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Medium 9788520415061

4. O negócio da hospitalidade: uma história social

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

4

O negócio da hospitalidade: uma história social

John K. Walton

Departamento de Estudos Históricos e

Críticos da Universidade de

Lancashire Central

Assuntos-chave:

Desenvolvimento do comércio e das viagens

Dissensão e controle

Regulamentação dos excessos

Comer e viajar por lazer

Em busca da hospitalidade

A hospitalidade comercial tem suas raízes no provimento aos viajantes, através do mercado, das necessidades básicas de alimentos, bebidas, abrigo e repouso. De diversos modos e em diferentes cenários, ornou-se esse núcleo de serviços com a provisão de (por exemplo) opções médicas, sexuais e de entretenimento aos clientes. Todas essas características da hospitalidade percorreram um longo caminho, fluíram e refluíram ao longo do tempo, e variaram de lugar para lugar.

Este capítulo examina a origem da hospitalidade comercial no cenário britânico, dando a devida atenção à exportação e à importação de idéias e práticas como resposta aos fluxos internacionais de viagens e investimentos. Pesquisa os temas-chave desde os tempos medievais, enfocando o que é permanente nas mudanças e resistindo à tentação de ver a história como progresso rumo a um estado ideal, que, habitualmente, avizinha-se de modo perturbador às circunstâncias atuais.

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Medium 9788520429426

As regras da Google

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

As regras da Google

Novo Relacionamento

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Dell Hell, o inferno da Dell

Seu pior cliente é seu melhor amigo

Seu melhor cliente é seu parceiro

Dê controle às pessoas e nós o usaremos

Antes de passarmos às leis da Google, permita-me começar com minha própria primeira lei, aprendida na internet: dê controle às pessoas e nós o usaremos. Não dê e você nos perderá.

Essa é a regra essencial da nova era. Antes, os poderosos – empresas, instituições e governos – acreditavam estar no controle, e realmente estavam. Mas não estão mais. Agora a internet nos permite falar para o mundo, organizar nossa vida, encontrar e disseminar informações, desafiar os métodos antigos, reassumir o controle.

Evidentemente, nós queremos estar no controle. Quando é que você não quer estar no controle de seu trabalho, empresa, casa, tempo e dinheiro? É a sua­vida. Por que você cederia o controle a outra pessoa se não fosse obrigado a isso?­ E, depois de perdê-lo, não o pegaria de volta se tivesse oportunidade?

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Medium 9788520433256

9. O ponto de venda do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

9

O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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Medium 9788520433256

7. O produto, fruto de sua ideia

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

7

O produto, fruto de sua ideia

Objetivos deste capítulo

Demonstrar a importância do desenvolvimento do conceito do produto.

Definir as prioridades no planejamento do lançamento de um produto, como estimativa de demanda.

Desenvolvimento do projeto do produto, desenhos, listas de materiais e processos de produção.

Apresentar os testes necessários para colocar um produto no mercado.

Demonstrar as diversas estratégias competitivas para enfrentar o mercado em todas as fases do ciclo de vida do produto.

Visão conceitual de produtos no mercado

Buscando os meios e as opções disponíveis que possam satisfazer ao seu desejo, os quais convencionou-se chamar de produtos, o homem atribui a cada um deles um

“Um produto é tudo aquilo capaz de satisfazer a um desejo.”

Philip Kotler

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valor, na razão direta da possibilidade de suprir e atender com maior ou menor satisfação ao seu desejo.

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Medium 9788520431092

6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

6

Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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Medium 9788520431092

8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

8

Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Medium 9788520430972

Anexo 1 – Formulário de Informações Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 1

Formulário de Informações

Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES PRELIMINARES

1. Como surgiu a ideia de montar a empresa?

2. Por que procurou a Incubadora de Empresas?

3. De onde vem o desejo de ser dono de seu próprio negócio?

4. Quem são os sócios da empresa? Por que eles foram escolhidos?

5. Quais são os propósitos iniciais da empresa, ou quais eram na época da fundação?

(público-alvo que se pretende atingir, necessidades a serem atendidas etc.)

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

6. Como as oportunidades de negócio foram identificadas? (por meio de pesquisas de mercado, observações dos sócios, conversas com clientes potenciais etc.)

7. Quais fatos foram importantes no desenvolvimento da empresa? (aquisição de equipamentos, lançamento de produtos, parcerias com instituições, participação em feiras, incorporação de outras empresas, participação em eventos, clientes importantes conquistados etc.)

