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Medium 9788597011708

6 - A relação Fisco x contabilidade: da Lei no 6.404/76 até o RTT

PÊGAS, Paulo Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

6

A relação fisco × contabilidade: da Lei no 6.404/76

Até o RTT

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a evolução histórica da legislação societária integrada com a legislação tributária desde 1976, chegando até o Regime Tributário de

Transição, que vigorou provisoriamente nos anos de 2008 e 2009, transformando-se em regime definitivo a partir de 2010 e valendo até o final de 2014. O conhecimento sobre o RTT é fundamental para compreensão do cálculo de IR, CSLL, PIS e COFINS nas empresas brasileiras, a partir das mudanças contábeis determinadas pelas Leis nos 11.638/07 e

11.941/09, regulamentadas para fins fiscais na Lei no 12.973/14. Ao final do capítulo, será possível: a. Conhecer como o FISCO influenciou o desenvolvimento da contabilidade brasileira desde 1976. b. Compreender o que significa o RTT e os motivos para o regime ter sido opcional nos anos de 2008 e 2009 e obrigatório a partir de 2010. c. Entender qual foi a alternativa ao RTT nos anos de 2008 e 2009. d. Entender qual o tratamento fiscal e contábil adequado para os ajustes determinados pelo RTT. e. Começar o entendimento e compreensão da importância de calcular os ativos e passivos fiscais diferidos, a partir dos ajustes do RTT.

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Medium 9788597011029

Parte I – 17 - Das Compensações com Créditos de Terceiros

CHAVES, Francisco Coutinho Grupo Gen PDF Criptografado

17

Das Compensações com

Créditos de Terceiros

Neste capítulo, será informado, com todo o respeito aos que entendem que é possível o contribuinte compensar qualquer dívida tributária com créditos de terceiros, que se trata de uma operação impossível e, acredito, caro leitor, que, após a leitura deste capítulo, não haverá mais dúvidas.

A restituição e a compensação de tributos e contribuições estão regulamentadas nos artigos 73 e 74 da Lei no 9.430/1996. Esses dispositivos legais tratam especificamente da compensação dos créditos do sujeito passivo de restituições junto à Receita Federal do Brasil, que podem ser compensados com débitos relativos a qualquer tributo administrado por esse órgão.

O artigo 73 determina os procedimentos internos adotados pela Receita

Federal do Brasil. Com relação às compensações dos débitos do contribuinte, observa-se na redação, com clareza, que o crédito tem que ser do contribuinte.

Art. 73. Para efeito do disposto no art. 7o do Decreto-lei no 2.287, de 23 de julho de 1986, a utilização dos créditos do contribuinte e a quitação de seus débitos serão efetuadas em procedimentos internos à

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Medium 9788521616672

Capítulo 4 - A Construção do Perfil dos Consumidores

ROCHA, Lygia Carvalho Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

A Construção do Perfil dos Consumidores

“O melhor movimento feminino é o dos quadris.

Eu tenho a cabeça para os negócios e o corpo para o pecado.”

Personagem do filme de Mike Nichols,

Uma Secretária de Futuro.

A identidade dos consumidores começa a se formar no processo de assimilação cultural, através da educação recebida da família e da escola, e vai afetar desde a escolha de objetos até a dos objetivos de vida.

Ela é construída a partir da junção da personalidade e das motivações com as influências culturais e sociais adquiridas pela socialização e experiências passadas, assim como das dimensões em que se manifestam.

Resulta da organização das características cognitivas, afetivas e comportamentais e de como se manifestam em relação aos outros, e vai ser coerente com estímulos ambientais.

A família e a escola transmitem os valores culturais e sociais, que são reforçados pelos grupos sociais com os quais as pessoas convivem, influenciando as atitudes dos consumidores na consolidação dos padrões de consumo e estilos de vida que vão adotar. O sistema de produção cultural cria produtos para preencher necessidades societárias e disseminar os valores culturais, que vão ser centrais para os consumidores. As manifestações artísticas, religiosas e de linguagem da

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Medium 9788597007473

2. Começo do projeto de pesquisa

VERGARA, Sylvia Constant Grupo Gen PDF Criptografado

2 começo do projeto de pesquisa

Como elaborar um projeto de pesquisa? Não há um modelo único para tal.

A escolha entre as várias opções possíveis depende da natureza do problema, do método pelo qual se desenvolverá o trabalho, do tipo de pesquisa, da visão de mundo do pesquisador e de tantos outros fatores. No entanto, há certos itens que não podem deixar de ser contemplados em qualquer projeto, a despeito das diferenças entre eles. O que vai variar é o conteúdo desses itens. Por ser assim, este capítulo dedica-se à sugestão de um projeto. É estruturado a partir de um modelo que, em seguida, é discriminado neste e nos capítulos seguintes.

2.1 Modelo

O modelo proposto está assim definido:

(FOLHA DE ROSTO)

SUMÁRIO

1

ISBN_970-0675-9.indb 9

O PROBLEMA

1.1 Introdução

1.2 Objetivos (final e intermediários)

1.3 Questões a serem respondidas (se for o caso)

5/3/16 11:51 AM

10 

Projetos e relatórios de pesquisa em administração  • Vergara

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Medium 9788597019377

8 - Redação de resenhas

MEDEIROS, João Bosco Grupo Gen PDF Criptografado

8

Redação de resenhas

O resenhista produz um texto que necessita, minimamente, estar de acordo com as orientações dadas [pelo editor de um periódico], descrever o objeto, situá-lo no contexto teórico da área do conhecimento e avaliar seu valor e a contribuição que traz para a disciplina, com uma crítica fundamentada (CARVALHO In:

MEURER, BONINI; MOTTA-ROTH, 2010, p. 141).

1

QUE É RESENHA?

Vimos no Capítulo 6 que a NBR 6028:2003, da Associação Brasileira de Normas Técnicas

(ABNT) denomina as resenhas de resumo crítico e que ele “é redigido por especialistas com análise crítica de um documento”. Esta é uma característica fundamental das resenhas: apresentar uma avaliação crítica de uma obra. Para Andrade (1995, p. 60), resenha é um tipo de trabalho que “exige conhecimento do assunto, para estabelecer comparação com outras obras da mesma área e maturidade intelectual para fazer avaliação e emitir juízo de valor”.

Pouco adiante, define resenha como “tipo de resumo crítico, contudo mais abrangente: permite comentários e opiniões, inclui julgamentos de valor, comparações com outras obras da mesma área e avaliação da relevância da obra com relação às outras do mesmo gênero”

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Medium 9788597011708

4 - Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

PÊGAS, Paulo Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

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Contabilidade estrutural: básica, lírica, poética

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar conceitos básicos de contabilidade, seu arcabouço teórico e prático, antes de entrar na integração da contabilidade brasileira com as normas internacionais. Ao final do capítulo, será possível: a. Compreender as terminologias utilizadas na contabilidade no dia a dia das entidades empresariais. b. Consolidar o entendimento sobre a equação básica da contabilidade e a importância da adequada aplicação do método das partidas dobradas. c. Entender bem a integração entre o balanço patrimonial e a demonstração do resultado.

PEGAS.indb 39

3/16/17 5:30 PM

40

4.1

Capítulo 4

A CONTABILIDADE E SEU OBJETIVO

PRINCIPAL

A contabilidade pode ser entendida como uma ciência que tem como objetivo principal fornecer informações de qualidade a seus usuários internos e externos.

É para isso que a contabilidade existe: PARA INFORMAR. Todas as suas demais funções assumem caráter secundário diante do seu objetivo principal.

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Medium 9788597013085

5 - Prevenção de Acidentes na Construção

AYRES, Dennis de Oliveira; CORRÊA, José Aldo Peixoto Grupo Gen PDF Criptografado

5

Prevenção de Acidentes na

Construção

5.1  Atividades da indústria da construção

As atividades da indústria da construção realizam-se em etapas diferenciadas, possuindo riscos diversos que exigem proteções específicas para o trabalhador.

As normas da Portaria no 3.214/1978, do MTE, de Segurança e Medicina do

Trabalho, que interessam diretamente à indústria da construção são:

NR-4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho – SESMT – norma que define as atividades consideradas próprias da construção;

NR-18 – Condições e meio ambiente de trabalho na Indústria da Construção – norma específica da Indústria da Construção, que obriga a elaboração e implementação, nos estabelecimentos com 20 ou mais trabalhadores, do

Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção – PCMAT.

A NR-4 apresenta, no item F do Quadro I – Classificação Nacional de Atividades

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Medium 9788521628118

TERCEIRA SESSÃO - 10 - Debates da Terceira Sessão

BACHA, Edmar et al. Grupo Gen PDF Criptografado

10

Debates da

Terceira Sessão

Edmar Bacha: Há duas perguntas para o pre‑ sidente Fernando Henrique Cardoso, uma de

Larry Summers e outra de Stanley Fischer.

Larry Summers: Talvez pudesse estender‑se um pouco mais sobre como explorar as oportuni‑ dades de modernização política em um país que hoje tem economia muito moderna e bem diri‑ gida; sociedade civil também muito moderna, que vivenciou revolução no papel das mulheres nas

últimas décadas (entre muitos outros exemplos), mas que ainda apresenta panorama partidário antiquado e narrativa centrada em indivíduos?

