8380 capítulos
  Título Autor Editora Formato Comprar item avulso Adicionar à Pasta
Medium 9788577806164

Voxiva: Alertas de Saúde para Todos

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE IV

Estudos de Caso e Comentários de CEOs

Voxiva: Alertas de

Saúde para Todos

Conseguimos começar porque arrecadamos dinheiro junto a pessoas que acreditavam que o que fazíamos era importante para o mundo e também que havia um negócio a ser explorado.

— Paul Meyer

Nas duas últimas décadas, a propagação de doenças como a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS), a Síndrome Respiratória Aguda Severa (SARS), a hepatite C e a febre hemorrágica causada pela dengue, além dos surtos de enfermidades tradicionais como o tifo e a difteria, renovaram a conscientização da sociedade quanto às ameaças globais representadas pelas doenças infecciosas. Com efeito, enfermidades contagiosas como cólera, meningite e sarampo são responsáveis por 63%

A ameaça da rápida das mortes infantis e 48% das mortes prematudisseminação regional, ras no mundo, sendo no mínimo 300 milhões o nacional e global dessas número de pessoas que sofrem de casos agudos

1 enfermidades impõe de malária, 90% das quais na África subsaariana . um novo desafio: sua

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806164

Universidade de Maastricht

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Universidade de Maastricht

Educação Gerencial para os Pobres:

A História da Escola de Administração de Maastricht

Em países em desenvolvimento com sólidos mercados na BP, a qualidade dos sistemas de ensino superior têm sido tradicionalmente precária. Em tais países, quase nunca há recursos suficientes disponíveis para a educação escolar primária e secundária das crianças. Não é de admirar, portanto, a escassez de recursos para um ensino superior de qualidade. Em muitos países da África, por exemplo, as faculdades de administração inexistem ou fundamentam-se em materiais teóricos ocidentais ultrapassados sem qualquer relevância prática para os alunos. Desses livros didáticos de administração constam exemplos de empresas com as quais a maioria dos estudantes não tem a menor familiaridade ou das quais sequer ouviu falar. Mais significativo talvez seja o fato de que muitas de suas abordagens teóricas avançadas assumem já ter sido alcançado certo nível de infraestrutura e desenvolvimento econômico, pois isso corrobora sua aplicação nos mercados e países em desenvolvimento. Em muitos casos, mesmo a menor infraestrutura de mercado imaginável ainda não existe. Está claro, no entanto, que a educação, e em particular a educação gerencial, é decisiva para o desenvolvimento da comunidade local de negócios

Ver todos os capítulos
Medium 9788577806164

Unilever

C.K. Prahalad Grupo A PDF Criptografado

PARTE III

Reações dos CEOs ao Conceito e ao Livro

Unilever

Fazendo o Bem, Fazendo Bem

Fazer negócios de maneira responsável e bem-sucedida – ou, se preferir, fazer o bem e fazer bem – são dois lados da mesma moeda.

— Patrick Cescau, em discurso proferido no

Business as an Agent of World Benefit,

Cleveland, Ohio, outubro de 2006

A filantropia corporativa goza de uma longa e magnífica história. A Unilever deve sabê-lo. Hoje em dia, fazer doações de caridade e apoiar atividades comunitárias ainda é uma forma importante de as empresas ajudarem a enfrentar os desafios sociais. Mas, nas últimas décadas, a agenda sofreu uma mudança significativa. Cada vez mais se admite que a responsabilidade das empresas para com a sociedade em geral vá muito além dos gestos filantrópicos – por mais generosos que sejam. A responsabilidade social e a sustentabilidade ambiental converteram-se na divisa das organizações que querem prestar uma contribuição mais relevante às comunidades em que atuam. Muitos fatores explicam essa mudança de ênfase. Por exemplo, é crescente o reconhecimento de que os desafios sociais e ambientais com que nos deparamos neste século XXI são tão complexos e multidimensionais que não podem ser solucionados exclusivamente pelos governos.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade IV (Apêndices) –  Alterações Principais da Lei nº 11.638, de 2007 (Comunicado da CVM) /  A Lei das Sociedades por Ações (1976)

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

Unidade IV

(Apêndices)

– �Alterações Principais da Lei nº

11.638, de 2007 (Comunicado da

CVM)

– �A Lei das Sociedades por Ações

(1976)

Apêndices aos Capítulos 3, 4 e 5

Introdução

O mundo da teoria nem sempre é totalmente coincidente com a realidade das normas e procedimentos emanados de órgãos reguladores.

Na estruturação dos Postulados, Princípios e Convenções apresentados nos

Capítulos 3, 4 e 5, já vistos, preferimos manter o formato já exaustivamente testado e que vem da formulação original, com adaptações, de Hendriksen.

