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Medium 9788547208301

2.3 Problemas antigos e trajetórias convergentes

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

esteja em conformidade com a legislação aplicável e seja consistente com as normas internacionais de comportamento; e esteja integrada em toda organização e seja praticada em suas relações12.

2.3 Problemas antigos e trajetórias convergentes

O movimento do desenvolvimento sustentável e o da responsabilidade social empresarial têm origens antigas e distintas. Este último começa associado à questão da pobreza na Idade Moderna, época em que surgem as empresas. Como se sabe, a pobreza tem sido uma constante na história da humanidade. Na Europa, durante a Idade Média, as iniciativas para aliviar o sofrimento dos pobres, que formavam grandes contingentes urbanos e rurais, estiveram sob a influência da doutrina da caridade cristã, fosse por meio de auxílios diretos como esmolas, confrarias, mesas dos pobres e hospitais, fosse por meio de práticas de resignação frente à pobreza, lembrando que Cristo nasceu em um lar humilde e permaneceu pobre a vida toda. A ideia de que a riqueza acumulada nesta vida por uma pessoa poderia condená-la ao inferno foi um dos grandes impulsionadores da prática da caridade cristã, elevada à categoria de virtude pelos filósofos do cristianismo como Santo Tomás de Aquino (1226-1274)13. Na época não se usava a palavra filantropia.

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Medium 9788547208158

4 .1 5 RESOLUÇÃO DE CONFLITOS DE REQUISITOS RELACIONADOS

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

Para obter mais informações sobre o processo de aprovação de requisitos, consulte o item 5.4, Aprovação de requisitos, no Capítulo 5.

4 .1 5 RE SO LU ÇÃO D E CO NFLI TO S D E R EQ U IS ITOS REL AC IONADOS

Conflitos podem surgir em qualquer ponto do processo de análise de negócios.

Seja o conflito entre unidades de negócios, que expressam visões opostas acerca da solução, seja entre a equipe de solução e uma parte interessada no produto, em desacordo sobre a resolução do problema de negócio, a primeira providência é determinar o problema que as partes estão tentando resolver.

O analista de negócios deve intermediar a situação, discutindo as diferenças e entendendo os pontos de vista de cada parte interessada. Várias discussões podem ser necessárias antes de chegar a uma resolução. Quando não for possível estabelecer um acordo, a questão precisa ser intensificada. Os processos de tomada de decisões e resolução de conflitos quanto a requisitos correlatos, bem como o caminho a ser seguido quando os esforços de negociação falharam, devem ser definidos durante o planejamento da análise de negócios.

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Medium 9788547215811

7.2 A IMPORTÂNCIA DA GLOBALIZAÇÃO NO PROJETO DOSCANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Editora Saraiva PDF Criptografado

ineficiência e custos adicionais. Normalmente são as políticas de distribuição a adotar o fator determinante na tomada de decisão.

No que diz respeito à tomada de decisão sobre os canais e distribui-

dores que a empresa deve utilizar, ela recairá essencialmente em uma das duas seguintes hipóteses:

1. o distribuidor/importador nomeado implanta seus próprios canais e sistema de distribuição, perdendo o exportador o controle sobre o canal de distribuição;

2. o exportador vende diretamente através de pontos de venda e dis-

tribuidores locais por ele escolhidos, mantendo algum controle da comercialização.

Basicamente, é entre esses dois parâmetros que o exportador deverá

tomar as suas decisões sobre a política de distribuição internacional.

7.2 �A IMPORTÂNCIA DA GLOBALIZAÇÃO NO PROJETO DOS

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

Na ordem econômica atual, as empresas devem pensar que o seu mercado não tem mais os limites de outrora. As fronteiras passaram a

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Medium 9788547215019

59 - SOCIEDADE ANÔNIMA

DOWER, Nelson; SUZUKI, Claudio Mikio; JADON, Carlos Eduardo; SOUZA, Luiz Roberto Carboni; GABRIEL, Sergio; BLASI, Renato Rubens Editora Saraiva PDF Criptografado

59

SOCIEDADE

ANÔNIMA

59.1 APRESENTAÇÃO

Suponhamos que uma sociedade anônima pretenda vender uma casa.

Sendo ela uma pessoa jurídica, um ente fictício, que não fala, não tem mãos para assinar, como exteriorizar a sua vontade? A evidência mostra que é por meio do homem, do sujeito de direito, que ela age, manifestando sua vontade.

