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8 Imobilizado

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Compreender o tratamento que as empresas dão à aquisição de bens imobilizados no reconhecimento inicial e subsequente.

No Capítulo 7, estudamos o controle e a avaliação de estoques que, como visto, são bens adquiridos para revenda, como mercadorias, para uso, como material de expediente, ou para uso no processo produtivo, como matérias-primas e embalagens.

Os itens adquiridos para estoques de mercadorias, de matéria-prima, de embalagens, de material de expediente e outros de natureza similar em geral são consumidos durante o ciclo operacional da entidade, seja no uso, na produção ou na comercialização. São bens classificados no ativo circulante da entidade e terão sua realização até o final do exercício financeiro seguinte.

Existem outros bens adquiridos pela entidade que têm natureza duradoura, pois não são adquiridos para consumo imediato. Tais bens são denominados por alguns autores de bens de capital, uma vez que são capitalizados pela entidade. Em decorrência das particularidades de registro e controle, são tratados detalhadamente neste capítulo.

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4 Registro Contábil

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar o patrimônio e suas alterações.

♦ Possibilitar a compreensão da lógica patrimonial.

♦ Introduzir a técnica de registro dos fatos que alteram o patrimônio.

Aprender a realizar o registro dos fatos contábeis é relevante, porém, o mais importante é ter em mente por que é necessário fazer esse registro. O registro dos fatos contábeis, atendendo às normas e técnicas que serão apresentadas neste capítulo, possibilita gerar informações fidedignas e tempestivas, que conduzem os usuários às melhores decisões, conforme abordado no Capítulo 1.

As alterações patrimoniais até este momento foram registradas por meio da técnica de balanços sucessivos. Essa técnica é muito didática e colaborou no entendimento da composição do patrimônio, conforme metodologia proposta por Pacioli e apresentada no Capítulo 3.

A técnica de balanços sucessivos, apesar de facilitar a visualização das alterações ocorridas no patrimônio, não é prática e seria inconveniente seu uso para registro das operações de uma empresa.

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6 Plano de Contas

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Compreender como itens patrimoniais e de resultado são denominados e organizados na Contabilidade.

Nos capítulos anteriores, vimos que a Contabilidade busca compreender o patrimônio e suas variações, de forma a fornecer informações úteis para diversos usuários. A dinâmica do processo contábil (reconhecimento, mensuração e evidenciação) compreende um ciclo contínuo de procedimentos necessários para cumprir o objetivo contábil de informar. Para que as etapas do ciclo contábil sejam cumpridas é fundamental a existência de um documento que ordene, nomeie e explique as funções de cada conta contábil: esse documento é o plano de contas.

O plano de contas estabelece um padrão para uma melhor compreensão do patrimônio e sistematização dos registros contábeis da entidade. Manter um padrão é importante para garantir a uniformidade e a integridade das demonstrações contábeis.

Ao realizar os registros dos fatos contábeis, a entidade fará uso de contas que representam itens patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido) ou de resultado (receitas, custos e despesas). A conta, portanto, é o objeto do registro do lançamento dos fatos contábeis. O principal objetivo da conta é possibilitar o registro dos lançamentos contábeis, facilitando a classificação e a acumulação dos dados.

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2 Constituição de Uma Entidade e Obrigações Legais

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Compreender o conceito de empresa e de pessoa jurídica.

♦ Entender como é constituída uma entidade.

♦ Conhecer quais são as obrigações legais de uma entidade.

Este capítulo aborda o surgimento de uma pessoa jurídica e as obrigações legais decorrentes. O desenvolvimento da Contabilidade, principalmente no ambiente de negócios, aponta para a necessidade de o profissional contábil conhecer o que são as sociedades empresárias, como elas surgem, suas características principais e os aspectos legais envolvidos.

Antes que se inicie o processo de reconhecimento, mensuração e evidenciação dos atos e fatos contábeis, é preciso conhecer os aspectos legais que envolvem o nascimento das entidades. A criação desses entes é ato complexo e requer o estudo de conceitos do âmbito do Direito.

Ainda que em alguns dos casos, como veremos a seguir, o contador não participe diretamente de todos os atos necessários para o início regular de uma entidade, é importante que o profissional contábil conheça os tipos de pessoas jurídicas e as espécies de sociedades existentes em nosso ordenamento jurídico, assim como as obrigações legais e a elaboração dos atos constitutivos.

