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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 28 - Ecohouses de Pembroke Dockdock

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 28

ECOHOUSES DE PEMBROKE DOCKDOCK

ARQUITETO/PROJETISTA/PROPRIETÁRIO

Michael Howlett

LOCALIZAÇÃO

Pembroke Dock, País de Gales; 51° N e 4° O;

± 50 m acima do nível do mar

CLIMA

Temperado

ÁREA

Terreno: 260 m², casa(s): 112 m² (ocupação do terreno incluindo os telheiros de meia

água propostos)

EC 28.1

As ecohouses de Pembroke Dock.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Bons níveis de isolamento térmico nas paredes, na cobertura e nas janelas • Ganhos térmicos solares passivos • Calefação de ambientes com o uso de uma estufa a lenha de alta eficiência • Arranjo fotovoltaico com 8 kW

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

As ecohouses de Pembroke Dock são um par de casas (cada uma com 100 m²) de fardo de palha em um contexto urbano. Originalmente uma pequena aldeia de pescadores conhecida como Paterchurch, a pequena cidade de Pembroke

Dock cresceu muito a partir de 1814, com a construção de um Estaleiro da Marinha Real. É a terceira maior cidade em Pembrokeshire, depois de Haverfordwest e Milford Haven, com uma população de cerca de 9 mil habitantes. Um fator fundamental que motivou essa construção foi mostrar que é possível construir ecohouses confortáveis e de baixo custo e mudar a opinião das pessoas sobre as construções com palha e ecohouses em geral em uma típica rua de cidade pequena. Com o objetivo de agregar o aconchego e a leveza de uma edificação ecologicamente sustentável à paisagem urbana consolidada e à economia e simplicidade das moradias construídas por investidores, o projeto criou um modelo de habitação sustentável e de baixo impacto que poderia ser produzido em grande escala.

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 7 - Casas Misawa

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 7

CASAS MISAWA

CONSTRUTOR DE CASAS MODULADAS

Misawa Homes Co., Ltd.

LOCALIZAÇÃO

Japão – construídas em todo o país

CLIMA vários – construídas em todo o Japão

ÁREA

84–325 m²

EC 7.1

Elevação sul de uma casa unifamiliar Misawa no Japão (hemisfério norte).

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Conservação e geração de energia, célula de combustível • Projeto de melhoria do microclima • Materiais ecológicos •

Ventilação aprimorada • Resistente a terremotos

DESCRIÇÃO DAS CASAS E PROGRAMA DE NECESSIDADES

Misawa Homes tem uma longa tradição no desenvolvimento de produtos ecológicos, como sistemas residenciais para economia de energia. A empresa há muito tempo é líder industrial no campo de pesquisas ambientais, desenvolvendo novos materiais e as primeiras casas do mundo a serem de energia zero. Misawa Homes adota soluções de preservação ambiental que geram menos lixo, procura poupar recursos naturais, desenvolve casas de menor consumo energético, pesquisa casas com maior durabilidade e constrói comunidades residenciais onde as pessoas vivem em simbiose com a natureza. Seus esforços têm resultado, entre outras coisas, no desenvolvimento da M-Wood, que é feita de cavaco de madeira e plásticos reciclados, em novos materiais cerâmicos, em sistemas habitacionais que têm mais de um século, em casas com consumo de energia zero e na construção de comunidades residenciais sustentáveis por todo o Japão.

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Medium 9788582604281

Capítulo 8 - Espaços não climatizados

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

8

Espaços não climatizados

Espaços não climatizados são aqueles sem calefação ou resfriamento mecânicos. Pode haver uma variedade de espaços não climatizados entre as vedações externas e as internas de uma edificação. Esses espaços incluem sótãos, porões, garagens anexas, áreas de serviço, vestíbulos, casas de máquinas e depósitos.

