13225 capítulos
Medium 9788597016154

37 - Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

GELBCKE, Ernesto Rubens; SANTOS, Ariovaldo dos; IUDÍCIBUS, Sérgio de; MARTINS, Eliseu Grupo Gen PDF Criptografado

37

Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

37.1 Aspectos introdutórios

A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) não era obrigatória no Brasil, até a promulgação da Lei no 11.638/07, que introduziu alterações à Lei no 6.404/76, tornando obrigatória, para as companhias abertas, a elaboração e divulgação da DVA como parte das demonstrações contábeis divulgadas ao final de cada exercício.

Antes de se tornar obrigatória para companhias abertas, a

DVA era incentivada e sua divulgação apoiada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por meio do Parecer de Orientação CVM no 24/92. No Ofício-Circular CVM/SNC/SEP no

1/00, a CVM sugeriu a utilização do modelo elaborado pela

Fundação Instituto de Pesquisa Contábeis, Atuariais e Financeiras (FIPECAFI), reforçando novamente o incentivo e apoio em Ofícios-Circulares relacionados a períodos de elaboração nos quais era incentivada a publicação voluntária de informações de natureza social. O último que explicitava tal incentivo e sugeria a utilização do modelo elaborado pela FIPECAFI foi o Ofício-Circular CVM/SEP no 01/08, que dispunha sobre orientações gerais sobre procedimentos a serem observados pelas companhias abertas quando do encaminhamento das informações periódicas e eventuais relacionadas ao exercício de 2007. A partir do exercício seguinte a DVA passou a ser obrigatória para companhias abertas. O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) também estabeleceu procedimentos para evidenciação voluntária de informações econômicas e financeiras relacionadas ao valor adicionado pela entidade e sua distribuição através da NBC T 3.7 – Demonstração do Valor Adicionado, de 21-1-2005 e atualmente revogada,

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

18.4 A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

602

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

O investimento inicial é de $ 475 mil; assim, o VPL do projeto é:

$ 504.918 � $ 475.000 � $ 29.918

Observe que as três abordagens produzem o mesmo valor.

18.4

A comparação das abordagens de VPA, FPA e CMPC

Neste capítulo, apresentamos três abordagens para a avaliação de projetos de uma empresa alavancada. A abordagem do valor presente ajustado (VPA), em primeiro lugar, avalia o projeto em uma base somente de capital próprio. Ou seja, os fluxos de caixa após a tributação dos lucros do projeto com financiamento somente com capital próprio (chamados de fluxos de caixa não alavancados, ou FCNA) são colocados no numerador da equação de orçamento de capital. A taxa de desconto, supondo financiamento somente com capital próprio, aparece no denominador. Nesse ponto, o cálculo é idêntico ao realizado nos capítulos iniciais deste livro.

Acrescentamos, em seguida, o valor presente líquido dos efeitos da dívida. Destacamos que o valor presente líquido dos efeitos da dívida provavelmente seja a soma de quatro parâmetros: efeitos fiscais, custos de emissão, custos de falência e subsídios.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580040500

Capítulo 4: Casos de fraudes

Marcos Assi Saint Paul Editora PDF Criptografado

Capítulo 4Casos de fraudes4.1 Conscientização e culturaA questão da cultura de controle sempre demonstra grande preocupação no que tange a controles e prevenção a perdas, seja por erros, seja pelas tão famigeradas fraudes financeiras ou corporativas, que ultimamente têm reduzido os resultados das corporações, causando perdas financeiras, de imagem e de reputação, em certos casos, intangíveis. Algumas empresas vêm a cada ano buscando aprimorar o entendimento das causas e motivos das perdas com fraudes, justamente para implementar melhores controles de prevenção.Portanto, sobre o assunto de controles na prevenção à fraude, a KPMGForesinc (2009) tem como padrão publicar uma pesquisa sobre a radiografia da fraude desde 2002.O documento demonstra que 68% das empresas pesquisadas já foram vítimas de fraude, 20% não sofreram qualquer tipo de fraude e 12% não souberam dizer. Abaixo, apresentamos somente algumas das informações disponibilizadas na pesquisa, com base em 2008, sobre o tema fraude:

Ver todos os capítulos
Medium 9788521617877

Capítulo 4 - O Papel da Agropecuária Nacional na Geração de Divisas

Ricardo Feijó Grupo Gen PDF Criptografado

4

CAPÍTULO

O Papel da Agropecuária

Nacional na Geração de

Divisas

Protecionismo Agrícola e Globalização

O Brasil exporta para muitos países e, cada vez mais, passa a ser visto como um celeiro mundial.

Em que pese seu potencial exportador, o agronegócio nacional tem-se deparado, e procurado enfrentar, com expressivas barreiras protecionistas dos países potencialmente compradores. Então podemos iniciar esta abordagem das exportações do setor agropecuário examinando a questão do protecionismo e especificamente das barreiras comerciais. Em seguida, iremos detalhar a evolução recente do mercado mundial de alimentos. Mais adiante, apresentaremos, o conceito de globalização e o impacto desta nova realidade na relação comercial agrícola.

As tarifas e as cotas de importação constituem a base de uma política comercial protecionista. Tratase de mecanismos tradicionais mediante os quais os governos dos países importadores têm procurado intervir nos mercados com o propósito de proteger os produtores domésticos da concorrência externa.

Ver todos os capítulos
Medium 9788547230425

5.1 Formação do executivo e etapas

Antonio de Lima Ribeiro Editora Saraiva PDF Criptografado

5.1 Formação do executivo e etapas

Os bons executivos são aqueles que inspiram pessoas pelo exemplo, que evoluíram de posições especialistas para abordagens generalistas, que sabem integrar as diferenças, entendem os outros, convivem com as diferenças, extraem o melhor de cada situação e, nitidamente, percebem o que afeta de fato os negócios da empresa.

Contudo, formar bons executivos é uma tarefa desafiante, que requer tempo e dedicação tanto da empresa quanto das pessoas envolvidas. Vamos abordar um pouco a formação do executivo, que após um longo período de preparação (prováveis 20 anos) estará pronto para assumir um cargo de Chief

Executive Officer (CEO) ou de presidente de uma grande companhia:

��

formação acadêmica em universidade de elevado conceito; deve ser alguém muito inteligente, inclusive com a chamada inteligência social; se expressar em pelo menos dois idiomas; adquirir cultura geral; transitar por estágios; fazer serviços comunitários em asilos, orfanatos e hospitais públicos. Tempo: de 6 a 8 anos;

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos