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Medium 9788520431146

Capítulo 32 - Arranjo produtivo local na carcinicultura

Carlos Alberto Cioce Sampaio Editora Manole PDF Criptografado

Arranjo produtivo local na carcinicultura

32

Mariana Baldi

Administradora, UFRGS

Roosevelt Bezerra da Silva Filho

Administrador, Faculdade Maurício de Nassau

INTRODUÇÃO

A garantia da presença de alimentos aquáticos na mesa do consumidor está atrelada ao desenvolvimento da aquicultura, isto é, ao processo de produção em cativeiro de organismos com habitat predominantemente aquático. Considerando que os estoques naturais de animais aquáticos estão em seu limite máximo de exploração, a preocupação com a aquicultura e, em particular, com a carcinicultura (cultivo de camarão em cativeiro) está atrelada a um debate acerca da sustentabilidade e da insegurança alimentar. Com o crescimento da população mundial, a capacidade de se produzir alimentos ficou ameaçada e a aquicultura passou a ser uma alternativa, tanto no que concerne à produção de renda e emprego como também à possibilidade de se alimentar a sociedade. Para a Organização das Nações

Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) existe segurança alimentar quando “todas as pessoas, a qualquer tempo, têm acesso econômico e físico

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Medium 9788520431238

11. Gestão dos riscos da cadeia de suprimentos

GONÇALVES, Paulo Sérgio Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo 11

Gestão dos riscos da cadeia de suprimentos

Introdução

Depois do fatídico 11 de setembro, o mundo sofreu uma grande transformação.­

Em primeiro plano, a paranoia de um ataque terrorista iminente se concretizou com a destruição das torres gêmeas do World Trade Center, símbolo do capitalismo e da pujança dos Estados Unidos.

Deixando de lado essa face mórbida, doentia e de pouco conteúdo humano desses atos de fanatismo, todos percebemos que as mudanças ocorridas após o atentado causaram grande impacto nas operações globais das empresas e, consequentemente, também acabaram por atingir as pessoas.

Estratégias operacionais no estilo just in time foram paralisadas a partir do momento em que os Estados Unidos simplesmente impediram, por medida de cautela e proteção, que qualquer aeronave levantasse voo, e a vigilância nos aeroportos, portos e rodovias intercontinentais passou a ser severa, demorada, em uma verdadeira operação estilo “pente-fino”.

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Medium 9788520453032

7. Política e economia: para compreender e não se perder

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Política e economia: para compreender e não se perder

Carlos Alberto Furtado de Melo

Neste capítulo, é demonstrado que política e economia não são atividades que se possam dissociar.

INTRODUÇÃO

De modo geral, as pessoas arrogam para si elevada importância; é natural e humano. E assim, a várias profissões e atividades laborais, praticadas em cada fase histórica, atribui-se importância central, como se o mundo dependesse só daquilo que o sujeito faz em sua vida. Com efeito, todas as profissões são importantes e não se pode conceber um mundo sem médicos, farmacêuticos, juízes, advogados, engenheiros, arquitetos, pedreiros, carpinteiros, professores, cientistas, pesquisadores – sempre será necessária a execução de tarefas aparentemente humildes, mas fundamentais. Basta que uma cidade não tenha quem recolha seu lixo por apenas alguns dias para que o caos se instale. Mesmo as atividades ligadas ao espírito, como a arte, a religião e a estética, têm seu papel.

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Medium 9788520431146

Capítulo 26 - Arranjos produtivos locais no turismo do estado do Paraná

Carlos Alberto Cioce Sampaio Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos produtivos locais no turismo do estado do Paraná

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Marino Antonio C. Lacay

Economista, Ipardes

INTRODUÇÃO

Nos últimos anos se avançou muito na discussão da importância dos arranjos produtivos locais como indutores do desenvolvimento regional, tanto para a agroindústria quanto para a indústria, estabelecendo-se iniciativas de exemplos a serem seguidos em países da Europa (a chamada Terceira Itália) e/ou dos Estados Unidos. No Brasil, iniciativas lideradas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – Cassiolatto e Lastres, Grupo

Rede de Pesquisa em Sistemas e Arranjos Produtivos e Inovativos Locais

(RedeSist) –, pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – grupos de trabalho de Suzigan, Machado, Coutinho e Sarti – e pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – entre outros, Haddad, Diniz, Borges Lemos – são alguns dos exemplos de grupos de estudos dos mais avançados no amadurecimento desse processo para vários segmentos da indústria de alguns estados do Brasil1, com a utilização de ferramentas de identificação e tipologias para caracterização preliminar dos Arranjos Produtivos Locais (APLs).

