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3. Um plano de negócio

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Um plano de negócio

O

termo em inglês business plan passou a ser traduzido e utilizado no

Brasil como plano de negócio ou plano de negócios. Não há explicação para o motivo da palavra business1 ser mais traduzida para o português na sua forma plural (negócios). O fato é que plano de negócios é muito mais utilizado do que plano de negócio. Mas o que é observado na maioria das situações é o planejamento de um negócio e não de vários negócios; por essa razão, neste livro, é utilizado o termo plano de negócio2.

Se você entender que um negócio possui propósitos específicos (lucros, continuidade e significado) e que os gestores desses negócios têm expectativas diferentes a respeito desses propósitos (sobrevivência, estilo de vida, crescimento organizado e crescimento agressivo), é possível discutir se esses gestores tendem a elaborar estratégias para os seus negócios ou não. Isso pode ser feito intuitiva e informalmente, como pregam os defensores da Escola Empreendedora de estratégia. Nesse caso, a estratégia está dentro da cabeça do dono da empresa, mas ela também pode ser induzida, organizada, documentada e gerenciada, como afirmam os autores das Escolas do Planejamento Formal da estratégia.

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Apêndice 3 – Quanto vale o seu negócio?

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Apêndice

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Quanto vale o seu negócio?

ma das informações que o empreendedor precisa ter no momento de buscar um investidor, mesmo que seja apenas uma noção, é o valor do seu negócio. Se você quer ter um sócio, precisa saber qual participação acionária pretende vender e por quanto. Na verdade, precisa determinar um intervalo de valores máximos e mínimos, porque a negociação com o investidor pode ser mais complexa do que você imagina.

Quanto vale a sua empresa? Essa é uma pergunta difícil de responder.

É possível saber o preço de um copo de água, de um quilo de tomate, de um sabonete e o preço de uma ação de uma grande mineradora, porque há referências de preço de mercado. Mas quando falamos de um carro usado, de um terreno ou de um edifício, mesmo havendo algumas referências de preço de mercado, esses itens precisam ser avaliados, porque têm carac­ terísticas únicas e, portanto, preços diferentes de outros carros usados da mesma marca e ano, de outros terrenos e edifícios na mesma rua.

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7. O produto, fruto de sua ideia

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O produto, fruto de sua ideia

Objetivos deste capítulo

Demonstrar a importância do desenvolvimento do conceito do produto.

Definir as prioridades no planejamento do lançamento de um produto, como estimativa de demanda.

Desenvolvimento do projeto do produto, desenhos, listas de materiais e processos de produção.

Apresentar os testes necessários para colocar um produto no mercado.

Demonstrar as diversas estratégias competitivas para enfrentar o mercado em todas as fases do ciclo de vida do produto.

Visão conceitual de produtos no mercado

Buscando os meios e as opções disponíveis que possam satisfazer ao seu desejo, os quais convencionou-se chamar de produtos, o homem atribui a cada um deles um

“Um produto é tudo aquilo capaz de satisfazer a um desejo.”

Philip Kotler

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valor, na razão direta da possibilidade de suprir e atender com maior ou menor satisfação ao seu desejo.

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9. O ponto de venda do seu produto

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O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

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Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Anexo 1 – Formulário de Informações Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

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Anexo 1

Formulário de Informações

Preliminares para a Elaboração do Plano de Negócios

FORMULÁRIO DE INFORMAÇÕES PRELIMINARES

1. Como surgiu a ideia de montar a empresa?

2. Por que procurou a Incubadora de Empresas?

3. De onde vem o desejo de ser dono de seu próprio negócio?

4. Quem são os sócios da empresa? Por que eles foram escolhidos?

5. Quais são os propósitos iniciais da empresa, ou quais eram na época da fundação?

(público-alvo que se pretende atingir, necessidades a serem atendidas etc.)

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

6. Como as oportunidades de negócio foram identificadas? (por meio de pesquisas de mercado, observações dos sócios, conversas com clientes potenciais etc.)

7. Quais fatos foram importantes no desenvolvimento da empresa? (aquisição de equipamentos, lançamento de produtos, parcerias com instituições, participação em feiras, incorporação de outras empresas, participação em eventos, clientes importantes conquistados etc.)