É este cenário apenas questão de educação das gerações, algo que, em última instância, se resol‑ verá por si mesmo, ou você prevê a atuação de forças que talvez suscitem movimento capaz de

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Estado da Economia Mundial: Desafios e Respostas

superar os sérios desencontros entre essa economia moderna e esse sistema político não tão moderno? E, se eu puder acrescentar outra pergunta, seria possível falar um pouco mais sobre o papel internacional do país? Em tese, o mundo avança rapidamente para ser não só mais multipolar, mas também menos multilate‑ ral, com as Nações Unidas e outras organizações internacionais tornando‑se menos relevantes para muitas das plataformas que o presidente Lula usou em todo o mundo. Como vê você o Brasil na posição de grande economia – seja no comércio, seja na segu‑ rança global – no futuro, em vez de um país que apenas busca um assento no Conselho de Segurança das Nações Unidas e que atua como se ainda fosse do Terceiro Mundo? Por exemplo, o que está acontecendo entre Europa e Estados Unidos pode ser séria opor‑ tunidade de livre‑comércio, como declarou o presidente Obama, e parece que a Europa está muito interessada. Em minha opinião,

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Medium 9788597018325

10 - IRPJ: lucro presumido

SOUSA, Edmilson Patrocínio de Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

10

IRPJ: lucro presumido

Assista ao vídeo “Toda receita financeira é igual?”.

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Este capítulo aborda a apuração do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) pela sistemática do lucro presumido. O capítulo se inicia com o conceito de IRPJ, informação de sua alíquota, informação sobre existência e alíquota do adicional do

IRPJ e a enumeração de suas diferentes sistemáticas de apuração: lucro real, lucro presumido, lucro arbitrado e Simples Nacional. O capítulo apresenta o conceito de lucro presumido, como uma opção para a apuração do IRPJ e aponta quais empresas podem optar por essa sistemática. Também são apresentados o conceito de receita operacional bruta, os ajustes e os diferentes percentuais aplicáveis sobre a receita operacional bruta para determinação do lucro presumido e os valores a serem adicionados para apuração da base de cálculo do IRPJ. O capítulo aborda o uso do regime de caixa e do regime de competência para apuração deste imposto, periodicidade de apuração, prazos para recolhimento, códigos DARF e a divisão do montante devido em quotas trimestrais.

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Medium 9788597014075

1 - Administração da produção

SLACK, Nigel; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert Grupo Gen PDF Criptografado

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ADMINISTRAÇÃO DA

PRODUÇÃO

INTRODUÇÃO

A administração da produção trata da forma como as organizações criam e entregam serviços e produtos. Tudo o que você veste, come, usa para sentar-se, lê ou lança na prática de esportes chega a você graças aos gerentes de produção que organizaram sua criação e entrega. Todos os livros que você toma emprestados na biblioteca, tratamentos recebidos no hospital, serviços que espera nas lojas e as aulas na universidade – todos eles foram produzidos. Embora as pessoas que supervisionaram sua produção nem sempre sejam chamadas de gerentes de produção (ou gerentes de operações), isso é o que elas realmente são. Aqui estão os objetivos deste livro: as tarefas, os problemas e as decisões tomadas pelos gerentes de produção que proporcionam os serviços e produtos dos quais dependemos.

Como este é um capítulo introdutório, examinaremos o que entendemos por “administração da produção”, como os processos produtivos podem ser encontrados em toda a parte, como são similares, embora diferentes, e o que fazem os gerentes de produção (veja a Figura 1.1).

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Medium 9788597017250

Capítulo 4 – Identificação da necessidade de orientação profissional

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

4

Identificação da necessidade de orientação profissional

“Sorte é quando o conhecimento e a oportunidade se encontram.”

Autor desconhecido

Coaching-Mentoring-Counseling.indb 129

28/08/2018 15:44:47

Este capítulo cuida do adequado processo de identificação da necessidade de algum tipo de orientação profissional, quer seja para a empresa, quer seja para o indivíduo.

Você deve analisar com cuidado esse momento, pois o que se iniciar de forma inadequada terá consequências desastrosas para todo o processo, consolidando um pseudoprograma de orientação profissional, sendo muito difícil, demorado e altamente desgastante, para os envolvidos, seu acerto.

Para que esse problema não ocorra, você tem a oportunidade de analisar esse processo de identificação de necessidades através de uma metodologia estruturada composta de algumas etapas, o que possibilita seu pleno entendimento e aplicação.

E, muito importante, todo esse processo de análise é realizado de forma interativa com as questões estratégicas da empresa, possibilitando uma análise global, atual e correlacionada com o futuro esperado. Dessa forma, a análise e estruturação do programa de orientação profissional também ficam interligadas com a análise dos negócios atuais e futuros da empresa.

