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Medium 9788521614746

Capítulo 12 - Planejamento e Análise de Experimentos de Fatorúnico: A Análise de Variância

William W. Hines, Douglas C. Montgomery, Dave Goldsman, Connie M. Borror Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo

12

Planejamento e Análise de Experimentos de Fator

Único: A Análise de Variância

Experimentos são uma parte natural do processo de tomada de decisão na engenharia e no gerenciamento. Por exemplo, suponha que um engenheiro civil esteja estudando o efeito de métodos de cura sobre a força média de compressão do concreto. O experimento consistiria na confecção de vários espécimes de teste de concreto, usando cada um dos métodos de cura propostos e testando-se, então, a força de compressão de cada espécime. Os dados desse experimento poderiam ser usados para se determinar qual método de cura deve ser usado para se obter a máxima força de compressão.

Se há apenas dois métodos de cura de interesse, o experimento poderia ser planejado e analisado utilizando-se os métodos do Capítulo 11. Isto é, o experimento tem um único fator de interesse – métodos de cura – e há apenas dois níveis do fator. Se o interesse do experimento for a determinação de qual método de cura produz a força de compressão máxima, então o número de espécimes a serem testados pode ser determinado com o uso das curvas características de operação do Gráfico VI (Apêndice), e o teste t pode ser usado para se determinar se as duas médias diferem.

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Medium 9788582604243

Capítulo 16 - Infraestrutura para o Desenvolvimento Industrial no RS: Reflexões Críticas

José Antonio Valle Antunes Júnior, Carlos Henrique Horn, Ivan De Pellegrin, Ibes Eron Alves Vaz Artmed PDF Criptografado

16

INFRAESTRUTURA PARA O

DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL NO RS:

REFLEXÕES CRÍTICAS

José Antonio Valle Antunes Júnior

Marco Aurélio Franceschi

Nery Santos Filho

[...] a infraestrutura hoje é marcada pelas comunicações, pelos transportes e pelas tecnologias de computação que podem garantir a coordenação de amplas atividades em uma escala global. Isto por sua vez aumenta a interdependência de mercados geográficos e aumentou os custos do fracasso infraestrutural.

(BESANKO et al., 2006, p. 82).

CONSIDERAÇÕES INICIAIS:

INFRAESTRUTURA E

DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

Há um consenso em torno da proposição de que os investimentos em infraestrutura social

(saneamento básico, habitação etc.), logística, transportes, telecomunicações e energia são essenciais para o desenvolvimento socioeconômico de qualquer região ou país. Sob a ótica do setor industrial, em particular, a concepção e implantação de uma eficaz e coordenada rede de transportes, considerando a intermodalidade (rodovias, hidrovias, ferrovias e transporte aéreo), é um elemento crucial para a competitividade das diferentes indústrias. A eficácia

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Medium 9788521631941

Capítulo 2 - Revolução Industrial e Transformação da Sociedade

Vania Martins dos Santos Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 2

Revolução Industrial e

Transformação da Sociedade

E

ste capítulo descreve o contexto de transformações que determinou o declínio do feudalismo e o surgimento da sociedade industrial capitalista, enfatizando os impactos econômicos, sociais e culturais provocados pela Revolução Industrial.

Vamos entender a ligação entre os problemas sociais resultantes da industrialização e o surgimento das primeiras abordagens sociológicas. Buscaremos também compreender como a ciência administrativa enfrentou os conflitos surgidos no ambiente da fábrica, garantindo a eficiência do novo sistema de produção capitalista.

2.1  A grande transformação da sociedade

A palavra sociologia é uma junção do termo latino socio (social ou sociedade) com o termo grego logos (estudo), tendo sido empregada pela primeira vez pelo pensador francês Augusto

Comte.

O surgimento da sociologia está relacionado a um conjunto de transformações ocorridas na sociedade a partir do século XV e que se estenderam até o século XIX, determinando a ruína dos sistemas feudais e a configuração de uma nova ordem social. A produção econômica, a distribuição de poder, os valores e as visões de mundo estavam em transformação, e os reflexos dessas mudanças na vida social tornaram-se alvos da reflexão de diversos pensadores.

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Medium 9788540701182

Capítulo 7 - Redes de informação na história da evolução -

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Redes de informação na história da evolução

Robert Giegengack

Yvette Bordeaux

 Resumo

O que será que podemos aprender sobre as redes com as formigas, as abelhas e outros animais com estruturas sociais desenvolvidas? O impacto das estratégias de informação e comunicações sobre a dinâmica das redes não surgiu com a emergência dos computadores, telefones celulares e da Internet. Neste capítulo, descrevemos algumas das muitas redes de comunicação estudadas em comunidades de organismos não humanos. Exploramos em que medida os vínculos comunicativos controlaram o desenvolvimento dessas redes. Em algumas delas, as histórias de desenvolvimento manifestam-se como estruturas físicas evoluídas e papéis sociais de gênero não representados nas comunidades humanas. Muitas dessas redes fundamentam-se em um eficiente intercâmbio de informações, realizado por caminhos que os humanos quase inteiramente ignoram.

As colônias de insetos e outras comunidades biológicas ostentam redes e sistemas de comunicações altamente desenvolvidos. Dos ninhos subterrâneos preservados como fósseis sabemos que, há 50 milhões de anos, as colônias das formigas conhecidas como saúvas aprenderam a colher folhas de árvores específicas e a processá-las para formar um substrato de crescimento onde cultivam fungos, sua principal fonte de alimento. As formigas especialistas, notáveis por sua estrutura física desenvolvida conforme a tarefa específica que desempenham, transportam as folhas para amplas câmaras subterrâneas; inoculam o substrato de crescimento processado com gotas fecais contendo esporos viáveis de um fungo específico, bem como um coquetel químico de agentes inibidores do crescimento de patogenias que afetariam negativamente o crescimento desse fungo; e ainda gerenciam esses jardins de fungo subterrâneos. No interior

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Medium 9788577803866

10. A função de pessoal/Gestão de Recursos Humanos (GRH)

Mullins, Laurie J. Grupo A PDF Criptografado

10

A função de pessoal/

Gestão de Recursos

Humanos (GRH)

INTRODUÇÃO

Seja qual for a estrutura de uma organização de hospitalidade ou a natureza de suas atividades, a utilização efetiva dos recursos humanos é parte essencial do processo de gestão. A devida atenção à função de pessoal/GRH fará com que a eficácia da força de trabalho e o nível de desempenho organizacional sejam alcançados com maior facilidade.

A IMPORTÂNCIA DOS RECURSOS

HUMANOS

A hospitalidade é um dos principais ramos de atividade, não apenas na Grã-Bretanha, mas em todo o mundo. Um relatório da Hotel and Catering Training Company (HCTC) indica que o setor emprega cerca 10% (mais de 2,4 milhões de pessoas) da população do Reino Unido.1 Projeta-se que a hotelaria continuará crescendo muito até o ano 2004 ou além.2

Por volta de 2006, o número de empregos no ramo da hospitalidade e do turismo deverá ser de aproximadamente 365 milhões, no mundo todo.3

O setor hoteleiro está voltado inteiramente a serviços, ocupando mão-de-obra intensiva. O padrão dos funcionários que nele atuam se caracteriza por fatores como mobilidade, trabalho sazonal, expediente parcial, alta proporção de empregados sem maior qualificação, alta rotatividade no emprego, com muitos sindicatos e pouca afiliação a eles.

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