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Capítulo 7. O poder do processo

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Capítulo 7

O poder do processo

Negociando a

Constituição dos EUA

A guerra da independência dos Estados Unidos, travada contra a Grã-Bretanha, durou oito anos, terminando formalmente com o Tratado de Paris, assinado em 1783. A essa altura, os Artigos de Confederação serviam como

1 documento governante dos Estados Unidos havia seis anos. Não por acidente, os Artigos davam pouco poder ao governo central, mantendo a soberania absoluta dos 13 estados. Os Artigos chegavam a esclarecer que a relação entre os estados era meramente a de uma “liga da amizade”. Não era nada mais que o esperado, dado que a confederação era formada por pessoas que haviam acabado de se libertar do poder centralizado nas mãos de um monarca distante.

Contudo, logo os problemas decorrentes do formato começaram a emergir.

George Washington, comandante-chefe do Exército Continental, percebeu as falhas já durante a guerra. O Congresso não tinha o poder de criar impostos e os estados muitas vezes não estavam dispostos a contribuir os fundos necessários para pagar os salários dos soldados ou a dívida de guerra com potências estrangeiras. Depois que a guerra terminou, a situação piorou ainda mais. O Congresso era considerado tão impotente que seus deputados quase não apareciam; quando havia quórum, nada acontecia. Mesmo projetos de lei que tentavam angariar fundos para pagar a dívida de guerra eram rejeitados, não porque a maioria dos estados discordava, mas porque os Artigos davam poder de veto a todos os estados. Em 1786, Rhode Island rejeitou um projeto dessa natureza apesar do apoio de 12 estados; em 1787, foi a vez de Nova York dar o voto decisivo no mesmo sentido.

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Capítulo 13. O poder da empatia

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Capítulo 13

O poder da empatia

Negociando a Crise dos

Mísseis de Cuba

Em 16 de outubro de 1962, aviões espiões U-2 americanos conduzindo uma missão de reconhecimento sobre Cuba descobriram o que depois se confirmaria ser a construção, com o auxílio da União Soviética, de silos de mísseis capazes de lançar armas nucleares. A mera existência dos silos em Cuba, tão próximo dos EUA, não era inesperada nem problemática, mas duas características específicas das instalações representavam uma preocupação especial para o governo americano. Primeiro, eles seriam capazes de lançar mísseis ofensivos que alcançariam o continente americano.1 Segundo, os mísseis teriam a capacidade de transportar ogivas nucleares. Acontece que a União Soviética havia prometido, em público e por canais privados, que mísseis ofensivos capazes de transportar armas nucleares não seriam instalados em Cuba. Ficara claro que essas garantias haviam servido apenas para enganar e atrasar a descoberta dos silos. Tudo isso deu origem ao evento que entraria para a história americana com o nome de Crise dos Mísseis de Cuba.2

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Capítulo 11. Os limites do processo

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Capítulo 11

Os limites do processo

Tentando encerrar a

Guerra do Vietnã

A Guerra do Vietnã (1955-1975) oficialmente foi travada entre o Vietnã do

Norte e o Vietnã do Sul, mas costuma ser considerada uma guerra por procuração entre a União Soviética e os Estados Unidos. Os EUA e seus aliados apoiavam o governo sul-vietnamita, baseado em Saigon, enquanto os soviéticos, ao lado de outros países comunistas, apoiavam os norte-vietnamitas e a

Frente Nacional para a Libertação do Vietnã (FNLV, também conhecida como

Viet Cong), uma insurgência comunista armada até os dentes que atuava no sul. Apesar do envolvimento americano no Vietnã remontar ao início da década de 1950, um marco para o aumento desse envolvimento ocorreu em agosto de 1964, após os incidentes do Golfo de Tonkin. Em dois casos separados, a marinha dos EUA observou ataques iniciados pelos norte-vietnamitas, o que deu ao presidente Johnson um motivo para pedir ao Congresso que autorizasse uma campanha militar mais ampla contra o norte.

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Capítulo 3 - Bases Conceituais da Política Industrial do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

3

BASES CONCEITUAIS DA POLÍTICA

INDUSTRIAL DO RIO GRANDE DO SUL

Carlos Henrique Horn

Ivan De Pellegrin

José Antonio Valle Antunes Júnior

Ibes Eron Vaz

INTRODUÇÃO

Pode-se dizer, sem correr grande risco de equívoco, que a formulação da Política Industrial do Rio Grande do Sul (PI/RS) seguiu linhas de procedimento não canônicas. Na ausência de (i) uma política industrial prévia que lhe servisse de experiência a ser aprimorada e (ii) qualquer acúmulo teórico consistente a relacionar um diagnóstico compreensivo sobre a trajetória de longo prazo da economia do Rio Grande do Sul e escolhas de políticas públicas adequadas1, a elaboração da política industrial acabou por se assentar no conhecimento tácito e nas bagagens teóricas e políticas singulares dos seus formuladores, num processo que, sobretudo no caso dos programas setoriais, alargou-se o suficiente para acolher a experiência de atores e instituições públicas e privadas diretamente vinculados com cada setor de atividade que compôs a política setorial.

