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8.1 DEFINIÇÃO

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 8

Custeio variável

8.1 ` DEFINIÇÃO

O custeio variável (também conhecido como custeio direto) é um tipo de custeamento que consiste em considerar como custo de produção do período apenas os custos variáveis incorridos. Os custos fixos, pelo fato de existirem mesmo que não haja produção, não são considerados como custos de produção e sim como despesas, sendo encerrados diretamente contra o resultado do período.

Desse modo, o custo dos produtos vendidos e os estoques finais de produtos em elaboração e produtos acabados só conterão custos variáveis.

Uma outra diferença em relação ao custeio por absorção, esta de natureza formal, reside na maneira de apresentar a demonstração de resultado. No custeio variável, a diferença entre o valor de vendas líquidas e a soma do custo dos produtos vendidos (que só contém custos variáveis) com as despesas variáveis (administrativas e de vendas) é denominada margem de contribuição.

Deduzindo-se desta os custos fixos e as despesas fixas, obtém-se o lucro operacional líquido.

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11.2 COM BASE NO CUSTO DE TRANSFORMAÇÃO

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

192

Contabilidade de Custos

Consideremos uma empresa que elabore um produto X, cujos custos unitários de fabricação são:

• Material Direto ........................................................R$ 100,00

• Mão de Obra Direta ...............................................R$ 70,00

• Custos Indiretos de Fabricação .............................R$ 80,00

(=) Custo Unitário Total ...............................................R$ 250,00

Os custos indiretos de fabricação foram estimados com base no volume normal de produção e venda da Cia. e rateados para o produto X com base em critérios considerados adequados.

A experiência prévia da companhia é de que as despesas operacionais representam cerca de 40% dos custos e ela deseja obter um lucro, antes dos impostos, de 30% sobre o total de custos e despesas.

A FIXAÇÃO DO PREÇO DE VENDA X SERÁ:

R$

Custo Unitário Total ...............................................................

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Apêndice I – Correção de balanços pelas variações do poder aquisitivo da moeda

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

Outras informações:

■ Estoques formados, em média, no meio do ano.

■ Edifício adquirido em 10-11-X1.

■ Aumento de Capital em 1o-1-X2, em dinheiro, no valor de 50.000.

A empresa tem por norma distribuir o lucro mensalmente.

Data

IGP (Índice Geral de Preços)

Fatores de Correção para31-12-X2

10-11-X1
30-6-X1
31-12-X1
30-6-X2
31-12-X2

10
120
130
145
160

16,00
1,33
1,23
1,10
1,00

Pede-se:

Traduzir os Balanços e a Demonstração do Resultado do Exercício para moeda de 31-12-X2.

a) Balanços da Cia. “A”

Observação: 1. Estoque inicial formado em meados de 8-X0 e estoque final, em fins de 11-X1. 2. Imobilizado adquirido em 30-4-X0.

b) Demonstração do Resultado do Exercício – X1

c) Índices Gerais de Preços

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1 Introdução

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

Queremos fazer um agradecimento todo especial ao Prof. João Domiraci Paccez pela completa revisão deste livro de exercícios e do livro de soluções, apresentando exercícios novos, reelaboração de muitos anteriores, correções, sugestões de melhorias, aperfeiçoamento nas apresentações etc.

Também releu e ajudou a melhorar o livro-texto.

Inestimável a colaboração desse colega campeão entre os campeões de premiação pela sua excepcional didática no ensino da Contabilidade na FEA/USP e na FIPECAFI.

Da mesma forma como ocorreu no livro-texto, este livro complementar de exercícios passou por uma grande revisão para se adequar às alterações introduzidas nos últimos anos na contabilidade. Os exercícios foram adaptados para atender às normas que foram implantadas no Brasil com a edição das Leis nº 11.638/2007 e nº 11.941/2009 e, principalmente, com os pronunciamentos técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) referendados pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e por órgãos reguladores de setores específicos de atividade, como o Banco Central do Brasil (BACEN) (parcialmente) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), entre outros.

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2.2 CONTABILIDADE DE CUSTOS

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

8

Contabilidade de Custos

Lb2 = V – CMV

2

onde:

CMV = Custo da Mercadoria Vendida

Ei = Estoque inicial

C = Compras

Ef = Estoque final

V = Vendas

Lb = Lucro Bruto

Nas pessoas jurídicas que utilizam o inventário periódico, é muito comum o contador apresentar ao empresário uma primeira estimativa do valor do lucro (antes do Imposto de Renda) que depende apenas da avaliação do estoque final para certificar o seu valor definitivo.

A apuração do Resultado Líquido nas empresas comerciais obedece à seguinte sequência:

RESULTADO BRUTO (Lb)

(–) DESPESAS

− Comerciais

− Administrativas

− Financeiras

(=) RESULTADO LÍQUIDO

2.2 ` CONTABILIDADE DE CUSTOS

Com o advento da Revolução Industrial e a consequente proliferação das empresas industriais, a contabilidade viu-se às voltas com o problema de adaptar os procedimentos de apuração do resultado em empresas comerciais (que apenas revendiam mercadorias compradas de outrem) para as empresas industriais, que adquiriam matérias-primas e utilizavam fatores de produção para transformá-las em produtos destinados à venda.

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