333 capítulos
Medium 9788520438442

1. Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

Wilson da Costa Bueno Editora Manole PDF Criptografado

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Mídias e redes sociais digitais: conceitos e práticas

Camila Khroling Colnago

Introdução

O processo de digitalização e virtualização dos meios de comu‑ nicação, viabilizado a partir do desenvolvimento das tecnologias digitais de informação e de comunicação, ampliou largamente o acesso dos usuários a informações dos mais diversos gêneros, ge‑ rou enormes possibilidades de produção de conteúdo e potencia‑ lizou, em grande dimensão, a comunicação entre os indivíduos, promovendo a interação social e criando novas oportunidades de socialização, que atualmente extrapolam os limites geográficos.

Um dos conceitos‑chave para explicar essa nova estrutura so‑ cial, segundo Castells (2003, p. 7), é o conceito de rede que, en‑ tendido como um conjunto de nós conectados entre si, apresen‑ ta “vantagens extraordinárias como ferramentas de organização em virtude de sua flexibilidade e adaptabilidade inerentes, ca‑ racterísticas essenciais para se sobreviver e prosperar num am‑ biente em rápida mutação”, razão pela qual as redes desempe‑ nham um papel fundamental na sociedade emergente, visto que

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Medium 9788520431146

Capítulo 4 - Responsabilidade cívica na sustentabilidade da sociedade e o papel dos governos

Carlos Alberto Cioce Sampaio Editora Manole PDF Criptografado

Responsabilidade cívica na sustentabilidade da sociedade e o papel dos governos

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George Candler

Cientista Político, University of North Florida

Georgette Dumont

Cientista política, University of North Florida

INTRODUÇÃO

Sustentabilidade, entendida de maneira ampla, refere‑se, de modo im‑ plícito, à manutenção (sustentar) da capacidade de produzir bens e servi‑

ços. A Organização das Nações Unidas (ONU) define desenvolvimento sustentável como sendo a satisfação “das necessidades do presente sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazer suas próprias necessidades” (ONU, 1987). É interessante notar que sustentabilidade não

é uma preocupação nova do ponto de vista econômico: há quase um sécu‑ lo, o economista britânico Pigou (1920, p. 29‑30) argumentou que há um amplo consenso de que o Estado deve, em certa medida, proteger os in­ teresses do futuro contra os efeitos de nosso desperdício irracional e de nossa preferência ante a nossos descendentes. Todo o movimento de “conservação”

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Medium 9788520438404

9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

Wilson da Costa Bueno Editora Manole PDF Criptografado

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<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788520432600

9. Proposta de sediar um evento

Cheryl Mallen Editora Manole PDF Criptografado

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Proposta de sediar um evento

Cheryl Mallen, Brock University

Este capítulo discute o processo de propor um evento de esporte, recreação ou turismo, definindo os principais elementos que são, de modo geral, envolvidos na proposta: estudo de viabilidade, cronograma preliminar e requisitos obrigatórios para a candidatura – algumas vezes chamados de documento de candidatura –, além de questionário, dossiê e visita de inspeção da proposta. É aconselhável verificar diversos documentos e questionários de candidatura, a fim de desenvolver seu conhecimento básico sobre as exigências de uma proposta. Este capítulo remete, com frequência, aos processos e documentos que o Comitê Olímpico Internacional

(COI) usa para escolher as cidades‑sede dos Jogos Olímpicos de Verão ou de Inverno, uma das iniciativas de seleção mais formais e divulgadas do mundo. Especialmente relevantes para o esporte, a recreação e o turismo, os Jogos Olímpicos abrangem elementos das três áreas na produção de seu evento bienal. Então, o capítulo enfatiza os fatores críticos de sucesso de uma proposta, a partir do que é citado pela bibliografia. Em seguida, apre165

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Medium 9788520431146

Capítulo 26 - Arranjos produtivos locais no turismo do estado do Paraná

Carlos Alberto Cioce Sampaio Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos produtivos locais no turismo do estado do Paraná

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Marino Antonio C. Lacay

Economista, Ipardes

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos se avançou muito na discussão da importância dos arranjos produtivos locais como indutores do desenvolvimento regional, tanto para a agroindústria quanto para a indústria, estabelecendo-se iniciativas de exemplos a serem seguidos em países da Europa (a chamada Terceira Itália) e/ou dos Estados Unidos. No Brasil, iniciativas lideradas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Cassiolatto e Lastres, Grupo

Rede de Pesquisa em Sistemas e Arranjos Produtivos e Inovativos Locais

(RedeSist) –, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – grupos de trabalho de Suzigan, Machado, Coutinho e Sarti – e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – entre outros, Haddad, Diniz, Borges Lemos – são alguns dos exemplos de grupos de estudos dos mais avançados no amadurecimento desse processo para vários segmentos da indústria de alguns estados do Brasil1, com a utilização de ferramentas de identificação e tipologias para caracterização preliminar dos Arranjos Produtivos Locais (APLs).

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