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5 - Coordenação das Cadeias Produtivas

ARAÚJO, Massilon J. Grupo Gen PDF Criptografado

5

Coordenação das Cadeias

Produtivas

A coordenação de uma cadeia produtiva, também denominada de estrutura de governança, refere-se à estrutura dominante dentro dessa cadeia, que orienta e interfere em todo o processo produtivo e comercial, de forma mais ou menos frágil ou, intensamente, determinando até o modo de produção e de comercialização dos produtos.

Na abordagem conceitual de “sistemas agroindustriais” (Capítulo 1, Figura 1.1), foram mostradas as principais estruturas de coordenação de uma cadeia produtiva, como: mercados, mercados futuros, agências e programas governamentais, agências de estatística, cooperativas, integrações, tecnologia, joint ventures, firmas individuais, tradings.

5.1 Mercados

O conceito de mercado aqui é visto em sua forma ampla, como: “toda a instituição social na qual bens e serviços, assim como os fatores produtivos, são trocados livremente”

(TROSTER e MOCHÓN, 1994).

Não se trata, portanto, somente de um espaço físico, mas ocorre sempre que compradores e vendedores de um bem ou serviço entram em contato para comercializá-lo.

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Capítulo 6 - A gestão das relações de emprego

Russel D. Lansbury; Chung-Sok Suh, Seung-Ho Kwon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

A gestão das relações de emprego

Introdução

As estratégias e os processos de produção descritos no Capítulo 5 tiveram um forte impacto nas práticas de relações de emprego na Hyundai Motors India (HMI).

A expansão rápida da capacidade de produção (um aumento de 100 mil carros de passageiros ao ano) resultou posteriormente no crescimento rápido do emprego durante um período relativamente curto de tempo. Isso também teve um impacto expressivo nas relações de emprego na empresa.

A HMI começou suas operações de produção com uma força de trabalho de cerca de 1.400 trabalhadores operando em um sistema de produção de um turno.

Em agosto de 1999, a força de trabalho alcançou 2.290 trabalhadores operando em um sistema de dois turnos e continuou a se expandir. Em janeiro de 2001, eram cerca de 3 mil trabalhadores operando em um sistema de três turnos. Essa expansão fez com que a HMI precisasse desenvolver uma série de políticas de relações de emprego para gerenciar sua força de trabalho com eficácia.

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Medium 9788536323022

Capítulo 2 - Planejamento (P – plan)

Marco Túlio Bertolino Grupo A PDF Criptografado

C A P Í T U L O

2

Planejamento

(P – plan)

Planejamento do SGQ + SA

Logicamente, para obter o fim esperado, tudo deve começar com um bom planejamento. Por isso, planejamento é um dos requisitos exigidos pelas Normas ISO

9001:2015 e ISO 22000:2005, conforme mostra o Quadro 2.1.

Escopo

A definição da abrangência do campo de aplicação de um sistema de gestão é uma etapa fundamental em sua implementação e faz parte do planejamento, uma vez que permite clareza sobre o que compõe e o que não compõe um sistema de gestão. Essa definição é exigida pelas Normas ISO 9001:2015 e ISO 22000:2005 segundo os requisitos 4.3 e 4.1, respectivamente, transcritos no Quadro 2.2.

Uma organização tem liberdade e flexibilidade para definir a abrangência de seus sistemas de gestão da qualidade e segurança dos alimentos, podendo optar

QUADRO 2.1

1REQUISITOS 6.1.1 E 6.1.2 DA NORMA ISO 9001:2015

E REQUISITO 5.3 DA NORMA ISO 22000:2005

ISO 9001:2015

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Medium 9788520429426

O que a Google faria?

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

O que a Google faria?

Parece que nenhuma empresa, executivo ou instituição entende perfeitamente como sobreviver e prosperar na era da internet.

Exceto a Google.

Assim, em face de praticamente todos os desafios atuais, faz sentido perguntar: o que a Google faria?

Em administração, comércio, notícias, mídia, manufatura, marketing, indústria de serviços, investimentos, política, governo e até mesmo educação e religião, responder a essa pergunta é uma chave para navegar em um mundo que mudou radical e definitivamente.

Esse mundo está de pernas para o ar, virado do avesso, é absurdo e confuso.

Quem poderia imaginar que um serviço gratuito de classificados poderia ter um efeito tão profundo e permanente sobre toda a indústria jornalística, que crianças com câmeras e conexões de internet pudessem reunir públicos maiores que as redes de televisão, que eremitas com teclados pudessem derrubar políticos e empresas e que pessoas sem formação acadêmica pudessem criar empresas que valeriam bilhões? Eles não fizeram isso quebrando as regras. Eles funcionam de acordo com as novas regras de uma nova era, dentre elas:

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Medium 9788582603994

Capítulo 1 - Introdução

Russel D. Lansbury; Chung-Sok Suh, Seung-Ho Kwon Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 1

Introdução

Nas últimas décadas, as empresas multinacionais têm dominado cada vez mais a produção mundial à medida que expandem seu investimento estrangeiro direto

(IED) de modo a conquistar vantagens competitivas globais e superar as proteções de mercado regionais. A indústria automobilística é um excelente exemplo da globalização: as montadoras desenvolveram redes, alianças e participações acionárias cruzadas entre regiões e nações. Do final da Segunda Guerra Mundial a meados da década de 1960, as empresas americanas dominaram o setor automobilístico, com seu enorme mercado interno e expansão para a Europa e outras regiões. Em meados da década de 1970, no entanto, as montadoras japonesas, lideradas pela

Toyota Motor Company, já haviam começado a penetrar na América do Norte e ainda estavam conquistando mercados na Europa e na Ásia. No final da década de 1980, o Sistema Toyota de Produção foi declarado o paradigma dominante pelo influente A Máquina que Mudou o Mundo, livro no qual Womack et al. (1990) cunharam o termo “produção enxuta”. A Toyota demonstrou que era possível melhorar continuamente os processos de produção e, ao mesmo tempo, construir modelos relativamente baratos e de alta qualidade. Durante a década de 1990, as montadoras japonesas mudaram sua estratégia, passando da exportação a partir do Japão para a construção de instalações transplantadas no estrangeiro, de modo a produzir veículos em outros países. Pouco a pouco, as montadoras japonesas foram tomando o lugar de suas rivais americanas no mercado mundial; em meados da década, as japonesas representavam um terço de todas as vendas de veículos nos

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