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Medium 9788577809653

Cluster Urbano | 22@ Barcelona

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

CLUSTER URBANO I

22@ BARCELONA

As metas estipuladas pela agência 22@BCN são ambiciosas.

Os recentes processos de reestruturação produtiva de territórios industriais em transformação e as novas possibilidades geradas por projetos de inovação urbana e econômica, que se baseiam em atividades produtivas locais, como estratégias de regeneração urbana em cidades “pós-industriais”, encontram sua expressão de maior escala na experiência do projeto urbano 22@Barcelona.

O projeto 22@Barcelona prevê a transformação do antigo distrito industrial do

Poblenou, localizado na região central de Barcelona. A origem histórica desse bairro foi a expansão da cidade durante os séculos 18 e 19, período que o concretizou como uma zona industrial baseada, primeiramente, no setor têxtil. Sua conversão em uma zona espacialmente atrativa para a implantação de novas atividades econômicas, como serviços avançados, novas tecnologias e gestão do conhecimento, se tornou a nova meta de desenvolvimento local da cidade.

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Medium 9788521632511

8 - FORMATOS DE APRESENTAÇÃO

YEE, Rendow Grupo Gen PDF Criptografado

2a Prova gráfica

Obra: Yee

Edição: 1a

Cap.: 008

Págs.: 75

Operador: algo +

Revisor:

Data: 11/07/2016

8

Formatos de

Apresentação

FUNDAMENTOS ................................ 377

APLICAÇÕES...................................... 388

Um conjunto bem montado de desenhos de apresentação com o objetivo de comunicação gráfica possui valor inestimável nas relações arquiteto-cliente ou projetista-cliente. Uma apresentação de desenhos arquitetônicos normalmente inclui diagramas ou croquis conceituais, uma planta de implantação, plantas baixas, fachadas externas, cortes do terreno, cortes da construção, desenhos em projeção axonométrica, desenhos em projeção oblíqua e perspectivas. O estágio inicial do processo desenho-projeto envolve diagramas e desenhos conceituais. À medida que o conceito do projeto evolui, mais métodos formais de apresentação se tornam necessários. Esses formatos de apresentação, com abordagens convencionais ou avançadas, devem transmitir as ideias de modo eficiente para o público-alvo.

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 19 - Pen-y-Llyn

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 19

PEN-Y-LLYN

ARQUITETO

Christopher Day, reforma, 1975–1977

LOCALIZAÇÃO

Pembrokeshire, País de Gales, Reino Unido;

51° N, 4° O; pouco menos de 10 m acima do nível do mar

CLIMA

Temperado e litorâneo

ÁREA

103 m²

EC 19.1

Pen-y-Llyn.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Construída pelos proprietários • Materiais de segunda mão • Sistema solar térmico e energia eólica

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

250

25

200

20

150

15

100

10

50

5

Temperatura (em graus Celsius)

Radiação solar (kW/m²/mês)

Quando o arquiteto adquiriu Pen-y-Llyn, em 1975, havia pouco sobre o que construir. A edificação, uma casa de campo no passado ocupada por moradores de trailers e depois abandonada por 20 anos, mal tinha paredes a partir das quais se pudesse começar o que se poderia chamar de uma reforma. Hoje, a casa vem sendo transformada para atender às necessidades variáveis da vida em família. As crianças agora são adolescentes e o arquiteto trabalha em casa.

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Medium 9788565837767

Capítulo 12. Estratégias de Organização do Espaço

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

Nessa cabana, chamada Llainfadyn, o propósito da estrutura da edificação

é organizar uma porção de espaço, identificando-o como um local para moradia. Estrutura e espaço estão em simbiose – uma relação mutuamente afetiva.

(Essa pequena cabana de operário do norte do País de Gales é analisada como um dos

Estudos de Caso no final deste livro.)

Es tr até gi as d e organização do esp aço 1

Esp aço e estr utura

“Depois de certo tempo, ele aproxima a charrete do esqueleto da nova cabana.

Olímpia pode ver que terá uma vista espetacular, com nada mais que o

Atlântico como pátio frontal... A maior parte da cabana é estruturada, e existem muitos lugares dos quais se pode ver o oceano. Olímpia começa a sonhar sobre como seria fechar tal casa completamente com janelas – como seria sempre ter luz, se sentir cercada por areia e oceano... Juntos, eles entram na cabana e transitam pelos cômodos que, neste momento, só existem na imaginação, recintos retangulares e oblongos estruturados com madeira de pinho e carvalho, formando uma casa que um dia abrigará uma família. Ela imagina como se constrói uma estrutura como essa, como alguém sabe de maneira precisa onde colocar um pilar ou uma viga, como exatamente se faz uma janela.

