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6 - Planejamento de Carreira e Construção da sua Marca

TAJRA, Sanmya Feitosa; SANTOS, Welinton Dos Editora Saraiva PDF Criptografado

Planejamento de Carreira e

Construção da sua Marca

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Para começar

Neste capítulo vamos abordar a construção da sua marca. Como planejar a carreira e investir na sua marca? Apresentamos alguns instrumentos, o gráfico das realizações e o quadro das percepções. Portanto, mãos à obra: chegou o momento de ter o controle de sua carreira e ser bem-sucedido.

6.1 Como planejar a carreira?

O planejamento de carreira é essencial para o sucesso profissional. Assim como planejamos uma festa, uma viagem, o casamento, a mudança de residência, a formatura, entre outras necessidades no decorrer de nossa vida, a construção do futuro profissional deve partir de várias atitudes elaboradas e pensadas.

Pode parecer estranho, mas o planejamento precisa começar pelo fim, ou seja, qual o emprego dos seus sonhos? Que empresa deseja ter? Quais são suas metas quando se aposentar? Até onde pretende chegar? São perguntas que precisam de respostas para o melhor aproveitamento de um planejamento de carreira.

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3 - Dimensões da Qualificação para o Mundo do Trabalho

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Dimensões da

Qualificação para o

Mundo do Trabalho

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Para começar

Neste capítulo abordamos como superar as barreiras para entrar no mercado de trabalho, apresentando um plano de ação para vencer esses desafios. Analisamos o papel do marketing pessoal e as habilidades para se alcançar o sucesso, além de apontarmos diferenciais observados no mercado profissional.

Por fim, abordamos a preparação para processos seletivos e os tipos de currículo existentes no Brasil.

O ingresso no mercado de trabalho inclui muitas variáveis que devem ser consideradas e analisadas cuidadosamente. Nenhuma dessas variáveis funciona isoladamente. É necessário articular várias ao mesmo tempo e de preferência de uma forma integrada, assim os resultados serão melhores. É sobre essas variáveis para o ingresso no mercado de trabalho que iremos comentar neste capítulo, as quais estamos chamando de dimensões para a qualificação.

3.1 Como superar as barreiras para ingressar no mercado de trabalho

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4 - Técnicas Diferenciadoras: Alguns Diferenciais para o Profissional

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Técnicas

Diferenciadoras:

Alguns Diferenciais para o Profissional

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Para começar

Neste capítulo apresentamos algumas técnicas que devem ser incorporadas por todos os profissionais como instrumentos que podem apoiá-los em suas diferenciações. Essas técnicas são o aprendizado por meio do uso do feedback, a utilização da habilidade de negociação para a busca das conquistas planejadas, saber fazer uma apresentação como uma forma de expressão e de marketing pessoal. Por fim, são apresentadas algumas técnicas de como elaborar um currículo.

As possibilidades e necessidades de nos diferenciarmos no mercado de trabalho são imensas, e seria quase impossível listar todas elas. Apresentamos porém mais algumas, além das já citadas no

Capítulo 3, pois consideramos essencial para qualquer profissional o aprendizado de algumas técnicas que poderão fazer toda a diferença, seja num processo seletivo de um emprego, seja no ato de uma venda de um serviço ou produto para um possível cliente por parte de um empreendedor.

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2 - Trabalho, Emprego e Empreendedorismo

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Trabalho,

Emprego e

Empreendedorismo

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Para começar

Neste capítulo apresentamos algumas questões relacionadas ao trabalho formal no mundo do trabalho, vemos o que são pessoa física, pessoa jurídica, além das questões legais, benefícios, direitos e deveres do trabalho. Abordamos os tipos e modalidades de empresas e o que é estagiário e o que é aprendiz. Bons estudos!

O perfil do atual trabalhador tem mudado cada vez mais no sentido de buscar a sua autonomia, na sua capacidade de fazer suas próprias escolhas. Ele tem buscado e criado suas próprias oportunidades, seja como um profissional que trabalha nas organizações disponíveis no mercado, seja criando seus mecanismos de geração de renda, como empregador ou como profis­sional autônomo ou liberal. É nesse contexto que organizamos as informações deste capítulo. Vamos apresentar o que é ser uma pessoa física, uma pessoa jurídica e um profissional autônomo, e posteriormente apresentaremos como se constituem os principais direitos e deveres legais de um trabalhador.

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5 - A Economia Digital e a Sociabilidade Digital

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A Economia Digital e a Sociabilidade

Digital

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Para começar

Neste capítulo falamos do novo espaço para geração de oportunidade de trabalho e aprendizado: o ciberespaço, ou mesmo a internet, que foi favorecida pela evolução da tecnologia da informação e da comunicação. Também comentamos sobre as características do mundo digital versus mundo real, das práticas do networking nesse contexto, dos negócios via e-business, do e-commerce, e oferecemos dicas de como ampliar as possibilidades de trabalho e negócios em geral nas suas redes sociais.

