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Medium 9788520453032

9. O valor do dinheiro no tempo

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 9

O valor do dinheiro no tempo

Olívio Luccas Filho

Neste capítulo, o autor apresenta o valor do dinheiro no tempo.

INTRODUÇÃO

Quem se lembra dos altos índices de inflação no Brasil até o fim do primeiro semestre de 1994? A hiperinflação corroía o dinheiro dos brasileiros. Era muito difícil naquela época ter bases de comparação de preços, que subiam muito rapidamente, não permitindo que houvesse condições de lembrar-se dos valores.

O pior acontecia com pessoas de baixo poder aquisitivo, que nem sequer podiam aplicar o dinheiro que recebiam do salário. Se elas deixassem para dias futuros, o dinheiro que tinham recebido não teria mais poder de compra. Naquele tempo, qualquer valor era corroído rapidamente pela inflação.

Quem podia aplicava o dinheiro com dois objetivos: compensar a perda causada pela inflação e ter uma rentabilidade real, que na verdade é o objetivo quando se poupa (poupar aqui no sentido de fazer investimento, guardar dinheiro).

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Medium 9788520428641

2 – Organização na perspectiva das tarefas

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

2

Organização na perspectiva das tarefas

Tópicos deste capítulo a A obra de Taylor a A obra dos engenheiros da Administração Científica a Implicações da perspectiva de tarefas

A teoria das organizações (TO) começou por baixo, pelas bordas e pelos detalhes. Surgiu a partir do estudo do trabalho de operários no chão da fábrica. As primeiras noções sobre as organizações tiveram seu início com a perspectiva das tarefas executadas pelas pessoas da organização.

Ainda não se vislumbrava a organização como algo concreto, mas apenas as operações que ela executava. Esse foi o início da TO.

A obra de Taylor

A perspectiva das tarefas foi o primeiro passo de uma longa caminhada que começou no início do século XX. Iniciou-se com o movimento denominado Administração Científica, com Frederick Winslow Taylor

(1856-1915) como seu principal expoente.

Tateando a fábrica na qual trabalhava, Taylor passou por cinco fases em seu trabalho para tentar aumentar a eficiência da produção1:

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Medium 9788520431146

Capítulo 21 - Turismo, Estado e desenvolvimento

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Turismo, Estado e desenvolvimento

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Karen Ann Câmara Bezerra Sá

Administradora, UFRGS

Fernando Dias Lopes

Administrador, UFRGS

INTRODUÇÃO

Assume-se, neste capítulo, que não se pode dissociar o debate sobre turismo da sua relação com o Estado e seu impacto no desenvolvimento e na questão socioambiental. Ainda que os discursos atuais estejam basea­ dos no pressuposto de que o turismo leva ao desenvolvimento, convidamos o leitor a refletir sobre essas compreensões. A relação entre turismo e Estado parece evidente, uma vez que o planejamento turístico ou as ações isoladas, institucionalizadas ou não, têm ocorrido, sobretudo, nas esferas estaduais, mas já se verificam também ações no âmbito municipal.

Essa relação é particularmente observável na região Nordeste, principalmente desde o final da década de 1970, quando tiveram início as políticas de megaprojetos.

É fundamental não perder de vista que desde a década de 1990 a atuação de estados e municípios, no que concerne à organização da atividade turística, está sujeita à ingerência de instituições internacionais – a exemplo do Banco

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Medium 9788520453032

18. Gestão de riscos

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 18

Gestão de riscos

Orlando Vieira Sampaio Júnior

INTRODUÇÃO

Apesar do estudo da gestão de riscos ter se iniciado apenas após a Segunda

Guerra Mundial, a prática de avaliar riscos e agir de acordo com essa avaliação acompanha o homem desde a pré-história. Àquela época, avaliar o risco de sair da relativa segurança da habitação, com o grande número de ameaças que estavam presentes, era questão de sobrevivência. A domesticação de plantas e animais foi um marco para a vida humana e para a diminuição de vários riscos.

Os seres humanos já não precisavam se deslocar por longas distâncias para obter alimentos, diminuindo o risco de estar expostos às intempéries, de ataques de animais selvagens durante a caça e da imprevisibilidade na disponibilidade de comida.

A ideia revolucionária que viria a separar o mundo antigo do mundo moderno foi a noção de que o homem pode mudar o futuro com suas ações e não está nas mãos dos deuses que decidirão a sua sorte. Com isso, é possível avaliar os possíveis resultados de cada ação e decidir racionalmente qual o melhor caminho a ser tomado.

