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Parte I - Conceitos e classificações

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Parte I

Conceitos e classificações

Capítulo 1 Conceitos e classificações de custos

Livro Analise de custos.indb 1

06/12/2018 10:41:43

Livro Analise de custos.indb 2

06/12/2018 10:41:43

CONCEITOS E CLASSIFICAÇÕES

DE CUSTOS

1

Capítulo

1.1 INTRODUÇÃO

Para gerenciar custos e preços é imprescindível compreender corretamente os concei­ tos relacionados. A interpretação inadequada das várias definições encontradas na li­ teratura contábil ou administrativa pode levar o administrador a equivocar-se quanto aos fatores classificáveis como gastos, investimentos, despesas, perdas, desperdícios e custos. Por isso, com a finalidade de empregar tais conceitos de forma exclusivamente gerencial, foram adotadas nesta obra as concepções mencionadas a seguir.

O termo Gasto é utilizado para descrever as ocorrências nas quais a empresa despende de recursos ou contrai uma obrigação (dívida) perante terceiros (fornecedores, bancos etc.) para obter algum bem ou serviço de que necessite para suas operações cotidianas. É um conceito abrangente e pode englobar outros termos comuns na área de custos, ou seja, um gasto pode ser relacionado a algum investimento (como a compra de máquinas e equipamentos) ou a alguma forma de consumo de recursos (custos fabris ou despesas administrativas).

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14 - OUTRAS APLICAÇÕES DA MATEMÁTICA FINANCEIRA NAS DECISÕES DE COMPRA E VENDA

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OUTRAS APLICAÇÕES DA

MATEMÁTICA FINANCEIRA NAS

DECISÕES DE COMPRA E VENDA

14

Capítulo

14.1 INTRODUÇÃO

Nas operações de compra e venda de mercadorias, produtos ou matérias-primas, a matemática financeira pode ser utilizada como ferramenta de apoio para fundamentar tecnicamente as decisões comerciais, permitindo maximizar o resultado operacional.

Entre as diversas possibilidades de aplicação, optou-se por enfocar neste capítulo:

análise de alternativas de compras (escolha por dois vencimentos ou pelo prazo médio de pagamento);

influência da data de faturamento das compras e recebimento da mercadoria (se no início ou no final do mês);

impacto financeiro da emissão de notas fiscais de venda no início ou no final do mês.

14.2 ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE COMPRAS

O conceito de prazo médio pode levar o comprador a incorrer em alguns equívocos pelo entendimento incorreto do tratamento que deve ser dispensado aos fatores relacionados

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SUMÁRIO

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SUMÁRIO

Parte I – Conceitos e classificações

Capítulo 1  Conceitos e classificações de custos...........................................................................................3

1.1  Introdução..........................................................................................................................................3

1.2  Principais classificações de custos..............................................................................................7

1.3  Distinção dos conceitos lucro e pró-labore.................................................................................9

Exercícios de fixação............................................................................................................................10

Parte II – Métodos de custeio

Capítulo 2  Principais métodos de custeio.....................................................................................................15

2.1  Introdução........................................................................................................................................15

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Capítulo 7 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADE E TEMPO (TDABC)

7

Capítulo

7.1 INTRODUÇÃO

A concepção teórica do Custeio Baseado em Atividade e Tempo (mais conhecido como

Time-driven Activity-based Costing – TDABC) foi delineada por Robert S. Kaplan e Steven

R. Anderson, que passaram a divulgar academicamente este método a partir de artigo publicado na Harvard Business Review.1 Nessa publicação defenderam que o TDABC pode ser considerado uma metodologia de custeamento diferenciada do Custeio

Baseado em Atividades (ou Activity-based Costing – ABC), da qual Kaplan também foi um dos precursores.

Essa opinião está assentada no fato de que o TDABC prioriza estimar o consumo de recursos (folha de pagamentos, energia elétrica, depreciações etc.) pelos objetos de custeio em proporção ao tempo consumido da capacidade instalada de um setor (ou processo) da empresa, enquanto o ABC está centrado na alocação dos custos (recursos)

às atividades.

Com isso, aduzem que o TDABC propiciaria definições mais confiáveis de direcio­ nadores de custos que aquelas conseguidas pelo ABC, principalmente por possibilitar estimativas de tempos unitários para atividades com graus de complexidade distintos.

