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Medium 9788580551884

Capítulo 12 - Desnutrição no mundo

Gordon M. Wardlaw; Anne M. Smith Grupo A PDF Criptografado

Desnutrição no mundo

CAPÍTULO 12

Objetivos do aprendizado

3. Avaliar a subnutrição no mundo em desenvolvimento e avaliar os principais obstáculos que dificultam sua solução.

4. Descrever algumas possíveis soluções para a subnutrição no mundo em desenvolvimento.

12.4 Papel da agricultura sustentável e da biotecnologia na oferta mundial de alimentos

Resumo/Questões para estudo/

Teste seus conhecimentos/ Leituras complementares

12.2 Subnutrição nos Estados Unidos

Nutrição e Saúde: subnutrição em estágios críticos da vida

Avalie sua refeição

12.3 Subnutrição no mundo em desenvolvimento

Estudo de caso: subnutrição na infância

1. Definir e caracterizar os termos fome, desnutrição e subnutrição.

2. Avaliar o problema da subnutrição nos Estados Unidos e destacar os vários programas criados para combatê-la.

5. Avaliar as consequências da subnutrição em períodos críticos da vida da pessoa.

Conteúdo do capítulo

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Medium 9788580555417

Capítulo 17 - Implementação do plano estratégico

Merle Crawford; Anthony Di Benedetto Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 17

Implementação do plano estratégico

INFORMAÇÕES PRELIMINARES

O Capítulo 16 definiu as decisões sobre plataforma estratégica e as decisões sobre ações estratégicas. Em seguida, abordamos os elementos básicos do marketing, examinando o mercado-alvo e a declaração de posicionamento do produto. Isso nos levou às medidas necessárias para incorporar valor ao produto correspondente ao mercado-alvo e ao posicionamento escolhidos e à questão da marca – parte do produto e parte da promoção. Agora, podemos passar para as táticas: de que forma a administração de fato se prepara para transmitir tudo isso ao usuário final.

A implementação estratégica normalmente requer uma criatividade considerável e a obtém.

O CICLO DE LANÇAMENTO

Primeiro, vamos corrigir uma impressão que muitas pessoas têm quanto ao lançamento de um novo produto. Elas veem o lançamento como uma mera questão de anunciar ao mundo a boa notícia referente ao nosso excelente novo produto. Se fosse assim tão simples!

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Medium 9788577807239

Capítulo 5. A Programação de Produção e as Operações

Ananth V. Iyer Grupo A PDF Criptografado

A Programação de

Produção e as Operações

5

A programação de produção requer a estreita coordenação entre vendas e operações da unidade de fabricação. Neste capítulo explicamos como a programação de produção

é utilizada para garantir o fluxo consistente e contínuo de materiais e veículos em toda a cadeia de suprimentos. No Capítulo 4 descrevemos como as informações são obtidas, tanto no modo top-down quanto no modo bottom-up, para gerar pedidos e previsões trimestrais. Assim que o pedido e a previsão trimestrais são recebidos das divisões de venda, a etapa seguinte consiste em gerar uma programação de produção para as unidades de montagem. Antes de uma programação de produção ser definida, precisamos entender como os veículos se deslocam ao longo de uma linha de montagem.

AS OPERAÇÕES DA UNIDADE DE MONTAGEM

Na Toyota, uma unidade de montagem típica tem alto grau de integração. A Figura

5.1 mostra como um veículo se desloca em uma das unidades da companhia.

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Medium 9788536317724

Capítulo 39. Metabolismo de proteína a gordura

J. G. Salway Grupo A PDF Criptografado

Metabolismo de proteína a gordura

39

Mapa 39.1 (página ao lado)

Metabolismo de aminoácidos a triacilglicerol.

86

J. G. Salway

Apesar de algumas dietas populares preconizarem a ampla ingesta de proteínas para redução de peso, é necessário lembrar que o excesso de proteínas na alimentação pode ser convertido em gordura. Para converter a proteína em ácidos graxos e triacilgliceróis, os precursores essenciais da síntese de ácidos graxos, chamados de fonte de carbono, a acetil-CoA e o poder redutor biossintético como o NADPH, devem ser formados.

Mapa 39.1: Metabolismo de aminoácidos a triacilglicerol

Metabolismo de proteína a acetil-CoA

A proteína da dieta é digerida pelas enzimas proteolíticas gástrica e intestinal para dar origem aos aminoácidos, os quais são absorvidos na corrente sanguínea e transportados ao fígado. Neste (com a notável exceção dos aminoácidos de cadeia ramificada), a transaminação com α-cetoglutarato produz glutamato e os correspondentes α-cetoácidos. O nitrogênio aminado é detoxificado na forma de ureia.

