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Medium 9788547210014

c a p í t u l o 3 - Processo produtivo e indicadoresde sustentabilidade

ALIGLERI, Lilian; ALIGLERi, Luiz Antonio Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 3

Processo produtivo e indicadores de sustentabilidade

introdução

Acompanhar os avanços tecnológicos e os fatores de competitividade tem levado a intensas modificações nos processos produtivos. As estratégias de operações em uma indústria refletem, de alguma maneira, o contexto socioeconômico.

É no processo produtivo que são encontrados muitos desafios de melhoria ambiental, por ele ser transformador de insumos, gerador de resíduos sólidos, formador de efluentes líquidos e potencializador de emissões atmosféricas adversas. Portanto, o novo paradigma de sustentabilidade implica uma revisão de atividades, estruturas e padrões de atuação que envolva novas dimensões na transformação dos fatores de produção.

Nessa perspectiva, este capítulo discute:

• o conceito de processo produtivo e seus elementos básicos;

• os tipos de processo e suas implicações ambientais;

• os indicadores de desempenho clássicos e socioambientais atrelados ao processo produtivo;

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Medium 9788547210250

9.3 Operações financeiras

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

9.3 Operações financeiras

9.3.1 Depósitos bancários à vista

Depósito é o dinheiro que a empresa entrega no banco para que seja guardado com segurança e/ou para obter rendimentos. Depósitos à vista são aqueles mantidos no banco para livre movimentação. As contas que os identificam na contabilidade da empresa podem apresentar:

9.3.1.1

Contas bancárias negativas

As contas bancárias com saldo credor (negativo), ou seja, saldo a favor do banco, não devem ser demonstradas como redutoras dos demais saldos bancários, mas, separadamente, como item do passivo circulante. A critério da empresa, o saldo poderá ser transferido para conta de empréstimos bancários.

A exceção é no caso em que tais saldos, devedor e credor, estejam em contas mantidas no mesmo banco e que a empresa tenha o direito de compensá-los.

ESCRITURAÇÃO

Da transferência de saldo credor de conta bancária para conta do passivo:

D

Bancos conta Movimento

$

Saldo transferido para conta de empréstimo.

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Medium 9788547208301

Introdução

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Introdução

É

inegável a importância da responsabilidade social na atualidade, tanto que existe um verdadeiro movimento mundial em torno do tema. Prova disso são as inúmeras iniciativas promovidas por empresas, entidades empresariais, ONGs e órgãos vinculados à ONU. O número crescente de códigos de ética, programas de responsabilidade social empresariais e de normas voluntárias como SA 8000, AA 1000, ISO 26000 e NBR 16001 atestam o vigor desse movimento. Diversas associações empresariais foram criadas com o objetivo de difundir propostas de responsabilidade social empresarial, como a Business for

Social Responsibility, nos Estados Unidos, o Instituto Ethos de Responsabilidade

Social e o Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase), ambos no

Brasil. A diversidade de expressões relacionadas, como empresa cidadã, filantropia estratégica, ética empresarial, investimentos sustentáveis, governança corporativa e muitas outras decorre da importância desse assunto.

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Medium 9788547215781

1.3 principais perspectivas relativas aoprocesso de design thinking

CAVALCANTI, Carolina Costa; FILATRO, Andrea Editora Saraiva PDF Criptografado

DESIGN THINKING  na educação presencial, a distância e corporativa

1.3 �principais perspectivas relativas ao processo de design thinking

Existem variadas perspectivas sobre a gênese do design thinking e, como consequência, diferentes visões sobre as etapas do processo e métodos a serem adotados. Entretanto, especialmente no contexto brasileiro, as perspectivas mais conhecidas e disseminadas tanto no campo da administração quanto no campo de

­design são as abordagens da Ideo e da d.school.

