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Medium 9788582605110

O Modernismo

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1950 d.C.

Chandigarh, na Índia, e Islamabad, no Paquistão. Depois dessas cidades, foi criada uma série de novas capitais africanas, como Ibadan, na

Nigéria, e Dodoma, no Tanzânia.

Na América Latina, o Brasil, embora já houvesse deixado de ser colônia há mais tempo, também optou pela linguagem modernista em sua nova capital, Brasília. Até mesmo na Cuba comunista, assim como havia ocorrido nos primórdios da República Soviética, a arquitetura moderna encontrou uma voz e forma únicas.

Dessa maneira, enquanto o Modernismo era muito contestado na Europa e nos Estados

Unidos, ele foi mais rapidamente abraçado em locais tão distantes quanto Ancara (a capital da Turquia), o norte da África colonizado, a

América Latina, a Austrália, o Japão e a Índia.

Isso em parte se deu porque, nas ex-colônias, o Modernismo, com sua pretensão de universalidade, representava um caminho para a modernidade, o qual – ao contrário do Classicismo

– não estava fortemente identificado com o eurocentrismo.

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Medium 9788521625278

PARTE II - Capítulo 8 - Escolha de uma Taxa de Desconto

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

8

Escolha de uma Taxa de Desconto

O maior produtor de minério de ferro do mundo [vendeu] US$ 1 bilhão em títulos de investimento com vencimento em

2016 cotados para render 6,254%. A Companhia Vale do Rio Doce, que no último ano se tornou a primeira empresa brasileira a ganhar uma classificação de grau de investimento, emitiu a dívida para financiar a recompra de US$ 300 milhões de seus títulos a 9% devidos em 2013, reduzindo assim os custos de empréstimo da empresa.

“CVRD Issues Record Bond”, LatinFinance, 4 de fevereiro de 2006.

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 8.1 Introdução

Seção 8.2 Conceitos Financeiros Relacionados

Lucros e taxa de retorno versus valor presente líquido dos fluxos de caixa

Alavancagem

Seção 8.3 Fatores que Afetam a Taxa de Desconto

Taxa de retorno mínima aceitável (TRMA)

TRMA em função do custo da oportunidade, inflação e risco

TRMA pela perspectiva dos investidores, empreendedores, empresas e agências públicas

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Medium 9788582604700

Capítulo 16 - Como as Paisagens Construídas e as Edificações Contribuem para a Qualidade e a Conservação da Água

Marian Keeler, Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

Como as Paisagens Construídas e as

Edificações Contribuem para a Qualidade e a Conservação da Água

Jamie Phillips e Kevin Conger, CMG Landscape Architecture

Neste capítulo, discutiremos os sistemas naturais e a mudança para os ambientes urbanos. Antes de transformar nossas cidades em metrópoles efervescentes, a água configurava o continente americano em uma grande variedade de habitats, que incluíam florestas de árvores decíduas, campinas naturais, matas ripárias, pântanos e charcos. Córregos e lagos transportavam a água da chuva. Os pântanos corriam paralelamente aos oceanos, agindo como sistemas naturais de filtragem e proteções contra grandes tempestades.

A água da chuva abastecia o fluxo baseado nos córregos e se infiltrava no solo, reabastecendo os lençóis freáticos e aquíferos (Figura 16-1). jj

A bacia hidrográfica urbana: sua função

Nos Estados Unidos, todas as áreas urbanas se desenvolveram de maneira semelhante, passando de centros de transporte e

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Medium 9788582605110

As Primeiras Civilizações da América do Sul

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

2500 a .C.

Galgada

d ral

Lito eru oP

Oceano Pacífico

Caral

Rio Fortaleza

El Paraiso

Rio Pativilca

Aspero

Rio Supe

Rio Huaura

2.48  Reconstrução do volume da Pirâmide Escalonada de

Galgada, Peru

2.47  Os primeiros assentamentos peruanos

AS PRIMEIRAS CIVILIZAÇÕES

DA AMÉRICA DO SUL

Durante a Era Glacial, entre 30000 e 10000 a.C., populações nômades da China e da Mongólia cruzaram as então existentes pontes terrestres formadas pelo Estreito de Bering. Fixaram-se primeiro nas grandes planícies da América do

Norte e, então, mais ao sul, ao longo da costa do Oceano Pacífico. Em 10000 a.C., já haviam alcançado a extremidade inferior da América do Sul. (Sugeriu-se recentemente, também, que outra leva populacional poderia ter migrado da

Europa para o oeste, acompanhando a borda da plataforma de gelo do Atlântico. Essa hipótese se baseia nas semelhanças entre as pontas de flechas das duas regiões.) Em toda a América, do

