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Medium 9788577805686

6 Habilidades e Competências Virtuais

Antônio Celso Mendes Webber Grupo A PDF Criptografado

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Afinal, Onde Estão os Líderes?

As brincadeiras variavam conforme a época, de modo que, num mesmo ano, podíamos nos alternar entre o futebol, o estilingue, os carrinhos de lomba, as pescarias nos açudes e assim por diante.

Já naquele tempo, de forma muito inconsciente, o líder da brincadeira era sempre aquele que a praticava com mais habilidade e competência. Não espanta, pois, que todos quisessem João em seu time, pois era ele o melhor jogador; Zeca era o mais hábil em construir e atirar de estilingue; Beto era o Ayrton Senna dos carrinhos de lomba; e Jorge era o melhor pescador.

Acredito mesmo que a maioria das sociedades que evoluíram buscou seus líderes dessa forma. Se naquela época, em que as coisas eram mais permanentes e as mudanças, lentas e graduais, já havia essa preocupação, imaginem hoje, com toda a evolução tecnológica, científica e de cidadania desta nova sociedade que busca se consolidar em nanossegundos, à velocidade da luz, diante de desafios muito mais complexos. (Mais adiante trataremos com mais profundidade e exemplos reais a questão das habilidades e competências, visto que as considero virtuais.)

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Medium 9788565837866

Capítulo 46

Rogério Garcia Bañolas Grupo A PDF Criptografado

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RO G É R I O G A R C I A B AÑ O L A S

Missão

Entregar continuamente valor ao cliente em termos de qualidade, custo e prazos. Elevar continuamente a satisfação de clientes, colaboradores, fornecedores, acionistas e comunidade em relação ao esforço e custo para obtê-la.

Visão

Ser a primeira opção de escolha dos clientes para publicações e distribuição de conteúdo pelo reconhecimento de nossa eficiência operacional, vigor financeiro e inovação.

Valores

Manter relacionamento ético com clientes, colaboradores, fornecedores e acionistas.

Ter o aperfeiçoamento contínuo como nossa motivação.

Estimular as pessoas a assumir a liderança no trabalho em equipe e a aumentar crescentemente suas habilidades e competências.

Valorizar as oportunidades de melhorias através do compartilhamento da responsabilidade, dos méritos e da colocação dos problemas à vista!

Ter a primeira iniciativa de aperfeiçoamento baseada na simplicidade.

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Medium 9788582601518

Capítulo 12 - A visão baseada em recursos da empresa em dois cenários: os estúdios cinematográficos de Hollywood de 1936 a 1965*

Daniel Pacheco Lacerda; Rafael Teixeira; Junico Antunes; Secundino L. H. Corcini Neto Grupo A PDF Criptografado

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A visão baseada em recursos da empresa em dois cenários: os estúdios cinematográficos de

Hollywood de 1936 a 1965*

DANNY MILLER

ÉCOLE DES HAUTES ÉTUDES COMMERCIALES,

MONTREAL, E COLUMBIA UNIVERSITY

JAMAL SHAMSIE

NEW YORK UNIVERSITY

O presente artigo continua a definir e a testar, em termos operacionais, a visão baseada em recursos (VBR) da empresa expressa em um estudo realizado sobre os principais estúdios cinematográficos dos EUA de 1936 a 1965. Constatamos que os recursos baseados em propriedade, na forma de contratos a longo prazo de exclusividade com as estrelas de cinema e com as salas de exibição ajudaram o desempenho financeiro no ambiente estável e previsível de

1936-50. Por outro lado, os recursos baseados em conhecimento, na forma de produções e talentos e orçamentos coordenativos, incentivaram o desempenho financeiro no ambiente de maior incerteza (mutável e imprevisível), posterior ao advento da televisão, de 1951-65.

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Medium 9788580552447

Capítulo 10 - Custos

Robert H. Frank Grupo A PDF Criptografado

C A PÍ T U L O 1 0

C USTOS

L

ogo depois de terminar a faculdade, fui professor de matemática e ciências no ensino médio em Sanischare, um pequeno vilarejo no Nepal ocidental. Durante os dois anos que passei lá, uma das poucas estradas do país que cortava Sanischare estava em construção. Quando o caminho para a construção da estrada foi aberto e as galerias e pontes foram incorporadas, o passo seguinte era espalhar cascalho sobre o leito da estrada. Assim como em quase todas as outras etapas do processo, os métodos empregados nesta etapa eram uma página rasgada de outro século. Os trabalhadores nepaleses se agachavam à beira da estrada debaixo de um sol escaldante, batendo em grandes pedras com suas marretas. Em um dia de trabalho de 12 horas, cada trabalhador produzia um pequeno montinho de cascalho, que não era suficiente nem mesmo para cobrir meio metro de estrada. Entretanto, havia muitas pessoas trabalhando e, finalmente, o trabalho foi concluído.

Nos Estados Unidos, é claro, não contratamos pessoas para transformar pedras em cascalho à mão. Em vez disso, temos máquinas enormes que pulverizam várias toneladas de pedra a cada minuto. O motivo dessa diferença me parecia óbvio na época: o Nepal, sendo um país muito pobre, simplesmente não podia arcar com os equipamentos caros usados nos países industrializados. Mas essa explicação, hoje percebo, está errada. Como veremos, ainda assim teria feito sentido para o Nepal fazer cascalho com trabalho manual mesmo que ele tivesse um vasto excedente de receitas em seu tesouro nacional, pois lá a mão de obra é muito barata em relação ao capital (equipamentos).

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Medium 9788577807826

8. A EMPRESA DE DESIGN

Mozota, Brigitte Borja de Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

GESTÃO DO DESIGN

NA PRÁTICA

CAPÍTULO 8

A EMPRESA DE DESIGN

Outro aspecto da gestão do design é a gestão de empresas de design. Tendo em vista que existem livros para designers que abordam questões de “como fazer” negócios (como organizar o marketing, escrever contratos e proteger seus projetos), esta obra não se destina a essas áreas. Tampouco aborda os métodos básicos gerais de gestão que se aplicam tanto a empresas de design quanto a outras organizações.

O foco aqui são as ferramentas de gestão específicas para uma empresa de design e os métodos que garantem alta competitividade a uma organização dessa natureza.

O objetivo envolve outros dois: 1) auxiliar as empresas de design a compreender que estratégias lhes estão disponíveis, que competências centrais são necessárias e o que constrói a reputação da empresa; e 2) fornecer aos gerentes de organizações contratantes de serviços de design o conhecimento necessário para selecionar a empresa de design correta. A escolha de uma empresa de design é uma questão crucial para os gerentes, uma vez que a integração do design exerce um grande impacto no desempenho da organização.

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