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Unidade 1 – Conceitos e Fundamentos

EDITORA ATLAS Grupo Gen ePub Criptografado

• Conhecer o histórico do planejamento estratégico;

• Avaliar a evolução do pensamento estratégico;

• Estruturar os diversos modelos de planejamento estratégico;

• Conhecer os principais autores de planejamento estratégico;

• Analisar o ambiente organizacional em que vivemos.

Imagine-se trabalhando em uma empresa que deseja desenvolver/construir um plano estratégico e desdobrá-lo fazendo-o chegar até o nível operacional.

Imagine-se tendo que conduzir a criação desse plano estratégico, auxiliando na criação dos objetivos, estratégias e atividades.

Imagine-se tendo que auxiliar a organização a desenvolver uma espécie de administração com base em objetivos.

É isso que você irá começar a aprender neste livro.

O planejamento estratégico é importante para as organizações por vários motivos, entre os quais a possibilidade de conhecer-se e saber de suas fraquezas e das ameaças destas. Possibilita saber de suas potencialidades e oportunidades e de onde virá o dinheiro que deverá ser investido no orçamento de investimento oriundo do planejamento estratégico.

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5 O CAMPONÊS ROMPE AMARRAS

Huberman Grupo Gen ePub Criptografado

Modifica-se a Situação do Camponês,
que Começa a Ser Dono da Terra.

Novo Regime de Trabalho. As Revoltas Camponesas.

Uma das modificações mais importantes foi a nova posição do camponês. Enquanto a sociedade feudal permanecia estática, com a relação entre senhor e servo fixada pela tradição, foi praticamente impossível ao camponês melhorar sua condição. Estava preso a uma camisa de força econômica. Mas o crescimento do comércio, a introdução de uma economia monetária, o crescimento das cidades proporcionaram-lhe meios para romper os laços que o prendiam tão fortemente.

Quando surgem cidades nas quais os habitantes se ocupam total ou principalmente do comércio e da indústria, passam a ter necessidade de obter do campo o suprimento de alimentos. Surge, portanto, uma divisão do trabalho entre cidade e campo. Uma se concentra na produção industrial e no comércio, o outro na produção agrícola para abastecer o crescente mercado representado pelos que deixaram de produzir o alimento que consomem. Em toda a História o crescimento do mercado constitui sempre um tremendo incentivo ao crescimento da produção. Mas como é possível aumentar a produção agrícola? Há duas formas. Uma é o desenvolvimento intensivo, que significa obter maiores resultados da mesma terra, com maiores plantações, melhores métodos agrícolas e, de modo geral, através de um trabalho mais intensivo e mais científico. A outra é pela extensão da cultura, que significa simplesmente abrir novas terras que não tenham ainda sido cultivadas. Ambos os métodos foram empregados então.

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21 A RÚSSIA TEM UM PLANO

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A Revolução Russa.

Lênin e a Arte da Revolução.

Coletivo, em Vez de Individual.

Os Grandes Problemas Econômicos da Rússia.

Planejamento Nacional Socialista.

O Comércio Externo e o Monopólio Estatal.

Dezessete anos antes do fim do século XIX, Karl Marx morria. Dezessete anos após o início do século XX, Karl Marx tornava a viver.

O que com Marx era teoria foi posto em prática por seus discípulos – Lênin e outros bolcheviques russos – ao tomarem o poder em 1917. Antes disso, os ensinamentos de Marx eram conhecidos de um pequeno grupo de dedicados adeptos. Posteriormente eles atraíram a atenção de todo o mundo. Antes daquela época os comunistas apenas podiam prometer que sua teoria, se posta em prática, criaria um mundo novo e melhor; depois dela poderiam apontar para um sexto da superfície da Terra e dizer: “Eis aí. Vejam. Funciona.”

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13 “A VELHA ORDEM MUDOU…”

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Só os Pobres Pagavam Impostos.

O Progresso Abre os Olhos do Camponês.

A Revolução Francesa. A Burguesia: Quem Era?

A Burguesia Lidera, Camponeses e Trabalhadores Lutam.

O Código Napoleônico, Vitória Burguesa.

Que pensaria o leitor de um governo que taxasse os pobres, mas não os ricos? Totalmente louco, seria seu primeiro pensamento; refletindo, poderia ocorrer-lhe que, de certa forma, é o que o governo dos Estados Unidos está fazendo hoje. Haverá naturalmente muita gente para discordar disso – gente que procuraria provar que os ricos nos EUA pagam uma proporção de impostos mais do que justa. Mas quanto ao fato de que o governo francês do século XVIII realmente cobrava impostos dos pobres, e não dos ricos, não pode haver discordância.

E não pode haver porque as próprias classes privilegiadas admitiam estar isentas praticamente de todas as taxas da época. O clero e a nobreza julgavam que seria o fim do país se, como a gente comum, tivessem de pagar impostos. Quando o governo da França estava em má situação financeira, com as despesas se acumulando rapidamente e deixando muito longe a receita, ocorreu a alguns franceses que a única saída dessa dificuldade era cobrar impostos dos privilegiados. Turgot, ministro das Finanças em 1776, tentou pôr em prática algumas reformas – muito necessárias – do sistema fiscal. Mas os privilegiados não queriam saber disso. Cerraram fileiras em torno do Parlamento de Paris, que assim definiu, claramente, sua posição: “A primeira regra da justiça é preservar a alguém o que lhe pertence: essa regra consiste não apenas na preservação dos direitos de propriedade, mas ainda mais na preservação dos direitos da pessoa, oriundos de prerrogativas de nascimento e posição… Dessa regra de lei e equidade segue-se que todo sistema que, sob a aparência de humanitário e beneficente, tenda a estabelecer igualdade de deveres e destruir as distinções necessárias, levará dentro em pouco à desordem (resultado inevitável da igualdade) e provocará a derrubada da sociedade civil. A monarquia francesa, pela sua constituição, é formada de vários Estados distintos. O serviço pessoal do clero é atender às funções relacionadas com a instrução e o culto. Os nobres consagram seu sangue à defesa do Estado e ajudam o soberano com seus conselhos. A classe mais baixa da nação, que não pode prestar ao rei serviços tão destacados, contribui com seus tributos, sua indústria e seu serviço corporal. Abolir essas distinções é derrubar toda a constituição francesa.”1

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12 DEIXEM-NOS EM PAZ!

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Revolta contra o Mercantilismo.

A Doutrina do Laissez-faire. Os Fisiocratas.

O Conceito de Renda Nacional. O Comércio Livre.

Mil setecentos e setenta e seis foi um ano de revolta. Ano notável. Aos norte-americanos, ele lembra a Declaração da Independência, a revolta contra a política colonial mercantilista da Inglaterra; aos economistas de todo o mundo, lembra a publicação da A riqueza das nações, de Adam Smith – súmula da nascente rebelião contra a política mercantilista – restrição, regulamentação, contenção. Um número cada vez maior de pessoas discordava da teoria e da prática mercantilistas. Não concordava porque sofria com elas. Os comerciantes queriam uma parte dos enormes lucros das companhias monopolizadoras privilegiadas. Quando tentaram participar delas, foram excluídos como intrusos. Os homens que tinham dinheiro desejavam usá-lo como, quando e onde lhes aprouvesse. Queriam aproveitar todas as oportunidades proporcionadas pela expansão da indústria e do comércio. Sabiam o poder que lhes dava o capital e desejavam exercê-lo livremente. Estavam cansados do “podem fazer isso, não podem fazer aquilo”. Estavam fartos das “Leis contra… Impostos sobre… Prêmios para…” Queriam o comércio livre.

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