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4 – Organizando as organizações

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

4

Organizando as organizações

Tópicos deste capítulo a A empresa como uma organização social a As organizações precisam ser organizadas a A importância das organizações a Evolução histórica das organizações a As organizações típicas da Era Industrial a O modelo burocrático de organização a Princípios fundamentais de organização da Era Industrial a As organizações da Era da Informação a A função de organizar a Questões para revisão a Exercícios

Existem organizações bem-sucedidas que duram séculos e organizações que não conseguem emplacar e logo desaparecem do mapa. Muitas vezes, organizações possuidoras de enormes recursos financeiros e tecnológicos não conseguem se viabilizar no médio ou longo prazo. Dispor de recursos é uma vantagem importante, mas que não garante a sustentabilidade das organizações. É preciso muito mais do que isso. Então surge a pergunta: a que se deve o sucesso das organizações? A resposta quase sempre se concentra na maneira como as organizações são administradas e como elas ganham competências que garantem sua competitividade. E isso quase sempre independe do volume disponível de recursos.

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6 – Hierarquia

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

6

Hierarquia

Tópicos deste capítulo a Conceito e importância da autoridade a Origem da autoridade a Delegação de autoridade a Tipos de autoridade a Amplitude administrativa a Centralização e descentralização a Questões para revisão a Exercícios

Uma das consequências do princípio da divisão do trabalho

é a diversificação funcional dentro da organização. A pluralidade de funções imposta pela especialização exige o desdobramento da função de comando, cuja missão é dirigir todas as atividades para que estas cumpram harmoniosamente suas respectivas funções. Isso significa que, além de uma estrutura de funções especializadas, a organização precisa também de uma estrutura hierárquica para dirigir as operações dos níveis que lhe estão subordinados. Daí o princípio da hierarquia: o princípio escalar. Em toda organização formal existe uma hierarquia que divide a organização em camadas ou níveis de autoridade. Na medida em que se sobe na escala hierárquica, aumenta-se gradativamente o volume de autoridade do administrador11.

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21. Gerenciamento da cadeia de suprimentos e relacionamento nas agências de viagens

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Gerenciamento da cadeia de suprimentos e relacionamento nas agências de viagens

C A R LO S A L B E R TO TO M E L I N

Introdução

Este capítulo aborda de uma maneira sistemática as agências de viagens e a importância do uso do gerenciamento da cadeia de suprimentos e do marketing de relacionamento como forças competitivas na gestão dessas organizações. É notório que o processo de globalização ocasiona uma concorrência mundial, demandando organizações mais competitivas, cuja oferta de produtos e serviços baseia‑se no binômio qualidade e preço acessível.

Por outro lado, os hábitos e costumes dos consumidores mudam constante‑ mente, forçando as empresas a terem flexibilidade para adaptar seus produtos e serviços às exigências e necessidades do seu principal patrimônio, o consumidor.

É nesse cenário que as agências de viagens procuram estabelecer diferenciais com‑ petitivos para sua sobrevivência num mundo globalizado e competitivo, em que o conhecimento profundo do mercado pode fazer a diferença. O “cliente” é realmen‑ te reconhecido como indispensável no planejamento das ações estratégicas das or‑ ganizações. Investir no seu conhecimento é investir no futuro da empresa. E para que isso ocorra, o gerenciamento da cadeia de suprimentos e o marketing de rela‑ cionamento desempenham papel fundamental, tendo em vista que possibilitam às organizações conhecerem seus clientes e traçarem ações estratégicas para sua ma‑ nutenção e consequente fidelização.

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15. Dimensão financeira e análise de investimentos

BENI, Mario Carlos Editora Manole PDF Criptografado

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Dimensão financeira e análise de investimentos

J O S É B E N TO C A R LO S A M A R A L J Ú N I O R

Introdução

À atividade do turismo são atribuídos alguns sofismas que geram percepções gerais, ora como mito, ora como realidade, além de estar contaminada por inúme‑ ras promessas. Essa atividade tem registrado crescimento médio anual de 5% ao longo das últimas décadas, caracterizando‑se como um fenômeno de deslocamen‑ to de massa que envolve um contingente de mais de 800 milhões de turistas inter‑ nacionais, e as tendências apontam para um número de mais de 1,5 bilhão de pes‑ soas em 2020.

Todo esse movimento de pessoas tem despertado a atenção de diversos estu‑ diosos das mais variadas áreas do conhecimento, tais como economia, sociologia, antropologia, geografia, meio ambiente e outras. Uma das grandes preocupações desses estudiosos é com relação aos efeitos ou impactos que o turismo de massa pode provocar nas áreas receptoras.

No entanto, do ponto de vista dos governantes e dos investidores da iniciativa privada, esses números do turismo mundial também têm despertado grandes inte‑ resses e muito se tem dito sobre os benefícios gerados por essa atividade. Frases como “o turismo é o maior gerador de empregos”, “o turismo é o principal motor de desenvolvimento regional”, “o turismo gera divisas e riquezas para o país”, são comuns nos discursos sobre o turismo proferidos por vários de seus admiradores

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Medium 9788520428641

6 – A organização na perspectiva estruturalista

CHIAVENATO, Idalberto Editora Manole PDF Criptografado

Capítulo

6

A organização na perspectiva estruturalista

Tópicos deste capítulo a Características do modelo burocrático de Weber a Disfunções da burocracia a As dimensões da burocracia a Implicações do modelo burucrático a O estruturalismo na TO a Características da perspectiva estruturalista a Tipologias organizacionais a Objetivos organizacionais a Ambiente organizacional a Implicações da perspectiva estruturalista

A falta de uma teoria das organizações sólida e abrangente ficou clara com a profusão das críticas feitas tanto à perspectiva clássica – pelo mecanicismo de seus conceitos – como também à perspectiva humanística – pelo romantismo ingênuo. Isso propiciou a forte influência da sociologia organizacional, com a retomada das obras de Max Weber1 sobre o modelo burocrático. Weber havia notado que o sistema de produção moderno, racional e capitalista não se originou do desenvolvimento tecnológico nem das relações de propriedade, como afirmava Karl Marx, mas de um conWeber, M. A ética protestante e o espírito do capitalismo. São Paulo: Livraria Pioneira,

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