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Capítulo 7 - Plano Empreendedor Pessoal (PEP)

DORNELAS, José Editora Empreende PDF Criptografado

Capítulo 7

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INTRODUÇÃO AO EMPREENDEDORISMO - José Dornelas

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7. P

� lano

Empreendedor

Pessoal (PEP)

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Muitas pessoas não dão a devida atenção ao PEP e nunca realizaram um, mas quem passa pela experiência de colocar no papel seus anseios e sonhos e tenta traduzi-los em objetivos acaba por criar um guia íntimo e individual com o qual passa a se comprometer. Isso ajuda não só a pensar o futuro de maneira estruturada, mas a entender com mais clareza quais são as possibilidades ou caminhos a seguir.

O fato de desenvolver um PEP não lhe garantirá a sua concretização conforme o previsto. O fato de planejar não garante o sucesso, mas auxilia você (empreendedor) a ter um norte a seguir. Por isso, o PEP é extremamente útil àqueles em busca de respostas sobre seu futuro profissional como empreendedor. Por meio do PEP, você pode identificar caminhos que o levarão ao empreendedorismo do negócio próprio, empreendedorismo social, corporativo, enfim, a várias possibilidades para seu desenvolvimento profissional.

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Parte I - 4 - Despedindo-se da carreira antiga

D'ANDREA, Rafael Grupo Gen PDF Criptografado

4

DESPEDINDO-SE DA

CARREIRA ANTIGA

QUANDO DEIXAR A OCUPAÇÃO ATUAL?

Como mencionei, a carreira é uma relação com muitas pessoas, dentro e fora do ambiente de trabalho. Portanto, não é fácil quebrar esses vínculos institucionais, emocionais e práticos. Porém, tudo tem um limite. Existe um ponto em que já não fica mais sustentável permanecer no mesmo lugar e, subitamente, o desejo de recomeçar “do zero” surge. Em geral, isso acontece impulsionado por algum gatilho, um evento crítico ou ponto de inflexão, que por sua intensidade compele o profissional a parar e rever as suas expectativas de futuro.

O depoimento de George sobre sua saída da agência de publicidade fornece a medida do limite de sua frustração na empresa:

Quando você está lidando com pessoas mais jovens, nos seus 30 anos [...], algumas vezes eles ficam defensivos porque não sabem nada, eles não estão realmente te escutando [...]. Esse tipo de frustração, quando se é mais velho, passa a irritar [...]. Eu vivi isso demais.

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Capítulo 11 – Tecnologia: macro e microtendências

GABRIEL, Martha Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

TECNOLOGIA: MACRO E

MICROTENDÊNCIAS

Viver é isso: ficar se equilibrando, o tempo todo, entre escolhas e consequências.

Jean Paul Sartre

Como nos ensinou Charles Darwin, a sobrevivência das espécies depende de sua adaptação ao ambiente em transformação ao seu redor.

Simples assim: adaptação ou morte. Nesse processo, os indivíduos que não só se adaptam, mas que também têm mais domínio do seu ambiente, não apenas sobrevivem, mas também, e principalmente, vivem melhor. E é exatamente isso que a humanidade tem buscado e que impulsionou a sua evolução, e todo desenvolvimento tecnológico até aqui.

Assim, na tentativa de controlar o ambiente para obter melhores resultados, existem duas forças que nos dividem: 1) viver bem agora, usando todos os recursos que tenho no momento; e 2) abrir mão de alguns recursos agora para me preparar e garantir sobrevivência longa e uma vida futura melhor. Dessa forma, a continuidade da espécie se resume a como fazemos

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Parte II - 10 - A criação de um legado profissional

D'ANDREA, Rafael Grupo Gen PDF Criptografado

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A CRIAÇÃO DE UM LEGADO

PROFISSIONAL

ENVELHECER PRODUTIVAMENTE

Para entender o conceito de “envelhecer produtivamente”, é importante levar em consideração que nossa identidade, nosso self, é composta também pela identidade profissional, ou working identity. Ou seja, o seu trabalho é parte de quem você é. Ainda não foi criado um jeito de não envelhecer, mas pode-se diminuir a sensação de decadência que vem com o passar dos anos, ao se evitar a perda do lado profissional que a compõe. Muitas pessoas se mantêm na ativa com essa intenção, escolhendo envelhecer produtivamente em vez de encerrar a vida laboral. Essa decisão reflete um conjunto básico de crenças que existe antes mesmo que a decisão consciente seja expressa em palavras.

Convido-o a pensar: como você se sentiria ao ser apresentado como aposentado para alguém que acabou de conhecer? É comum para uma pessoa muito ativa não se identificar com a possibilidade de simplesmente ficar “à toa”.

Algumas pessoas não enxergam nada de mau no ócio, mas não gostam da ideia de serem vistas como indivíduos

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8. O plano de negócios

DORNELAS, José Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

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O plano de negócios

Após identificação, análise e decisão de se explorar uma oportunidade, o próximo passo a ser dado pelo empreendedor corporativo é o desenvolvimento de um plano de negócios, que lhe ajudará no planejamento das atividades relacionadas ao projeto sob análise. O plano de negócios pode ser considerado, sem dúvida, como a principal ferramenta do empreendedor, independentemente do tipo de projeto ou negócio em questão. Essa ferramenta se aplica ao empreendedorismo de start-up, ao empreendedorismo social e também ao empreendedorismo corporativo. A diferença é que no empreendedorismo corporativo o plano de negócios deverá sempre levar em consideração as estratégias de negócio da organização, se a oportunidade casa com o que a organização está fazendo ou pretende fazer, como incorporar o projeto dentro da corporação atual ou como será feita a criação do novo negócio. Os demais aspectos são muito similares ao planejamento de qualquer outro negócio ou projeto. E, ainda, como foi visto no modelo de Timmons, o plano de negócios é parte fundamental do processo empreendedor.

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