Várias das publicações brasileiras que tratam do DT publicadas nos Anais do Congresso Brasileiro

EXISTEM VARIADAS PERSPECTIVAS SOBRE A GÊNESE de Pesquisa e Desenvolvimento em Design21 referenDO DESIGN THINKING E, COMO CONSEQUÊNCIA, ciam materiais disseminados pela Ideo e, como

DIFERENTES VISÕES SOBRE AS ETAPAS DO exemplo, podemos citar Chaves, Bittencourt e

PROCESSO E MÉTODOS A SEREM ADOTADOS

Taralli,22 que consideram esses materiais referências fundamentais para a compreensão do DT. A abordagem de DT disseminada pela d.school também serve como referencial para aqueles que querem utilizá-lo no contexto educacional.23, 24 Assim, a seguir conheceremos as características tanto da perspectiva da Ideo quanto da d.school.

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Medium 9788547208301

4.4 Ética da responsabilidade

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 4  Teorias éticas

que o lançamento da poluição ao meio ambiente, cujo benefício se restringe aos proprietários, clientes, fornecedores e outros stakeholders da empresa, e apenas enquanto agentes econômicos, pois como seres vivos eles também se beneficiam com a ausência de poluição.

Muitos métodos para avaliar impactos socioambientais de atividades e empreendimentos propostos ou em fase de projeto usam o princípio da maior soma de benefícios ou da menor soma de impactos adversos para o meio ambiente biológico, físico e social. O utilitarismo é totalmente compatível com os pactos intra e intergeracionais concernentes ao desenvolvimento sustentável, comentados no Capítulo 2 deste livro. Os membros de cada geração têm a obrigação de avaliar suas ações para minimizar as consequências negativas e maximizar as positivas, a fim de promover a equidade intra e intergeracional.

4.4 Ética da responsabilidade

Como dito várias vezes neste livro, responsabilidade é um termo profundamente vinculado com a moral e a ética, de modo que antes de prosseguir é necessário algum esclarecimento a respeito desse termo que dá nome a uma dada teoria

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Medium 9788547208240

5 .7 P R O V I S I O N A R A S S A Í D A S

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

■ um plano de gerenciamento das aquisições – trata-se de determinar se todo o projeto será desenvolvido na organização ou se serão utilizados serviços contratados;

■ um plano de gerenciamento do escopo – consiste em documentar como o escopo do projeto será definido, validado e controlado;

■ um plano de gerenciamento das partes interessadas – trata-se de desenvolver as estratégias apropriadas para gerenciar e envolver as partes interessadas ao longo do ciclo de vida do projeto.

■ Criar padrões e listas de verificação pertinentes que documentem os passos necessários para a organização e indústria correspondente.

■ Documentar a metodologia. Esta é a metodologia organizacional adaptada, baseada na publicação Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos

(Guia PMBOK).6 É preciso considerar o nível de flexibilidade (por exemplo, mandatório ou opcional) parar cada passo do processo.

5 .7 P R O VI SI O NAR A S S AÍ D A S

A saída deste processo é a metodologia adaptada, documentada e pronta para ser aplicada no tipo de projeto identificado.

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Medium 9788547215125

10.5 Políticas de comércio exterior

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

162  economia internacional

por conta do comprador. Nessa condição, o vendedor tem a obrigação de desembaraçar as mercadorias para exportação.

CIF (Cost, Insurance and Freight – Custo, Seguro e Frete): o vendedor tem as mesmas obrigações atribuídas sob CFR, mais a obrigação de providenciar o seguro internacional durante o transporte.

CPT (Carriage Paid to... – Transporte Pago até...): o vendedor paga o frete pelo transporte das mercadorias até o destino designado.

CIP (Carriage and Insurance Paid to... – Transporte e Seguro Pago até...): o vendedor tem as mesmas obrigações que tem com amparo ao CPT, adicionando a contratação do seguro de frete internacional.

DAT (Delivered at Terminal – Entregue no Terminal): situação em que a mercadoria deve ser entregue num terminal. Ou seja, o vendedor deverá desembaraçar a mercadoria para exportação no seu país, fazer o transporte internacional, descarregá-la e disponibilizá-la no terminal de carga citado no contrato. Assim, a partir do momento em que o vendedor deposita a mercadoria no terminal de carga, a sua responsabilidade sobre ela cessa, bem como o risco sobre o transporte, que passa a ser do comprador.

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Medium 9788547210250

12.3 Custo das mercadorias vendidas (CMV)

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

12.2.2 Registro de inventário

Em princípio, todas as pessoas jurídicas estão obrigadas a escriturar o Registro de Inven­ tário e podem criar modelo próprio (ficha, livro ou processamento eletrônico de dados), desde que este apresente claramente as informações necessárias para a administração e as exigidas pelas legislações comercial e tributária.

