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Medium 9788582604281

Capítulo 6 - Elementos externos

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

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Elementos externos

Os elementos externos incluem estruturas e componentes como beirais e brises, toldos, painéis solares, sacadas e venezianas. Muitos desses componentes podem ser aplicados de forma útil como camadas extras de proteção. Se mal-empregados, no entanto, alguns desses elementos externos podem, inadvertidamente, aumentar o consumo de energia de um prédio.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Beirais, brises e toldos

rão

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Sols

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S

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Os beirais, os brises e os toldos, orientados para o norte, leste ou oeste, reduzem os ganhos solares no verão e, com isso, reduzem a energia necessária para condicionamento de ar. Se tiverem dimensões corretas, podem permitir ganhos solares no inverno nas regiões em que o calor do sol é útil. Beirais e brises também resguardam as paredes e as janelas da entrada de água e protegem os materiais do prédio, como a madeira e alguns tipos de calafeto, da deterioração causada pela exposição aos raios ultravioleta do sol. Venezianas externas atendem a finalidades semelhantes. É preferível bloquear o sol antes que ele alcance um prédio do que tentar protegê-lo de seus raios com cortinas e persianas pelo lado de dentro, depois que eles passaram pela janela e trouxeram o calor para dentro do prédio.

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Medium 9788582605110

A Odoi de Kyoto e Shimabara

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

Leste da Á sia

15.51  Fac‑símile de xilogravura de Tobei Kamei: bairro de gueixas de Shimabara,

Kyoto, Japão

A ODOI DE KYOTO E SHIMABARA

Uma guerra civil de 10 anos (1467–1677) entre vários lordes terminou em um impasse, mas deixou Kyoto abandonada e destruída. Quando ela terminou, um novo xogunato foi estabelecido e inaugurado por alguns dos mais famosos xóguns

(comandantes militares) do Japão – Oda Nobunaga, Toyotomi Hideyoshi e Tokugawa Ieyasu.

O período de paz que se seguiu foi de rápida reconstrução, consolidação militar e desenvolvimento econômico, permitindo a prosperidade dos ofícios e do comércio, em particular na

China. Os holandeses e portugueses também estabeleceram portos comerciais no Japão, embora os navios chineses tivessem prioridade, pois o comércio de prata estabelecido com os mercadores europeus era culpado pela instabilidade que ameaçou a China dos ming. A visão xógum da sociedade japonesa, assim como a da China dos qing, era, portanto, hostil às ambições liberais do novo mundo mercantil, e sua resposta foi o endurecimento das limitações impostas pelo código

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Medium 9788582604700

Capítulo 7 - As Questões de Qualidade do Ambiente do Interior

Marian Keeler, Prasad Vaidya Grupo A PDF Criptografado

As Questões de Qualidade do Ambiente do Interior

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O que é qualidade do ambiente do interior?

Dentre todas as inúmeras funções interconectadas que um prédio possui, provavelmente nenhuma delas é percebida e respondida de maneira tão rápida quanto a qualidade do ambiente do interior e as relações humanas estabelecidas com ele. A estética, o conforto e a função são os principais termos usados para se descrever a qualidade de um ambiente do interior. De certa forma, é isto que os estudantes aprendem durante a faculdade de arquitetura: como projetar um ambiente bonito, confortável e funcional. Também conhecida como ecologia da edificação, a qualidade do ambiente do interior se refere ao grau de eficiência e de conforto experimentado pelas pessoas em espaços internos, o qual, por sua vez, é interpretado como a soma das reações psicológicas e fisiológicas frente aos fatores do projeto de arquitetura.

A qualidade do ambiente do interior requer a integração de muitas funções e sistemas dentro de uma única edificação – exatamente aquilo que estamos estudando neste livro.

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Medium 9788582603345

Capítulo 14 - Abrigos institucionais

Peter Tregenza, David Loe Grupo A PDF Criptografado

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Abrigos institucionais

O foco deste capítulo é o projeto de espaços de circulação de prédios como lares para idosos ou para jovens e adultos com deficiência. Esse é mais um caso no qual o leiaute da edificação, os acabamentos das superfícies e a iluminação natural e elétrica devem ser considerados juntos. O capítulo também contém um exemplo de cálculo da luz natural que incide sobre a elevação de um prédio. É claro que o cálculo não é específico para tal tipo de edificação, mas ele muitas vezes é necessário quando ela assume a forma de vários blocos e quando um novo prédio é inserido em um contexto urbano.

Pontos-chave

• A visibilidade de elementos perigosos deve ser destacada.

• Nos prédios em que os residentes ficam confinados ao interior, são essenciais as vistas e outros indicadores sensoriais do mundo externo.

