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Medium 9788522493067

Apêndice Transposição Conceitual: da Governança Corporativa para a Governança do Estado

ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE, Adriana Grupo Gen PDF Criptografado

Apêndice

Transposição Conceitual: da Governança

Corporativa para a

Governança do Estado

As práticas de governança são essencialmente diferentes no Estado e nas empresas. No entanto, seria um equívoco afirmar que as práticas de governança do setor público e do setor privado estão confinadas em universos paralelos. Em reação ao crescente fortalecimento da cidadania, ao aprimoramento das legislações e aos mecanismos de controle da sociedade, esses dois mundos, que nunca formaram um todo homogêneo, estão ampliando pontos de convergência. Ambos se encontram cada vez mais próximos nos objetivos comuns de busca de transparência, nas relações com a sociedade e na ampliação dos limites da eficiência operacional. Três linhas interligadas norteiam essa nova identidade de propósitos: a busca de capitais para investimentos, a sustentabilidade e a garantia da saúde econômica do conjunto da nação.

LUIZ FERNANDO FURLAN

Uma década de governança corporativa

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Medium 9788597022278

19 Subsistema de contabilidade em outros padrões monetários

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen ePub Criptografado

Dependendo do desenho do sistema de informação contábil, este subsistema é apresentado como um módulo complementar ao subsistema de contabilidade geral.

Em princípio, este subsistema busca atender tanto às necessidades gerenciais como às necessidades legais, tendo como base a transformação dos valores da contabilidade societária e fiscal, que são contabilizados em moeda corrente do país, para outros denominadores monetários.

Os outros denominadores monetários podem ser para outros países, bem como podem ser de cunho interno.

Como exemplos de outros denominadores monetários para outros países, temos:

a) balanço em moeda estrangeira do país da empresa controladora;

b) balanço em moeda estrangeira do país da empresa controlada;

c) balanço em moeda estrangeira única para consolidar demonstrativos contábeis de empresas em diversos países;

d) balanço em moeda estrangeira para atender aos principais clientes, fornecedores, credores ou necessidades informativas gerais;

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Medium 9788522493067

5 A Estrutura de Poder, o Processo e as Práticas de Governança Corporativa

ROSSETTI, José Paschoal; ANDRADE, Adriana Grupo Gen PDF Criptografado

5

A Estrutura de Poder, o Processo e as

Práticas de Governança

Corporativa

As promessas e o poder das empresas governadas são claros. Elas desenvolvem processos decisórios mais vigorosos e adaptáveis. Nelas, as novas ideias são mais frequentes e o processo de gestão é menos personalizado: ele se encontra não na competência do principal executivo, mas na eficácia da organização.

Há menos riscos de isolamento, de inércia e de falso consenso. No longo prazo, os sistemas abertos e flexíveis, que fomentam o envolvimento de conselheiros e acionistas, aumentam a estabilidade e reduzem a probabilidade de mudanças traumáticas e contenciosas. As diretrizes que os inserem no processo decisório criam corporações governadas mais saudáveis, com maior capacidade de autorrenovação e mais flexíveis. E mais responsáveis perante os mercados.

JOHN POUND

On corporate governance

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Governança Corporativa • Rossetti e Andrade

Este capítulo focalizará 3 dos 8 Ps da governança corporativa: poder, processos e práticas. Observaremos que, quanto a estes três aspectos, os procedimentos não são universais, estando também sujeitos à diversidade da cultura, do ordenamento jurídico e das condições estruturais das cadeias de negócios nas diferentes partes do mundo. Mas, repetindo o que se observa com os 2 outros Ps, princípios e propósitos, manifesta-se com os 3 que agora examinaremos uma forte tendência a construções convergentes, tanto na configuração do ambiente de governança, quanto na constituição de seus órgãos, de seus atores e de suas funções. Veremos que, no ambiente de auditoria e de fiscalização, entre outras forças de convergência, destacam-se as exigências da lei Sarbanes-Oxley que alcançam também os emissores estrangeiros com títulos negociados nos mercados dos Estados Unidos, quanto, por exemplo, ao estabelecimento de um Comitê de Auditoria, no âmbito dos Conselhos de

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Medium 9788597009279

Parte II - 18 - Provisões

PADOVEZE, Clóvis Luís Grupo Gen PDF Criptografado

18

Provisões

18.1 Definição

Provisão é a estimativa de uma provável despesa ou perda. São dois atributos básicos: é uma provisão, portanto, o seu valor é estimativo; além disso, existe a probabilidade de a despesa não ocorrer. É muito comum o uso da terminologia provisão para despesas líquidas e certas, o que é um erro de conceituação contábil. Se a despesa é certa, já é uma obrigação normal e não se está fazendo uma estimativa. Portanto, deve-se lançá-la diretamente contra contas a pagar.

