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Medium 9788582601013

Capítulo 6 - Os Fundamentos da Arquitetura - A Ordem

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

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Os Fundamentos da

Arquitetura

A Ordem

Como a arquitetura é organizada?

Os vários espaços e funções de uma edificação se relacionam entre si por meio de princípios de organização e ordenamento.

• Os princípios de organização determinam que cômodos ficam contíguos entre si e quais ficam separados. Eles determinam o caráter público ou privado de um espaço.

• Os princípios de ordenação determinam a sequência na qual as áreas são encontradas. Eles definem a lógica pela qual as características espaciais ou as funções são distribuídas por meio da composição de uma edificação.

Essas considerações fundamentais do projeto de arquitetura produzem edificações que fazem sentido – um prédio que

é entendido de modo intuitivo à medida que nele entramos.

A disposição e a sequência dos diferentes espaços entre si determinarão quais são mais ou menos importantes. As barreiras que dividem os espaços e as aberturas que os conectam dizem a uma pessoa quais espaços podem ser entrados e quais são proibidos. Já a proximidade ou a distância dos espaços entre si determinam a relação entre as funções da edificação.

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Medium 9788582604700

Capítulo 20 - Gestão dos Resíduos e o Setor da Edificação

Marian Keeler; Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

Gestão dos Resíduos e o

Setor da Edificação

Nos Estados Unidos, a geração de resíduos sólidos municipais dobrou desde 1960 devido, em parte, ao aumento da população, mas também porque o habitante médio do país passou a produzir dois quilogramas de lixo por dia – 0,75 kg a mais do que 30 anos atrás.1

— Germany, Garbage, and the Green Dot:

Challenging the Throwaway Society, Bette K. Fishbein

Em muitos casos, a palavra “resíduo” ou “lixo” é incômoda.

Para o construtor sustentável, contudo, o resíduo não vale menos do que o aço ou a madeira; talvez ele valha ainda mais, pois não precisa ser minerado ou plantado. Resíduo significa um material que já não tem qualquer viabilidade diversa, exceto a de existir como refugo. Poderíamos falar sobre “resíduos vivos” e “resíduos mortos”. É uma pena que o resíduo útil não tenha, de fato, uma denominação própria, porque, ainda que resíduo ou lixo sejam palavras imprecisas, elas são entendidas por todas as pessoas.2

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Medium 9788582604281

Capítulo 4 - Comunidade eterreno

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Comunidade e terreno

A comunidade e o terreno em que construímos podem basear e influenciar cada aspecto da edificação que desejamos construir.

Os principais objetivos na escolha da comunidade e do terreno para a construção de edificações sustentáveis são a proteção de sítios sensíveis, a preservação de terrenos não urbanizados, a restauração e a reutilização de terrenos anteriormente urbanizados, a diminuição dos impactos na flora e na fauna, a promoção da conexão com a comunidade e a minimização dos impactos do transporte no ambiente e no consumo de energia.

Nesses objetivos estão implícitos um respeito profundo pelo que é natural e selvagem e a procura por um equilíbrio entre áreas urbanas e não urbanas, em vez de considerar as áreas naturais meramente como recursos para um assentamento humano. Ao mesmo tempo, precisamos ficar atentos à redução da poluição luminosa, à minimização dos desperdícios na construção, à gestão da água pluvial e ao controle do uso de água do terreno.

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Medium 9788582601013

Capítulo 9 - Os Materiais da Arquitetura

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

9

Os Materiais da

Arquitetura

Propriedades,

Características e

Comportamentos

Como os materiais afetam o projeto?

Os materiais são uma consideração sempre presente na arquitetura.

Eles são importantes até mesmo no início do processo de projeto. A arquitetura é uma disciplina que se baseia nas técnicas de construção, o que tem duas implicações para o projeto:

• A maneira como os materiais se comportam ao serem trabalhados pelos operários.

• A maneira como os materiais se comportam ao longo da vida da edificação.