• Os residentes devem ficar expostos ao ciclo de 24 horas de luz e escuridão.

• Os residentes que são afetados pela redução de um dos sentidos ou têm problemas de mobilidade exigem apoios extras: em primeiro lugar para ajudar compensar tal deficiência sensorial e, em segundo, para que possam se locomover melhor.

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Medium 9788582605110

A Escandinávia Medieval

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

1200 d.C.

12.64  Igreja de tabuado de madeira de Borgund, Noruega

12.63  Igreja de tabuado de madeira Kaupanger, Noruega

A ESCANDINÁVIA MEDIEVAL

A conversão dos noruegueses e suecos ao cristianismo não ocorreu em virtude da atividade dos missioneiros, como na Irlanda, mas foi o resultado dos esforços dos reis locais. Olaf

Trygvason, que reinou em fins do século X, foi o primeiro a construir igrejas na Noruega, provavelmente com a ajuda de um mestre de obras trazido das Ilhas Britânicas. Os artesãos locais, contudo, foram pouco a pouco se incorporando

à atividade, tirando partido de suas habilidades de construção de embarcações. Essas igrejas de tabuado de madeira eram muito peculiares.

Uma parede baixa, de pedras achatadas, erguia a construção acima do nível do solo. O resto do prédio (colunas e tábuas de madeira, os dois elementos estruturais principais) era conectado com sambladuras em rabo-de-andorinha, tarugos e cunhas, sem o uso de pregos. Na base dos pilares, uma viga baldrame era projetada com um entalhe, no qual se encaixavam as extremidades inferiores das tábuas das paredes. Para reforçar a superestrutura, às vezes se acrescentava à periferia do edifício uma faixa contínua de contraventamentos em X.

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Medium 9788582601778

Capítulo 7 - Projeto de Sistemas Solares para Calefação Passiva

Sue Roaf, Manuel Fuentes, Stephanie Thomas Grupo A PDF Criptografado

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PROJETO DE SISTEMAS SOLARES PARA CALEFAÇÃO PASSIVA

PROJETANDO COM O SOL

O primeiro passo para dar conforto e prazer térmico às edificações é compreender a relação entre o clima e a nossa necessidade de abrigo. Há uma enorme variação climática pela qual uma edificação passa, e tais variações podem ser na escala dos climas globais, do Ártico ao Saara. Elas podem se dar devido a climas regionais no centro de um continente ou em um litoral; podem resultar de microclimas no lado ensolarado ou naquele sombreado de uma colina ou rua. Todas influenciarão na maneira pela qual a edificação deve ser projetada em relação ao sol.

O sol pode ser amigo ou inimigo das edificações. O controle climático ruim em um prédio, tão comum nas edificações da arquitetura “moderna”, provoca o superaquecimento, mesmo em climas temperados ou frios, sob os quais tais problemas nunca existiram no passado. O poder do sol deveria ser entendido e respeitado por bons arquitetos de edificações projetadas para o uso da energia solar passiva, nas quais a energia gratuita do sol é coletada para fornecer energia à edificação, sem permitir que o sol interfira no conforto e na economia dos usuários da edificação.

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Medium 9788521625858

Capítulo 6 - A Influência do Meio Ambiente nas Edificações

Paulo Furtado Grupo Gen PDF Criptografado

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A Influência do

Meio Ambiente nas

Edificações

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A Influência do Meio Ambiente nas Edificações | 151

6.1 Introdução

A pintura está em contato direto com o meio que a circunda. E, por isso, exposta à sua ação, que, em muitos casos, pode ser deletéria para os diversos componentes das tintas. Essa ação do meio ambiente reduz a vida útil da tinta (danificando a pintura) ou interfere na sua beleza, modificando seu aspecto inicial, sempre para pior.

Analisaremos o meio ambiente separando sua composição (agentes) e os efeitos que causam sobre a pintura. Inúmeras ações do meio agressivo sobre a pintura (e sobre outros revestimentos usados nas edificações) podem ser evitadas não só por um projeto consciencioso, com detalhes e recomendações precisos, bem como pelos cuidados técnicos assumidos na construção de uma obra. É o que veremos no decorrer deste capítulo.

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Medium 9788582604281

Capítulo 8 - Espaços não climatizados

Francis K. Ching, Ian M. Shapiro Grupo A PDF Criptografado

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Espaços não climatizados

Espaços não climatizados são aqueles sem calefação ou resfriamento mecânicos. Pode haver uma variedade de espaços não climatizados entre as vedações externas e as internas de uma edificação. Esses espaços incluem sótãos, porões, garagens anexas, áreas de serviço, vestíbulos, casas de máquinas e depósitos.