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Medium 9788520434369

1. Organização do sistema de saúde no Brasil

SALU, Enio Jorge Editora Manole PDF Criptografado

1

� rganização do sistema de

O saúde no Brasil

INTRODUÇÃO

Diferentemente de todos os outros ramos de atividade, com pequena similaridade em relação ao da Educação, o sistema de saúde no Brasil é totalmente influenciado pela atuação do governo.

Todos os ramos de atividade são regulados de alguma forma pelo governo, mas ele atua tão diretamente somente em alguns deles, como saúde, educação, mineração e bancário.

A razão pela qual a saúde sofre regulação direta do governo é porque esta, como finalidade, é o item mais essencial que ele pode prover à população, e, como ação governamental, um dos mais estratégicos.

Para que não restem dúvidas, pode-se exemplificar:

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Existem bancos operados diretamente pelo governo federal, como o

Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal. Contudo, o governo não concentra a operação da maioria das contas correntes da população.

A maioria das escolas do ensino fundamental é do governo, mas a maior parte das entidades de ensino superior é privada.

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Medium 9788520428641

1 – As organizações no mundo moderno

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

1

As organizações no mundo moderno

Tópicos deste capítulo a Da Era da Agricultura à Era da Informação a Características da Era da Informação a As mudanças e transformações a Cultura organizacional a Identidade organizacional

O mundo moderno em que vivemos é uma sociedade de organizações. Mas não foi sempre assim. As organizações – como são conhecidas hoje – são relativamente recentes na história do ser humano. Somente com o regime feudal no decorrer da Idade Média é que surgiram os primeiros artesanatos, que rapidamente foram substituídos pelas fábricas – as precursoras das modernas organizações. Hoje, quase não se encontra mais o trabalho individual e isolado de artesãos como o encanador, eletricista, pedreiro, alfaiate ou mecânico. As profissões foram engolfadas pelas organizações. Tudo agora depende delas. Elas constituem a maneira pela qual a sociedade moderna cria e agrega valor, produz e distribui riqueza, melhora a qualidade de vida das pessoas e gera progresso e desenvolvimento econômico e social. As nações ricas são ricas porque possuem organizações bem-sucedidas que criam, inovam e produzem produtos e serviços, desenvolvem tecnologias e oferecem à sociedade a satisfação de suas necessidades. Organizações bem-sucedidas conduzem a nações bem-sucedidas, pessoas bem-sucedidas e mercados florescentes.

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Medium 9788520438428

11. A pesquisa em Comunicação Empresarial: uma perspectiva abrangente

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

11

A pesquisa em Comunicação

Empresarial: uma perspectiva abrangente

Introdução

A pesquisa em Comunicação data de muitas décadas e re­ monta aos trabalhos empíricos realizados especialmente pela es­ cola norte-americana, tendo em vista a solução de problemas con­ cretos relacionados com as sondage ns de opinião

(particularmente para subsidiar as campanhas eleitorais) e a aná­ lise do conteúdo e do impacto dos meios de comunicação na opi­ nião pública. No Brasil, desde a década de 1950, são registrados esforços sistemáticos a fim de emprestar um caráter científico à análise do fenômeno comunicacional.

A herança básica dos métodos de investigação da área localiza­

‑se nas Ciências Sociais e leva em conta, conforme explica Maria

Immacolata Vassalo Lopes, a convivência de três modelos ou matrizes de pensamento: o funcionalismo, o marxismo e o webe­ rianismo, cada um deles com a sua forma particular de enxergar os objetivos sob análise, filtrando-os com base em sua concepção de mundo, da qual decorre o desenvolvimento de procedimentos

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Medium 9788520435984

Apêndice B – Equipamentos para serviços de alimentação

PAYNE-PALACIO, June; THEIS, Monica Editora Manole PDF Criptografado

Apêndice B

Equipamentos para serviços de alimentação

Apêndice B  Equipamentos para serviços de alimentação

O Capítulo 11 destacou a importância de um conhecimento detalhado dos equipamentos para serviços de alimentação.

Este apêndice fornece uma visão geral dos equipamentos que estavam disponíveis quando ele foi escrito. Como essa é uma

área sujeita a mudanças constantes, é recomendado que seja feita uma pesquisa cuidadosa antes da escolha dos equipamentos. Visitas a fábricas, informações obtidas junto aos fabricantes e representantes, testes de equipamentos, consulta a projetistas de cozinhas e visitas a feiras do setor são recursos capazes de ajudar os administradores de negócios de alimentação a se manterem atualizados quanto às novidades na área.

