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Medium 9788547212551

5.5 Poupança pública e déficits fiscais implícitos

Roberto Dumas Damas Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 5  •  A crise asiática 

165

canalizados para setores exportadores, mas direcionados, ao menos, a setores que de alguma maneira incrementem a produtividade da economia, de modo a aumentar a participação da agenda de exportação do país no mercado internacional.

Investimentos em tecnologia podem incrementar a produtividade dos bens exportados de um país diminuindo seus custos de produção. Entretanto, esse não era o caso dos países asiáticos. Grande parte dos investimentos externos intermediados por instituições financeiras locais era destinada a projetos imobiliários que em nada contribuíam para melhorar a produtividade dessas economias.

Evidências de sobreinvestimento nos setores imobiliários podem ser constatadas na Tabela 5.15, que mostra a evolução das principais bolsas de valores dos países asiáticos para o setor imobiliário.

Tabela 5.15 – Bolsa de valores index (setor imobiliário)

1990

Indonésia

1991

1992

1993

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Medium 9788553131242

16.9 ALTERAÇÕES – PADRÃO INTERNACIONAL

Silvério das Neves, Paulo Viceconti Editora Saraiva PDF Criptografado

Contabilidade Avançada

512

16.8.2.3.3 ISS(QN) sobre o valor das receitas e serviços

16.8.2.3.3.1 Valor dos serviços considerados como despesas

Se a sociedade compradora considerou o valor do serviço como despesa, o ajuste na consolidação do resultado deverá ser efetuado, pelo valor total dos serviços, da seguinte forma:

D – Receita de Serviços (na empresa vendedora dos serviços)

C – Despesas (na empresa compradora dos serviços)

Nessa hipótese, na consolidação, o valor do ISS sobre os serviços não deve ser considerado como redutor da receita bruta, tendo em vista o cancelamento do seu valor, mas sim como despesas operacionais normais.

16.8.2.3.3.2 Valor dos serviços ativados

Pode ocorrer no caso de utilização dos serviços (pela empresa compradora) no Ativo Não

Circulante Imobilizado, para colocá-lo em operação, quando serão contabilizados como custo de produção. Nesse caso o ajuste será efetuado da seguinte forma:

D – Receita de Serviços

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Medium 9788540701182

Capítulo 17 - Orquestração de redes: criando e gerenciando cadeias de suprimentos globais sem possuí-las -

Paul R. Kleindorfer, Yoram Wind, Robert E. Gunther Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 17

Orquestração de redes: criando e gerenciando cadeias de suprimentos globais sem possuí-las

Yoram (Jerry) Wind

Victor K. Fung

William K. Fung

 Resumo

Se você aceitar, nas palavras de Thomas Friedman, que “o mundo é plano”, o que precisa fazer para remodelar sua organização, seu estilo gerencial e seu pensamento, adaptando-os a esse novo terreno? Este capítulo oferece estratégias e insights sobre os recursos necessários

à “orquestração de redes”, processo essencial para o design e a gestão de redes centralmente controladas. Embora a maior parte do ensino de gestão enfoque a competição no nível da empresa, o fato é que a competição cada vez mais se dá no plano das “redes contra redes”.

Isso altera a maneira como abordamos a estratégia, as cadeias de suprimentos, a construção de competências e a gestão de empreendimentos. Os autores examinam as estratégias utilizadas por empresas bem-sucedidas em rede de diversos setores. Para uma orquestração de rede eficaz é necessário promover o equilíbrio entre o controle e o empoderamento dos clientes, fornecedores e gerentes empreendedores, bem como construir valor mais a partir da integração que da especialização. Ainda que o foco tradicional das competências centrais tenha estado no nível da empresa, a ascensão das organizações em rede significa que as empresas precisam adotar uma visão mais ampla. O sucesso baseia-se menos nas competências que a organização possui do que naquelas a que pode se conectar. Para os autores, isso significa que as competências centrais para a orquestração e o aprendizado das redes podem tornar-se cada vez mais importantes, por serem metacompetências que permitem às organizações reunir e reconfigurar flexivelmente as competências necessárias para preencher uma cadeia de valor orientada pelo cliente.

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Medium 9788571441347

Capítulo 3 Gestão fiscal responsável

Edson Ronaldo Nascimento Editora Saraiva ePub Criptografado

Desde a sua edição em 2002, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tornou-se a principal norma a ser observada pelos gestores públicos na administração patrimonial e financeira governamental nas três esferas de governo no Brasil.

De acordo com Nascimento e Debus (2002), a LRF – Lei Complementar n. 101, de 4 de maio de 2000, visa a regulamentar a Constituição Federal, no que diz respeito à Tributação e ao Orçamento (Título VI), cujo Capítulo II estabelece as normas gerais de finanças públicas a serem observadas pelos três níveis de governo: Federal, Estadual e Municipal, além do Distrito Federal. Em particular, a LRF vem atender à prescrição do art. 163 da CF de 1988, cuja redação é a seguinte:

Lei complementar disporá sobre:

I – finanças públicas [grifo nosso];

II – dívida pública externa e interna, incluída a das autarquias, fundações e demais entidades controladas pelo poder público;

III – concessão de garantias pelas entidades públicas;

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Medium 9788547220631

7. Sistemas de Amortização de Financiamentos

PUCCINI,Abelardo de Lima Editora Saraiva PDF Criptografado

7.

7.1

Si ste m a s de A m o r t i z a ç ã o de Fi na n ci a m e n t o s

Questões de Nível Médio

1. (FGV/2015/Prefeitura de Niterói – RJ/Fiscal de Tributos) – Para usufruir perpetuamente R$2.000,00 por mês, reajustados mensalmente a uma taxa de 6%, o valor da renda um mês antes do primeiro pagamento, supondo taxa de juros de 10% ao mês, é, em reais: a) 12.500 b) 20.000 c) 22.000 d) 50.000 e) 55.000

Solução:

No cálculo de perpetuidades, quando temos uma taxa periódica de crescimento, utilizamos a fórmula:

VP = PMT / (i – g) i = taxa de desconto do fluxo de caixa = 10% ao mês g = taxa de crescimento = 6% ao mês

PMT = valor da prestação perpétua e, portanto, temos em que

VP = 2.000,00 / (10% – 6%) = 2.000,00 / 4% = $50.000,00 indicando que a resposta correta é a opção (d).

293

Matema tica-finannceira-prova7.indb 293

3/16/17 1:58 PM

Matemática Financeira para concursos

2.

(FGV/2015/Prefeitura de Niterói – RJ/Fiscal de Tributos) – Um empréstimo de R$120.000,00 a ser amortizado pelo Sistema de Amortização Constante – SAC

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