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Medium 9788582603451

Capítulo 8 - Simplificando macroprocessos com gestão de processos de negócios

Joseph M. Juran, Joseph A. DeFeo Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Simplificando macroprocessos com gestão de processos de negócios

O sucesso na conquista de resultados superiores depende fortemente da gestão de processos de negócios complexos, multifuncionais e de grande porte, como o desenvolvimento de produtos, o ciclo de receitas, emissão de faturas, atendimento de pacientes, aquisições, licitação de materiais, cadeia de suprimento, distribuição, entre outros. Caso fiquem um tempo sem receberem a devida atenção da administração, muitos processos podem ficar lentos demais, obsoletos, excessivamente inchados, redundantes, caros demais, mal definidos e não adaptáveis às demandas de um ambiente em constante evolução. No caso de processos que sofreram essa negligência, a qualidade do rendimento final fica bastante aquém da qualidade necessária para um desempenho competitivo. O foco deste capítulo é ajudar uma organização a simplificar e sustentar seu desempenho por meio da retomada de importantes processos de negócios. A retomada de processos de negócios se dá depois que uma organização passa a dominar todos os processos da Trilogia Juran.

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Medium 9788582600153

Capítulo 6. Liderança no Modelo Toyota fez a Dana Corporation dar a volta por cima

Liker,Jeffrey; Convis,Gary L. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 6

Liderança no Modelo Toyota fez a Dana

Corporation dar a volta por cima

Águas agitadas proporcionam testes de liderança mais verdadeiros. Em águas paradas, qualquer navio tem um bom capitão.

– Provérbio sueco

É muito fácil para outras empresas aprender as lições erradas com a Toyota – basta, por exemplo, que se concentrem nas ferramentas em vez da cultura, ou nas métricas em vez da liderança. Mas é também muito fácil simplesmente rejeitar a abordagem

Toyota sob o velho argumento de que “nunca daria bons resultados aqui”. Sem dúvida, a cultura Toyota é diferente e, até mesmo, estranha aos padrões e práticas que se tornaram a norma na maioria das empresas globais. Adotar a perspectiva do longo prazo, desenvolver com toda a paciência pessoas e líderes, tratar os funcionários como ativos valiosos – nem sempre isso está ao alcance até mesmo dos altos executivos de uma companhia, que precisam prestar contas aos acionistas e ao conselho de administração.

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Medium 9788565848312

Diálogos

Frederico de Mello Brandão Tavares; Reges Schwaab Grupo A PDF Criptografado

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Diálogos

Revista e segmentação: dividir para reunir

Dulcilia Schroeder Buitoni

Segmentação e jornalismo são formas que interagem, embora o conceito de segmentação só tenha começado a ser aplicado em tempos mais recentes, bem depois do surgimento da imprensa. Segmentação pressupõe divisão, pressupõe grupos, pressupõe um trabalho analítico e conceitual da produção jornalística e do universo editorial.

Os jornais quase sempre tinham uma vocação generalista, isto é, tratavam de muitos assuntos para um público também sem caracterizações específicas. As primeiras revistas, mesmo trazendo temas diversos, já aceitavam mais rótulos definidores do que os jornais. Por isso mesmo, o universo das revistas vai incorporar e exercitar diversos tipos de segmentação.

O que constitui a segmentação? Seria a especialização por temas? Seria a busca de determinados públicos? Seria o tratamento dos textos e das imagens? É possível buscar no desenvolvimento histórico do jornalismo algumas pistas, e estudos sobre jornalismo especializado também trazem elementos para a discussão. Já sua relação com mercado, consumo e pesquisas de marketing aparece, soberana, desde o século passado.

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Medium 9788582601938

Capítulo 9 - Qualidade: métodos quantitativos e qualitativos

Pablo Rojas Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

Qualidade: métodos quantitativos e qualitativos

Neste capítulo, serão apresentados os métodos envolvidos na gestão portuária. Todas as atividades econômicas são planejados para atender às necessidades de pessoas interessadas nos produtos e serviços gerados. Esses interessados são os clientes, que possuem um nível de exigência com relação à qualidade desses produtos e serviços. Logo, a qualidade depende da exigência do cliente e, quando esta não é atendida, surge a insatisfação com os produtos e serviços oferecidos. A fim de medir a gestão da qualidade dos serviços, pesquisas e indicadores de resultados de processos acompanham o desempenho qualitativo oferecido, de modo a atender às expectativas dos clientes no serviço portuário.

