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Medium 9788522458707

Parte I - 4 - Conceitos relevantes utilizados na administração pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

4

Conceitos relevantes utilizados na administração pública

Introdução

A política não está restrita apenas ao elenco dos elementos ou instituições que caracterizam o regime democrático liberal. Observa-se que a política está presente de forma diuturna na forma de atuação da sociedade, em particular, no complexo tecido das relações sociais, apoiada de forma arraigada na cultura, valores e atitudes dos indivíduos.

A política (politics) se refere ao conflito de interesses e de valores entre os membros de uma sociedade, o que se encontra potencializado nas sociedades modernas, extremamente diferenciadas. Esses conflitos demandam reconhecimento, mas devem ser mantidos em níveis administráveis, o que se faz com o recurso da força ou por meio da política. Política seria, então, o conjunto de procedimentos que expressam as relações de poder entre os membros de uma sociedade e que se destinam à resolução pacífica de conflitos em torno dos bens públicos.  Por sua vez, as políticas públicas (policies) podem ser entendidas como o resultado da própria atividade política na alocação de recursos e na provisão de bens e serviços públicos.

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Medium 9788597012965

18 - Política Orçamentária e Processo Orçamentário no Brasil

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

Política Orçamentária e Processo

Orçamentário no Brasil

18

“O orçamento é essencialmente um ato político.

É um plano de ação.”

Gaston Jèze, 1928

“Em uma definição mais geral, orçamentar refere-se a transformar recursos financeiros em objetivos humanos.”

Aaron Wildavsky, 1976

“O planejamento apresenta-se como um processo contínuo que fundamenta, antecede e acompanha a elaboração orçamentária.”

J. Matias-Pereira, 1999

“A fluidez do sistema orçamentário é que irá determinar o sucesso do processo orçamentário.”

J. Matias-Pereira, 2007

Introdução

O desenvolvimento da visão da política pública como um processo incremental nasce a partir das contribuições de Lindblom (1979),1 Caiden e Wildavsky (1980)2 e

Wildavsky (1992).3 Esses autores, apoiados em pesquisas empíricas, sustentaram que os recursos governamentais para um programa, órgão ou uma dada política pública não iniciam do zero e, sim, de decisões marginais e incrementais que desconsideram

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Medium 9788577808663

3 A APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL COMO FORMA DE CONTROLE DOS INDIVÍDUOS

Antonello, Claudia Simone Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 3 • A APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL COMO FORMA DE CONTROLE DOS INDIVÍDUOS

○ INTRODUÇÃO

O surgimento da teoria de sistemas ao final da década de 30, e sua posterior difusão nos estudos organizacionais na década de 50, representou um rompimento ontológico com os pressupostos funcionalistas predominantes nestes estudos ao longo do século XX. A influência desta teoria, construída em bases interdisciplinares a partir da biologia, possibilitou uma visão integrada do ambiente organizacional e da inter-relação entre seus elementos internos, assim como entre esses e o ambiente externo.

Esta nova visão de mundo substituiu a visão reduzida da organização como uma estrutura simplificada e departamentalizada, cujos elementos constituintes eram passíveis de controle e predeterminação e cujo funcionamento poderia ser explicado a partir de leis gerais. Em contrapartida, o paradigma sistêmico introduz uma visão da organização, por meio da metáfora de organismo complexo, submetido à atuação de múltiplas e indeterminadas variáveis e a relações não lineares.

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Medium 9788536305875

SEÇÃO III - Contextos

Mintzberg, Henry Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 13

Administrando

Empresas Iniciantes

O

texto deste livro divide-se de fato em duas partes básicas, embora haja três seções. A primeira parte, englobando os Capítulos de 1 a 12 e as Seções I e II, apresenta uma variedade de conceitos importantes de organizações – estratégia, estrategista, processo, organização, valores, etc. A segunda, que começa aqui com a Seção III e o Capítulo

13, considera como esses conceitos são combinados para formar os principais contextos das organizações. Na verdade, um contexto é um tipo de situação na qual podemos encontrar determinadas estratégias, estruturas e processos.

Tradicionalmente, os livros de política e estratégia são divididos em duas partes bem diferentes – a primeira sobre formulação da estratégia e a segunda sobre sua implementação (incluindo discussões sobre estrutura, sistemas, cultura, etc.). Como alguns textos do Capítulo 5 já deixaram claro, acreditamos que essa é sempre uma dicotomia falsa: em muitas situações

(ou seja, contextos), formulação e implementação podem estar tão interligadas que não faz sentido separá-las. Escrever um livro baseado em uma dicotomia questionável também não faz sentido para nós, de forma que preferimos apresentar primeiro todos os conceitos relacionados ao processo de estratégia e depois considerar as várias formas nas quais eles podem interagir em situações específicas.