Os objetivos que norteiam todos os tipos de projeto de equipamentos são: melhoria do desempenho; redução do gasto de energia; uso eficiente do espaço; redução da necessidade de mão de obra; durabilidade; facilidade de limpeza/operação/serviço; e recursos multitarefa. Muito antes de o movimento em defesa de “projetos sustentáveis” ganhar relevância mundial, os projetistas de equipamentos de alimentação já desenvolviam dispositivos mais eficientes no tocante ao gasto de energia, e que também consumiam menos água e eletricidade enquanto em uso.

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Medium 9788520435984

7. Recebimento, armazenamento e estoque

PAYNE-PALACIO, June; THEIS, Monica Editora Manole PDF Criptografado

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Recebimento, armazenamento e estoque

Conteúdo

Recebimento

Coordenação com outros departamentos

Pessoal

Instalações, equipamentos e desinfecção

Horários programados para recebimento

Segurança

Processo de recebimento

Armazenamento

Armazenamento seco

Armazenamento refrigerado e congelado

Registros e controle de estoque

Recebimento

Questões de depósito

Registro de estoque

Inventário físico

Resumo

Uma função de compras bem-sucedida em uma operação de serviços de alimentação é integrada com uma série de procedimentos de recebimento, armazenamento e estoque de alimentos e suprimentos. Procedimentos operacionais padronizados para essas atividades são de especial importância para assegurar que os produtos entregues atendam aos padrões de qualidade predeterminados e sejam mantidos sob condições

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Parte 3  Funções operacionais

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Medium 9788520437483

5. O (des)controle dos impactos

VASCONCELLOS, Eduardo Alcântara de Editora Manole PDF Criptografado

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O (des)controle dos impactos

Expansão urbana e exclusão

Sistema de circulação e meio ambiente: a destruição da rua

Dada a abundância de território, as cidades foram se espalhando com densidades demográficas baixas. A consequência é que o sistema viário acompanhou esse crescimento, estendendo-se junto ao processo de urbanização. As configurações físicas desse sistema viário foram sendo definidas caso a caso, dividindo-se entre vias locais, para acesso às residências, e vias mais largas, para abrigar atividades de comércio e de passagem.

No período de intensa motorização privada – a partir da década de 1970 – o fluxo de veículos se estabeleceu de acordo com os interesses de seus proprietários e dos donos dos negócios que seriam beneficiados pelo tráfego. Dada a ausência de ordenação desse trânsito, bem como do baixo nível de organização política da sociedade, a rede de fluxos de veículos passou a operar sem consideração pelos papéis mais vulneráveis no processo – o pedestre, o ciclista e o morador. As ruas foram deixando de ser o palco de convívio e de trocas sociais e culturais para se transformarem em dutos de condução de veículos. Nas maiores cidades, essa ocupação do espaço foi apoiada e incentivada pelos órgãos de trânsito, que defi-

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Medium 9788520438442

4. As organizações e a nova visibilidade público‑privada

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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As organizações e a nova visibilidade público‑privada

Daniel dos Santos Galindo

INTRODUÇÃO

A cada momento surge algum tipo de pergunta, comentário, posicionamento e outras eventuais reações diante do que, con‑ temporaneamente, denominamos de assuntos ou temas emer‑ gentes. E o emergente, via de regra, vem no plural, pois nunca está isolado ou pode ser discutido ou abordado sem se reconhecer as diversas facetas e implicações provocadas por sua emergência.

Exatamente nesse sentido, a sociedade em rede ou sociedade conectada vem experimentando a cada momento descobertas ou revelações que se apresentam com certa complexidade para em seguida serem assimiladas e incorporadas diante de novas temáticas que emergem basicamente entre duas variáveis, a di‑ mensão humana e a dimensão tecnológica.

Este texto tem como objetivo evidenciar um tema que reco‑ nhecidamente não se caracteriza como emergente, afinal, falar do espaço público e do espaço privado é falar de uma proposta conceitual advinda da civilização grega, mais precisamente na polis, local em que esses espaços se materializavam, ou melhor,

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Medium 9788520434369

6. Processos hospitalares

SALU, Enio Jorge Editora Manole PDF Criptografado

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�Processos hospitalares

INTRODUÇÃO

As melhores práticas para processos hospitalares são relativamente conhecidas e padronizadas. Como nos demais segmentos de mercado, o hospital tem uma lógica de funcionamento que define os processos de atendimento do paciente de forma básica e não variam significativamente de um hospital para outro.

Essa lista de processos básicos é apresentada aqui e pode-se admiti-la como padrão.

Discute-se se o processo é aplicado ao caso específico do hospital. Por exemplo: conforme discutido anteriormente, é comum a existência de hospitais que são entidades benemerentes, isentas de determinados impostos, de maneira que processos relacionados à tributação são aplicáveis somente aos não benemerentes. Mas para os demais, são aplicáveis de forma muito similar. Discute-se também com qual rigor de controle determinado processo é executado no caso específico do hospital. Por exemplo, dependendo da planta hospitalar, podem existir ou não farmácias satélites. Assim, processos de ressuprimento das farmácias satélites não se aplicam aos que não as têm, mas nos demais são aplicáveis de forma muito similar.

