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Medium 9788520431993

25. O conceito de cluster e o desenvolvimento turístico regional: um caminho para os países menos desenvolvidos

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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O conceito de cluster e o desenvolvimento turístico regional: um caminho para os países menos desenvolvidos1

J O R G E A N T O N I O S A N T O S S I LVA

Introdução

Nos anos de 1990, difundiu‑se, no meio acadêmico, a partir dos estudos de Mi‑ chael Porter, o conceito de cluster, vinculado à noção de competitividade das nações como derivada da competitividade das empresas instaladas no território nacional, localizadas em concentrações geográficas dentro desse território, e compartilhando, em grupos, as externalidades positivas decorrentes de economias de aglomeração.

Neste texto, serão analisadas a pertinência e a propriedade da aplicação do conceito de cluster à atividade do turismo, e, em caso afirmativo, se um “cluster de turismo”, ou seja, um agrupamento de empresas que tem como atividade nuclear o turismo, apresentaria, efetivamente, condições de configurar um modelo de cresci‑ mento e desenvolvimento regional.

O agrupamento que tenha o turismo como atividade nuclear, cujo foco seja o destino turístico entendido como um microcluster, e que apresente como caracte‑ rística uma clara delimitação em termos da amplitude geográfica do seu entorno espacial – do âmbito territorial de abrangência do próprio agrupamento, do seg‑ mento turístico principal e dos subsegmentos relacionados, bem como do próprio

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Medium 9788520431993

6. Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Observatório de Turismo e Cultura, integração regional do cluster de turismo e desenvolvimento socioeconômico da Serra Gaúcha

E D E G A R LU I S TO M A Z ZO N I

Introdução

As propostas de desenvolvimento do turismo, nos mais diversos âmbitos e ní‑ veis de abrangência territorial, justificam‑se pelo desenvolvimento socioeconômi‑ co, cujo sentido é a inclusão social, com base não somente em aspectos materiais, como renda e acesso ao consumo, mas também em aspectos emocionais, como sen‑ timento de aceitação, de pertencimento e de reconhecimento. O desenvolvimento

é um processo cíclico virtuoso, que se inicia com a mudança de mentalidades. A inclusão social e a qualidade de vida são fundamentos da sustentabilidade, pois o verdadeiro desenvolvimento é o sustentável.

O que os teóricos contemporâneos enfatizam é a força do institucionalismo, por meio da cooperação entre os agentes sociais, visando retornos coletivos. Tra‑ ta‑se de processo para cuja realização é relevante a atuação das instituições de en‑ sino e pesquisa. Para viabilizar políticas e projetos, os estudos e análises do desen‑ volvimento socioeconômico fundamentam‑se em referenciais de delimitação geográfica, espacial ou territorial.

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Medium 9788520427385

6 – A abordagem sistêmica

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

6

A abordagem sistêmica

Tópicos deste capítulo a Introdução a Conceito de sistema a A empresa como um sistema aberto a Conceito de administração sistêmica a Características da abordagem sistêmica a Vantagens da abordagem sistêmica a Questões para revisão a Exercícios a Veja na internet

Introdução

Verificamos no primeiro capítulo deste livro que a moderna administração evoluiu da Administração Científica iniciada por Taylor e da

Teoria Clássica iniciada por Fayol para a Teoria de Sistemas. Até então, a empresa era visualizada em suas partes e não na sua totalidade. A

Teoria de Sistemas nasceu na Biologia, passou para as Ciências Sociais e acabou influenciando quase todas as áreas do conhecimento humano.

Principalmente a Administração. Hoje, a palavra sistema faz parte do vocabulário de quase todas as ciências. Fala-se frequentemente de sistemas: sistema solar, sistema digestório, sistema nervoso, sistema financei-

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iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

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Medium 9788520453032

4. O investidor e a bolsa de valores

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

O investidor e a bolsa de valores

Walter Cestari

Este capítulo aborda o mercado de capitais, concentrando os conceitos básicos do funcionamento da bolsa de valores, a fim de oferecer os conhecimentos essenciais para a compreensão dos investimentos em títulos e valores mobiliários, especificamente no mercado de ações. Apresenta elementos utilizados para reflexão no processo de decisão, assim como melhor interpretação de oportunidades e riscos.

INTRODUÇÃO

O sistema financeiro pode ser definido como o conjunto de instituições e instrumentos que possibilitam a transferência entre poupadores e tomadores de recursos disponíveis na economia. Esse fluxo não ocorre sempre com as mesmas características operacionais, em razão do tipo de investimento, dos prazos e dos riscos envolvidos.

A forma eficiente para estabelecer as condições de liquidez para o funcionamento do sistema é denominada mercado financeiro.

O mercado financeiro, de acordo com suas características, pode ser segmentado em mercados específicos. O mercado monetário é aquele no qual se concentram as operações de controle da oferta de moeda em circulação e das taxas de juros. O mercado de câmbio é aquele em que ocorrem as operações de troca de moedas por reais. O mercado de crédito é aquele em que atuam as

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Medium 9788520427095

Capítulo 11 - Turismo em território indígena

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

11 Turismo em

território indígena

Tiago Juliano

Andréa Rabinovici

Ninguém respeita aquilo que não conhece. Precisamos mostrar quem somos, a força, a beleza, a riqueza da nossa cultura.

Só assim vão entender e admirar o que temos.

(Wabuá Xavante)1

Introdução

O turismo, enquanto prática social e atividade comercial, pode assumir uma versão étnica quando vivenciado, sobretudo, por meio de atividades de ecoturismo em comunidades tradicio1

Pensamento retirado de http://www.ideti.org.br/projetos.

Turismo em território indígena

nais. Parece, também, atender a uma demanda contemporânea de satisfação de expectativas de consumidores pós-modernos em relação ao contato e à vivência com grupos étnicos, tais como indígenas, quilombolas, entre outros, detentores de traços culturais peculiares e, muitas vezes, considerados exóticos. Nesse sentido, o turismo desenvolvido em terras indígenas é, segundo Leal (2007), motivado por interesses direcionados à cultura dessas comunidades, buscando conhecer seus costumes, tradições e crenças.

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