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Medium 9788597022230

3 Tipos de crise

João José FORNI Grupo Gen ePub Criptografado

Não há como mapear todas as possibilidades de crise. Como tipificar as possíveis crises que organizações privadas ou públicas podem enfrentar, num mundo tão complexo quanto o das corporações privadas e o da área pública? Optamos por eleger um rol de crises com base em três critérios:

a) Levantamento das principais crises corporativas e de maior impacto, de 2010 a 2019, divulgadas pela mídia brasileira, com os desdobramentos, agrupadas por áreas.

b) Inclusão nesses grupos de alguns tipos de crises sugeridas pelos autores Viana (2001, p. 181), Ogrizek e Guillery (1999, p. 12), Boddy (2009, p. 5), Mitroff, (2001, p. 34-35), Dezenhall e Weber (2011, p. 16) e Managing crisis1 (2008, p. 49).

c) Crises corporativas vivenciadas, durante anos, na vida profissional e as analisadas, nos últimos anos, no site www.comunicacaoecrise.com.

Longe de querer esgotar esse tema, a relação permite um inventário de eventos negativos com potencial de afetar a reputação das empresas ou órgãos públicos. Incluímos também alguns tipos de crise mais recorrentes, ocorridas em instituições multinacionais.

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Medium 9788597016239

11 - ANÁLISE DO MODO DE GOVERNANÇA DA FORÇA DE VENDAS E PLANO DE REMUNERAÇÃO

CASTRO, Luciano Thomé e; NEVES, Marcos Fava; CÔNSOLI, Matheus Alberto Grupo Gen PDF Criptografado

11

ANÁLISE DO MODO DE

GOVERNANÇA DA FORÇA

DE VENDAS E PLANO DE

REMUNERAÇÃO

Este capítulo traz duas fundamentais decisões para a administração de vendas. A primeira, que foi denominada de modo de governança, está relacionada à decisão de contratar vendedores como empregados da empresa ou contratar os serviços de um representante comercial de vendas. A segunda decisão é sobre qual o composto de remuneração que deverá ser utilizado. Essas duas decisões foram agrupadas porque, dependendo da decisão sobre o modo de governança, o plano de remuneração deverá ser alterado por limitações legais e mesmo práticas de mercado.

Após a leitura deste capítulo, o leitor deverá saber:

�� Quias são os diferentes formatos de governança existentes em vendas.

�� O que deverá ser levado em consideração para a tomada de decisão para o uso de representantes comerciais ou vendedores empregados.

�� Como são compostos os planos de remuneração em vendas.

�� Qual a lógica do uso de componentes fixos e variáveis em um plano de remuneração.

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Medium 9788597017090

5 - Créditos Permitidos Em Lei

PÊGAS, Paulo Henrique Grupo Gen PDF Criptografado

5

CRÉDITOS PERMITIDOS EM LEI

POR QUE LER ESTE CAPÍTULO? PARA:

 Identificar os créditos permitidos nas compras de estoque e insumos, nos bens do imobilizado e nas despesas.

 Conhecer os detalhes que cercam o confuso sistema de créditos das contribuições para PIS/PASEP e COFINS.

 Separar os gastos em três tipos: aqueles que permitem crédito conforme a lei, aqueles gastos em que não há qualquer possibilidade de crédito e as situações polêmicas, em que há discussão se há possibilidade de crédito ou não.

5.1

ASPECTOS INTRODUTÓRIOS

Os créditos representam a essência de um método não cumulativo. No Brasil, o ICMS e o IPI têm essa característica, em que o imposto pago na etapa anterior e destacado no documento fiscal é creditado pela empresa que compra um produto para revenda ou para transformação em um outro produto que será vendido.

Contudo, o modelo utilizado para o PIS e a COFINS é algo diferente, pois, conforme já apresentado nos capítulos anteriores, a legislação separou as empresas em dois tipos, conforme a forma de tributação. Com isso, o crédito de uma empresa compradora de um determinado bem não representa necessariamente o valor pago na empresa que vendeu este bem.

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Medium 9788521631965

16 - Previsão de Séries Temporais

David M. Levine, David F. Stephan, Kathryn A. Szabat Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

16

Previsão de Séries

Temporais

UTILIZANDO A ESTATÍSTICA: Projeções na Principled

16.1 A Importância da Previsão nos

Negócios

16.2 Fatores Componentes dos Modelos de Séries Temporais

16.3 Ajustando uma Série Temporal Anual

Médias Móveis

Ajuste Exponencial

16.4 Previsão e Ajuste da Tendência dos

Mínimos Quadrados

O Modelo de Tendência Linear

O Modelo de Tendência Quadrática

O Modelo de Tendência Exponencial

Seleção de Modelos Utilizando a

Primeira Diferença, a Segunda

Diferença e Diferenças Percentuais

16.5 Modelagem Autorregressiva para

Ajustes de Tendências e Previsões

Selecionando um Modelo

Autorregressivo Apropriado

Determinando a Adequabilidade de um Modelo Selecionado

16.6 Escolhendo um Modelo de Previsão

Apropriado

Realizando uma Análise de Resíduos

Medindo a Magnitude do Erro

Residual por Meio das Diferenças ao Quadrado ou das Diferenças

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Medium 9788522454976

14 - Mudança do papel da liderança na “meia-idade” organizacional

SCHEIN, Edgar H Grupo Gen PDF Criptografado

14

MUDANÇA DO PAPEL DA LIDERANÇA

NA “MEIA-IDADE” ORGANIZACIONAL

S

e uma organização for bem-sucedida no cumprimento de sua missão, amadurecerá e, provavelmente, crescerá. Os fundadores envelhecerão ou morrerão e serão substituídos por líderes promovidos na própria organização. A empresa de capital fechado, pertencente aos fundadores ou a suas famílias se transformará em empresa de capital aberto, dirigida por um conselho de diretores. A decisão de manter o capital fechado ou de abrir o capital pode parecer uma decisão financeira, mas tem enormes consequências culturais. Com o capital fechado, os líderes podem continuar a impor seus próprios valores e suposições mediante todos os mecanismos citados no capítulo anterior. Depois de a governança ter passado a um CEO e a um conselho de diretores, o papel de liderança torna-se mais difuso e transitório porque os CEOs e os conselhos, geralmente, têm mandatos limitados e respondem mais aos acionistas.

Por um lado, isso significa que os valores acumulados desaparecerão se o novo

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Medium 9788521632924

Apêndices

Bhisham C. Gupta, Irwin Guttman Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndices

Apêndice A: Tabelas Estatísticas

I

II

III

IV

V

VI

VII

VIII

IX

X

XI

XII

XIII

XIV

XV

XVI

Resumo das Distribuições de Probabilidade Comuns

Tabela de Probabilidades Binomiais

Tabela de Probabilidades de Poisson

Tabela de Distribuição Normal Padrão

Tabela de Distribuição t

Tabela da Distribuição Qui-Quadrado

Tabela de Distribuição F

Valores para a Construção de Gráficos de Controle para Variáveis

Valores Críticos para o Teste de Sinais

Valores Críticos para o Teste de Postos com Sinais de Wilcoxon

Quantis da Estatística de Teste de Mann-Whitney

Valores Críticos Inferiores de r no Teste de Sequências

Valores Críticos Superiores de r no Teste de Sequências

Pontos Percentuais para a Amplitude Studentizada para 2 a 20 Tratamentos

Transformação de r para z (z = 0,5 ln[(1 + r)/(l – r)])

Valores Críticos da Estatística de Teste de Spearman

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Medium 9788597014143

Capítulo 1 - Sistema Financeiro Nacional

GALLAGHER, Lilian Massena Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 1

Sistema Financeiro Nacional

Objetivos

Ao final deste capítulo, você deve ser capaz de:

■■ Descrever como o Sistema Financeiro Nacional está organizado.

■■ Conhecer os principais órgãos reguladores e participantes do mercado.

Conteúdo

Este capítulo está organizado nas seguintes seções:

1.1  Funções básicas do Sistema Financeiro Nacional

1.2  Principais participantes do mercado

1.3  Sistema de Pagamentos Brasileiro

Pontos importantes – Sistema Financeiro Nacional

Tempo estimado de estudo

Duas horas.

GALLAGHER.indb 3

05/12/2017 17:25:44

[ 4 ]  Exame de Certificação ANBIMA CPA-10

1.1  Funções básicas do Sistema Financeiro Nacional

O Sistema Financeiro Nacional é formado por um conjunto de regras e instituições que buscam reunir poupadores e tomadores de recursos, de forma a permitir um fluxo de recursos necessário ao giro da economia. De um lado há os que têm recursos sobrando e, de outro, os que necessitam deles para alavancar seus negócios e investir na economia real, ajudando a desenvolver o país.

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Medium 9788597016406

18 - Demonstração do Resultado do Exercício

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

18

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO

18.1 CONCEITOS

Norma da lei societária

“Demonstração do Resultado do Exercício

Art. 187. A demonstração do resultado do exercício discriminará:

I – a receita bruta das vendas e serviços, as deduções das vendas, os abatimentos e os impostos;

II – a receita líquida das vendas e serviços, o custo das mercadorias e serviços vendidos e o lucro bruto;

III – as despesas com as vendas, as despesas financeiras, deduzidas das receitas, as despesas gerais e administrativas, e outras despesas operacionais;

IV – o lucro ou prejuízo operacional, as outras receitas e as outras despesas;

V – o resultado do exercício antes do Imposto sobre a Renda e a provisão para o imposto;

VI – as participações de debêntures, empregados, administradores e partes beneficiárias, mesmo na forma de instrumentos financeiros, e de instituições ou fundos de assistência ou previdência de empregados, que não se caracterizem como despesa;

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Medium 9788597016086

19 - Interface entre economia e Administração Pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

19

INTERFACE ENTRE ECONOMIA E

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O Estado nacional é um agente indispensável para atender os anseios e aspirações da sociedade. Isso se realiza por sua função como ente regulador, na promoção do desenvolvimento, redistribuição da renda; estabilização da economia; e, ainda, nas atividades típicas do Estado, por meio da produção e fornecimento de bens e serviços públicos.

O crescimento da economia depende da forma de organização política e das estruturas sociais específicas de cada Estado nacional. Nesse processo, contextualiza-se a globalização, a qual é regida pelas grandes corporações transnacionais no mercado. Ao tratar do tema mercado, torna-se conveniente defini-lo. Um mercado traduz, de forma permanente e simultânea, as condições de oferta e demanda. É nele que são exercitadas livremente as preferências e as decisões adotadas por compradores e vendedores. Pode ser entendido, portanto, como um instrumento que viabiliza a interação competitiva do sistema empresarial, organizando e ordenando as trocas de bens e serviços. Nesse sentido, veja a Figura

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Medium 9788522460274

3 REPENSANDO A LOGÍSTICA

Hong Yuh Ching Grupo Gen PDF Criptografado

3

REPENSANDO A

LOGÍSTICA

1 Introdução

A economia mundial está sofrendo grande transformação com a globalização. Muitas barreiras antes existentes estão caindo e, praticamente, já não há fronteiras a serem alcançadas. A formação de blocos econômicos, como o Nafta,

Mercado Comum Europeu e o Mercosul, mostra a grande necessidade da união de países em busca de melhor desenvolvimento e manutenção de suas economias.

Em virtude da globalização, tivemos diversos reflexos em vários segmentos industriais, desde o aumento da competitividade e o acesso a diversas tecnologias. O mercado consumidor também se modificou, mostrando-se cada vez mais exigente e mais bem informado na hora de adquirir bens e serviços.

Esses fatores estão obrigando as empresas não só a mudar suas atividades e decisões, mas principalmente oferecer aos clientes produtos e serviços com menor preço e melhor qualidade, tendo como objetivo primordial a satisfação total do cliente.

Com essa nova característica do mercado globalizado, as empresas estão sendo obrigadas a reformular-se para poderem adaptar sua nova estrutura às atuais exigências do mercado.

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Medium 9788597016444

9 - Riscos de bancos

LIMA, Fabiano Guasti Grupo Gen PDF Criptografado

9

RISCOS DE BANCOS

Objetivos do Capítulo

Este capítulo tem por objetivo trabalhar com os riscos na atividade bancária. Serão identificados os principais riscos de bancos e sua mensuração nos impactos do capital da instituição.

Explora inicialmente os riscos de variação de taxas de juros e o consequente impacto no patrimônio líquido do banco.

Apresenta ainda o modelo de RAROC para retorno mínimo de empréstimos ajustados ao risco.

9.1

Mapeamento de riscos de bancos

Risco para uma instituição financeira está no cerne da atividade bancária, ou seja, para o banco, risco compreende todo evento que tenha impacto no valor do capital da instituição, podendo ser esperado ou não esperado.

Os bancos, através de sua complexa variedade de serviços e produtos oferecidos no mercado, estão expostos a vários tipos de riscos, podendo estes ser provenientes de fatores internos ou externos.

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304 | ANÁLISE DE RISCOS • Fabiano Guasti Lima

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Medium 9788597020038

14 Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração do Resultado Abrangente

José Carlos Marion, Sérgio de Iudícibus Grupo Gen ePub Criptografado

De acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 26 (R1) – Apresentação das Demonstrações Contábeis, a entidade deve apresentar todos os itens de receita e despesa reconhecidos no período em duas demonstrações: Demonstração do Resultado do período e Demonstração do Resultado Abrangente do período; esta última começa com o resultado líquido e inclui os outros resultados abrangentes.

A demonstração do resultado do exercício é um resumo ordenado das receitas e despesas da empresa em determinado período (12 meses). É apresentada de forma dedutiva (vertical), ou seja, das receitas subtraem-se as despesas e, em seguida, indica-se o resultado (lucro ou prejuízo).

