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Medium 9788521621102

Capítulo 8 - Avaliação de Oportunidades em Projetos de Investimento

ANDRADE, Eduardo Leopoldino de Grupo Gen PDF Criptografado

8

Avaliação de Oportunidades em

Projetos de Investimento

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

AO TERMINAR O ESTUDO DESTE CAPÍTULO, VOCÊ ESTARÁ CAPACITADO PARA:

1. IDENTIFICAR E AVALIAR AS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTOS ADICIONAIS, CRIADAS PELOS PROJETOS ORA EM

AVALIAÇÃO E QUE NÃO FORAM CONTEMPLADAS PELAS PREVISÕES ATUAIS.

2. INTERPRETAR OS PROJETOS DE INVESTIMENTOS DA EMPRESA COMO OPÇÕES DE AÇÕES, COM AS MESMAS

CARACTERÍSTICAS.

3. E STRUTURAR

ESTRATÉGIAS DE ENGENHARIA FINANCEIRA PARA REDUZIR O RISCO DE UMA CARTEIRA DE

PROJETOS.

4. AVALIAR O VALOR DAS OPÇÕES ANTES DA DATA DE VENCIMENTO PARA QUANTIFICAR O VALOR TOTAL DA

CARTEIRA.

5. A PLICAR

OS MODELOS BINOMIAL E DE

B LACK-S CHOLES

PARA QUANTIFICAR O VALOR DA CARTEIRA DE

INVESTIMENTOS EM ATIVOS.

6. ANALISAR OS PROJETOS DE INVESTIMENTOS COMO OPÇÕES REAIS, DE FORMA A CALCULAR O VALOR DAS

OPORTUNIDADES CRIADAS.

8.1 AS FALHAS NOS MÉTODOS TRADICIONAIS DE AVALIAÇÃO DE

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Medium 9788597007510

6. Descontos

HOJI, Masakazu Grupo Gen PDF Criptografado

Descontos

6

Conteúdo do Capítulo

Valor nominal, taxa de juro e taxa de desconto

Desconto simples

■■

Desconto comercial simples

■■

Conversão de taxas de desconto comercial simples

■■

Desconto racional simples

■■

Desconto bancário simples

Desconto composto

■■

Desconto racional composto

■■

Desconto comercial composto

Exercícios propostos

6.1  Valor nominal, taxa de juro e taxa de desconto

Descontos são operações comuns no mercado financeiro. São antecipações de recebimento de valores do futuro, tais como duplicatas, notas promissórias e letras de câmbio.

Caso seja antecipado o recebimento de uma duplicata que vence em 45 dias, por exemplo, será utilizada uma taxa de desconto (d) para calcular o desconto (D) sobre o valor nominal (VN) que dele será deduzido para apurar o valor atual (VA).

77

HOJI.indb 77

5/30/16 2:19 PM

78  Capítulo 6

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Medium 9788597008265

PARTE IV – 16 - Análise Técnica de Ações

PINHEIRO, Juliano Lima Grupo Gen PDF Criptografado

16

Análise Técnica de Ações

Conteúdo

16.1

Conceitos e definições da análise técnica

16.2

Herança dos clássicos

16.3

16.4

16.2.1

Teoria de Charles Dow

16.2.2

Teoria das ondas de Elliot

Análise gráfica

16.3.1

Tipos de gráficos

16.3.2

Princípio das tendências na análise gráfica

16.3.3

Figuras gráficas

Indicadores técnicos

16.4.1

Indicadores de tendência

16.4.2

Osciladores

16.4.3

Aplicação dos indicadores técnicos à análise de tendências

Questões para consolidação

Teste de verificação

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 569

07/19/2016 3:26:52 PM

570 

Mercado de Capitais  • Pinheiro

16.1 Conceitos e definições da análise técnica

Os primórdios da análise técnica deu-se por volta de 1700, quando algumas famílias japonesas começaram a formular o preço do que hoje denominamos “Contratos Futuros de Arroz”. Essas famílias passaram a acompanhar o comportamento do preço do arroz e formular tendências. Esse método é conhecido mundialmente como Candlestick.

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Medium 9788522499083

1 - Planejamento e controle: as duas faces da mesma moeda

FREZATTI, Fábio Grupo Gen PDF Criptografado

1

Planejamento e controle: as duas faces da mesma moeda

Objetivos de aprendizagem

1. Inserir o planejamento dentro dos conceitos sobre gestão.

2. Tratar o relacionamento entre planejamento estratégico e o orçamento.

3. Identificar a sequência de uso dos instrumentos de planejamento.

4. Relacionar os benefícios e as limitações do processo de planejamento forma­ lizado.

5. Instigar o leitor a refletir sobre a falácia do termo controle sem o planejamento.

Questões provocativas

1. O que significa planejar?

2. Por que se diz que planejamento sem controle é inócuo?

3. Por que o planejamento estratégico deve ser desenvolvido antes do começo da montagem do orçamento?

4. Que tipo de problema ocorreria se uma empresa desenvolvesse o orçamento sem antes elaborar o plano estratégico?

5. Dá para controlar sem planejar?

1.1 Conceitos gerais

Planejar consiste em decidir antecipadamente o que deve ser feito. Toda empresa planeja em alguma intensidade. Algumas se voltam para o longo, médio e curto pra­ zos, outras, nem tanto.

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Medium 9788597010787

13 - Controle de Custos Administrativos

FIGUEIREDO, Sandra; CAGGIANO, Paulo Cesar Grupo Gen PDF Criptografado

13

Controle de Custos

Administrativos

FIGUEIREDO&CAGGIANO.indb 295

1/4/17 4:31 PM

Capítulo 13

Tradicionalmente, os contadores de custos têm se preocupado com o controle dos custos fabris. Recentemente, o crescimento proporcional das despesas operacionais em relação ao custo total tem levado a um aumento de interesse no controle de tais custos. As despesas operacionais podem ser divididas em três categorias: administrativas, de vendas e pesquisa e desenvolvimento.

Como esses custos incorrem sob o controle dos gestores, são frequentemente referidos como custos administráveis ou discricionários. Horngren define: “... custos fixos que se originam de decisões periódicas, geralmente anuais, sobre apropriações que refletem diretamente as políticas da administração geral. Os custos discricionários podem não ter nenhuma relação com o volume de atividade”.1

Com o objetivo de controlar os custos de produção é possível estabelecer padrões de estimativa desses custos. No caso do custo da mão de obra direta, por exemplo, estudos de tempos e movimentos da engenharia determinam a quantidade requerida de horas de mão de obra em cada operação, e a aplicação das taxas apropriada de salários pelo tempo trabalhado resultam em valor monetário para o custo da mão de obra num dado nível de atividades. Consequentemente, é possível estabelecer uma clara relação entre níveis de saída e custos de mão de obra direta.

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