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Capítulo 17 - CUSTO FINANCEIRO DA ESTOCAGEM

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CUSTO FINANCEIRO

DA ESTOCAGEM

17

Capítulo

17.1 INTRODUÇÃO

Em grande parte das empresas industriais ou comerciais, o valor aplicado no estoque de matérias-primas, mercadorias ou produtos a comercializar é um dos mais relevantes em termos dos ativos circulantes e, em alguns casos, do ativo total. Por envolver parcela expressiva do capital de giro, é interessante que os gestores analisem detidamente se o montante aplicado em estoques é adequado ou não.

Para essa finalidade é pertinente que alguns parâmetros da política de estocagem sejam avaliados periodicamente, cabendo à direção da companhia apurar, ao menos, os seguintes aspectos:

prazos médios de estocagem, ou seja, identificar o período de permanência dos produtos em estoque;

valor do custo financeiro de manter um montante estocado por determinado período;

valor do estoque excedente (volume armazenado além do consumido/vendido periodicamente) e o respectivo custo financeiro.

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Capítulo 6 - CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

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6

Capítulo

CUSTEIO DIRETO/VARIÁVEL

6.1 INTRODUÇÃO

Pela concepção do Custeio Direto/Variável, somente devem ser apropriados aos pro­ dutos ou serviços os gastos a eles associados (normalmente classificáveis como custos diretos ou custos variáveis e despesas variáveis). Assim, os demais gastos necessários para manter a estrutura produtiva (em geral considerados custos indiretos, custos fixos ou despesas fixas) não devem ser considerados quanto ao custeamento dos produtos fabricados ou dos serviços prestados.

Esse método considera que somente os gastos variáveis de produção e de comer­ cialização do produto ou serviço (como matérias-primas utilizadas, serviços de tercei­ ros aplicados ao produto, tributos sobre vendas, comissões de venda etc.) devem ser considerados no custeamento da produção. Todos os demais gastos, que não são fa­ cilmente associáveis a determinado produto ou serviço, devem ser transferidos para a

Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) como despesas do período, sem serem apropriados aos produtos fabricados (ou serviços prestados).

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Capítulo 9 - MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

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9

Capítulo

MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO

9.1 INTRODUÇÃO

A expressão Margem de Contribuição designa o valor resultante da venda de uma unidade após serem deduzidos, do preço de venda respectivo, os custos e as despesas variáveis (como matérias-primas, tributos incidentes sobre a venda e comissão dos vendedores) associados ao produto comercializado. A Margem de Contribuição pode ser conceituada como o valor (em $) que cada unidade comercializada contribui para, inicialmente, pagar os gastos fixos mensais da empresa e, posteriormente, gerar o lucro do período.

Conforme exemplificado na Figura 9.1, se cada produto vendido traz $ 10 de

Margem de Contribuição Unitária (a), será necessário vender 30 unidades para cobrir as despesas e os custos fixos do período (b), que totalizam $ 300. Após vendida tal quantidade, as unidades adicionais (além das 30 vendidas) passam a contribuir para gerar o lucro do período (c).

Figura 9.1  Margem de Contribuição

(a) Margem de contribuição unitária $ 10

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Capítulo 15 - PREÇO DE VENDA A PRAZO

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PREÇO DE

VENDA A PRAZO

15

Capítulo

15.1 INTRODUÇÃO

A determinação do preço de venda a prazo deve englobar um valor relativo ao acrésci­ mo financeiro necessário para ressarcir a empresa vendedora pelo período de financia­ mento que foi concedido ao cliente. Isso é interessante uma vez que, ao financiar suas vendas com recursos próprios, a empresa reduzirá suas disponibilidades financeiras e necessitará captar recursos para suprir o caixa.

Defende-se que a empresa deve repassar aos clientes ao menos uma taxa de juros suficiente para recuperar a perda do valor aquisitivo da moeda no prazo concedido para quitação das duplicatas a receber. Não é suficiente, porém, adicionar uma taxa de juros x sobre o valor do preço de venda à vista. Isso porque, sobre tal preço, incidem fatores como impostos e comissão (com prazos de pagamento diferentes do concedido aos clientes) e o efeito final, quanto ao resultado (lucro) da venda, não seria o almejado.

