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Capítulo 47. Sorbitol, galactitol, glicuronato e xilitol

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Sorbitol, galactitol, glicuronato e xilitol

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Mapa 47.1: Sorbitol, amigo na dieta (exógeno) e inimigo endógeno

Sorbitol como adoçante em alimentos

Sorbitol é um álcool-açúcar usado como edulcorante alimentar em dietas especiais para diabéticos e tem cerca de 50% da doçura da sucrose. Pacientes com diabete podem ingerir pequenas quantidades de sorbitol com segurança porque ele é transportado em baixa velocidade através das membranas celulares e lentamente absorvido nos enterócitos.

A produção endógena de sorbitol e catarata: a teoria poliolosmótica da catarata em diabéticos

Mapa 47.2: Metabolismo de galactose e galactitol

Embora a baixa capacidade do sorbitol extracelular para cruzar membranas celulares favoreça seu uso como adoçante de alimentos destinados a diabéticos, de forma paradoxal, essa propriedade também pode causar problemas. Isso ocorre porque o sorbitol produzido endogenamente, em células como neurônios e cristalino, se acumula dentro das células e é metabolizado com muita lentidão.

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Medium 9788582601334

Capítulo 2 - Implantação do vinhedo na produção de uvas

Eduardo Giovannini Grupo A PDF Criptografado

capítulo 2

Implantação do vinhedo na produção de uvas

Há etapas e critérios a serem seguidos para se obter sucesso na implantação do vinhedo e, consequentemente, na produção de uvas. Neste capítulo, veremos como avaliar as condições de um local de plantio de vinhedo. Aprenderemos que é necessário fazer um planejamento prévio para a implantação de um vinhedo e aprenderemos as etapas desse planejamento. Por fim, veremos como determinar o tipo de uva e a cultivar adequada para obter uma boa produção.

Objetivos deste capítulo

Examinar as condições do local de plantio do vinhedo

(econômicas, climáticas, biológicas, históricas).

Estabelecer um planejamento prévio de implantação do vinhedo, considerando primordialmente a viabilidade econômica.

Aplicar as etapas de planejamento prévio na implantação do vinhedo, reconhecendo a importância de cada uma delas.

Diferenciar os tipos de uva e as cultivares adequadas à finalidade de sua produção.

Relacionar as características e os tipos das cultivares americanas e europeias.

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Medium 9788580551884

Capítulo 4 - Carboidratos

Gordon M. Wardlaw; Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

Carboidratos

Objetivos do aprendizado

1. Identificar as estruturas básicas e as fontes alimentares dos principais carboidratos – monossacarídeos, dissacarídeos, polissacarídeos (p. ex., amidos) e fibra.

consequências da má digestão da lactose (e a intolerância à lactose).

6. Descrever os efeitos benéficos das fibras no organismo.

4. Listar as funções dos carboidratos no organismo e os problemas que resultam da ingestão insuficiente desse nutriente.

7. Definir a Ingestão Dietética

Recomendada (RDA) de carboidratos e várias diretrizes para a ingestão desse nutriente.

5. Descrever a regulação da glicemia e discutir como outros nutrientes podem ser convertidos em glicemia.

8. Identificar as consequências do diabetes e explicar medidas dietéticas adequadas, que reduzirão os efeitos adversos desse problema de saúde.

4.6 Como os carboidratos são disponibilizados para o organismo

Nutrição e Saúde: diabetes – quando o controle da glicemia falha

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Medium 9788536317724

Capítulo 48. Metabolismo da frutose

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo da frutose

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Frutose não necessita insulina para adentrar a célula muscular

Deficiência de frutose 1-fosfato aldolase (intolerância hereditária a frutose)

A dose média diária de ingesta de frutose no Reino Unido é de 35 a 50 g, sobretudo na forma de dissacarídeo sucrose. Este é hidrolisado pela sucrase nos enterócitos e dá origem a glicose e frutose. De forma diferente da glicose, a frutose consegue adentrar as células musculares e adipócitos na ausência de insulina, usando o (confusamente chamado) transportador de glicose GLUT5. Por essa razão, foi sugerido que frutose intravenosa poderia ser uma fonte de energia nos casos de pacientes politraumatizados. Entretanto, essa prática não é corrente devido ao risco de acidose láctica, conforme apresentaremos a seguir.

Essa séria condição geralmente se apresenta quando um bebê é desmamado e inicia a alimentação contendo frutose. A resposta à ingesta de frutose é um rápido e intenso quadro de vômito e hipoglicemia em 15 e 30 minutos. A anomalia é devida a deficiência de frutose 1-fosfato aldolase (aldolase B), que resulta em acúmulo maciço de frutose 1-fosfato nos tecidos (ver Mapa

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Medium 9788536317724

Capítulo 3. Biossíntese de ATP II: cadeia respiratória mitocondrial

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Biossíntese de ATP II: cadeia respiratória mitocondrial

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Sem pânico! Em um primeiro momento, estudantes devem usar os Diagramas simplificados 3.1a e 3.1b. O Diagrama 3.2 oferece um resumo mais detalhado, para estudantes mais avançados.

A cadeia respiratória mitocondrial (ver Diags. 3.1a e 3.1b) compreende uma série de reações de redução/oxidação relacionadas com os complexos I, II, III e

IV. Esses complexos estão vinculados por meio da ubiquinona (Q) e do citocromo c (cit c). A ubiquinona (Q), ao aceitar prótons e elétrons enquanto está sendo reduzida a ubiquinol (QH2), desloca-se dos complexos I e II até o complexo

III. De modo similar, o citocromo c transporta elétrons do complexo III para o complexo IV. A síntese de ATP, via cadeia respiratória, é resultado da conexão de dois processos: (i) transporte de elétrons e (ii) fosforilação oxidativa.

(i) Transporte de elétrons (Diag. 3.1a). Envolve a oxidação (i.e., a remoção de elétrons) de NADH ou FADH2, com transporte de elétrons, através de uma cadeia de reações de oxidação/redução, envolvendo citocromos que doam elétrons para o oxigênio molecular, o qual é consequentemente reduzido a água.

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