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Medium 9788580550023

6. A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ E A ARQUITETURA BIZANTINA

Michael Fazio, Marian Moffett, Lawrence Wodehouse Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

A ARQUITETURA PALEOCRISTÃ

E A ARQUITETURA BIZANTINA

O

cristianismo, religião desenvolvida pelos seguidores de Jesus de Nazaré, surgiu como uma seita reformista do judaísmo, cujos membros acreditavam que Jesus era o messias prometido. Durante os três séculos seguintes à morte de Jesus, a religião desenvolveu-se em uma igreja organizada por uma hierarquia de bispos e clero. A primeira manifestação de suas crenças

é encontrada no Concílio de Niceia (325 d.C., com revisões posteriores), ainda utilizado pela Igreja Ortodoxa do

Oriente, pela Igreja Católica Romana e por algumas denominações protestantes:

Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso; Criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis; e em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, gerado do Pai antes de todos os mundos; Deus de Deus, Luz da

Luz, verdadeiro Deus do verdadeiro Deus; Gerado, não feito; Tendo a mesma substância do Pai, por quem todas as coisas foram feitas; Ele, por nós, homens, e para a nossa salvação, desceu dos céus; Se encarnou pelo Espírito

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Medium 9788521632351

28 Qualidade Total na Indústria da Construção Civil

Luiz Alfredo Falcão Bauer Grupo Gen ePub Criptografado

L. A. Falcão Bauer • Prof. Dr. Ercio Thomaz

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Este capítulo tem como objetivo indicar parâmetros para que a indústria da construção civil adote a filosofia da Qualidade Total, fator preponderante para a melhoria da qualidade, otimização da produtividade, redução dos custos e, principalmente, aumento do ciclo de vida/durabilidade das obras.

Já tendo sido adotada em vários ramos da indústria, com graus variáveis de intensidade, é estranho que a construção civil, operada por engenheiros, arquitetos e outros profissionais altamente qualificados, seja uma das últimas a praticá-la para aprimorar e controlar sua produção.

A filosofia e prática da Qualidade Total intensificou-se a partir de 1920, atingindo seu ápice nos anos 1960, quando o Japão, pela sua adoção de forma quase que generalizada, tornou-se em poucos anos a segunda potência industrial do mundo.

Antes de discorrer sobre o tema, há necessidade de firmar alguns conceitos básicos sobre a normalização e a Garantia de Qualidade, já que normas técnicas e qualidade, estando intimamente ligadas, são fundamentais para a produção em condições adequadas de custos, prazos, qualidade e sustentabilidade.

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Medium 9788582605110

O Império Romano

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

200 d.C.

Tribos eslavas

Tribos germânicas

Hunos

Desertos praticamente inabitados

7.4  Rotas de comércio na Europa e na Ásia Ocidental (séculos II e III d.C.)

O IMPÉRIO ROMANO

A República Romana (509 a.C.–27 a.C.) atuava principalmente no Mar Mediterrâneo, em especial após Roma ter conquistado a Grécia em

146 a.C. Entretanto, com as Guerras da Gália e a conquista dos territórios do norte, Roma pôde combinar o comércio marítimo com o terrestre.

Embora essa talvez fosse a visão de Júlio César, o processo de fundir tudo em uma única unidade imperial (em vez de criar uma rede de principados desiguais) seria posteriormente completado por seu sucessor, o imperador César Augusto.

A combinação de império terrestre e marítimo foi a primeira em tal escala. No século II d.C., o

Império Romano se estendeu para o norte, até a

Inglaterra. Com Adriano, o Norte da África também foi incorporado. Foram feitas incursões para a Ásia Ocidental, a fim de garantir as relações comerciais com o Oriente. As fronteiras orientais do império eram definidas por cidades mais antigas, como Petra, Antióquia e Alexandria, além de cidades recém-expandidas, como Palmira e

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Medium 9788582605110

Amsterdã

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

AMSTERDÃ

Embora os Países Baixos tivessem a economia que crescia com mais rapidez na Europa na

época, tendo se tornado o centro mercantil do lmpério Espanhol, essa situação não se refletia em sua arquitetura. Por serem em grande parte calvinistas, vertente cristã que prescreve construções simples, os holandeses não construíram igrejas até conquistarem sua independência da

Espanha. Após a destruição de Antuérpia pelos espanhóis, Amsterdã, uma cidade relativamente pouco importante até 1579, rapidamente se tornou um dos principais portos internacionais da

Europa, desenvolvendo um conjunto urbano que incluía a prefeitura na Praça Dam (que hoje é o

Palácio Real), as igrejas Westerkerk e Zuiderkerk, assim como um grande número de casas nos canais encomendadas pelas principais famílias de mercadores. O poder naval holandês começou a aumentar rapidamente no final do século XVI, e os Países Baixos tornaram-se líderes do comércio global na segunda metade do século XVII. Nas conflituosas rotas oceânicas pelas quais se transportavam açúcar, escravos e especiarias, seus principais rivais foram, a princípio, os espanhóis e portugueses; depois, os ingleses, que no século

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Medium 9788582605110

A China da Dinastia Song

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1000 d.C.

