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Medium 9788582605110

A Indonésia em uma Encruzilhada

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Sudeste da Á sia

10.39  Vista de Borobudur, perto de Yogyakarta, Indonésia

addy

Rio Thaniwin

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Rio C ha o P raya

Guangzhou

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Rio Iraw

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ESTADOS MON

Rio das Pérolas

Rio

Beikthano-Myo

CHINA T’ANG

Kunming

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Me k

No século IX, toda a região do Sudeste Asiático já havia começado a se aglutinar em uma série de estados estáveis ligados pelo comércio e pela religião. Guangzhou era a principal porta de entrada para a China. Kunming, um estado semi-independente (que viria a se tornar o Reino de Dali), era o principal ponto de entrada por via terrestre. O desenvolvimento do comércio em torno do Estreito de Málaca foi particularmente importante. Os navios já não descarregavam em

Kedah para terem suas mercadorias transportadas até o outro lado da península. Quando a rota marítima enfim tornou-se a norma, a Indonésia e a Ilha de Sumatra logo se tornaram regiões estrategicamente importantes. Os governantes do Império Srivijaya enriqueceram mais com a imposição de tarifas de pedágio do que com a exportação, uma vez que praticamente todo o comércio naval tinha de cruzar o Estreito de

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Medium 9788582605110

A Ascensão do Islamismo

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 d.C.

Londres

Paris

Nantes

Colônia

Mainz

IMPÉRIO FRANCO

Tours

Lyon

CANADO KAZAR

Veneza

Constantinopla

DUCADO DE BENEVENTO

Emirado Omíada

Oceano Atlântico

Trípoli

IFRIQIYA

ARMÊNIA

Samarcanda

Império Bizantino

SÍRIA

Mar Mediterrâneo

Bérberes

io

Cásp

Mar Negro

Roma

Marselha

Mar

Ravena

Bordeaux

ESPANHA

Toledo

SAXÕES

Alexandria

Damasco

Jerusalém

Fustat

Califado Abássida

EGITO

PÉRSIA

Bagdá

Go

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Medina

Pé rs

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Ma r Ve rme

Badr

Meca

lho

ARÁBIA

Mar da Arábia

10.6  Territórios islâmicos, circa 800 d.C.

A ASCENSÃO DO ISLAMISMO

A Arábia, em função de seu clima e sua geografia extremos, ocupava a periferia dos grandes centros culturais da época. Era habitada principalmente por beduínos árabes nômades, que trabalhavam como comerciantes ou exploravam os escassos recursos do solo. O núcleo da religião

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Medium 9788582600443

Exercício 6: A geometria social

Simon Unwin Grupo A PDF Criptografado

EXERCÍCIO 6: A geometria social

A arquitetura acomoda não só um indivíduo, mas também pessoas reunidas. Quando se reúnem, as pessoas se organizam em geometrias particulares.

A arquitetura – o ato de dar forma ao espaço – estabelece essas geometrias sociais e se relaciona com elas.

Além de definir um centro, um círculo de lugar e talvez a geometria do mundo, um círculo de pedras eretas também pode ser interpretado como a representação da geometria de um grupo de pessoas juntas em pé, talvez presenciando uma cerimônia.

EXERCÍCIO 6 a. A geo m et ria so cial d e u m a casa circu lar.

A distribuição espacial de nossa casa circular estabelece uma geometria social entre os dois moradores. Com uma cama de cada lado da lareira, eles podem sentar frente a frente e conversar enquanto aquecem seus pés.

A relação de cada cama com a lareira e a mesa

(altar) é a mesma.

Se alguém entrasse no local, haveria uma relação igualitária entre cada um dos moradores sentados em suas camas e o visitante, criando um triângulo social entre as camas e a porta (que se expande em um quadrilátero se o “altar” for incluído).

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Medium 9788582604366

Capítulo 1 - Instrumentos e Materiais de Desenho

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

1

Instrumentos e Materiais de Desenho

Este capítulo apresenta os lápis e as canetas necessários para se traçar linhas, os instrumentos disponíveis para guiar os olhos e as mãos enquanto desenhamos, e as superfícies adequadas para receber as linhas de desenho. Embora a tecnologia digital continue aumentando e aprimorando esse conjunto tradicional de ferramentas de desenho, o ato cinestésico de desenhar à mão, com lápis ou caneta, permanece sendo o meio mais direto e versátil de aprender a linguagem da representação da arquitetura.

2

LÁPIS E LAPISEIRAS

Lápis são relativamente baratos, muito versáteis e respondem de maneira

única à pressão feita sobre o papel durante a criação do desenho.