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Medium 9788597010480

4 - ANCORAGEM E AJUSTES

BAZERMAN, Max H.; NEALE, Margaret A. Grupo Gen PDF Criptografado

Diversos fatores influenciam as posições iniciais tomadas pelas pessoas quando se está entrando em uma negociação. Para dar continuidade ao processo, ambos os lados devem ajustar suas posições durante todas as negociações até ser alcançado um acordo ou um impasse. As posições iniciais funcionam como âncoras e afetam a percepção de cada um dos dois lados relativamente aos possíveis resultados.

No capítulo anterior, descrevemos como a tendência da torta fixa resultou na compra, por Frank Lorenzo, da Eastern Airlines. As tendências de ancoragem e ajuste por fim levaram o próprio Lorenzo também a retirar-se da

Eastern.

Quando Lorenzo assumiu a Eastern em 1985, acreditava que a maneira mais rápida pela qual seria possível dar uma reviravolta na empresa seria reduzir os custos trabalhistas. Contudo, os sindicatos dos mecânicos, dos pilotos e dos comissários de bordo recusaram-se a submeter os contratos a uma renegociação. Enquanto isso, o objetivo de Lorenzo parecia ter passado de reduzir os custos trabalhistas da empresa (para que a Eastern pudesse ter saúde econômica) a uma cruzada para livrar a Eastern dos sindicatos, independentemente dos custos envolvidos nisso.

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Medium 9788597010527

15 - Instrumentos de Planejamento e Controle Financeiro

HOJI, Masakazu Grupo Gen PDF Criptografado

15

Instrumentos de

Planejamento e

Controle Financeiro

15.1  Controle e informações gerenciais

15.1.1  Sistema de informações gerenciais

No mundo globalizado, sem um sistema de informações gerenciais ágil que produza informações confiáveis, uma empresa perde competitividade.

Sistema de informações gerenciais pode ser entendido como um conjunto de subsistemas de informações que processam dados e informações para fornecer subsídios ao processo de gestão de uma empresa.

Dados são elementos potencialmente úteis em sua forma bruta, mas não têm valor imediato por si sós, pois não transmitem ideia clara de determinado fato ou situação.

Informações são o resultado de dado ou conjunto de dados adequadamente processados para que o usuário final as compreenda e possa tomar decisões com base nelas.

EXEMPLO. A quantidade de produção do mês de abril é um dado. Esse dado, analisado e comparado com a quantidade de produção do mês de março

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Medium 9788521630845

Parte III - 8 - PROCESSOS DE MELHORIA

PATRÍCIO, Patrícia; CANDIDO, Claudio Roberto (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

8

PROCESSOS DE MELHORIA

Márcio Magalhães Fontoura

Mestre em Administração e doutor em Ciências Sociais (PUC-SP)

O que você verá a seguir:

• O contexto de mudanças provadas pela sociedade do conhecimento e a exigência maior de criatividade e inovação para garantir a competitividade empresarial.

• O processo de melhoria como uma atividade de gestão organizacional contínua e adequada aos novos cenários.

• Etapas necessárias para gerir processos de melhorias em novos negócios.

Na perspectiva filosófica do “devir”, do vir a ser constante, não existe o pronto e o acabado, tudo é construção contínua. Um plano de negócios exige esta visão, os cenários mudam e trazem novas exigências, as análises precisam ser refeitas e as estratégias precisam ser repensadas, por isso, os planos de negócios eternizados não eternizam as empresas. A perenidade das empresas depende da capacidade de o empreendedor perceber que a realidade é dinâmica. Eis um fator crítico de sucesso: faz-se necessário acompanhar continuamente as mudanças, que são processadas em velocidade cada vez maior, para perceber nelas as oportunidades que emergem. Avaliar os processos de

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Medium 9788597011180

Capítulo 11 - Tributos diferidos no agronegócio

NAKAO, Sílvio Hiroshi (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 11

Tributos diferidos no agronegócio

S Í LV I O H I R O S H I N A K A O

Introdução

Os ativos e passivos relacionados ao agronegócio normalmente possuem tributação atrelada. A valorização de um boi, por exemplo, gera um ganho que será tributado quando for vendido. É exatamente aí que entra a figura do tributo diferido! Veja, se o ganho pela avaliação a valor justo do boi é reconhecido contabilmente agora, mas será tributado apenas no futuro, devemos reconhecer o imposto incidente sobre o ganho neste momento ou só no futuro? Você poderia dizer só no futuro, pois é quando ocorrerá a incidência do tributo. Porém, se reconhecermos o tributo incidente juntamente com o ganho que foi reconhecido, será possível avaliar o quanto se ganhou efetivamente em termos líquidos. Do outro jeito, o ganho ficaria em um período e a despesa de imposto ficaria em outro, o que ficaria, no mínimo, estranho. Assim, a norma contábil para divulgação traz princípios para uma melhor alocação da despesa de tributos no tempo, por meio da figura dos tributos diferidos.

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