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Medium 9788520427385

3 – Organização

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

3

Organização

Tópicos deste capítulo a Introdução aConceito de organização aFinalidade da organização aPrincípios tradicionais de organização aOrganograma aEstrutura organizacional aDepartamentalização aOutros tipos de estrutura organizacional aQuestões para revisão aExercícios aVeja na internet

Introdução

As empresas não são amorfas, nem desestruturadas ou soltas no espaço.

Elas precisam ter uma constituição, uma estrutura que interligue suas áreas e níveis de atividade. Na verdade, as empresas constituem organismos que vivem e palpitam, que crescem e desenvolvem-se e que precisam ser devidamente organizados para que todas suas partes possam funcionar melhor. A organização é a segunda função administrativa que trata da estrutura organizacional da empresa, isto é, da formatação e do desenho de como as suas partes deverão estar interligadas. Corresponde ao papel que a estrutura óssea

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iniciação à ADMINISTRAÇÃO GERAL  n Idalberto Chiavenato

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Medium 9788520431146

Capítulo 35 - Economia solidária e cooperativismo popular: potencialidades e limites a partir da rede solidária de comercialização do pescado

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Economia solidária e cooperativismo popular: potencialidades e limites a partir da rede solidária de comercialização do pescado

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Paulo Ricardo Opuszka

Bacharel em Direito, Unicuritiba

INTRODUÇÃO

O objetivo deste capítulo é problematizar as potencialidades e os limites da economia solidária e do cooperativismo popular, principal modelo organizacional como estratégia para implementação da chamada outra economia1, a partir de três vertentes distintas: as bases da proposta teóricoprática de Paul Singer, Euclides Mance e outros autores, a partir da justifiO termo outra economia foi apresentado por Paul Israel Singer em diversos textos em que ele trabalha com o conceito de economia solidária, entre eles, Introdução à economia solidária (2002) e Economia solidária: a recente ressurreição da economia solidária no Brasil (apud Santos, 2002). A expressão também é corrente nos textos de Antonio David Cattani, em coautoria com José Luis Coraggio e Jean-Louis.

1

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Medium 9788520431993

24. Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Educação e capacitação para o turismo em escolas comunitárias utilizando a Pedagogia da Alternância

LUDMILA DUTRA

Introdução

A tarefa de preparar pessoas para que assumam o papel de responsáveis pelo seu desenvolvimento e pela localidade onde vivem é buscada a cada dia pelas insti‑ tuições de ensino, preocupadas não em ofertar uma educação de quantidade, mas de qualidade, que tenham como premissa a realidade local e o desejo de progresso contínuo com a formação integral.

As escolas comunitárias1 que utilizam a Pedagogia da Alternância têm a preo‑ cupação, como parte do processo de ensino, de estimular a reflexão crítica sobre todos os atos dos indivíduos. Compreende que, para formar um cidadão ativo, ca‑ paz de mudar sua realidade, esta deve ser parte da construção do saber de uma so‑ ciedade, e não apenas receber desta conceitos e informações. Longe de ter a inten‑

ção de apresentar um modelo perfeito de educação, como a própria premissa do modelo prega, este é um experimento com a participação de todos os atores em uma ampla discussão.

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Medium 9788520437605

5. PERCEPÇÃO, ATRIBUIÇÃO, ATITUDE E DECISÃO

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 5

PERCEPÇÃO, ATRIBUIÇÃO,

ATITUDE E DECISÃO

Objetivos de aprendizagem

•• Apresentar como as pessoas percebem e interpretam o mundo ao seu redor.

•• Mostrar o processo perceptivo das pessoas.

•• Indicar os fatores que influenciam a percepção humana.

•• Apresentar as características da atribuição.

•• Esclarecer os paradigmas e as atitudes das pessoas.

•• Mostrar o processo decisório e suas características.

Caso de apoio: a experiência de João Carlos Silva

João Carlos Silva é um empreendedor nato. Nasceu de uma família pobre e tornou-se motorista de táxi.

Com o passar do tempo, acumulou algumas economias, obteve um empréstimo bancário e comprou uma franquia da CableCar. Isso lhe daria uma forte retaguarda de marca e experiência no ramo.

Juntou-se a alguns colegas de profissão que possuíam seus próprios carros e logo conseguiu amealhar uma frota de 15 táxis, cujos proprietários pagavam uma taxa semanal por serviços administrativos de

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Medium 9788520439234

3. Uso dos estilos de negociação para a solução de conflitos

MARTINELLI, Dante Pinheiro Editora Manole PDF Criptografado

3.