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Medium 9788520430972

4. Planejamento Estratégico

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Planejamento Estratégico

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Ao longo dos anos, muitas técnicas foram desenvolvidas dentro do chamado planejamento estratégico, sempre com o objetivo de formar a base de sustentação da administração estratégica. Tais técnicas ou ferramentas proporcionam uma chance maior de obter sucesso na decisão, e sua aplicação, individualmente ou em conjunto, faz com que a organização elabore um portfólio equilibrado dentro de um ambiente mutante, que permite o desenvolvimento de ações preventivas perante os riscos ocultos e as ciladas estratégicas, garantindo a sobrevivência e a rentabilidade da organização em um futuro de médio e longo prazos.

Afinal, se uma empresa conseguir prever, com razoável possibilidade de sucesso, o seu desempenho para os próximos 5 ou 10 anos, certamente ela terá uma vantagem competitiva enorme sobre seus concorrentes. As principais ferramentas são: matriz BCG, matriz de sinergia, matriz de produtos e mercados, análise de portfólio, matriz SWOT, matriz Space, análise de postura, matriz de vulnerabilidade, análise de coerência estratégica e matriz de carteira multifator.

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Medium 9788520430972

Anexo 8 – Formulário para Análise da Concorrência

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 8

Formulário para Análise da

Concorrência

1. Quais concorrentes procuram a mesma clientela-alvo da empresa?

A.

B.

C.

D.

2. Qual é o volume estimado de vendas dos concorrentes diretos citados?

A.

B.

C.

D.

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

3. Qual é a lucratividade média do setor?

4. Tabela de atributos (notas de 0 a 10) para os produtos da concorrência e os da empresa.

Percepção dos clientes

Empresa

Concorrentes

A

B

C

D

Durabilidade

Desempenho

Satisfação das necessidades

Comodidade da embalagem

Imagem da empresa

Preço visto pelos clientes

Facilidade de compra

Horários de atendimento

Assistência técnica

Design/ apresentação

Fidelidade dos clientes

Atendimento aos clientes

Compromisso social

Questões ambientais

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Medium 9788520416624

Prefácio

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Prefácio

Macroeconomia estuda os fenômenos econômicos vistos de forma agregada. Analisa as tendências econômicas gerais, de modo a tirar conclusões sobre questões relacionadas ao crescimento econômico, à estabilidade ou à instabilidade desse crescimento, à inflação e às causas do desemprego, entre outras. Os economistas, entretanto, não pensam da mesma maneira sobre esses e outros assuntos econômicos e este livro tem o propósito de apresentar os motivos dos desacordos entre eles e permitir a você formar sua própria opinião a respeito.

A s diferenças de visão entre os economistas resultam de teorias e conclusões teóricas distintas. Vamos estudar os pontos mais importantes de três visões econômicas – neoclássica, keynesiana e marxista – para que você saiba por que os economistas divergem sobre temas atuais

XI

Noções de Macroeconomia

como globalização econômica, desemprego, blocos regionais, inflação e planos de estabilização de preços.

O texto está dividido em cinco capítulos. O primeiro mostra como os economistas analisam a atividade produtiva: se acreditam que a situação normal é de estabilidade ou instabilidade do crescimento e por quê; se julgam o sistema de mercado regulador da atividade econômica.

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Medium 9788520435816

Parte III – Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

PA R T E I I I

Associações, empresas e/ou indústrias promotoras de eventos e estratégias para o desenvolvimento de eventos

CAPÍTULO

4

A estrutura jurídica das organizações promotoras de eventos

As organizações promotoras de eventos possuem papel fundamental no planejamento da atividade, pois é com base na estrutura jurídica dessas organizações que as características dos eventos são definidas.

De acordo com a estrutura jurídica, as organizações promotoras de eventos podem ser classificadas em associações, indústrias ou empresas.

Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas –

Sebrae/MG, “as associações, em um sentido amplo, são qualquer iniciativa formal ou informal que reúne pessoas físicas ou outras sociedades jurídicas com objetivos comuns, visando superar dificuldades e gerar benefícios para os seus associados”.

Com base nesse conceito, pode-se dizer que, formalmente, uma associação é uma forma jurídica de legalizar a união de pessoas em torno de seus interesses e que sua constituição permite a construção de condições maiores e melhores do que as que os indivíduos teriam isoladamente para a realização dos seus objetivos.

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Medium 9788520416624

Glossário

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Glossário

Área de Livre Comércio: Integração entre países em que há acordo e onde todas as tarifas são eliminadas dentro do bloco.

Área de Tarifas Preferenciais: Integração entre países em que há acordo de tarifas menores para países do bloco em transações entre eles.

Balanço de Pagamentos: Registro de todas as transações de um país com o exterior.

Bens finais: Não utilizados na produção de outros bens.

