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Medium 9788520453032

4. O investidor e a bolsa de valores

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 4

O investidor e a bolsa de valores

Walter Cestari

Este capítulo aborda o mercado de capitais, concentrando os conceitos básicos do funcionamento da bolsa de valores, a fim de oferecer os conhecimentos essenciais para a compreensão dos investimentos em títulos e valores mobiliários, especificamente no mercado de ações. Apresenta elementos utilizados para reflexão no processo de decisão, assim como melhor interpretação de oportunidades e riscos.

INTRODUÇÃO

O sistema financeiro pode ser definido como o conjunto de instituições e instrumentos que possibilitam a transferência entre poupadores e tomadores de recursos disponíveis na economia. Esse fluxo não ocorre sempre com as mesmas características operacionais, em razão do tipo de investimento, dos prazos e dos riscos envolvidos.

A forma eficiente para estabelecer as condições de liquidez para o funcionamento do sistema é denominada mercado financeiro.

O mercado financeiro, de acordo com suas características, pode ser segmentado em mercados específicos. O mercado monetário é aquele no qual se concentram as operações de controle da oferta de moeda em circulação e das taxas de juros. O mercado de câmbio é aquele em que ocorrem as operações de troca de moedas por reais. O mercado de crédito é aquele em que atuam as

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Medium 9788520430705

Capítulo 4 – Quarto passo – Administração da produção: busque a excelência operacional em suas atividades

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

capítulo 4

Quarto passo

Administração da produção: busque a excelência operacional em suas atividades

Tópicos

O que é uma empresa?

O que significa excelência empresarial?

Administração da produção e operações

Produto ou serviço

Modelos de produção

O sistema de produção

Planejamento e controle da produção

Administração de materiais

Controles de produção

Para ser bem-sucedida, a empresa precisa apresentar elevada excelência operacional em suas atividades. Mas o que significa excelência operacional? Significa simplesmente fazer bem feito as coisas que devem ser realizadas na empresa, e fazer tudo muito bem feito da primeira vez para não haver trabalho posteriormente. A excelência operacional se traduz pela elevada produtividade e qualidade naquilo que se faz. Quase sempre ela se refere ao chão da fábrica, ao piso do escritório ou ao balcão de atendimento ao cliente. Daí o nome operacional, pois depende

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Medium 9788520430705

Mas, o que é uma empresa, afinal?

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Parte II – Articulando recursos e competências

Mas, o que é uma empresa, afinal?1

De fato, as empresas são constituídas de recursos, os quais representam o aspecto material, concreto e visível de sua organização. Sua infraestrutura é constituída de prédios, máquinas, equipamentos, instalações, materiais e matérias-primas. Tudo isso, entretanto, é estático e sem vida própria.

Sabemos que as empresas são organismos vivos: elas nascem, crescem, desenvolvem-se, passam por transformações contínuas e até morrem. Mais do que isso, as empresas são inteligentes, pois são dotadas de pessoas que vivem, sentem, pensam e agem racionalmente. A inteligência da empresa decorre das pessoas que nela trabalham. Tão importantes quanto os recursos disponíveis são as maneiras pelas quais eles são utilizados pelas pessoas. De nada valem os recursos se não forem adequadamente utilizados, aplicados e geridos pelas pessoas. A empresa precisa identificar, localizar, desenvolver e aplicar suas competências essenciais. Esse é um dos principais papéis do administrador. Saber aplicar bem o que tem na empresa à sua disposição.

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Medium 9788520431146

Capítulo 30 - Arranjos socioprodutivos e políticos de base comunitária, solidária e sustentável

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Arranjos socioprodutivos e políticos de base comunitária, solidária e sustentável

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Carlos Alberto Cioce Sampaio

Administrador, UFPR

Manoel Flores Lesama

Engenheiro Agrônomo, UFPR

Jussara Rezende Araujo

Jornalista, UFPR

INTRODUÇÃO

Diante dos desafios de conciliar desenvolvimento e conservação am­ biental, o litoral paranaense apresenta uma diversidade de experiências que permite refletir sobre várias teorias e abordagens, entre elas, as interações entre sistemas sociais e ecológicos, em que a população interage com a na­ tureza e na própria relação entre homem e homem. Nesse sentido, exa­ mina‑se as interações entre pessoas na obtenção e uso de recursos, a orga­ nização delas para usar esses recursos, bem como as tecnologias sociais que efetivem tal organização.