12.2.3 Regras para escrituração do inventário

No livro Registro de Inventário deverão ser arroladas as mercadorias, as matérias-primas, os produtos manufaturados, os produtos em fabricação e os bens em almoxarifado existen­ tes na data do balanço ou balancete, observadas as seguintes regras (arts. 261 e 292 a 298 do Regulamento do IR):

• o arrolamento deverá ser efetuado com especificações que facilitem a identifica­

ção dos bens (espécie, marca, tipo, modelo);

• os bens serão relacionados e avaliados de acordo com os critérios admitidos pela legislação do Imposto de Renda.

12.3 Custo das mercadorias vendidas (CMV)

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Medium 9788547215125

10.14 Classificação fiscal da mercadoria na importação

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

174   economia internacional

Controle de preços

Com a implantação do Siscomex, esse controle é incumbência da Secex, em que devem ser consultadas as novas normas para averiguar as mudanças porventura ocorridas quanto às fontes de controle da Secex/Decex.

Exame de similaridade

Toda importação com benefício fiscal (isenção ou redução do imposto de importação), com exceção de algumas operações, inclusive a importação realizada pela

União, estados, Distrito Federal, municípios e respectivas autarquias, passa por um exame de similaridade. A apuração da similaridade é feita pela Secex em cada caso, observados os critérios aprovados pelo regulamento aduaneiro.

Esses critérios correspondem a preço, qualidade e prazo de entrega, considerando-se similar ao estrangeiro o produto nacional que tenha condições de substituir o importado. Assim, para apurar a não existência de similar nacional, devem ser seguidas as novas determinações do Siscomex, principalmente com relação ao licenciamento não automático.

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Medium 9788547201166

Capítulo 14 - Departamento de pessoal

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 14

Departamento de pessoal

14.1 Rotinas operacionais

Cabe ao departamento de pessoal possuir os conhecimentos pertinentes sobre os seguintes assuntos:

1. Registro de funcionários

A empresa regida pela Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT), ao admitir um colaborador, deverá registrá-lo no livro, na ficha ou no sistema eletrônico.

2. Documentos para registro de funcionários

»» Carteira de trabalho.

»» Cédula de identidade.

»» Título de eleitor.

»» Certificado de reservista.

»» Cadastro de pessoa física (CPF).

»» Exame médico.

»» 2 fotos 3 × 4 cm.

»» Certidão de casamento.

»» Certidão de nascimento dos filhos menores de 15 anos ou inválidos de qualquer idade, necessária para pagamento do salário-família.

3. Ficha-registro de funcionários

Nesse documento são feitas todas as anotações com referência ao colaborador. Além da sua qualificação, também é anotada a data de sua admissão, bem como tudo o que ocorrer durante o tempo em que ele estiver na empresa.

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Medium 9788547209384

1 . 4 M É T R I C A S DE DESEMPENHO

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

A colaboração entre o patrocinador e o gerente prevê transparência, aumento da comunicação e tomada de decisão eficaz. A necessidade dessa colaboração torna-se aparente durante o programa ou projeto, ao serem encontrados elementos como requisitos emergentes, impedimentos, problemas e riscos. Esses elementos podem impactar negativamente o progresso quando a colaboração é ausente.

1 .4 MÉ T R I CA S D E D ESEMPENHO

As organizações precisam de informações ao longo do ciclo de vida do programa ou projeto a fim de compreender seu estado atual e ser capaz de prever o sucesso.

As métricas podem apoiar a comunicação eficaz e reforçar a sensibilização das partes interessadas em relação aos objetivos previstos. Elas variam entre tipos de organização e de programas e projetos. As perspectivas das empresas que obtêm

êxito tendem a variar segundo diversos indicadores-chave de desempenho (conhecidos pela sigla KPIs, de key performance indicators) ao longo do ciclo de vida do programa ou projeto. Algumas delas têm KPIs tanto para pré-projeto como para múltiplas perspectivas durante a implementação, e ainda para medidas de sucesso após a finalização. As que atingem sucesso também incluem KPIs no nível de portfólio.