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Anexo 8 – Formulário para Análise da Concorrência

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Anexo 8

Formulário para Análise da

Concorrência

1. Quais concorrentes procuram a mesma clientela-alvo da empresa?

A.

B.

C.

D.

2. Qual é o volume estimado de vendas dos concorrentes diretos citados?

A.

B.

C.

D.

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

3. Qual é a lucratividade média do setor?

4. Tabela de atributos (notas de 0 a 10) para os produtos da concorrência e os da empresa.

Percepção dos clientes

Empresa

Concorrentes

A

B

C

D

Durabilidade

Desempenho

Satisfação das necessidades

Comodidade da embalagem

Imagem da empresa

Preço visto pelos clientes

Facilidade de compra

Horários de atendimento

Assistência técnica

Design/ apresentação

Fidelidade dos clientes

Atendimento aos clientes

Compromisso social

Questões ambientais

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4. Planejamento Estratégico

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Planejamento Estratégico

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Ao longo dos anos, muitas técnicas foram desenvolvidas dentro do chamado planejamento estratégico, sempre com o objetivo de formar a base de sustentação da administração estratégica. Tais técnicas ou ferramentas proporcionam uma chance maior de obter sucesso na decisão, e sua aplicação, individualmente ou em conjunto, faz com que a organização elabore um portfólio equilibrado dentro de um ambiente mutante, que permite o desenvolvimento de ações preventivas perante os riscos ocultos e as ciladas estratégicas, garantindo a sobrevivência e a rentabilidade da organização em um futuro de médio e longo prazos.

Afinal, se uma empresa conseguir prever, com razoável possibilidade de sucesso, o seu desempenho para os próximos 5 ou 10 anos, certamente ela terá uma vantagem competitiva enorme sobre seus concorrentes. As principais ferramentas são: matriz BCG, matriz de sinergia, matriz de produtos e mercados, análise de portfólio, matriz SWOT, matriz Space, análise de postura, matriz de vulnerabilidade, análise de coerência estratégica e matriz de carteira multifator.

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6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

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Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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6. Análise de Mercado

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Análise de Mercado

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O plano de negócios tem dois propósitos básicos: demonstrar o autoconhecimento da empresa e demonstrar seu conhecimento sobre o ambiente onde está inserida. A análise do mercado diz respeito ao conhecimento da empresa sobre o seu ambiente externo e as inter-relações com esse ambiente; além disso, ela fornecerá subsídios para o plano de marketing.

A análise de mercado é uma forma de conhecer o mercado, avaliando de forma sistemática o ambiente onde o produto/serviço da empresa está inserido. O mercado é composto pelos concorrentes, pelos fornecedores e sobretudo pelos clientes. A definição do mercado passa necessariamente por: análise da indústria/setor, descrição do segmento de mercado, análise swot do produto/serviço e análise da concorrência.

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Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Análise do setor de mercado

A análise do setor de mercado deve apresentar dados referentes ao tamanho, ao índice de crescimento e à estrutura do setor de mercado em que a empresa atua ou atuará. O passo inicial envolve a coleta de informações sobre o setor em que a empresa pretende atuar, o que poderá ser feito com auxílio de pesquisa de campo, entrevistas com outros empresários do setor, consulta às entidades de classe vinculadas ao setor, consulta a governos estaduais, municipais e até mesmo federal, consulta a entidades especializadas em estatísticas ou que mantenham banco de dados com informações do mercado, tais como ibge,

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Apêndice 2 – O que é capital de risco

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Apêndice

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O que é capital de risco

S

e você tem interesse em captar recursos de investidores de capital de risco, antes de iniciar o processo, é preciso entender o que é isso e como funciona. A primeira coisa que você precisa saber é que há uma certa confusão no uso dos termos no mercado de investimento de capital de risco, começando pelo capital de risco. Em princípio, todo investimento de capital (dinheiro) envolve risco. Este, para o investidor, pode variar de uma situação em que ele não recebe o retorno esperado e chega à perda de todo o capital investido, podendo ainda, para complicar, ser acionado judicialmente para cobrir eventuais perdas associadas ao investimento feito. Para minimizá-lo, principalmente dessa última situa­ção mencionada, investidores brasileiros de capital de risco no Brasil têm optado pela estrutura de fundos de investimentos regulamentados pela CVM, que exige práticas padronizadas de transparência e gestão profissional, além de oferecer uma proteção maior para o quotista (investidor) do fundo de capital de risco. Mas, mesmo assim, muitos profissionais que atuam na

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6. O cliente, seu novo patrão

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O cliente, seu novo patrão

Objetivos deste capítulo

Permitir a compreensão das diferenças entre percepção e satisfação do cliente.