Sótão

Closet

Garagem

Vestíbulo

Piso técnico

Porão

8.01 Espaços não climatizados.

114

Edificações Sustentáveis Ilustradas

Calor

Calor

4,4°C

21,1°C

–6,7°C

8.02 Perdas térmicas através de espaços não climatizados.

As perdas térmicas dos dutos e tubos de um espaço não climatizado frequentemente correspondem a 15% ou mais do consumo de energia com calefação e resfriamento de um prédio, mesmo que esse espaço seja isolado.

8.03 Perdas térmicas dos sistemas de distribuição do condicionamento de ar.

Isole as superfícies secundárias.

Torne a superfície estanque

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Medium 9788577809653

Capítulo 1 - As cidades se reinventam

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

1

AS CIDADES SE

REINVENTAM

Em 1930, o economista John Keynes previu que a humanidade, dali a cem anos, iria enfrentar seu problema permanente: como usar a liberdade de preocupações econômicas prementes, como ocupar o lazer que a ciência e os ganhos econômicos lhe trariam para viver bem, sábia e agradavelmente?

Agora que faltam apenas 20 anos para o cenário proposto por Keynes, talvez seja oportuno nos debruçarmos sobre a grande questão do século: o planeta urbano.

Afinal, se o século 19 foi dos impérios e o 20, das nações, este é o das cidades. E as imensas inovações que ora se anunciam ocorrerão no território urbano.

Domingo, 18 de abril de 2010, 9h30. Uma elegante jovem negra corre pela calçada limpa e com piso semipermeável, concentrada no exercício matinal na primavera de sol. Ao virar na King Street, algumas cédulas caem de seu short sem que ela perceba. Ato contínuo, o jovem loiro, aparentemente um junkie típico das metrópoles contemporâneas ricas, deixa seu banco onde lia o jornal – mobiliário urbano de design impecável –, pega as notas no chão e berra pela atenção da garota que segue em frente sem escutá-lo, iPod ligado. Fico cada vez mais atento à cena urbana. Ele põe-se a correr atrás dela e, na outra esquina, onde ela para esperando a sinalização sonora para travessia da rua após a passagem do MUNI (o moderno trem urbano), finalmente consegue abordá-la. Conversa rápida, sorrisos trocados, agradecimentos gentis. Ele adentra o café da esquina.

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Medium 9788565837767

Capítulo 5. Os Elementos que Desempenham Mais de uma Função

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

Uma janela pode ter muitas funções ao mesmo tempo na arquitetura. Ela permite a entrada ou a saída de luz em um cômodo. Ela fornece uma vista externa ou interna. Ela pode estabelecer uma relação axial, como a “mira” de um rifle apontado para algo à distância.

A formação de uma abertura cria um peitoril que pode servir de apoio para livros ou plantas.

A janela pode ser um lugar de exibição. Tudo isso sem sequer considerar seu papel no padrão do leiaute geral de uma parede.

Os elementos que desempenham mais de uma função

“Compreenda o destino de uma Coluna, do templo egípcio funerário onde as colunas são organizadas para determinar o percurso do viajante, entre o períptero dórico por meio do qual são mantidos juntos o corpo da edificação, e a basílica paleoárabe onde elas suportam o interior,

às fachadas do Renascimento onde elas se tornam um elemento que almeja à verticalidade.”

Oswald Spengler, The Decline of the West (1918),

1926, p. 166.

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Medium 9788582603345

Capítulo 1 - A observação da luz

Peter Tregenza; David Loe Grupo A PDF Criptografado

1

A observação da luz

1.1

O

s compositores sabem muito bem quais são os sons produzidos pela voz e pelos instrumentos.

Eles conhecem suas características físicas – seu alcance, o quão fácil ou difícil é cantar ou tocar uma nota em particular. Além disso, eles têm uma boa noção do efeito que a música pode

exercer nas pessoas. Poderíamos dizer o mesmo sobre atores, pintores, poetas ou qualquer outro artista.

Parte do processo para se aprender a ser criativo consiste em adquirir um vocabulário de sons, palavras, imagens, qualquer que seja o meio. Ele será a linguagem por meio da qual o artista poderá se comunicar.