Objetivos de aprendizagem

Conhecer as principais ferramentas de qualidade utilizadas em um porto.

Saber as métricas empregadas na gestão de qualidade dos serviços oferecidos em um porto.

Utilizar os indicadores de resultados de processos para acompanhar o desempenho operacional e financeiro de um porto.

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Medium 9788582600146

Capítulo 14 - Ecologia Global, Ética e Responsabilidade Social

Efraim Turban; Linda Volonino Grupo A PDF Criptografado

??????

Ecologia Global, Ética e Responsabilidade

Social

Capítulo

14X

Biblioteca de links

Objetivos de aprendizagem

Breve introdução

Compreender como a TI e seus usuários podem reduzir as emissões de carbono e, portanto, o aquecimento global que prejudica o planeta por meio de práticas de negócios verdes e projetos de data centers que conservem recursos naturais.

Hotspots de carbono em TI

14.1

O papel da TI na redução da pegada de carbono global

14.2

Problemas éticos e responsabilidade em TI

14.3

Sobrecarga de conectividade e a cultura da distração

14.4 O futuro da TI nos negócios

Caso de negócio Gestão do desempenho de energia pelos fabricantes de automóveis

Caso do setor público Computação verde no centro de Argonne para materiais em nanoescala

Simulação utilizando planilhas

Compreender os trade-offs associados com as conveniências e vantagens competitivas que a TI oferece.

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Medium 9788577807260

6. Capacitação 1: Desenvolvimento e Operação de Sistemas

Spear, Steven Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

6

Capacitação 1:

Desenvolvimento e

Operação de Sistemas

Como a Toyota saiu atrás para chegar na frente

J

á examinamos exemplos nos quais diversas organizações fazem um trabalho igual, ou muito semelhante, sob condições externas iguais, ou muito semelhantes, mas que, de alguma maneira, conseguem ficar à frente do grupo. A

Southwest supera as outras companhias aéreas. A Marinha dos Estados Unidos opera um programa de reatores nucleares com um histórico seguro que nem a

NASA nem a Marinha soviética podem igualar. A Alcoa gera grandes retornos econômicos ao criar um ambiente de trabalho extraordinariamente seguro. Além disso, existem as empresas que conseguem apressar a solução de seus problemas, como a Pratt & Whitney e a Avenue A.

A Toyota é inegavelmente uma dessas organizações de alta velocidade, que, ao entrar no mercado dos Estados Unidos, estava bem atrás das Três Grandes norte-americanas, e disparou para a dianteira tornando-se a fabricante de automóveis mais bem-sucedida do mundo, com “os lucros mais saudáveis do setor”.

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Medium 9788582604038

Capítulo 12 - Neurotin, um medicamento para epilepsia e para tudo

Peter C. Gøtzsche Grupo A PDF Criptografado

12

Neurontin, um medicamento para epilepsia e para tudo

Diversos eventos, em 2004, foram um alerta para aqueles que ainda acreditavam que a indústria farmacêutica é um negócio respeitável. Duas das maiores empresas dos EUA tinham reputações completamente diferentes antes que os escândalos viessem à tona: a Pfizer era considerada uma das piores, enquanto a Merck (veja o Cap. 13) era conhecida como uma das empresas farmacêuticas mais éticas. Depois de 2004, era difícil ver a diferença. A GlaxoSmithKline também estava sob pressão em 2004 (veja o Cap. 16).

Em 2004, a Pfizer concordou em assumir a culpa por dois crimes e pagar 430 milhões de dólares para encerrar acusações de que promoveu de forma fraudulenta o medicamento Neurontin

(gabapentina) antiepiléptico para usos não aprovados.1 Um delator da empresa recebeu 27 milhões de dólares. A multa era pequena, considerando que as vendas de gabapentina foram de 2.700 milhões de dólares em 2003 apenas e, como cerca de 90% das vendas era para uso não autorizado,1-3 não se esperava que a multa tivesse algum efeito dissuasivo.

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Medium 9788580555509

Módulo 5 - Captura de Valor

Dhruv Grewal; Michael Levy Grupo A PDF Criptografado

Módulo 5

Captura de Valor

Capítulo

14

Conceitos de Precificação e

Estabelecimento de Valor

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Após a leitura deste capítulo, você estará apto a:

OA 14.1 Relacionar as quatro orientações de precificação.

doces ou refrigerantes. No caso desses produtos não essenciais, a dificuldade reduz-se à estratégia de precificação: como seduzir os clientes a voltar quando eles estão afoitos para gastar menos?