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Medium 9788547215125

10.19 Considerações finais

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

177

embarque da mercadoria pelo exportador; negociação do exportador com o banco; recebimento pelo exportador; envio de documentos/débito ao banco, no exterior; apresentação de documentos ao importador para pagamento ou reforço; pagamento ou reforço; desembaraço aduaneiro pelo importador.

Vale lembrar que as transações comerciais são liquidadas por meio do sistema bancário internacional. Os bancos sistematicamente contabilizam os créditos e débitos correspondentes às entradas e saídas de divisas com relação às exportações e importações. Isso permite o perfeito funcionamento do comércio entre os países.

10.19 Considerações finais

O comércio exterior é parte importante da economia e funciona como alavanca do desenvolvimento econômico de um país. Por essa razão, cada país estabelece sua política de comércio exterior, coerente com sua macroeconomia, no tocante às políticas industrial, fiscal, monetária e cambial.

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Medium 9788547210250

1.2 Campo de aplicação, objeto e fins daContabilidade

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 1

1.1

Teoria básica

Conceito e funções da Contabilidade

Compreendendo um conjunto coordenado de conhecimentos, com objeto de estudo e finalidade definidos, obedecendo a preceitos e normas próprias, pode-se afirmar que a Contabilidade faz parte das Ciências Econômicas e Administrativas.

Ela registra, estuda e interpreta (por análise) os fatos financeiros e econômicos que afetam a situação patrimonial de determinada pessoa física ou jurídica. Essa situação patri­monial é apresentada ao usuário (pessoa que tem interesse em avaliar a situação da entidade) por meio das demonstrações contábeis tradicionais e de relatórios de exceção, específicos para determinadas finalidades.

A evolução da teoria dos sistemas contábeis revela que, além dos valores monetários,

é indispensável incluir a informação de natureza física (quantidade de produtos e/ou serviços gerados, número de clientes) para que o sistema de informações e avaliação seja considerado bom.

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Medium 9788547215125

8.5 Liberalização comercial na década de 1990

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

120  economia internacional

8.5 Liberalização comercial na década de 1990

Para dimensionar corretamente o impacto da maior abertura do comércio ocorrida na década de 1990, é preciso lembrar que nas duas décadas precedentes o Brasil se tornara uma das economias mais fechadas do mundo. Conforme estudo de Pinheiro,

Giambiagi e Moreira,11 a estratégia de substituir importações foi levada ao extremo.

Essas políticas eram claramente insustentáveis, e, no final dos anos 1980, quando as restrições cambiais começaram a diminuir, o país aos poucos se encaminhou para uma política comercial mais aberta e neutra.

A partir de 1990, após a posse do presidente Fernando Collor de Mello, a liberalização da política comercial foi grandemente acelerada. Iniciou-se o fim do controle administrativo, representado pelos programas de importação das empresas e a redução de vários regimes especiais de tributação para importação.

Após o impeachment de Collor, em 1992, o governo Itamar Franco deu continuidade à política de liberalização comercial, seguindo o cronograma de redução das tarifas de importação, instituído pelo governo anterior. As reduções se dariam gradualmente entre 1990 e 1994, de modo que, no final, a tarifa média deveria ser de 14%, a modal de 20%, com uma alíquota máxima de 40%. Esse cronograma foi mantido somente até outubro de 1992, quando houve antecipação das reduções previstas para

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Medium 9788547208301

Referências

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR ISO 26000. Diretrizes de responsabilidade social. Rio de Janeiro, 2010.

ASAMBLEA GENERAL DE LAS NACIONES UNIDAS. Resolución 41/128. Declaración sobre el derecho al desarrollo, aprobada por la Asamblea General durante su cuadragésimo primero período de sesiones, 4 dez. 1986.

BARBIERI, J. C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias da Agenda 21. 9. ed.

Petrópolis: Editora Vozes, 2010.

BRASIL. Lei n. 12.846, de 1º de agosto de 2013. Dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, e dá outras providências. Brasília: DOU, 2 ago. 2013. Disponível em: .

______. Lei n. 9.613, de 3 de março de 1998. Dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf ) e dá outras providências. Brasília, 1998. Disponível em: .

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