Para a inclusão do acréscimo financeiro relativo ao preço de venda a prazo, podem ser utilizadas as alternativas constantes do Quadro 15.1.

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Capítulo 3 - CUSTEIO POR ABSORÇÃO (TRADICIONAL)

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CUSTEIO POR ABSORÇÃO

(TRADICIONAL)

3

Capítulo

3.1 INTRODUÇÃO

O Custeio por Absorção designa o conjunto de procedimentos realizados para atribuir todos os custos fabris, quer fixos ou variáveis, diretos ou indiretos, aos produtos fabricados em um período. Com isso, os produtos “absorvem” todos os gastos classificáveis como custos – matérias-primas, salários e encargos sociais, depreciação das máquinas, aluguel do prédio industrial etc. –, independentemente de sua natureza, se custos fixos ou não, se custos diretos ou não.

Esse método é mais adequado para finalidades contábeis, como avaliar estoques e determinar valor total de custo dos produtos vendidos a ser registrado na Demons­ tração do Resultado do Exercício (DRE). Sua utilização tem sido exigida pela legisla­

ção brasileira, e, por determinação legal, devem compor o custo dos bens ou serviços vendidos:

os valores gastos com matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção;

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10 - PONTO DE EQUILÍBRIO

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10

Capítulo

PONTO DE EQUILÍBRIO

10.1 INTRODUÇÃO

O Ponto de Equilíbrio (PE) pode ser conceituado como o nível de vendas, em unidades físicas ou em valor ($), no qual a empresa opera sem lucro ou prejuízo. O número de unidades vendidas no PE é o suficiente para a empresa cobrir seus custos (e despesas) fixos e variáveis, sem gerar nenhum resultado positivo (lucro), conforme demonstrado no Gráfico 10.1.

Gráfico 10.1  Ponto de Equilíbrio

($) Vendas

Receitas totais

300

Ponto de Equilíbrio

Custos totais (variáveis + fixos)

200

Área de lucro (acima do Ponto de Equilíbrio)

Custos fixos

100

Área de prejuízo (abaixo do Ponto de Equilíbrio)

0

1

2

3

Unidades

Fonte: elaborado pelo autor.

As linhas tracejadas do gráfico permitem concluir que, para atingir o PE é neces­ sário vender duas unidades ou obter um faturamento total de $ 200. Nesse volume de vendas o resultado é nulo, ou seja, não se obtém lucro, nem prejuízo. Ao vender mais

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Capítulo 11 - MARGEM DE SEGURANÇA

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11

Capítulo

MARGEM DE SEGURANÇA

11.1 INTRODUÇÃO

O conceito de Margem de Segurança representa o volume de vendas que supera as vendas calculadas no Ponto de Equilíbrio. Representa quanto as vendas, em unidades ou em valor ($), podem cair sem que a empresa passe a operar com prejuízo.

A Margem de Segurança pode ser expressa quantitativamente, em unidades físicas ou monetárias, ou de forma percentual. Para obtenção da Margem de Segurança, po­ dem ser utilizadas as seguintes fórmulas: a) Margem de Segurança em Valor ($) = Vendas Totais realizadas ou projetadas ($) menos Vendas Totais no Ponto de Equilíbrio ($); b) Margem de Segurança em Unidades = Vendas Totais realizadas ou projetadas em unidades menos Vendas Totais em unidades no Ponto de Equilíbrio; c) Margem de Segurança em Percentual (%) = Margem de Segurança ($) dividida por Vendas Totais ($).

Exemplos: se as vendas no Ponto de Equilíbrio totalizam $ 5.000 e as vendas efetivas forem de $ 6.500, a Margem de Segurança é de $ 1.500 ($ 6.500 – $ 5.000). Se o Ponto de Equilíbrio é de 500 unidades e as vendas efetivas forem de 650 peças, a Margem de Segurança em unidades é de 150 unidades (650 – 500). A Margem de Segurança em percentual será obtida dividindo a Margem de Segurança em valor ($ 1.500) pelas

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16 - INFLUÊNCIA DOS PRAZOS DE PAGAMENTO DE COMPRAS, DE RECEBIMENTO DE CLIENTES E DE ESTOCAGEM NO RESULTADO FINAL DAS VENDAS

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INFLUÊNCIA DOS PRAZOS DE

PAGAMENTO DE COMPRAS,

DE RECEBIMENTO DE CLIENTES

E DE ESTOCAGEM NO RESULTADO

FINAL DAS VENDAS

16

Capítulo

16.1 INTRODUÇÃO

Atualmente, os processos de compra e venda de mercadorias podem ser considerados os de maior relevância no contexto das organizações empresariais que visam ao lucro, independentemente do porte ou segmento de atuação. Portanto, cabe aos gestores atentar para as peculiaridades desses processos e gerenciá-los da melhor forma possível.