USO DOS ESTILOS

DE NEGOCIAÇÃO

PARA A SOLUÇÃO

DE CONFLITOS

Os estilos de negociação podem ser um instrumento muito importante para a análise, encaminhamento e solução dos conflitos. São diversas as classificações possíveis, segundo as visões dos vários autores e os diferentes enfoques utilizados no sentido de identificar e descrever esses estilos.

3.1 A importância da utilização do conceito dos estilos de negociação

Na verdade, o uso da ideia dos estilos de negociação é conveniente para se buscar resposta para certas questões fundamentais, como: O que é um comportamento efetivo de negociação? Seria um tipo de comportamento de negociação mais bem-sucedido ou mais efetivo do que outro?

Um entendimento do conceito dos estilos de negociação e dos seus limites pode ser útil para o desenvolvimento de habilidades ou para enfrentar uma situação corriqueira de negociação, tanto em termos conceituais quanto em termos práticos.

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NEGOCIAÇÃO EMPRESARIAL

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Medium 9788520427095

Capítulo 7 - Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

7 Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

Heloana Giraldella

Zysman Neiman

Introdução

Os avanços que o debate socioambiental trouxe nas últimas décadas têm gerado, em diversos países do mundo, um aumento no número de áreas naturais protegidas. No Brasil, desde a criação do Parque Nacional de Itatiaia (RJ, MG) em 1937, o número de Unidades de Conservação (UCs) cresceu significativamente.

Conforme discutido no Capítulo 5, foi aprovada no Brasil a

Lei n. 9.985, que instituiu, em 18 de julho de 2000, o Sistema

Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), visando ordenar a criação e adequar a gestão dessas áreas protegidas. Esse documento sugere que, no seu conjunto, as UCs poderiam redundar em um futuro promissor para a atividade do turismo em termos de geração de renda e empregos para a população brasileira, além da

Planejamento e gestão em áreas naturais protegidas

conservação de seus recursos socioambientais (Neiman, 2005). No entanto, como definido pelo próprio Snuc, para concretizar a geração de renda pelo turismo, é fundamental a realização de um intenso trabalho de planejamento e gestão dessas áreas protegidas, com a participação direta dos profissionais envolvidos com o uso público (incluindo aqui o turismo), para que se garantam os princípios conservacionistas por meio das melhores estratégias e práticas sustentáveis disponíveis.

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Medium 9788520453032

13. Investimento em imóveis

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Investimento em imóveis

Arthur Vieira de Moraes

Neste capítulo, são apresentadas as diversas possibilidades de investimento em ativos de base imobiliária, com ênfase nos fundos de investimento imobiliário e suas contribuições para o planejamento financeiro pessoal e diversificação de portfólio.

INTRODUÇÃO

O investimento em imóveis é tradicional, popular e resiliente. Em tempos de inovações disruptivas, em que algumas empresas são descontinuadas, atropeladas por novas tendências e comportamentos, pairam dúvidas sobre a perenidade deste ou daquele segmento de negócio, mas ninguém se questiona se haverá imóveis no futuro.

As tendências mudam. Alguns produtos e serviços tornam-se obsoletos enquanto outros, que até há pouco sequer existiam, surgem e revolucionam o mercado. Mas uma coisa não muda: não existe negócio sem imóveis. Não importa a área de atuação de uma empresa, ela sempre demandará imóveis.

Talvez você tenha adquirido este livro por meio de uma empresa de comércio eletrônico. Bastaram alguns cliques e o cartão de crédito para receber o livro em casa, dias depois. Ainda que tal livraria seja aparentemente virtual, demandará, no mínimo, um escritório de representação, um espaço para equipe e estrutura de atendimento ao cliente, um ou mais galpões para abrigar seus centros de distribuição e um espaço adequado para abrigar seus servidores. Um

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Medium 9788520456088

3. Avaliação de riscos

Jodrian Freitas Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 3

AVALIAÇÃO DE RISCOS

Um navio está seguro no porto, mas não é para isso que os navios são construídos.

John A. Shedd

ESTABELECIMENTO DO CONTEXTO DA AVALIAÇÃO DE RISCOS1

A primeira providência a ser tomada na avaliação de riscos é determinar os limites ou as fronteiras dentro dos quais será feita a análise, de modo a estabelecer claramente as responsabilidades da operadora e os fatores que estão associados aos riscos. Um contexto bem definido é fundamental para uma boa avaliação de riscos.

Dentro dessa perspectiva, a operadora deve identificar os produtos turísticos oferecidos e determinar, para cada um deles, quais as etapas envolvidas. Esse detalhamento facilitará a identificação dos perigos e dos riscos associados.

Para facilitar a compreensão, será utilizado um exemplo fictício: uma determinada operadora possui um produto chamado Trilha Mango, que envolve caminhadas de curta duração, rapel e banho em uma lagoa.

