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Medium 9788597014334

4 - Suspensão e interrupção do contrato de trabalho: Faltas Licenças Férias

GARCIA, Roni Genicolo Grupo Gen PDF Criptografado

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Suspensão e interrupção do contrato de trabalho:

Faltas. Licenças. Férias

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S u s p e n são e i n t e r r up ção

O empregado poderá ficar com o contrato suspenso ou interrompido, assegurando-se as vantagens da categoria por ocasião de sua volta ao trabalho (CLT, art. 471).

O afastamento do empregado por exigências do serviço militar ou outro encargo público não constituirá motivo para a alteração ou extinção (dissolução do vínculo) do contrato de trabalho por parte do empregador, desde que este seja notificado pelo empregado, no prazo de 30 dias (após a cessação do motivo de afastamento), de seu interesse no retorno ao serviço (CLT, art. 472, caput e § 1º).

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S u s p e n são do c o nt r ato d e t r aba lh o

Embora permaneça intacta a cláusula de vínculo entre empregado e empregador

(não há rescisão contratual), as demais cláusulas contratuais cessam de viger totalmente na suspensão do contrato de trabalho.

Durante a causa suspensiva, o trabalho não é prestado nem é devido o salário. O período da suspensão do contrato de trabalho não é computado como tempo de serviço.

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Medium 9788597003901

7 - O PAPEL DE EDUCADOR CORPORATIVO

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

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O Papel de Educador

Corporativo

Objetivos

Após estudar cuidadosamente este capítulo, você será capaz de:

•• reconhecer a emergência do papel de educador corporativo;

•• distinguir as etapas do desenvolvimento histórico da educação corporativa;

•• caracterizar os desafios atuais da educação corporativa;

•• descrever os procedimentos utilizados no diagnóstico de necessidades de treinamento;

•• reconhecer fatores capazes de provocar desempenhos deficientes no trabalho;

•• identificar os componentes dos planos e projetos de treinamento;

•• redigir objetivos de treinamento;

•• reconhecer características dos conteúdos adequados;

•• identificar fatores que contribuem para facilitar ou dificultar a aprendizagem;

•• decidir acerca da aplicabilidade das estratégias de treinamento;

•• identificar recursos auxiliares do treinamento;

•• distinguir procedimentos para avaliação de reação, aprendizagem, comportamento no cargo e produto final.

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Medium 9788522468171

Parte I - 2 Carreira e Gestão Estratégica de Pessoas

DUTRA, Joel Souza (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

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Carreira e Gestão Estratégica de Pessoas

Joel Souza Dutra

Introdução

Ao longo dos últimos 30 anos, temos pensado na gestão de carreira como um

ângulo privilegiado para analisar a estratégia da gestão de pessoas. Atualmente, com base em várias pesquisas realizadas e em trabalhos com mais de 200 empresas no Brasil, é possível visualizar como analisar e intervir na realidade organizacional a partir do referencial de gestão de carreiras. O objetivo deste capítulo é expor os resultados dessas experiências e propor conceitos e ferramentas para gestão estratégica de pessoas.

É importante ressaltar que a discussão sobre carreira é muito pobre no Brasil, tanto no âmbito da academia quanto no âmbito das organizações. Uma hipótese para explicar a escassez de textos e discussões é o fato de a carreira estar intimamente atrelada à remuneração e, portanto, projetos e discussões sobre carreira teriam um impacto importante na massa salarial da empresa. Isso gerou um processo de causalidade circular, em que as discussões sobre carreiras e remuneração ficaram travadas. Mexer nessa temática não é simples, por isso procuramos, neste capítulo, desenvolver um olhar estratégico e integrado sobre a gestão de pessoas através dos conceitos que nos ajudaram a entender a dinâmica das carreiras nas empresas e no mercado de trabalho.

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Medium 9788597017649

TÍTULO V – DA ORGANIZAÇÃO SINDICAL

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF Criptografado

Art. 511

REFORMA TRABALHISTA – CLT E LEGISLAÇÃO COMPARADAS

TÍTULO V

DA ORGANIZAÇÃO SINDICAL

CAPÍTULO I

Da Instituição Sindical

Seção I

Da associação em sindicato

Art. 511. É lícita a associação para fins de estudo, defesa e coordenação dos seus interesses econômicos ou profissionais de todos os que, como empregadores, empregados, agentes ou trabalhadores autônomos, ou profissionais liberais, exerçam, respectivamente, a mesma atividade ou profissão ou atividades ou profissões similares ou conexas.

§ 1º A solidariedade de interesses econômicos dos que empreendem atividades idênticas, similares ou conexas, constitui o vínculo social básico que se denomina categoria econômica.

§ 2º A similitude de condições de vida oriunda da profissão ou trabalho em comum, em situação de emprego na mesma atividade econômica ou em atividades econômicas similares ou conexas, compõe a expressão social elementar compreendida como categoria profissional.

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Medium 9788521625810

Capítulo 4 – Diversidade

COSTA, Silvia Generali da Grupo Gen PDF Criptografado

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Diversidade

“... quando te vi frente a frente não vi o teu rosto. Chamei de mau gosto o que vi, de mau gosto, mau gosto... porque

Narciso acha feio o que não é espelho”

Caetano Veloso

Objetivos do capítulo

• Apresentar os principais desafios da gestão da diversidade nas organizações.

• Discutir o papel do gestor nas organizações diversas.

• Apresentar algumas características que compõem a diversidade nas organizações.

• Apresentar elementos essenciais a uma política de gestão que estimule a diversidade.

• Discutir a criação de uma cultura favorável à diversidade.

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Capítulo 4

1 Desabafo de um gestor no planeta diversus

Diversidade, diverso, distinto, diferente, divergente. Estranho, estranhamento. O outro me mostrando o que não sou e o que não sei, mas que ele estampa em seu rosto, seu corpo, seu modo de vestir, de falar, de pensar. Tolerar, aceitar, entender, conviver? Negar, fugir, atacar, desacreditar? Só enxergo o outro como ele é se enxergo a mim como sou. O espelho não me reflete, me devolve elementos ocultos, refletidos no outro. É possível que ambos sejamos versões da mesma matéria? Como conviver com o que não entendo? Tenho a pretensão de compreender tudo, de explicar tudo, de saber causa-efeito, custo-benefício, de prever, controlar, explicar e dirigir. Mas como explicar comportamentos tão diferentes dos meus? Como prever o que essas criaturas diversas presentes no universo organizacional poderão vir a fazer? O desconhecido é incontrolável, impossível de ser dirigido. Foge aos padrões e paradigmas queridos, acalentados, conservados ao longo dos anos. O manual não me explica o que fazer com ele. Desconhecidos podem ter atitudes imprevisíveis.

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