12 capítulos
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Anexo Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

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Anexo

Relações interpessoais no centro cirúrgico: oportunidades e desafios

“Os problemas mais fáceis foram dados aos físicos.”

Anônimo

Introdução

A vida humana é o grande foco de um centro cirúrgico, onde atuam equipes multidisciplinares. Cirurgiões, anestesistas, enfermeiros, auxiliares de enfermagem, enfim, cada um em um papel profissional distinto que precisa administrar os estresses da própria categoria (escalas horárias apertadas, remuneração nem sempre justa, o fato de lidar com vida e a morte etc.) e os do ambiente de trabalho, além da necessidade de ser bem relacionado com o grupo, para que o objetivo final seja satisfatoriamente alcançado.

A percepção do próprio papel, com possibilidades e limitações, além de habilidade social (DEL PRETTE e DEL PRETTE, 2009), são os fatores que mais contribuem para a chamada sinergia positiva

– quando há a percepção de que trabalhar em grupos supera a marca da produção individual. (ROBBINS, 2005).

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7 A aprendizagem

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A aprendizagem

Objetivos deste capítulo: aprendizagem.

• Definir aprendizagem à resolução de problemas.

• Associar aprendizado e memorização.

• Diferenciar diferentes tipos de aprendizagem.

• Conhecer as organizações como grandes fontes de aprendizagem.

• Reconhecer a importância dos programas de treinamento.

• Discutir as habilidades sociais como conquistas viáveis nos

• Reconhecer meios organizacionais.

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7.1 Conceitos e importância para o homem

A aprendizagem é um processo que acompanha o homem desde o nascimento e nem sempre é planejada ou voluntária. Aprendemos a falar imitando os fonemas percebidos, sem a intenção de aprender.

Sequer sabemos, nesse momento, o quanto a linguagem será essencial em nossa vida.

Funções de locomoção e a busca de satisfação de necessidades (saciedade da fome, sede, sexo etc.), assim como os comportamentos sociais, são aprendidas de forma não intencional.

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8 As organizações

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As organizações

Objetivos deste capítulo: organizações.

• Definir organizações simples e complexas.

• Distinguir os papéis exercidos nas organizações.

• Discutir

• Analisar os conflitos resultantes dos papéis sociais.

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8.1 Conceitos

As organizações constituem sistemas dos quais o homem participa desde o início da vida, dos quais a família é o primeiro: ela reúne pessoas com papéis diferenciados, representados, minimamente, por pai, mãe e filho. Aos pais, cabem os papéis de prover alimento, segurança e educação, e, ao filho, de receber os ensinamentos e, mais tarde, estudar e colaborar nas tarefas impostas.

As organizações de que participamos vão se expandindo à medida que amadurecemos. Depois da família, a escola é a primeira considerável extensão de organização da qual fazemos parte. Os clubes, os templos religiosos, a academia de ginástica, o condomínio, o shopping e a empresa na qual trabalhamos também são outros meios organizacionais dos quais participamos. Para nos tornarmos membros efetivos de uma organização, precisamos cumprir papéis.

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2 O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

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O estudo da personalidade e sua contribuição para as organizações

Objetivos deste capítulo: personalidade.

• Definir suas condições de formação.

• Analisar teorias explicativas da personalidade.

• Conhecer diferenças individuais e processos decisórios.

• Correlacionar

• Relacionar traços de personalidade ao exercício profissional.

Tolerante, impaciente, autoritário, passivo, obstinado, resignado, alegre, triste, extrovertido, introvertido, calado, falante... Enfim:

Quais dessas características poderiam ser atribuídas a você?

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Todas revelam traços de personalidade que utilizamos para descrever a nós mesmos e outras pessoas. A descrição de terceiros nos parece mais fácil porque passamos pouco tempo pensando em nossas características pessoais. Quando o fazemos, tendemos a nos atribuir mais qualidades que “defeitos”, o que confere uma sensação mais agradável à autoestima.

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Introdução

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Introdução

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I

“É impossível ser feliz sozinho” já dizia Tom Jobim. Criando um discurso análogo às palavras do poeta, podemos dizer: não nos constituímos sozinhos enquanto pessoas. Não conseguimos uma conduta socializada e, por que não dizer, assertiva, sem modelos.

Viver em grupo de modo funcional só é viável a partir da apresentação e reconhecimento dos chamados balizadores sociais, que nos apontam erros e acertos – condições norteadoras da vida e de nossas escolhas.

A família é o primeiro veículo com esse encargo e, quanto mais sucesso obtém nisso, melhor é a nossa capacidade societária. Nos primeiros passos, somos protegidos de possíveis quedas por quem exerce a maternagem, bem como as primeiras palavras pronunciadas dependem de copiar os mais próximos modelos sonoros.

Bater palmas, brincar de esconde-esconde e, considerando os estágios evolutivos do nosso desenvolvimento, respectivamente, vibrar com as metas alcançadas, bem como evitar encontrar alguém, são aprendizados condicionados pelo meio social.

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