A DRE pode ser simples para micro ou pequenas empresas que não requeiram dados pormenorizados para a tomada de decisão, como é o caso de bares, farmácias, mercearias. Deve evidenciar o total de despesa deduzido da receita, apurando-se, assim, o lucro sem destacar os principais grupos de despesas.

A DRE completa, exigida por lei, fornece maiores minúcias para a tomada de decisão: grupos de despesas, vários tipos de lucro, destaque dos impostos etc. Neste capítulo será abordado o modelo completo, embora não se pretenda esgotar o assunto.

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Medium 9788597022230

2 Características e origem das crises

João José FORNI Grupo Gen ePub Criptografado

Executivos experientes percebem com certa facilidade quando eventos negativos ameaçam a reputação das organizações. Ainda assim, muitas vezes minimizam ocorrências, incidentes ou formas de comportamento, por desinformação, arrogância ou falta de controle. Se, realmente, querem conduzir a organização dentro de padrões de ética e responsabilidade, sabem quando algo vai dar errado. Estão, portanto, mais preparados para evitar crises.

Imaginar a própria organização imune à crise é um delírio. Uma pesquisa conduzida com executivos americanos constatou: a possibilidade de eles terem uma crise nos negócios era tão inevitável quanto pagar impostos ou morrer. O fato de vivermos numa era de transparência, em que o público não se satisfaz com explicações frágeis, significa a impossibilidade de alguma organização se esconder no caso de uma crise grave.

Mitroff (2001, p. 60) admite que, se comparadas com desastres naturais, sobre os quais temos pouco ou nenhum controle, as crises, em sua maioria, resultam de causas provocadas pelo homem, pela ação imprópria, por erros, inação ou desleixo das pessoas, dos empregados ou dos executivos. Esses erros provocam acidentes, destruição, morte e prejuízos financeiros. Como as falhas humanas poderiam ser prevenidas e evitadas, exatamente por esse motivo, o público atingido se sente vítima inocente nessas crises. Não raramente, além dos danos à sociedade e dos estragos à reputação, comprometem o futuro.

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Medium 9788521629634

Capítulo 5 - Exemplos práticos completos

José Dornelas, Adriana Bim, Gustavo Freitas, Rafaela Ushikubo Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

5

Exemplos práticos completos dornelasetal_005.indd 41

22/07/15 13:13

42

Modelo de negócio Canvas, pesquisa primária e plano de negócios

A seguir são apresentados três exemplos completos que foram analisados seguindo o processo empreendedor: ideia, análise de oportunidade através do modelo de negócio

Canvas, pesquisa de mercado primária e, então, o plano de negócios.

Cada ideia foi desenvolvida por uma equipe de quatro a seis pessoas, gerando debates sobre os possíveis modelos de negócios que poderiam transformá‑las em oportunidades com maior potencial de retorno.

Para cada ideia, o modelo de Canvas é apresentado em três versões, sendo que a última é sempre a que prevalece após as várias discussões e debates do grupo. Note que poderia haver ainda mais versões, mas, por questões práticas, apresentam‑se aqui apenas três versões de cada uma.

Finalmente, os planos de negócios completos de cada ideia são apresentados. Os comentários apresentados sobre cada seção dos planos de negócios seguem como referência as per‑ guntas ou questões‑chave (classificadas por letras) discutidas no Capítulo 4.

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Medium 9788521616726

CAPÍTULO 4 - Inovação Tecnológica

Ronald P. Carreteiro Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

Inovação Tecnológica

4.1 CONCEITOS BÁSICOS

Chama-se de invenção o ato de criar uma nova tecnologia, processo ou um objeto, ou um aperfeiçoamento de tecnologias, processos e objetos preexistentes. O termo distingue-se de descoberta, que é a aquisição de um conhecimento novo “por acaso” ou sem um esforço determinado; a invenção é fruto de um trabalho árduo e focado em desenvolver soluções para um problema.

As invenções podem ser práticas e contribuir para o desenvolvimento de várias tecnologias ou podem aplicar-se somente a um campo específico. Algumas invenções interessantes: o extintor de incêndio, o BandAid, a bola, o fax, o fogão, a moeda, a geladeira, entre inúmeras outras.

Algumas invenções podem ser contabilizadas como notáveis: a bomba atômica, o motor elétrico, o parafuso, o avião, o rádio, o radar, o raio laser, o telefone, a lâmpada, entre outras.

O responsável por invenções é chamado inventor. Quando o inventor deseja guardar exclusividade acerca do mecanismo ou processo do novo invento deve patentear, ou seja, registrar uma patente do produto.

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