130 capítulos
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3 - Demonstração dos Fluxos de Caixa

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DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

1 INTRODUÇÃO

Seguindo uma tendência internacional e também em função das necessidades principalmente por parte dos analistas de mercado e investidores institucionais, a Lei no 11.638/07 modificou a Lei no 6.404/76, incluindo a substituição da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela Demonstração do Fluxo de

Caixa (DFC). Esta última demonstração evidencia as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes de caixa) da entidade em um determinado período, através de fluxos de recebimentos e pagamentos.

Embora a DOAR seja considerada pelos especialistas como uma demonstração mais rica em termos de informações, os conceitos nela contidos, como por exemplo a variação do capital circulante líquido, não eram facilmente compreendidos pelos usuários das demonstrações contábeis.

A DFC, ao contrário, por utilizar linguagem e conceitos mais simples, possui uma melhor comunicação com a maioria dos leitores das demonstrações financeiras.

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8 - Ativo Não Circulante Mantido para Venda e Operação Descontinuada

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ATIVO NÃO CIRCULANTE MANTIDO PARA

VENDA E OPERAÇÃO DESCONTINUADA

1 INTRODUÇÃO

Suponha a situação de uma entidade que tem 12 fábricas em diversas capitais no Brasil. A administração da entidade decidiu em 20x3 vender a fábrica localizada em Fortaleza, tendo em vista que os clientes do estado do Ceará serão atendidos pelos produtos oriundos da fábrica localizada em Natal. A fábrica de Fortaleza tem ativos de contas a receber de clientes, estoques e ativos imobilizados, bem como passivos de fornecedores, trabalhistas e empréstimos.

Como classificar e avaliar no balanço patrimonial do exercício social findo em 31/12/20x3 os ativos e passivos da fábrica de Fortaleza colocados à venda? Os bens do ativo imobilizado continuariam a ser depreciados? Como classificar receitas, custos, despesas, ganhos e perdas da fábrica de Fortaleza na demonstração do resultado do exercício social findo em 31/12/20x3? Seria necessário fazer alguma alteração nas demonstrações contábeis comparativas de 31/12/20x2, para incluir de maneira destacada as informações da fábrica de Fortaleza, de forma a ficar consistente com 31/12/20x3?

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Medium 9788597020021

Resolução dos exercícios

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Capítulo 1

1.1. Resposta (b)

Para fins de análise das DCs, usualmente são utilizadas somente contas do BP, ou apenas contas da DRE, ou relacionamento de contas do BP com contas da DRE.

1.2. Resposta (c)

O negócio principal de uma instituição financeira é captar recursos com os sócios e com terceiros, e conceder empréstimos aos seus clientes. O lucro da instituição financeira se concentra principalmente na diferença entre a taxa de juros da captação dos recursos e a taxa de juros da aplicação de recursos.

No processo de concessão do crédito ao cliente e durante o prazo do empréstimo, a instituição financeira analisa as DCs do cliente fundamentalmente com o objetivo de avaliar a capacidade do cliente em liquidar o empréstimo.

1.3. Resposta (a)

Dentro das alternativas da questão, problemas de liquidez do possível cliente seria o principal motivo que levaria uma instituição financeira a recusar conceder emprésimo para um cliente.

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Medium 9788597016024

3 - Principais Grupos de Contas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado

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PRINCIPAIS GRUPOS DE CONTAS

DO BALANÇO PATRIMONIAL E DA

DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO

1 INTRODUÇÃO

O balanço patrimonial relata em uma certa data a situação econômica e financeira da entidade, em termos de ativos, dívidas com terceiros e os recursos investidos pelos sócios no negócio.

A demonstração do resultado informa o lucro ou prejuízo apurado pela sociedade em um dado período.

Quando as receitas são maiores do que as despesas, a entidade apura lucro. Quando as despesas são maiores do que as receitas, a entidade apura prejuízo.

Os principais grupos de contas do balanço patrimonial e da demonstração do resultado estão previstos no CPC 26(R1) – Apresentação das Demonstrações

Contábeis.

2 BALANÇO PATRIMONIAL

Um modelo de balanço patrimonial, de acordo com o CPC 26(R1).54 – Apresentação das Demonstrações

Contábeis, é exibido a seguir:

BALANÇOS PATRIMONIAIS LEVANTADOS EM 31 DE DEZEMBRO DE 20x2 E 20x1 (VALORES EXPRESSOS

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18 - Empréstimos a pagar

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EMPRÉSTIMOS A PAGAR

18.1 Introdução

Empréstimos representam recursos que a entidade capta junto aos bancos para FINANCIAR SUAS OPERAÇÕES. Esses recursos são utilizados principalmente para financiar:

• Compras de estoques.

• Vendas a prazo aos clientes.

• Aquisições de ativos imobilizados.

• Compras de ativos intangíveis.

• Aquisições de investimentos.

A dívida de empréstimos tem como características PRAZOS CERTOS DE VENCIMENTOS E ENCARGOS FINANCEIROS.

Os encargos financeiros geralmente são com juros PÓS-FIXADOS OU PREFIXADOS, acrescidos de índice de inflação.

No caso de empréstimos em MOEDA ESTRANGEIRA, a entidade incorre em GANHO OU PERDA CAMBIAL, em função de mudanças nas taxas de câmbio, devido

à relação entre a moeda real e a moeda estrangeira do empréstimo.

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222 CAPÍTULO 18

18.2 Reconhecimento inicial e avaliação subsequente

PRINCIPAIS PONTOS:

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