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Medium 9788582605110

A Odoi de Kyoto e Shimabara

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

15.51  Fac‑símile de xilogravura de Tobei Kamei: bairro de gueixas de Shimabara,

Kyoto, Japão

A ODOI DE KYOTO E SHIMABARA

Uma guerra civil de 10 anos (1467–1677) entre vários lordes terminou em um impasse, mas deixou Kyoto abandonada e destruída. Quando ela terminou, um novo xogunato foi estabelecido e inaugurado por alguns dos mais famosos xóguns

(comandantes militares) do Japão – Oda Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu.

O período de paz que se seguiu foi de rápida reconstrução, consolidação militar e desenvolvimento econômico, permitindo a prosperidade dos ofícios e do comércio, em particular na

China. Os holandeses e portugueses também estabeleceram portos comerciais no Japão, embora os navios chineses tivessem prioridade, pois o comércio de prata estabelecido com os mercadores europeus era culpado pela instabilidade que ameaçou a China dos ming. A visão xógum da sociedade japonesa, assim como a da China dos qing, era, portanto, hostil às ambições liberais do novo mundo mercantil, e sua resposta foi o endurecimento das limitações impostas pelo código

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 11 - Casa de Yarrawonga

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 11

CASA DE YARRAWONGA

ARQUITETO

Felix Riedweg Architect, RAIA

PROPRIETÁRIOS ORIGINAIS

F. e F. Riedweg, Architect, 1990

LOCALIZAÇÃO

Townsville, Austrália, 19° S, 147° L, 30 m acima do nível do mar

CLIMA

Litorâneo, úmido e tropical

ÁREA

450 m² (incluindo os 180 m² da varanda)

EC 11.1

A Casa de Yarrawonga.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Orientação solar • Sombreamento • Ventilação cruzada • Resistência a furacões

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

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Mês

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TC

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Temperatura (em graus Celsius)

Radiação solar (kW/m²/mês)

A casa foi construída em 1990, nas encostas íngremes de Castle Hill, com vistas para os bairros de North Ward e Cleveland Bay, com a Magnetic Island à distância. Localiza-se a cerca de 3 km do centro de Townsville, a capital de North

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Medium 9788582605110

O Túmulo de Teodorico, o Grande

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

Burgúndios

Ostrogodos

Visigodos

Vândalos

Mar Mediterrâneo

8.57  Os territórios dos ostrogodos, burgúndios e visigodos

O TÚMULO DE TEODORICO,

O GRANDE

Os ostrogodos, uma tribo das estepes russas, haviam entrado na Europa e se estabelecido no

Norte da Itália. Eles fundaram um estado relativamente efêmero sob o reino de Teodorico, o

Grande (454–526 d.C.). Seu território abarcou, em sua máxima extensão, a Itália e os Bálcãs; e a capital era Ravena. Em 402 d.C., Ravena havia se tornado a capital do Império Romano do

Ocidente. A transferência foi feita por motivos de defesa: a cidade era circundada por pântanos e charcos. Mesmo com a mudança, não foi possível conter os germanos, que tomaram a cidade, o que levou o imperador bizantino Zênon a convidar Teodorico a conquistar a Itália. Contudo, uma vez no poder, Teodorico fundou seu próprio reino e trabalhou diligentemente para resgatar ao máximo a cultura e a estadística romanas.

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Medium 9788582605110

O Palácio de Potala

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C. do poder espiritual e político do mundo budista.

Esse era o Palácio de Potala, um vasto e majestoso palácio e mausoléu, com uma localização espetacular: uma colina no meio do Vale de Lhasa, a “cidade proibida” do Tibete.

O Rio Lhasa é um afluente do Tsangpo, que se torna o Brahmaputra ao girar para o sul, ao redor dos Himalaias, e ingressar na Índia. A uma altura de 130 metros em relação ao vale, encontram-se dois afloramentos rochosos íngremes sobre o leito alargado do rio, em um desfiladeiro.

No maior e mais alto deles, conhecido como Colina Vermelha, encontra-se o Palácio de Potala, com 360 metros de comprimento e 110 de largura, atingindo a altura máxima de 170 metros.

Sua orientação é leste-oeste, com a frente voltada para o sul (Hemisfério Norte), na direção da cidade interna. O cenário é deslumbrante. Uma grande cordilheira denteada forma uma cavidade extremamente alta. O afloramento rochoso e o

Rio Lhasa, muito caudaloso, estão no centro do que parece ser, literalmente, o teto do mundo.