Esse trabalho está relacionado fundamentalmente às dimensões huma­ nas. Sendo assim, o desenvolvimento que abrange a escala humana, segundo

Max‑Neef et al. (2001), é aquele que releva necessidades axiológicas – subsis­

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Medium 9788520438442

5. A comunicação organizacional em tempos de redes sociais digitais

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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A comunicação organizacional em tempos de redes sociais digitais

Elizabeth Moraes Gonçalves

Marcelo da Silva

Introdução

A evolução tecnológica aplicada à Comunicação fez emergir e fortalecer uma das características básicas da linguagem humana

– o dialogismo. No contexto organizacional, a interação propi‑ ciada pelas redes sociais digitais marca uma nova possibilidade de relacionamento entre os públicos, diminuindo as distâncias entre os interlocutores, potencializando cada voz e, consequen‑ temente, contribuindo para um processo comunicacional mais horizontalizado.

Não é novidade a existência de redes sociais que permitem o contato entre indivíduos, a troca de experiências, a busca de in‑ formações, a divulgação de fatos e acontecimentos, mas o mun‑ do virtual, a expansão da web, significou um marco nesse pro‑ cesso de comunicação – o advento das redes sociais digitais impactou de tal forma os relacionamentos que se fala hoje em redes sociais como se antes nunca tivessem existido.

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Medium 9788520453032

16. Comparativo de produtos de renda fixa para o investidor pessoa física

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 16

Comparativo de produtos de renda fixa para o investidor pessoa física

Liao Yu Chieh

Neste capítulo, apresentam-se riscos e retornos dos principais produtos de investimento em renda fixa disponíveis no mercado financeiro brasileiro.

INTRODUÇÃO

Investir é parte fundamental de qualquer planejamento financeiro pessoal, e cem por cento das carteiras sugeridas para investidores pessoa física brasileiros possuem alocações de recursos em ativos de renda fixa. Entretanto, investir em renda fixa no Brasil é muito mais que negociar o percentual da taxa CDI de um Certificado de Depósito Bancário com o gerente do seu banco, pois envolve compreender, avaliar e escolher seus investimentos dentro de um caldeirão de letrinhas composto por produtos financeiros (CDB, CDI, CRA, CRI, DPGE,

FI, LC, LCA, LCI, LF, LFT, LTN, NTNB, NTNF), indexadores (CDI ou DI, IPCA,

PRÉ), tributos (IR, IOF) e a cobertura pelo FGC.

Mais que apenas decifrar as siglas citadas, este capítulo descreve e compara diversos produtos financeiros em termos de rentabilidade bruta e líquida de tributos para pessoa física, riscos incorridos e garantias envolvidas, sempre de uma forma prática e direta. O capítulo começa pelo produto mais simples e mais popular (a poupança), depois compara diversos produtos emitidos por instituições financeiras, explora os títulos públicos federais disponíveis para negociação no programa Tesouro Direto, terminando nas análises comparativas com os produtos debênture e certificado de recebíveis.

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Medium 9788520433485

Parte 6 – Manual de lideranças

SABA, Fabio Editora Manole PDF Criptografado

PARTE 6

Manual de lideranças

GERENTE

Função

Responsável por toda a Academia, prezando pelo ótimo funcionamento, atendimento ao cliente e seus colaboradores.

Tarefas

Planejamento estratégico

■■ Acompanhamento do atendimento ao cliente.

■■ Acompanhamento indireto da equipe técnica e auxílio aos coordenadores por meio de informações.

■■ Atuação, com o supervisor de vendas, diretamente nas ações de prospecção de clientes novos, visitando empresas e estabelecimentos da região, em busca de clientes corporativos.

■■ Auxílio nas negociações estratégicas.

■■ Avaliação de processos (recepção de clientes, integração entre as áreas).

■■ Avaliação da frequência dos clientes.

■■ Busca de patrocinadores, anunciantes, parceiros e permutas.

parte 6 - manual de lideranças

■■ Captação de informações de mercado, clientes, consumidores e abastecimento do marketing, relatando os itens levantados.

■■ Controle do departamento de personal training.

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Medium 9788520438442

4. As organizações e a nova visibilidade público‑privada

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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As organizações e a nova visibilidade público‑privada

Daniel dos Santos Galindo

INTRODUÇÃO

A cada momento surge algum tipo de pergunta, comentário, posicionamento e outras eventuais reações diante do que, con‑ temporaneamente, denominamos de assuntos ou temas emer‑ gentes. E o emergente, via de regra, vem no plural, pois nunca está isolado ou pode ser discutido ou abordado sem se reconhecer as diversas facetas e implicações provocadas por sua emergência.

