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Medium 9788597009026

6 - O Papel das Pessoas na Gestão de Processos

ARAUJO, Luis César G. de; GARCIA, Adriana Amadeu; MARTINES, Simone Grupo Gen PDF Criptografado

6

O Papel das Pessoas na

Gestão de Processos

Qualquer pessoa, mesmo as mais leigas no assunto, diria que se as organizações são formadas por pessoas o papel delas em qualquer circunstância é decisivo. Contudo, “decisivo” é uma classificação um tanto quanto abrangente que não ajuda muito a tomar decisões, principalmente com relação aos processos que ali ocorrem.

Sendo assim, ao buscar a melhor forma de apresentar o papel das pessoas na gestão de processos, não se pode esquecer que diante da realidade dos sistemas abertos, apresentados no primeiro capítulo, existem, segundo Burns e Stalker

(1961), duas formas de as organizações se relacionarem com o ambiente externo, como consta na Figura 6.1. São elas: mecânica e orgânica.

SISTEMAS FECHADOS

ORGANIZAÇÕES

MECÂNICA

SISTEMAS ABERTOS

ORGÂNICA

Figura 6.1  Tipos de organizações.

Na mecânica, consideramos o ambiente externo estável, de modo que qualquer mudança ocorre de forma gradativa e pode ser acompanhada pela organização sem maiores transtornos. Digamos que a organização mecanicista funciona, como sugere seu rótulo, de forma mecânica, rotineira, o que muito se assemelha

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Medium 9788597018615

19 - SISTEMAS DE INDICADORES DE DESEMPENHO EM PROJETOS

CARVALHO, Marly Monteiro; RABECHINI Jr., Roque Grupo Gen PDF Criptografado

19

SISTEMAS DE INDICADORES DE

DESEMPENHO EM PROJETOS

Sustentabilidade

Cadeia de valor

Eficácia

• Ambiente competitivo

• Estratégia

Estamos aqui!

• Estrutura

• Competências

• Maturidade

• Práticas em gerenciamento de projetos

Eficiência

Após estudar este capítulo, o leitor estará apto a responder às seguintes questões: a) Como preparar a organização para o gerenciamento de portfólio? b) Quais são as etapas do gerenciamento de portfólio? c) Quais são os stakeholders envolvidos neste processo de tomada de decisão? d) Quais são as ferramentas e técnicas que auxiliam nas várias etapas da gestão de portfólio? e) Como fazer um diagnóstico do gerenciamento de projetos na organização?

Fundamentos em gestão de projetos.indb 347

19.1 INTRODUÇÃO1

Conforme estudamos no Capítulo 3, o alinhamento da área de gestão de projetos com a estratégia da organização é imprescindível para o sucesso. Uma parte fundamental deste alinhamento é desempenhada pelos sistemas de medição de desempenho.

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Medium 9788577806324

16. Análise de Markov

Render, Barry Grupo A PDF Criptografado

696

Análise Quantitativa para Administração

16.1

A matriz das probabilidades de transição mostra as possibilidades de mudanças.

Há quatro suposições na análise de Markov.

INTRODUÇÃO

A análise de Markov é uma técnica que lida com probabilidades de ocorrências futuras pela análise de probabilidades atualmente conhecidas.1 A técnica tem inúmeras aplicações em administração, incluindo para analisar a conquista de mercado, prever maus pagadores, prever matrículas universitárias e determinar se uma máquina irá quebrar no futuro.

A análise de Markov faz a suposição de que o sistema parte de uma condição ou estado inicial. Por exemplo, dois fabricantes concorrentes têm 40 e 60% das vendas em um mercado, respectivamente, como estados iniciais. Talvez em dois meses as fatias de mercado das duas empresas mudarão para 45 e 55%, respectivamente. Prever esses estados futuros envolve o conhecimento das possibilidades do sistema ou das probabilidades de mudança de um estado para outro. Para um problema específico, essas probabilidades podem ser coletadas e colocadas em uma tabela ou matriz. Essa matriz das probabilidades de transição mostra as probabilidades de que o sistema mude de um período de tempo para outro. Esse é o processo de Markov e ele permite prever os estados ou condições futuras.

