1997 capítulos
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5 IMPROVISAÇÃO E APRENDIZAGEM NAS ORGANIZAÇÕES

Claudia Simone Antonello, Arilda Schmidt Godoy Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 5 • IMPROVISAÇÃO E APRENDIZAGEM NAS ORGANIZAÇÕES

○ INTRODUÇÃO

No momento em que se demanda uma ação ou tarefa que deve ser executada na organização, naquela exata ocasião, forma-se um terreno fértil para o surgimento da improvisação. A improvisação consiste na contração do planejamento e da execução, ou seja, na compreensão da ação,

à medida que esta vai tomando lugar, e na capacidade de executar um movimento de antecipação ou reação sem o benefício de reflexão prévia (Cunha, 2002). A palavra improvisação deriva do latim improvisus e significa uma ação realizada subitamente, de forma extemporânea, sem planejamento prévio. Por surgir nas organizações, muitas vezes de forma inesperada, a improvisação trabalha com o imprevisto e passa a ser gerada pelo impulso do momento. Envolve também trabalhar com aquilo que já foi criado, formando e transformando ideias, colocando características únicas em cada uma das novas criações (Weick, 1998).

Ela consiste, assim, em uma ação a ser realizada que fornece pouca margem para o planejamento. Apesar do esforço das organizações em adotar processos de planejamento estratégico, bem como novas formas de direção e controle, os cenários atuais têm acarretado dificuldades na realização de planejamentos estruturados. Isto exige dos empresários um papel comparado ao de um bombeiro, isto é, de alguém que, constantemente, precisa apagar incêndios no momento em que eles surgem, para que o restante da organização ou mesmo os stakeholders não sejam afetados. Partindo da ideia que a improvisação tem se tornado uma constante na vida das organizações, neste capítulo é aprofundada sua relação nas organizações, com base na metáfora da improvisação no teatro e na música.

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Medium 9788597019179

Capítulo 2 Comunicações organizacionais

Carolina Tomasi, João Bosco Medeiros Grupo Gen ePub Criptografado

■ Explicitar o que são comunicações organizacionais.

■ Reconhecer os vários estágios da comunicação pelos quais passaram as empresas nas últimas décadas.

■ Entender que comunicação é processo e que, portanto, todos os seus elementos devem ser considerados no ato de comunicação.

■ Habilitar o leitor para compreender as metáforas veiculadas nas mais diversas mensagens que ocorrem no interior das organizações.

■ Habilitar o leitor para compreender que a comunicação empresarial é fator indispensável para o sucesso de qualquer empresa.

1. Que você acha de as empresas fecharem-se à imprensa?

2. Que pensa de uma empresa considerar relevante conquistar o apoio da opinião pública?

3. Tornar público, via imprensa, o trabalho de uma empresa é uma prestação de contas à sociedade? Por quê?

4. Comente a frase: “Todos nós somos influenciados pela reputação de uma empresa quando escolhemos o que comprar.”

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Medium 9788597018998

Capítulo 2 - PESQUISA COM ADAPTAÇÃO AOS CURSOS PROFISSIONAIS

ALMEIDA, Martinho Isnard Ribeiro de; FRANCESCONI, Milton; FERNANDES, Priscila Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

C A P í T U l O  2

PESQUISA COM

ADAPTAÇÃO

AOS CURSOS

PROFISSIONAIS

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Capítulo 2 | PESQUISA COM ADAPTAÇÃO AOS CURSOS PROFISSIONAIS

Um dos primeiros teóricos a pensar no aproveitamento da experiência prática no aprendizado foi Kolb, com a Teoria de

Aprendizagem Experiencial, que se caracteriza por ser uma teoria orientada a uma visão profissional, pela necessidade de se ter vivenciado uma experiência concreta, ou estarse inserido em uma, durante o período de geração de conhecimento (KRAKAUER; MARQUES e ALMEIDA, 2015).

A teoria remete a um ciclo que parte da experiência concreta, representando o fazer, passa pela observação reflexiva, momento de pensar sobre a experiência, chega à conceitualização abstrata, quando o pesquisador passa a entender as teorias ligadas à sua prática, e culmina na experimentação ativa, quando este faz uso da teoria absor­vida em prol da e retornando à aplicação prática.

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Medium 9788521625582

Parte Dois - Capítulo 4 - Ambiente, Cultura Organizacional e diversidade

Schermerhorn Jr., John R. Grupo Gen PDF Criptografado

4

Ambiente, cultura organizacional e diversidade

CAPÍTULO 4 Questões de Estudo

1. O que é o ambiente externo das organizações?

Planejamento Prévio

Após ler o Capítulo 4, você deve ser capaz de responder a estas perguntas com suas próprias palavras.

2. O que é uma organização guiada pelo cliente?

3. O que é uma organização guiada pela qualidade?

4. O que é cultura organizacional?

5. Como é gerenciada a diversidade em uma organização multicultural?

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HERMAN MILLER — AMBIENTE DE ALTO DESEMPENHO GUIADO POR

VALORES FUNDAMENTAIS

Na Herman Miller, premiada e inovadora fabricante de móveis criados por designers, a idéia de corporação vai além de sua existência como entidade legal.

Os valores fundamentais criam um ambiente interno de alto desempenho, enquanto a empresa acolhe um conjunto completo de stakeholders que inclui colaboradores, fornecedores, clientes e a própria comunidade.

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9. Teorias econômicas

Antonio Carlos Gil Grupo Gen PDF Criptografado

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Teorias econômicas

Embora a firma constitua um das mais importantes instituições capitalistas, sua importância não foi acentuada pelos teóricos da Economia até o final da

última década do século XX. Por muito tempo, a firma foi compreendida como mero agente maximizador de lucro, sem qualquer outro interesse que não fosse o de possibilitar a obtenção do maior excedente possível em suas transações. Essa compreensão baseava-se na crença da habilidade da firma para se ajustar automaticamente às mudanças do mercado, crença esta coerente com o conceito de “mão invisível”, introduzido por Adam Smith para explicar como numa economia de mercado, apesar da inexistência de uma entidade coordenadora, a interação econômica entre os indivíduos se daria em certa ordem capaz de garantir o equilíbrio do mercado.

O pensamento econômico dominante no período compreendido pelas três últimas décadas do século XIX e as quatro primeiras décadas do século

XX foi o da Escola Neoclássica, que enfatizava a formação dos preços, a produção  e a  distribuição  da  renda  através do mecanismo de  oferta e demanda dos mercados. Nesse contexto, a firma ficava reduzida a uma “caixa-preta”, a uma função de produção. A Macroeconomia, por se dedicar ao estudo do comportamento econômico como um todo, privilegiava o estudo dos grandes aglomerados econômicos, tais como renda e produtos, estoque de moeda e balança de pagamentos, conferindo pouca atenção ao estudo das empresas.

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