13225 capítulos
Medium 9789724082530

Governo da universidade: constrangimentos e soluções76

António Correia de Campos Editora Almedina PDF Criptografado

Governo da universidade: constrangimentos e soluções76

Existem hoje dois modelos na gestão da universidade: o modelo convencional Universidade-Instituto Público e o modelo fundacional, Universidade-Fundação. Iremos primeiro rever a génese do que hoje existe, ou seja, como se chegou ao modelo fundacional na sua atual coexistência com o modelo de instituto público. Teremos que analisar os argumentos a favor de cada um, embora seja ainda cedo para uma avaliação de um modelo que mal começou a operar. Importa identificar tudo aquilo que no modelo instituto público conduziu o legislador e as universidades fundações a abandonarem o modelo incumbente e a correrem o risco de adotar outra veste, cedo alterada pelas contingências da vida financeira nacional. A questão que todos colocamos é “vai o modelo fundacional sobreviver”? Para bem responder importa conhecer o que o novo já construiu, o que ficou a meio, o que nada mudou e recomendar o que nos parecer resultar da escassa experiência; haverá também que analisar os argumentos dos que desejam a reversão ao anterior ou a adoção de um outro, embora indefinido. O que aqui fica escrito teve em conta apenas as universidades públicas, mas pode aplicar-se, com as devidas alterações, ao modelo fundacional que venha a ser requerido por institutos superiores politécnicos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788597015911

CAPÍTULO 13 – CPC 15 (R1) COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS

ADRIANO, Sérgio Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

CPC 15 (R1)

COMBINAÇÃO DE

NEGÓCIOS

1. OBJETIVO DO CPC 15

O objetivo do CPC 15 é aprimorar a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações que a entidade fornece em suas demonstrações contábeis acerca de combinação de negócios e sobre seus efeitos. Para esse fim, o CPC 15 estabelece princípios e exigências da forma como o adquirente: a. reconhece e mensura, em suas demonstrações contábeis, os ativos identificáveis adquiridos, os passivos assumidos e as participações societárias de não controladores na adquirida; b. reconhece e mensura o ágio por expectativa de rentabilidade futura (goodwill adquirido) advindo da combinação de negócios ou o ganho proveniente de compra vantajosa; e c. determina quais as informações que devem ser divulgadas para possibilitar que os usuários das demonstrações contábeis avaliem a natureza e os efeitos financeiros da combinação de negócios.

2. ALCANCE DO CPC 15

Regra geral, o CPC 15 aplica-se a todas às operações ou a outros eventos que atendam à definição de combinação de negócios, exceto no caso em que outro pronunciamento técnico estabelecer o tratamento contábil de operação específica, a entidade deve aplicar o referido pronunciamento específico em vez do CPC 15.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522489183

Parte II – 11 Estrutura do plano de negócios

Luiz Antonio Bernardi Grupo Gen PDF Criptografado

11

Estrutura do plano de negócios

C

umpridos todos os exaustivos levantamentos e feitas as análises e os cálculos, decorrentes dos capítulos anteriores, o último passo é a finalização do plano de negócios, dentro de uma estrutura usual de mercado.

Há grande variedade de formatos possíveis disponíveis no mercado, para a estruturação de um plano de negócios, inclusive modelos especificamente padronizados, por investidores institucionais, private equities, instituições financeiras oficiais ou privadas, entre outros interessados. Ponto importante é que o exercício do espelho, feito pelo empreendedor, assumindo o papel de investidor, é fundamental neste processo: você compraria ou investiria neste projeto se lhe fosse apresentada a oportunidade?

Dentre todas as possibilidades de formatos, na essência, a qualidade e a atratividade percebidas num plano de negócios estão relacionadas, primeiramente,

à congruência e à lógica entre a narrativa do modelo de negócio e o teste dos números, bem como às evidências e à robustez e à solidez dos dados, das análises e das conclusões.

Ver todos os capítulos
Medium 9788580554311

21.5 Um desvio por fluxos de caixa descontados e capacidade de endividamento com tributação sobre lucros

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

732

Parte V

Financiamentos de Longo Prazo

QUADRO 21.3 Consequências incrementais de fluxo de caixa para a Xomox ao arrendar em vez de comprar

Arrendamento menos compra

Ano 0

Ano 1

Ano 2

Ano 3

Ano 4

Ano 5

Arrendamento

�$ 2.500 �$ 2.500 �$ 2.500 �$ 2.500 �$ 2.500

Aluguéis de arrendamento

Benefícios fiscais dos aluguéis de arrendamento

850

850

850

850

850

�680

�680

�680

�680

�680

Compra (menos)

�(�$ 10.000)

Custo da máquina

Benefício fiscal da depreciação perdido

$ 10.000 �$ 2.330 �$ 2.330 �$ 2.330 �$ 2.330 �$ 2.330

Total

A última linha representa os fluxos de caixa do arrendamento em relação aos fluxos de caixa da compra. Os fluxos de caixa seriam exatamente o oposto se considerássemos a compra em relação ao arrendamento.

ocorrer: geralmente, o primeiro pagamento deve ser feito imediatamente.) Os pagamentos de arrendamento podem ser deduzidos do imposto de renda e, em consequência, gerar benefícios fiscais de $ 850 (�0,34 � 2.500).

Ver todos os capítulos
Medium 9788522467310

3 ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO DOS INVESTIMENTOS EM CAPITAL DE GIRO

Alexandre Assaf Neto, César Augusto Tiburcio Silva Grupo Gen PDF Criptografado

3

ANÁLISE E DIMENSIONAMENTO

DOS INVESTIMENTOS EM

CAPITAL DE GIRO

A análise da liquidez envolve basicamente o conhecimento da capacidade financeira de uma empresa em liquidar seus diversos compromissos passivos nos prazos pactuados. Para essa finalidade, são utilizados diversos indicadores operacionais de avaliação da liquidez, como liquidez corrente, liquidez seca, giro do circulante etc. Estas medidas financeiras procuram explicar e qualificar essa capacidade de pagamento da empresa, tendo sido demonstradas ao longo do Capítulo 1.

Não obstante sua importância e uso generalizado, esses indicadores não costumam fornecer informações mais conclusivas a respeito de determinada evolução na posição financeira corrente e esperada da empresa, omitindo principalmente as efetivas necessidades de investimento em capital de giro.

Uma importante metodologia de estudo da posição de equilíbrio de uma empresa é aquela baseada na distinção de seus ativos e passivos circulantes em itens operacionais (ou cíclicos) e financeiros (ou erráticos). Além de proporcionar uma avaliação mais analítica da posição financeira da empresa, o critério permite, ainda, de maneira relativamente simples e dinâmica, que se identifiquem as efetivas necessidades de capital de giro da empresa, ou seja, o volume de investimento operacional em giro adequado a seu equilíbrio financeiro.

Ver todos os capítulos

Visualizar todos os capítulos