“A administração da sociedade, nada dispondo o contrato social, compete se­ paradamente a cada um dos sócios.” (CC, art. 1.013). Portanto, pela representação, a sociedade anônima pode falar, agir e praticar os atos da vida comercial, figurando a pessoa natural ou pessoa jurídica como simples intermediária de sua vontade.

Como saber quais são os representantes de uma pessoa jurídica em uma sociedade anônima?

Toda sociedade anônima tem o seu estatuto social registrado na Junta Comercial, mas o estatuto não indica quais pessoas representam a sociedade, mas apenas o órgão representativo da sociedade. Por exemplo, o estatuto pode dispor que cabe ao presidente ou ao diretor comercial ocupar o órgão representativo.

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Medium 9788547208240

A P Ê N D I C E X 2Uma visão geral dos facilitadores organizacionais doOPM3 e mapeamento para este guia de práticas

PMI Editora Saraiva PDF Criptografado

APÊNDICE X2

Uma visão geral dos facilitadores organizacionais do

OPM3 e mapeamento para este guia de práticas

O GOP eleva a capacidade organizacional ao correlacionar os princípios e práticas de gerenciamento de portfólio, programas e projetos com os facilitadores organizacionais (por exemplo, práticas estruturais, culturais, tecnológicas e de recursos humanos) para suportar as metas estratégicas. Uma organização mede sua capacidade e, em seguida, planeja e implementa melhorias no sentido da realização sistemática de melhores práticas. Assim como apresentado detalhadamente no OPM3, as quatro categorias de facilitadores organizacionais são sumarizadas a seguir.1

■ Estrutural (S)

■ Direcionar as estruturas hierárquicas entre os funcionários, alocar recursos e alinhar o GOP à estratégia.

■ Estabelecer o alinhamento estratégico e a alocação de recursos com base nas estruturas organizacionais.

■ Cultural (C)

■ Adotar o gerenciamento de portfólio, programa e projeto.

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Medium 9788547215125

10.19 Considerações finais

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 10 — sistemática de comércio exterior  

177

embarque da mercadoria pelo exportador; negociação do exportador com o banco; recebimento pelo exportador; envio de documentos/débito ao banco, no exterior; apresentação de documentos ao importador para pagamento ou reforço; pagamento ou reforço; desembaraço aduaneiro pelo importador.

Vale lembrar que as transações comerciais são liquidadas por meio do sistema bancário internacional. Os bancos sistematicamente contabilizam os créditos e débitos correspondentes às entradas e saídas de divisas com relação às exportações e importações. Isso permite o perfeito funcionamento do comércio entre os países.

10.19 Considerações finais

O comércio exterior é parte importante da economia e funciona como alavanca do desenvolvimento econômico de um país. Por essa razão, cada país estabelece sua política de comércio exterior, coerente com sua macroeconomia, no tocante às políticas industrial, fiscal, monetária e cambial.

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Medium 9788547217464

14 - Regime de Competência

RIBEIRO, Osni Moura; COELHO, Juliana Moura Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

14

Regime de Competência

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Após ler este capítulo, você estará apto a:

1. Conhecer o conceito e a aplicabilidade do Regime de

Competência.

2. Aprender a contabilizar ajustes em Contas de Despesas.

3. Saber o que são e como devem ser contabilizadas as despesas incorridas e não pagas.

4. Saber o que são e como devem ser contabilizadas as despesas pagas antecipadamente.

5. Aprender a contabilizar ajustes em Contas de Receitas.

6. Saber o que significam e como são contabilizadas as receitas realizadas (ganhas) e não recebidas.

7. Saber o que significam e como são contabilizadas as receitas recebidas antecipadamente (recebidas e não ganhas).

8. Conhecer, diferenciar e contabilizar o resultado pelos regimes de caixa e de competência.

Livro_Contabilidade para Concursos.indb 343

24/02/2017 11:17:21

14.1 Introdução

Neste capítulo, você estudará os principais ajustes que devem ser feitos nas Contas de Resultado no momento da apuração do Resultado do Exercício, em virtude do regime de competência.

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Medium 9788547215125

9.5 Considerações finais

MARIANO, Jefferson; CARMOS. Edgar Editora Saraiva PDF Criptografado

capítulo 9 — endividamento e evolução da dívida externa brasileira  

153

Na década de 1990, mais precisamente após o Plano Real (1994), a dívida externa brasileira voltou a crescer, atingindo, em 1999, o valor de US$ 241,5 bilhões. Já a partir de 2003, o Brasil apresentou significativa melhora em sua posição financeira internacional. A implementação de políticas macroeconômicas consistentes e a confortável liquidez global propiciaram ingressos recordes de divisas no país, enquanto o desempenho das empresas exportadoras e o dinamismo da economia mundial se traduziram em resultados recordes para as exportações, a balança comercial e as transações correntes.