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Medium 9788597016086

26 - Princípios do controle na Administração Pública

MATIAS-PEREIRA, José Grupo Gen PDF Criptografado

26

PRINCÍPIOS DO CONTROLE NA

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

“Quando ouço falar que um povo não está bastantemente preparado para a democracia, pergunto se haverá algum homem bastantemente preparado para ser déspota.”

Lord Bertrand A. W. Russel (1872-1970)

INTRODUÇÃO

O controle dos gastos públicos se orienta por uma série de princípios, de acordo com as disposições legais que o instituem e o regem. Com a promulgação da

Constituição de 1988, inovações significativas foram introduzidas na dinâmica e no conteúdo do controle dos atos que mediata ou imediatamente geram despesas para os cofres públicos.

Posteriormente, com a implementação da reforma gerencial, promoveu-se mudanças nos paradigmas da administração pública brasileira, com a adoção de conceitos e técnicas gerenciais, descartando, assim, os modelos burocrático e patrimonialista. Essas mudanças também impactaram nos princípios de controle da administração pública. Assim, além dos princípios delineados na Constituição

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Medium 9788577807864

Capítulo 10 - Administração Sustentável: Ética e Responsabilidade Social Corporativa

Stewart Clegg; Martin Kornberger; Tyrone Pitsis Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO DEZ

ADMINISTRAÇÃO SUSTENTÁVEL: ÉTICA E

RESPONSABILIDADE SOCIAL CORPORATIVA

Princípios Morais, Conduta, Responsabilidade

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

No final deste capítulo, você será capaz de:

� Compreender a importância da ética para as organizações

� Discutir as abordagens atuais sobre ética e tratar de dilemas sobre dinheiro e moral, lucros e princípios

ANTES DE COMEÇAR . . .

A economia não se mede pelo custo do que consome. (Al Gore, Uma Verdade Inconveniente)

INTRODUÇÃO

O conceito de ética tem uma longa história na filosofia ocidental.

Seguindo-se a deÉtica é, geralmente, considerada como a refinição de ética, a étiflexão, ou a recomenca comercial é o refledação, sobre conceitos xo do comportamende compor tamento certo ou errado. to ético das organiza-

� Entender como a ética funciona na prática

� Saber o que é Responsabilidade Social Cor-

porativa (RSC)

� Compreender como as organizações, os ad-

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Medium 9788521622420

Parte 1 -Estudo de Caso - Cooperando e Comunicando entre Culturas

HITT, Michael A.; MILLER, C. Chet; COLELLA, Adrienne Grupo Gen PDF Criptografado

ESTUDO DE CASO – parte i

COOPERANDO E

comunicando entre culturas

Norte-Americanos e Alemães

Trabalhando em uma Equipe de Projetos

Markus Pudelko

Escola de Administração da Universidade de Edimburgo

E

ste caso foi escrito pelo Dr. Markus Pudelko, da Escola de Administração da

Universidade de Edimburgo. Tinha como propósito ser utilizado como base para discussão em sala de aula, e não para ilustrar o manejo eficaz ou não eficaz de uma situação ligada à administração. O caso foi compilado a partir de experiências generalizadas e uma literatura relevante, em particular Schroll-Machl,

S. (1996) ‘Kulturbedingte Unterschiede im Problemlösungsprozeβ bei deutschamerikanischen Arbeitsgruppen’, in Thomas, A. (ed) Psychologie interkulturellen

Handelns, Göttingen et al.: Hogrefe, [383-409].

1. SITUAÇÃO: O PROJETO É

DOMINADO PELOS ALEMÃES

A perspectiva norte-americana

Introdução

Há dois meses, fui enviado por minha empresa de nossa matriz de Filadélfia para o escritório de Stuttgart, no intuito de preparar o lançamento de um novo produto no mercado europeu. O produto, um laser

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Medium 9788597013375

1 - A origem do Estado e a administração pública

DIAS, Reinaldo Grupo Gen PDF Criptografado

1

A ORIGEM DO ESTADO E A

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

O alemão Bertolt Brecht (1898-1956) foi um dramaturgo e poeta que influenciou significativamente o teatro contemporâneo, mudando seu sentido social e tornando-o arma de conscientização e politização. Com a ascensão nazista ao poder, exilou-se em diversos países, sempre se dedicando ao trabalho de conscientização sobre a importância da participação na política. Reflete o seu pensamento uma de suas frases mais conhecidas: “Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem.”