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1 Por Que Estudar Contabilidade?

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar uma visão geral de como a Contabilidade se desenvolveu ao longo dos séculos até a atualidade.

♦ Apontar a relevância do conhecimento contábil para a gestão das organizações.

♦ Enumerar os principais usuários internos e externos da Contabilidade.

♦ Indicar as áreas de atuação mais recorrentes dos profissionais da Contabilidade.

♦ Introduzir um breve referencial conceitual da Contabilidade adotada no Brasil em harmonia com as práticas internacionais de Contabilidade.

A Contabilidade desenvolveu-se como uma prática cuja origem remonta às primeiras civilizações conhecidas: Suméria, Mesopotâmia e Egito Antigo (ANDRADE, 2009), além da Babilônia e civilizações orientais (IUDÍCIBUS, 2009). Porém, alguns marcos relevantes do seu desenvolvimento como técnica estão situados na Europa ao longo dos séculos XIV e XV. Entre os marcos catalisadores da expansão da Contabilidade como técnica de registro e geração de informações, estão o desenvolvimento do comércio e o surgimento da imprensa.

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Glossário

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

Ações – documentos que representam a participação no capital da empresa.

Avaliação patrimonial – é o processo de mensuração ou avaliação de elementos (ativos e passivos) que compõem o patrimônio de uma entidade; na avaliação patrimonial, ativos e passivos têm seus valores atribuídos ou revisados.

Castro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) – é um número que identifica uma pessoa jurídica na Receita Federal, simillar ao CPF que é obrigatório para as pessoas físicas.

Comandita por ações – o seu capital é dividido em ações, mas o acionista que assume a administração responde solidariamente e de forma ilimitada pelas obrigações sociais, porém, a responsabilidade do acionista é limitada apenas ao preço pago pela ação (Código Civil/2002, art. 1.090).

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – tem o objetivo de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

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10 Outras Demonstrações Contábeis

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar as outras demonstrações contábeis obrigatórias para as empresas no Brasil, sua estrutura e informações que permitem outras análises da situação econômica da entidade.

As demonstrações contábeis são elaboradas para apresentar de forma padronizada e sintética informações que atendam aos interesses de diversos usuários de uma entidade. Essas informações referem-se ao patrimônio da entidade, ao desempenho alcançado em um determinado período, ao fluxo financeiro registrado pela entidade ao final de um exercício, aos beneficiários ou destinatários da riqueza gerada por uma entidade, entre outras.

Pode-se dizer que as demonstrações contábeis fornecem um retrato da entidade em uma determinada data ou de um determinado período. Esse retrato é resultado dos registros contábeis efetuados diariamente e a cada transação realizada por uma entidade. Porém, esse retrato é composto não de imagens, mas por contas e valores monetários, representativos do patrimônio da empresa e do seu desempenho.

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3 Lógica Patrimonial

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Compreender a composição do patrimônio, bem como a diferença entre patrimônio e patrimônio líquido.

♦ Entender as variações do patrimônio.

♦ Compreender a lógica origem x aplicação de recursos.

As relações lógicas que formam o patrimônio é o objeto de estudo deste capítulo. O termo patrimônio, a princípio, significa conjunto de bens, direitos e obrigações pertencentes a uma pessoa física ou entidade de qualquer natureza, com ou sem fins lucrativos (Marion, 2010).

Atendendo às normas e técnicas contábeis em vigor, os bens podem ser compreendidos como todos os elementos que possam ser avaliados economicamente. Como exemplos: máquina, computadores, imóveis etc.

Os direitos podem ser definidos como valores a serem recebidos de terceiros, a prazo, ou valores de propriedade da entidade em posse de terceiros. Exemplos: duplicatas a receber, conta no banco,1 aluguéis a receber, aplicações financeiras etc.

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9 Balanço Patrimonial e Demonstração do Resultado do Exercício

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Possibilitar a compreensão da importância do balanço patrimonial e da Demonstração do Resultado para o conhecimento da situação econômica e financeira da entidade.

O balanço patrimonial é considerado um dos mais importantes demonstrativos elaborados pelas entidades, por possibilitar o conhecimento da composição do patrimônio, o qual teve sua explicação iniciada no Capítulo 3. Este capítulo pretende aprofundar o estudo dessa demonstração.