Cada material tem diferentes propriedades, as quais requerem o emprego de diferentes técnicas durante seu uso. Alguns podem ser cortados, outros não. Alguns podem ser pulverizados, outros podem ser fundidos. Além disso, os meios pelos quais os materiais são divididos, partidos ou aquecidos variam de um tipo para o outro. Essas técnicas exigem um amplo conhecimento da construção, a fim de que se possa manipular de modo adequado um material para a criação da arquitetura. Embora o arquiteto possa ou não estar envolvido na execução de uma obra, ele deve ter conhecimentos suficientes sobre as técnicas de edificação para propor projetos viáveis.

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Medium 9788582604229

Capítulo 2 - A edificação

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

2

A EDIFICAÇÃO

2.2

2.3

2.5

2.6

2.7

2.8

2.9

2.10

2.11

2.12

2.13

2.14

2.15

2.16

2.17

2.18

2.19

2.20

2.21

2.22

2.24

2.25

2.26

2.27

2.28

2.29

2.30

A edificação

Sistemas de edificações

Códigos de edificações

Tipos de construção

Classificação por ocupação

Cargas impostas às edificações

Cargas de vento

Cargas de terremoto

Forças estruturais

O equilíbrio estrutural

Pilares

Vigas

Vãos de vigas

Treliças

Pórticos e paredes

Placas

Módulos estruturais

Vãos estruturais

Padrões estruturais

A estabilidade lateral

Edificações altas

Arcos e abóbodas

Cúpulas

Cascas

Estruturas de cabos estaiados

Membranas

Juntas e conexões

2.2

A EDIFICAÇÃO

A arquitetura e a construção não são necessariamente a mesma coisa. Durante o projeto e a construção de uma edificação, é necessário um conhecimento dos métodos de montagem de vários materiais, elementos e componentes.

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Medium 9788582601013

Capítulo 2 - Os Primórdios da Arquitetura

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

2

Os Primórdios da

Arquitetura

A História Antiga

– dos Primórdios da Humanidade ao

Renascimento

Qual foi a primeira arquitetura?

As origens da arquitetura há muito fascinam tanto seus praticantes quanto seus estudiosos. A compreensão das primeiras encarnações da arquitetura auxilia a lançar luz sobre seus motivos mais básicos. Ao observar o primeiro exemplo de edificação, podemos ver a arquitetura como uma ferramenta; é uma invenção cujo objetivo é satisfazer as necessidades mais básicas dos seres humanos: abrigo, proteção e controle sobre seu ambiente. Os primeiros exemplos de arquitetura nos ensinam o que significa habitar no sentido mais simples da palavra.

Vemos o desejo da humanidade de não apenas procurar abrigo, mas também de criar um novo ambiente de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Vemos a motivação para criar lugares – a arquitetura, mesmo em suas primeiras manifestações, é algo que se relaciona com a identidade das pessoas que a habitam; é um símbolo de laços sociais, um lugar de interação.

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Medium 9788582604281

Capítulo 10 - Zoneamento térmico e compartimentação

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Zoneamento térmico e compartimentação

O zoneamento térmico e a compartimentação ajudam a reduzir o consumo energético ao usarem camadas de proteção internas para limitar os fluxos indesejados de calor e ar dentro de uma edificação.

10.01 O zoneamento térmico exige o uso de controles de temperatura separados por áreas da edificação.

138

Edificações Sustentáveis Ilustradas

Zoneamento térmico

32°C

101

Sem zoneamento

21°C

102

Um termostato controla a temperatura em diferentes espaços. Os ganhos térmicos solares superaquecem a Sala 101.

21°C

101

Com zoneamento

21°C

O zoneamento térmico permite que diferentes áreas de um prédio tenham controles de temperatura separados e, por conseguinte, respondam melhor a preferências de temperatura individuais. Ele também permite a economia de energia, basicamente de duas maneiras:

• Evitando o superaquecimento de espaços que recebem calor de outras fontes, como ocorre quando há ganhos solares na elevação norte, taxas de ocupação muito mais elevadas

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Medium 9788582601013

Capítulo 5 - Os Fundamentos da Arquitetura - O Espaço

Francis F. K. Ching; James F. Eckler Grupo A PDF Criptografado

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Os Fundamentos da

Arquitetura

O Espaço

Templo de Kailasnath, em Ellora, próximo a Aurangabad, Índia, 600–1000 d.C.

