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6.5 Ética, felicidade, renovação e perpetuidade

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CAPÍTULO 6

Consciência ética

O desafio da mudança chama­‑se educação. Na empresa, a educação em‑ presarial – todos envolvidos em uma causa comum – só é viável com uma lide‑ rança integrada.

6.5 Ética, felicidade, renovação e perpetuidade

O que tem a ver ética com felicidade? As empresas devem buscar ser felizes! Ab‑ surdo? Utópico? Infantil? Inconsciente?

Felicidade é coisa para poetas e loucos?

Se é assim, sejamos poetas e loucos, pois as mudanças radicais que estão ocorrendo na sociedade exigem posturas menos convencionais, mais flexíveis, inovadoras e éticas! A pessoa feliz é necessariamente ética.

As profundas transformações culturais, sociais e econômicas sinalizam a necessidade de novo modelo organizacional e nova liderança. Flexibilidade é a palavra de ordem para as organizações, seguida de rapidez nas decisões e ações.

A instantaneidade, não apoiada na estratégia, todavia, induz ao comportamento reativo e a erros decisórios graves, inclusive éticos.

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2.1 Prejuízos causados pela falta de ética

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Negligência ética

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A ÉTICA é a ciência do bem comum. Implica preservar a dignidade humana, a liberdade, a igualdade de oportunidades e o respeito aos direitos humanos. Sem uma ética mínima, não há grupo sustentável.

2.1 Prejuízos causados pela falta de ética

As consequências ao se negligenciar a gestão de valores nas organizações é o pre‑ juízo, que pode ser fatal; é só uma questão de tempo. Em uma cultura não ética, ou seja, indiferente às questões morais, tudo acaba sendo permitido. O lucro pas‑ sa a ser o objetivo supremo, um deus exigente ao qual todos os valores subjugam­

‑se. A competição ganha expressão predatória, onde todos os concorrentes de‑ vem ser eliminados.

Por exemplo, certa vez, o CEO de uma organização multinacional indagava a seus gerentes, reunidos em convenção internacional: “O que vocês fariam se vissem um concorrente se afogando?”. Como todos permaneceram calados, ele mesmo respondeu: “Deveriam colocar uma mangueira de água na boca dele, para que expirasse mais rápido!”.

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8.3 Recomendações para a comissão de redação

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CAPÍTULO 8

Código de ética ou ética codificada?

.. dimensão preventiva – traduz as diretrizes éticas na linha educativa, como prevenção às situações críticas;

.. dimensão corretiva – compõe as diretrizes éticas na linha educativo­

‑diagnóstica de problemas detectados e na orientação e assistência para suas correções;

.. dimensão educativo­‑saneadora – visa, com rigor, preservar a qualidade e excelência, propondo punições exemplares.

Ele deve, com objetividade e clareza, orientar o que é recomendável e o que é inaceitável no exercício das atividades profissionais e na conduta como cidadão.

Reforçamos a confiança e a convicção de que o código de ética deve ser ela‑ borado por vários cérebros, representativos dos diferentes segmentos que com‑ põem a organização. Normalmente, os critérios de escolha variam desde a indicação por parte dos diretores até as escolhas resultantes de workshops preparatórios sobre cultura ética. Nossa experiência valida a segunda alternativa, por sua maior autenticidade na aceitação dos indicados. O ato seguinte é a constituição da co‑ missão de redação.

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7.6 Reforço ao sentido de ser ético

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CAPÍTULO 7

Modelo de gestão da ética

A desesperança é atitude típica de perdedor.

Para o vencedor, a crise é motivo de recarregar esperanças e agir.

Ética é a dinâmica da esperança! Implica continuar caminhando.

Somos caminhantes... mas há um momento que nos sugere parar, pensar, repensar e renovar!

É o instante que nos induz a repensar o sentido de vida, que ganha beleza e expressão na transcendência.

Somos caminhantes, não passageiros...

Temos uma missão: irmos além, superando­‑nos, procurando realizar e nos rea‑ lizar no que temos de melhor.

Ao colocarmos coração, inteligência e espírito no que fazemos, tudo ganha cor e vida.

O momento da renovação é um forte indicador de que se reabre nova página, induzindo­‑nos à transformação.

Hoje, não ontem, estamos nos reconstruindo.

Consta que Deus foi questionado sobre o valor do horizonte no plano da cria‑

ção, pois, embora belo e desejável, quanto mais caminhamos em sua direção mais ele se distancia.

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7.4 Comitê estratégico de ética

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CAPÍTULO 7

Modelo de gestão da ética

7.3.2 Definir as diretrizes éticas

Explicitar os padrões de comportamento esperados, consoantes aos valores da cultura corporativa.

7.3.3 Criar os instrumentos institucionais para a gestão da ética

A viabilização do comportamento ético depende fortemente da instituição de meios adequados. Sem os espaços à reflexão e ao exercício participativo da deci‑ são, a gestão torna­‑se centralizadora e autocrática. Nesses casos, a cultura corpo‑ rativa fechada inibe a gestão da ética.

7.3.4 Desenvolver continuamente a consciência ética por meio da educação

Exercícios permanentes de percepção e competência criativas por intermédio de técnicas e metodologias dinâmicas de aprendizagem que reforcem os valores e a práxis da ética no trabalho, contribuindo para a consolidação de uma cultura corporativa aberta.

7.4 Comitê estratégico de ética

O recurso institucional básico é a organização do comitê estratégico de ética corporativa.

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