Sótão

Closet

Garagem

Vestíbulo

Piso técnico

Porão

8.01 Espaços não climatizados.

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Edificações Sustentáveis Ilustradas

Calor

Calor

4,4°C

21,1°C

–6,7°C

8.02 Perdas térmicas através de espaços não climatizados.

As perdas térmicas dos dutos e tubos de um espaço não climatizado frequentemente correspondem a 15% ou mais do consumo de energia com calefação e resfriamento de um prédio, mesmo que esse espaço seja isolado.

8.03 Perdas térmicas dos sistemas de distribuição do condicionamento de ar.

Isole as superfícies secundárias.

Torne a superfície estanque

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Medium 9788582605110

Chavín de Huántar

Francis D.K. Ching, Mark Jarzombek, Vikramaditya Prakash Grupo A PDF Criptografado

800 a .C.

Zona de influência de Chavín

Centro de cerimônias

Andes Centrais

Chan Chan

Chavín de Huántar

CHAVÍN

Caral

Cuzco

Oceano Pacífico

Zona de influência de Chavín

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4.11  A cultura de Chavín, ao longo do litoral peruano

CHAVÍN DE HUÁNTAR

Por volta de 800 a.C., as inovadoras civilizações da costa peruana, nos vales dos Rios Casma e

Supe, haviam entrado em decadência e foram conquistadas por invasores, provavelmente vindos dos altiplanos, não se sabe ao certo. A ascensão e o declínio dessas civilizações dentro de um período relativamente curto, junto com a militarização de suas sociedades, provavelmente teve um enorme impacto psicológico na época e parece ter acarretado uma mudança no foco ideológico. Os centros do poder foram transferidos do litoral para os altiplanos acidentados, e o mais importante desses foi Chavín de Huántar, fundado por volta de 900 a.C. Esse centro cerimonial se localiza entre o Vale do Rio Supe, ao sul, e o Vale do Rio Casma, ao norte, em um local onde o Rio Mosna se afunila radicalmente, formando uma garganta escarpada. Ali, no ponto de convergência de dois grandes desfiladeiros que cruzam a Cordilheira Branca, assim chamada por seus cumes cobertos de neve, o

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Medium 9788582600795

Capítulo 1 - O Ambiente Construído - Nossa Situação Atual

Douglas Farr Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

O Ambiente Construído:

Nossa Situação Atual

O estilo de vida norte-americano no caminho errado

“Encontramos o inimigo: somos nós.”

Pogo, de Walt Kelly

É típico dos norte-americanos celebrar a grande variedade de escolhas de vida.

Sentem orgulho de poder escolher onde trabalham, com quem vivem, onde compram e como se divertem. Decidem quem os governa. Sacralizam o direito de votar. Por séculos acreditam que o resultado final dessas decisões muito pessoais irão levá-los a uma sociedade ideal, que uma comunidade evolui melhor com cada indivíduo buscando seu próprio autointeresse “racional” e progressista.

Esse pressuposto agora passa por um teste rigoroso – e muitos afirmariam que ele falhou gravemente. Em suma, o estilo de vida norte-americano está no caminho errado.

A evidência está por todos os lados. O estilo de vida que nós, a classe-média norte-americana, escolhemos levou a uma séria deterioração da saúde pública.

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Medium 9788521625278

PARTE I - Capítulo 3 - Conceitos Básicos de Economia

Carl D. Martland Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

3

Conceitos Básicos de Economia

A qualidade da infraestrutura de uma nação é um indicador crítico da sua vitalidade econômica. O transporte confiável, a água limpa e o descarte seguro dos resíduos são elementos básicos de uma sociedade civilizada e de uma economia produtiva. Sua ausência ou falha introduz uma dimensão intolerável de risco e privações na vida diária e um obstáculo importante para o crescimento e a competitividade.

Conselho Nacional de Melhoria das Obras Públicas

Fragile Foundations: A Report on America’s Public Works,

Relatório Final para o Presidente e o Congresso (Fevereiro, 1988), p. 1

CONCEITOS DO CAPÍTULO

Seção 3.1 Introdução

Seção 3.2 Oferta e Demanda

Funções da oferta e funções da demanda

Equilíbrio entre oferta e demanda

Elasticidade da demanda

Ganhos para os consumidores

Seção 3.3 Precificação

Precificação pelo custo marginal em um ambiente competitivo

Economias de escala, escopo e densidade

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Medium 9788577804436

Quem é o Dono da Água?

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

Vai Chover Muito?

