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Capítulo 2 - Planejamento (P – plan)

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Planejamento

(P – plan)

Planejamento do SGQ + SA

Logicamente, para obter o fim esperado, tudo deve começar com um bom planejamento. Por isso, planejamento é um dos requisitos exigidos pelas Normas ISO

9001:2015 e ISO 22000:2005, conforme mostra o Quadro 2.1.

Escopo

A definição da abrangência do campo de aplicação de um sistema de gestão é uma etapa fundamental em sua implementação e faz parte do planejamento, uma vez que permite clareza sobre o que compõe e o que não compõe um sistema de gestão. Essa definição é exigida pelas Normas ISO 9001:2015 e ISO 22000:2005 segundo os requisitos 4.3 e 4.1, respectivamente, transcritos no Quadro 2.2.

Uma organização tem liberdade e flexibilidade para definir a abrangência de seus sistemas de gestão da qualidade e segurança dos alimentos, podendo optar

QUADRO 2.1

1REQUISITOS 6.1.1 E 6.1.2 DA NORMA ISO 9001:2015

E REQUISITO 5.3 DA NORMA ISO 22000:2005

ISO 9001:2015

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Medium 9788582603994

Capítulo 4 - A Hyundai Motors como montadora global

Russell D. Lansbury, Chung-Sok Suh, Seung-Ho Kwon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

A Hyundai Motors como montadora global

Introdução

Este capítulo analisa o surgimento da Hyundai Motor Company (HMC) como principal montadora da Coreia e sua expansão como produtora global. O capítulo remonta o desenvolvimento da HMC desde sua origem, no início do pós-guerra, no campo de reparo de veículos, até se tornar a maior montadora da Coreia e uma grande produtora em nível global.

Muito já foi escrito sobre o surgimento das empresas americanas e japonesas como fabricantes globais de automóveis nas últimas décadas, mas a indústria automobilística coreana recebeu relativamente pouca atenção, apesar de seu avanço significativo desde a década de 1980. Apesar do impacto da crise econômica asiática no final dos anos 1990, que levou à falência de diversas empresas automotivas coreanas, a HMC se recuperou rapidamente.

A ideia é que boa parte do sucesso inicial da Hyundai dependeu não apenas de sua estratégia industrial, que permitiu que a empresa alcançasse a produção em massa rapidamente, mas também de suas estratégias de relações de emprego, que, junto com as políticas governamentais da época, permitiram que a HMC restringisse as atividades sindicais e determinasse de forma unilateral os salários e as condições dos trabalhadores.

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 2 - Do privado ao público: identidade on‑line

Andrew White Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Do privado ao público: identidade on­‑line

Introdução

N O C A P Í T U L O A N T E R I O R , A R G U M E N TA M O S

que a mídia digital tem, até certo

ponto, solapado ou, em termos mais generosos, remodelado os métodos tradi‑ cionais da pesquisa acadêmica. Isso tem não somente implicações para a educa‑

ção mas também para a política, já que o modo como construímos e mantemos nossas posições políticas é, em grande parte, dependente da qualidade da gama de informações que recebemos. Isso ocorre particularmente porque a informa‑

ção, que antes era monopolizada por instituições públicas ou de inclinação cívi‑ ca, agora é cada vez mais fornecida por mecanismos de busca comerciais e pela internet, cuja gestão depende cada vez mais do setor privado. As implicações políticas desses fatos serão exploradas mais a fundo no Capítulo 3.

Como aludimos no capítulo anterior, práticas como proveniência e, mais recentemente, crowd sourcing, além da importância mais destacada da reputa‑

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Medium 9788580551884

Capítulo 10 - Nutrição: forma física e esportes

Gordon M. Wardlaw, Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

Nutrição: forma física e esportes

CAPÍTULO 10

Objetivos do aprendizado

1. Citar cinco resultados positivos relacionados à saúde com um estilo de vida que inclua atividade física.

vantagens e desvantagens de cada um deles.

2. Desenvolver um programa de condicionamento físico.

5. Mostrar como os músculos e

órgãos relacionados se adaptam ao aumento da atividade física.

3. Descrever quando e como o glicogênio, a glicose sanguínea, a gordura e as proteínas são usadas para preencher as necessidades energéticas durante diferentes tipos de atividade física.

6. Descrever como estimar as necessidades calóricas de um atleta e discutir os princípios gerais para cumprir as exigências de nutrientes totais em uma dieta voltada para o treinamento.

4. Diferenciar o uso anaeróbio e aeróbio da glicose e identificar as

7. Avaliar problemas relacionados com a rápida perda de peso

por desidratação e descrever a importância da água e/ou das bebidas esportivas durante a atividade física.

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Medium 9788547212520

C A P Í T U L O 4 - A economia digital e asindústrias criativas

Andrew White Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

A economia digital e as indústrias criativas

Introdução

OS DEBATES SOBRE A aparente

mudança da estrutura econômica das sociedades −

afastando-se da agricultura e da manufatura rumo à indústria de serviços − ocorrem, nos Estados Unidos, no mínimo desde o início da década de 1970. O livro de Daniel Bell, O advento da sociedade pós­‑industrial, publicado pela primei‑ ra vez em 19731, é amplamente considerado o texto seminal, mas foi precedido e sucedido por outros autores, entre eles Machlup, Drucker, Touraine, Toffler,

Porat e Naisbitt. Embora Miller2 se empenhe em fazer uma sutil distinção entre os conceitos de pós­‑industrialismo e de sociedade da informação, as diferenças entre eles são mais temporais do que filosóficas quanto à orientação. Isso é exemplificado no desenvolvimento do próprio trabalho de Bell, cujo “pós­

‑industrialismo” se transformou, ao longo do tempo, na ideia da “sociedade da informação”3 O pós­‑industrialismo descreveu um período na década de 1970 no qual a indústria de serviços estava se tornando mais proeminente sem que

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