231 capítulos
Medium 9788597012965

1 - Estado, Governo e Sociedade

José Matias-Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

Estado, Governo e Sociedade

“Todo poder procura suscitar e cultivar a fé na própria legitimidade. Todo poder se manifesta e funciona como administração.”

1

Max Weber (2004)

“Sociedade é o complexo de relações pelo qual vários indivíduos vivem e operam conjuntamente, de modo que formem uma nova e superior unidade.”

Giorgio Del Vecchio (1957)

As teorias sobre a origem do Estado

Na busca de responder sobre qual é a origem do Estado (Matias-Pereira, 2017),1 nos remetemos às duas respostas clássicas sobre o tema:

■■ A primeira está relacionada às teorias naturalistas ou da origem natural do Estado – Aristóteles, Cícero, Santo Tomás de Aquino. O homem, enquanto ser social por sua própria natureza, para se realizar necessita viver em sociedade.

Assim, o Estado aparece como uma necessidade humana fundamental.

■■ A segunda explicação está vinculada às teorias voluntaristas, contratualistas ou da origem voluntária do Estado (séculos XVI ao XVIII). O Estado não se forma de uma maneira natural, mas porque os indivíduos voluntariamente o desejam.

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Medium 9788597021882

7 Comparação de Projetos de Investimentos

Nelson CASAROTTO FILHO, Bruno Hartmut KOPITTKE Grupo Gen ePub Criptografado

7.1 Conceitos e princípios

7.2 Métodos determinísticos de análise de investimentos

7.3 Método do Valor Anual Uniforme Equivalente (VAUE)

7.4 A Taxa Mínima de Atratividade (TMA)

7.5 Alternativas com vidas diferentes

7.6 Método do Valor Presente Líquido (VPL)

7.7 Horizonte de planejamento infinito para o método do Valor Presente Líquido

7.8 Métodos não exatos

7.9 Conceitos complementares

7.10 Exercícios propostos sobre métodos determinísticos

Por que investir? A pergunta pode parecer óbvia: investe-se para obter um retorno, ou seja, uma boa taxa de retorno. Em linguagem corrente fala-se em lucro. Expresso desta maneira, o ato de investir parece que só tem um lado: o lado positivo do ganho monetário. Se fosse assim todos seriam investidores, ou ao menos gostariam de investir.

Vamos, então, examinar em que consiste investir considerando a seguinte definição: investir consiste em renunciar a um consumo no presente em troca de uma promessa de um retorno satisfatório no futuro. Investir consiste, então, em deixar de gastar o dinheiro agora em um artigo de consumo para gastá-lo em algo que se espera que irá produzir um bom retorno no futuro. Mas, como diz a canção, o futuro não nos pertence: o que será, será. Não se deve confundir investimento com aplicação financeira. A caderneta de poupança não é, a rigor, um investimento e sim uma aplicação financeira. Aplicações financeiras apresentam riscos muito baixos, desde que, feitas em instituições de renome, com garantia e que não prometam lucros exorbitantes. Além disso, as aplicações apresentam uma outra característica, elas têm razoável liquidez.

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Medium 9788597015416

Capítulo 12 - Mensuração, Gestão de Performance e Risco

GALLAGHER, Lilian Massena (coord.); SOUZA FILHO, Gonzaga; MARINHO, Geraldo; DIETRICH, Vitoria; Grupo Gen PDF Criptografado

4 Prova

Capítulo 12

Mensuração, Gestão de Performance e Risco

Objetivos

Ao final deste capítulo você deve ser capaz de:

■■ Avaliar de forma preliminar os riscos envolvidos em um investimento financeiro;

■■ Compreender os relatórios de performance e risco emitidos pelas

áreas de Gestão de Risco das assets;

■■ Tomar decisões de investimento com base no risco dos produtos de investimento.

Conteúdo

12.1  Risco, retorno e diversificação

12.2  Administração e gerenciamento de risco

12.3  Formas de controle de risco

Pontos importantes – Risco

Tempo estimado de estudo

Oito horas.

4_Prova_Gallagher_Exame_de_certificacao_ANBIMA_CPA-20_Cod_4217629.indb 503

16/01/2018 09:05:45

4 Prova

[ 504 ]  Exame de Certificação ANBIMA CPA-20

12.1  Risco, retorno e diversificação

Você está perto do fim do estudo. Lembro que esse capítulo tem um peso significativo no exame CPA-20 e que, portanto, deve ser estudado com bastante atenção. Trata-se de tópico muito relevante para quem vai lidar com investimentos.

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Medium 9788597013306

Capítulo 17 - Contratos administrativos

Antonio Cesar Amaru MAXIMIANO, Irene Patrícia NOHARA Grupo Gen PDF Criptografado

C AP ÍTU LO 17

Contratos administrativos

PERCURSO DO CAPÍTULO

CONTRATOS

ADMINISTRATIVOS

TRATAMENTO

LEGAL

CARACTERÍSTICAS

EXTINÇÃO

GESTÃO DE

CONTRATO

CLÁUSULAS

EXORBITANTES

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Conceito e natureza jurídica.

■■ Tratamento legal.

■■ Características.

■■ Cláusulas exorbitantes.

■■ Sistema de gestão de contratos.

■■ Extinção do contrato administrativo.

Gestao_Publica.indb 299

12/09/2017 14:58:20

300 

C A P Í T U LO 1 7

17.1 Definição e natureza jurídica

Um dos assuntos essenciais à gestão pública é a gestão dos contratos administrativos. As Administrações Públicas precisam contratar para desenvolver suas atividades cotidianas.

Existem contratos que suprem a Administração de serviços e bens necessários ao desempenho de suas atividades; e também há as contratualizações, para delegar à iniciativa privada o exercício de serviços públicos, cuja titularidade é estatal, conforme dispõe o art. 175 da Constituição.

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Medium 9788522458707

Parte IV – 11 - Concepção do modelo gerencial da administração pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

11

Concepção do modelo gerencial da administração pública

Introdução

O novo paradigma da governança global no setor privado e público tem como referência a necessidade de promover uma governança que torne mais efetiva as relações entre os três principais atores: setor público, setor privado e terceiro setor.

Assim, no debate sobre a governança corporativa nas organizações, destacam-se as preocupações relacionadas a boa governança corporativa, transparência e ética, sendo que a transparência é o mais importante para os investidores. Registre-se que as instituições e organizações no setor público, por sua vez, estão dispersas de forma muito ampla nos três níveis de governo: União, Estados e municípios, o que aumenta os obstáculos para a realização de uma boa governança pública.

Embora estejam em dimensões diferentes, essas peocupações também fazem parte do universo das organizações públicas. Isso porque tanto no setor privado como no público não podem ser desconsiderados os aspectos que envolvem a maneira como é feita a gestão das organizações, como identificam e tratam os seus stakeholders, como e em que base são estabelecidas as parcerias. A democracia participativa concebida na nova governança busca tornar o Estado mais permeável à influência da sociedade.

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