Demonstrar como funciona o processo de compra sob o ponto de vista do consumidor.

Apresentar as ações do processo de pós-venda.

Apontar os cuidados a serem tomados para não virar empregado e patrão ao mesmo tempo.

Você também acha que montar seu próprio negócio é viver sem patrão?

A resposta para essa pergunta não é nenhuma novidade. Se alguém fizer uma pesquisa com todos os empreendedores do Brasil, a resposta será unânime: sim. Porém, para a sua surpresa, você terá sim um patrão, ou melhor, vários patrões. Ou, melhor ainda, você terá uma categoria especial de patrões. Ao contrário de todos os outros que você já deve ter tido em sua vida, deste, você ficará atento aos movimentos todos os minutos de seus dias. Seu novo patrão será seu cliente.

De um cirurgião, você espera precisão e firmeza quando ele faz uso do bisturi para a incisão que abre caminho para uma operação bem-sucedida. Você também, antes de se lançar ao mercado, terá que ter claro para si quem são seus consumidores em potencial, para poder tomar decisões com precisão e firmeza.

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5. Posicionamento estratégico de mercado

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Posicionamento estratégico de mercado

Objetivos deste capítulo

Definir posicionamento de mercado.

Salientar a importância do planejamento a médio e longo prazos.

Apresentar as vantagens e desvantagens dos mercados com grande potencial de crescimento.

Demonstrar como se pode extrair o potencial máximo de uma ideia.

Demonstrar a necessidade de inovar continuamente tanto os produtos como os processos e os modelos de negócio.

Por que alguém compraria seu produto?

Você já participou de uma pescaria? Se for um pescador experiente, talvez já tenha se comportado da forma descrita a seguir. Caso não seja, siga estas dicas: inicialmente, deve-se procurar um trecho do rio ou do oceano onde exista a maior concentração de peixes; de preferência, um local onde não existam outros pescadores por perto, e somente após ter encontrado o local para pescar é que se organiza e seleciona as iscas, prepara os anzóis e lança a linhada.

Por analogia, para identificar oportunidades de negócio para o seu empreendimento, você deverá procurar aquele trecho de mercado em que poderá encontrar a

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8. Definindo o preço do seu produto

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Definindo o preço do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é preço e qual a sua relação com o mercado.

Estabelecer o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão de preços no mercado

O preço pode ser conceituado como a expressão monetária do valor de um bem

(produto ou serviço), ou, ainda: o preço é o valor que o cliente em potencial está disposto a pagar no ato da compra.

Analisando os compêndios sobre o assunto, você poderá distinguir quatro aspectos essenciais, que norteiam o critério de determinação de preço.

O custo

É preciso considerar que o custo dos seus produtos deve englobar todos os seus componentes, como: pesquisa, desenvolvimento, matérias-primas, industrialização, embalagem, rotulagem, mão de obra, propaganda, promoção de vendas, distribuição, impostos, taxas, administração, desperdícios, encargos sociais etc.

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4. Um casamento de sonho

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Um casamento de sonho

Renata Cajuela Pastorelli

Introdução

Este capítulo tem como objetivo auxiliar e facilitar a preparação de um casamento, desde uma simples recepção até uma grande festa, passando por todas as etapas do planejamento, o que é necessário fazer e quanto tempo antes do casamento é melhor pesquisar e contratar os profissionais.

É apresentado também o passo a passo do planejamento para que os noivos não esqueçam nenhum detalhe e para que nem tudo fique para a última hora, a fim de que esse momento único e muito especial na vida do casal torne-se inesquecível.

Conceitos

Antes de falar sobre o casamento, trataremos rapidamente do noivado. Este já foi muito diferente, com direito a pedido formal, quando o noivo pedia para o pai da noiva sua mão em casamento. Atualmente os casais conversam e resolvem se casar; o pedido é feito por meio de surpresa ou presente e, depois, só comunicam família e os amigos a decisão tomada. Tudo começa com o noivado. É a partir dele que o planejamento e os preparativos do casamento serão feitos.

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