Um exemplo disso é a apropriação da folha de pagamento mensal. Na realidade, a obrigação para com os funcionários já é conhecida e certa, portanto, não é uma estimativa nem é provável, pois já ocorreu a obrigação para a empresa.

O mesmo ocorre com a provisão para os impostos sobre o lucro. No passado, com apuração anual e exigibilidade definida apenas no momento da entrega da declaração de rendimentos, caracterizava-se como provisão ao final do exercício contábil. Atualmente, com a obrigatoriedade de recolhimentos mensais torna-se, neste caso, uma exigibilidade, descaracterizando-se de fato como provisão.

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Medium 9788522475889

Parte II - 6 Processo de Planejamento

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen PDF Criptografado

1 a PROVA

6

Processo de Planejamento

Objetivos

Quando finalizar o estudo deste capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo de planejamento.

• Componentes de um plano.

• Principais técnicas para o estudo do futuro.

1

Definição de planejamento

O processo de planejamento é a ferramenta para administrar as relações com o futuro. É uma aplicação específica do processo de tomar decisões. As decisões que procuram, de alguma forma, influenciar o futuro, ou que serão colocadas em prática no futuro, são decisões de planejamento. Não há uma definição singular de planejamento. Há várias definições. Duas delas:

• Definir objetivos ou resultados a serem alcançados, bem como os meios para realizá-los.

• Imaginar uma situação futura e trabalhar para construí-la. Ou: “A melhor forma de prever o futuro é inventá-lo” (Alan Kay).

ISBN_6622.indb 87

04/11/11 13:19

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Medium 9788597010824

27 - CUSTEIO-ALVO OU TARGET COSTING: DEFINIÇÃO DE PREÇO COM LUCRO

SANTOS, Joel José Grupo Gen PDF Criptografado

27

Custeio-Alvo ou Target Costing:

Definição de Preço com Lucro1

O custo-alvo ou target costing garante às empresas que os novos produtos lançados sejam lucrativos e agreguem valor a todos stakeholders (clientes, fornecedores, funcionários, governo e acionistas).

Segundo esse sistema, antes de desenvolver qualquer novo produto, a companhia deve estimar seu preço de venda e subtrair a margem de lucro desejada, encontrando assim o custo determinado. Então, deve projetar o produto para que ele possa ser fabricado com esse custo-alvo (ou custo-objetivo), e também para que alcance o objetivo do lucro.

Mostraremos como pode ser implantado o custo-alvo, que é dividido em três etapas: custeio orientado para o mercado, custeio-alvo do produto e custeio-alvo dos componentes.

É importante destacar que as empresas que praticam o custeio-alvo não o veem como um programa isolado e sim como parte de todo um processo de desenvolvimento de novos produtos.

27.1 Concorrência internacional – custeio-alvo

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Medium 9788597019834

16 Custos e Estratégia

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Um cínico é aquele que sabe o preço de tudo, porém o valor de nada.”

Oscar Wilde

A estratégia refere-se às relações entre a empresa e seu ambiente, e o processo de construção de seu futuro. Associada ao processo de gestão empresarial, a estratégia busca possibilitar a construção do futuro corporativo, estabelecendo metas e planos de longo prazo.

No processo de gestão de custos e formação de preços, conceitos extraídos da literatura de administração estratégica e/ou planejamento estratégico possuem grande relevância. Rentabilidade, custos e preços planejados para o futuro somente podem ser pensados mediante a análise estratégica da empresa e de seu ambiente competitivo.

O objetivo deste capítulo consiste em apresentar os conceitos aplicados da estratégia em custos e preços, como a curva de aprendizagem, o ciclo de vida do produto, a análise competitiva do setor, as estratégias empresariais genéricas, a matriz crescimento-participação e a cadeia de valor. Alguns pequenos estudos de caso são apresentados e discutidos com o propósito de facilitar o aprendizado.

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Medium 9788597019926

7 Problemas contábeis diversos

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

No fim de X6, após o primeiro ano de suas atividades, a Empresa Comercial Brasileira S.A. preparou os seguintes relatórios:

Os relatórios expostos não apresentam qualquer novidade em relação aos demais relatórios mencionados anteriormente. Fique atento para um fato que não foi objeto de considerações neste livro. Trata-se da possibilidade da ocorrência de prejuízos, em virtude de devedores que não liquidaram seus compromissos com a empresa. Quando se torna comprovada a impossibilidade do pagamento de suas dívidas, esses devedores são considerados pela Contabilidade como devedores insolváveis (chamados, impropriamente, mas comumente, de devedores duvidosos).