Lapiseiras de mina grossa

• As lapiseiras de mina grossa utilizam minas comuns de 2 mm.

• O pressionamento de um mecanismo propulsor permite que a ponta exposta da mina seja ajustada ou retraída quando a lapiseira não estiver sendo utilizada.

• A ponta da mina, a qual pode produzir diversas espessuras de linha, deve ser mantida bem afiada com um apontador.

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Medium 9788582605110

Os Mongóis

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1600 d.C.

• 1605: morte de Akbar

Kabul

Kandahar

• 1530: morte de Babur

Peshawar

Lahore

Délhi

Agra

Fatehpur Sikri

Patna

Ahmedabad

Mar da Arábia

Calcutá

Bengala

Gujarate

Orissa

Bombaim

Bijapur

Planalto do Decã

Baía de Bengala

Goa

Calicute

• 1707: morte de Aurangzeb

Madurai

Oceano Índico

14.41  Desenvolvimento do Império Mugal

OS MOGÓIS

Os Sultanatos de Délhi, com seus vários interesses conflitantes, foram conquistados por um extrangeiro, Babur, descendente dos timúridas.

Ele fundou a Dinastia Mugal, que, na época da sua morte (1530), governava um império gigantesco que ia do planalto do Decã ao Turquestão.

Humayun, filho mais velho de Babur, perdeu o trono em 1540 para Sher Shah Sur, um ex-aliado afegão que, embora tenha governado apenas por

15 anos, estabeleceu um sistema centralizado de administração que serviu de base para os mugais seguintes. Humanyum reconquistou o trono de

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Medium 9788582605110

Egito: O Novo Império

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1500 a .C.

Euf ra

tes

Tiro

Gaz a

Mar Mediterrâneo

Gizé, Sacara

Amarna

Tebas, Karnak

Ma r Ve rme lho

Abu Simbel

Núbia

3.23  Egito, circa 1500 a.C.

EGITO: O NOVO IMPÉRIO

Por volta de 1720 a.C., o Delta do Rio Nilo, no Egito, foi invadido e ocupado pelos hicsos, também chamados de o Povo do Mar, que governaram o Baixo Egito a partir de sua capital,

Avaris, até serem expulsos por Amósis I de Tebas em 1567 a.C. A origem dos hicsos, e inclusive seu nome, continuam sendo discutidos. Em

1550 a.C., Amósis I, fundador da XVIII Dinastia

(e do chamado Novo Império, uma sucessão de dinastias que perdurou até 1070 a.C.), conseguiu expulsar os hicsos e recuperar o controle do país.

Os hicsos, apesar de serem inimigos do Egito, trouxeram algumas inovações para os egípcios: não somente a biga, mas também novas técnicas para se trabalhar o bronze e a cerâmica, novas raças de gado, novas plantações e um arco composto particularmente potente.

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Medium 9788577809653

Cluster Urbano | Montreal Ateliers Angus

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

CLUSTER URBANO I

MONTREAL ATELIERS

ANGUS

Trata-se do caso pioneiro em grandes projetos urbanos envolvendo recuperação de brownfields e promoção de regeneração urbana e reestruturação produtiva no

Canadá.

Pioneiro também na presença das agências canadenses de remediação do solo, a reconversão industrial de um antigo pátio ferroviário da Canadian Pacific Railway que esteve ativo de 1904 a 1992, em uma mistura de usos residenciais, comerciais e industriais ocorreu em duas fases:

• de 1978-94, 44,5 hectares, não remediação do solo;

• de 1998-2006, 50 hectares de terra com remediação de áreas contaminadas.

O urbanista Pierre St-Cyr, autor do projeto urbano de redesenvolvimento urbano do

Atelier Angus junto à Canadian Pacific Railway Company, deu um depoimento preciso sobre este trabalho pioneiro que estabeleceu um marco na maneira de intervir em territórios de antigo uso industrial no Canadá:

“Na verdade, a remodelação dos Ateliers Angus gerida pela Canadian Pacific Railway Company definiu muito mais do que um padrão no Canadá. Ela demonstrou que um grande território industrial urbano contaminado (93 hectares de wastelands) poderia ser trazido de volta à vida e proporcionar benefícios para a comunidade, a cidade e o proprietário do terreno. Isso trouxe confiança. O desafio original em 1998 tinha a ver com a gestão de tal operação de reabilitação em grande escala que nenhum contratante tinha feito.

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Medium 9788582605110

O Renascimento Bizantino

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1000 d.C.