Entre 2004 e 2007, o Brasil registrou o quinto ano consecutivo de superávit em transações correntes. Essa série inédita na histórica econômica do país decorreu, fundamentalmente, dos expressivos saldos comerciais observados no período, que superaram o patamar de US$ 40 bilhões de 2005 a 2007, mais que compensando a ampliação das remessas líquidas de serviços e rendas.

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Medium 9788547201166

Capítulo 1 - Hospitalidade e organizações prestadoras de serviços

CASTELLI, Geraldo Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 1

Hospitalidade e organizações prestadoras de serviços

1.1 Hospitalidade

Muitas são as razões que justificam a abordagem da temática da hospitalidade, especialmente por:

»» Tratar da história da grande família humana, dos encontros e reencontros, dos diálogos e de tudo o que foi criado para facilitar os movimentos de aproximação interpessoal.

»» Abordar um dos mais importantes componentes do produto turístico — muitas vilas e cidades tornaram-se conhecidas por sua hospitalidade, tirando disso proveito para seu marketing, o mesmo ocorrendo com os empreendimentos hoteleiros.

»» Inspirar e fundamentar um novo paradigma de gestão para as organizações prestadoras de serviços, em especial para as empresas hoteleiras, foco de nossa discussão.

A hospitalidade, como destacam Conrad Lashley e

Alison Morrison,1 abrange três grandes domínios da convivência humana. São eles: privado, público e comercial. A Figura 1.1 apresenta cada um desses domínios e suas peculiaridades — não se pode, por exemplo, confundir a hospitalidade oferecida no domínio doméstico com aquela ofertada no domínio comercial e/ou público. Camargo2 chama a atenção para a hospitalidade no domínio virtual. A presente abordagem tem como foco a hospitalidade no domínio comercial, como atividade econômica, ou seja, trata da hospitalidade praticada no ambiente comercial, no domínio profissional, principalmente em modernas estruturas hoteleiras e gastronômicas. Castelli G. e Castelli S.3 enfatizam que a hotelaria é uma das atividades comerciais que, na atualidade, fornece grande visibilidade ao processo da hospitalidade. Cada empresa, contudo, ao considerar as suas peculiaridades, necessita realizar as buscas, ou aproximações

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Medium 9788547217976

18.8 Regime Especial de Incentivos para oDesenvolvimento da Infraestrutura (Reidi)

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

18.6 Programa de Apoio ao Desenvolvimento

Tecnológico da Indústria de Equipamentos para a TV Digital (PATVD)

É beneficiária do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de

Equipamentos para a TV Digital (PATVD) a pessoa jurídica que realize investimento em pesquisa e desenvolvimento (P&D), na forma do art. 17 da Lei n. 11.484/2007, e que exerça as atividades de desenvolvimento e fabricação de equipamentos transmissores de sinais por radiofrequência para televisão digital, classificados no código 8525.50.2 da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM).

Consiste em redução a zero do PIS, da Cofins, do IPI, da Contribuição de Intervenção no

Domínio Econômico (Cide) e do Imposto de Importação sobre determinadas operações.

18.7 Programa de Apoio ao Desenvolvimento

Tecnológico da Indústria de Semicondutores

(Padis)

É beneficiária do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da Indústria de

Semicondutores (Padis) a pessoa jurídica que realize investimento em P&D na forma do art. 6º da Lei n. 11.484/2007 e que exerça isoladamente, ou em conjunto, dispositivos eletrônicos semicondutores classificados nas posições 85.41 e 85.42 da NCM e mostradores de informação (displays).

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Medium 9788547210250

16.5 Créditos e obrigações em moeda estrangeira

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

A atualização dos créditos, por ocasião do encerramento do período-base, deverá ser computada na determinação do lucro real.

16.4 Variações monetárias passivas

O artigo 378 do Regulamento do Imposto de Renda (RIR) dispõe que na determinação do lucro operacional poderão ser deduzidas as contrapartidas de variações monetárias de obrigações apuradas.

A atualização dessas obrigações poderá ser computada como despesa operacional no período atual ou no período-base da liquidação da obrigação.

16.5 Créditos e obrigações em moeda estrangeira

Por ocasião do balanço de encerramento do período-base, os valores dos direitos e das obrigações em moeda estrangeira deverão ser atualizados mediante adoção da taxa cambial vigente naquela data.