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Medium 9788582605110

Isfahan

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

14.71  Gol Gumbaz, Bijapur, Índia

Os quatro minaretes das quinas definem um campo espacial com o dobro da altura da parte principal do edifício. No centro dele ergue-se a cúpula com seus próprios minaretes em miniatura nos cantos. O túmulo de Ibrahim II, a leste, encontra-se no limite do conjunto. Embora possua sete arcos de cada lado, com um ritmo variável de larguras, ele em geral harmoniza-se com a mesquita.

O prédio mais incomum de Bijapur é o Gol

Gumbaz, o maior edifício de um só recinto já construído. Trata-se de uma sepultura que o sucessor de Ibrahim II, Muhammad Adil Shah

(que reinou entre 1627 e 1657), construiu para si próprio. Oito arcos ogivais que se interceptam e nascem da rotação de dois quadrados sustentam uma plataforma redonda e a gigantesca cúpula hemisférica. Construída com fiadas de tijolos assentados na horizontal e com espessas camadas de argamassa de cal, a cúpula tem 3,5 metros de espessura em sua base. Ela possui seis pequenas aberturas e uma seção chata no topo. Suas paredes de apoio são, em sua maior parte, lisas e sem adornos. A entrada principal está a oeste, e há um nicho desocupado na parede leste. No meio, logo abaixo das interseções dos arcos, há uma plataforma simples com os túmulos de

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Medium 9788521625278

Apêndice A - Tabelas de Equivalência

MARTLAND, Carl D. Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

A

Tabelas de Equivalência

Resumo

Martland Apêndice A.indd 389

10/9/2013 14:54:45

Martland Apêndice A.indd 390

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0,9705

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0,9004

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0,8874

0,8360

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0,8121

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Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

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Taxa de Desconto:

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Taxa de Desconto:

[P/F,i%,N]

0,1770

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[A/P,i%,N]

0,1725

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0,0610

0,0471

0,0387

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 22 - Casa/Pavilhão Solar da Tunísia

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 22

CASA/PAVILHÃO SOLAR DA TUNÍSIA

PROJETISTAS

National School for Engineers

(Escola Nacional de Engenheiros)

CLIENTE

Casa-protótipo

LOCALIZAÇÃO

Túnis, Tunísia

CLIMA

Bastante quente

ÁREA

66 m²

EC 22.1

A Casa/Pavilhão Solar da Tunísia.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Orientação • Terreno em declive • Massa térmica • Forma aerodinâmica • Elementos sombreadores

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

A Casa Solar da Tunísia, construída pela National School for Engineers, explora o uso de um elemento de aquecimento natural e de uma parede de Trombe, entre outras características, em unidades idênticas e adjacentes, cada qual com

66 m² de área. Essas unidades são monitoradas em comparações lado a lado, por longos períodos de tempo, com uma registradora de dados de 48 canais que registra as temperaturas externas de hora em hora. As temperaturas das superfícies e do ar do interior, assim como as temperaturas nas interfaces dos materiais dentro das paredes, fornecem outros dados sobre os efeitos que as características de sustentabilidade exercem sobre as unidades.

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Medium 9788577805815

Conclusões

Niura M. Chivelet Grupo A PDF Criptografado

Conclusões

Nos capítulos anteriores foram revisados os fundamentos da energia solar fotovoltaica e as distintas tecnologias existentes, bem como os critérios de geração elétrica que devem estar presentes no projeto de uma instalação fotovoltaica integrada a uma edificação.

A orientação e a inclinação dos painéis fotovoltaicos determinam a irradiância que eles recebem, a qual é o parâmetro mais significativo na produção elétrica. Em geral, um módulo fotovoltaico orientado para o equador geográfico (sul no hemisfério norte, norte no hemisfério sul) e inclinado alguns graus a menos do que o valor da latitude local produz a máxima geração elétrica em termos anuais. A margem de ângulos que permitem uma insolação suficiente do módulo é determinada sobretudo pela latitude do lugar. Assim, as fachadas verticais orientadas para o norte apresentam perdas, com relação ao valor máximo, de aproximadamente

33% em Porto Alegre (30°1” S), enquanto superam 55% em Recife (8°3” S). Por outro lado, as inclinações de até 15° mantêm as perdas inferiores a 20% em Porto Alegre, 12% no Rio de Janeiro