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

02Cap01.indd 1

Descrever o Estado e a administração pública.

Esclarecer a relação entre política e poder.

Descrever o surgimento do Estado moderno.

Relacionar a administração dos negócios do Estado com a função de governo.

Diferenciar os conceitos de Estado e Governo.

7/20/17 3:48 PM

2 Capítulo 1

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Medium 9788522465835

2 - Entendendo o básico

BRUNI, Adriano Leal; PAIXÃO, Roberto Brazileiro Grupo Gen PDF Criptografado

2

Entendendo o básico

“Não há nada constante, exceto a mudança.”

Heráclito

2.1  Objetivos do capítulo

A operação inicial com planilhas eletrônicas demanda a compreensão por parte do usário do que são os componentes básicos de uma planilha, representados por meio de pastas, planilhas, células, linhas, colunas.

De forma complementar, a navegação no

Excel e o uso dos seus recursos requer o conhecimento das suas barras de formatação, edição, status e outras.

Este capítulo possui o objetivo geral de apresentar e conceituar os recursos mais elementares do Excel, permitindo a posterior apresentação dos recursos mais avançados.

2.2 �Identificando pasta de trabalho e planilhas

O Excel encontra-se estruturado em pastas, planilhas e células, nesta ordem hierárquica, conforme destaca a Figura 2.1. Uma pasta pode conter inúmeras planilhas, cada uma formada por um grande conjunto de células.

PASTAS > PLANILHAS > CÉLULAS

Figura 2.1  Hierarquia do Excel.

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Medium 9788597013474

1 - A Gestão das Operações de Produção e Serviços nos dias de hoje

COSTA, Ricardo Sarmento; JARDIM, Eduardo Grupo Gen PDF Criptografado

1

A Gestão das Operações de Produção e Serviços nos Dias de Hoje

Motivação e objetivo deste capítulo

Se víssemos um filme de ficção científica há alguns anos, ou lêssemos um livro em que se especulasse sobre como seria o futuro, provavelmente nos depararíamos com o sonho de um mundo em que a tecnologia requalificaria nossas vidas para melhor, para o lazer. Robôs, automação, impressão 3D, armazenamento de dados nas nuvens, drones, convergência das inovações, redes, realidade aumentada, objetos virtualmente inteligentes, semiautônomos e conectados uns aos outros, a internet das coisas: no imaginário do ser humano tudo sugeria (e ainda sugere) um amanhã mais simples, com mais tempo para curtir a vida, para desfrutar do “ócio criativo”. As coisas maçantes do cotidiano ficariam por conta das máquinas; conosco, as façanhas do espírito: a criação, a arte, o esporte, a natureza, as relações humanas, a transcendência.

Surpresa, porém: examinamos nossas vidas nos últimos anos e temos a sensação quase oposta. O tempo foge às mãos, a condução do dia a dia parece se tornar mais e mais complexa, mais agitada e ansiosa! É um paradoxo, afinal de contas, com tantas ferramentas potentes e muito mais meios para coordenar e controlar nossas atividades do que tínhamos, quem poderia supor que fôssemos terminar nesse corre-corre alucinado da vida moderna?

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Medium 9788597018615

4 - GESTÃO DA INTEGRAÇÃO

CARVALHO, Marly Monteiro; RABECHINI Jr., Roque Grupo Gen PDF Criptografado

4

GESTÃO DA INTEGRAÇÃO

Camada Núcleo

Stakeholders

Escopo

Cronograma

egração

Int

te

s

Aquisições

ad

Su

Estamos aqui!

n t a b ili d

Custos

Stak

Neste capítulo, será tratada a questão do gerenciamento das integrações dos projetos. Após estudar este capítulo, o leitor estará apto a responder

às seguintes questões: a) Quais os processos que suportam o gerenciamento da integração do projeto?