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Medium 9788582601013

Capítulo 13 - A Prática e a Comunicação da Arquitetura

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

13

A Prática e a Comunicação da Arquitetura

Quais São as

Responsabilidades de um Arquiteto?

Além do projeto da edificação, o arquiteto é responsável por certificar que o projeto respeita as disposições dos códigos de edificações. O arquiteto também coordena os profissionais envolvidos no projeto, no cálculo e na construção da edificação, trabalhando junto com os fiscais municipais. Ao longo desse processo, o arquiteto representa o cliente, certificando-se de que as decisões tomadas pelos vários envolvidos no projeto e na execução não comprometam os aspectos de um projeto que são importantes ao cliente.

A fim de realizar tais tarefas, o arquiteto deve se comunicar de modo claro com todas as partes envolvidas. O principal meio para isso é o uso de tipos específicos de desenhos. Nos capítulos anteriores, o desenho foi discutido em termos de seu potencial para gerar e comunicar ideias de projeto.

Este capítulo discutirá o desenho técnico como meio de transmissão de informações de arquitetura precisas para a execução de um projeto. Esses documentos permitem àqueles envolvidos com o projeto e a construção de uma edificação a comunicação por meio de uma linguagem gráfica comum que ilustra com clareza as características da edificação e a maneira pela qual ela deve ser construída.

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Medium 9788582600795

Capítulo 3 - Liderança e Comunicação

Douglas Farr Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 3

Liderança e Comunicação

Tópicos de discussão do LEED para o urbanismo sustentável

Jim Hackler, ex-diretor do LEED para Moradias do USGBC e do programa

EarthCraft House de Atlanta, e Irina Woelfle, do IWPR Group

Ideias complexas como o urbanismo sustentável são particularmente difíceis de transmitir nesta era de frases prontas e déficits de atenção. Porém, a indústria da comunicação tem ideias que podem ser utilizadas para transmitir uma mensagem clara. Os desafios e as oportunidades são muitos. O urbanismo sustentável

é relevante para muitas tendências diferentes e acontecimentos atuais: mudanças climáticas, qualidade de vida, meio ambiente, setor da construção, redução de tributos, etc.

Profissionais da comunicação desenvolveram métodos para enfrentar esses desafios:

• Defina a sua missão. Decida quem você é e quais são os seus objetivos.

• Defina o público. Pessoas influentes? Parceiros? Possíveis parceiros? Clientes?

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 9 - Casa Lim

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 9

CASA LIM

ARQUITETO

Jimmy Lim, CSL Associates

PROPRIETÁRIO

Jimmy Lim

LOCALIZAÇÃO

Taman Seputeh, Kuala Lumpur, Malásia; 3° N, 101° L, 17 m acima do nível do mar

CLIMA

Quente e úmido, tropical (o arquiteto descreve o clima como tendo duas estações: uma “quente e úmida” e outra

“quente e mais úmida”)

ÁREA

Terreno = 1.415 m², casa = 884 m²

EC 9.1

A casa Lim.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Reúso de materiais • Sem isolamento térmico • Ventilação cruzada natural • Resiliência • Sombreamento

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

Uma característica única da casa é que são feitas ampliações constantemente de forma experimental e imprevisível, muito mais a partir de pura intuição do que de projeto na prancheta. Jimmy Lim, arquiteto-residente desse habitat progressista no uso de materiais, economias de energia e gastos mínimos com mão de obra, constrói para si próprio para obter conhecimento de primeira mão dos métodos construtivos e da verdadeira natureza dos materiais. Nenhuma

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Medium 9788582600795

Capítulo 11 - O Urbanismo Sustentável de Última Geração

Douglas Farr Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 11

O Urbanismo Sustentável de Última Geração

Projetos não construídos para vazios urbanos

Dockside Green

Vitória, Colúmbia Britânica

Canadá

Resumo do projeto

Plano diretor: Busby Perkins+Will

Empreendedor: Windmill Development Group e Vancity Enterprises

Cronograma: 10 anos para construção total; a primeira fase está prevista para terminar no fim de 2007

Unidades de habitação: Aproximadamente 860

Área construída comercial: 22.600 m2 (mais 6.863 m2 de área industrial)