Para o luminotécnico, a língua é feita de luminosidade e de cores em um espaço tridimensional; o nosso meio é a edificação construída. Entretanto, para compartilhar, ensinar e adquirir novas informações, utilizamos uma segunda língua: a palavra falada e escrita. Essa é a linguagem que usamos para chegar aos parâmetros que determinam o nosso trabalho. E, assim como os outros artistas, atribuímos significados especiais a algumas palavras; exemplos disso são: “luminosidade”, “claridade”, “cor” e “espaço”. Elas são equivalentes a “melodia”, “harmonia” e “ritmo” para os músicos.

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Medium 9788521625858

Capítulo 1 - Introdução

SILVA, Paulo Furtado da Grupo Gen PDF Criptografado

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Introdução

Furtado[001].indd 1

1/23/2014 5:12:42 PM

Furtado[001].indd 2

1/23/2014 5:12:47 PM

Introdução | 3

1.1 Sobre as necessidades humanas

Os locais onde o homem e a mulher passam a maior parte de suas vidas é a sua moradia, a escola, o escritório, a oficina ou a fábrica.

São locais onde eles buscam abrigo, proteção, conforto e ocupação vivencial, indispensáveis à sua realização pessoal.

Todo homem vem ao mundo completamente nu. E totalmente desprotegido. Seu primeiro abrigo é a sua moradia (seja casa, apartamento ou barracão). Nela encontra a proteção contra as inclemências do tempo: calor, frio, sol, chuva, granizo, neve e ventos. Sua construção exige vários e diferentes materiais. Assim são usados:

O concreto empregado em fundações, lajes, pilares e vigas;

Os cerâmicos usados em alvenarias, pisos, revestimentos etc.;

As madeiras usadas em portas, janelas, móveis etc.;

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Medium 9788521622550

CAPÍTULO 8 - Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

DEL RIO, Vicente; SIEMBIEDA, William J. Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Redesenhando Brownfields em Porto Alegre

Lineu Castello

A

pós um período de rápido desenvolvimento industrial e de acelerada urbanização na última metade do século XX, a virada para o século XXI encontrou a sociedade brasileira já plenamente consciente das consequências negativas que costumam acompanhar esses processos, e devidamente alertada quanto

à natureza finita dos recursos ambientais do país. Ainda assim, mesmo que o ritmo do crescimento tenha experimentado uma desaceleração em comparação com décadas anteriores, as cidades continuaram a crescer e, de modo centrífugo, espalhando-se em direção dos bairros da periferia – muitos dos quais marcados por acentuados níveis de pobreza. Ao mesmo tempo, a transição à democracia plena que marcou o final do século anterior trouxe em seu bojo uma preocupação mais incisiva em relação à qualidade de vida que as cidades deveriam oferecer aos seus cidadãos, dentro de um cenário econômico em que o comportamento social nas grandes cidades passou a se guiar por um consumismo cada vez mais acentuado.

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Medium 9788582601778

Capítulo 6 - Saúde e Felicidade no Lar

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

6

SAÚDE E FELICIDADE NO LAR

Há inúmeros riscos para a saúde em uma casa. Eles variam de terremotos e incêndios a envenenamento pelo metano de um fogão a gás mal ventilado. Muitos deles podem ser facilmente eliminados, uma vez reconhecidos.

Pense cuidadosamente em como projetar, não apenas em relação aos aspectos de saúde mais

óbvios, mas também para ter paz de espírito, tranquilidade e alegria em suas edificações. A mente e o corpo estão intimamente vinculados; uma pessoa relaxada, confortável e tranquila em uma casa provavelmente será mais saudável. Por exemplo, na Ecolonia de Apeldoorn, na Holanda, foram construídos grupos de casas na década de 1980 e 1990, cada um com várias características particulares de sustentabilidade. A mais popular de todas, surpreendentemente, veio a ser a casa mais silenciosa.

Isso sugere que projetar uma casa silenciosa deveria ser uma das prioridades, mas, ainda assim, este

é um ponto raramente mencionado no programa de necessidades para uma habitação sustentável.

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 6 - Casa de Hamamatsu

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 6

CASA DE HAMAMATSU

ARQUITETO

Touichi Akiyama, Land Architects Inc.,

OM Solar, 1991

PROPRIETÁRIO

Syounai

LOCALIZAÇÃO

Hamamatsu, Japão; 34° N, 137° L;

31,7 m acima do nível do mar

CLIMA

Tropical

ÁREA

201,6 m²

EC 6.1

A casa de Hamamatsu.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Sistema Solar OM • Isolamento térmico • Estanqueidade ao ar • Chaminé de aquecimento por radiação

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

As casas japonesas típicas têm grandes telhados, beirais amplos, aberturas generosas, divisores de ambientes e pisos elevados em relação ao solo. Essas também são características dos sistemas residenciais tropicais. Tais tradições estão intimamente associadas ao clima japonês de altas temperaturas e grande umidade. No entanto, o inverno no Japão nem sempre é quente. Até mesmo as partes localizadas no sul da ilha principal estão sujeitas à neve e a temperaturas negativas. O Sistema Solar OM e a construção em madeira da casa permitem regular o clima interno para um nível confortável com o passar das estações.

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Medium 9788577805761

Capítulo 13 - Lógica e Esplendor da Arquitetura Gótica

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

13

Lógica e Esplendor da

Arquitetura Gótica

Álgebra, escolástica e arquitetura

A ideia de progresso é consubstancial ao mundo ocidental, mas nela tem singular importância o papel da contribuição islâmica durante a Idade Média, de maneira tanto geral quanto particular no campo da arquitetura.

O mundo islâmico é uma estrutura social e cultural que teve de responder a diversas exigências, homogeneizando problemáticas muito diferentes que obrigavam a um determinado grau de abstração, a qual teve sua aplicação prática na álgebra – do árabe al-yabra, “a redução” –, entendida como síntese abstrata de estruturas de conhecimento.

O mundo cristão conheceu o sistema algébrico como parte do trabalho realizado em Toledo nos séculos XII e XIII, onde sábios de diversos países traduziram numerosas obras conservadas no mundo muçulmano, colocando assim à disposição do Ocidente a cultura clássica e islâmica. Sem conhecer seu processo prévio nem sua importância, para o mundo cristão medieval a álgebra é uma ciência como a gramática, a retórica ou a dialética; mas extrai dela consequências importantes através de outro sistema análogo de pensamento: a escolástica, que, buscando conciliar filosofia e teologia, estabelece toda uma teoria da abstração relacionada com a analogia do ser e sua validade epistemológica.

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Medium 9788582600511

Avançados

Chan Kou Wha; Marcelo Tuler Grupo A PDF Criptografado

Avançados

Os exercícios a seguir sugerem um grau de dificuldade Avançado. Sugerimos aqui que o leitor esteja “familiarizado” com os comandos do CAD e que já tenha construído alguns exercícios do grau Básico e Intermediário.

Algumas habilidades devem ser desenvolvidas nesta etapa:

• Elaborar desenhos em 3D

• Manipular o 3D Views

• Interpretar cadernetas com dados e informações que auxiliam na construção dos desenhos

AVANÇAD

O

• Aplicar texturas nos desenhos, tornando-os similares aos objetos

• Aplicar e combinar vários comandos em um só desenho

• Aprimorar o acabamento dos desenhos

• Desenvolver projetos com o uso do CAD

capítulo 2

Exercícios

No caso destes exercícios serem aplicados em sala de aula, sugerimos disponibilizar 5 horas/aula para a sua execução. Também sugerimos que sejam realizados em grupos de alunos.

51

Exercício 2.45

Grau de dificuldade: AVANÇADO

Área do conhecimento: EDIFICAÇÕES

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Medium 9788582601778

Estudos de Caso 27 - Ecohouse OS

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO 27

ECOHOUSE OS

ARQUITETO

Johnsen Schmaling Architects

PROPRIETÁRIOS

Robert Osborne e Vera Scekic

LOCALIZAÇÃO

Racine, Wisconsin, Estados Unidos; 42° N,

87° O; 206 m acima do nível do mar

CLIMA

Temperado

ÁREA

177 m² (área útil)

EC 27.1

A ecohouse OS.

