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Capítulo 3 - Execução (D – do)

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

3

Execução

(D – do)

EXECUÇÃO (D – DO)

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Controle operacional

Controle operacional, essencialmente, são procedimentos que asseguram que as operações e as atividades não excedam condições especificadas ou padrões de desempenho ou que violem limites de conformidade legais ou de regulamentação. Esse tema é tratado pela Norma ISO 9001:2015, conforme transcrito no Quadro 3.1. A Norma ISO 22000:2005 também aborda o tema, por meio de PPRs, PPRs operacionais e do próprio plano APPCC, como será visto adiante. No caso da ISO 9001:2015, busca-se o controle operacional para obter produtos dentro das especificações pré-planejadas, enquanto, no caso da ISO 22000:2005, se busca como objetivo do controle operacional a obtenção de produtos seguros.

A organização precisa conhecer e controlar as atividades que podem afetar a qualidade dos produtos ou sua segurança, a fim de cumprir a política do

SGQ + SA e as exigências regulamentares. Isso implica elaborar procedimentos documentados em condições fixadas, proporcionando clareza aos empregados e base para comprovação em auditorias de que as atividades industriais estão sob controle e ocorrem, de forma sistemática, em consonância com o SGQ + SA.

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Capítulo 12 - Desnutrição no mundo

Gordon M. Wardlaw, Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

Desnutrição no mundo

CAPÍTULO 12

Objetivos do aprendizado

3. Avaliar a subnutrição no mundo em desenvolvimento e avaliar os principais obstáculos que dificultam sua solução.

4. Descrever algumas possíveis soluções para a subnutrição no mundo em desenvolvimento.

12.4 Papel da agricultura sustentável e da biotecnologia na oferta mundial de alimentos

Resumo/Questões para estudo/

Teste seus conhecimentos/ Leituras complementares

12.2 Subnutrição nos Estados Unidos

Nutrição e Saúde: subnutrição em estágios críticos da vida

Avalie sua refeição

12.3 Subnutrição no mundo em desenvolvimento

Estudo de caso: subnutrição na infância

1. Definir e caracterizar os termos fome, desnutrição e subnutrição.

2. Avaliar o problema da subnutrição nos Estados Unidos e destacar os vários programas criados para combatê-la.

5. Avaliar as consequências da subnutrição em períodos críticos da vida da pessoa.

Conteúdo do capítulo

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Capítulo 13 - Segurança alimentar

Gordon M. Wardlaw, Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

Segurança alimentar

CAPÍTULO 13

Objetivos do aprendizado

1. Citar alguns tipos e fontes comuns de vírus, bactérias, fungos e parasitas que podem contaminar os alimentos.

4. Identificar fontes de contaminantes tóxicos ambientais nos alimentos e as consequências de sua ingestão.

2. Comparar e contrastar os métodos de conservação dos alimentos.

5. Compreender as razões que justificam o uso de pesticidas, as possíveis complicações a longo prazo que eles podem trazer para a saúde e os seus limites seguros de utilização.

3. Descrever as principais razões para uso de aditivos químicos nos alimentos, as principais classes de aditivos e as funções de cada uma delas.

6. Compreender os efeitos da agricultura convencional e sustentável em nossas escolhas alimentares.

7. Descrever os procedimentos que podem ser aplicados para limitar o risco de doenças transmitidas por alimentos.

Conteúdo do capítulo

Objetivos do aprendizado

13.4 Aditivos alimentares

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Capítulo 5 - Ação (A – act)

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

5

Ação

(A – act)

AÇÃO (A – ACT)

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Análise de dados

Logicamente, a avaliação do SGQ + SA deve ser baseada em dados, como mostra o Quadro 5.1. A análise de dados deve focar o que realmente afeta a gestão da qualidade, a segurança dos alimentos e o desempenho dos processos da organização. Uma boa análise de dados permite descobrir onde existe maior risco de falhas na qualidade ou na segurança do produto, ou tendências que estejam sinalizando isso.

Informações para análise de dados em geral saem de algumas fontes comuns a todo tipo de organização: relatórios e planilhas de controle diários, semanais, periódicos, conforme a prática mais adequada a cada processo e/ou organização, alguns obrigatórios para garantir a conformidade com a ISO 9001:2015 e a ISO

22000:2005. Contudo, não se deve ficar preso aos registros que a ISO considera obrigatórios, este é um erro comum. É preciso criar registros de atividades que sejam importantes por afetar a qualidade e a segurança dos alimentos, considerando, por exemplo, informações provenientes do SAC, desempenho dos fornecedores, resultados de auditorias internas e de clientes, situações de desvio nos

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Medium 9788536322483

6. Enzimas

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Enzimas

6

Kirk L. Parkin

CONTEÚDO

6.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2 Natureza geral das enzimas . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.1 Enzimas como biocatalisadores . . . . . . .

6.2.2 Natureza proteica e não proteica das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3 Poder catalítico das enzimas . . . . . . . . . .

6.2.3.1 Teoria de colisões para reações catalisadas . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.3.2 Teoria do estado de transição para catálise enzimática . . . . . . .

6.2.4 Mecanismos de catálise enzimática . . . .

6.2.4.1 Natureza geral dos sítios ativos das enzimas . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.4.2 Mecanismos específicos de catálise . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5 Cinética de reações enzimáticas . . . . . . .

6.2.5.1 Modelos simples para reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

6.2.5.2 Expressões de velocidade para reações enzimáticas . . . . . . . . . .

6.2.5.3 Análise gráfica de reações enzimáticas. . . . . . . . . . . . . . . . .

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