Bens intermediários: Utilizados na produção de outros bens.

Capital: Máquinas, equipamentos, ferramentas, instalações, ou dinheiro para comprá-los.

Conflito distributivo: Conflito entre vários participantes (p.ex., capitalistas e trabalhadores) por parte maior da renda total da economia.

Desutilidade: Falta de utilidade, perda de utilidade.

Eficiência Marginal do Capital: Rentabilidade esperada do investimento.

Fatores de produção: É o que se utiliza na produção: trabalho, capital, terra e recursos naturais.

Fluxo circular de renda: fluxo de rendimentos recebidos pelas famílias

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Medium 9788520415061

11. O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

11

O humor nos ambientes da hospitalidade comercial

Stephen Ball

Escola de Administração de Lazer e

Alimentos, Universidade de

Sheffield Hallam

Keith Johnson

Departamento de Administração de Hospitalidade e Turismo, Universidade

Metropolitana de Manchester

Assuntos-chave:

• A definição de humor

• O humor, a hospitalidade e a assistência

• O humor intencional

• O humor não intencional

Em busca da hospitalidade

”O que é hospitalidade?”. Esta foi uma pergunta estudada e veementemente debatida por professores universitários seniores do

Reino Unido nos foros de estudo da hospitalidade durante os últimos anos do segundo milênio (Lashley, 1999). As definições prévias relativas à hospitalidade excluíam qualquer referência direta ao humor. Na melhor das hipóteses, a conexão entre humor e hospitalidade só podia ser deduzida por associações indiretas, envolvendo determinados aspectos, como hospitalidade e amizade, e de acordo com o papel que o humor desempenha em aumentar o bem-estar recíproco das partes envolvidas na provisão de comida e/ou bebida e/ou acomodação. A ignorância em relação ao humor é um tanto surpreendente, já que o humor pode, em certas circunstâncias, ser considerado um elemento importante da hospitalidade e estar abundantemente presente na indústria da hospitalidade e em outros contextos nos quais ela é proporcionada.

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Medium 9788520436561

Introdução

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

INTRODUÇão

O

ato de recepcionar faz parte do dia a dia de qualquer pessoa que vive em sociedade. Envolve desde situações profissionais, como receber e atender clientes, fornecedores, concorrentes em um escritório, até receber e entreter convidados em uma festa familiar. Mas, para que essa atividade seja revestida de cunho profissional, são necessárias algumas regras de tratamento e postura.

O serviço de recepção em eventos, como em qualquer outra atividade, é o

“cartão de visita”, isto é, o primeiro contato do participante, das autoridades, dos convidados, dos prestadores de serviços e demais envolvidos com o evento. Esse acolhimento representa a conduta dos esforços anteriores despendidos pelo promotor e organizador de eventos para oferecer bom atendimento e serviços a todo segmento de público participante do evento. Portanto, é no comportamento e no desempenho dos profissionais de recepção que todo o planejamento de um evento poderá ter maior ou menor êxito durante a sua realização.

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Medium 9788520436363

11. Orçamento empresarial: uma ferramenta de apoio à decisão

Antônio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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Orçamento empresarial: uma ferramenta de apoio à decisão

Allan Komatsu Ferreira

Antonio Carlos Aidar Sauaia

INTRODUÇÃO

Em mercados competitivos e sujeitos à incerteza, um dos recursos para enfrentar as constantes mudanças do ambiente macroeconômico e do microeconômico são as ferramentas financeiras de planejamento. O objetivo deste estudo foi verificar a aplicabilidade da ferramenta orçamento empresarial para agilizar a tomada de decisões, agregando ao processo maior clareza e objetividade. O referencial teórico abordou a tomada de decisão, o planejamento financeiro baseado no orçamento empresarial, em um jogo de empresas como método experimental. A elaboração do orçamento foi feita conforme o esperado. Apesar da execução não ter sido realizada em sua plenitude, os resultados obtidos durante o jogo de empresas permitem afirmar que o uso do orçamento traria benefícios durante o processo de decisão, garantindo aos gestores maior foco e agilidade, além de melhores resultados. O orçamento exigiu conhecimento especializado dos gestores e, apesar de trabalhoso ao implantar e operar, poderia trazer agilidade à tomada de decisão, propiciando análises recorrentes mais ágeis e precisas, favorecendo um desempenho superior. O uso dessa ferramenta no laboratório de gestão parece ter promovido maior contato dos gestores com os conceitos associados, permitindo a prática da teoria sobre orçamento empresarial.

O estudo de planejamento e controle financeiro, com foco na elaboração e execução de uma peça orçamentária, é um tema de crescente im-

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