Exatamente nesse sentido, a sociedade em rede ou sociedade conectada vem experimentando a cada momento descobertas ou revelações que se apresentam com certa complexidade para em seguida serem assimiladas e incorporadas diante de novas temáticas que emergem basicamente entre duas variáveis, a di‑ mensão humana e a dimensão tecnológica.

Este texto tem como objetivo evidenciar um tema que reco‑ nhecidamente não se caracteriza como emergente, afinal, falar do espaço público e do espaço privado é falar de uma proposta conceitual advinda da civilização grega, mais precisamente na polis, local em que esses espaços se materializavam, ou melhor,

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Medium 9788520427095

Capítulo 11 - Turismo em território indígena

NEIMAN, Zysman; RABINOVICI, Andréa Editora Manole PDF Criptografado

11 Turismo em

território indígena

Tiago Juliano

Andréa Rabinovici

Ninguém respeita aquilo que não conhece. Precisamos mostrar quem somos, a força, a beleza, a riqueza da nossa cultura.

Só assim vão entender e admirar o que temos.

(Wabuá Xavante)1

Introdução

O turismo, enquanto prática social e atividade comercial, pode assumir uma versão étnica quando vivenciado, sobretudo, por meio de atividades de ecoturismo em comunidades tradicio1

Pensamento retirado de http://www.ideti.org.br/projetos.

Turismo em território indígena

nais. Parece, também, atender a uma demanda contemporânea de satisfação de expectativas de consumidores pós-modernos em relação ao contato e à vivência com grupos étnicos, tais como indígenas, quilombolas, entre outros, detentores de traços culturais peculiares e, muitas vezes, considerados exóticos. Nesse sentido, o turismo desenvolvido em terras indígenas é, segundo Leal (2007), motivado por interesses direcionados à cultura dessas comunidades, buscando conhecer seus costumes, tradições e crenças.

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Medium 9788520438404

3. Cartografia dos sentidos de sustentabilidade de premiados no Guia Exame de Sustentabilidade 2012

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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0N_a\T_NºN�Q\`�`R[aVQ\`�   de  sustentabilidade   premiados  no  Guia  Exame  de  

Sustentabilidade  20121

Rudimar  Baldissera  e  Cristine  Kaufmann

APROXIMAÇÕES E ALINHAVOS

Como  prosseguir?  Durante  muito  tempo  essa  questão  traduziu-se,   por   um   lado,   em   pesquisas   e   inovações   tecnológicas   e,   por  outro,  na  construção  da  cultura  do  consumismo  materializado  na  máxima  do  “consuma  tudo  o  que  puder,  mesmo  que  não   necessite”.  Esse  consumir  tornou-se  sinônimo  de  viver  bem,  de   progredir,  de  prosperar,  enquanto  a  natureza  foi  percebida  como   algo  a  ser  dominado,  subjugado,  explorado  e  mesmo  expropriado   pela   sociedade.   Porém,   essa   mesma   pergunta,   hoje,   parece   estar  assumindo  novos  contornos,  pois  o  meio  ambiente,  cada   vez  mais,  dá  sinais  de  esgotamento.1

Os  problemas  ambientais  do  presente  e  seus  prováveis  desdobramentos  assumem  a  configuração  de  uma  crise  civilizatória   que  questiona  o  conhecimento  do  mundo  e  o  comportamento  

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Medium 9788520431993

8. Instrumentalização de pesquisa em turismo

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Instrumentalização de pesquisa em turismo

CLÁUDIA RECH

Introdução

O turismo apresenta‑se como uma atividade economicamente viável para uma localidade, apontando significativo crescimento no setor terciário. Atualmente, es‑ sa área tem um papel impulsionador no desenvolvimento de um espaço geográfico, mobilizando pessoas em busca da apreciação de lugares que representem atrativos ao olhar do visitante. Por tudo isso, hoje, os estudos ligados ao fenômeno do turis‑ mo estão se ampliando, com enfoque de procedimentos conexos ao planejamento territorial e suas importantes aplicações práticas.

Os instrumentos de análise do planejamento turístico são compreendidos co‑ mo novos paradigmas para o desenvolvimento e para a diversificação econômica de uma destinação. Assim, por englobar aspectos sociais, culturais, econômicos e am‑ bientais, a atividade turística é analisada sob diversas óticas, abordando elementos que permitem entender o funcionamento sistêmico de sua estrutura e possibilitan‑ do a elaboração de reflexões acerca de suas tipologias e dos principais componen‑ tes que proporcionam o seu desenvolvimento.

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Medium 9788520453032

7. Política e economia: para compreender e não se perder

Sousa, Almir Ferreira de ...[et al.] Editora Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Política e economia: para compreender e não se perder

Carlos Alberto Furtado de Melo

Neste capítulo, é demonstrado que política e economia não são atividades que se possam dissociar.