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OS FUNDAMENTOS DA ARQUITETURA

Por que o espaço é importante para a arquitetura?

O espaço é o vazio existente entre as formas. Ele é o principal meio da arquitetura, por poder ser habitado. Além disso, na arquitetura, o espaço é cuidadosamente configurado para acomodar várias funções – ele confere propósito a uma edificação. Ele é determinado pelo programa de necessidades de uma obra de arquitetura, e é responsabilidade do arquiteto configurar espaços que possam acomodar as diversas funções de uma edificação.

Isso ocorre de diversas maneiras ao longo do processo de projeto.

A função de um espaço é facilitada por variáveis que podem ser manipuladas pelo arquiteto:

• O tamanho e a proporção de um espaço determinam as funções que ele pode acomodar ou não.

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Medium 9788582604304

Capítulo 25 - Museus, galerias de arte e espaços para exposições temporárias

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Museus, galerias de arte e espaços para exposições temporárias

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Geoffrey Matthews, com informações adicionais (estudo de caso) de Pamela Buxton

CI/Sfb:75

Geoffrey Matthews é consultor de museus. Pamela Buxton é a editora desta quinta edição do Manual do

Arquiteto

PONTOS-CHAVE:

• A flexibilidade e o potencial de expansão são prioritários

• O projeto deve facilitar a orientação dos visitantes

• As mídias digitais trazem novos desafios e oportunidades

uma ampla variedade de funções, em geral incluídas nas definições comuns de um museu. Todavia, os museus variam consideravelmente em tamanho, organização e objetivo. É importante, portanto, considerar o contexto e as características particulares que definem um museu durante o processo de desenvolvimento de conceitos.

Conteúdo

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7

8

9

1.2 Coleções

Introdução

Dimensionamento de áreas necessárias

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Medium 9788582600443

Exercício 1: A substância sem substância

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 1: A substância sem substância

Neste exercício, você começará a explorar as atividades de dar forma e criar lugares, que são a base de toda a arquitetura. O exercício introduz as duas substâncias fundamentais da arquitetura: o material e o espaço. Você achará familiar a ideia de dar forma ao material – argila, papelão, blocos de construção...

–, mas a ideia de dar forma ao espaço talvez pareça um pouco estranha.

Tendemos a ver o mundo como uma coleção de objetos, coisas físicas que podemos ver e provavelmente tocar: um livro, uma árvore, um automóvel, uma folha, um blusão, um oceano, um sanduíche... Tais objetos consistem em materiais físicos: papel, madeira, metal, celulose, lã, água, pão, queijo... As edificações são feitas de materiais físicos: pedra, tijolo, vidro, concreto, madeira, titânio, cobre... e também podemos vê-las como

objetos. Mas a primeira coisa que devemos entender sobre arquitetura (e a mais complicada) é que com ela damos forma tanto ao material físico quanto ao espaço.

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Medium 9788540701908

Capítulo 10 - Diagramas

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Diagramas

Nenhum desenho é exatamente aquilo que ele busca representar. Todos os desenhos são, até certo ponto, abstrações da realidade percebida ou de uma concepção imaginária. Na representação gráfica, operamos em vários níveis de abstração. Em um extremo, temos o desenho de apresentação, que tenta simular a realidade futura de uma proposta de projeto do modo mais fiel possível. No outro extremo está o diagrama, que encerra a capacidade de descrever algo sem representá-lo de modo pictórico.

Um diagrama é qualquer desenho que explica ou elucida as partes, a combinação ou a operação de alguma coisa. A característica-chave de um diagrama é poder simplificar um conceito complexo em elementos e relações essenciais por meio do processo de eliminação e redução. Profissionais de muitos campos diferentes usam diagramas para agilizar seus pensamentos. Matemáticos, físicos e mesmo músicos e bailarinos usam suas próprias linguagens abstratas de símbolos e notações para lidar com as complexidades de suas atividades. Os projetistas também usam diagramas para estimular e esclarecer suas imagens mentais.

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Medium 9788565837767

Capítulo 7. Tipos de Lugares Primitivos

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

O antigo dólmen construído como um lugar para a deposição de restos mortais parece ter sido uma metáfora da arquitetura para uma caverna.

