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Capítulo 7 - Coerência e unidade

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Coerência e unidade

7.1 A relação entre coerência e sentido

Neste capítulo, apresentaremos os conceitos de coerência e sentido e explicare‑ mos como eles se relacionam. Vamos mostrar melhor como expressar ideias de modo harmônico, escolhendo as palavras mais adequadas para isso e mantendo, assim, o sentido original do que se deseja comunicar.

7.2 A coerência no texto

Coerência é a harmonia entre uma série de situações ou ideias. Tomemos como exemplo duas situações distintas: um dia de sol e um dia de chuva torrencial. Pelo conceito de coerência, usaremos uma sandália no dia ensolarado e um calçado fechado no dia chuvoso, nunca o contrário.

Um texto é coerente quando existe harmonia entre as palavras, isto é, quando elas apresentam vínculos adequados de sentido, e quando a mensagem se organi‑ za de forma sequenciada, com início, meio e fim.

7.2.1 Coerência entre o pensamento e a mensagem

As ideias expressas devem corresponder às ideias pensadas. Entretanto, para que haja essa conexão entre as palavras, é necessário conhecer bem o significado de‑ las, assim como ter um amplo repertório de vocábulos para que se possa encon‑ trar o mais exato para exprimir aquilo que se deseja.

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9. O discurso científico e suas nuances sobre comunicação e sustentabilidade

BUENO, Wilson da Costa Editora Manole PDF Criptografado

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<�QV`Pb_`\�PVR[a~ºP\�R�`bN`� nuances  sobre  comunicação  e   sustentabilidade

Ana  Maria  Dantas  de  Maio

INTRODUÇÃO

O  discurso  científico  sobre  comunicação  e  sustentabilidade   apresentado  pela  Revista  Brasileira  de  Comunicação  Organizacional   e   Relações   Públicas   (Organicom)   constitui   rico   material   para   estudo,  considerando-se  que  a  publicação  é  tida  como  referência  para  as  pesquisas  em  comunicação  organizacional  e  relações   públicas.   Decifrar   a   interface   que   congrega   sustentabilidade   e   comunicação   a   partir   desse   corpus   representa   um   desafio,   que   decidimos  assumir  sob  a  perspectiva  da  análise  de  discurso.

Nosso  objetivo,  com  essa  leitura,  é  responder  a  cinco  perguntas:  quem  fala,  para  quem  fala,  o  que  fala,  o  que  não  fala  e  como   fala.   As   respostas   indicam   a   atribuição   de   sentido   elaborada   a   partir  do  conjunto  de  textos  examinados  e  sua  respectiva  problematização.  Entretanto,  cabe  registrar  que  cada  artigo  mereceria   uma  análise  exclusiva,  tamanha  a  amplitude  de  seus  enunciados.  

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Medium 9788521616689

CAPÍTULO 1 - Iniciação em Gerenciamento de Projetos

LIMA, Guilherme Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

1

Iniciação em Gerenciamento de Projetos

1.1 CONCEITOS BÁSICOS

O objetivo deste item – Conceitos Básicos – é prover um conjunto de informações para alicerçar os capítulos seguintes e é direcionado para quem tem pouco ou nenhum treinamento formal em fundamentos do gerenciamento de projetos. E, para aqueles que já possuem tal vivência, pode ser uma útil reciclagem.

Você pode não estar familiarizado com alguns termos ou expressões que serão utilizados ao longo do texto. De forma a possibilitar uma comunicação eficiente sobre o assunto tratado você encontrará um glossário resumido ao final do livro. É essencial que tal assunto não fique “mais ou menos” entendido por conta do não-entendimento de uma palavra ou expressão. Recomendo que eventuais dúvidas sejam esclarecidas assim que surgirem. Use bem o glossário.

1.1.1 O que São Projetos

O Project Management Body of Knowledge – PMBoK® 3rd Edition define projeto como um “esforço temporário, com início e términos definidos, empreendido para criar um produto ou serviço único e elaborado pro-

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Medium 9788597019629

CAPÍTULO 17 - Setor de Serviços Públicos

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen PDF Criptografado

VISÃO GERAL

Nesta Parte III, são descritas as características básicas, estratégias corporativas genéricas e estratégias ambientais e sociais aplicáveis aos diferentes tipos de organizações, agrupadas em classes ou setores econômicos. É mera proposta metodológica que não esgota as infinidades de tipos de organizações que constituem o universo empresarial brasileiro. Da mesma forma, tal caracterização merece constantes revisões e atualizações em face da natural dinamicidade do mercado e da conjuntura econômica do país.

De outra forma, determinado setor econômico pode desdobrar-se em segmentos ou subsetores, como, por exemplo, o setor econômico altamente concentrado, que abrange empresas siderúrgicas, de cimento e empresas produtoras de papel e celulose.

Estas últimas são empresas de elevada escala de produção que produzem exclusivamente celulose, e convivem ao lado de outras empresas verticalizadas que produzem papel de sua própria matéria-prima. Outras empresas, que produzem apenas papel, utilizam como matéria-prima os resíduos de papel e celulose para a produção de papel reciclado (empresas de pequeno e médio porte que constituem um segmento econômico mais diversificado e heterogêneo).

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Medium 9788597021226

Vontade ética

Antônio Lopes de Sá Grupo Gen ePub Criptografado

Tudo o que provém do caráter já formado sob as condições da gênese ética; é ato de vontade.

Um complexo de atividades do ser humano, já inserido em seu universo mental, caracteriza o que denominamos “vontade ética”. Ela envolve a ação reflexa, a tendência, o instinto, a atividade ideomotriz, a vontade determinada e a vontade livre.

Cada uma dessas parcelas de que se compõe o todo que denominamos vontade ética tem sua importância e se justifica como conceito dentro do estudo da matéria.

Embora sejam sutis as diferenças entre tais elementos, na realidade, podem ser identificados, e para que se amplie seu estudo, necessário se faz que sejam delimitados, nessa proveitosa análise do ser perante a Ética.

O estado de consciência ética está em interação com a vontade ética.

O ato volitivo, a espontaneidade aparente no cumprimento dos princípios das virtudes morais e éticas, provém de uma consciência formada, mas dela se distingue pela forma e pela prática efetiva ou ação do estado consciente mental.

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