85 capítulos
Medium 9788536322483

11. Aditivos Alimentares

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Aditivos Alimentares

11

Robert C. Lindsay

CONTEÚDO

11.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.2 Ácidos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.2.1 Atributos gerais. . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.2.2 Sistemas de fermentos químicos. . . . . .

11.3 Bases. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.4 Sistemas de tamponamento e sais. . . . . . . . . . .

11.4.1 Tampões e controle de pH em alimentos. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.4.2 Sais em produtos lácteos processados. .

11.4.3 Fosfatos e ligação de água em tecidos animais . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.5 Agentes quelantes (sequestrantes) . . . . . . . . . .

11.6 Antioxidantes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.7 Agentes antimicrobianos . . . . . . . . . . . . . . . . .

11.7.1 Sulfitos e dióxido de enxofre . . . . . . . .

11.7.2 Nitrito e sais de nitrato . . . . . . . . . . . . .

11.7.3 Ácido acético . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 6 - Leitura e uso da mídia digital

Andrew White Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Leitura e uso da mídia digital

Introdução

NA E R A DA M Í D I A

de massa, as teorias sobre o uso da mídia foram dominadas

por duas vertentes particulares: o instrumentalismo e o determinismo tecnoló‑ gico. Embora um número muito pequeno de estudos sobre o modo como o público usava várias mídias fosse inteiramente instrumentalista ou determinis‑ ta tecnológico, a maioria tendia a se situar em algum lugar do contínuo entre essas duas posições. Este capítulo fará uma crítica dessas duas posições antes de discutir teorias que tentam ir além desse binário rudimentar, em particular a conceituação do uso da mídia de Joost Van Loon e a teoria da ecologia da mí‑ dia de Postman. Embora este capítulo seja principalmente teórico (seguido por estudos de caso nos Capítulos 7, 8 e 9), nele discutiremos como uma das nossas práticas de mídia mais antigas, a leitura, foi afetada pela disseminação da mídia digital. Esse estudo de caso particular será teorizado por meio da obra de Walter

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Medium 9788536322483

5. Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Aminoácidos, Peptídeos e Proteínas

5

Srinivasan Damodaran

CONTEÚDO

5.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2 Propriedades físico-químicas dos aminoácidos . .

5.2.1 Propriedades gerais . . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2.1.1 Estrutura e classificação. . . . . . .

5.2.1.2 Estereoquímica dos aminoácidos . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2.1.3 Propriedades ácido-básicas dos aminoácidos . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2.1.4 Hidrofobicidade dos aminoácidos . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2.1.5 Propriedades ópticas dos aminoácidos . . . . . . . . . . . . . . . .

5.2.2 Reatividade química dos aminoácidos . .

5.3 Estrutura da proteína. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

5.3.1 Hierarquia estrutural das proteínas . . . . .

5.3.1.1 Estrutura primária . . . . . . . . . . .

5.3.1.2 Estrutura secundária. . . . . . . . . .

5.3.1.3 Estrutura terciária. . . . . . . . . . . .

5.3.1.4 Estrutura quaternária . . . . . . . . .

5.3.2 Forças envolvidas na estabilidade da estrutura das proteínas. . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788536322483

17. Fisiologia Pós-Colheita de Tecidos Vegetais Comestíveis

Srinivasan Damodaran, Kirk L. Parkin, Owen R. Fennema Grupo A PDF Criptografado

Fisiologia Pós-Colheita de Tecidos

Vegetais Comestíveis

17

Jeffrey K. Brecht, Mark A. Ritenour, Norman F. Haard e Grady W. Chism

CONTEÚDO

17.1 Introdução. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

17.1.1 Deterioração pós-colheita e perdas de alimentos vegetais . . . . . . . . . . . . . .

17.2 Fisiologia pós-colheita de tecidos vegetais. . . .

17.2.1 Morfologia, estrutura, crescimento e desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . .

17.2.1.1 Órgãos vegetais . . . . . . . . . . .

17.2.1.2 Estrutura celular . . . . . . . . . . .

17.2.1.3 Crescimento e desenvolvimento de partes da planta. . . . . . . . . . . .

17.2.1.4 Diversidade de maturidade horticultural em relação ao desenvolvimento fisiológico . .

17.2.2 Respiração. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

17.2.2.1 Fatores que afetam a respiração . . . . . . . . . . . . . . . .

17.2.2.2 Diminuindo a respiração e aumentando a vida útil . . . . . .

17.2.3 Expressão de genes e síntese de proteínas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .

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Medium 9788536323022

Capítulo 1 - Gerenciamento da qualidade total

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

Gerenciamento da qualidade total

Para alcançar os níveis de qualidade necessários ao atual contexto competitivo,

torna-se necessário uma revolução nos processos administrativos da organização.

Uma organização deve estar preparada para absorver, de maneira rápida e satisfatória, as mudanças sociais, tecnológicas e econômicas do ambiente no qual está inserida. Considerando-se que essas transformações são cada vez mais intensas e dinâmicas, pois se trata de um cenário globalizado, em que a competição inclui não só os vizinhos na cidade, no Estado ou no país, mas produtos de todo o mundo, uma visita às gôndolas do supermercado é suficiente para constatar essa realidade.

Qualidade não é mais um diferencial competitivo, mas uma condição para se manter no mercado. Por isso, o tema qualidade deve vir em primeiro lugar.

Isso significa dizer que o enfoque dos lucros em primeiro lugar deve ser abandonado. A justificativa é que, dando prioridade à qualidade, os lucros virão como consequência. Se uma organização segue o princípio da qualidade em primeiro lugar, seus lucros aumentarão com o decorrer do tempo. Todavia, se persegue o objetivo de atingir lucros a curto prazo, perderá a competitividade no mercado, seja sua atuação nacional ou internacional, e, a longo prazo, perderá os lucros.

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