5.1 O novo espaço para o trabalho: o ciberespaço

Neste capítulo abordamos o trabalho no contexto das novas realidades do mercado, considerando a competitividade, a necessidade de estimular o espírito empreendedor e até mesmo de reconfigurar a sociedade, visando favorecer um maior número possível de pessoas, afinal vivemos a fase da sociabilidade digital.

A sociedade como conhecemos vivenciou no final do século XX mudanças tecnológicas até então nunca vistas, promovendo uma nova forma de viver que facilitou o relacionamento das pessoas, possibilitou a difusão de informações e experiências em tempo real entre os “quatro cantos do mundo”, gerando conhecimentos numa rapidez inédita até então e transformando o sistema e a forma de trabalho.

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1 - Análise Atual do Mundo do Trabalho e Tendências

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Análise Atual do

Mundo do Trabalho e Tendências

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Para começar

Para dar início aos nossos estudos, é bom estar atualizado. Portanto, aprender sobre a realidade do mundo globalizado, suas fases históricas, a sociedade em redes e o futuro do trabalho contribuirá para identificar como estamos perante esse mercado profissional. Abordaremos também tecnologias, profissões, termos e nomenclaturas utilizados nas redes sociais e no mercado profissional.

1.1 Uma nova forma de perceber as oportunidades de trabalho

O mundo atual passa por momentos de transformações, e o trabalho modifica-se de acordo com essa realidade. Quanto maior for a rede de transmissão de conhecimento e informação, maiores serão as oportunidades que afetarão diretamente todas as ocupações profissionais do nosso século.

A mudança é rápida, daí a necessidade de atualização constante, como leitura de livros, pesquisas, estudos, redes de amizade e outros. Os movimentos das redes de comunicação definirão o futuro das ocupações nas organizações. Existem práticas e dicas neste livro que permitem vislumbrar as possibilidades de desenvolvimento nesse contexto e que auxiliarão o leitor a analisar as atuais relações no mundo do trabalho.

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7 - Projeto de Vida e o Plano de Carreira

TAJRA, Sanmya Feitosa; SANTOS, Welinton Dos Editora Saraiva PDF Criptografado

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Projeto de Vida e o

Plano de Carreira

Para começar

Nos capítulos anteriores demonstramos alguns aspectos de como planejar a carreira, com várias dicas e orientações para conquistar o mercado de trabalho.

Existem dicas poderosas neste capítulo que o auxiliarão na concretização dos seus sonhos, como criar um plano de vida, com muita determinação, vontade, empenho, estudo, persistência e paciência, propiciando várias conquistas.

Este capítulo dá outras dicas e informações de como se organizar e se preparar para atingir todos os seus objetivos pessoais.

7.1 O tempo da minha vida, o tempo para meu projeto de vida

Para começar este capítulo, vamos inicialmente discutir um tema que afetará bastante o seu projeto de vida, que é o tempo e o que você faz com ele. E, para aumentar a sua curiosidade, como você “administra” seu tempo?

Para bem dizer, ninguém administra o tempo. Como assim? O que fazemos bem ou mal é administrar o que queremos fazer com as nossas vidas em função das prioridades que colocamos para nós mesmos. Ou seja, de acordo com as prioridades que definimos no nosso projeto de vida.

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14.15 Os riscos do preço de transferência

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) é de posição que, quando o ônus tenha sido do importador e os tributos incidentes na importação, a legislação tributária federal impõe a inclusão dos valores dos serviços, pois são agregados ao custo de importação, o que sempre é repassado para o preço final. Deve-se interpretar a IN n. 38/1987 junto com a Lei n. 9.430/1996.

Para o Carf, a norma da RFB tem mais força por limitar e orientar o Fisco e o contribuinte. Existia uma divergência conceitual da lei e da instrução normativa, e o fundamento do Carf foi que, na dúvida, prevalece o contribuinte.

14.15 Os riscos do preço de transferência

Fruto da globalização, o comércio entre empresas vinculadas cresceu a partir dos anos

1950, chamando a atenção dos diversos Fiscos para os preços de transferência, já que o alto custo nas importações de partes ligadas (ou baixo preço de exportação) pode reduzir o lucro e, consequentemente, o imposto pago. Daí ter-se desenvolvido um critério, amplamente aceito, segundo o qual partes ligadas devem praticar preços e condições semelhantes a terceiros independentes (arm’s length). Se há consenso quanto a este, a prática difícil é sua concretização, com o risco de o preço mínimo exigido no Estado vendedor ultrapassar o custo máximo no Estado importador. Ciente desse problema, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) busca aproximar tais práticas.

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9.10 Exemplo de planejamento no lucro presumido

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

Valor

% s/ Faturamento

PIS = R$ 200.000,00 × 0,65%

Tributo

1.300,00

0,65%

IRPJ = R$ 64.000,00 × 15%

9.600,00

4,8%

400,00

0,20%

5.760,00

2,88%

23.060,00

11,53

IRPJ = R$ 4.000,00 × 10%

CSLL = R$ 64.000,00 × 9%

Total

Exemplo 3

Receita trimestral: R$ 300.000,00 (100%)

Lucro presumido = R$ 300.000,00 × 32% = R$ 96.000,00

Tributo

Valor

% s/ Faturamento

Cofins = R$ 300.000,00 × 3%

9.000,00

3%

PIS = R$ 300.000,00 × 0,65%

1.950,00

0,65%

IRPJ = R$ 96.000,00 × 15%

14.400,00

4,8%

IRPJ = R$ 36.000,00 × 10%

3.600,00

1,20%

CSLL = R$ 96.000,00 × 9%

8.640,00

2,88%

37.950,00

12,53

Total

9.10 Exemplo de planejamento no lucro presumido

Para os casos de empresas que possuem mais de uma linha de produção ou reúnem várias atividades diferentes, quadro muito comum nas empresas familiares, existe a possibilidade do desmembramento da empresa em duas ou mais pessoas jurídicas distintas. Isso será interessante caso haja uma atividade altamente lucrativa ao lado de outra que, por um motivo qualquer, apresente altos níveis de prejuízos. Nesse caso, a primeira daria origem a uma empresa que pagaria IRPJ pelo regime do lucro presumido e a segunda poderia fazer os recolhimentos pelo lucro real. Assim, a primeira poderia pagar IR e CSLL sobre uma margem menor de ganhos e a segunda deixaria de ser tributada, já que apresenta perdas fiscais.

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10.11 Microempreendedor Individual (MEI) —Resolução CGSN 94/2011

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

10.11 Microempreendedor Individual (MEI) —

Resolução CGSN 94/2011

Considera-se Microempreendedor Individual (MEI) o empresário optante pelo Simples

Nacional que tenha auferido receita bruta acumulada nos anos-calendário anterior e em curso de até R$ 60.000,00; que exerça tão-somente as atividades constantes do Anexo XIII; que possua um único estabelecimento; que não participe de outra empresa como titular, sócio ou administrador; e que não contrate mais de um empregado.

O MEI pagará, independentemente da receita bruta por ele auferida no mês, valor fixo mensal correspondente à soma das seguintes parcelas:

• contribuição para a Seguridade Social relativa à pessoa do empresário, na qualidade de contribuinte individual, de 5% do limite mínimo mensal do salário de contribuição (R$ 880,00 x 5% = R$ 44,00);

• R$ 1,00 a título de ICMS, caso seja contribuinte desse imposto;

• R$ 5,00 a título de ISS, caso seja contribuinte desse imposto.

O MEI poderá contratar um único empregado que receba exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional, e está sujeito ao recolhimento da CPP para a Seguridade Social, a cargo da pessoa jurídica, calculada à alíquota de 3% sobre o salário de contribuição.

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13.11 Incorporação e absorção de prejuízos pelaincorporadora

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Exemplo 1

A empresa C é cindida parcialmente, na proporção de 30% do seu patrimônio líquido, e tem prejuízos fiscais remanescentes de R$ 100.000,00, na parte B do Livro de Apuração do

Lucro Real (Lalur). Portanto, deverá baixar R$ 100.000,00 × 30% = R$ 30.000,00 de tais prejuízos, na parte B do Lalur. O restante (R$ 70.000,00) poderá compensar com seus próprios prejuízos fiscais, apurados posteriormente à cisão.

Já nos casos de fusão e incorporação, em hipótese alguma a sucessora pode levar para o seu Lalur prejuízos fiscais apurados na empresa sucedida. Assim, os prejuízos fiscais que não puderem ser compensados na apuração do lucro real relativo ao evento não mais poderão ser aproveitados, exceto no caso de cisão parcial.

Nessa forma de reestruturação de empresas, a pessoa jurídica cindida parcialmente pode continuar a compensar seus próprios prejuízos proporcionalmente à parte remanescente do patrimônio líquido.

Exemplo 2

Uma cisão parcial é realizada e 40% do patrimônio líquido da cindida é vertido para uma empresa nova. A empresa cindida mantinha registrado na parte B do Lalur um prejuízo fiscal de períodos anteriores de R$ 100.000,00. O lucro real relativo ao evento, antes da compensação de prejuízos, resultou em R$ 50.000,00.

