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Capítulo 7 - Avaliando riscos externos

James P. Catty Grupo A PDF Criptografado

7

Avaliando riscos

1 externos

WARREN D. MILLER

ESTADOS UNIDOS

INTRODUÇÃO

Riscos não sistemáticos e específicos da entidade são uma desgraça para os proprietários de pequenas e médias empresas (PMEs), assim como para a comunidade de avaliação. Os acadêmicos basicamente anulam a questão, pressupondo que os investidores racionais têm portfólios absolutamente diversificados. Mas isso não é verdade para proprietários de PMEs, que em geral têm pelo menos 95% de seu patrimônio preso no patrimônio ilíquido de um negócio de capital fechado. Para esses empresários, parafraseando a citação sobre vitória comumente atribuída ao lendário técnico de futebol americano Vince Lombardi: “O risco não sistemático não é tudo. É a única coisa”.

UMA ESTRUTURA APROPRIADA

Tendo eliminado o problema com hipóteses e suposições, os acadêmicos nos deixam não apenas sem dados, mas, pior ainda, sem uma estrutura conceitual, que seria o primeiro passo.

Sem ela, ninguém sabe quais dados são necessários. Os detalhes dos riscos não sistemáticos são quase infinitos; um questionário que abrangesse todos eles precisaria ser transportado por um caminhão. O autor luta contra esse problema há mais de uma década. Inúmeras ideias de diferentes fontes (Porter, McKinsey, Galbraith, etc.) foram tentadas, sem sucesso.

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Medium 9788597008265

PARTE III – 9 - A Bolsa de Valores no Brasil

PINHEIRO, Juliano Lima Grupo Gen PDF Criptografado

9

A Bolsa de Valores no Brasil

Conteúdo

Prova_Final_Pinheiro_Mercado_Capitais.indb 343

9.1 Consolidação das bolsas no Brasil

9.2 Bovespa

9.2.1 O papel da Bovespa

9.2.2 Mercados de bolsa e balcão da Bovespa

9.2.3 Novo Mercado

9.2.4 Índices

9.2.5 Exchange Traded Funds (ETF)

9.2.6 Desmutualização da Bovespa

9.3 Bolsa de Mercadorias & Futuros (BM&F)

9.3.1 Participantes e suas estratégias

9.3.2 Mercados e produtos

9.3.3 Principais contratos

9.3.4 Desmutualização da BM&F

9.4 Surgimento da BM&FBovespa

9.4.1 Fusão entre Bovespa Holding e BM&F

9.4.2 As novas regras de acesso aos seus mercados

9.4.3 Ativos negociados

Questões para consolidação

Teste de verificação

07/19/2016 3:24:29 PM

344

Mercado de Capitais • Pinheiro

9.1 Consolidação das bolsas no Brasil

O processo de consolidação das bolsas no Brasil inicia-se com a incorporação da Bolsa de Mercadorias de São Paulo pela Bolsa Mercantil e de Futuros, em 1991, e culmina com a fusão da Bovespa e a BM&F, em 2008.

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Medium 9788597006384

15 - Levantamento de Balanços

KOHAMA, Heilio Grupo Gen PDF Criptografado

1a Prova

15

Levantamento de Balanços

1 Conceito

Balanço em Contabilidade é a apuração da situação de determinado patrimônio, em determinado instante, representada, sinteticamente, num quadro de duas seções: Ativo e Passivo. É também entendido como a igualdade entre duas somas, de uma conta ou de um quadro.

Vulgarmente, a palavra balanço é erroneamente empregada em lugar de “inventário” e isto ocorre quando verificamos um aviso afixado na porta de um estabelecimento, onde se lê “fechado para balanço”, quando na realidade o que está sendo realizado é o que se denomina inventário, que é o arrolamento das mercadorias existentes, ou seja, o relacionamento das existências, para determinação do estoque.

Balanço é uma palavra oriunda do latim bis lanx, que quer dizer “dos dois lados”, significando os pratos de uma balança, onde se observa uma compensação entre os pesos que se coloca de um lado, e o objeto que se queira medir do outro, buscando o equilíbrio.

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Medium 9788540701885

Capítulo 8 - Derivativos de Moeda Estrangeira

David K. Eiteman; Arthur I. Stonehill; Michael H. Moffett Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 8

Derivativos de Moeda Estrangeira

A menos que os contratos de derivativos sejam colateralizados ou garantidos, seu valor final também depende da capacidade creditícia de seus contrapartes. Nesse meio tempo, porém, antes de um contrato ser assinado, as contrapartes registram lucros e perdas – geralmente em quantias enormes – em suas demonstrações de lucros sem que um centavo sequer seja transferido entre elas. A variedade de contratos derivativos é limitada apenas pela imaginação do homem (ou, às vezes, de loucos, ao que parece).

—Warren Buffett, Relatório anual da Berkshire Hathaway, 2002.

A administração financeira da empresa multinacional no século XXI terá que considerar o uso de derivativos financeiros. Esses derivativos, assim chamados por seus valores derivarem de um ativo subjacente como ações ou moeda, são uma ferramenta poderosa utilizada nos negócios hoje em dia para dois objetivos administrativos muito distintos, a especulação e o hedge. O administrador financeiro de uma EMN pode comprar esses derivativos financeiros a fim de assumir posições na expectativa de lucro, especulação, ou pode usar esses instrumentos para reduzir os riscos associados ao dia a dia administrativo dos fluxos de caixa corporativos, hedge. Antes que esses instrumentos financeiros possam ser utilizados efetivamente, no entanto, o administrador financeiro tem que compreender certas questões básicas sobre sua estrutura e precificação. Neste capítulo, abordaremos dois derivativos financeiros em moeda estrangeira comuns, os contratos de futuros de câmbio e as opções sobre moeda estrangeira. Aqui, focaremos nos fundamentos de sua avaliação e seu uso para fins especulativos. O

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Medium 9788597011913

8 - Mudanças nas taxas de câmbio e conversão das demonstrações contábeis, 199

RIOS, Ricardo Pereira; MARION, José Carlos Grupo Gen PDF Criptografado

8

M udanças nas Taxas de

Câmbio e Conversão das

Demonstrações Contábeis

8.1   INT RODU ÇÃO

Em 3 de setembro de 2007, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC) aprovou o Pronunciamento Técnico CPC 02, que trata dos efeitos das mudanças nas taxas de câmbio e da conversão das demonstrações contábeis em moeda estrangeira.

O pronunciamento foi revisado por duas vezes, sendo a última em 2010 e tendo como resultado o Pronunciamento Técnico CPC 02 (R2), que foi aprovado pela Deliberação CVM no 640/2010 e pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade no 1.295/2010, que aprovou a NBC TG 02, que já teve uma revisão (R1).

O objetivo da norma é dar orientação de como incluir transações em moedas estrangeiras e operações no exterior nas demonstrações contábeis e como converter demonstrações contábeis para moeda de apresentação. Os pontos principais são: quais taxas de câmbio utilizar e como reportar os efeitos de mudanças de taxas de câmbio nas demonstrações contábeis.

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