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14 - Propriedades para investimentos

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PROPRIEDADES PARA

INVESTIMENTOS

14.1 Introdução

O CPC 28, que trata de propriedades para investimentos, é aplicável

às seguintes situações:

• Imóvel para ALUGUEL.

• Imóvel para VALORIZAÇÃO do capital.

• Imóvel para aluguel e para valorização do capital.

14.2 Natureza

Imóveis que DEVERIAM SER CLASSIFICADOS como propriedades para investimentos:

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Imóvel mantido para valorização de capital a longo prazo e não para venda a curto prazo no curso ordinário dos negócios.

Imóvel mantido para futuro uso correntemente indeterminado (se a entidade não tiver estabelecido que usará o imóvel como propriedade ocupada pelo proprietário ou para venda a curto prazo no curso ordinário do negócio, o imóvel é considerado como mantido para valorização do capital).

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174 CAPÍTULO 14

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Imóvel de propriedade da entidade e que esteja alugado.

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25 - Resolução dos Exercícios

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RESOLUÇÃO DOS EXERCÍCIOS

Exercício 1 a) Deverá constar no estatuto social da Sociedade b) Não. Deveria eliminar o ano e deixar apenas o dia e o mês. c) O exercício social será de quatro meses, ou seja, abrangerá o período de 1o de setembro de 20x1 a 31 de dezembro desse mesmo ano. d) O exercício social será de 16 meses, ou seja, contemplará o período de 1o de setembro de 20x0 a 31 de dezembro de 20x1.

Exercício 2 a) NE. b) BP. c) DFC. d) DVA. e) DRE.

g) DVA. h) DRE. i) BP. j) DRE. k) DVA/

DMPL.

f) NE.

l) DFC.

m) DMPL. n) NE. o) BP. p) DFC/NE. q) DMPL/

DFC/

DVA. r) NE.

s) BP. t) DVA. u) DFC. v) DMPL. w) DRE/

DVA. x) DMPL/

DFC.

Exercício 3 a) Sim. A norma é que a escrituração da Sociedade deverá ser mantida em registros permanentes. A destruição dos relatórios elimina/dificulta a trilha da saída do

Contabilidade Societaria - Almeida.indb 251

registro da venda na contabilidade geral até chegar ao documento comprobatório da transação (a nota fiscal de venda ao cliente). Uma alternativa a ser estudada é a utilização de sistemas de computação, com arquivo dos vários resumos por meio eletrônico de dados, ou seja, sem a necessidade de emissão física das listagens de resumo dos relatórios de vendas. b) A provisão para perdas de $ 600 deve ser registrada na contabilidade.

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16 - Ativo Imobilizado

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ATIVO IMOBILIZADO

1 INTRODUÇÃO

Os bens do ativo imobilizado representam geralmente uma parcela significativa dos ativos de uma entidade e têm vida útil superior a um ano. Eles são utilizados principalmente na fabricação de produtos de estoques e na manutenção da parte administrativa da entidade.

Esses ativos são registrados no balanço patrimonial pelos custos incorridos em sua aquisição, e esses custos são transferidos para o resultado ou para ou custo de outros ativos (por exemplo, custos de produção dos estoques) através de um processo denominado depreciação.

O CPC 01(R1) – Redução do Valor Recuperável de

Ativos determina que a entidade deve testar a recuperabilidade do valor contábil dos bens do ativo imobilizado sempre que houver indício de desvalorização desses ativos, bem como constituir provisão para perda quando o valor contábil desses bens for superior ao seu valor recuperável.

2 NATUREZA

Ativo imobilizado compreende bens físicos usados nos negócios da entidade, com vida útil superior a um ano e não destinados a venda. As normas contábeis do ativo imobilizado estão previstas no CPC 27 – Ativo

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1 - Introdução

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Capítulo 1

Introdução

1.1  Origem da auditoria externa

A auditoria externa ou auditoria independente surgiu como parte da evolução do sistema capitalista. No início, as empresas eram fechadas e pertenciam a grupos familiares. Com a expansão do mercado e o acirramento da concorrência, houve a necessidade de a empresa ampliar suas instalações fabris e administrativas, investir no desenvolvimento tecnológico e aprimorar os controles e procedimentos internos em geral, principalmente visando à redução de custos e, portanto, tornando mais competitivos seus produtos e serviços no mercado.

Entretanto, para processar todas essas mudanças seria necessário um volume de recursos impossível de ser obtido por meio das operações lucrativas da empresa ou do patrimônio de seus proprietários. Por conseguinte, a empresa teve de captar esses recursos junto a terceiros, principalmente mediante empréstimos bancários a longo prazo, emissão de debêntures e abrindo seu capital social para novos acionistas.

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5 Avaliação de ativos e passivos

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O objetivo principal deste capítulo é analisar os principais critérios de contabilização e avaliação de ativos e passivos do balanço patrimonial (BP) e os seus reflexos na demonstração do resultado do exercício (DRE).

É relevante que o analista conheça a correlação entre contas do BP e da DRE, de maneira que possa compreender e interpretar os indicadores econômicos e financeiros.

Por exemplo, parte substancial do lucro na DRE poderia ter sido em decorrência de ajuste a valor justo do ativo de propriedade para investimento, dentro do escopo do CPC 28, e que esse lucro poderia ser econômico e não financeiro em outras palavras, esse lucro não teria afetado o caixa ou as contas-correntes bancárias da entidade. A falta do conhecimento dessa transação poderia levar o analista à interpretação equivocada sobre a capacidade do lucro da entidade em gerar fluxos de caixa positivos.

As práticas contábeis que tratam de ativos financeiros estão contempladas no CPC 48.

Em linhas gerais, o CPC 48 define instrumento financeiro como qualquer contrato que origine um ativo financeiro para uma entidade e um passivo financeiro (por exemplo, debênture a pagar) ou título patrimonial (por exemplo, ações do capital social) para outra entidade.

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