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Medium 9788520430972

10. Conclusões

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Conclusões

10

Este livro apresenta um método para elaborar o plano de negócios.

Esse método envolve a análise ambiental da possibilidade de aplicação nas micro e pequenas empresas, principalmente em relação ao planejamento estratégico, no qual a avaliação de fatores intangíveis exige grande dose de bom senso. Até então, isso somente podia ser executado com sucesso nas médias ou grandes organizações, onde as orientações para o direcionamento do negócio são concluídas a partir da execução de reuniões de brainstorm, com a participação de vários executivos especializados em diversos assuntos de interesse estratégico para a organização.

O modelo aqui apresentado permite transformar os fatores da análise estratégica, tidos como intangíveis, em indicadores numéricos, possibilitando que o planejamento possa ser realizado com sucesso sob o ponto de vista de apenas uma pessoa, em geral o empreendedor de uma empresa nascente, conforme demonstrado nos estudos de caso apresentados nos anexos.

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Medium 9788520433256

11. Diagnosticando seu empreendimento

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

11

Diagnosticando seu empreendimento

Objetivos deste capítulo

Demonstrar de maneira prática e rápida como planejar a sua empresa.

Demonstrar a elaboração de um estudo de viabilidade técnica e econômica – EVTE.

Demonstrar a elaboração de uma análise de riscos.

Realizar o primeiro estudo de Planejamento Estratégico.

Que rumo dar ao empreendimento?

A maior parte das empresas inicia suas atividades sem uma análise do mercado em que ela pretende atuar e, o que é pior, sem formular uma estratégia de operação. É como se um avião decolasse para uma viagem sem um plano de voo definido. Em

700 a.C., o filósofo Sêneca já dizia: “Para um barco que não sabe para que porto vai qualquer vento lhe será favorável”.

Muitas das grandes empresas sucumbiram ao longo do tempo por falta de planejamento estratégico, ou seja, por falta de pensar no futuro. Por exemplo:

197

Book 2.indb 197

5/30/14 6:49 PM

1. A Panam faliu por não perceber que a maior parte de suas receitas vinha do correio aéreo e, com a invenção do fax, esta receita reduziu-se a tal ponto que a companhia ficou inviável.

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Medium 9788520430972

Anexo 11 – Plano de Negócios para uma Empresa de Serviços

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 11

Plano de Negócios para uma

Empresa de Serviços

Book 1.indb 367

1/13/16 15:06

368

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

SOLARIS CONSULTING S/C

Praça Gaspar Ricardo, 50 – Box 11 – Centro

CEP: 13300-000 – Itu – SP

Tel: (11) 4022-4216

PLANO DE NEGÓCIOS

Elaborado por Luiggi Biaggioni

Agosto/2002

N. 001/Edição 01

Nota: os dados apresentados neste estudo de caso são reais; porém, por questão de confidencialidade, foi criada uma denominação fictícia para a empresa e seu endereço, bem como para seus sócios.

Book 1.indb 368

1/13/16 15:06

Anexo 11

369

Índice

Sumário executivo ........................................................................................................................................

1. Descrição da empresa ..........................................................................................................................

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Medium 9788520436363

2. Organização: metas, estrutura e áreas funcionais

Antônio Carlos Aidar Sauaia Manole PDF Criptografado

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Organização: metas, estrutura e áreas funcionais

METAS DA ORGANIZAÇÃO

As organizações são orientadas para melhor aproveitamento dos recursos escassos e podem perseguir metas de duas naturezas:

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■■

Orientação para resultados econômicos, com a finalidade de maximizar a riqueza de seus acionistas;

Orientação para o bem‑estar social e ambiental, apoiando as pessoas no resgate de sua dignidade como cidadãos. Mesmo essas organizações buscam maximizar sua riqueza para assegurar a sustentabilidade das metas sociais e ambientais.

O modelo econômico tradicional reconhece que uma decisão se­rá lucrativa se produzir um dos resultados a seguir (McGuigan et al., 2004, p.7):

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■■

■■

■■

Aumento de receita mais que de custos;

Redução de alguns custos mais do que aumento de outros (para receita constante);

Aumento de algumas receitas mais do que redução de outras (para custos constantes);

Redução dos custos mais que da receita.

