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Medium 9788597011708

5 - Contabilidade intermediária (societária)

Álvaro de Azevedo Gonzaga, Karina Penna Neves, Roberto Beijato Júnior Grupo Gen PDF Criptografado

5

Contabilidade intermediária

(societária)

OBJETIVO DO CAPÍTULO

Apresentar a estrutura contábil definida na legislação societária brasileira, especificamente na Lei no 6.404/76, com as alterações das Leis no 11.638/07 e no 11.941/09. Ao final do capítulo, será possível: a. Fazer uma integração entre a aplicação da legislação societária desde a Lei no 6.404/76 até a integração da legislação contábil-societária com os padrões contábeis internacionais. b. Entender o modelo de apresentação do resultado pela DRE, com os detalhes desde a receita bruta chegando até o resultado final, lucro ou prejuízo. c. Diferenciar bem os termos alíquota nominal e alíquota efetiva e sua aplicação no Brasil. d. Conhecer a estrutura básica do balanço patrimonial publicado pelas empresas domiciliadas no Brasil.

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3/16/17 5:30 PM

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5.1

Capítulo 5

A NOVA CONTABILIDADE BRASILEIRA:

HISTÓRICO DA ENTRADA EM VIGOR

A contabilidade brasileira produziu sua mais significativa e completa mudança em JAN/08, trinta anos após a entrada em vigor da festejada e histórica Lei no  6.404/76, que revolucionou a contabilidade brasileira no final dos anos 1970. A Lei no 11.638, publicada meio que escondida, no final de 2007, trouxe significativas alterações na estrutura e na forma de se tratar as informações contábeis no Brasil, aproximando a contabilidade brasileira das regras definidas na Contabilidade Internacional. Posteriormente, ajustes foram feitos na Lei no 11.941/09, com objetivo de corrigir algumas distorções da Lei no 11.638/07.

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Medium 9788597006292

Parte II - 5 O Modismo na Administração

José Euzébio de Oliveira Souza Aragão, Edmundo Escrivão Filho Grupo Gen PDF Criptografado

Prova Final

O Modismo na

Administração

Júlio César Donadone

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Introdução

Colocam-se como objetivo deste capítulo discutir e problematizar as articulações sociais que produzem a internacionalização e suas formas de naturalização dos conteúdos gerenciais, ou seja, pretendo investigar os atores que trazem, em especial neste trabalho, o espaço dos diversos agentes relacionados às consultorias em gestão e à imprensa de negócios para o Brasil, a nova internacionalização econômica e os cenários que eles constroem para realizá-la. Para chegar a esse objetivo, focalizo o processo de crescimento do mercado de consultorias. Nesta parte do capítulo, objetivo compreender como os consultores se relacionam com a imprensa de negócios e com os quadros gerenciais das empresas. Na segunda parte, enfoco as mudanças no espaço empresarial e gerencial no decorrer do período. O conjunto tem a função de ser uma forma de visualizar a atuação dos quadros gerenciais frente às novas configurações e demandas organizacionais, formadas a partir dos anos 90, e decorrentes da atuação de intermediários como a imprensa de negócios e as consultorias.

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Medium 9788547221850

5.3 Por que é importante entender o perfil do consumidor?

Felipe Morais Editora Saraiva PDF Criptografado

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Planejamento estratégico digital

em 2016, ajudaram a mudar a percepção do país como um enorme potencial de negócios, de modo que ele passou a ser visto como maior potencial dentre os países emergentes. Assim, o Brasil, que era um país de terceiro mundo, hoje disputa de igual para igual com os norte-americanos, a grande potência.

5.2.12 Os decisores mudaram

Você se lembra quando seus pais iam à loja de eletrodomésticos e compravam um aparelho de TV ou uma geladeira, e chegavam em casa com a surpresa? Pois eu me lembro de quando meu pai fechou um importante contrato e chegou em casa com três aparelhos de TV com videocassete acoplado – uma novidade na época – para colocar no meu quarto, no da minha irmã e no dele e de minha mãe, já que a sala já tinha um aparelho igual. Será que isso acontece hoje?

Não! Hoje as crianças têm um poder de decisão muito maior do que antes. Elas decidem onde comer, o que comer, que carro ou televisor comprar, que viagem fazer.

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Medium 9788597013719

1 - PCP e Sistemas Produtivos

Dalvio Ferrari Tubino Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

1

PCP e Sistemas

Produtivos

Objetivos de aprendizagem

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

1. Entender como os sistemas produtivos são organizados.

2. Identificar as atividades de longo, médio e curto prazo para a tomada de decisão nas empresas.

3. Relacionar o fluxo de informações com as funções do PCP dentro destes prazos.

4. Compreender como os sistemas de produção são classificados de acordo com a demanda.

5. Descrever as funções do PCP nos sistemas contínuos, em massa, em lotes e sob encomenda.

6. Diferenciar a programação empurrada da programação puxada dentro da estratégia da manufatura enxuta.

1 INTRODUÇÃO

Este primeiro capítulo tem por finalidade introduzir os conceitos gerais associados aos sistemas produtivos e sua relação com as funções de planejamento e controle da produção. Inicialmente, serão apresentadas as atividades desenvolvidas para a tomada de decisão nas empresas a longo, médio e curto prazo e seus objetivos. Na sequência, é introduzido o conceito de Planejamento e Controle da Produção (PCP) como setor de apoio, dentro do sistema produtivo, para tratar estas informações, com base no desenvolvimento de quatro funções: Planejamento Estratégico da Produção (longo prazo), Planejamento-mestre da

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Medium 9788547217976

4.6 Empréstimos compulsórios

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

4.5.2 Competência para instituir e cobrar contribuição de melhoria

Somente a União, Estados, Distrito Federal e municípios, pessoas políticas responsáveis pela obra pública que acarretou a valorização imobiliária, poderão instituir e cobrar contribuição de melhoria, que poderá ser exigida uma única vez para cada obra, mesmo havendo sobrevalorização posteriormente.

4.5.3 Princípio informador da contribuição de melhoria

O princípio informador da contribuição de melhoria é o princípio da proporcionalidade do benefício experimentado pelo proprietário do imóvel em razão da obra pública. Assim, o tributo será cobrado proporcionalmente em razão do benefício experimentado por cada um dos proprietários do imóvel, possibilitando prestação maior ou menor, dependendo do valor venal do imóvel.

Figura 4.3 Contribuição de melhoria

Contribuição de melhoria

A contribuição de melhoria cobrada pela União, pelos estados, pelo Distrito Federal ou pelos municípios, no âmbito de suas respectivas atribuições, é instituída para fazer face ao custo de obras públicas de que decorra valorização imobiliária

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