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Capítulo 14. Alavancando o poder da empatia

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Capítulo 14

Alavancando o poder da empatia

Fechando acordos com uma arma apontada para a sua cabeça

Eu estava ajudando um cliente, uma empresa de tecnologia americana, a negociar um acordo comercial (AC) com uma empresa na China.1 As duas já tinham assinado um acordo diferente; um ano antes do meu envolvimento, elas haviam firmado um “Acordo de Desenvolvimento Conjunto” (JDA). Pelas disposições do JDA, a empresa chinesa forneceria caixa em troca de mais desenvolvimento e testes da nossa tecnologia e também começaria a trabalhar no planejamento de instalações de fabricação para o produto. Em troca, nossa empresa daria acesso ao produto e trabalharia com os seus engenheiros para ajudá-los a se preparar para um acordo comercial futuro conosco. Nenhuma das partes seria obrigada a assinar o acordo comercial, mas ambas enxergavam o enorme benefício de trabalharem juntas.

O JDA era um mapa com diversos marcos no caminho, cada um dos quais delineava as responsabilidades específicas de uma ou ambas as partes (ex.: fornecer dados, compartilhar projeções, realizar pagamentos, etc.). Quando um marco era atingido, os dois lados “aprovavam” sua finalização e passavam para o próximo. Tudo ia bem... até que, de repente, não ia mais. O problema era o

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Capítulo 12. Mudando as regras de engajamento

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Capítulo 12

Mudando as regras de engajamento

Negociando com seus amigos

Em fevereiro de 2002, a NBC e a Warner Brothers foram notícia de primeira página quando assinaram o contrato mais caro da história da televisão pelos direitos de uma sitcom de 30 minutos. O programa era Friends, uma comédia sobre seis amigos morando na cidade de Nova York. O contrato garantiria a décima e última temporada, encerrando uma década em que o programa foi indicado para mais de 60 Primetime Emmy Awards (e venceu seis) e foi um dos cinco programas mais assistidos da TV em todas as temporadas, com exceção da primeira. Sem dúvida, foi um grande seriado, mas isso não basta para explicar quanto dinheiro os atores que interpretavam os seis protagonistas receberiam pela última temporada.

Muitas comédias têm um astro óbvio cercado por um elenco de outros personagens. Considere, por exemplo, alguns dos programas mais populares da NBC nas duas décadas anteriores a essa negociação: The Cosby Show, Caras

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Capítulo 15 - Política Industrial e Desenvolvimento Local: O Caso no Município de Passo Fundo

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

15

POLÍTICA INDUSTRIAL E

DESENVOLVIMENTO LOCAL: O CASO

NO MUNICÍPIO DE PASSO FUNDO

José Antonio Valle Antunes Júnior

Renato Brasil Kourrowski

Marcos Alexandre Cittolin

INTRODUÇÃO

A possibilidade de executar políticas industriais

(PI) articuladas entre diferentes entes federativos assume especial interesse no que tange, sobretudo, ao tema do desenvolvimento regional, sendo particularmente relevante para os médios municípios brasileiros (KOURROWSKI, 2015).

A exposição deste capítulo trata de uma experiência recente de política de desenvolvimento local para fortalecimento da indústria – a do município de Passo Fundo, no Rio Grande do

Sul –, a qual ilustra a potencialidade de se obterem amplas melhorias associadas aos aspectos econômico, social e ambiental de uma região por meio dessas políticas.

Começamos o Capítulo com uma explicação sobre desenvolvimento endógeno, que tomaremos como equivalente de processo de desenvolvimento local. Nas duas seções seguintes abordamos o caso da política de desenvolvimento do município de Passo Fundo, tratando de expor suas linhas mestras em conformidade com a noção de desenvolvimento endógeno, para logo depois apresentar evidências sobre o processo de desenvolvimento socioeconômico do município nos anos de 2005 a 2012. A seção final oferece uma breve síntese acerca das

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Capítulo 1. O poder do enquadramento

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Capítulo 1

O poder do enquadramento

Negociações na NFL

“Vocês precisam arranjar uma ideia nova. Vocês estão numa conversa de surdos, não estão dialogando de verdade”.1 Essas foram as palavras do juiz Arthur

Boylan, que havia recebido a missão de dar fim ao conflito crescente entre os jogadores e donos de times da National Football League (NFL), a liga de futebol americano dos EUA. Era maio de 2011 e os donos dos times já haviam promovido um locaute. Boa parte da ação ocorria nos tribunais, com ambos os lados usando manobras judiciais para conquistar vantagem sobre o outro. Se um acordo não fosse fechado, a temporada seguinte estaria em risco. Não era apenas uma possibilidade teórica: em 2005, uma disputa prolongada entre os donos de times e os jogadores havia destruído uma temporada inteira da National Hockey

League, eliminando mais de 2 bilhões de dólares em receitas projetadas. A NFL tinha ainda mais a perder, com cerca de 10 bilhões de dólares em perigo.

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Capítulo 17. Parceiros, não adversários

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Capítulo 17

Parceiros, não adversários

Pego no fogo cruzado

Alguns anos atrás, um aluno meu que era também um empreendedor bem-sucedido (“Sam”) acabou sofrendo uma reviravolta trágica.1 Tudo começara tão bem. Um ano antes, ele recebera uma ligação de um dos maiores varejistas dos

EUA, perguntando se ele estaria interessado em ganhar um pouco de dinheiro.

Não era um truque, não havia nada escondido. O varejista decidira mudar de fornecedor para um tipo especial de vestimenta, e este novo fornecedor era uma empresa asiática. O varejista nunca trabalhara com essa empresa asiática antes e pedira a ajuda do meu aluno. Sam já tinha uma boa relação de trabalho com esse varejista e, apesar de também não saber nada sobre a empresa asiática, conhecia muito bem o ambiente industrial no qual ela estava inserida.

O varejista queria que a empresa de Sam atuasse como intermediária entre ele e a empresa asiática. O trabalho não era muito: coordenar a compra e a venda do produto. Ele receberia uma porcentagem de cada transação. Se tudo desse certo, a empresa de Sam poderia ganhar mais de 1milhão de dólares por ano, quantia significativa para o meu aluno.

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Capítulo 5 - A Política da Firma e a Operação da Sala do Investidor: da Coordenação aos Investimentos

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

PARTE II POLÍTICA SETORIAL, FIRMA E ECONOMIA DA COOPERAÇÃO

5

A POLÍTICA DA FIRMA E A

OPERAÇÃO DA SALA DO INVESTIDOR:

DA COORDENAÇÃO AOS INVESTIMENTOS

Taylor Favero Guedes

José Antonio Valle Antunes Júnior

A SALA DO INVESTIDOR

NO CONTEXTO DA POLÍTICA

INDUSTRIAL

O presente capítulo trata da Sala do Investidor, um dos mais importantes projetos nascidos no bojo da Política Industrial do Rio Grande do

Sul (PI/RS), estruturada e implantada pelo Governo do Estado na gestão 2011-2014. O desenvolvimento econômico estava dentre as principais linhas programáticas da gestão, elegendo o

Sistema de Desenvolvimento do Rio Grande do

Sul (SDRS) como conceito-chave daquela Política.1 Tal sistema almejava organizar as questões de natureza prática da política industrial ao manejar diferentes variáveis com o propósito de minimizar o risco de perda de governança sobre a diversidade de fatores que impactam no processo de desenvolvimento econômico

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Capítulo 2 - A Experiência Recente de Política Industrial no Brasil Remando contra a Maré

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

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A EXPERIÊNCIA RECENTE DE

POLÍTICA INDUSTRIAL NO BRASIL:

REMANDO CONTRA A MARÉ

Jackson De Toni

The ultimate test of whether industrial policy is working is not whether a government can reliably pick winners (no government reliably can) but whether a government is able to let losers go. The objective should be not to minimize the risk of mistakes, but rather to minimize the costs of the mistakes that inevitably occur on the way to success.1

Hausmann, Rodrik e Sabel (2008)

INTRODUÇÃO

Este texto recupera a trajetória da retomada recente da política industrial pelo governo federal e os diversos planos deste período, focando em especial a dimensão da sua governança e a relação público-privada. Em que pese a impossibilidade de estabelecer uma relação linear de causalidade entre as medidas implementadas e a evolução real da economia, é evidente que a ausência destas iniciativas certamente tornaria o quadro bem pior. O argumento contra factual serve, contudo, para inferir que o processo de desindustrialização e especialização regressiva em curso poderia ter sido menor se as políticas implementadas não tivessem encontrado

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Capítulo 19. A estrada para o futuro

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Capítulo 19

A estrada para o futuro

Sempre lembro aos meus alunos que cursar uma disciplina de negociação não torna o mundo melhor. Nenhuma aula transforma as pessoas com as quais eles vão lidar em indivíduos mais simpáticos, mais sábios, mais sofisticados ou mais éticos. Tudo que podemos fazer é prepará-los para lidar com pessoas que continuam iguais ao que eram antes da primeira aula. É por isso que quase tudo que ensinamos foi projetado para ser eficaz, para aumentar sua probabilidade de sucesso, independentemente do outro lado ter ou não estudado negociação.