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Medium 9788582605110

O Palácio Norte de Masada

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

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6.63  Planta e elevação do Palácio Norte de Masada

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6.62  Palácio Norte de Masada, Israel

O PALÁCIO NORTE DE MASADA

Outro notável exemplo da arquitetura romana é o

Palácio de Herodes (30–20 a.C.) em Masada, uma cidade-fortaleza construída no topo de uma montanha que domina a costa do Mar Morto, no Deserto da Judeia, 20 quilômetros a sudeste de Jerusalém. Esse palácio sintetiza os princípios de projetos romanos e helenísticos. A principal zona residencial se localiza no cume da acrópole, enquanto o resto do prédio desce pela escarpada encosta norte, em um belo exemplo de virtuosismo entre a arquitetura e a natureza. No terraço superior, os cômodos se agrupavam em torno de um grande salão que se abria para um pavilhão com galeria semicircular, oferecendo uma bela vista da encosta praticamente vertical da montanha.

Degraus conduziam até o terraço intermediário, dominado por uma rotunda, que talvez fosse uma sala de jantar. Atrás dela, escavados na face da rocha, havia uma biblioteca e um cômodo fechado, possivelmente uma tesouraria. Abaixo havia outro terraço, com um salão hipostilo, e um conjunto de banhos. Herodes construiu diversas outras edificações espetaculares.

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Medium 9788577805761

Capítulo 29 - Ruptura e Destruição dos Modelos Universais

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

29

Ruptura e Destruição dos Modelos Universais

A ruptura dos modelos universais

No Capítulo 23, afirmávamos que as mudanças culturais e científicas do início do século XX puseram por terra a confiança no progresso infinito que havia no século anterior e iniciaram uma nova etapa na cultura e na arquitetura, a qual, por sua vez, foi capaz de criar novos modelos universais. De maneira análoga, as mudanças culturais e científicas por trás da crise da modernidade vão resultar na ruptura desses modelos, bem como na sua destruição teórica no fim da década de 1980.

É quando a Queda do Muro de Berlim, em novembro de 1989, representa, simbolicamente, o fim da utopia marxista e da dinâmica dos blocos capitalista e socialista que havia regido o mundo desde o fim da Segunda Guerra Mundial, iniciando uma nova etapa, cuja incerteza se reflete nas propostas socioeconômicas, culturais, científicas e arquitetônicas de então.

Sabemos que em todos os momentos históricos a manifestação arquitetônica está vinculada ao pensamento matemático e científico. No final do século XX, as diferentes ciências da complexidade (a percolação, a geometria dos fractais, a estocástica e a probabilística) propõem de modo explícito a ruptura dos modelos universais de conhecimento.

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Medium 9788582600795

Capítulo 3 - Liderança e Comunicação

Douglas Farr Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Liderança e Comunicação

Tópicos de discussão do LEED para o urbanismo sustentável

Jim Hackler, ex-diretor do LEED para Moradias do USGBC e do programa

EarthCraft House de Atlanta, e Irina Woelfle, do IWPR Group

Ideias complexas como o urbanismo sustentável são particularmente difíceis de transmitir nesta era de frases prontas e déficits de atenção. Porém, a indústria da comunicação tem ideias que podem ser utilizadas para transmitir uma mensagem clara. Os desafios e as oportunidades são muitos. O urbanismo sustentável

é relevante para muitas tendências diferentes e acontecimentos atuais: mudanças climáticas, qualidade de vida, meio ambiente, setor da construção, redução de tributos, etc.

Profissionais da comunicação desenvolveram métodos para enfrentar esses desafios:

• Defina a sua missão. Decida quem você é e quais são os seus objetivos.

• Defina o público. Pessoas influentes? Parceiros? Possíveis parceiros? Clientes?

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Medium 9788582605110

Henry Hobson Richardson

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1900 d.C.

Casa paroquial

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Igreja

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0

17.51  Trinity Church, Boston

HENRY HOBSON RICHARDSON

No final da década de 1830, o Neogrego sem dúvida havia se tornado o estilo nacional adotado nos Estados Unidos, e assim permaneceu até a Guerra Civil. A simplicidade, a coerência ideológica e a facilidade com que os carpinteiros locais podiam copiar suas formas em tijolo e madeira contribuíram bastante para seu sucesso.

O estilo não sofria muita concorrência do estilo

Neogótico, que, ao contrário da Europa, não possuía muitos representantes de destaque no país. O resultado foi um movimento fluido do estilo Neogrego na direção de um estilo francês conhecido como Segundo Império, com sua

ênfase compositiva em pavilhões verticais e na ornamentação derivada das formas clássicas.

