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4 - Balanço patrimonial – uma introdução

MARION, José Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

4

Balanço Patrimonial –

Uma Introdução

Para este capítulo, veja o vídeo “Balanço Patrimonial”. uqr.to/bq8q

Neste capítulo você verá:

O que é Balanço Patrimonial

Conceitos de Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido

O termo “capital” em Contabilidade

Origens × aplicações e sua importância para entender o Balanço Patrimonial

yuoak | iStockphoto

Ativo = Passivo e

Patrimônio

Líquido

“Só um gênio consegue este milagre.”

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15/08/2018 15:55:55

40 | CONTABILIDADE BÁSICA   José Carlos Marion

Os MBAs não são treinados para lançar transações em um computador; ou melhor, são ensinados a interpretar a informação que os contadores geram. As Demonstrações Financeiras são o resumo de todas as transações individuais registradas em um período.

Elas são o produto final de uma função contábil. As Demonstrações Financeiras dão aos usuários interessados a oportunidade de verem o que aconteceu, em um resumo perfeito. Para conhecer uma empresa, você tem de saber ler e compreender principalmente as três principais Demonstrações Financeiras: Balanço Patrimonial, Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração dos Fluxos de Caixa (livro MBA em 10 lições, Cap. 3).

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Medium 9788597017762

7 - Análise da Lucratividade de Clientes

OYADOMARI, José Carlos Tiomatsu et al. Grupo Gen PDF Criptografado

7

análise da luCratividade de Clientes

uqr.to/c6bc

Assista ao vídeo Análise da lucratividade de clientes.

miniCaso

Leia esse diálogo ocorrido em uma empresa que tem muitas categorias de clientes.

Gerente A: Nossa margem EBIT está em queda, creio que temos problemas com a lucratividade dos produtos, e, na minha opinião, a área de produção está bastante deficiente.

Gerente B: Concordo com você que nossa lucratividade está diminuindo, mas os custos unitários de produção estão na realidade em queda. Para mim, o problema

é outro, nós crescemos bastante, estamos vendendo demais, creio que isso é fruto do programa “o cliente é o rei”, passamos a nos esforçar demais para vender e não perder o cliente, frequentemente acho que damos descontos além do necessário.

Gerente C: Eu também concordo, os vendedores ganham comissão sobre as vendas, e não sobre as margens, no passado isso funcionava pois não tínhamos de dar descontos sobre o preço-lista, eram outros tempos.

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Medium 9788597017427

Capítulo 3 - REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL (IMPAIRMENT) DE ATIVOS FINANCEIROS

GALDI, Fernando Caio; BARRETO, Eric; FLORES, Eduardo Grupo Gen PDF Criptografado

3

REDUÇÃO AO VALOR RECUPERÁVEL

(IMPAIRMENT) DE ATIVOS

FINANCEIROS

youtu.be/zSidZ6QB0Vw

Assista ao vídeo: Quais os principais aspectos introdutórios do teste de impairment de ativos financeiros?

3.1 Introdução

O modelo de reconhecimento de perdas vinculadas a ativos financeiros contido no IFRS

9/CPC 48 requer uma abordagem diametralmente oposta à do IAS 39/CPC 38. Mais especificamente, a lógica do modelo de redução ao valor recuperável de ativos financeiros do IFRS 9/

CPC 48 é baseada no conceito de perdas esperadas – forward-looking “expected loss” –, enquanto a sistemática estabelecida pelo IAS 39/CPC 38 segue um modelo de perdas incorridas.

Exemplo 1

Suponha-se que uma instituição financeira tenha concedido um empréstimo de $

15.000.000 para uma empresa, cujas condições contratuais de transação implicam o pagamento de juros trimestrais e a quitação do valor principal após dois anos da concessão do recurso. É natural e esperado que a instituição credora tenha realizado uma criteriosa avaliação do risco de crédito de seu cliente, a fim de determinar se o referido empréstimo deveria ser concedido e, se sim, sob que circunstâncias (taxa de juros, prazos, garantias, dentre outras características). Contudo, também é esperado que o banco acompanhe rotineiramente a situação econômica da companhia devedora, com o intuito de avaliar se a capacidade de quitação da dívida permanece tal qual era no momento da concessão do crédito, se melhorou ou piorou, em função dos mais variados fatores.

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Medium 9788522466641

8 Resultado Econômico: um Novo Paradigma na Gestão Pública

SLOMSKI, Valmor Grupo Gen PDF Criptografado

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Resultado Econômico: um Novo

Paradigma na Gestão Pública

O objetivo deste capítulo é o de demonstrar a necessidade e a oportunidade de mensurar o resultado econômico em entidades públicas governamentais e não governamentais, para evidenciar o valor do serviço produzido por essas entidades para a sociedade.

8.1

Conceitos fundamentais

Para a mensuração do resultado econômico, faz-se necessário compreender o que é definido como receita econômica. O objetivo do Estado é o de promover o bem-estar social (Welfare State), para tanto utiliza recursos humanos, físicos e financeiros e oferece serviços à sociedade, que envolve uma receita não explícita em seus balanços. A não-evidenciação contábil dessa receita faz com que a integralização de capital, realizada no exercício financeiro, aparente ser totalmente consumida na consecução das três funções clássicas do Estado.

Nas empresas privadas, os sócios podem, com relativa facilidade, verificar todos os consumos de ativos, do patrimônio. Os capitais de terceiros ou próprios são integralmente aplicados no ativo. Quando desaparecem, transitam obrigatoriamente pela Demonstração de Resultado do Exercício que, de acordo com

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Medium 9788597008340

7. Formação do preço de venda, markup e margem de contribuição – mcu e mct

VEIGA, Windsor Espenser; SANTOS, Fernando de Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

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FORMAÇÃO DO PREÇ O DE

VENDA, MARKUP E M A R GE M DE

CONTRIBUI ÇÃO – M CU E MCT

O objetivo da formação do preço é obter um valor de venda suficiente para cobrir todos os custos e despesas envolvidos, e poder direcionar o lucro desejado. Deve-se considerar também o retorno do investimento realizado, a competitividade, a missão empresarial, a sobrevivência da entidade, a elasticidade do mercado, bem como a fixação da marca, estágios do ciclo de vida do produto e a competitividade diante de seus principais concorrentes.

É relevante destacar a relação da área de custos com a formação do preço de venda. Neste capítulo são apresentados aspectos que devem ser considerados na formação do preço de venda. Aspectos relacionados à margem de contribuição serão abordados, também, no Ca-

pítulo 9.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Identificar e saber elaborar os componentes básicos da formação do preço de venda.

›› Conhecer e saber utilizar os conceitos relacionados a markup e margem de contribuição.

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