Liao

Dading

Liaoyang

Xia Ocidental

Xingqing

Coreia

Dongjing (Kaifeng)

Rio Amarelo

Dinastia Sont

Reinos tibetanos

Chengdu

Japão

Lin’an (Hangzhou)

Mar da China Oriental

Quanzhou

Reino de Dali

Guangzhou

Tribos taiwanesas

Dai Viet

11.81  A China da Dinastia Song

A CHINA DA DINASTIA SONG

A Dinastia Song (960–1279) reunificou a maior parte da China propriamente dita. O período

Song se divide em duas fases: Song do Norte

(960–1127) e Song do Sul (1127–1279). A divisão foi causada pelo abandono forçado do norte da China pela corte dos song, que em 1127 foi incapaz de repelir os invasores jin. Quanto a

Chang’an, os uyghurs ajudaram a recuperar dos rebeldes a famosa capital, mas se recusaram a abandoná-la até que o imperador lhes pagasse uma enorme soma em seda. O abandono da

China setentrional foi provocado, em parte, pelas enchentes de 858 ao longo do Grande Canal, que inundaram enormes áreas de território nas Planície do Norte da China. Em 873, uma trágica quebra da colheita abalou as fundações do império e tornou-o mais dependente do que nunca do arroz importado do sudeste da Ásia.

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Medium 9788582600795

Capítulo 9 - Edificações e Infraestrutura Urbana de Alto Desempenho

Douglas Farr Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 9

Edificações e Infraestrutura

Urbana de Alto Desempenho

O impacto do planejamento no consumo de energia de uma edificação

Alan Chalifoux

O consumo de energia das edificações: Um manual

Os programas de simulação do consumo de energia de uma edificação, especialmente desenvolvidos para a modelagem deste consumo, podem simular a energia que um prédio consumirá antes que venha a ser construído. Estes resultados podem ser empregados como guia no processo de planejamento do bairro, para permitir edificações mais eficientes no consumo de energia.

O consumo de energia em uma edificação é determinado por dois tipos de cargas de calefação ou refrigeração (a quantidade de aquecimento ou resfriamento que deve ser agregada a um prédio para manter seu interior a uma temperatura razoável): as cargas internas – iluminação, pessoas, equipamentos e sistema de ventilação dentro do prédio – e as cargas externas. O efeito das cargas externas (também chamadas “cargas de pele”) é influenciado diretamente pela massa da edificação e por suas vedações (a maneira como as paredes externas, coberturas e janelas são construídas).

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Medium 9788582605110

A Estupa de Amaravati

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

200 d.C.

Império Cuchita

Sátrapas

Ocidentais

Sanchi

Ajanta

Império

Satavahana

Jaggranath

Baía de Bengala

Amaravati

Mar Arábia

7.50  O Império Satavahana, 200 a.C.–250 d.C.

A ESTUPA DE AMARAVATI

Nos séculos II e III d.C., o Sul da Ásia era dominado por duas grandes dinastias: os satavahanos, que controlavam a Índia Central e Meridional; e os cuchitas, que, embora tivessem migrado para a região há pouco tempo, acabaram dominando uma vasta área que se estendia desde a Ásia

Central até o Norte da Índia. Os cuchitas eram mongóis que emigraram para Gandara em virtude da construção da Grande Muralha da China pelos Qin. Os dois povos tinham suas raízes em comunidades comerciantes e, portanto, beneficiavam-se um do outro. Ambos eram predominantemente budistas, embora os satavahanas já testemunhassem um hinduísmo reemergente, e os cuchitas mantivessem práticas de seus credos xamanísticos mais antigos.

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Medium 9788536305523

ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

Alexandre Salvaterra Grupo A PDF Criptografado

ANTROPOMETRIA OU AS MEDIDAS DO HOMEM, DA MULHER E DA CRIANÇA

SISTEMAS DE MEDIÇÃO

São empregados numerosos equipamentos de medida na coleta de dados do tamanho do corpo e seus componentes, limitações de movimento e mensuração da força – todos necessários ao estabelecimento de relações entre o homem e a máquina e outros requisitos de design. Tais equipamentos são freqüentemente similares aos usados por engenheiros para medir máquinas ou por escultores em seu trabalho.

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• O antropômetro é similar a um gabarito de altura, disponível em vários tamanhos e com escalas com leitura direta e para cima e para baixo, para dentro e para fora.