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13.6 Aspectos econômico-estratégicos e regulatórios

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a depender de onde esteja localizada. Nesse contexto, deve-se levar em consideração, entre outros fatores, os seguintes: estabilidade econômica e política, isenções fiscais ou tributação reduzida sobre os rendimentos, sigilo bancário e fiscal e liberdade de câmbio do local onde foi constituída.

13.6 Aspectos econômico-estratégicos e regulatórios

Entre os aspectos econômico-estratégicos que levam as empresas a implementar processos de reorganização empresarial, destacam-se os relacionados à economia de escala, à concentração de poder de mercado, à redução de capacidade ociosa ou mesmo a uma imposição legal regulatória.

A economia de escala tem sido o motivo mais alegado para justificar, principalmente, reorganizações entre grandes empresas. Economias de escala são atingidas por meio da diluição de custos fixos, estejam eles relacionados aos ativos (operacionais e não operacionais), ou à ociosidade de estoques, ou ainda aos canais de distribuição, entre outros. Portanto, operações que almejem economias de escala devem ter bem definidas a presença do custo fixo e a forma como ele será diluído.

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11.2 Reembolsos de despesas

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a) ao destinatário, quando este for contribuinte do imposto; b) ao remetente, quando o destinatário não for contribuinte do imposto;

[...]”

Nesse sentido, Crepaldi2 analisa a nova redação alterada pela Emenda Constitucional

87/15 e afirma que os Estados destinatários, independentemente do adquirente que lá reside ser contribuinte ou não do ICMS, sempre receberão a diferença entre a alíquota do

Estado destinatário e a interestadual, considerando assim uma maior equalização da aplicação do tributo. Outro ponto a ressaltar é o que determina a alteração constitucional a responsabilidade pelo recolhimento do imposto aos remetentes das mercadorias no caso de o destinatário ser consumidor final não contribuinte de ICMS. Neste aspecto, as empresas ganham mais uma obrigação acessória que pode trazer complicações futuras.

11.2 Reembolsos de despesas

Reembolsos de despesas correspondem a valores pagos cujo ônus deva ser reembolsado por terceiro. No nível de planejamento tributário, tais operações precisam ser corretamente contabilizadas, evitando tratá-las como receitas na contabilidade da empresa que recebeu o reembolso.

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3.9 Certidão negativa

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3.8.2 Análise do Art. 204, CTN

O parágrafo único do art. 204, do CTN, dispõe que a presunção de legitimidade da Dívida

Ativa é relativa ou juris tantum, porque pode ser rebatida (ilidida) nos embargos/exceção de pré-executividade.

Cuidado! A presunção NÃO é absoluta ou JURIS ET DE JURIS.

A presunção em epígrafe é de certeza: nota-se, à evidência, o “an debeatur” (se devido).

Exemplo:

• João deve o IR.

Liquidez: nota-se o “quantum debeatur”.

• João deve o IR no valor de R$ x,xx.

A Dívida Ativa traduz-se em prova pré-constituída.

De fato, a cobrança judicial e a cobrança administrativa fundam-se em legalidade, o que oferta, por si só, a natureza de prova pré-constituída sem prejuízo das “provas em contrário” que venham a ser produzidas.

O art. 11 do Decreto-lei n. 1.893, de 1981, já considerava público o registro da Dívida

Ativa da União, dele podendo ser extraídas as certidões negativas ou positivas, requeridas por qualquer pessoa, física ou jurídica, para defesa de direitos ou esclarecimentos de situações.

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15.4 Vantagens

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• Envolve bens afetos à confiança que não fazem parte dos bens do administrador e, portanto, não podem ser tocados por eventuais credores.

• O trust é um instituto e não uma pessoa jurídica. Desse modo, os bens estão em nome do aforado, que tem plenos poderes de gestão dentro dos limites estabelecidos pelas instruções especificadas no Trust Deed e variações posteriores.

• O protetor tem plenos poderes de inspeção imediata e intervenção na gestão dos ativos detidos pelo administrador.

• O guardião pode ter a opção de cancelar o mandato do aforado caso manifestem-se falhas evidentes na gestão dos ativos de acordo com especificações do Trust Deed.

Pela mesma razão, os beneficiários podem instaurar um processo contra o aforado.

• As relações entre o trust, beneficiários e protetor normalmente são reguladas por um acordo pré-assinado por parte do instituidor e administrador, em conformidade com os termos e procedimentos estabelecidos pela legislação vigente no país em que o trust foi fundado. Esse contrato normalmente é classificado como secreto e publicado apenas para fins testamentários.

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