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Medium 9788522475131

Parte II - 4 Aspectos Comportamentais na Gestão de Pessoas

KANAANE, Roberto; FIEL FILHO, Alécio; FERREIRA, Maria das Graças (Org.) Grupo Gen PDF Criptografado

4

Aspectos Comportamentais na

Gestão de Pessoas

Maria das Graças Ferreira

Solange Kanaane

Fátima Regina Giannasi Severino

O que é necessário para mudar uma pessoa é mudar sua consciência de si mesmo.

Abraham Maslow

4.1 Introdução

O capítulo tem como principais direcionamentos as posturas gerenciais que necessitam ser desenvolvidas pelo gestor público no enfoque contemporâneo, considerando as demandas do ambiente interno e externo das organizações públicas.

Tomou-se como base de referência os critérios de excelência da qualidade preconizados pelo modelo da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), especificamente os que tratam da liderança e pessoas.

Dos temas abordados, destacam-se as variáveis comportamentais do gestor público quanto: à motivação, à liderança, à comunicação, ao trabalho em equipe,

à gestão de conflitos e de reuniões.

Buscou-se direcionar um olhar contemporâneo para a figura do gestor a fim de que suas ações possam viabilizar as mudanças necessárias na administração pública na busca de resultados excelentes para o cidadão-usuário.

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Medium 9788522499083

3 - Orçamento empresarial

FREZATTI, Fábio Grupo Gen PDF Criptografado

3

Orçamento empresarial

Objetivos de aprendizagem

1. Conceituar o orçamento.

2. Identificar princípios de planejamento.

3. Apresentar as etapas de estruturação do orçamento.

4. Apresentar, em termos gerais, os componentes da etapa operacional e da etapa financeira.

5. Apresentar as atividades da “lição de casa” necessárias ao desenvolvimento do orçamento.

Questões provocativas

1. No que consiste o artefato denominado orçamento empresarial?

2. Por que os princípios de planejamento são importantes no andamento do processo?

3. Existiria uma sequência preferencial na estruturação do orçamento?

4. Quais seriam as etapas do orçamento?

5. O que deveria ser feito para compatibilizar as decisões de longo prazo com as de médio e curto?

6. O que ocorre quando o plano estratégico não precede a montagem do orçamento?

7. Como obter informações externas para a montagem das premissas financeiras?

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Medium 9788597016024

11 - Estoques

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen PDF Criptografado

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ESTOQUES

1 INTRODUÇÃO

A norma contábil que trata dos estoques é o CPC

16(R1) – Estoques. Os estoques são bens destinados à venda ou à fabricação de produtos, relacionados com os objetivos e atividades da entidade. Os estoques são normalmente ativos importantes na composição do ativo circulante e na determinação do lucro líquido de cada exercício social das entidades.

Os estoques nas empresas comerciais representam mercadorias compradas de terceiros (fornecedores) para serem vendidas aos clientes. Os estoques nas empresas industriais representam matérias-primas, produtos em processo e produtos acabados. As matérias-primas são ativos comprados de terceiros (fornecedores) para serem utilizados na produção de produtos. Produtos em processo são ativos que estão em fase de transformação em produtos acabados. Produtos acabados são ativos fabricados pela entidade e que estão prontos para serem vendidos aos clientes.

Neste capítulo, tratamos das normas contábeis emanadas do CPC 16(R1) – Estoques, principalmente com referência a custeio, valorização e avaliação dos estoques.

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Medium 9788522478026

7 Justiça e Perícia: Responsabilidades Sociais, Civis e Criminais do Perito Contábil

ALBERTO, Valder Luiz Palombo Grupo Gen PDF Criptografado

7

Justiça e Perícia:

Responsabilidades Sociais,

Civis e Criminais do Perito Contábil

7.1  Consciência e personalidade

Vimos que daquele que executa ou pretende executar perícias é exigível – e mesmo desejável – que se conscientize da necessidade de introjetar e agregar a sua personalidade virtudes em grau que lhe empreste autoridade moral natural para o acatamento de seu trabalho, independentemente de atender aos aspectos formais educacionais e relativos a seu trabalho. Em suma, é preciso ser ético, em contraposição a ter ética, o que é substancialmente diferente, pois que ter é tão somente atender às regras formalmente expressas porque a elas está obrigado, enquanto ser é atender às regras, formalizadas ou não, como uma atitude natural, intrínseca ao próprio ser, que só quem é conscientizado pode ter.

