7252 capítulos
Medium 9788580041156

Capítulo 24: Reformas compulsórias no Regime Militar

Ney Carvalho Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 24Reformas compulsórias no Regime MilitarAs comunidades de negócios receberam com grande alívio em todo o país a vitória da Revolução de 1964. No entanto, mais importante do que a extinção do clima de insegurança que reinava no Governo João Goulart foi a inclinação francamente liberal demonstrada pelo governo Castello Branco logo em seus primórdios. A escolha dos integrantes do núcleo financeiro demonstrava esta tendência. Para a pasta do Planejamento foi nomeado o embaixador Roberto Campos e para a Fazenda, o economistaOtávio Gouvêa de Bulhões, ambos notoriamente a favor do livre mercado. Para postos de importância como a Superintendência da Moeda e do Crédito (SUMOC), antecessora do Banco Central, e BNDE foram indicados dois acadêmicos com as mesmas propensões, respectivamente os economistas Dênio Chagas Nogueira e José Garrido Torres.A providência inicial das reformas preconizadas pelas novas autoridades foi a restauração do crédito público, devastado por décadas de inflação que reduziram a pó o valor das antigas apólices federais, sem cláusulas de proteção anti-inflacionária. Três meses e meio depois de instalado, em 16 de julho de 1964, o governo fez passar no Congresso a

Ver todos os capítulos
Medium 9788547215125

9.1 Fundamentos teóricos da dívida externa

Edgar Cândido do Carmo, Jefferson Mariano Editora Saraiva PDF Criptografado

136  economia internacional

A captação de recursos no exterior é feita por indivíduos, empresas e governos de um país, que consistem nos grandes promotores do aumento da dívida externa.

Trocando em miúdos, a captação de moedas estrangeiras pode ocorrer na forma de contratos de empréstimo, financiamentos para projetos específicos ou emissões de títulos ou bônus pelos governos no mercado internacional. Assim temos, de um lado, o interesse na obtenção dos recursos financeiros e, de outro, o direito de receber juros e correção nas mãos dos credores internacionais. Portanto, na ausência de controles, a dívida externa pode se tornar uma eterna bola de neve.

9.1 Fundamentos teóricos da dívida externa

A dívida externa surge quando os agentes econômicos de um país necessitam comprar bens e serviços no exterior, ou seja, de outros países, e para isso passam a financiar essas compras no longo prazo. Vejamos detalhadamente o conceito de dívida externa.

A dívida externa é o somatório dos débitos de um país, garantidos por seu governo, resultantes de empréstimos e financiamentos contraídos com os residentes no exterior (governos, instituições financeiras internacionais como o Fundo Monetário

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131242

9.7 GANHO OU PERDA DE CAPITAL DECORRENTES DE VARIAÇÃO NA PORCENTAGEM DE PARTICIPAÇÃO DA PESSOA JURÍDICA NO CAPITAL SOCIAL DE COLIGADAS E CONTROLADAS

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

304

Contabilidade Avançada

9.5.2.1 Alterações da Lei no 12.973, de 2014

PARTICIPAÇÕES SOCIETÁRIAS – BALANÇO DE 31.12.20X1

N

Descrição

Valores R$

1

2

3

Valor da Participação Societária Avaliada pelo Custo de Aquisição ............

(±) Mais-Valia (Diferença de valor justo na avaliação do investimento) ......

(+) Ágio por Rentabilidade Futura (Goodwill) ...........................................

250.000,00

45.000,00

5.000,00

4

Valor Contábil da Participação Societária a ser baixada ...........................

300.000,00

o

Consulte a respeito o art. 184 da IN RFB no 1.700, de 2017.

Os registros contábeis e tributários são os estabelecidos pelo art. 31 do Decreto-Lei no 1.598, de 1977, com redação dada pela Lei no 12.973, de 2014. O leitor interessado poderá consultar os subitens 9.3.2 e 9.4.2 deste capítulo.

Nessa hipótese, caso a Participação Societária (avaliada pelo Custo de Aquisição) fosse alienada por R$ 300.000,00, não seria apurado ganho de capital contábil (Receita de R$ 300.000,00 –

Ver todos os capítulos
Medium 9788553131846

Capítulo 11 - MARGEM DE SEGURANÇA

Rodney Wernke Editora Saraiva PDF Criptografado

11

Capítulo

MARGEM DE SEGURANÇA

11.1 INTRODUÇÃO

O conceito de Margem de Segurança representa o volume de vendas que supera as vendas calculadas no Ponto de Equilíbrio. Representa quanto as vendas, em unidades ou em valor ($), podem cair sem que a empresa passe a operar com prejuízo.

A Margem de Segurança pode ser expressa quantitativamente, em unidades físicas ou monetárias, ou de forma percentual. Para obtenção da Margem de Segurança, po­ dem ser utilizadas as seguintes fórmulas: a) Margem de Segurança em Valor ($) = Vendas Totais realizadas ou projetadas ($) menos Vendas Totais no Ponto de Equilíbrio ($); b) Margem de Segurança em Unidades = Vendas Totais realizadas ou projetadas em unidades menos Vendas Totais em unidades no Ponto de Equilíbrio; c) Margem de Segurança em Percentual (%) = Margem de Segurança ($) dividida por Vendas Totais ($).

Exemplos: se as vendas no Ponto de Equilíbrio totalizam $ 5.000 e as vendas efetivas forem de $ 6.500, a Margem de Segurança é de $ 1.500 ($ 6.500 – $ 5.000). Se o Ponto de Equilíbrio é de 500 unidades e as vendas efetivas forem de 650 peças, a Margem de Segurança em unidades é de 150 unidades (650 – 500). A Margem de Segurança em percentual será obtida dividindo a Margem de Segurança em valor ($ 1.500) pelas

Ver todos os capítulos
Medium 9788547230005

14.3. POLÍTICA MONETÁRIA

SAMPAIO, LUIZA Editora Saraiva PDF Criptografado

14

741

Política Fiscal e Monetária

Figura 14.5.  A

� s consequências sobre a renda (Y) e a taxa de juros (r) quando a curva

IS se desloca para a direita e para a esquerda r

LM r2 r1 r3

IS2

IS3

Y3 Y1 Y2

IS1

Y

Observe que, à medida que se desloca, a curva IS se move sobre a curva LM, provocando uma alteração no nível de renda/produto (Y) e na taxa de juros (i). As‑ sim, se a política fiscal for expansionista, a renda/produto e a taxa de juros aumentam. Se a política fiscal for restritiva, a renda/produto e a taxa de juros diminuem. Portanto, a renda/produto da economia se desloca no mesmo sentido da taxa de juros quando é adotada uma política fiscal.

JJ 14.3. 

POLÍTICA MONETÁRIA

A política monetária13 é adotada pelo Banco Central para alterar o nível de renda por meio da taxa de juros, em consequência de uma alteração na oferta de moeda.

Serve para combater uma recessão, quando eleva a renda, e para reduzir a inflação, quando provoca diminuição da renda.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos