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11.8 Guarda-corpo

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

11.6  Inversão do sentido de subida

Depois de criada, as escadas por componentes e as por croqui podem ter seu sentido de subida invertido.

Selecione a escada em planta e clique na seta que surge ao selecionar a escada (Figura 11.55).

Figura 11.55 –

Seleção da seta.

Figura 11.56 –

Escada em 3D.

Figura 11.57 –

Escada invertida.

Figura 11.58 – Resultado depois de invertida.

11.7 �Escadas de múltiplos andares

Para criar uma escada que se repita em vários pavimentos com a mesma altura, crie a escada e, em seguida, em uma vista de corte ou elevação, selecione-a e, na aba Modificar escada, clique Selecionar níveis, como mostra a

Figura 11.59.

Figura 11.59 – Aba Modificar escada > Selecionar níveis.

Em seguida, use Ctrl ou o modo de seleção crossing e selecione todos os níveis em que a escada deve se repetir, como mostra a Figura 11.60.

Figura 11.60 – Seleção dos níveis.

192

Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

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Objetivos

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Figura 13.42 – Inserção de uma Porta-Parede cortina no painel.

No exemplo seguinte, a porta foi inserida em painéis definidos pelo eixo, com medidas de acordo com as da porta.

Figura 13.43 – Inserção de uma porta Parede cortina no painel com medidas definidas para ela.

Para remover uma porta do painel, selecione-o e, então, mude o tipo da parede do painel novamente para

Envidraçado ou para qualquer outro.

!

Observação

Se houver modificação no comprimento das paredes cortina definidas com base em outra parede cortina sem o eixo ou modificação dos perfis definidos separadamente dos eixos, como vimos, NÃO haverá repetição dos padrões do eixo com os perfis da sua nova extensão. A parte estendida será apenas a da última divisão. Somente as paredes cortina criadas com estilos que possuam a definição de eixo e perfil nas propriedades têm repetição no padrão do eixo.

Figura 13.44 – Parede cortina antes da alteração das medidas.

Figura 13.45 – Após mudar o comprimento, a última divisão sofre alteração.

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13.3 Eixo cortina

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

13.3 �Eixo cortina

Aba Arquitetura > Construir > Eixo cortina cortina podemos adicionar os eixos manualmente com a ferraApós criar um painel de vidro com o tipo Parede cortina, menta Eixo cortina. cortina Os eixos serão usados como uma malha para inserir os perfis (montantes).

Figura 13.9 – Aba Arquitetura – seleção de Eixo cortina.

Depois de selecionar Eixo cortina, cortina a aba muda para Modificar | Colocar Eixo cortina; cortina na barra de status, surge a mensagem Selecione a linha do Eixo Cortina ou aresta da parede cortina para inserir o eixo. eixo Selecione uma Parede cortina para inserir o eixo pelas arestas (Figura 13.11).

Podemos selecionar uma aresta tanto na horizontal como na vertical. Se a aresta da Parede cortina for horizontal, o eixo é inserido na vertical (Figura 13.11). Se a aresta selecionada for vertical, o eixo é inserido na horizontal, ou seja, sempre perpendicularmente à aresta selecionada (Figura 13.12).

Figura 13.10 – Aba Modificar | Colocar Eixo cortina.

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Medium 9788540701908

Capítulo 8 - Perspectivas Cônicas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

8

Perspectivas Cônicas

Na verdade, uma perspectiva pode ser qualquer uma das várias técnicas gráficas para representar relações espaciais e volumétricas em uma superfície plana, como a perspectiva do tamanho ou a perspectiva aérea. Entretanto, na maior parte das vezes, o termo perspectiva traz

à mente o sistema de desenho de perspectivas cônicas ou artificiais.

A perspectiva cônica é a arte e ciência de descrever volumes e relações espaciais tridimensionais em uma superfície bidimensional por meio de linhas que convergem conforme retrocedem na profundidade do desenho. Enquanto os desenhos de vistas múltiplas e as vistas de linhas paralelas apresentam vistas mecânicas de uma realidade objetiva, as perspectivas cônicas oferecem visões sensoriais da realidade ótica.

As perspectivas cônicas representam o modo como objetos e espaços podem ser visualizados pelo espectador, que olha para uma direção específica a partir de um ponto de observação particular no espaço.

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Medium 9788577805761

Capítulo 22 - A Cidade do Século XIX

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

22

A Cidade do Século XIX

A cidade industrial

Todas as mudanças técnicas e estéticas mencionadas anteriormente acarretam um novo tipo de cidade: a cidade industrial do século XIX.

Ela será um novo tipo de cidade gerada, em primeiro lugar, por uma mudança quantitativa muito importante: o aumento demográfico.

Estabilizada até o século XVIII com aproximadamente 180 milhões de habitantes, a população europeia chega, entre 1800 e

1914, a 450 milhões, ou seja, se torna duas vezes e meia maior.

Esse aumento demográfico vem acompanhado, ao longo de todo o século XIX, de uma forte migração do campo para a cidade, e se concentra nas cidades, que multiplicam por três ou cinco vezes sua população em menos de um século, o que exige novas habitações, novos equipamentos e novos serviços urbanos. Uma situação ainda mais dramática ocorre nas cidades norte-americanas, muitas das quais passam de aldeias a metrópoles em menos de um século.

Simultaneamente, a revolução econômica leva ao desenvolvimento dos projetos industriais e das infraestruturas necessárias para a nova economia, que tendem a se concentrar nos núcleos urbanos, provocando o crescimento destes. As consequências das duas revoluções, demográfica e econômica, vêm se manifestando gradualmente ao longo do século, sem que existam, na primeira metade deste, instrumentos eficazes para disciplinar sua implementação e sua distribuição territorial. Isso multiplica as densidades urbanas, mas sem uma expansão física das cidades, ou, o que é o mesmo, com expansões interiores mediante a ocupação de vazios urbanos e a elevação das alturas edificadas.

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Capítulo 23 - Vanguardas e Experimentalismos

José Ramón Alonso Pereira Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

23

Vanguardas e

Experimentalismos

Os novos problemas e as novas respostas

Na transição da Revolução Industrial para a nossa contemporaneidade surgem novos problemas que trazem consigo respostas diferentes e únicas, cujo conjunto leva a uma desagregação dos nexos morfológicos tradicionais em todos os campos.

No início do século XX, as mudanças culturais e científicas colocam em crise a física clássica, mecanicista e determinista própria dos séculos XVIII e XIX. A teoria da relatividade de Einstein, o princípio de indeterminação de Heisenberg, a nova decomposição atômica dos corpos, a crise das geometrias euclidianas, entre outras coisas, abalam essa sensação típica do século XIX de progresso infinito e abrem uma nova etapa cultural e, por isso, arquitetônica.

Era uma época de dúvidas, mas ao mesmo tempo de afirmação de novos modelos universais, os quais abrem, na ciência, caminhos imprevistos sobre bases antimecânicas e aleatórias; que na técnica dá lugar a uma segunda e a uma terceira era da máquina que chega até a conquista do espaço; que em sociopolítica vai da decadência do Ocidente até a superestrutura para o equilíbrio mundial que é a

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12.7 Criação de mansarda

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 12.73 – Inserção de um novo vértice.

Figura 12.74 – Inserção de outros dois vértices.

Assim, podemos mover esses vértices por meio dos grips, com a opção Modificar subelementos, subelementos conforme as

Figuras 12.75 a 12.77, criando outra forma para o telhado.

Figura 12.75 – Movimentação do vértice.

Figura 12.76 – Resultado dos grips após mover os vértices.

Figura 12.77 – Resultado final.

Vamos criar linhas de divisão de águas para o telhado plano. Repita o desenho do telhado plano do exemplo anterior. Com a vista em planta no pavimento do telhado, selecione Adicionar linha divisória e crie duas linhas entre as diagonais do telhado.

Figura 12.78 – Aba Modificar | Telhados – seleção de Adicionar linha divisória.

Figura 12.79 – Telhado em planta.

Figura 12.80 – Desenho das linhas divisórias.

Selecione o vértice do centro e, com Modificar subelementos, subelementos mova três unidades, como ilustra a Figura 12.81.

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15.5 Chamadas de detalhe

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

15.5 Chamadas de detalhe

Aba Vista > Criar > Chamada de detalhe

As chamadas de detalhe de uma vista são marcas que identificam um detalhe em outra vista. Ao criar uma chamada de detalhe, o Revit gera uma vista da área do desenho selecionada em outra escala para que sejam adicionados detalhes a ela. As chamadas de detalhe podem ser criadas em vistas planas, cortes ou elevações. A vista que originou a chamada de detalhe denomina-se Referenciada e a criada chama-se Vista de chamada de detalhe. detalhe Se a vista referenciada for apagada, a chamada de detalhe também é eliminada.

Para criar uma chamada de detalhe, selecione Chamada de detalhe na aba Vista (Figura 15.98). Para criar a região do detalhe, temos duas opções: Retângulo e Croqui (Figura 15.99). A opção Croqui permite criar uma região de detalhe com as ferramentas de desenho em outros formatos. Em seguida, selecione em Propriedades o tipo

Chamada de detalhe ou Detalhe

Detalhe.

Defina a escala na barra de opções (Figura 15.100).

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Medium 9788582604915

Capítulo 7. Infraestrutura natural

Jonathan F. P. Rose Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

7

Infraestrutura natural

Biofilia e resiliência humana

A natureza tem uma maneira maravilhosa de se adaptar a mudanças climáticas e, ao mesmo tempo, mediar seus efeitos. Mas a natureza ainda proporciona outros benefícios aos humanos. Nosso desejo de estar em meio à natureza parece estar entranhado em nosso próprio ser. A palavra “biofilia” foi cunhada pelo psicólogo Erich Fromm, que a usou para descrever o elo instintivo entre seres humanos e outros sistemas vivos. O biólogo E. O. Wilson também observou que nós humanos temos “uma ânsia por nos afiliarmos a

1 outras formas de vida”. Mesmo no ambiente mais urbano, as pessoas apresentam uma necessidade arraigada de se conectarem com a natureza. E por que não? Nossa própria existência depende das dádivas da natureza: ar, água e as plantas e animais que consumimos como alimento. Há também cada vez mais evidências de que os ambientes urbanos que nos oferecem mais contato com a natureza reforçam nossa saúde cognitiva e bem-estar e aumentam nossa resiliência.

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Medium 9788536532905

15.3 Inserção de símbolos

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 15.68 – Cotas em 3D em planos diferentes.

Figura 15.69 – Desbloquear vista.

É aconselhável criar uma vista 3D isométrica somente para as cotas 3D, assim as cotas não interferem na vista.

Se utilizar cotas 3D em vários planos diferentes, crie vistas 3D para os respectivos planos. Ao destravar a vista e girar o projeto, as cotas 3D não se perdem e podem se sobrepor, gerando conflitos de cotas.

15.3  Inserção de símbolos

Aba Anotar > Símbolo > Símbolo

Símbolo.

Podemos inserir símbolos no desenho pela aba Anotar e pelo painel Símbolo

Figura 15.70 – Aba Anotar – seleção de Símbolo.

Ao selecionar Símbolo

Símbolo, surge a aba Modificar | Colocar Símbolo,

Símbolo na qual podemos selecionar um símbolo já carregado na lista em Propriedades ou carregar outro em Carregar família. família Os símbolos são famílias externas e cada símbolo é um arquivo. Na lista em Propriedades

Propriedades, note que há somente dois símbolos carregados, norte e linha de centro. Veja os símbolos na Figura 15.72.

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6.3 Aparar/Estender

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

!

Importante

Para editar um objeto, é preciso selecioná-lo antes. Os modos de seleção foram vistos no Capítulo 5, junto com paredes.

6.1 Deslocamento

É possível fazer cópias paralelas de objetos. Nesse exemplo, vamos criar várias paredes a partir de uma existente.

Escolha uma parede e, na aba Modificar | Paredes,

Paredes selecione o comando Deslocamento

Deslocamento, conforme Figura 6.4. Na barra de opções, é preciso fornecer o valor da distância da cópia paralela, no caso, 2 m. Em seguida, clique na parede que será copiada e uma linha pontilhada surge, dando a distância da cópia, como indica a Figura 6.5.

Figura 6.4 – Paredes, comando Deslocamento.

Figura 6.5 – Seleção do lado.

Figura 6.6 – Resultado de vários deslocamentos.

O lado da cópia é aquele apontado na parede. As Figuras 6.7 e 6.8 mostram a mesma parede sendo apontada pelos dois lados, gerando a linha pontilhada do deslocamento para cada um dos lados.

Figura 6.7 – Seleção do lado.

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12.3 Edição de telhados

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

A seguir, pressione o botão Editar tipo na caixa Propriedades para acionar a janela de diálogo Propriedades de tipo (Figura 12.29). Cada tipo de telhado selecionado tem suas propriedades. Os telhados são Famílias do sistema; sistema portanto, para criar outros, duplicamos um existente. Basicamente, cada tipo de telhado tem diferenças na estrutura, como se vê nas propriedades em seguida.

Figura 12.29 – Propriedades de tipo.

Construção

Estrutura: define a estrutura do telhado pela configuração de camadas. Clicando em Editar

Editar, surge a janela de diálogo da Figura 12.30, na qual podemos definir as camadas, como foi estudado em paredes. O botão Inserir permite incluir camadas e definir o tipo de cada uma delas. Por exemplo, podemos definir a camada do madeiramento e a das telhas.

Figura 12.30 – Definição da estrutura do telhado.

Espessura-padrão: espessura do telhado definida no item anterior de acordo com as espessuras das camadas.

Gráficos

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14.1 Criação de terreno pela importação de curvas do AutoCAD

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 13.42 – Inserção de uma Porta-Parede cortina no painel.

No exemplo seguinte, a porta foi inserida em painéis definidos pelo eixo, com medidas de acordo com as da porta.

Figura 13.43 – Inserção de uma porta Parede cortina no painel com medidas definidas para ela.

Para remover uma porta do painel, selecione-o e, então, mude o tipo da parede do painel novamente para

Envidraçado ou para qualquer outro.

!

Observação

Se houver modificação no comprimento das paredes cortina definidas com base em outra parede cortina sem o eixo ou modificação dos perfis definidos separadamente dos eixos, como vimos, NÃO haverá repetição dos padrões do eixo com os perfis da sua nova extensão. A parte estendida será apenas a da última divisão. Somente as paredes cortina criadas com estilos que possuam a definição de eixo e perfil nas propriedades têm repetição no padrão do eixo.

Figura 13.44 – Parede cortina antes da alteração das medidas.

Figura 13.45 – Após mudar o comprimento, a última divisão sofre alteração.

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Objetivos

Claudia Campos Netto Editora Saraiva PDF Criptografado

Figura 8.42 – Seleção do tipo/família.

No desenho, selecione Janela na aba Arquitetura e, na caixa Propriedades

Propriedades, veja a nova família (Figura 8.43).

Figura 8.43 – Nova família de janelas inserida.

A partir desse momento, os tipos de janela dessa família podem ser utilizados no projeto e também é possível criar outros a partir deles, como vimos na criação de tipos de janela. Ao salvar o arquivo de projeto, a família carregada fica com ele.

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Autodesk® Revit® Architecture 2020 – Conceitos e Aplicações

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Capítulo 2 - Critérios de Geração Fotovoltaica

Niura Martím Chivelet, Ignacio Fernandez Solla Grupo A PDF Criptografado

C APÍTULO

2

Critérios de Geração

Fotovoltaica

Introdução

Qualquer superfície da pele externa de uma edificação que esteja livre de sombras e bem orientada para o sol pode ser adequada para a instalação dos módulos fotovoltaicos. Do ponto de vista da geração de energia, a posição ideal para os sistemas fotovoltaicos interligados à rede pública corresponde à orientação norte (em latitudes

1 sul, ou seja, no hemisfério sul), com uma inclinação similar ao valor da latitude local. Para os sistemas integrados a edificações nem sempre é possível contar com essas condições, mas, ainda assim, é recomendável que os módulos recebam ao menos cerca de 80% da irradiação máxima anual local.

No projeto dos sistemas fotovoltaicos integrados a edificações entram em jogo vários fatores que interagem mutuamente: a geração fotovoltaica, a função e arquitetura, o comportamento térmico, a transmitância luminosa dos módulos e o custo. É importante se chegar a um meio-termo entre todos esses fatores e, ao mesmo tempo, cumprir exigências de segurança que afetam a instalação, tanto do ponto de vista elétrico como do arquitetônico.

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