Novgorod

Kiev

Sacro Império Romano

Reino da

Hungria

Armênia

io

Cásp

Bizâncio

Mar

Alanos

Mar Negro

Império Bizantino

Sultanado Seljúcida

Mar Mediterrâneo

Califado Fatímida

11.94  Bizâncio e Europa Oriental, circa 1000 d.C.

O RENASCIMENTO BIZANTINO

Por volta do ano 1000, devido a campanhas militares bem-sucedidas e a uma reestruturação da administração no reinado de Basílico ll, o Império Bizantino voltou a prosperar. Uma das razões desse sucesso foi o crescimento do comércio com Novgorod e Kiev, criando um fluxo circular de mercadorias que incluía a

Armênia, mas evitava a Europa Central, ainda muito instável. A construção de igrejas também voltou a florescer. Formalmente, ela pouco mudou. O elemento central era uma cúpula apoiada sobre quatro colunas, formando um quadrado. A novidade, contudo, era o desejo de criar igrejas compostas, acrescentando novos prédios aos antigos e abrindo uma passagem entre ambos, com um novo nártex conectando-os.

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Medium 9788582601778

Capítulo 9 - Sistemas Solares de Aquecimento d’água

Sue Roaf Grupo A PDF Criptografado

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SISTEMAS SOLARES DE AQUECIMENTO D’ÁGUA

O QUE É UM SISTEMA SOLAR DE AQUECIMENTO D’ÁGUA?

Sistemas solares de aquecimento d’água coletam energia da radiação solar e a transformam em calor, que é então distribuído por meio de ar ou água quente até o local onde será utilizado ou armazenado para uso posterior.

Um aquecedor solar mecânico (ou ativo) consiste em um ou mais coletores solares, um ou mais reservatórios d’água e uma bomba. Além disso, um trocador de calor e um tanque de expansão são necessários em climas muito frios, além de um dispositivo de geração de energia elétrica se a energia em corrente alternada que vem da rede pública não estiver disponível. Tubulação, isolamento, válvulas, louças e metais hidrossanitários são considerados materiais de instalação e normalmente estão disponíveis em ferragens e lojas de materiais de construção.

Um coletor solar consiste em uma cobertura translúcida, um painel de absorção e um sistema de transferência de calor, envolvendo tubos d’água quente ou ar quente.

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Medium 9788582605110

O Louvre e o Hôtel

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Europa

15.8  Fachada leste do Louvre, Paris

O LOUVRE E O HÔTEL

Com a derrota da Armada espanhola diante dos ingleses, em 1588, a França adquiriu a Isle de Bourbon para usá‑la como base comercial no Oceano Índico. Ela também dominou a foz do Rio Senegal, na África, onde envolveu‑se no tráfico de escravos, e criou plantações de açúcar no Caribe. Comerciantes de peles franceses se instalaram no Canadá e fundaram Quebec City

(1608). Um pouco depois, desceram o rio Mississipi e fundaram Nova Orleans (1718) em sua foz. O principal produto colonial de exportação da América do Norte eram as peles. (Na Europa, os animais de grande porte há séculos haviam desparecido devido à caça indiscriminada.)

Assim, as peles se tornaram a última moda para as elites. O dinheiro que entrou na França, no entanto, gerou uma inflação, a qual tornou os pobres ainda mais desfavorecidos. Para as elites, a mesma inflação trouxe uma riqueza inimaginável, despendida em construções extravagantes iniciadas por volta de 1660.

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Medium 9788582604700

Capítulo 16 - Como as Paisagens Construídas e as Edificações Contribuem para a Qualidade e a Conservação da Água

Marian Keeler; Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

Como as Paisagens Construídas e as

Edificações Contribuem para a Qualidade e a Conservação da Água

Jamie Phillips e Kevin Conger, CMG Landscape Architecture

Neste capítulo, discutiremos os sistemas naturais e a mudança para os ambientes urbanos. Antes de transformar nossas cidades em metrópoles efervescentes, a água configurava o continente americano em uma grande variedade de habitats, que incluíam florestas de árvores decíduas, campinas naturais, matas ripárias, pântanos e charcos. Córregos e lagos transportavam a água da chuva. Os pântanos corriam paralelamente aos oceanos, agindo como sistemas naturais de filtragem e proteções contra grandes tempestades.

A água da chuva abastecia o fluxo baseado nos córregos e se infiltrava no solo, reabastecendo os lençóis freáticos e aquíferos (Figura 16-1). jj

A bacia hidrográfica urbana: sua função

Nos Estados Unidos, todas as áreas urbanas se desenvolveram de maneira semelhante, passando de centros de transporte e

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Medium 9788582604281

Capítulo 14 - Climatização

Francis D. K. Ching Grupo A PDF Criptografado

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Climatização

Os sistemas de climatização (calefação e resfriamento, principalmente, mas também o controle da umidade relativa do ar nos interiores) muitas vezes representam desafios para o projeto, a construção e a operação de um prédio. Eles podem ser complexos, custar caro, causar problemas de desconforto, emitir ruídos, consumir muita energia, exigir manutenção elevada e ocupar muito espaço físico, impactando no projeto de arquitetura.

