58 capítulos
Medium 9788580554311

31.7 O caso brasileiro: recuperação judicial, liquidação e falência de empresas

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

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Parte VII

Tópicos Especiais

(continuação)

Reserva de lucros

A próxima etapa é calcular o valor revisado de Z:

Z ⫽ 6,56 ⫻ 0,146 ⫹ 3,26 ⫻ 0,208 ⫹ 1,05 x 0,117 ⫹ 6,72 ⫻ 1,369

⫽ 10,96

Por fim, concluímos que o valor de Z está acima de 2,9 e que, portanto, a U.S. Composite tem um bom risco de crédito.

Segunda parte: considerações gerais sobre recuperação judicial e falência no Brasil

31.7 O caso brasileiro: recuperação judicial, liquidação e falência de empresas

A Lei Federal no 11.101, de 9 de fevereiro de 2005,18 trata dos processos de recuperação judicial, de recuperação extrajudicial e de falência; ela é aplicável a todo o tipo de empresa, exceto

às empresas públicas, às empresas de economia mista e às instituições financeiras. A Lei de

Falências brasileira prioriza a recuperação judicial e a extrajudicial das empresas que enfrentam dificuldades financeiras para que possam elaborar um projeto de recuperação enquanto mantêm suas atividades. O objetivo da recuperação judicial é social, de preservação da empresa e manutenção dos empregos (Brasil, 2005).

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Medium 9788597012965

19 - Comentários à Lei de Responsabilidade Fiscal

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

Comentários à Lei de Responsabilidade

Fiscal

19

“A Lei de Responsabilidade Fiscal – como instrumento inovador das Finanças Públicas

– apresenta-se como um marco institucional e cultural relevante para viabilizar o controle social no Brasil.”

J. Matias-Pereira, 2003

Introdução

A divisão do poder financeiro, definida no modelo do Estado federal brasileiro, entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, para propor, votar e aprovar os orçamentos, instituir, elevar, regular e arrecadar os tributos, bem como efetuar despesas e contrair ou assumir dívidas e outras obrigações, está submetida aos princípios, vedações, normas e limites definidos na Constituição Federal. Essas ações e medidas, como estabelecidas na Constituição Federal, são adotadas em leis complementares e ordinárias, em especial as orçamentárias e tributárias. Nesse contexto, ressalta a Constituição Federal, ao tratar das Finanças Públicas, em seu art. 163, inciso I, que uma lei complementar deve dispor sobre finanças públicas, em sentido lato. Os incisos II a VII do referido artigo, por sua vez, enfatizam que a mencionada lei complementar deve regular determinadas matérias que integram a esfera das finanças públicas. A aprovação da Lei de Responsabilidade Fiscal – Lei Complementar no 101, de 4 de maio de 2000 –

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Medium 9788520431146

Capítulo 34 - Recuperação de empresas a partir da autogesão

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Recuperação de empresas a partir da autogestão

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Maurício Sardá de Faria

Administrador, UFPB

Henrique Tahan Novaes

Economista, Unesp/Marília

Flávio Chedid Henriques

Engenheiro de Produção, UFRJ

Laís Silveira Fraga

Engenheira de Alimentos, Unicamp

INTRODUÇÃO

A autogestão não é um problema exterior ao capitalismo. Não se trata de uma forma de organização ou de luta engendrada pelos trabalhadores fora dos locais do trabalho que seria “transportada” para o interior do processo de produção nos momentos mais agudos de conflito social. Para nós, a autogestão é algo inerente à organização capitalista do processo de trabalho. Sua materialidade é experimentada tanto por meio dos mecanismos informais de articulação dos trabalhadores, no processo de produção de mercadorias, quanto pelas formas autônomas de organização dos conflitos e resistência dos trabalhadores diante da fragmentação, parcelização e infe-

1008

GESTÃO DE NATUREZA PÚBLICA E SUSTENTABILIDADE

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Medium 9788597014075

18 - Gestão de risco e recuperação

SLACK, Nigel; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert Grupo Gen PDF Criptografado

18

GESTÃO DE RISCO E

RECUPERAÇÃO

INTRODUÇÃO

Não importa quanto esforço for colocado no melhoramento, toda a produção enfrentará risco e, ocasionalmente, terá falhas. Alguns riscos surgem de dentro da operação, às vezes por práticas incorretas na gestão da produção, como um controle de qualidade insuficiente. Alguns riscos vêm da rede de suprimento da operação, por exemplo, contar com fornecedores demasiadamente poderosos ou não confiáveis. Outros riscos vêm de forças ambientais mais generalizadas (também chamadas institucionais), como instabilidade política, e desastres ambientais. Em face de tais riscos, uma operação

“resiliente” é aquela que pode identificar prováveis fontes de risco, impedir que ocorram falhas, minimizar seus efeitos e aprender a recuperar-se delas.

Em um mundo onde as fontes de risco e as consequências do risco estão tornando-se mais difíceis de lidar, a gestão do risco é uma tarefa vital. Desde mudanças repentinas na demanda à falência de um fornecedor importante, de ataques terroristas a crimes cibernéticos, as ameaças à condução normal das operações estão aumentando. E as consequências desses eventos estão se tornando mais sérias. A aceleração do corte dos custos, a redução dos estoques e o aumento da utilização da capacidade podem resultar em maior vulnerabilidade. Ao mesmo tempo, mais regulamentação e atenção da mídia podem tornar a falha nas operações ainda mais prejudiciais. Neste capítulo, examinamos os riscos radicais e os mais rotineiros que podem impedir que as operações funcionem como deveriam. A Figura 18.1 mostra como este capítulo se ajusta às atividades de melhoramento da operação.

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Medium 9788597018363

CAPÍTULO 2 – CONSTITUIÇÃO E LEGALIZAÇÃO DE EMPRESAS

CRUZ, Tadeu Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T UL O 2

CONSTITUIÇÃO

E LEGALIZAÇÃO

DE EMPRESAS

2

O QUE É EMPRESA

Várias são as definições de empresa. O dicionário eletrônico Michaelis1 define empresa assim:

“Sociedade organizada para a exploração de indústria ou comércio; com a finalidade de obter um rendimento monetário através da produção de bens ou de serviços: Empresa industrial. Empresa mercantil. Empresa de alimentos em conserva. Empresa de transportes.”

O dicionário eletrônico Aurélio2 define empresa do seguinte modo:

“Execução de um projeto; empreendimento, comedimento. Negócio, sociedade comercial; todo estabelecimento que vende, compra produtos ou oferece algum tipo de serviço.

Unidade econômica de produção: existem empresas privadas, públicas e de economia mista. Companhia organizada juridicamente; firma.”

ELEMENTOS OU RECURSOS DE UMA EMPRESA

Para que uma empresa possa operar adequadamente e assim atingir seus objetivos, é necessária a união de quatro elementos ou recursos:

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