O mesmo vale para este livro. Nele, tentei pressupor o pior nas situações que você vai encontrar: ações agressivas, impasses, escaladas de conflitos, falta de transparência, má-fé aparente, desconfiança e falta de dinheiro ou força para resolver o problema. A esperança é que, enquanto você navega pelas negociações da sua própria vida, sejam elas rotineiras ou aparentemente impossíveis, os princípios destacados neste livro lhe deem ideias e ferramentas adicionais para resolver disputas, superar impasses e chegar a acordos e entendimentos melhores.

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Capítulo 11 - A Contribuição da Economia da Cooperação para o Desenvolvimento Econômico e Social do Rio Grande do Sul

José Antonio Valle Antunes Júnior; Carlos Henrique Horn; Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

11

A CONTRIBUIÇÃO DA ECONOMIA DA

COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

ECONÔMICO E SOCIAL DO RIO GRANDE DO SUL

José Antonio Valle Antunes Júnior

Heitor José Cademartori Mendina

Luis Alberto da Silva Bairros

INTRODUÇÃO: ELEMENTOS

HISTÓRICOS E CONCEITUAIS

A palavra cooperação provém do latim cooperatione, que é um derivativo do verbo cooperari, composto de cum mais operari, que tem como significado trabalhar em conjunto, em prol do bem comum (PINHO, 2004). As maneiras de se realizar a cooperação remetem à origem da humanidade e, desde então, para mantê-la, importa reconhecer em um parceiro, a partir das interações anteriores, as características mais importantes nos momentos de relacionamento. Desta forma se pode afirmar que, filosoficamente, o homem, em sua gênese, traz consigo a arte de cooperar.

Wright (2000) aborda a questão quando menciona os kung sans, caçadores e coletores do deserto de Kalahari, na África, que viviam da caça de girafas e que, para sobreviver, tinham que rastreá-las, matá-las e consumir a carne antes que os predadores chegassem e os encontrassem. Para que isso fosse possível, necessitavam de cooperação, tendo em vista que, pelo seu porte, uma girafa oferece mais do que uma família consegue se alimentar, antes que a carne estrague. Se os caçadores de girafas vivessem em grupos do tamanho de famílias,

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Capítulo 6. A vantagem do pioneirismo

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Capítulo 6

A vantagem do pioneirismo

O tratado de paz inviolável

Consegue adivinhar que país é esse? O tratado (ainda válido) mais antigo da história dos Estados Unidos foi assinado com esse país. O primeiro edifício em solo estrangeiro adquirido pelos Estados Unidos está lá e é o único lugar fora dos Estados Unidos a contar com um Marco Histórico Nacional.1 É um destacado apoiador dos Estados Unidos em sua “guerra” contra o terrorismo, mas a cooperação militar entre os dois não é fato recente: soldados desse país lutaram ao lado das forças americanas na Primeira Guerra Mundial e ficaram ao lado dos

EUA em sua luta contra a Confederação durante a Guerra de Secessão. Os EUA, por sua vez, sempre defenderam o desejo desse país de não sofrer interferências de potências estrangeiras. Ele também é um de 20 países do mundo com o qual os Estados Unidos possuem um Acordo de Livre Comércio. Que país é esse?

Mais algumas dicas: fica na África. Aproximadamente 99% da população são árabes ou berberes e 99% professam a religião muçulmana. É um de apenas dois países no continente designado como “principal aliado extra-OTAN” dos

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Introdução - A primeira lição da pacificação

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Introdução

A primeira lição da pacificação

O Tratado de Kadesh foi um dos primeiros tratados de paz da história, negociado entre os impérios egípcio e hitita há mais de 3 mil anos, durante o século

XIII a.C. Nenhuma das partes estava disposta a continuar a incorrer nos custos da guerra e ambos temiam conflitos futuros com seus outros vizinhos, então o faraó Ramsés II e o rei Hatusil III buscaram negociar um fim para o conflito.

Essas tentativas não são difíceis apenas porque as questões em jogo são polêmicas ou complexas, mas porque muitas vezes nenhum dos lados quer dar o primeiro passo. O primeiro lado a pedir paz pode parecer fraco em vez de sábio ou magnânimo, um sinal que líder algum pode se dar ao luxo a comunicar.

Ainda assim, os dois chegaram a um acordo. Apesar de escrito milhares de anos atrás, o tratado tem muitas das marcas dos acordos mais recentes, incluindo disposições proclamando o fim do conflito, a repatriação de refugiados, uma troca de prisioneiros e um pacto de auxílio mútuo caso um dos lados seja atacado por terceiros.1

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