Conscientizar é palavra fácil de ser empregada, mas de difícil compreensão além de seu sentido literal,1 de ser o conhecimento íntimo de uma ação objetiva ou subjetiva. Temos, então, que partir da ideia de que ética, em seu étimo grego

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Medium 9788597010527

4 - Conceitos Financeiros Básicos

HOJI, Masakazu Grupo Gen PDF Criptografado

4

Conceitos Financeiros

Básicos

4.1  Juros simples

Em países com economia estável, é comum a utilização de juros simples em operações com prazos de seis meses ou um ano, pois a inflação, além de ser relativamente baixa, é relativamente previsível e as regras do mercado financeiro não são abruptamente alteradas. O mesmo não ocorre em países com alto nível de inflação, pois qualquer desvio na taxa de juro esperada pode produzir diferenças significativas sobre o resultado final da operação.

No Brasil, os juros simples são comumente utilizados em operações financeiras de curtíssimo e curto prazos (de um dia a um mês), descontos de duplicatas e títulos, e cobranças de juros de mora. As operações financeiras indexadas em dólar são também calculadas com taxa de juros simples.

4.1.1  Formas de cálculo

Quando o juro é calculado sobre o capital inicial, proporcionalmente ao número de capitalização, o regime de capitalização é de juros simples.1

As taxas de juros são expressas em unidade de tempo, mas os juros não são pagos, necessariamente, ao final de cada período em que é expressa a taxa de juro. Por exemplo, os juros de um empréstimo feito pelo prazo de seis meses, à

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Medium 9788597014112

2 - Capitalização Simples

SOBRINHO, José Dutra Vieira Grupo Gen PDF Criptografado

2

CAPITALIZAÇÃO SIMPLES

2.1 CONCEITO

Capitalizar, em matemática financeira, significa adicionar juros ao capital. E essa adição pode ser feita de forma linear ou exponencial. Quando feita de forma linear, dizemos que a capitalização é simples, e quando feita exponencialmente dizemos que ela é composta.

Assim, podemos conceituar capitalização simples como sendo o cálculo de obtenção dos juros em que a taxa definida para o período unitário (dia, mês ou ano) incide sempre sobre o capital inicial, não incidindo, pois, sobre os juros que vão se acumulando. O cálculo do valor mensal dos juros e do total acumulado pode ser visualizado através do quadro mostrado a seguir.

Exemplo: calcular o valor dos juros correspondente a um empréstimo de $ 1.000,00, contratado a uma taxa de juro de 5% ao mês, pelo prazo de 4 meses.

Solução:

Mês

Juros Mensais

Juros Acumulados

1

0,05 × 1.000,00 = 50,00

 50,00

2.2

2

0,05 × 1.000,00 = 50,00

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Medium 9788521625018

PARTE III - Extinção de contratos de PPP e concessão: breves reflexões sobre o cálculo de indenizações considerando os parâmetros gerais da lei federal no 8.987/95

OLIVEIRA, Gesner; OLIVEIRA FILHO, Luiz Chrysostomo de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Extinção de contratos de PPP e concessão: breves reflexões sobre o cálculo de indenizações considerando os parâmetros gerais da lei federal no 8.987/95

LUCAS NAVARRO PRADO

Introdução

O tema da extinção dos contratos de concessão e de

Parceria Público-Privada (PPP) tem recebido usualmente tratamento secundário. Verifica-se, assim, um equívoco histórico, facilmente comprovado quando se analisa os respectivos contratos. Basta avaliar as cláusulas contratuais que regem o assunto para perceber a pouca reflexão que costuma envolver a elaboração dessas regras.

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Parcerias Público-Privadas: Experiências, Desafios e Propostas

São diversos os temas que merecem reflexão por ocasião da extinção de um contrato de concessão.1 O presente artigo trata de apenas um desses temas: indenizações devidas ao concessionário ao cabo da concessão, particularmente no que toca à metodologia de cálculo.

Em nossa experiência profissional, tivemos a oportunidade de analisar dezenas de contratos de concessão, contextualizados em marcos legais diversos. Embora estabeleçam regras sobre o tema das indenizações, tais contratos costumam fazê-lo de forma superficial, frequentemente repetindo o princípio previsto na Lei Federal no 8.987/95: obrigação de indenizar os “ativos não depreciados ou não amortizados no período da concessão”.