1 Neste livro, a abordagem é mais restrita que a determinação do contexto da organização prevista na cláusula 4 da ABNT NBR ISO 21101:2014, uma vez que a norma trata da gestão da segurança, que é mais ampla do que a gestão de riscos.

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Medium 9788520431993

20. A qualidade da experiência na visitação dos destinos turísticos

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

20

A qualidade da experiência na visitação dos destinos turísticos

J O S É M A N O E L G Â N DA R A

J Ú L I O D A C O S TA M E N D E S

M I G U E L M O I TA L

F L AV I N Y N A J A R A S A N T O S R I B E I R O

I TA M A R D E J E S U S S O U Z A

L U C I A N E A PA R E C I D A G O U L A R T

Introdução

A atividade turística, como não poderia ser diferente, acompanha a evolução da sociedade. Na passagem da modernidade para a pós‑modernidade, novas ten‑ dências vão se firmando. Para estudiosos do tema, como De Masi (2000), na con‑ temporaneidade, os valores associados à subjetividade, a sensibilidade e a emoção tendem a se sobrepor à racionalidade que, durante séculos, ditou os rumos do mun‑ do ocidental. Os produtos e serviços destinados a um público indistinto e massivo começam a ser pensados levando‑se em conta a individualidade.

Nesse contexto é que surgem conceitos como a economia da experiência (Pine

II e Gilmore, 1999) e a sociedade dos sonhos (Jensen, 1999) como modelos alterna‑ tivos à tradicional economia de serviços. Isso significa que a qualidade da experiên‑ cia turística vai estar cada vez mais centrada nas histórias e experiências vivencia‑ das. Assim, as empresas envolvidas nesse setor devem concentrar as suas ações a fim de proporcionar aos seus clientes experiências memoráveis no sentido emocio‑ nal, físico, intelectual e espiritual.

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Medium 9788520438404

5. O olhar da mídia sobre economia e consumo

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

5

O  olhar  da  mídia  sobre   economia  e  consumo

Adalberto  Wodianer  Marcondes  (Dal  Marcondes)

INTRODUÇÃO

Movimentar  a  economia  por  meio  do  consumo  foi  uma  decisão  tomada  após  a  Segunda  Guerra  Mundial,  e  serviu  apenas  para  acelerar  o  uso  e  a  degradação  dos  recursos  naturais  e  econômicos  do  planeta.  O  consumo  foi,  então,  eleito  como  o  principal   vetor  de  desenvolvimento,  o  indicador  de  resultados  sem  o  qual   as  economias  modernas  estariam  fadadas  ao  fracasso.  A  mídia   tornou-se   parceira   privilegiada   desse   modelo   de   desenvolvimento;  em  alguns  casos,  uma  irmã  siamesa  do  consumo,  uma   vez  que  tem  na  publicidade,  principalmente  dos  bens  de  consumo,  a  principal  fonte  de  financiamento  para  manter  essa  enorme   indústria   em   operação.   Esse   padrão   está   se   esgotando,   o   consumo  não  pode  mais  ser  o  principal  vetor  e  indicador  da  economia  e  os  meios  de  comunicação  já  estão  repensando  seus  modelos  de  negócios.  No  entanto,  não  estão  ainda  oferecendo  ao   público  uma  visão  crítica  sobre  o  consumo  e  seus  impactos  sobre   o   uso   de   matérias-primas,   energia   e   descarte   de   resíduos,   entre  outros.

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Medium 9788520430804

9 – Manuais e normas de serviços

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

9

Manuais e normas de serviços

Tópicos deste capítulo a Conceito de manual e normas de serviços a Finalidade dos manuais a Funções dos manuais a Conteúdo dos manuais a Técnicas de elaboração de manuais a Distribuição dos manuais a Formulários a Questões para revisão a Exercícios

Ao longo de toda sua existência cada empresa adota e acumula uma variedade de regras e regulamentos, normas de serviços, instruções, ordens e atos oficiais que configuram exigências criadas para o bom andamento de suas atividades. Essas exigências são comunicadas a todas as pessoas por meio de vários tipos de correspondência interna que depois são arquivadas. E quase sempre caem no esquecimento por falta de consulta ou por não se saber onde ficaram arquivadas.

Por outro lado, na medida em que o tempo passa e as coisas mudam, esses textos são frequentemente modificados, acrescidos ou reduzidos, enquanto outros são substituídos e outros, ainda, implantados.

Com o tempo e com o crescimento da empresa, o volume de textos dispersos – alguns atuais, outros ultrapassados e obsoletos – se torna tão grande que as pessoas passam a encontrar enorme dificuldade em

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