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Medium 9788520429990

20. A SEGMENTAÇÃO DOS MERCADOS COMO OBJETO DE ESTUDO DO TURISMO

RUSCHMANN, Doris van de Meene; TOMELIN, Carlos Alberto Editora Manole PDF Criptografado

20. A SEGMENTAÇÃO DOS

MERCADOS COMO OBJETO DE

ESTUDO DO TURISMO1

Marília Gomes dos Reis Ansarah

Alexandre Panosso Netto

Introdução

O tema Segmentação em turismo no Brasil passou a fazer parte dos currículos de cursos de turismo com mais frequência apenas na década de

1990. Tal fato se explica facilmente quando verificamos que os primeiros estudos brasileiros sobre esse assunto foram publicados há pouco mais de

20 anos. Identifica-se assim um gap nesse campo, pois o mercado turístico mundial, desde antes de 1950, já aplicava técnicas de segmentação de mercado. Obviamente, essas técnicas não eram tão desenvolvidas quanto hoje, em que a teoria e a prática do marketing estão avançadas.

A que se deve a abordagem tardia desse tema no Brasil? Ao próprio ritmo do desenvolvimento do turismo nacional e à incapacidade dos estudiosos de turismo do país em compreender as mudanças sociais e econômicas pelas quais o turismo passou desde a década de 1970, período em que se intensificaram as campanhas de marketing turístico do Brasil no exterior.

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Medium 9788520436356

18. Em busca da autenticidade nos destinos: o consumo da experiência

NETTO, Alexandre Panosso; ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis Editora Manole PDF Criptografado

18. Em busca da autenticidade nos destinos: o consumo da experiência

Renata C. Cardias Kawaguchi

Marília Gomes dos Reis Ansarah

INTRODUÇÃO

No contexto atual, existe um mosaico de segmentos turísticos que possibilita o turista a procurar cada vez mais experiências au­ tênticas e inesquecíveis. Em contrapartida, segundo MacCannel

(1999), o consumo turístico também tem gerado experiências en­ cenadas, porém aceitas por uma parcela de turistas que buscam ambientes criados especialmente para eles com conforto, segu­ rança, serviços e facilidades capazes de afastá-lo da realidade lo­ cal da destinação. Essa dicotomia traz a necessidade de rediscutir a questão da autenticidade, não somente no campo acadêmico, mas também nos setores público e privado, o que exige esforços no planejamento de destinações, empreendimentos e serviços tu­ rísticos.

A autenticidade no turismo possibilita diferentes perspectivas e olhares, por seu caráter abrangente e multidisciplinar, pois en­ volve aspectos antropológicos, sociais, psicológicos e comporta­ mentais do turista, além de aspectos de gestão, marketing e da con­ figuração das imagens turísticas das localidades receptoras.

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Medium 9788520433409

5. O papel da interpretação na conquista de um futuro sustentável

WEARING, Stephen; NEIL, John Editora Manole PDF Criptografado

5

O papel da interpretação na conquista de um futuro sustentável

Conteúdo

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Definição de interpretação

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Mudança de compreensão, atitudes e comportamento

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Técnicas de interpretação

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Princípios para a interpretação bem-sucedida

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Benefícios da interpretação

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Leitura complementar

A interpretação ambiental envolve traduzir a linguagem técnica de uma ciência

natural ou a ela relacionada em termos e ideias que os não cientistas possam

compreender prontamente. E envolve fazer isso de uma maneira que entretenha e acenda o interesse dessas pessoas. (Ham, 1992, p.3)

Sugeriu-se que há um valor limitado na ciência (que fornece os dados sobre os quais a conservação se baseia) e na administração (que fornece as ferramentas) que não compartilha seus respectivos insights e rumos (McCurdy, 1985).

A experiência passada mostrou-nos que muitas das respostas aos atuais problemas ambientais estão longe de se tornar claras, já que se fundamentam em prognósticos científicos sugeridos apenas depois do acúmulo de evidências e, portanto, após a ocorrência de impactos significativos. Essa situação inclui cientistas notoriamente incapazes de transmitir informações inteligíveis para o leigo. Assim, muitas vezes a comunidade não compreende a mensagem por completo. Como a ciência tem advertido, a ecologia é essencial, não só para transmitir os fatos e as atuais teorias, mas também para promover o entendimento a respeito da administração do recurso como processo dinâmico, com a necessidade contínua de controle, avaliação e pesquisa.

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