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Medium 9788597008678

3 - ESCOLHA INTERTEMPORAL, RISCO E ECONOMIA COMPORTAMENTAL

GARÓFALO, Gilson de Lima (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

3

ESCOLHA INTERTEMPORAL,

RISCO E ECONOMIA comportamental

Cristina Helena Pinto de Mello

Claudia Helena Cavalieri

Garofalo.indb 57

8/4/16 4:02 PM

Garofalo.indb 58

8/4/16 4:02 PM

ESCOLHA INTERTEMPORAL, RISCO E ECONOMIA comportamental

59

CONCEITOS FUNDAMENTAIS

• Incerteza

• Risco

• Retorno

• Valor presente

• Escolha ótima

• Heurísticas

• Nível de referência

• Ancoragem

• Viés de seleção

• Efeito de enquadramento

• Lei dos pequenos números

• Aversão a perda

• Felicidade

• Satisfação

• Desejo

O capítulo recupera as premissas de comportamento do consumidor, a escolha ótima dele em ambientes de risco e trata da decisão intertemporal. Contempla, também, a abordagem recente da Economia Comportamental.

3.1 Escolha intertemporal

No capítulo anterior, a maximização da utilidade foi estudada inicialmente para um período de tempo. Neste capítulo vamos estender essa análise para mais de um período. O tempo é uma variável importante para a tomada de decisão, afinal não são apenas os recursos escassos, mas o tempo também.

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Medium 9788597016123

1 - Introdução ao Comércio Internacional (MARIA REBONO)

SEGRE, German (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Introdução ao

Comércio Internacional

Maria Rebono

1

1.1 COMÉRCIO

Pode-se afirmar que comércio são relações que implicam obrigatoriamente numa reciprocidade nas atividades de permuta, troca, compra e venda de produtos ou serviços. De acordo com o dicionário, mercado, negócio e tráfico são sinônimos de comércio.

Não se caracterizam como comércio as sociedades em que apenas uma das partes recebe ou oferece algo.

Na atividade mercantil, as condições principais de que dependem as relações comerciais são exatamente as que envolvem o cumprimento de obrigações e encargos do negócio, ou seja, o pagamento e recebimento do valor econômico representado por qualquer forma.

1.1.1 Comércio nacional e comércio internacional

A função do comércio pode ser observada nas transações realizadas entre as pessoas (físicas ou jurídicas) de uma mesma nação, naquelas praticadas entre pessoas (físicas ou jurídicas) de nacionalidades distintas.

O comércio internacional é caracterizado pelo intercâmbio de mercadorias e serviços e também pela movimentação de capitais entre nações.

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Medium 9788597016024

16 - Ativo Imobilizado

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

16

ATIVO IMOBILIZADO

1 INTRODUÇÃO

Os bens do ativo imobilizado representam geralmente uma parcela significativa dos ativos de uma entidade e têm vida útil superior a um ano. Eles são utilizados principalmente na fabricação de produtos de estoques e na manutenção da parte administrativa da entidade.

Esses ativos são registrados no balanço patrimonial pelos custos incorridos em sua aquisição, e esses custos são transferidos para o resultado ou para ou custo de outros ativos (por exemplo, custos de produção dos estoques) através de um processo denominado depreciação.

O CPC 01(R1) – Redução do Valor Recuperável de

Ativos determina que a entidade deve testar a recuperabilidade do valor contábil dos bens do ativo imobilizado sempre que houver indício de desvalorização desses ativos, bem como constituir provisão para perda quando o valor contábil desses bens for superior ao seu valor recuperável.