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Medium 9788520415061

14. O trabalho na indústria da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

14

O trabalho na indústria da hospitalidade

Yvonne Guerrier

Escola de Administração Hoteleira,

Universidade de South Bank

Amel Adib

Escola de Administração Hoteleira,

Universidade de South Bank

Assuntos-chave:

• O contexto do trabalho ligado à hospitalidade

• Serviços ou servilismo: relacionamentos com os clientes

• Quem sou eu? A identidade e o trabalho ligado à hospitalidade

• A administração do funcionário da indústria da hospitalidade

357

• • •

Em busca da hospitalidade

O que faz alguém ter vontade de trabalhar na indústria da hospitalidade? Mais de cinqüenta anos de pesquisa com funcionários do setor legaram muitas e variadas imagens. Uma das imagens mais constantes é a do garçom-ator (ou co-artista), que emerge dos fundos do estabelecimento apresentando uma performance maravilhosa ao cliente.

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Medium 9788520430972

Anexo 6 – Formulário para Análise de Produtos e Serviços

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 6

Formulário para Análise de

Produtos e Serviços

1. Qual é a denominação dos produtos e dos serviços a serem oferecidos?

2. Qual é o principal tipo de material utilizado? (somente para produtos)

3. Quais são os modelos principais? (somente para produtos)

Book 1.indb 313

1/13/16 15:06

314

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

4. Quais são os tamanhos oferecidos? (somente para produtos)

5. Qual é o tipo de embalagem utilizada? (somente para produtos)

6. Qual é a classificação dos produtos? (somente para produtos)

7. Quais são as vantagens sobre o produto ou serviço dos concorrentes?

8. Por que a empresa se julga apta a fornecer esses tipos de serviços? (somente para serviços)

9. Como os serviços são fornecidos? (somente para serviços)

Book 1.indb 314

1/13/16 15:06

Anexo 6

315

10. Quem fará o trabalho? (somente para serviços)

11. Onde o serviço será realizado? (somente para serviços)

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Medium 9788520431092

6. Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

6

Eventos corporativos: encantar, aproximar, vender

Rosânia Dela Bruna

Introdução

Normalmente, quando falamos em eventos corporativos imaginamos um ambiente formal e sério. Os formatos que nos vêm à mente são: convenções, treinamentos, reuniões de negócios, de ajustes ou apresentação de metas; participações em feiras e exposições, e lançamentos de produtos. Neste capítulo, porém, pretendemos abordar um aspecto do evento corporativo que, muitas vezes, é negligenciado: atrair pelo encantamento para, então, aproximar e, consequentemente, facilitar o processo de realização de negócios.

Alguns eventos corporativos atuais, se parecem, na plástica, muito mais com eventos sociais, mas seus objetivos não se afastam um centímetro do principal motivo da existência de todas as empresas: gerar negócios.

Cada vez mais as empresas têm realizado eventos com atmosfera mais amena e relaxada, propícia ao network, ao desenvolvimento de relacionamentos com seus clientes; são os chamados “eventos de relacionamento”, que, de maneira mais descontraída, criam momentos que possibilitam a aproximação de suas equipes ou diretorias com as respectivas equipes e diretorias de seus clientes, ou seja, os mantenedores de seus negócios, seu maior capital. Não significa que os formatos mais fechados não cumpram essa função; mas como têm atmosfera mais rígida, horários definidos e programação a ser cumprida, mesmo sendo produtivos, nem sempre aproximam as pessoas na relação empresa versus cliente.

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Medium 9788520430972

Anexo 10 – Plano de Negócios para uma Empresa Comercial

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

Anexo 10

Plano de Negócios para uma

Empresa Comercial

Book 1.indb 349

1/13/16 15:06

350

Plano de Negócios – Estratégia para Micro e Pequenas Empresas

Distriplast Comercial Ltda.

Avenida dos Capixabas, 223 - Interlagos

São Paulo – SP – CEP: 05421-930

Tel: (11) 4520-1311

PLANO DE NEGÓCIOS

Elaborado por José Álvaro da Cunha

Agosto/2002

N. 001/Edição 01

Nota: os dados apresentados neste estudo de caso são reais; porém, por questão de confidencialidade, foi criada uma denominação fictícia para a empresa e seu endereço, bem como para seus sócios.

Book 1.indb 350

1/13/16 15:06

Anexo 10

351

Índice

Sumário executivo ....................................................................................................................................

1. Descrição da empresa ..........................................................................................................................