Área do terreno: seis hectares

Destaques e parâmetros do projeto

• Todas as 26 edificações com certificação LEED Platinum

• Economia no consumo de energia estimada em 45–55%

• Economia no consumo de água potável estimada em 65%

• Habitação subsidiada: 11%

• Usina de cogeração de energia à biomassa

• Usina de geração de energia a biodiesel

• Revitalização da indústria portuária

• Reúso ou reciclagem de pelo menos 90% dos resíduos in loco

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 5 - O Projeto Corredor Cultural: Preservação e Revitalização no Centro do Rio de Janeiro

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

O Projeto Corredor Cultural: Preservação e

Revitalização no Centro do Rio de Janeiro

Vicente del Rio e Denise de Alcantara

C

oncebido no início dos anos 1980 como o primeiro projeto de revitalização para o Centro do Rio de

Janeiro, o Corredor Cultural representa um divisor de águas no planejamento e desenvolvimento das cidades brasileiras. O projeto incluiu, em uma ação tão pioneira quanto integrada, não apenas a preservação da herança histórica e cultural da cidade, mas também a recuperação e renovação de seu patrimônio urbano e arquitetônico, paralelamente a sua revitalização social e econômica.1

Desde o momento da concepção do projeto pelo poder público municipal, o Corredor Cultural obteve total apoio de proprietários, comerciantes e da comunidade em sua área de abrangência. Sua trajetória pode ser mais bem compreendida se considerarmos os quatro aspectos fundamentais de revitalização urbana que o guiaram: a história, a memória, a preservação e a participação comunitária. Ao harmonizar modelos históricos e arquitetônicos com uma implementação estrutural e economicamente viável, o projeto evitou os exageros e a rigidez da restauração purista. Além disso, a ocupação de vazios entre as edificações foi estimulada com novas construções que reinterpretavam as estruturas históricas utilizando um vocabulário contemporâneo.

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Medium 9788577807017

Capítulo 6: O desenvolvimento de esboço de planta baixa

Mark Karlen Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6 O DESENVOLVIMENTO DO ESBOÇO

DE PLANTA BAIXA

Depois que os estudos preliminares chegam ao fim e após os organogramas produzirem uma organização espacial básica, é hora de passar para o âmago da questão e desenvolver um esboço de planta baixa que atenda às necessidades do cliente ou do usuário. É preciso ratificar, logo no início, que o processo de planejamento envolve uma série de meios-termos entre questões antagônicas. Em geral, o processo inclui a ponderação de prós e contras de várias configurações diferentes, nas quais as necessidades dos usuários raramente – ou nunca – serão totalmente atendidas. Em resumo, o projetista jamais encontrará uma solução perfeita para atender a todas as exigências do programa de necessidades.

Até os problemas relativamente simples de projeto de interiores apresentam inúmeras exigências complexas e, com frequência, conflitantes, levando o projetista a tomar várias decisões de projeto que requerem sutileza e sensibilidade. Consequentemente, o ideal é desenvolver as habilidades de planejamento espacial de maneira progressiva, passando de problemas relativamente pequenos e simples e chegando, gradualmente, a outros maiores e mais complexos. Este capítulo apresenta um processo passo a passo para o desenvolvimento de um esboço de planta baixa. A abordagem utilizada aqui estabelece uma separação entre o esboço de planta baixa e o desenvolvimento subsequente de uma planta baixa preliminar, descrito em detalhes no Capítulo 7. A distinção entre as duas etapas identifica o

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Medium 9788577805761

Capítulo 9 - A Cidade Romana

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

9

A Cidade Romana

A cidade clássica como cidade política

Para José Ortega y Gasset, “a cidade é um ensaio de parcelamento do solo que o homem faz para viver no espaço externo e voltado para o cosmos, tomando dele porções seletas e reservadas”, uma definição que se baseia na diferenciação radical entre cidade e natureza, considerando a primeira como uma criação abstrata e artificial do homem.

Por isso, a cidade por excelência é a cidade mediterrânea clássica (Figura 9.1), onde o elemento fundamental é a praça. “A urbe” – escreve Ortega – “é, antes de tudo, isto: praça, ágora, lugar para a conversa, a discussão, a eloquência, a política. A rigor, a urbe clássica não deveria ter casas, apenas as fachadas que são necessárias para fechar uma praça, cenário artificial que o animal político reserva do espaço agrícola. A cidade clássica nasce de um instinto oposto ao doméstico. Se constrói a casa para se estar nela; se funda a cidade para sair da casa e reunir-se com outros que também saíram de suas casas”.