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Medium 9788597014372

Capítulo 16 – Cibridismo

GABRIEL, Martha Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO

16

CIBRIDISMO

Apesar de o digital abranger cada vez mais aspectos da vida humana, ainda existimos também fora do digital, no ambiente tradicional material, composto por átomos. Nicholas Negroponte, em seu livro A vida digital

(1995), diz que temos dois tipos de ambiente – o formado de bits e bytes

(ambientes digitais) e o formado de átomos (ambientes materiais). Tendo naturezas completamente diferentes e com características específicas, ambos coexistem na vida humana.

No entanto, a hiperconexão e a proliferação de plataformas digitais passa a permitir ao ser humano transferir parte de si para o mundo digital, possibilitando um estado de viver constantemente em trânsito entre as redes ON e OFF line. O estado de “ser” conectado está reconfigurando o ser humano em um “cíbrido”, que é definido por Peter Anders como:

Cíbridos – híbridos de material e ciberespaço – são entidades que não poderiam existir sem reconciliar a nova classe de símbolos com a materialidade que eles carregam. […] Cíbridos são mais que simplesmente uma separação completa (entre material e simbólico). Entre esses dois podemos ter componentes compartilhados1.

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Medium 9788522492619

5 O Indivíduo na Organização: Papéis e Interações

FIORELLI, José Osmir Grupo Gen PDF Criptografado

5

O Indivíduo na Organização:

Papéis e Interações

Este capítulo inicia-se com a cerimônia de acolhimento de um novo profissio­ nal, evidenciando-se falhas, apontadas e analisadas. Destaca-se a importância da percepção inicial na formação da “imagem mental da Organização”.

Detalha-se o episódio por ser generalizável a uma série de situações, que en­ volvem profissionais e clientes da Organização.

Analisam-se alguns mecanismos psicológicos que afetam o comportamento do indivíduo no contexto organizacional e contribuem para o estabelecimento de barreiras entre o profissional e seus clientes.

O capítulo conclui analisando aspectos psicológicos relacionados com tarefas e normas, capazes de afetar o desempenho em relação ao papel esperado.

5.1 INTRODUÇÃO

A pessoa traz à Organização sua “bagagem psicológica”, conhecimentos, ca­ racterísticas, preconceitos, experiências anteriores. A visão de mundo que desen­ volveu acompanha-a no teatro organizacional, onde representará seus papéis.

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Medium 9788522466535

12 Indicadores Ambientais e Socioeconômicos do Desempenho Sustentável

TINOCO, Eduardo Prudêncio Tinoco; KRAEMER, Maria Elisabeth Pereira Grupo Gen PDF Criptografado

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Indicadores Ambientais e Socioeconômicos do

Desempenho Sustentável

A apresentação de indicadores de desempenho ambiental

é importante no processo de fornecer informações ao público externo, à medida que o processo de transparência passa pela padronização e utilização deste tipo de indicador, os quais permitem sintetizar as informações quantitativas e qualitativas relativas a seu desempenho ambiental.

Neste capítulo, iremos apresentar indicadores de desempenho ambientais e socioeconômicos de sustentabilidade das empresas.

A utilização desses indicadores de desempenho e a disseminação de indicadores de ecoeficiência são medidas necessárias para conferir transparência aos negócios das empresas.

Faremos inicialmente uma discussão teórica acerca de sua importância, apresentando em seguida de forma prática uma bateria de indicadores, explicitando sua importância para os usuários de informação.

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17/01/2011 14:16:33

Indicadores Ambientais e Socioeconômicos do Desempenho Sustentável 

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Medium 9788597014075

19 - Gestão de projetos

SLACK, Nigel; BRANDON-JONES, Alistair; JOHNSTON, Robert Grupo Gen PDF Criptografado

19

GESTÃO DE PROJETOS

INTRODUÇÃO

Neste capítulo, tratamos da gestão de “projetos”. Os projetos ocupam o extremo do espectro de baixo volume e alta variedade que introduzimos no

Capítulo 6. Então eles são típicos do tipo de iniciativas de melhoramento que muitas vezes fazem parte das atividades de desenvolvimento de uma operação. Esses processos de “projeto” vêm em todas as formas e tamanhos, com diferenças de escala, incerteza, complexidade, novidade, tecnologia e ritmo.

No entanto, em muitos aspectos, os projetos compartilham característicaschave que tornam suas tarefas de gerenciamento amplamente universais.

Primeiro, os gerentes devem entender as características fundamentais de um projeto e as prováveis implicações dessas características para a gestão. Em segundo lugar, eles devem ser capazes de entender o ambiente do projeto e gerenciar as principais partes interessadas no projeto. Em terceiro lugar, eles devem ser capazes de definir, planejar e controlar projetos através do seu ciclo de vida, ao mesmo tempo em que equilibram os objetivos de desempenho concorrentes e os requisitos competitivos das partes interessadas

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