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Medium 9788520415061

15. O ensino da hospitalidade

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

Hospitalidade e administração da hospitalidade

CAPÍTULO

15

O ensino da hospitalidade

David Airey

Escola de Estudos de Administração para o Setor de Serviços,

Universidade de Surrey

John Tribe

Faculdade de Lazer e Turismo,

Universidade Chilterns de

Buckinghamshire

Assuntos-chave:

• As origens e as primeiras influências

• A oferta atual e o currículo

• O conhecimento relativo à hospitalidade

• As direções a seguir e os riscos

387

• • •

Em busca da hospitalidade

Em grande medida, de acordo com Tribe (1997), ao escrever sobre o turismo, o desenvolvimento do ensino da hospitalidade foi impulsionado por um programa de “atuação profissional”. Nesse caso, o termo atuação é usado em contrapartida à reflexão. Desse modo, um currículo de atuação profissional está enfocado na capacitação dos estudantes para atuarem ou para, nas palavras de Tribe (1999, p. 119): ”Relacionarem-se com as situações, envolverem-se com o mundo do fazer, e entregaramse ao mundo vivido”. O predomínio de restaurantes-escola, cozinhasescola e centros de treinamento profissional como parte da experiência de aprendizado dos estudantes proporciona uma evidência tangível desse enfoque. Em virtude de sua história, origens e desenvolvimento, essa ênfase no aspecto operacional não surpreende.

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Medium 9788520429426

Continuando a conversa

Jeff Jarvis Manole PDF Criptografado

Continuando a conversa

Espero que nossa conversa esteja apenas começando. Sem dúvida, você viu regras da era Google que eu ainda não percebi. Você tem correções a fazer, fatos a acrescentar, experiências para compartilhar e oportunidades a explorar.

Espero que você visite meu blog, Buzzmachine.com, para prolongar a conversa e continuar respondendo à pergunta: o que a Google faria?

A googlificação do mundo afeta não apenas empresas, setores industriais e instituições, mas também indivíduos. Ela apresenta novos meios e esperanças para você avançar na sua carreira, estilo de vida e interesses. Se quiser ser googlado e tirar vantagem dessas novas oportunidades, você precisa entender como a Google valoriza a criação, a abertura, as conexões, a exclusividade, a colaboração e a criatividade. Vou compartilhar sugestões, links e dicas para você começar a blogar, colocar links, usar o Facebook e o Flickr e muito mais no tópico “Five Steps to a Googlier You” [“Cinco passos para você se tornar mais googlado”], que você pode encontrar em Buzzmachine.com/tips.

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Medium 9788520415061

1. Para um entendimento teórico

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Para um entendimento teórico

Conrad Lashley

Escola de Administração de Turismo e

Hospitalidade, Universidade

Metropolitana de Leeds

Assuntos-chave:

• Os fundamentos para o livro

• A hospitalidade no domínio social

• A hospitalidade no domínio privado

• A hospitalidade no domínio comercial

Em busca da hospitalidade

Já há algumas décadas, tanto as universidades como as organizações da indústria nos países de língua inglesa têm usado o termo “hospitalidade” para descrever o conjunto de atividades do setor de serviços associadas à oferta de alimentos, bebidas e acomodação. Refletindo sobre as mudanças no termo usado pelos profissionais da indústria, tanto as publicações acadêmicas quanto as da indústria assumiram a idéia de que a palavra “hospitalidade” era a que melhor descrevia as atividades previamente conhecidas como hotelaria e catering. A comunidade acadêmica tem empregado cada vez mais esse termo nos títulos dos seus cursos de graduação, e, em muitos países, os educadores o têm usado para descrever sua associação profissional. Sem querer investigar a emergência dessa palavra e seu apelo para os profissionais e para os acadêmicos, isso abre um possível caminho ao estudo e à pesquisa sobre a disciplina hospitalidade, de que a disciplina hotelaria e catering não é capaz. Em outras palavras, a agenda de pesquisa e o currículo atuais ainda podem ser descritos como hotelaria e catering sob um novo nome. É de nosso ponto de vista que o tópico concernente à hospitalidade é merecedor de estudo sério e pode, possivelmente, trazer melhor informação, não só para a prática da indústria, como também para o esforço acadêmico.

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Medium 9788520416624

2. Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

Adriana Moreira Amado Manole PDF Criptografado

Capítulo 2

Moeda, Crédito e Crescimento Econômico

A análise do crédito e de seu papel no processo de desenvolvimento dos países nos remete a uma discussão mais ampla sobre o papel da moeda. Os bancos, ao estenderem o crédito, acabam exercendo um impacto significativo na oferta de moeda e na liquidez da economia.