CARACTERÍSTICAS DE SUSTENTABILIDADE

• Casa compacta, “no tamanho certo” • Resiliente a enchentes • Paisagismo responsivo ao clima (tanto a vegetação quanto os pisos externos) • Ventilação e iluminação naturais • Massa termoacumuladora • Energia geotérmica • Energia fotovoltaica

DESCRIÇÃO DA CASA E PROGRAMA DE NECESSIDADES

Localizada em um antigo bairro do centro da cidade de Racine, em Wisconsin, essa casa feita para uma jovem família demonstra como uma residência pequena e sustentável, construída com um orçamento moderado, pode se tornar um bom exemplo do Novo Urbanismo, um precursor da mudança nessa cidade industrial que tem sofrido um declínio econômico há décadas. É uma das primeiras casas com certificação de nível Platinum do LEED (Sistema de Certificação Liderança em Projetos Energéticos e Ambientais) ao norte do meio-oeste dos Estados Unidos e ocupa um terreno estreito de meio de quadra na borda do Lago Michigan, completando uma fileira de residências construídas durante o século passado.

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Medium 9788582600443

Exercício 4: Alinhamento

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 4: Alinhamento

EXERCÍCIO 4 a. A s geo m et rias d o m u n d o e d a p esso a.

Sem a casa, sua prancheta tem sua própria geometria. Tem quatro lados, é retangular, seus lados opostos são paralelos, suas quinas formam

ângulos retos, é plana e horizontal.

Sua prancheta também tem um centro, em volta do qual um círculo de lugar pode ser desenhado.

Com os dois eixos indicando os quatro pontos cardeais, sua prancheta pode ser vista como um diagrama simples do mundo.

OESTE

SUL

NORTE

LESTE

Neste exercício, utilizando a prancheta, os blocos e o(s) boneco(s) articulado(s), você irá modelar as geometrias do mundo e da pessoa. Também irá sentir algumas das restrições ou dos condicionantes que a geometria da construção impõe (isto é, transformar as obras de arquitetura em formas físicas – materiais e espaciais – reais). Seus simples blocos de construção não são materiais de construção de verdade, mas compartilham algumas características com os materiais patenteados disponíveis para a construção de edificações reais que devem se manter em pé sob a força da gravidade. A característica principal desses blocos é relativa a sua geometria: sua forma retangular

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Medium 9788582601013

Capítulo 8 - O Processo de Projeto

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

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O Processo de Projeto

Ferramentas e

Técnicas para a

Geração de Ideias

O que é o processo de projeto?

O processo de projeto não é um método. Um método implica que os resultados podem ser previstos com certo nível de precisão. Em vez disso, o processo de projeto é uma exploração. Ele é uma série de ações por meio das quais o arquiteto consegue gerar ideias com base em suas execuções. Frequentemente as ideias geradas são completamente inesperadas, e novas possibilidades podem ser vistas ao se testar ideias antigas.

O processo de projeto é algo no qual ideias rudimentares podem ser gradualmente desenvolvidas até se transformarem em complexos elementos de arquitetura. Cada ideia pode ser testada diversas vezes, por meio de diferentes meios. Cada vez que uma nova versão é feita, ela é editada de acordo com os sucessos e fracassos das versões anteriores. Para que isso dê certo, o arquiteto deve se basear em uma grande variedade de habilidades e técnicas, junto com seu impulso de criação. O processo de cada arquiteto é único; muitas vezes, cada projeto também exige a adoção de uma abordagem diferente. No entanto, em geral, o processo de projeto é não linear, uma vez que ideias similares são revisitadas nas várias etapas do processo, e é sintético, por combinar diversas técnicas de trabalho, análise e pesquisa.

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