16.5.1 Atualização de créditos (direitos)

Exemplo: a empresa tem crédito a receber de cliente no exterior, proveniente de exportação, contabilizado por $ 8.000, com o dólar cotado a $ 1. Na data da atualização o dólar está cotado a $ 1,50. Lançamento contábil da atualização:

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Medium 9788547210229

Capítulo 15 - Atos elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC)

VISCONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 15

Atos elaborados pelo Comitê de

Pronunciamentos Contábeis (CPC)

Neste capítulo, reproduziremos, literalmente, um sumário, publicado no site do CFC, contendo os atos elaborados pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), cujo impacto poderá ser significativo na elaboração das demonstrações contábeis.

O sumário contém uma parte de Introdução, destacada com os títulos IN1 a IN6, e os atos estão separados da seguinte forma: a) CPC – Pronunciamentos Técnicos. b) ICPC – Interpretações Técnicas. c) OCPC – Orientações Técnicas.

EXEMPLO

Embora esse sumário não conste mais no site do CFC, provavelmente em função de algumas revisões que foram feitas em Atos do CPC, julgamos importante mantê-lo para que o leitor interessado possa ter uma visão geral das alterações das normas contábeis.

Documentos do CPC – Destaques (com base nos Pronunciamentos,

Interpretações e Orientações editados até 31/12/2009)

Introdução

IN1. Tendo em vista a edição dos Pronunciamentos, Orientações e Interpretações por parte do

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Medium 9788547210250

14.1 Baixa de bens do ativo imobilizado

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPíTULO 14

� aixa de bens do ativo

B imobilizado; depreciação; amortização; exaustão

14.1 Baixa de bens do ativo imobilizado

14.1.1 Fatos que determinam a baixa de bens

A baixa contábil de bens do ativo imobilizado se dará em decorrência de alienação (inclusive por desapropriação), perecimento, extinção, desgaste, obsolescência, exaustão ou liquidação judicial.

O Parecer Normativo n. 146/1975 da SRF só reconhece a baixa contábil concomitante

à baixa física do bem. Isso significa que enquanto o bem permanecer na empresa, mesmo como sucata, deverá ser mantido também na contabilidade, podendo ser transferido para uma conta do ativo circulante (Ativos mantidos para venda).

14.1.2 Classificação dos resultados provenientes da baixa

Serão classificados como ganhos ou perdas de capital e computados na determinação do lucro real os resultados provenientes das baixas de bens do imobilizado (Regulamento do IR, art. 418).

14.1.3 Escrituração da baixa de bens

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Medium 9788547208301

Referências

BARBIERI, José Carlos Editora Saraiva PDF Criptografado

Responsabilidade social empresarial e empresa sustentável

Referências

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT). NBR ISO 26000. Diretrizes de responsabilidade social. Rio de Janeiro, 2010.

ASAMBLEA GENERAL DE LAS NACIONES UNIDAS. Resolución 41/128. Declaración sobre el derecho al desarrollo, aprobada por la Asamblea General durante su cuadragésimo primero período de sesiones, 4 dez. 1986.

BARBIERI, J. C. Desenvolvimento e meio ambiente: as estratégias da Agenda 21. 9. ed.

Petrópolis: Editora Vozes, 2010.

BRASIL. Lei n. 12.846, de 1º de agosto de 2013. Dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira, e dá outras providências. Brasília: DOU, 2 ago. 2013. Disponível em: .

______. Lei n. 9.613, de 3 de março de 1998. Dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores; a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf ) e dá outras providências. Brasília, 1998. Disponível em: .

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Medium 9788547210250

3.5 Alterações no capital social

GRECO, Alvisio; AREND, Lauro Editora Saraiva PDF Criptografado

3.5 Alterações no capital social

3.5.1 Investimento inicial

O investimento inicial efetuado pelos proprietários (acionistas ou cotistas) de uma empresa é registrado na conta Capital Social. Esse é o capital nominal, que somente será alterado se os proprietários fizerem novos investimentos (aumentos de capital social) ou desinvestimentos (diminuições de capital social). O lucro ou o prejuízo nas operações não alteram o capital social, que somente poderá ser modificado com observância dos preceitos da legis­lação comercial e do estatuto social.

3.5.2 Aumentos do capital social

O capital social poderá ser aumentado:

• por deliberação da assembleia geral ordinária, para correção de expressão monetária do seu valor (Lei n. 6.404/1976, art. 166, I);

• por deliberação da assembleia geral ou do conselho de administração, observado o que a respeito dispuser o estatuto, nos casos de emissão de ações dentro do limite autorizado no estatuto (Lei n. 6.404/1976, art. 166, II);

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