A importância dessa demonstração deve-se por vários fatores:

♦ Permite conhecer a situação patrimonial da entidade, bem como suas variações.

♦ Mostra as origens de recursos (passivo e patrimônio líquido) e aplicações de recursos (ativo).

♦ Possibilita uma série de análises financeiras, como liquidez, endividamento, capital de giro, entre outras.

♦ Sua apresentação é realizada com informações sobre o ano de referência e o ano anterior, mostrando as variações ocorridas na estrutura patrimonial e financeira.

O balanço patrimonial evidencia a composição do patrimônio e as variações patrimoniais em conformidade com o Regime de Competência que foi tratado no Capítulo 5.

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7 Avaliação de Estoques

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar a conta de estoques.

♦ Identificar os tipos de inventário.

♦ Compreender os métodos de avaliação de estoques.

Conforme abordado no Capítulo 1 deste livro, desde a antiguidade, a humanidade desenvolveu técnicas para inventariar bens (rebanhos, terras, colheitas). Com a intensificação das trocas e o desenvolvimento da atividade comercial, houve o aprimoramento das formas de registro e a avaliação dos produtos e mercadorias que são vendidos. O aprendizado e o aprimoramento da Contabilidade aperfeiçoaram as técnicas de controle e avaliação dos estoques, de forma a melhor quantificar o custo das mercadorias vendidas (CMV) e, consequentemente, o resultado das operações.

Os estoques são um dos principais itens do ativo das entidades que realizam atividade comercial (varejistas, atacadistas e, também, os fabricantes). No campo dos negócios, os estoques representam um dos principais itens de gestão, e a ciência contábil contribuiu com suas técnicas de reconhecimento, avaliação e divulgação de informações para o aprimoramento da administração dos estoques.

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5 Variação do Patrimônio Líquido e Apuração do Resultado

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Compreender a composição do patrimônio líquido (PL).

♦ Entender as variações do PL decorrentes das atividades da entidade.

♦ Compreender a apuração do resultado: lucro ou prejuízo.

♦ Apresentar as contas de resultado e sua função no ciclo contábil.

Como apresentado no Capítulo 3, o patrimônio líquido de uma entidade é formado pelas seguintes fontes:

Investimento inicial (capital) realizado pelos proprietários (sócios/acionistas) em troca de ações/quotas ou outras participações.

Lucros retidos na entidade e não distribuídos aos sócios/acionistas.

Este capítulo tem a finalidade de apresentar como os lucros são apurados e, assim, possibilitar a compreensão do termo lucros retidos.

O lucro é obtido por meio da apuração do resultado em cada exercício social. O resultado de uma entidade, em determinado período, é apurado de forma simplificada pela diferença entre receitas e despesas.

Caso o resultado apresente um saldo credor, ou seja, quando as receitas são maiores que as despesas (origens > aplicações), é apurado lucro. Se o resultado for devedor (origens < aplicações), há prejuízo.

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CAPÍTULO 6 - O IMPACTO AMBIENTAL DO TURISMO

Cooper, Chris Grupo A PDF Criptografado

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PARTE II • O DESTINO TURÍSTICO

IMPACTO AMBIENTAL

No final da década de 1970, a OECD definiu uma estrutura para o estudo do estresse ambiental ocasionado pelas atividades de turismo. Essa estrutura colocava em evidência quatro categorias principais de atividades estressantes, incluindo a reestruturação ambiental permanente (grandes construções, como auto-estradas, aeroportos e resorts); a geração de efluentes (dejetos biológicos e não biológicos que podem prejudicar a piscicultura e a pesca, causar danos à saúde e reduzir a atratividade de um destino); o estresse ambiental direto causado pelo turismo (destruição de recifes de corais, vegetação, dunas etc. devido à presença e às atividades dos turistas); os efeitos sobre a dinâmica das populações (como a migração e o aumento das densidades urbanas acompanhado pelo declínio das populações em outras áreas rurais).

Em 1992, a United Nations Conference on the Environment and Development, no

Rio de Janeiro, aqueceu um debate que estava sendo posto de lado e fez surgir de uma nova máxima: “Somente é permissível aquilo que pode ser sustentado pela natureza e pela sociedade a longo prazo”. Esse novo impulso recebeu o título de Agenda 21, para refletir o fato de que era uma declaração política que visava levar o mundo ao século

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Capítulo 2 | É tudo uma questão de cultura

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 2

É TUDO UMA QUESTÃO DE CULTURA

A

inda que a cultura Zappos seja muito forte hoje em dia, o caminho para definir seus valores não foi exatamente linear. A maneira como os diretores da Zappos desenvolveram sua cultura e definiram seus valores pode oferecer esperança, insight e estímulo para aqueles que não têm um conjunto escrito de valores ou acreditam que haja uma lacuna entre seus pseudovalores corporativos e a cultura real do negócio.

A maioria das empresas já tem um conjunto de valores escritos que parecem ser aplicáveis a todo e qualquer negócio. Em muitos casos, os funcionários não são capazes de citar esses valores, muito menos agir de acordo com eles, e não têm a mínima ideia de onde vieram esses princípios. Os membros da equipe podem até mesmo considerar os valores irrelevantes para o seu dia a dia ou fora do contexto atual do negócio. E nos casos em que os valores corporativos captam as qualidades essenciais da companhia, as ações dos funcionários podem não evidenciar os princípios de maneira que permita aos consumidores diferenciar uma empresa da outra. Por fim, muitos líderes empresariais simplesmente não sabem o que os torna diferentes dos concorrentes ou o que está no âmago de sua identidade. Eles estão

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Capítulo 4 | Menos esforço, mais clientes

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

MENOS ESFORÇO, MAIS CLIENTES

N

unca encontrei um empresário que dissesse “Eu gostaria que menos cliente meus fossem fãs da minha marca”. Todos queremos ampliar aquele grupo especial de clientes que não apenas apoiam nosso negócio por meio de repetidas e constantes compras, mas também indicam novos compradores. Mesmo que se saiba muito sobre os fatores que afastam os clientes de um negócio, os atributos que levam à fidelização do cliente ainda são objeto de consideráveis debates. Esse assunto foi apresentado de forma clara em dois artigos muito diferentes, em uma única edição do Harvard Business Review.

Os títulos dos dois artigos eram “Stop Trying to Delight Your Customers”

(“Pare de querer agradar seus clientes”) e “How I did it: Zappos’ CEO on

Going to Extremes for Customers” (“Como isso aconteceu: CEO da Zappos chega aos extremos por seus clientes).

Os autores de “Stop Trying to Delight Your Customers”, Matthew Dixon,

Karen Freeman e Nicholas Toman, relatam: “O senso comum sustenta que, para aumentar a fidelidade, as empresas precisam ‘agradar’ os clientes, superando as expectativas. Um estudo em larga escala com centros de atendimento e interações de autosserviço constata que, na verdade, o que os clientes querem

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Capítulo 5 | Bem-vindo ao grande baile do serviço: Velocidade, conhecimento, recuperação e surpresa

Joseph A. Michelli Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 5

BEM-VINDO AO GRANDE BAILE DO SERVIÇO:

VELOCIDADE, CONHECIMENTO,

RECUPERAÇÃO E SURPRESA

N

ão parece tão difícil, parece? A Zappos fornece um serviço fácil e preciso, ajuda os clientes a fazer escolhas corretas e providencia devoluções de produtos generosas e descomplicadas. Agora, pense um pouco em quantas empresas realmente executam o pacote completo de serviços.

Vou considerar que seu negócio é parecido com a Zappos e que você atual­ mente tem todos os comportamentos de serviço descritos no Capítulo 4. Nesse caso, você está procurando melhorar o nível de serviço. E depois? De acordo com estudos internacionais como os feitos pela Convergys, quando uma empresa domina a facilidade e a precisão, seus clientes procuram um serviço rápido, uma equipe experiente e outros aspectos que acrescentem valor à experiência. Curiosamente, muitas pesquisas mostram que o serviço personalizado (modificado para atender à necessidade específica de um cliente ou para criar uma conexão emocional com um determinado comprador) conta muitos pontos na lista de desejos do consumidor. Considerando essa hierarquia das vontades do cliente, irei reservar para o Princípio 3 – “Entre no pessoal” – a abordagem Zappos de criar uma atenção personalizada. Agora vamos examinar o que a Zappos faz para acrescentar valor por meio de serviço:

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