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tenha que construir uma enorme rede de canais para irrigar as terras agrícolas que hoje são irrigadas pelo Brahmaputra, mas eles afirmam que o projeto todo poderia ter efeitos catastróficos no país. Estará se formando outra guerra pela água?9

A ÁGUA DE POÇOS ARTESIANOS

Um dos problemas dos poços artesianos é que eles levam a uma redução dos recursos. As águas subterrâneas são o principal fornecimento para mais de 2 bilhões de pessoas ao redor do mundo e elas estão diminuindo em quase todo lugar. Debaixo da Cidade do México, o lençol freático já diminuiu dois metros em média, e no Meio-Oeste norte-americano sua redução é de três metros em uma década e 30 metros em alguns lugares. Tem-se bombeado tanta água subterrânea na Flórida que os aqüíferos correm o risco de serem inundados pela água do mar. Doze cidades com mais de 10 milhões de habitantes dependem das reservas de águas subterrâneas, incluindo Xangai, Bangkok, Londres e Calcutá. A água é utilizada para o uso doméstico da população mundial, que cresce rapidamente, além dos fins industriais e agrícolas. São necessárias mil toneladas de água para se cultivar uma tonelada de trigo e 2 mil toneladas de água para uma tonelada de arroz, e os pequenos agricultores serão os primeiros a sofrer as conseqüências quando os aqüíferos secarem. A população estimada que depende das águas subterrâneas nas diferentes regiões inclui: 75% da Europa, 32% da Ásia da região do Pacífico,

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Medium 9788577804436

A Comunidade em Geral

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

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A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

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relação ao planejamento emergencial como o “primeira linha de defesa”, embora

14 muitos vejam essa lei como uma possível ameaça às liberdades civis do povo.

Os entes públicos regionais, metropolitanos, municipais e dos bairros de Londres, ao contrário dos distritais, receberam financiamento direto na forma de um auxílio à defesa civil. Mas, mesmo em face das mudanças climáticas, seu valor vem se depreciando a cada ano, até 2000 quando aumentou de 10 milhões para

38 milhões de dólares ao ano, e permaneceu nesse patamar desde então. Estudos mostraram que, na realidade, os gastos concretos emergenciais na Inglaterra e no

País de Gales excedem o dobro disso, e as regiões com tendência a inundações estão castigadas de forma desproporcional, especialmente pelas inundações dos

últimos anos. Essas quantias cobrem recursos como os sérios acidentes com as equipes de acesso, os derramamentos químicos e os centros de descontaminação móveis, estes desenvolvidos para o caso de vazamento nas indústrias nucleares.

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Medium 9788577804436

A Segurança

Sue Roaf, David Crichton, Fergus Nicol Grupo A PDF Criptografado

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A Adaptação de Edificações e Cidades às Mudanças Climáticas

de simulações, como os das universidades de Cardiff, Sheffielde, Cambridge, o UMIST, o Building Resarch Establishment e o National Physical Laboratory. Estes testes de vento são exigidos pelas autoridades municipais e alguns órgãos independentes, mas apenas para os climas atuais, não para as condições eólicas do futuro.

A maior parte das 85 mortes relacionadas à construção civil que ocorreram no Reino Unido entre 2001 e 2002 foi causada por quedas de grandes alturas, e um relatório sobre a saúde e segurança dos canteiros de obras concluiu que “os projetistas estão muita vezes ignorando sua responsabilidade de reduzir os riscos relacionados com o trabalho em grandes alturas, deixando-a para o empreiteiro encarregado da obra e não estão analisando durante a etapa de anteprojeto como poderiam alterar a edificação para torná-la mais segura para se construir, limpar ou manter”.35 As velocidades dos ventos, que aumentam com a altura e as mudanças climáticas, deverão agravar significativamente o risco de morte na construção, até o ponto em que as firmas de construção se tornarão relutantes em arriscar a vida de seus trabalhadores durante certas épocas do ano.

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Medium 9788582604304

Capítulo 11 - Projeto para prevenção de enchentes

Pamela Buxton Grupo A PDF Criptografado

Projeto para prevenção de enchentes

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Robert Barker e Richard Coutts

Robert Barker e Richard Coutts são diretores de Baca Architects

ATENÇÃO

As informações contidas neste capítulo são apenas uma introdução ao problema de como lidar com o risco de enchentes nas edificações. Os autores não se responsabilizam pelo uso subsequente dessas informações nem por qualquer erro ou omissão que as páginas seguintes possam conter. A assessoria de um profissional especializado sempre deve ser solicitada em todo empreendimento imobiliário, particularmente quando houver o risco real de alagamentos na região ou no terreno.

PONTOS-CHAVE:

• O aumento da urbanização e as mudanças nos padrões climáticos estão aumentando a frequência de enchentes

• As enchentes nem sempre podem ser prevenidas, assim, as inovações de projeto que incluem corpos de água e buscam lidar com eles estão se tornando cada vez mais importantes

• A solução ideal para reduzir e gerenciar o risco de enchentes pode exigir uma combinação de diferentes estratégias de projeto

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