191 capítulos
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1.11. QUESTÕES

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54

Macroeconomia Esquematizado ®

Luiza Sampaio

depende da expectativa dos agentes econômicos com relação ao futuro, ou seja, quanto o produtor conseguirá vender. Além disso, o empresário deverá fazer a com‑ paração entre a Eficiência marginal do capital (EmgK)70, que representa o ganho do investidor, e a taxa de juros, que é o custo do investimento. Portanto, se a EmgK for maior que a taxa de juros, propiciará o investimento produtivo. Se a EmgK for menor que a taxa de juros, levará à não efetivação do investimento produtivo.

Portanto, para os clássicos, a poupança sempre tenderá a ser igual ao investimen‑ to, proporcionando um crescimento estável para o produto. E, para Keynes, a incer‑ teza poderá provocar um excesso de poupança e uma escassez de investimento, rom‑ pendo com o fluxo circular da renda e gerando instabilidade.

Feijó e Ramos sintetizam o fluxo circular da renda numa economia fechada e sem governo pelas seguintes relações contábeis: “a demanda pelo produto é compos‑ ta pelas demandas de bens e serviços finais e bens e serviços de investimento e a renda gerada no processo de produção é alocada em consumo e a parcela não consu‑ mida é disponibilizada no mercado de fundos de capital como recurso para financiar empresas. A renda não consumida corresponde a poupança, que medida ex post é igual ao investimento ex post”71.

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12.8. BALANCETE DO SISTEMA BANCÁRIO

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

642 Macroeconomia Esquematizado®

JJ 12.8. 

Luiza Sampaio

BALANCETE DO SISTEMA BANCÁRIO

O Balancete do Sistema Bancário corresponde à soma do Balancete do Banco

Central + Balancete dos Bancos Comerciais.

Observe que o Redesconto aparece no Ativo do Bacen e no Passivo dos bancos comerciais e, por isso, anulam­‑se no Balancete do Sistema Bancário.

Observe que o Recolhimento compulsório e o Recolhimento voluntário apare‑ cem no Ativo dos bancos comerciais e no Passivo do Bacen e, por isso, anulam­‑se no

Balancete do Sistema Bancário.

O Passivo monetário do Sistema Bancário corresponde aos meios de pagamento

(M1). Para estes aumentarem, é necessário que o Ativo aumente ou o Passivo não monetário diminua.

Fazendo­‑se as devidas agregações do Balancete do Banco Central ao Balancete dos Bancos Comerciais, pode­‑se apresentar, no Quadro 12.5, o seguinte Balancete do

Sistema Bancário:

Quadro 12.5.  Balancete do Sistema Bancário

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Capítulo 4 - Demanda, Oferta e Equilíbrio de Mercado

Marco Antonio S. Vasconcellos, Manuel Enriquez Garcia Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 4

Demanda, Oferta e

Equilíbrio de Mercado

Fundamentos-de-Economia-prova6B.indb 37

11/10/18 14:18

4.1 Introdução

4.1.1

Fundamentos de Economia

38

Breve histórico

A evolução do estudo da teoria microeconômica teve início basicamente com a análise da demanda de bens e serviços, cujos fundamentos estão alicerçados no conceito subjetivo de utilidade. A utilidade representa o grau de satisfação que os consumidores atribuem aos bens e serviços que podem adquirir no mercado. Ou seja, a utilidade é a qualidade que os bens econômicos possuem de satisfazer as necessidades humanas. Como tem sua base em aspectos psicológicos ou preferências subjetivas, a utilidade difere de consumidor para consumidor (uns preferem uísque, outros, cerveja).

A teoria do valor-utilidade contrapõe-se à chamada teoria do valor-trabalho, desenvolvida pelos economistas clássicos (Malthus, Adam Smith,

Ricardo, Marx). A teoria do valor-utilidade pressupõe que o valor de um bem se forma por sua demanda, isto é, pela satisfação que o bem representa para o consumidor. Ela é, portanto, subjetiva e considera que o valor nasce da relação do homem com os objetos. Representa a chamada visão utilitarista, em que prepondera a soberania do consumidor, pilar do capitalismo.

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1.4. IDH

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

1

31

Conceitos Macroeconômicos Básicos

Figura 1.1.  C

� omportamento do PIB e do PIB per capita no período de 2000 a 2013 —

Taxa (%) de crescimento anual

8,0

7,5

7,0

5,7

5,0

5,2

4,4

4,3

4,0

3,0

6,5

6,1

6,0

4,0

4,0

2,8

3,2

2,7

2,0

1,3

1,0

1,3

2,7

2,7

1,7

1,9

1,4

0,1

0,0

–0,1

–0,3

–0,2

–1,0

–2,0

2,3

1,0

–1,4

2000

2001

2002

2003 2004

2005

2006

PIB

2007

2008

2009 2010 2011

2012

2013

PIB per capita

Fonte: IBGE — Contas Nacionais trimestrais, 4º tri/2013.

JJ 1.4. IDH

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é uma medida comparativa de qualidade de vida, instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU)20 e usada como referência da qualidade de vida e do desenvolvimento, considerando critérios acima dos índices econômicos. Diferentemente do produto per capita, a abordagem de desenvolvimento humano mede o bem-estar social não apenas pela perspectiva do crescimento econômico, mas, sim, com um olhar para o ser humano, suas oportuni‑ dades e capacidades. O IDH, contudo, não contempla alguns aspectos de desenvolvi‑ mento, por exemplo, democracia, participação, equidade e sustentabilidade. Ele en‑ globava, até o ano de 2009, três dimensões: renda per capita, educação (taxa de analfabetismo) e esperança de vida (longevidade).

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19.9. QUESTÕES

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

19

1113

Crescimento de Longo Prazo

JJ 19.8.4. 

Quadro­‑resumo

SEM AUMENTO

POPULACIONAL E SEM

PROGRESSO TÉCNICO

COM AUMENTO

POPULACIONAL E SEM

PROGRESSO TÉCNICO

COM AUMENTO

POPULACIONAL E COM

PROGRESSO TÉCNICO

ESTADO ESTACIONÁRIO

sy = dk

sy = (d + n) k

sy = (d + g + n) k

ESTADO ESTACIONÁRIO

NA REGRA DE OURO

f’k = d

f’k = d + n

f’k = d + g + n

PRODUTO POR

UNIDADE

DE EFICIÊNCIA

TAXA DE

CRESCIMENTO DO →

PRODUTO POR

TRABALHADOR (y)

PRODUTO TOTAL (Y)

Aumento populacional

à taxa “n”

n

Avanço tecnológico

à taxa “g”

g

g

Avanço tecnológico à taxa “g” e aumento populacional à taxa “n”

g

g+n

Y

AN

JJ 19.9. Questões

1. (Economista — Eletronorte — UFRJ — NCE — 2006) O resíduo de Solow tenta captar a importância dos choques tecnológicos. Ele mede: a) A variação percentual do consumo antes e depois do choque tecnológico. b) A variação percentual do Produto menos a variação percentual dos insumos pondera‑ dos por sua participação no Produto. c) A variação percentual do Produto menos a média da variação dos insumos. d) A variação do investimento nos setores de rápido desenvolvimento tecnológico menos a variação do investimento em setores menos dinâmicos tecnologicamente. e) A variação percentual do investimento.

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