2 NATUREZA

Ativo imobilizado compreende bens físicos usados nos negócios da entidade, com vida útil superior a um ano e não destinados a venda. As normas contábeis do ativo imobilizado estão previstas no CPC 27 – Ativo

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Medium 9788522496242

Unidade III - 19 A Influência das Variações do

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

19

A Influência das Variações do

Poder Aquisitivo da Moeda;

Custos Correntes Corrigidos

19.1 Generalidades

Apesar de termos construído, no capítulo anterior, demonstrações de alta significação para a administração e também para os usuários externos à empresa, cabe agora homogeneizar os dados em função de uma moeda de poder aquisitivo constante, isto é, expressar os valores correntes ao mesmo nível monetário, para que as demonstrações sejam efetivamente comparáveis. Uma vez que isto esteja realizado, poderemos afirmar que nos aproximamos de um conceito de lucro

“real”, a valores de entrada, com exclusão de custos imputados e econômicos.

19.2 As premissas sobre o índice geral de preços

Aplicaremos a correção ao mesmo exemplo do capítulo anterior. Temos quatro datas importantes:

Índice

Data de aquisição do imobilizado tangível

100

31-12-75

170

Meados de 1976

206

31-12-76

254

284 

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Medium 9788522430413

10 O Processo de Decisão Baseado em Múltiplos Objetivos: O Uso do Método de Análise Hierárquica na Tomada de Decisão Sobre Investimentos (Fernando Howat Rodrigues, Wagner Colombini Martins e Ana Beatriz Figueiredo de Castro Monteiro)

CAIXETA-FILHO, José Vicente; MARTINS, Ricardo Silveira; (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

258

GESTÃO LOGÍSTICA DO TRANSPORTE DE CARGAS

10

O Processo de Decisão Baseado em

Múltiplos Objetivos: O Uso do Método

de Análise Hierárquica na Tomada de

Decisão Sobre Investimentos

Fernando Howat Rodrigues

Wagner Colombini Martins

Ana Beatriz Figueiredo de Castro Monteiro

10.1 INTRODUÇÃO AOS MÉTODOS MULTIOBJETIVOS DE

APOIO À DECISÃO

Desde a utilização da pesquisa operacional como abordagem científica de auxílio à tomada de decisões militares durante a Segunda Guerra Mundial, diversas ferramentas matemáticas têm sido desenvolvidas e aplicadas na análise de problemas de decisão.

A principal característica dessas técnicas é a formulação de uma função objetivo e a otimização dessa função sujeita a uma série de restrições preestabelecidas.

Nas últimas três décadas, entretanto, a preocupação com a necessidade de identificar e considerar simultaneamente vários objetivos na avaliação das alternativas tem aumentado consideravelmente, especialmente no estudo de sistemas de larga escala.

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Medium 9788597013146

4 - Pacotes de Valor Gerados e Entregues Pelas Operações – Compostos Bens-Serviços,

CORRÊA, Henrique L.; CORRÊA, Carlos A. Grupo Gen PDF Criptografado

4

Pacotes de Valor Gerados e

Entregues Pelas Operações –

Compostos Bens-Serviços

OBJETIVOS De aprendizagem

»» Entender como hoje os “pacotes de valor” entregues pelas empresas aos clientes incluem um composto de bens físicos e serviços;

»» Entender as implicações, para a gestão de operações, do significado da expressão “o cliente precisa de furos e não de brocas”, uma importante tendência no mercado;

»» Entender e saber explicar por que a tradicional dicotomia produtos

– serviços pode atrapalhar análises de operações;

»» Ser capaz de aplicar na prática uma nova forma de classificar operações baseada em quatro variáveis relevantes para a sua gestão.

Correa-Correa.indb 99

7/4/17 11:05 AM

100

Capítulo 4

4.1 INTRODUÇÃO

Não basta vender. É preciso influenciar o negócio do cliente. Depois de oito meses de reuniões, análises e discussões, essa foi a solução que os executivos da

Saint-Gobain encontraram para aumentar a participação no mercado. A empresa é líder mundial na fabricação de abrasivos – peças que provocam atrito, como rebolos ou lixas, e servem para moldar, alisar, tirar arestas dos produtos. Desde novembro de 2002, a

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Medium 9788597016154

8 - Instrumentos Financeiros

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

8

Instrumentos Financeiros

8.1

Introdução

O IFRS 9 (CPC 48) foi emitido pelo IASB em 24 de julho de 2014; todavia, os efeitos de sua aplicação passam a valer a partir de 1o de janeiro de 2018, suspendendo o IAS 39 (CPC 38), com exceção das aplicações para pequenas e médias empresas, bem como da opção de se manter os testes de efetividade do hedge accounting nos moldes da antiga norma.

necessariamente a norma de instrumentos financeiros que é complexa, mas o assunto em si.

Em linhas gerais, as principais alterações do CPC 48, vis-à-vis o CPC 38, se concentram basicamente em três segmentos do tratamento contábil de instrumentos financeiros, sendo:

Dentre os principais fatores que ensejaram a elaboração de uma nova norma por parte do IASB, voltada exclusivamente ao tratamento contábil de instrumentos financeiros, destaca-se o argumento de que o CPC 38 é demasiadamente complexo em seus comandos e, portanto, causa mais dúvidas do que esclarecimentos quando de sua aplicação.

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Medium 9788521620013

Capítulo 8 - O Brasil no contexto da governança global

ALMEIDA, Paulo Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 8

O Brasil no contexto da governança global

Our policy is directed not against any country or doctrine but against hunger, poverty, desperation and chaos. Its purpose should be the revival of a working economy in the world so as to permit the emergence of political and social conditions in which free institutions can exist.

George Marshall, Secretário de Estado dos Estados Unidos, ao lançar o programa de recuperação econômica da Europa

(Cambridge, Harvard Memorial Church, 5 de junho de 1947)

8.1  A Governança Global em Transição

A governança mundial pode ser examinada: de um lado, em termos sistêmicos, isto é, segundo os temas ou áreas em torno dos quais os atores internacionais se agrupam para discutir e implementar medidas de coordenação, de cooperação ou de integração; e, de outro lado, em termos institucionais, ou seja, em função das organizações, mecanismos e “ferramentas” através dos quais os atores organizam os debates, conduzem as negociações com vistas a um acordo e implementam, depois, suas decisões. A governança pode, assim, ser definida tanto em termos de processo (e de procedimentos negociadores), quanto do ponto de vista dos resultados práticos.

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Medium 9788521626435

3 Due diligence contábil

VALENTE, Paulo Gurgel (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

3

Due diligence contábil

Érico Luiz Canarim

003Valente.indd 69

14/04/14segunda-feira 18:56

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  Capítulo 3

3.1 INTRODUÇÃO

Os trabalhos de apoio a transações de aquisição ou venda de participações societárias de empresas, internacionalmente denominado due diligence, requerem profissionais especializados em diversas áreas, tais como: contadores, economistas, advogados, engenheiros, administradores, atuários etc. O auditor independente, que no Brasil é obrigatoriamente um bacharel em ciências contábeis, é um entre os diversos especialistas contratados pelas partes (players) para assessorar e dar suporte técnico à possível transação no ponto de vista contábil e financeiro. Geralmente, um dos profissionais contratados pelos players é designado para dirigir, coordenar e centralizar os serviços dos demais especialistas.

A título de exemplo, relacionamos a seguir os serviços comumente requeridos e executados em uma due diligence: a. Aplicação de procedimentos de auditoria preestabelecidos em uma revisão limitada de demonstrações contábeis, em data-base selecionada para a transação; b. Compilação de informações de caráter contábil, fiscal, financeiro, operacional e organizacional; c. Levantamento físico de ativos e avaliação dos bens a preços de custo, de mercado ou de liquidação; d. Investigação da titularidade de imóveis e da existência de ônus sobre os ativos contabilizados; e. Análise de contratos em vigor, relativamente a prazos, juros e encargos contratuais e, em particular, possibilidade de vencimento antecipado em caso de transferência de participações societárias; f. Pesquisa sistemática de possíveis litígios de natureza fiscal, trabalhista, previdenciária, comercial etc., e elaboração de estimativa das contingências;

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Medium 9788522478026

4 Conceito de Perícia Contábil

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Conceito de Perícia Contábil

4.1  Fundamentos lógicos

O conceito de perícia contábil que podemos aqui deduzir liga-se, necessariamente, àquele conceito geral de perícia que formulamos no início deste estudo.

