6 capítulos
Medium 9788597016406

8 - Critérios de Avaliação do Ativo – Instrumentos Financeiros, Incluindo Derivativos, e Direitos e Títulos de Crédito

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

8

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DO ATIVO –

INSTRUMENTOS FINANCEIROS, INCLUINDO

DERIVATIVOS, E DIREITOS E TÍTULOS DE CRÉDITO

8.1 CONCEITOS

Norma da lei societária

“Art. 183. No balanço, os elementos do ativo serão avaliados segundo os seguintes critérios:

I – as aplicações em instrumentos financeiros, inclusive derivativos, e em direitos e títulos de créditos, classificados no ativo circulante ou no realizável a longo prazo: a) pelo seu valor justo, quando se tratar de aplicações destinadas à negociação ou disponíveis para venda; e b) pelo valor de custo de aquisição ou valor de emissão, atualizado conforme disposições legais ou contratuais, ajustado ao valor provável de realização, quando este for inferior, no caso das demais aplicações e os direitos e títulos de crédito.”

Os instrumentos financeiros foram regulamentados através dos pronunciamentos técnicos contábeis CPC 38,

CPC 39 e CPC 40. Em 1o de janeiro de 2018 o CPC 38 foi substituído pelo CPC 48.

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Medium 9788580555660

Capítulo 2 - Estratégia da empresa e seleção de projetos

Erik W. Larson; Clifford F. Gray Grupo A PDF Criptografado

C a P Í T u l O

d O i S

Estratégia da empresa e seleção de projetos

Estimar

5

Redes de atividades do projeto

6

Cronograma de recursos e custos

8

Redução da duração

9

Definir projeto

4

15

etos

Proj ionais c a n r inte o

rvisã

Introdução

1

Estratégia

2

Organização

3

Liderança

10

Gerenciando risco

7

Equipes

11

Monitoramento do progresso

13

Terceirização

12

Fechamento do projeto

14

16

17

18

Supe

Agile

P

M

Carre ir

as

estratégia da empresa e seleção de projetos

A necessidade de um sistema de gerenciamento de portfólio de projetos

Um sistema de gerenciamento de portfólio

Critérios de seleção

Aplicação de um modelo de seleção

Gerenciamento do sistema de portfólio

Resumo

Apêndice 2.1: Formulário de proposta (RFP)

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Medium 9788522484645

Parte I – 2 Gestão de Recebíveis, Crédito e Cobrança

MATIAS, Alberto Borges (Coord.) Grupo Gen PDF Criptografado

2

Gestão de Recebíveis, Crédito e Cobrança

Objetivos do capítulo

• Apresentar o conceito e o contexto do crédito.

• Explicar a importância da gestão do crédito.

• Apresentar noções fundamentais para a gestão do crédito.

• Expor ferramentas de apoio à gestão do crédito e cobrança.

• Discutir conceitos como insolvência e modelos de avaliação do risco de crédito.

2.1 Introdução

O crédito, um dos principais itens da Gestão do

Capital de Giro, é de extrema importância na alavancagem de vendas e responsável por grande parte de recursos aplicados no ativo circulante.

Pode-se analisar a origem do crédito através de um enfoque de troca comercial: um sistema de troca simples pressupõe que uma parte vendedora entregará um produto ou serviço a uma outra parte compradora, que deverá fazer um pedido e pagar por isso em uma data determinada.

Não necessariamente os fluxos de troca de produtos e pagamentos ocorrerão na mesma data. Na verdade, na maioria das vezes, ou o comprador adianta o pagamento, quando se trata de compras por encomendas,

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Medium 9788522430413

2 Privatização e Regulação dos Transportes no Brasil (Newton de Castro)

CAIXETA-FILHO, José Vicente; MARTINS, Ricardo Silveira; (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

32

GESTÃO LOGÍSTICA DO TRANSPORTE DE CARGAS

2

Privatização e Regulação dos

Transportes no Brasil

Newton de Castro

2.1 INTRODUÇÃO

A partir da segunda metade da década de 90, o Brasil intensificou o processo de reestruturação do setor de transportes no sentido de aumentar a participação privada na provisão de serviços, como também de descentralizar a gestão da infra-estrutura e dos serviços para os governos estaduais e municipais. Essas reformas afetam significativamente a organização da indústria de serviços de transporte à medida que eliminam restrições regulatórias, de propriedade e operacionais à integração de operadores, por intermédio de fusão entre empresas ou de alianças estratégicas, assim como de investimentos em terminais e equipamentos especializados, a fim de agilizar as mudanças de modo e/ou veículo, nas interfaces entre os diferentes sistemas de transporte.

Internacionalmente, observam-se mudanças profundas nas estratégias operacionais de ferrovias, operadores portuários, empresas aéreas, rodoviárias e de navegação. Estas estão abandonando suas tradicionais práticas modais para se integrarem a sistemas de prestação de serviços multimodais, com uso intensivo dos recursos modernos de comunicação. No caso brasileiro, esse processo acontece impulsionado pelo movimento recente de ampliação do papel da iniciativa privada na provisão de serviços tanto de operação, como de infra-estrutura de transporte. De fato, toda a rede de transporte ferroviário de longa distância já é operada e mantida por empresas privadas, assim como o são os sistemas de transporte de passageiro sobre trilhos de subúrbio e metroviário do Rio de Janeiro. Os programas de concessão rodoviária avançam nos níveis federal, estadual

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Medium 9788597013474

2 - Avaliando o Desempenho Operacional de um Sistema de Produção e Serviço

COSTA, Ricardo Sarmento; JARDIM, Eduardo Grupo Gen PDF Criptografado

2

Avaliando o Desempenho Operacional de um Sistema de Produção e Serviços

Motivação e objetivo deste capítulo

Existe um vácuo entre as estratégias decididas nos níveis mais altos das corporações e as decisões que são tomadas diariamente no “chão-de-fábrica”.

Cientes disso, grande parte das empresas industriais e de serviços, líderes em seus ramos de negócio, cada vez mais têm priorizado programas de Organização e Responsabilização (OR), Gestão semiautônoma (GSA), Empowerment, Gestão cotidiana da performance, Resposta rápida, dentre outros. São programas e metodologias voltadas a criar esta ponte entre as decisões do dia a dia e o nível estratégico a partir do envolvimento de todos com o negócio da empresa.

Usualmente, implícita nestas abordagens está a proposta de desdobrar os indicadores estratégicos nos seus correspondentes indicadores operacionais e, obviamente, a expectativa de ações de correção de rumo sendo tomadas de maneira rápida e proativa sempre que um desvio de rota é detectado no chão-de-fábrica.

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