Esse estilo continuou a ser uma subcorrente importante durante um bom tempo após o advento do Modernismo. Entretanto, nas décadas de 1880 e 1890, um grupo de arquitetos começou a traçar seu próprio caminho, trazendo à tona ideias latentes sobre o pitoresco, enquanto tentava combinar essa estética às necessidades da classe mercantil. Esses arquitetos eram

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Medium 9788582605110

O Salão Caitya de Karli

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

0

30 m

7.53  Corte longitudinal do Salão Caitya de Karli, Maharashtra, Índia

O SALÃO CAITYA DE KARLI

No século III d.C, salões caitya estavam sendo construídos em diversos locais da Índia. Um dos maiores e mais imponentes foi feito em 120 d.C. em Karli, no Planalto Deccan, a oeste. Com cerca de 40 metros de profundidade e 12 de largura, a caverna-santuário de Karli tem uma entrada recuada, com anteparos de pedra perfurados, indicando que originalmente uma construção maior de madeira fora agregada para completar o edifício. Pouco depois do anteparo, à esquerda, há um grande pilar esculpido na mesma matriz de rocha que o resto da gruta. A parede de fundo do pórtico de entrada exibe uma série de elementos construtivos repetidos, arcos em forma de ferradura apoiados em um plinto composto por elefantes em tamanho natural, como se eles sustentassem o peso da superestrutura.

O painel central da entrada da caverna é formado por diversos painéis com casais de homens e mulheres chamados maithuna, abraçando-se afetuosamente, com claros toques de sensualidade. Conforme uma fonte, “os casais maithuna representam a noção da reintegração do indivíduo ao Princípio Universal”. Os painéis da entrada também mostram bodhisattvas, mas esses foram esculpidos no final do século V d.C., quando a iconografia foi “modernizada”.

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Medium 9788577807017

Apêndice: Programas de necessidades e espaços de intervenção

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

PROGRAMAS DE NECESSIDADES e ESPAÇOS DE INTERVENÇÃO

180 | Apêndice

Programas de Necessidades

PROGRAMAS DE

NECESSIDADES

1A, 1B, 1C: 150 m2

2A, 2B, 2C, 2S: 250 m2

3A, 3B, 3C: 400 m2

• Os Programas de Necessidades 1A, 1B e 1C devem ser utilizados com os Espaços de

Intervenção 1A, 1B e 1C, que têm cerca de 150 m2; mas eles podem ser usados em qualquer combinação (trocados entre si), o que nos oferece nove exercícios de projeto com espaços de tamanho similar.

• Os Programas de Necessidades 2A, 2B, 2C e 2S devem ser utilizados com os Espaços de Intervenção 2A, 2B, 2C e 2S, cada um com cerca de 250 m2. Estes também podem ser usados em qualquer combinação, possibilitando 16 exercícios de projeto com área similar. O “S” se refere à sample, amostra em inglês, pois o programa de necessidades

2S e o espaço de intervenção 2S são as amostras ou demonstrações mencionadas ao longo do texto.

• Os Programas de Necessidades 3A, 3B e 3C devem ser utilizados com os Espaços de

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Medium 9788540701908

Capítulo 6 - Desenhos de Vistas Múltiplas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

6

Desenhos de Vistas

Múltiplas

Os desenhos de vistas múltiplas compreendem tipos de desenho conhecidos como plantas, elevações e cortes. Cada um deles é a projeção ortogonal de um aspecto particular de objetos ou construções. Estas vistas ortogonais são abstratas, uma vez que não correspondem à realidade ótica. Elas são um modo conceitual de representação, baseado mais no que sabemos a respeito de alguma coisa e menos no que

é visto a partir de determinado ponto no espaço. Não há referência ao observador, mas, se houver, os olhos do espectador estarão a uma distância infinitamente grande.

Na projeção ortográfica ou ortogonal, as linhas de projeção encontram o plano do desenho em ângulos retos. Portanto, uma projeção ortogonal de qualquer característica ou elemento que seja paralela ao plano do desenho se mantém verdadeira em tamanho, formato e configuração. Isso traz a principal vantagem dos desenhos de vistas múltiplas: a possibilidade de posicionar os pontos de modo preciso, estimar o comprimento e a inclinação de retas e descrever o formato e a extensão de planos.

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