Assim o dizemos porque perícia é sempre perícia, seja qual for sua espécie ou natureza, de modo que sua adjetivação busca identificar, na expressão composta, qual a natureza da matéria sobre a qual recairá, combinada com a profissão que detém a prerrogativa de atuar na área em que a matéria se insere.

Exemplificando, podemos verificar, pela evidência empírica, que, para a perícia que examina a autenticidade de letra ou assinatura (no caso a matéria básica), a profissão que estuda, analisa e desenvolve técnicas a respeito do assunto

é a de grafotécnico. Nada mais natural, portanto, do que identificar esta perícia como sendo a perícia grafotécnica.

Nos casos em que o objeto da perícia recai sobre a constatação ou avaliação de potenciais agentes capazes de ter provocado ou vir a provocar doenças, sequelas ou riscos à saúde, nada mais correto do que utilizar os serviços dos exercentes da profissão que detêm a prerrogativa de cuidar, estudar, sanar ou tratar as doenças, ou seja, a de médico. Lógico, assim, que intitulemos a perícia como perícia médica.

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Medium 9788597014075

6 - Projeto de processos

SLACK, Nigel; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert Grupo Gen PDF Criptografado

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PROJETO DE PROCESSOS

INTRODUÇÃO

No Capítulo 1, descrevemos como toda a produção consiste em uma coleção de processos (embora esses processos possam ser chamados de “unidades” ou “departamentos”) que se interconectam para formar uma rede interna.

Cada um dos processos atua como uma versão menor da operação completa da qual eles fazem parte, e os recursos transformados fluem entre eles.

Também definimos processo como “um arranjo de recursos e atividades que transformam inputs em outputs que satisfazem as necessidades do cliente (interno ou externo). Esses são os “blocos de montagem” de todas as operações e, como tal, desempenham um papel vital no modo como a produção opera.

É por isso que o projeto de processos é tão importante. A menos que seus processos individuais sejam bem projetados, uma operação não funcionará por completo tão bem quanto poderia. E os gerentes de produção estão na linha de frente que define como os processos são projetados. De fato, todos os gerentes de produção são “projetistas”. Quando compram ou rearranjam a posição de um equipamento ou quando mudam o modo de trabalho em um processo, trata-se de uma decisão de projeto porque afeta o formato e a natureza física de seus processos, bem como seu desempenho. Este capítulo examina o projeto de processos. A Figura 6.1 mostra onde esse tópico situa-se dentro do modelo global de administração da produção.

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Medium 9788597021226

Deveres profissionais

DE SÁ, Antônio Lopes Grupo Gen ePub Criptografado

Todas as capacidades necessárias ou exigíveis para o desempenho eficaz da profissão são deveres éticos.

Sendo o propósito do exercício profissional a prestação de uma utilidade a terceiros, todas as qualidades pertinentes à satisfação da necessidade, de quem requer a tarefa, passam a ser uma obrigação perante o desempenho.

Logo, um complexo de deveres envolve a vida profissional, sob os ângulos da conduta a ser seguida para a execução de um trabalho.

Esses deveres impõem-se e passam a governar a ação do indivíduo perante seu cliente, seu grupo, seus colegas, a sociedade, o estado1 e especialmente perante sua própria conformação mental e espiritual.

Distinguem-se, pois, os valores nas tarefas e também a importância destas em face da conduta humana observável perante a execução.

No dizer de Simpson, tais distinções, por si sós, já seriam suficientes para a consideração científica do estudo da questão.2

Uma vez eleito o trabalho que desempenhará com habitualidade, o ser se compromete com todo um agregado de deveres éticos, pertinentes e compatíveis com a escolha da tarefa a ser desempenhada.