O Balanço mostra que existem duplicatas a receber no valor de $ 39.000. A prática comercial indica que é comum o aparecimento de devedores duvidosos de modo que, neste exemplo, pode ocorrer algum prejuízo. Dessa forma, levando em consideração que o Balanço deve retratar o mais fielmente possível a situação financeira e patrimonial de uma entidade, os títulos a receber deveriam aparecer no Balanço com o saldo correspondente ao montante líquido dos títulos que provavelmente serão recebidos; e, obviamente, tal valor será inferior ao saldo de $ 39.000 da conta Duplicatas a Receber.

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Medium 9788522468317

Parte III - 10 Competências em relações de trabalho e sindicais

DUTRA, Joel Souza; FLEURY, Maria Tereza Leme; RUAS, Roberto Lima Grupo Gen PDF Criptografado

10

Competências em relações de trabalho e sindicais

Arnaldo Mazzei Nogueira

As principais dimensões das competências na esfera coletiva do trabalho e os conflitos inerentes às relações de trabalho no Brasil.

10.1 INTRODUÇÃO

Este capítulo tem como objetivo geral demarcar o campo das competências em relações de trabalho e sindicais. Esse campo, em primeiro lugar, envolve um conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes em relação à ação coletiva do trabalho dentro e fora das organizações. Em segundo lugar, possibilita o desenvolvimento das pessoas envolvidas devido

à complexidade do próprio campo, marcado por forças sociais que atuam no local do trabalho, no setor, no plano macropolítico e no plano global.

A esfera coletiva do trabalho diz respeito não apenas ao trabalho coletivo conduzido e dominado pela empresa ou organização, que potencializa a cooperação para o desempenho, mas também às esferas políticas e sociais capazes ou não de intensificar o conflito inerente às relações de trabalho. Assim, nesse aspecto, há o envolvimento das questões dos direitos sociais e políticos, que remete aos aspectos sindicais, associativos e políticos do trabalho, cuja dinâmica independe do controle empresarial e social.

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Medium 9788521617785

4 SURGEM NOVAS IDEIAS

HUBERMAN, Leo Grupo Gen ePub Criptografado

Usura e Juro na Idade Média.

A Posição da Igreja.

Os Velhos Conceitos Prejudicam as Transações.

A maioria dos negócios é hoje realizada com dinheiro emprestado, sobre o qual pagam-se juros. Se a United States Steel Company quiser comprar outra empresa de aço que lhe estiver fazendo concorrência, provavelmente tomará emprestado o dinheiro. Poderá conseguir isso emitindo ações, que são simplesmente promessa de devolver, com lucro, qualquer soma de dinheiro que o comprador de ações empregue. Quando o dono da loja da esquina pretende adquirir coisas novas para seu negócio, vai ao banco tomar dinheiro emprestado. O banco empresta determinada importância, cobrando juros. O fazendeiro que quiser comprar uma terra adjacente à sua fazenda pode hipotecar sua propriedade para conseguir o dinheiro. A hipoteca é simplesmente um empréstimo ao fazendeiro sob juros anuais. Estamos tão acostumados a esse pagamento de juros pelo dinheiro emprestado que tendemos a considerá-lo “natural”, como coisa que tenha existido sempre.

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Medium 9788597014358

21 - Programação Não Linear: Visão Geral, Modelagem e Solução Computacional

COLIN, Emerson C. Grupo Gen PDF Criptografado

21

Programação Não Linear: Visão Geral,

Modelagem e Solução Computacional

U

ma pequena introdução à otimização de funções não lineares com métodos clássicos de Cálculo já oferece uma noção da complexidade associada aos problemas de programação não linear.

A introdução é importante porque muitas das ideias usadas na programação não linear têm sua origem no Cálculo ou em transformações simples de ideias dele.

Em termos práticos, como comentado anteriormente, o Cálculo (da forma normalmente aprendida em cursos superiores) é pouco utilizado na solução de problemas relacionados à gestão de empresas.

Por exemplo, embora seja difícil avaliar se um ponto não diferenciável é de máximo ou mínimo, muitas técnicas de programação não linear fazem isso com relativa facilidade. Nesse sentido, a programação não linear se aproxima mais dos nossos interesses, uma vez que muitos problemas importantes são não contínuos e/ou não diferenciáveis.

Este capítulo apresenta uma introdução mais “prática” do assunto, em que são apresentados vários exemplos que instruem o leitor sobre como problemas podem ser resolvidos no computador.

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Medium 9788597017779

Capítulo 10 - RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

ZANOTTA, Egydio Barbosa Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 10

RECOMENDAÇÕES

DE MARKETING

O B J E T I VOS

• Explicar qual o significado e o papel das recomendações de marketing.

• Descrever sobre que variáveis dos 4 P’s deverão recair as recomendações de marketing.

zanotta_MIOLO_P3.indd 153

29/06/2018 11:44

154 PESQUISA DE MARKETING | ZANOTTA

Chegamos à última etapa do projeto de pesquisa de marketing: “O que fazer com todas essas informações? Quais as decisões de marketing tomar?”.

Eis, em resumo, o que devemos dizer para os executivos que encomendaram a pesquisa.

CONCEITUAÇÃO DE RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

Neste momento, é bom que se faça uma ressalva:

As recomendações de marketing aqui oferecidas tomam como ponto de partida o atendimento das necessidades e desejos dos consumidores. Ou seja, as decisões são tomadas de fora para dentro.

As informações coletadas pela pesquisa de mercado servirão de insumo às tomadas de decisão pelos executivos.

VARIÁVEIS DOS 4 P’S E AS RECOMENDAÇÕES DE MARKETING

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Medium 9788597021981

4 Controle de Qualidade no Exercício de Auditoria

CREPALDI, Silvio Aparecido; CREPALDI, Guilherme Simões Grupo Gen ePub Criptografado

Os sistemas, as políticas e os procedimentos de controle de qualidade são de responsabilidade da firma de auditoria. De acordo com a NBC PA 01 – Controle de Qualidade para Firmas (Pessoas Jurídicas e Físicas) e NBC TA 220 de auditores independentes que executam exames de auditoria e revisões de informação contábil histórica e outros trabalhos de asseguração e de serviços correlatos, a firma tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que:

• a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis; e

• os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias.

A firma de auditoria tem por obrigação estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que a firma e seu pessoal cumprem com as normas profissionais e técnicas e as exigências legais e regulatórias aplicáveis. Deve estabelecer e manter sistema de controle de qualidade para obter segurança razoável de que os relatórios emitidos pela firma ou pelos sócios do trabalho são apropriados nas circunstâncias. Implementar procedimentos de controle de qualidade no nível do trabalho que forneçam ao auditor segurança razoável de que a auditoria está de acordo com normas profissionais e técnicas e exigências legais e regulatórias aplicáveis.

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Medium 9788597018462

Anexo D - Formulação multiobjetivo

Gomes, Luiz Flavio Autran Monteiro; Gomes, Carlos Francisco Simões Grupo Gen ePub Criptografado

Seja máx fi(x) i = 1, ..., I.

Sujeito (restrições) fi(x) tal que xX, em que X é um conjunto viável.

X = {x|x ∈ (Rn), gi(x) ≥ 0, i = 1, ..., I}

fi = objetivo.

x = variável de decisão, solução única decisor ou múltiplos decisores.

Matematicamente, a formulação multiobjetivo é definida pela fórmula:

mín f(x) = {f1(x), f2(x), ..., fk(x)}, com gi(x) ≥ 0, i =1, ..., m

Definição 1: x* ∈ X é fracamente não dominada, se não existe xX|fi (x) ≥ fi(x*) ∀ i = 1, ..., I. x domina x.

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Medium 9788522478026

8 Normalizações Existentes sobre Perícia. Comentários às Normas de Perícia Contábil. Normas no Mercosul e Noutros Países

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Grupo Gen PDF Criptografado

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Normalizações Existentes sobre

Perícia. Comentários às Normas de Perícia Contábil. Normas no

Mercosul e Noutros Países

8.1  Normas ou recomendações?

Importante que explicitemos o que vêm a ser as normas no contexto das perícias em geral e, mais particularmente, das perícias contábeis. Isto porque importa considerarmos as questões conceituais que delas dimanam ou podem emanar, principalmente quanto à forma de atuação e obrigatoriedade ou não de serem observadas pelo profissional da perícia.

De todo modo, para que nossas mentes se aclarem – nossas, do autor e dos leitores –, é relevante que notemos, ainda que por uma análise curta, as diferenças entre três palavras fáceis de ser confundidas quanto a seus significados: princípios, normas e padrões. É comum, principalmente, que entendamos padrões como se normas fossem ou a normalização como um processo de enquadramento imutável da criatividade. Tal não se dá, entretanto, eis que, para nós, tais palavras são utilizadas segundo os seguintes significados:

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