Fundamentos em gestão de projetos.indb 51

Riscos

e

Recursos

Comunicações

Qualidade

eh older

s

b) Quais as técnicas utilizadas para realização da integração? c) Como fazer a gestão do conhecimento em projetos? d) Como o gerente de projetos poderá fazer uso do gerenciamento da integração para melhorar o desempenho dos projetos?

05/10/2018 11:47:29

52 

|  FUNDAMENTOS EM GESTÃO DE PROJETOS • Marly Monteiro de Carvalho e Roque Rabechini Jr. e) Qual o nível de integração adequado em um projeto? f) Quais as integrações relevantes de um projeto? g) Como realizar o encerramento de um projeto?

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Medium 9788582602928

Capítulo 6 - O ponto cego nos cálculos matemáticos

Taiichi Ohno Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

O ponto cego nos cálculos matemáticos

Quando as pessoas do setor financeiro fazem simples cálculos matemáticos e pensam que os custos foram reduzidos, deixando de fora a questão da quantidade real que será vendida, elas cometem um grande equívoco mental.

Produzimos apenas o que vendemos. Frequentemente recomendamos que as pessoas produzam apenas o que irão vender, mas isso parece bobagem de acordo com os cálculos matemáticos, e as pessoas pensam que custa menos produzir 20 do que produzir 10.

Talvez isto seja muito difícil para as pessoas entenderem. Aparentemente há muitos que não veem isso só porque os resultados dos cálculos de estranhas fórmulas matemáticas estão corretos. Isso apenas significa que a resposta para a fórmula está correta e não que os custos serão realmente reduzidos.

Há três fórmulas:

1. Preço – Custo = Lucro

2. Lucro = Preço – Custo

3. Preço = Custo + Lucro

Talvez os profissionais do setor financeiro não consigam entender que cada uma dessas fórmulas significa algo diferente.

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Medium 9788580553321

Capítulo 7 - Plano de Negócio: Criando e Dando Início ao Empreendimento

Robert D. Hisrich , Michael P. Peters , Dean A. Shepherd Grupo A PDF Criptografado

7

PLANO DE NEGÓCIO: CRIANDO E DANDO

INÍCIO AO EMPREENDIMENTO

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

䉴 Definir o que é o plano de negócio, quem o prepara, quem o lê e como é avaliado.

䉴 Entender o escopo e o valor do plano de negócio para investidores, financiadores, funcionários, fornecedores e clientes.

䉴 Identificar as necessidades e as fontes de informação para cada seção crítica do plano de negócio.

䉴 Aumentar a consciência sobre a importância da Internet como recurso para a obtenção de informações e como ferramenta de marketing.

䉴 Apresentar exemplos e uma explicação passo a passo do plano de negócio.

䉴 Apresentar questões úteis para o empreendedor em cada estágio do processo de planejamento.

䉴 Compreender como monitorar o plano de negócio.

PERFIL DE ABERTURA

Belinda Guadarrama – www.gcmicro.com

O plano de negócio, frequentemente criticado por ser “um sonho de glória”, é o documento mais importante para o empreendedor no estágio inicial. É provável que os investidores em potencial não pensem em investir em um novo empreendimento enquanto o plano de negócio não estiver concluído. Além disso, ele ajuda o empreendedor a sustentar a perspectiva sobre o que necessita ser realizado.