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Medium 9788521625018

PARTE II - O atual cenário das PPPs no setor de saúde pública no Brasil: potencialidades, desafios e as primeiras experiências em âmbito estadual

OLIVEIRA, Gesner; OLIVEIRA FILHO, Luiz Chrysostomo de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

O atual cenário das

PPPs no setor de saúde pública no

Brasil: potencialidades, desafios e as primeiras experiências em

âmbito estadual1

TOMAS ANKER

BRUNO RAMOS PEREIRA2

Introdução

Este artigo descreve um conjunto de percepções que derivam, sobretudo, de um exercício de sistematização realizado em virtude de um seminário em que se comemorou os dois anos de funcionamento do Hospital do Subúrbio, em

Salvador, que é a iniciativa pioneira de parceria públicoprivada (PPP) em saúde no Brasil.

Após quase dez anos da promulgação da Lei Federal no 11.079/04, também conhecida como “Lei das PPPs”,

  Este artigo reflete tão somente as visões e opiniões dos autores e não representa necessariamente as visões e opiniões das instituições as quais os autores estão vinculados.

2

  Os autores agradecem à Secretária de Saúde e à Unidade de PPP do Estado da

Bahia pelo convite para o seminário que comemorou os dois anos de funcionamento do Hospital do Subúrbio, pelas reflexões elaboradas a partir desse evento.

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Medium 9788597017649

TÍTULO VIII – DA JUSTIÇA DO TRABALHO

OLIVEIRA, Aristeu de Grupo Gen PDF Criptografado

Art. 642-A

REFORMA TRABALHISTA – CLT E LEGISLAÇÃO COMPARADAS

funcionarem Tribunais Regionais do Trabalho, pela Procuradoria da Justiça do Trabalho, e, nas demais localidades, pelo Ministério Público Estadual, nos termos do Decreto-Lei

960, de 17 de dezembro de 1938.

Parágrafo único. No Estado de São Paulo a cobrança continuará a cargo da Procuradoria do Departamento Estadual do Trabalho, na forma do convênio em vigor.

TÍTULO VII-A

DA PROVA DE INEXISTÊNCIA DE DÉBITOS TRABALHISTAS

(TÍTULO ACRESCIDO PELA LEI 12.440/2011).

Art. 642-A. É instituída a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT), expedida gratuita e eletronicamente, para comprovar a inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho. (Caput acrescido pela Lei 12.440/2011)

§ 1º O interessado não obterá a certidão quando em seu nome constar: (§ 1º acrescido pela Lei 12.440/2011)

I – o inadimplemento de obrigações estabelecidas em sentença condenatória transitada em julgado proferida pela Justiça do Trabalho ou em acordos judiciais trabalhistas, inclusive no concernente aos recolhimentos previdenciários, a honorários, a custas, a emolumentos ou a recolhimentos determinados em lei; ou (Inciso I acrescido pela Lei

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Medium 9788597013306

Capítulo 21 - Gestão por competências

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru; NOHARA, Irene Patrícia Grupo Gen PDF Criptografado

C AP ÍTU LO 21

Gestão por competências

PERCURSO DO CAPÍTULO

COMPETÊNCIAS E

GESTÃO DE PESSOAS

QUE SÃO

COMPETÊNCIAS?

LIMITAÇÕES

DA IDEIA

DE COMPETÊNCIA

DOMÍNIOS DE

APRENDIZAGEM

ESCOLA FRANCESA

DOS SABERES

ATITUDES

APTIDÕES E

HABILIDADES

CONHECIMENTOS

GRADUAÇÃO DAS

COMPETÊNCIAS

MODELOS DE

COMPETÊNCIAS

EXEMPLOS DE

COMPETÊNCIAS

APRENDIZAGEM E

DESENVOLVIMENTO

DE COMPETÊNCIAS

OBJETIVOS

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar as seguintes ideias:

■■ Importância das competências nos processos da gestão de pessoas.

■■ Componentes das competências: conhecimentos, habilidades e atitudes.

■■ Os saberes da escola francesa das competências.

■■ Graduação das competências de acordo com o grau de proficiência das pessoas.

■■ Modelos de ensino-aprendizagem e estilos de aprendizagem que influenciam o desenvolvimento das competências.

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