Tipos d e lugares p rimitivos

“O lugar tinha uma pedra redonda

– um Gilgal – que o marcava como um santuário, e aí o jovem Eliphaz, o salteador, não ousaria lhe importunar. No centro do Gigal havia uma pedra peculiar vertical, negra como carvão e com a forma de um cone – obviamente caída do céu e possuidora de poderes divinos. Sua forma sugeria o órgão da procriação, portanto

Jacó piamente saudou a pedra com olhos e mãos erguidas e depois se sentiu extremamente revigorado.”

Thomas Mann, traduzido por Lowe-Porter –

Joseph and his Brothers (1933), 1970, p. 90.

Tip os d e l ug a res p ri m i ti vos

C

om o passar do tempo, os lugares criados e utilizados pelas pessoas ficam mais diversificados, mais sofisticados e mais complexos em termos de inter-relações. Alguns tipos de lugares são antigos: a lareira enquanto lugar do fogo; o altar como lugar de sacrifício ou foco para o culto; o túmulo como lugar para os mortos. Outros tipos de lugares são mais recentes: o aeroporto; o posto de gasolina na estrada; o caixa automático.

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Medium 9788582604229

Capítulo 11 - Instalações prediais

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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INSTALAÇÕES PREDIAIS

11.2

11.3

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11.7

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11.37

11.38

11.39

11.43

11.44

Instalações prediais

O conforto térmico

A zona de conforto térmico

Diagramas psicrométricos

Sistemas de calefação e refrigeração

Fontes alternativas de energia

Cargas de aquecimento e resfriamento

Calefação por ar quente insuflado

Calefação por água quente

Calefação elétrica

Calefação por radiação

Sistemas ativos de calefação solar

Sistemas de refrigeração

Sistemas de climatização

Saídas de distribuição de ar

Abastecimento de água

Sistemas de abastecimento de água

Sistemas de prevenção e combate a incêndio

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Medium 9788582604366

Capítulo 9 - Desenhos de Apresentação

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Desenhos de

Apresentação

Os desenhos de apresentação são aqueles em que normalmente pensamos quando o termo “representação gráfica” é usado. Estes desenhos descrevem uma proposta de projeto de modo gráfico, com a intenção de persuadir um público sobre o valor do projeto. O público pode ser um cliente, um comitê ou simplesmente alguém avaliando uma ideia. Seja produzido para ajudar a imaginação de um cliente, seja para obter a contratação como arquiteto, em esfera privada ou em um concurso, os desenhos de apresentação devem comunicar, da maneira mais clara e precisa possível, as qualidades tridimensionais de um projeto. Embora os desenhos que compreendem a apresentação possam ser excelentes representações bidimensionais que mereçam exibição, eles são apenas ferramentas para comunicar uma ideia de projeto, nunca um fim em si mesmo.

202

DESENHOS DE APRESENTAÇÃO

Uma apresentação será fraca e pouco efetiva, a menos que os desenhos de apresentação sejam completos e persuasivos (com convenções compreendidas e conteúdo significativo). Entretanto, uma apresentação efetiva também possui importantes características de conjunto.

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Medium 9788582604304

Capítulo 2 - Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Informações básicas para a realização de projetos: pessoas e espaços

2

Atualizado pelo professor Norman Wienand

O professor Norman Wienand é chefe do departamento de

Ambiente Natural e Construído da Sheffield Hallam University

PONTOS-CHAVE:

• Algumas dimensões são fundamentais para o conforto, o bem-estar e a saúde das pessoas

• Ao satisfazer a média da população, é impossível contentar

à maioria

• Em cada caso, devem-se considerar cuidadosamente todas as classes de usuários, principalmente os portadores de necessidades especiais

Conteúdo

1

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5

Introdução

Antropometria

Ergonomia

Instalações sanitárias

Referência bibliográficas

1 INTRODUÇÃO

1.1 Desenho universal

De modo geral, este capítulo deve ser visto principalmente como um ponto de partida para o processo projetual, ou seja, como um guia de princípios e convenções que determinam como tipos específicos de edificações são planejados para se adequarem a seus possíveis usuários. Um princípio fundamental e orientador que será adotado é o conceito de desenho universal (ou inclusivo).

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