas) e mistura de solventes com resinas (tintas a óleo e alquídicas) − começa a se evaporar de maneira mais ou menos lenta. A evaporação acarreta uma redução substancial da massa, do volume e da espessura da película úmida da tinta. Restará sobre a superfície pintada apenas o material não volátil da tinta, que irá se agregar para manter a continuidade da película, podendo ou não sofrer reações químicas para se transformar na película sólida com suas características.

Na aplicação, a massa líquida da tinta é fragmentada pelo esforço cortante (do pincel, trincha, rolo e mesmo do fluxo de ar comprimido de uma pistola de pintura), que reduz a tinta a uma miríade de gotículas sobre a superfície. Logo após a aplicação, cessa o esforço cortante e a tinta gelatiniza, aglomerando as partículas/gotículas dispersas para formar a película úmida. Esta não vai mais escorrer e não permite mudanças na distribuição dos sólidos no interior da película líquida resultante.

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Medium 9788582605110

Eugène-Emmanuel Viollet-Le-Duc

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1800 d.C.

16.83  Oriel Chambers, Liverpool,

Inglaterra

EUGÈNE-EMMANUEL

VIOLLET-LE-DUC

Por volta de meados do século XIX, houve a rápida expansão da classe média, o fim temporário da influência da pequena nobreza fundiária e o surgimento de uma classe profissional.

A Sociedade Geológica atualizou seus quadros, antes compostos por “interessados” da pequena nobreza, e passou a fundar-se no mérito e nas realizações acadêmicas para a qualificação dos futuros membros. A ideia de que os fósseis haviam sido colocados no solo por Deus – ainda plausível na década de 1830 – já não era aceita em 1850.

A arquitetura passava por uma revolução semelhante, liderada por uma geração de teóricos que incluía Eugène Emmanuel Viollet-Ie-Duc (1814–1879) na França, Gottfried Semper

(1803–1879) na Alemanha, e John Ruskin (1819–

1900) na Inglaterra. Apesar de diferentes sob muitos aspectos, cada um deles tentou repensar os princípios do racionalismo e da tecnologia e, ao mesmo tempo, escreveu. Stones of Venice

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Medium 9788577805815

Capítulo 8 - Coberturas e Claraboias

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

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Coberturas e Claraboias

Deixamos para o final a área do edifício onde a integração fotovoltaica é mais usual: a cobertura. Frequentemente considerada como a quinta fachada, o pavimento de cobertura pode ser mais do que uma mera vedação estanque ou um pavimento técnico no qual se acumulam os equipamentos mecânicos e elétricos do interior do edifício.

As soluções de cobertura podem ser categorizadas em dois grupos, que requerem distintas respostas de integração fotovoltaica. De um lado estão as coberturas cegas – que podemos subdividir em planas e inclinadas –, às quais os módulos podem ser integrados como um revestimento adicional ou um componente intrínseco do sistema de vedação. Do outro lado estão as coberturas envidraçadas

– tanto na versão de tamanho grande (átrios) como na versão menor

(claraboias) –, que devem responder às exigências simultâneas de transparência e de estanqueidade. Um tipo secundário de cobertura envidraçada são as pérgolas externas (Figura 8.1).

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Medium 9788521632351

29 Pa tologias em Pisos Industriais de Concreto Revestidos por Argamassa de Alta Resistência ou por Revestimento de Alto Desempenho

Luiz Alfredo Falcão Bauer Grupo Gen ePub Criptografado

Prof. Eng.o Roberto José Falcão Bauer • Prof. Eng.o Maurício Marques Resende

29.1 Introdução

29.2 Pisos de Alta Resistência

29.3 Revestimento de Alto Desempenho (RAD)

29.4 Principais Patologias em Pisos de Argamassa de Alta Resistência

29.4.1 Fissuras

29.4.2 Placas Trincadas

29.4.3 Desnível entre Placas (Degrau nas Juntas)

29.4.4 Deficiência na Selagem das Juntas

29.4.5 Bombeamento

29.4.6 Placas Bailarinas

29.4.7 Esborcinamento de Juntas

29.4.8 Esmagamento

29.4.9 Desgaste

29.4.10 Desagregação

29.4.11 Descolamento

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Medium 9788582604304

Capítulo 6 - Materiais de construção

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

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Materiais de construção

Arthur Lyons com AHR Arquitetos (antiga Aedas)

O Dr. Arthur Lyons escreve sobre arquitetura e materiais de construção; recentemente se aposentou da

Leicester School of Architecture, Faculty of Art and Design, De Montfort University, Leicester, Reino

Unido. Ele atualmente é pesquisador visitante honorário dessa universidade. A AHR Architects é uma firma interdisciplinar de consultoria em projeto e construção

PONTO-CHAVE:

• Os padrões e as especificações mudam constantemente; sempre consulte as normas técnicas correntes e os detalhes fornecidos pelos fabricantes

Conteúdo

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Introdução

Aço

Madeira

Tijolos e blocos

Concreto

Alumínio

Revestimentos de coberturas e de fachadas

Vidro

Materiais cerâmicos

Pedra natural e artificial

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