Os maiores são usados para medir, por exemplo, a estatura e altura da cintura. Uma versão de tamanho médio

é usada para medir a altura sentado, a altura do joelho, a distâncias das nádegas aos joelhos e outros intervalos similares. Um dispositivo de tamanho menor é usado para medir características faciais, com o uso de um encosto e um apoio para a cabeça.

• Um compasso com leitura direta é utilizado para medir a largura e a profundidade do corpo. Quando de tamanho pequeno, é usado para medir partes da mão e a largura de orelhas e boca e para determinar a largura de bíceps e braços.

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Medium 9788582604281

Capítulo 9 - Vedações internas

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

9

Vedações internas

No Capítulo 7, fizemos uma distinção entre as vedações externas e as internas: vedação externa é a pele externa que está em contato direto com o exterior da edificação ou com as

áreas não climatizadas e vedação interna é a camada que está em contato com os espaços internos climatizados.

Vedações internas

Vedações externas

9.01 O fechamento interno que delimita as áreas climatizadas de um prédio.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Vulnerabilidades

Sótão

Fechamento térmico interno

Garagem

Porão

Em sótãos, por exemplo, é comum retirar ou danificar uma camada de isolamento térmico. Um sótão ou pavimento de cobertura frequentemente está sujeito a reformas, como a instalação e distribuição de cabos elétricos ou de dados, de exaustores ou sistemas fotovoltaicos ou de aquecimento solar de água. Para se fazer até mesmo um pequeno furo, às vezes é necessário retirar uma área significativa de isolamento, pois o acesso à superfície da laje ou do piso não é fácil. E, nesses casos, é comum não se reaplicar o isolante térmico. Assim, com o passar do tempo, o piso do sótão mais parece uma colcha de retalhos, com inúmeras partes expostas.

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Medium 9788582605110

Sigiriya

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sul da Á sia

SIGIRIYA

Na Ilha de Sri Lanka, em 477 d.C., Kasyapa Matanga assassinou seu pai Dhatusena e usurpou o trono. Seu irmão Mogollana contestou sua ascensão e fugiu para a Índia, a fim de reunir um exército. Assim, Kasyapa Matanga deixou a capital, Anuradhapura, e construiu para si um palácio-fortaleza fácil de defender sobre o rochedo de Sigiriya – um planalto impressionante que se eleva 370 metros sobre a planície. Quando Mogollana voltou ao Sri Lanka e derrotou

Kasyapa Matanga, em 495 d.C., reinstalou-se em

Anuradhapura, deixando que Sigiriya se tornasse um mosteiro budista, que se manteve ativo até o século XIV.

O palácio e os jardins estavam entre os mais impressionantes do mundo para aquela época.

Eles foram construídos em três níveis: sobre o rochedo gigantesco; a meia altura, numa saliência da montanha; e na planície ao redor dela. Uma engenhosa escada, entalhada na rocha, interligava os vários níveis. O nível superior, que domina a vista da paisagem, foi projetado como uma série de pavilhões, cisternas, piscinas e jardins interconectados. Poços artesianos fornecem água o ano inteiro, possibilitando a existência de todo o palácio. As estruturas do nível intermediário foram construídas ao redor de uma série de cavernas escavadas na rocha, antes ocupadas pelos monges budistas. Na base do rochedo, um imenso jardim retangular irrigado por um sistema hidráulico era protegido por fossos e baluartes.

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Medium 9788582604304

Capítulo 1 - Informações básicas para projeto e coordenação dimensional

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Informações básicas para projeto e coordenação dimensional

1

Terry Nichols e David King

Terry Nichols, Diretor, ELE, e David King, HOK Londres, Diretor de Elaboração de Projetos

PONTO-CHAVE:

• Para que a interpretação de um projeto seja clara e inequívoca, as convenções de notação devem ser respeitadas

Conteúdo

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Padrões para o registro de informações de projeto

Notações métricas

Desenhos

Conteúdo dos desenhos

Coordenação dimensional

Reprografia e tamanhos de papel

Mapas de levantamento aerofotogramétrico

Referências bibliográficas

Estudo de caso: uso do BIM para a entrega de um projeto

1 PADRÕES PARA O REGISTRO DE INFORMAÇÕES DE PROJETO

1.1 Métodos de produção

O setor da construção (arquitetura e engenharia) conta com diversos métodos para o registro e compartilhamento de informações de projeto. Embora algumas poucas firmas continuem a usar técnicas tradicionais de desenho manual, muitas têm adotado sistemas de desenho e projeto bidimensional assistido por computador (CAD 2D), e um número cada vez maior já usa sistemas de projeto baseados em objetos paramétricos tridimensionais, como o BIM (Building

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