Há enorme controvérsia em teoria econômica acerca do papel da moeda no sistema econômico e na dinâmica de acumulação. Algumas correntes afirmam que a moeda não desempenha nenhum papel na definição da trajetória de crescimento de determinada economia. Outras afirmam que não se pode compreender perfeitamente essas trajetórias sem a análise detalhada da moeda e de como os agentes econômicos se relacionam com ela a cada momento.

Um primeiro grupo de teorias trabalha com a idéia de que a moeda e o crédito não afetam o crescimento real

39

Noções de Macroeconomia

da economia, enquanto um segundo grupo observa que a moeda interfere na trajetória do crescimento econômico. Na classificação das escolas de pensamento econômico utilizada no capítulo anterior, os neoclássicos acham que a moeda não tem efeitos permanentes na atividade econômica efetiva, enquanto os keynesianos e os marxistas acreditam que tem, e afirmam que a moeda e o crédito podem ter efeitos permanentes na produção.

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Medium 9788520433256

9. O ponto de venda do seu produto

Luiz Arnaldo Biagio Manole PDF Criptografado

9

O ponto de venda do seu produto

Objetivos deste capítulo

Definir o que é ponto de venda e sua importância para o sucesso do empreendimento.

Reforçar o conceito de “elo de valor”.

Determinar a relação entre demanda, custos unitários totais, receita bruta e lucro esperado.

Apresentar as estratégias de precificação.

Visão conceitual de ponto de venda no mercado

O ponto de venda ou distribuição pode ser entendido como a combinação de agentes por meio dos quais o produto flui, desde o produtor até o consumidor final.

Se você for um empreendedor do setor industrial, dependendo da logística planejada, poderá utilizar o atacadista, o distribuidor, o varejista, o correio, uma loja própria, ou qualquer outro canal para distribuir seus produtos na praça. Mas se você for um empreendedor do setor comercial, alguns desses canais de distribuição não poderão ser utilizados, pois pode tratar-se de um fornecedor ou de um concorrente. Por exemplo, se você tiver um comércio varejista, provavelmente, terá atacadistas ou distribuidores como seus fornecedores.

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Medium 9788520415061

3. A filosofia da “hospitabilidade”

Conrad Lashley Manole PDF Criptografado

CAPÍTULO

3

A filosofia da

“hospitabilidade”

Elizabeth Telfer

Departamento de Filosofia,

Universidade de Glasgow

Assuntos-chave:

• Como ser hospitaleiro

• O bom hospedeiro

• Tipos de hóspedes

• A “hospitabilidade” como uma virtude moral

Em busca da hospitalidade

A “hospitabilidade” é o nome que se dá à característica das pessoas hospitaleiras. Evidentemente, tem a ver com a hospitalidade; assim, vamos começar por ela. Em seu significado básico, pode-se definir o termo hospitalidade do seguinte modo: é a oferta de alimentos e bebidas e, ocasionalmente, acomodação para pessoas que não são membros regulares da casa. Geralmente, aqueles que concedem hospitalidade, os anfitriões, oferecem tais coisas em suas próprias casas, partilhando seu próprio sustento com seus hóspedes. Essa idéia pode se desdobrar em vários sentidos: por exemplo, uma empresa proporciona hospitalidade se fornece alimentos e bebidas aos visitantes. Mas, a idéia central do conceito envolve a partilha da própria casa e a provisão de terceiros.

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Medium 9788520431092

5. Festa infantil: da expectativa ao sucesso

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

5

Festa infantil: da expectativa ao sucesso

Idália Jaqueline Fernandes Almeida Ramos

Introdução

O presente trabalho tem por objetivo mostrar como proceder para organizar uma festa infantil e quais cuidados serão necessários para que se atinja um público-alvo tão específico.

O maior desafio da realização de uma festa infantil é justamente organizar um evento que agrade o público específico, no caso, crianças, e que atenda

às exigências dos adultos. Muitas vezes ocorre que todo o evento acaba sendo elaborado para contemplar a preferência dos adultos.

Este texto vai abordar especificamente a organização de uma festa infantil em espaços especializados, como buffets e outros.

Conceituação

Para Giácomo (1993, p. 45), “evento é um mix da comunicação, que tem por objetivo minimizar esforços, fazendo uso da capacidade sinérgica da qual dispõe o poder expressivo no intuito de engajar pessoas numa ideia ou ação”.

Esse mix de comunicação é exatamente a essência de um evento bem organizado, pois entre todos os objetivos propostos pelo evento o mais importante é a interação entre as pessoas.

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