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Medium 9788521621768

Capítulo 1 - Contextualização

Patricia Itala Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Contextualização

Book NOVO Ferreira.indb 1

6/10/13 2:11 PM

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Book NOVO Ferreira.indb 2

capítulo 1

6/10/13 2:11 PM

É

possível observar a mudança na visão de muitas empresas a respeito de seus funcionários. O próprio papel da área de Recursos Humanos (RH) ou de

Gestão de Pessoas (GP) tem mudado e as atividades conquistam cada vez mais importância e relevância na estrutura das organizações. Há poucas décadas, as atividades de gestão de pessoas limitavam-se à mediação das relações industriais – uma visão burocratizada, contemporânea da Revolução Industrial, que encontrou seu auge na década de 1950. Ao longo do tempo, contudo, esse cenário foi sendo modificado.

A denominação “área de Recursos Humanos” guarda relação com uma

época de “mão de obra” abundante, em que capital, máquinas, instalações e pessoas eram considerados meros recursos produtivos. Se uma máquina quebrasse, era só trocar; se uma pessoa se machucasse no desempenho das atividades ou pedisse demissão, por exemplo, a troca era igualmente fácil. A mão de obra era apenas mais um recurso, não era necessário haver seres pensantes, apenas a “mão” do trabalhador, a força de trabalho.

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Medium 9788521625766

Capítulo 3 – Recrutamento ou Atração de Talentos

Patricia Itala Ferreira Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 3

Recrutamento ou Atração de Talentos

Book Ferreira1.indb 39

1/21/14 6:12 PM

Book Ferreira1.indb 40

1/21/14 6:12 PM

Estudo de caso

Fernanda, depois de ter aprendido o conceito de “geração”, começou a se perguntar que impactos poderiam existir nas formas de recrutamento/atração de talentos na Pimisol por conta do perfil desejado para uma determinada vaga. Resolveu, então, verificar como o recrutamento é feito na empresa, qual é o tipo de recrutamento preferencial, quais são as fontes com maior

índice de retorno em termos qualitativos e quantitativos, quais são os formulários utilizados para formalizar o processo, entre outros pontos relevantes. Vamos acompanhá-la?

�� O que é e para que serve?

Recrutamento ou atração é o processo de atrair candidatos com potencial para ocupar as vagas da empresa. A qualidade dos empregados que atuam na organização depende da qualidade dos candidatos recrutados.

O recrutamento, contudo, não é uma atitude passiva de esperar candidatos, mas sim uma atitude ativa de despertar o interesse e atrair os melhores profissionais do mercado.

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Medium 9788597012866

6 - Liderança Através do Tempo

Roberto Kanaane Grupo Gen PDF Criptografado

Liderança Através do Tempo

6

“Conte-me e eu esqueço.

Mostre-me e eu apenas me lembro.

Envolva-me e eu compreendo.”

Confúcio

KANAANE_comportamento.indb 117

03/07/2017 12:24:40

Capítulo 6

O capítulo aborda o contexto de liderança no ambiente corporativo, revisitando as principais abordagens no intuito de apresentar a trajetória percorrida através do tempo, sinalizando autores envolvidos com as respectivas temáticas, propostas e perspectivas.

Expõe a tendência contemporânea em liderança, destacando a ênfase à liderança coaching, tendo em vista o líder coach e os desafios das lideranças.

6.1 Contexto da liderança

O estudo da liderança tem trazido à tona a perspectiva de recuperar as concepções sobre o tema e as contribuições para a compreensão do fenômeno humano.

Num primeiro momento, constatou-se que nos movimentos históricos representados pelas manifestações sociais, econômicas, culturais e políticas surgiram as grandes guerras mundiais, primeira e segunda, as quais trouxeram à humanidade o repensar sobre o seu modo de organização social, quanto a hábitos, costumes, valores, tradições, mobilizando o status quo, tanto do ponto de vista individual quanto do coletivo.

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Medium 9788521631941

Capítulo 11 - Organizações Formais

Vania Martins dos Santos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Organizações Formais

E

ste capítulo analisa a crescente importância das organizações formais nas sociedades modernas e os processos sociais que intervêm em seu funcionamento.

A partir das contribuições de Max Weber, iremos analisar a emergência do modelo burocrático de organização, buscando compreender seu papel como um sistema de dominação social. Analisaremos as características e as vantagens que tornaram a burocracia um sistema predominante na sociedade moderna, analisando também as disfunções e a adequação dessa forma de organização à era da globalização.

11.1  A sociedade das organizações

As organizações formais, de acordo com Mayntz (1987), são formações sociais que possuem objetivos específicos e conscientes, ordenando-se racionalmente para alcançá-los. Consistem, em geral, em vários grupos inter-relacionados, com funções internas diferenciadas e dirigidos de acordo com normas claramente estabelecidas e impostas. Embora a definição de organização formal ponha em destaque a racionalidade na obtenção das metas, a abordagem sociológica engloba todos os processos sociais envolvidos nesses sistemas, incluindo aqueles que não são planificados nem previstos.

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Medium 9788522494194

1 Gestão com Pessoas, Subjetividade e Objetividade nas Organizações (Eduardo Davel e Sylvia Constant Vergara)

Eduardo Davel, Sylvia Constant Vergara Grupo Gen PDF Criptografado

1

Gestão com Pessoas,

Subjetividade e Objetividade nas Organizações

Eduardo Davel

Sylvia Constant Vergara

O Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia.

Fernando Pessoa

INTRODUÇÃO

Pessoas não fazem somente parte da vida produtiva das organizações. Elas constituem o princípio essencial de sua dinâmica, conferem vitalidade às atividades e processos, inovam, criam, recriam contextos e situações que podem levar a organização a posicionar-se de maneira competitiva, cooperativa e diferenciada com clientes, outras organizações e no ambiente de negócios em geral. Pessoas tornam-se fonte verdadeira de vantagens competitivas por causa de seu valor, sua raridade, suas inimitáveis e insubstituíveis qualidades humanas (Wright, McMahan e McWilliams, 1994; Sparrow e Marchington, 1998a), ou seja, por causa da capacidade original de combinarem emoção com razão, subjetividade com objetividade quando concebem situações, quando desempenham tarefas, interagem e decidem.

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