Entretanto, outros autores (como os que aparecem no Apêndice) e os órgãos reguladores seguem uma formação diferenciada, mais detalhada em alguns itens e menos em outros.

Nem todas as estruturas conceituais do tipo FASB, IASB e CPC/CVM contêm todos os postulados, princípios e convenções estudados nos capítulos passados.

No entanto, como a contabilidade brasileira convergiu para as normas do

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade III - 19 A Influência das Variações do

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

19

A Influência das Variações do

Poder Aquisitivo da Moeda;

Custos Correntes Corrigidos

19.1 Generalidades

Apesar de termos construído, no capítulo anterior, demonstrações de alta significação para a administração e também para os usuários externos à empresa, cabe agora homogeneizar os dados em função de uma moeda de poder aquisitivo constante, isto é, expressar os valores correntes ao mesmo nível monetário, para que as demonstrações sejam efetivamente comparáveis. Uma vez que isto esteja realizado, poderemos afirmar que nos aproximamos de um conceito de lucro

“real”, a valores de entrada, com exclusão de custos imputados e econômicos.

19.2 As premissas sobre o índice geral de preços

Aplicaremos a correção ao mesmo exemplo do capítulo anterior. Temos quatro datas importantes:

Índice

Data de aquisição do imobilizado tangível

100

31-12-75

170

Meados de 1976

206

31-12-76

254

284 

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade III - 18 As Correções pelas Variações Específicas de Preços

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

18

As Correções pelas Variações

Específicas de Preços

18.1 Mudanças nos preços específicos

A gerência precisa tomar decisões em curtos intervalos de tempo. Para isso, informações contábeis baseadas em preços correntes são mais suscetíveis de fornecer melhores alternativas para o tomador de decisões.

Historicamente, os contadores, ao enfrentar o problema das flutuações violentas de preços, tentaram abordá-lo sob o ângulo do custo de reposição. A preocupação com os custos de reposição é mais antiga, do ponto de vista contábil, do que as tentativas de corrigir pelo nível geral de preços, embora estas se tenham consolidado em trabalhos de sucesso e ganho notoriedade como alternativa de uso mais simples.

Basicamente, o modelo de custos de reposição ou, mais rigorosamente, de custos correntes (que podem ser, na data dos balanços, de reposição) visa expressar as contas do ativo, do passivo e de receitas e despesas em termos correntes.

A finalidade é acompanhar as flutuações específicas de preços que ocorrem nos ativos. Estamos considerando, primariamente, valores de entrada e não de venda. A teoria dos custos correntes representa um desvio mais acentuado das práticas e teorias geralmente aceitas do que a teoria dos ajustamentos ao nível geral de preços, já que, além de alterar o princípio do custo histórico como base de valor, ainda incide no princípio da realização, que não é mais obedecido.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade III - 17 Generalização da Contabilidade

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

17

Generalização da Contabilidade ao Nível Geral de Preços

17.1 Mudanças no nível geral dos preços

Afirma-se que ocorre uma variação no nível geral de preços como resultado de uma variação no poder aquisitivo da unidade monetária durante um período.

Como adequadamente afirma Hendriksen,1 na ausência de movimentos estruturais ou relativos de preços, todos os preços se moveriam juntamente na mesma porcentagem. Entretanto, se os preços variam a taxas diferentes, é preciso obter uma média ou um índice de preços a fim de expressar o nível geral dos preços correntes com relação a algum período-base.

Assim, a relação entre o índice corrente dos preços e o índice na data-base expressa a mudança relativa dos preços incluídos no índice. Se o índice de preços subiu de 500 para 1.000, os preços teriam dobrado e o poder aquisitivo do real teria diminuído em 50%. Então, a expressão poder aquisitivo, como muitas vezes usamos no contexto de nosso trabalho, significa, basicamente, a habilidade de adquirir bens e serviços com certa quantidade de dinheiro comparada com quanto poderíamos ter adquirido, com a mesma quantidade de dinheiro, em uma data anterior.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade III - 16 A Contabilidade em Face das

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

16

A Contabilidade em Face das

Flutuações de Preços –

Conceitos Gerais

16.1 Observações introdutórias

Esta unidade, de grande importância para o contexto histórico da Contabilidade, representa um resumo, em alguns casos, e uma ampliação de nossos trabalhos, em outros.1

Outros trabalhos, nossos e de outros autores, assim como os desenvolvidos mais recentemente, são levados em conta. Por se tratar de teoria da correção monetária, a abordagem é muito mais ampla do que qualquer abordagem existente na Lei das Sociedades por Ações ou nas normas do Imposto sobre a Renda. Entretanto, um perfeito entendimento da teoria geral da correção monetária, além de colocar o estudioso em um nível atualizado de conhecimento da disciplina, permite atender melhor e apreciar as abordagens parciais legais, fiscais ou da CVM.

Estas, no que se refere à correção monetária, serão ligeiramente comentadas em anexo especial.

De forma alguma deve ser entendido que esta unidade esgote o assunto da correção monetária, principalmente em suas aplicações práticas mais detalhadas.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 9 Receitas, Despesas, Perdas e

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

9

Receitas, Despesas, Perdas e

Ganhos

9.1 Generalidades

Este é um dos capítulos mais importantes da Contabilidade, juntamente com

Princípios Contábeis e Ativo, sem prejuízo dos demais. O capítulo de receitas, despesas, perdas e ganhos, principalmente no que se refere a receitas, nem sempre tem recebido a atenção necessária, principalmente na literatura nacional. É nossa intenção efetuar uma revisão do assunto, na qual voltaremos a ventilar alguns problemas tratados também no capítulo de princípios contábeis, mormente do princípio de realização da receita e confrontação com as despesas.

9.2 Natureza e definições de receita

É complexa a apreciação deste assunto, pois as definições de receita têm-se fixado, via de regra, mais nos aspectos de quando reconhecer a receita e em que montante do que na caracterização de sua natureza.

Assim, algumas definições usualmente encontradas de receita referem-se a seu efeito sobre o patrimônio ou ativo líquido, e outras fazem referências expressas à entrega de bens e serviços ao cliente.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 8 O Passivo e sua Mensuração

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

8

O Passivo e sua Mensuração

8.1 Generalidades

Trataremos de Passivo, neste capítulo, como sinônimo de Exigibilidades. Fazemos esta ressalva, pois poder-se-ia entender o termo Passivo em sentido mais amplo, o de todas as contas com saldo credor inseridas no lado direito do Balanço

Patrimonial.

O problema principal do passivo não reside tanto em sua mensuração, mas em quando reconhecê-lo e registrá-lo. A natureza e o timing de reconhecimento do passivo são tratados com maior ênfase neste capítulo. A avaliação recai, usualmente, na natureza de itens monetários fixos; às vezes, existe cláusula de correção monetária ou variação cambial; de qualquer forma, são sempre expressos em moeda corrente na data dos balanços. Uma diferenciação poderia ser constituída pelas receitas recebidas antecipadamente, as quais não se caracterizam como item monetário.

8.2 Definições de passivo

Hatfield assim definiu exigibilidades:

“Num sentido restrito, exigibilidades... são subtraendos dos ativos, ou ativos negativos. Seria lógico, portanto, preparar um balanço no qual as exigibilidades totais fossem subtraídas dos ativos totais, deixando no lado direito do balanço meramente os itens que representam a propriedade.”

(Accounting, its principles and problems, 1927.)

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 7 O Ativo e sua Mensuração

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

7

O Ativo e sua Mensuração

7.1 Generalidades

É tão importante o estudo do ativo que poderíamos dizer que é o capítulo fundamental da Contabilidade, porque à sua definição e mensuração está ligada a multiplicidade de relacionamentos contábeis que envolvem receitas e despesas.

É crítico o entendimento da verdadeira natureza do ativo, em suas caraterísticas gerais, a fim de que possamos entender bem as subclassificações que aparecem em vários tipos de padronização, em vários países. Ativo é ativo, independentemente de pertencer, por uma ou por outra classificação, a este ou àquele grupo.

7.2 Algumas definições de ativo

Segundo Francisco D’Auria, o ativo é, finalmente, “o conjunto de meios ou a matéria posta à disposição do administrador para que esse possa operar de modo a conseguir os fins que a entidade entregue à sua direção tem em vista”.

Esta definição é, de certa forma, restrita, pois fala em conjunto de meios ou da matéria posta à disposição. Pode dar a entender que se trata apenas de meios materiais ou tangíveis, deixando de lado elementos tão importantes como goodwill. Além do mais, não projeta exatamente o que esses meios devem realizar para que possam ser considerados como ativo. Que tipo de serviço está implícito em tais meios? Tem, todavia, o mérito de pôr em realce, implicitamente, a distinção entre donos do capital e gerência.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 15 Perspectivas e Tendências da

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

15

Perspectivas e Tendências da

Teoria da Contabilidade e da

Contabilidade em Geral

15.1 Finalidades e objetivos do capítulo

Apresentamos nos capítulos anteriores o que consideramos um mínimo de teoria para os estudantes que se iniciam nos cursos de pós-graduação em Contabilidade e Finanças, para os cursos avançados na Graduação e para os profissionais de alto nível, principalmente auditores e analistas de investimentos. Entretanto, o estudioso em geral, o professor de Contabilidade e o profissional sentem-se confusos no momento em virtude de certa indefinição dos limites de atuação da

Contabilidade. Pode ficar perplexo, por exemplo, ao consultar, digamos, a revista

The Accounting Review, editada pela AAA (American Accounting Association) nos

últimos anos, e notar uma enorme quantificação da Contabilidade. Afinal, trata-se de Microeconomia, Econometria ou Contabilidade? O gap de entendimento do leitor médio de origem contábil, mesmo nos Estados Unidos, com relação a tal tipo de revista, é brutal. Entramos em outro mundo, talvez o da Contabilometria ou Contimetria, ou seja, um mundo desconhecido e, de certa forma, assustador.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 14 As “Novas” Abordagens à Teoria

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

14

As “Novas” Abordagens à Teoria

(Pesquisa) Contábil – Um Resumo

14.1 Introdução

Este capítulo tratará, de forma resumida, da apresentação de novas abordagens à Teoria da Contabilidade e, em última análise, à própria Contabilidade, surgidas nos EUA e na Europa na década de 1960 e no Brasil a partir de inícios da década de 1990.

Coloca-se, de propósito, “Novas” pois, na verdade, a Teoria da Contabilidade deveria ser uma só. Melhor seria, talvez, afirmar-se que existem formas diferenciadas da teoria a ser apresentada e explicada.

Nosso texto de Teoria da Contabilidade, pioneiro no Brasil, em suas mais recentes edições, nunca deixou de apontar, em tópicos resumidos e dentro de capítulos, algumas tendências mais recentes da teoria e, principalmente, da pesquisa contábil.

É chegada a hora de se dedicar um capítulo especial, embora resumido, para não cansar o leitor, a esses assuntos, de forma a manter o texto sempre atualizado e líder em sua categoria de livro para os cursos mais avançados de graduação e, inclusive, de pós-graduação.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 13 Ativo Intangível e Outros Itens

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

13

Ativo Intangível e Outros Itens

13.1 Finalidade do capítulo

A finalidade do Capítulo é abordar, de forma resumida, os aspectos essenciais de outros grupos ou itens, com destaque para o Ativo Intangível, sob o ponto de vista da Teoria da Contabilidade. Na verdade, cada assunto que iremos abordar poderia merecer um capítulo especial, se tratado em detalhe. Apresentaremos, todavia, apenas os tópicos fundamentais relacionados a cada um dos problemas abordados.

13.2 Capital circulante líquido

Uma definição adequada do capital circulante líquido exige que se definam seus componentes. De fato, o Accounting Research Bulletin nº 43 assim conceitua os elementos do capital circulante líquido:

1. ativo circulante: disponibilidade ou outros ativos normalmente identificados como os que se espera sejam transformados em dinheiro, vendidos ou consumidos durante o ciclo operacional normal da empresa;

2. passivo circulante: obrigações para cuja liquidação se espera seja requerido o uso de recursos existentes classificados como ativos circulantes ou a criação de outras exigibilidades circulantes.

Ver todos os capítulos
Medium 9788522496242

Unidade II - 12 Estoques

IUDÍCIBUS, Sérgio de Grupo Gen PDF Criptografado

12

Estoques

12.1 Generalidades

Este assunto foi explorado com detalhes no livro Contabilidade introdutória, de modo que aquele tratamento será considerado básico e assimilado para as finalidades deste livro. Entretanto, analisaremos alguns aspectos complementares.

12.2 Que são estoques

O termo estoque é utilizado para designar o agregado de itens de propriedade tangível que: 1. são estocados para venda no curso dos negócios; 2. estão em processo de produção para tal venda; ou 3. estão para ser consumidos na produção dos bens ou serviços que se tornarão disponíveis para venda.1

É importante ressaltar a diferença entre estoques, ativos monetários e despesas pagas antecipadamente. Normalmente, os três têm grande participação no ativo circulante, embora parcelas possam ser não circulantes. Hendriksen esclarece que os ativos monetários representam montantes de poder aquisitivo que se tornarão disponíveis agora ou no futuro. Assim, o valor corrente dos ativos monetários pode ser computado por meio do desconto das entradas previstas de caixa. As despesas antecipadas, por outro lado, representam serviços a serem recebidos pela empresa no processo de obtenção de sua receita. Geralmente, não existe uma forma possível de determinar o valor de tais serviços em termos da receita adicional a ser gerada por eles. Podem ser avaliados apenas em termos de

Ver todos os capítulos

Carregar mais