INTRODUÇÃO

De modo geral, as pessoas arrogam para si elevada importância; é natural e humano. E assim, a várias profissões e atividades laborais, praticadas em cada fase histórica, atribui-se importância central, como se o mundo dependesse só daquilo que o sujeito faz em sua vida. Com efeito, todas as profissões são importantes e não se pode conceber um mundo sem médicos, farmacêuticos, juízes, advogados, engenheiros, arquitetos, pedreiros, carpinteiros, professores, cientistas, pesquisadores – sempre será necessária a execução de tarefas aparentemente humildes, mas fundamentais. Basta que uma cidade não tenha quem recolha seu lixo por apenas alguns dias para que o caos se instale. Mesmo as atividades ligadas ao espírito, como a arte, a religião e a estética, têm seu papel.

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Medium 9788520438442

3. A cultura da participação e a gestão da imagem e da reputação corporativa no ambiente das mídias sociais

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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A cultura da participação e a gestão da imagem e da reputação corporativa

Ana Regina Rêgo

INTRODUÇÃO

Gerenciar bem a imagem e a reputação corporativa passou a ser uma das grandes preocupações das organizações e dos altos executivos empresariais, visto que não é uma atividade fácil e es‑ tá sujeita a inúmeras variáveis intermitentes, que diante dos seg‑ mentos de atuação de cada corporação podem oscilar indo de um pequeno grau de dificuldade a um grande desafio.

Empresas que trabalham extraindo matéria‑prima do meio ambiente ou que de algum modo transportam produtos de risco para as populações e para a natureza, ou, ainda, cujo lixo pode tra‑ zer danos à vida na Terra, possuem um alto grau de dificuldade na gestão da imagem e, consequentemente, sofrem maior pressão por transparência em seus processos de produção, logística e co‑ municação. Todavia, qualquer organização que não atenda a con‑ tento o que se propõe fazer no ambiente mercadológico, seja por‑ que seus produtos apresentam problemas, seja porque o serviço não acontece como divulgado ou porque o atendimento é falho, também está sujeita a sofrer crises de imagem que, por sua vez,

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Medium 9788520431146

Capítulo 25 - A tragédia geoclimática catarinense: a paisagem como fundamento para a gestão pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

A tragédia geoclimática catarinense: a paisagem como fundamento para a gestão pública

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Juarês José Aumond

Geólogo, Furb

Lauro Eduardo Bacca

Naturalista, Senai-Blumenau-SC

INTRODUÇÃO

Os eventos climáticos extremos e seus efeitos catastróficos têm se tornado cada vez mais intensos e frequentes em função das mudanças climáticas no mundo e no Brasil. Os estados de Santa Catarina, São Paulo, Rio de

Janeiro, Alagoas, entre outros, têm sido intensamente afetados nos últimos anos por esses eventos, que resultam em inundações, enxurradas e movimentos de massa de diversas categorias. Esses fenômenos têm apresentado consequências catastróficas com elevado número de perdas de vidas humanas e econômicas. Em Santa Catarina, a catástrofe de novembro de 2008 foi o evento mais intenso desse gênero ocorrido no estado, tendo afetado cerca de 1,5 milhões de pessoas, com mais de uma centena de mortes; e foi, muito provavelmente, mais um sinal desses novos tempos.

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Medium 9788520431146

Capítulo 5 - Planeação estratégica e comunicativa para organizações de natureza pública

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Planeação estratégica e comunicativa para organizações de natureza pública1

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Joel Souto-Maior Filho

Planejador, UFPB

INTRODUÇÃO

Nas ciências da administração é voz corrente a ideia de que as organi‑ zações de natureza pública (doravante abreviadas por ONPs), que incluem, entre elas, tanto organizações do primeiro setor (estatais) como do terceiro setor (organizações não governamentais), não são consideradas nem efi‑ cientes nem eficazes quando comparadas com organizações do segundo setor (privado). Elas teriam a tendência de desperdiçar recursos humanos, materiais e financeiros, e não alcançar os objetivos e as metas a que se pro‑ põem. Diante disso, muitos autores, como Peter Drucker (1985), recomen‑ dam a adoção de técnicas de gestão do setor privado e, em particular, o uso do planejamento estratégico para melhorar o desempenho das ONPs. Surge, então, a pergunta: o planejamento estratégico é de fato um instrumento adequado para tornar as organizações de natureza pública mais eficientes, eficazes e efetivas e, assim, garantir a sustentabilidade delas?

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