Mesmo a gigante corporativa Coca-Cola teve de se

OA 14.2 Explicar a relação entre preço e quantidade vendida.

atracar com essa questão. O refrigerante que se tornou

OA 14.3 Definir elasticidade de preço.

símbolo mundial de bebida rápida e refrescante nasceu

OA 14.4 Descrever como é calculado o ponto de equilíbrio de um produto.

em 1886 como um remédio para dor de cabeça denomina-

OA 14.5 Indicar os quatro tipos de níveis de preço competitivo.

dial, essa popular marca americana controlava mais de

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Medium 9788582603925

Capítulo 27 - Mais sobre modelos e procedimentos numéricos

John C. Hull Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

27

Mais sobre modelos e procedimentos numéricos

A

té aqui, os modelos que utilizamos para avaliar opções se basearam no modelo de movimento browniano geométrico do comportamento do preço do ativo que está por trás das fórmulas de Black–Scholes–Merton e os procedimentos numéricos que utilizamos foram relativamente simples e diretos. Neste capítulo, introduzimos diversos novos modelos e explicamos como os procedimentos numéricos podem ser adaptados para lidar com determinadas situações.

O Capítulo 20 explicou como os traders superam os pontos fracos do modelo de movimento browniano geométrico usando superfícies de volatilidade. Uma superfície de volatilidade determina a volatilidade apropriada que deve ser inserida nas fórmulas de Black–Scholes–Merton para o apreçamento de opções plain vanilla.

Infelizmente, ela não nos diz muito sobre a volatilidade que deve ser utilizada para opções exóticas quando utilizamos as fórmulas de apreçamento do Capítulo 26. Suponha que a superfície de volatilidade indica que a volatilidade correta que deve ser utilizada para apreçar uma opção plain vanilla de 1 ano com preço de exercício de

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Medium 9788582602928

Capítulo 2 - Se estiver errado, admita

Taiichi Ohno Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 2

Se estiver errado, admita

Estamos errados em 50% das vezes. Talvez isso aconteça porque mesmo quando dizemos algo com muita confiança, nossa maneira de pensar pode estar errada.

No Japão temos uma palavra, sakkaku,5 que é muito apropriada. Acho que a ilusão de ótica, ou a ideia errada do que podemos ver, é fácil de entender. No diagrama a seguir, por exemplo, se duas linhas de comprimento igual são desenhadas uma perpendicular à outra, como um “T”, todos verão que a linha horizontal parece mais curta do que a linha vertical. Este é um método comum para explicar as ideias erradas de forma simples. Você pode se enganar quando pensa que “esta é mais comprida” porque parece mais comprida.

Entretanto, não podemos deixar de pensar que ela nos dá a impressão de ser mais comprida. Nessas situações, precisamos desmontar o formato “T” e arrumar as duas linhas, uma ao lado da outra, e veremos que são do mesmo comprimento.

Assim, mesmo que uma linha pareça mais comprida, na realidade não é.

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Medium 9788580550917

Seção 1 - Evolução tecnológica

Burgelman, Robert A. Grupo A PDF Criptografado

1

Evolução

Tecnológica *

sEÇÃO

A rtigo 2 - 1

Padrões de inovação industrial

William J. Abernathy e James M. Utterback

Como a inovação de uma empresa – e sua resposta às ideias inovadoras – se transforma na medida em que a empresa cresce e amadurece? Há circunstâncias nas quais um padrão, em geral associado à inovação bem-sucedida, é, na verdade, mais susceptível de ser associado ao fracasso? Sob quais circunstâncias as recentemente tecnologias disponíveis, que não as demandas do mercado, são o estímulo decisivo para a mudança?

Quando a concentração na inovação incremental e os ganhos de produtividade associados podem representar o máximo valor para a empresa? Em quais situações essa estratégia causa instabilidade e potencial para uma crise na organização?

Intrigados com questões como essas, examinamos como os tipos de inovação empreendidos pelas unidades produtivas mudam, aparentemente, à medida que as próprias unidades evoluem. Nosso objetivo foi um modelo que relacionasse os padrões de inovação dentro de uma unidade à sua estratégia competitiva, às suas capacitações de manufatura e características organizacionais.

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