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Medium 9788580554311

10.7 Prêmio pelo risco de ações dos Estados Unidos: perspectivas históricas e internacionais

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 10

Risco e Retorno

10.7 Prêmio pelo risco de ações dos Estados Unidos: perspectivas históricas e internacionais

Até este ponto do capítulo, estudamos os Estados Unidos nos período de 1926 a 2011. Como discutimos, o prêmio histórico pelo risco do mercado de ações nos Estados Unidos tem sido substancial. Naturalmente, sempre que se usa o passado para prever o futuro, existe o perigo de que o passado observado não seja representativo daquilo que o futuro nos reserva. Talvez os investidores norte-americanos tenham tido sorte nesse período e tido retornos particularmente altos. Existem dados disponíveis de períodos anteriores dos Estados Unidos, mas eles não têm a mesma qualidade. Com essa ressalva em mente, os pesquisadores acompanharam os retornos até 1802, e o prêmio pelo risco das ações dos Estados Unidos era menor na era pré-1926. Utilizando os dados sobre retornos dos Estados Unidos desde 1802, o prêmio histórico pelo risco de ações foi de 5,4%.5

Além disso, não analisamos outros países importantes. Na verdade, mais da metade do valor de ações negociáveis não está nos Estados Unidos. Partindo do Quadro 10.4, podemos ver que, enquanto a capitalização total do mercado de ações mundial era de $ 22,3 trilhões em 2011, apenas

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Medium 9788580555660

Capítulo 4 - Definição do projeto

Erik W. Larson, Clifford F. Gray Grupo A PDF Criptografado

C a P Í T U L O

Q U a T r O

Definição do projeto

Estimar

5

Redes de atividades do projeto

6

Cronograma de recursos e custos

8

Redução da duração

9

Definir projeto

4

15

etos

Proj ionais c a n r inte o

rvisã

Introdução

1

Estratégia

2

Organização

3

Liderança

10

Gerenciando risco

7

Equipes

11

Monitoramento do progresso

13

Fechamento do projeto

14

Terceirização

12

16

17

18

Supe

Agile

P

M

Carre ir

as

Definição do projeto

Etapa 1: Definição do escopo do projeto

Etapa 2: Estabelecimento das prioridades do projeto

Etapa 3: Criação da estrutura analítica do projeto

(EAP)

Etapa 4: Integração da EAP com a empresa

Etapa 5: Codificação da EAP para o sistema de informação

Matriz de responsabilidade

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Medium 9788547210229

2.1 PARTIDAS DOBRADAS

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 2

Escrituração contábil

A Contabilidade, para registrar suas operações, adota o Método das Partidas Dobradas.

2.1 ` PARTIDAS DOBRADAS

A essência deste método, universalmente aceito, é que o registro de qualquer operação implica que um débito em uma ou mais contas deve corresponder a um crédito equivalente, em uma ou mais contas, de forma que a soma dos valores debitados seja sempre igual à soma dos valores creditados, ou, simplificando:

Não há débito sem crédito correspondente

Débito = crédito ou origens = aplicações

2.2 ` TEORIA DAS CONTAS

Na literatura, várias escolas, ao longo dos séculos, foram criadas pela necessidade de mudança da sociedade, entre as quais podemos destacar: Barroco, Classicismo, Romantismo, Parnasianismo,

Simbolismo, Modernismo etc.

Na Contabilidade, não poderia ser diferente. Ao longo dos anos, existiram várias escolas que se especializaram nos estudos contábeis, notadamente na teoria das contas, entre as quais podemos destacar:

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Medium 9788580554311

7.1 Análise de sensibilidade, análise de cenários e análise de ponto de equilíbrio

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

7

Para ficar por dentro dos últimos acontecimentos na área de finanças, visite www. rwjcorporatefinance. blogspot.com.

Análise de Riscos, Opções Reais e Orçamento de Capital

No verão de 2008, o filme Speed Racer, com os atores Emile Hirsch e Christina Ricci, patinou nas bilheterias. O slogan de Speed Racer era

“Vai, Speed, vai!”, mas os críticos diziam “Não vá (ver) Speed Racer, não vá!”. Um crítico disse que “as corridas eram muito chatas”. Outros foram ainda mais duros, dizendo que o filme “era como passar duas horas de um lado para outro em uma máquina de pinball” e “um trabalho longo e monótono que dá dor de cabeça”.

Olhando para os números, a Warner Brothers gastou quase $150 milhões para produzir o filme, mais vários milhões em marketing e distribuição. Infelizmente para a Warner Brothers, Speed Racer foi um fracasso de bilheteria, arrecadando apenas $90 milhões em todo

o mundo. De fato, cerca de quatro de 10 filmes perdem dinheiro nos cinemas, embora as vendas de DVD, muitas vezes, ajudem no balanço final. É claro que existem filmes que se saem muito bem.

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Medium 9788580551044

19. Panorama da macroeconomia

Paul A. Samuelson, William D. Nordhaus Grupo A PDF Criptografado

capítulo

19

panorama da macroeconomia

O propósito global da economia é a produção de bens ou serviços para consumo no presente ou no futuro. Penso que o ônus da prova tem de recair sempre sobre aqueles que produzem menos em vez de mais, sobre aqueles que deixam homens, máquinas ou terra desocupados e que podiam ser usados. É impressionante como podem ser encontradas tantas razões para justificar esses desperdícios: receio de inflação, déficits da balança de pagamentos, orçamentos desequilibrados, dívida externa excessiva, perda de confiança no dólar.

James Tobin

National Economic Policy

Existe uma grande oferta de empregos ou estes são di­ fíceis de encontrar? Os salários reais e os padrões de vida estão crescendo rapidamente ou os consumidores estão lutando para sobreviver quando a inflação reduz o salário real? Está ocorrendo um período de exube­ rância financeira com os preços das ações subindo rapi­ damente? Ou o banco central está utilizando a política monetária para combater os efeitos da queda dos pre­

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