Um dos aspectos que devem ser observados atentamente pelos administradores relaciona-se aos prazos de pagamento das compras obtidos, com os fornecedores, ao prazo de estocagem dos produtos e ao prazo de recebimento dos clientes da empresa.

Com o intuito de evidenciar os procedimentos necessários para fundamentar correta­ mente as decisões de compra e venda, levando-se em conta os prazos de estocagem, pagamento das compras e recebimento das vendas, neste capítulo serão comentadas as quatro principais modalidades de negociação:

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Capítulo 4 - CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES (ABC)

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CUSTEIO BASEADO EM

ATIVIDADES (ABC)

4

Capítulo

4.1 INTRODUÇÃO

Até a década de 1970, pela pequena participação dos custos indiretos no montante dos custos totais das empresas, seu papel era de pouca relevância. O crescimento dos valores relativos aos custos indiretos nos anos seguintes, porém, implicou que esses passaram a representar uma significativa parcela dos gastos totais das organizações.

Nessa realidade, os critérios de rateio até então utilizados no Custeio por Absorção

(em geral baseados em medições volumétricas, como número de horas trabalhadas ou quantidade de peças produzidas) começaram a ser considerados inadequados. Isso ocorreu porque distorções importantes foram detectadas nos números apresentados pela Contabilidade de Custos em relação aos custos unitários dos produtos fabricados.

Essas distorções foram ocasionadas principalmente pelos rateios de custos efetuados na metodologia tradicional (conforme exposto no capítulo anterior, que tratou do Custeio por Absorção).

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Capítulo 5 - MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇODE PRODUÇÃO (UEP)

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MÉTODO UNIDADES DE ESFORÇO

DE PRODUÇÃO (UEP)

5

Capítulo

5.1 INTRODUÇÃO

O método Unidades de Esforço de Produção (UEP) é uma forma de custeamento espe­ cífica para empresas industriais. Foi idealizado por Georges Perrin, à época da Segunda

Guerra Mundial, e depois aprimorado por Franz Allora, que começou a utilizá-lo em empresas catarinenses no final da década de 1970. Posteriormente, professores da Uni­ versidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) contribuíram para desenvolver o método e passaram a disseminá-lo por diversas empresas da Região Sul do Brasil.

Na concepção desse método, os custos unitários dos produtos são formados pelos (i) custos das matérias-primas consumidas e pelos (ii) custos de transformação, conforme a Figura 5.1.

Figura 5.1  Custo dos produtos pelo método UEP

Custos das matérias-primas

Custos de transformação

(Ficha técnica)

(Calculado pelo UEP)

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Capítulo 13 - APLICAÇÕES DA MATEMÁTICA FINANCEIRA NA GESTÃO DOS CUSTOS DE COMPRA E PREÇOS DE VENDA

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APLICAÇÕES DA MATEMÁTICA

FINANCEIRA NA GESTÃO DOS CUSTOS

DE COMPRA E PREÇOS DE VENDA

13

Capítulo

13.1 INTRODUÇÃO

No capítulo anterior, evidenciou-se como calcular o custo de compra das mercadorias ou matérias-primas e a taxa de marcação (Mark-up), ambos necessários para determinar o preço de venda orientativo.

Os procedimentos apresentados, porém, não abrangeram o aspecto do “valor do dinheiro no tempo”, que considera que “o valor recebido hoje tem mais valor do que a mesma quantia recebida amanhã”. Ou seja, não foram inseridos nos cálculos men­ cionados os prazos de pagamento ou de recebimento dos fatores envolvidos no custo de compra dos insumos e na taxa de marcação (Mark-up). Dessa forma, admite-se que tais prazos não interfeririam na rentabilidade final das operações de venda realizadas.

Evidentemente isso não acontece, e a empresa que não considerar tais prazos funda­ mentará seus preços de venda em valores irreais ou inadequados.

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