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Medium 9788520429501

18. Evolução de renda, emprego e salários nas propriedades rurais na metade sul do Rio Grande do Sul

SANTOS, Eurico de Oliveira; SOUZA, Marcelino de Editora Manole PDF Criptografado

18

Evolução

de renda, emprego

e salários nas propriedades rurais na metade sul do

Grande

do

Rio

Sul

Eurico de Oliveira Santos

Marcelo Ribeiro

Hugo Anibal González Vela

Carlos Ernesto González Esquivel

Este capítulo analisa a proporção de renda proveniente da atividade turística, a oferta de empregos fixos e temporários e a evolução dos salários nas propriedades rurais, localizadas na metade sul do Rio Grande do

Sul, que oferecem serviços turísticos. Entrevistaram-se os proprietários das fazendas em 1997, 2002 e 2006. No primeiro momento, foram identificadas nove fazendas em 1997; número que cresceu para 43 em 2002, e para

52 em 2006. Definiu-se agroturismo como a atividade cuja principal fonte de renda das propriedades provém da atividade primária e turismo rural aquela que tem sua principal fonte no setor terciário. A renda proveniente da agricultura teve um importante aumento no período de 1997-2002, seguido de uma baixa, no período de 2002-2006, nas fazendas que ofereciam agroturismo, enquanto nas fazendas que ofereciam turismo rural a renda proveniente dos serviços cresceu até 90%. O número de empregos gerados por fazenda manteve-se estável no primeiro período, mas sofreu uma baixa no segundo, o que gerou uma média de 6,4 por propriedade e reafirmou o caráter familiar da empresa. Os salários deflacionados não obtiveram

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Medium 9788584291588

Capítulo 1. Recomendação pedagica em educação a distância: conceitos e elementos

Patricia Alejandra Behar; Sean Hammond; Chris Fife-Schaw; Jonathan A. Smith Grupo A PDF Criptografado

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RECOMENDAÇÃO PEDAGÓGICA

EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA:

CONCEITOS E ELEMENTOS

Patricia Alejandra Behar | Leticia Rocha Machado

Cristina Alba Wildt Torrezzan | Magalí Teresinha Longhi

No atual estágio da informatização, ainda se despendem tempo e recursos à procura de informação, produtos e serviços na internet. Essa busca envolve escolhas baseadas em preferências, necessidades e experiências de outros usuários. Nesse sentido, os sistemas de recomendação (SRs) vêm sendo amplamente utilizados, principalmente pelo comércio e serviço eletrônico, a exemplo da Google, Amazon e Netflix, além de redes sociais como o Facebook. Tais sistemas agregam métodos para interpretar os hábitos do usuário da internet, de forma que o SR aprenda sobre os interesses do usuário. As informações derivadas da maneira como o indivíduo age na rede, realiza pesquisas e registra suas opiniões ajudam a delinear o perfil do usuário. Isso garante uma experiência de venda ou indicação de produto mais personalizada e aumenta a possibilidade de efetivação da compra, gerando competitividade. Portanto, um SR envolve ferramentas computacionais, com a finalidade de sugerir itens para o usuário. A definição das sugestões levantadas por um SR requer elementos indicados pelo usuário e/ou inferidos pelo próprio sistema para a tomada de decisão.

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Medium 9788521625957

CAPÍTULO 6 – Parcerias Estratégicas – Troca com “Players” Concorrentes

BELMIRO, Luiz Alberto Gravina; OLIVEIRA, Joaquim Francisco Cavalcante de; AZEVEDO, Solange Coelho de ; LAGE, José Norberto Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 6

Parcerias Estratégicas –

Troca com “Players”

Concorrentes

LUIZ ALBERTO GRAVINA BELMIRO

006Belmiro.indd 145

04/02/14terça-feira 14:45

006Belmiro.indd 146

04/02/14terça-feira 14:45

Parcerias Estratégicas – Troca com “Players” Concorrentes

O mercado fornecedor de serviços tem, na maioria das vezes, intensidade de concorrência elevada. Bancos, hospitais e escolas de terceiro grau são bons exemplos de alta rivalidade, principalmente por se tratar de mercados fornecedores concentrados – e, de forma especial, se vier a ser considerada a segmentação por território em que esses negócios estão operando.

Em se tratando de tamanho, esses são, tipicamente, negócios de grande porte (alguns são médios), que seguem as tendências do mercado fornecedor de serviços e terceirizam boa parte de seus fornecedores de serviços, bens e materiais.

No entanto, esses negócios podem se tornar cooperativos e não competitivos. Para que isso ocorra, é necessário que haja algumas condições, elucidadas pelo seguinte exemplo.

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