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Medium 9788582604304

Capítulo 16 - Hospitais

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Hospitais

16

David Clarke

CI/SfB: 41

David Clarke é arquiteto com experiência no projeto de hospitais. Anteriormente membro da Nightingale

Associates, ele hoje tem sua própria empresa, Clearwell Healthcare Planning Ltd

PONTOS-CHAVE:

• Os serviços de saúde estão tentando se aproximar mais dos pacientes

• Há mais demanda por serviços de saúde básicos

• Internações cada vez mais curtas são a regra

Conteúdo

1

2

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4

5

6

Introdução

Prestação de serviços

Projeto de equipamentos hospitalares

Prestação de serviços – atividades

Serviços de apoio – terceirização

Publicações e orientações

mento de Saúde para a prestação de serviços centrais que atendem a vários serviços de saúde em uma mesma área. Da mesma forma, os serviços de esterilização (conhecidos como equipamentos centralizados), patologia e esterilização de equipamentos (CME) já são considerados como caso de descontaminação e estão sujeitos a abordagens estratégicas semelhantes por parte das Secretarias. Essa também é uma área distinta que não será discutida em detalhes neste capítulo.

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Medium 9788521625858

Capítulo 2 - Pintura

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF Criptografado

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Pintura

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Pintura | 15

2.1 Introdução

2.1.1 Primeiros conceitos

Vulgarmente chama-se de pintura qualquer aplicação de uma tinta sobre uma superfície, seja uma parede, um papel, uma tela etc.

Como a tinta é o material básico da pintura, muitas vezes os significados de tinta ou de pintura se identificam ou se entrelaçam, embora sem causar nenhuma confusão.

Não existe pintura sem tinta. Daí a razão desta estreita correspondência.

O campo de aplicação das tintas é muito amplo. Por isso nem sempre a aplicação de uma tinta sobre uma superfície resulta em uma pintura. Por exemplo, a tinta aplicada sobre papel pode ser uma simples impressão, como no caso dos jornais. Sobre um tecido, pode ser simplesmente uma estampagem. Sobre uma tela, pode significar uma obra de arte com fins estéticos, decorativos e conceituais.

2.1.2 Histórico

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Medium 9788582604366

Capítulo 8 - Representando o Contexto

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Representando o Contexto

Uma vez que projetamos e avaliamos a arquitetura em relação ao seu entorno, é importante incorporar o contexto no desenho da proposta de projeto. Em cada um dos principais sistemas de desenho, fazemos isso estendendo a linha de solo e o plano-base de modo a incluir as estruturas adjacentes e características do terreno. Além do contexto físico, devemos indicar a escala e o uso previsto para os espaços, incluindo figuras humanas (calungas) e mobiliário. Também podemos descrever a ambientação de um lugar, representando seu tipo de iluminação, as cores, as texturas dos materiais, a escala e a proporção do espaço ou os efeitos cumulativos dos detalhes.

186

PESSOAS

O observador de um desenho se relaciona com as figuras humanas (calungas) dentro dele e assim se coloca dentro da cena. Portanto, em desenhos de arquitetura e de espaços urbanos, incluímos pessoas a fim de:

• Expressar a escala de um espaço.

• Indicar o uso previsto ou a atividade de um espaço.

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Medium 9788582604281

Capítulo 15 - Energias renováveis

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Energias renováveis

A energia renovável é aquela fornecida por fontes não exauríveis, como a energia solar ou eólica. As energias renováveis contrastam com as geradas por combustíveis que estão sujeitos ao esgotamento, como petróleo, gás natural e gás de carvão, que se formaram ao longo de milhões anos e que a sociedade está consumindo em uma velocidade maior do que aquela em que estes combustíveis são produzidos. As energias renováveis também contrastam com as geradas por combustíveis poluentes que têm efeitos de longa duração, como a energia nuclear.

15.01 Fontes de energia alternativas.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Uma vez projetada uma edificação de baixo consumo energético, a atenção pode se voltar à energia renovável para satisfazer parte ou toda a necessidade de energia da edificação. É melhor tratar das energias renováveis neste momento, pois, geralmente, o custo de instalação é maior do que o da maioria das outras melhorias na eficiência da edificação, e é frequentemente mais efetivo em termos de custo tratar primeiro de todas as melhorias na eficiência da edificação. Por outro lado, os equipamentos de energias renováveis em si contêm a energia incorporada de fabricação e de processos de transporte e, por isso, representam um custo energético como uma compensação parcial à energia que produzem.

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