Em última análise, os melhores sistemas de climatização são aqueles que passam despercebidos: não são vistos, ouvidos, nem causam desconforto.

A climatização é o último recurso de uma série de camadas de proteção térmicas de que dispomos em nossos ambientes internos. Ainda assim, o aquecimento e o resfriamento podem ser totalmente obtidos do interior do fechamento térmico de uma edificação.

Tradicionalmente, os equipamentos de climatização eram instalados em locais em que grande parte do calor ou frio gerado era perdida, ou seja, perto ou além do perímetro térmico do prédio: no exterior, na cobertura, nos pavimentos de subsolo ou cobertura, nas cavidades de parede ou piso e junto a janelas e paredes externas. Contudo, cada vez mais chega-se ao consenso de que esses sistemas funcionam melhor se forem colocados perto do núcleo da edificação, não em sua periferia.

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Medium 9788582604700

Capítulo 4 - O Surgimento da Edificação Sustentável e das Políticas de Edificação Sustentável

Marian Keeler; Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

O Surgimento da Edificação Sustentável e das Políticas de Edificação Sustentável

Desde a primeira edição deste texto, muito tem mudado na adoção de leis, códigos e políticas de edificação sustentável.

Temos visto a continuação do desenvolvimento de políticas de ação e a transformação do mercado. O grau de adoção da construção sustentável sempre dependeu de motivadores do mercado. De um lado da escala estavam os inovadores, aqueles que lideraram, desenvolveram e implementaram as políticas de ação da sustentabilidade. Depois vieram os primeiros a adotar a ideia, aqueles que podiam assumir certo grau de risco e se motivavam pelo reconhecimento do mercado, como os sistemas de certificação ou os selos ecológicos. A parcela intermediária do mercado é formada por aqueles que têm aversão a riscos, mas se dispõem a tomar decisões relacionadas aos resultados finais se tiverem incentivos ou créditos tributários. Por fim, havia os retardatários, que adotaram medidas de edificação sustentável motivados pelo receio de estarem deixando de cumprir as normas e os códigos de edificação.

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Medium 9788582605110

A Igreja de SÃo Domingo

Francis D.K. Ching; Mark Jarzombek; Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

A mérica Central

14.148  Planta e elevação da Banqueting House

Banqueting House (Casa de Banquetes)

A segunda visita de Inigo Jones à Itália, entre

1613 e 1614, durante a qual estudou em especial os edifícios de Andrea Palladio, preparou o jovem arquiteto para a realização de seu projeto mais ambicioso, a Banqueting House. A primeira Banqueting House, anexa ao Palácio Real em Londres, foi construída em 1581 e servia como local para banquetes e apresentações teatrais. Um segundo prédio, construído em 1606, foi destruído por um incêndio em 1619. A Banqueting House projetada por Jones em 1619 não era tanto uma casa de banquetes, e sim um salão de audiências real, que refletia uma ênfase mais acentuada na autoridade do rei. Foi a primeira edificação pública construída na Inglaterra no estilo palladiano já maduro. No pavimento térreo, as janelas entre as pilastras formavam uma sequência alternada de frontões inteiros e quebrados, enquanto no nível superior nenhuma das janelas possui frontões, revelando um projeto complexo, porém sereno.

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Medium 9788577809653

Capítulo 5 - Regeneração urbana e reestruturação produtiva

Carlos Leite Grupo A PDF Criptografado

As metrópoles são o lócus da diversidade

– da economia à ideologia, passando pela religião e cultura, gerando inovação – externalidades espaciais que têm avançado projetos de regeneração urbana e processos de reestruturação produtiva através de políticas de inovação urbana.

5

REGENERAÇÃO URBANA

E REESTRUTURAÇÃO

PRODUTIVA

A partir da década de 1970, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, houve profundas modificações estruturais no sistema de produção, com grande aumento do desemprego, aliado à alta da inflação e ao baixo crescimento econômico, principalmente após a crise do petróleo de 1973. Os princípios da organização industrial, baseados na produção em massa, passaram a ser questionados. Eram urgentes as transformações no aparato produtivo e no mercado de trabalho. Essas modificações alteraram o paradigma da produção industrial capitalista e tiveram grandes repercussões no desenvolvimento das regiões metropolitanas, principalmente naquelas inseridas na cadeia de fluxos internacionais, produtivos, financeiros e culturais.

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