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Medium 9788563308320

22 Econometria de séries temporais: previsão

Gujarati, Damodar N. Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

22

Econometria de séries temporais: previsão

Observamos, na Introdução, que a previsão é uma parte importante da análise econométrica; para algumas pessoas, é provavelmente a mais importante. Como prever as variáveis econômicas, como o PIB, a inflação, as taxas de juros, os preços das ações, as taxas de desemprego e as outras inúmeras variáveis econômicas? Neste capítulo, discutiremos dois métodos de previsão que se tornaram muito populares: (1) processo autorregressivo integrado de média móvel (ARIMA), popularmente conhecido como metodologia Box-Jenkins1 e (2) vetores autorregressivos (VAR).

Neste capítulo, também discutiremos os problemas especiais envolvidos na previsão dos preços dos ativos financeiros, como os preços das ações e as taxas de juros. Os preços dos ativos são caracterizados pelo fenômeno conhecido como aglomeração de volatilidade, isto é, períodos nos quais eles exibem grandes oscilações para um período prolongado de tempo seguido por um período de tranquilidade comparativa. Deve-se observar o índice Dow Jones no passado recente. Os assim chamados modelos heterocedasticidade condicional autorregressiva (ARCH) ou heterocedasticidade condicional autorregressiva generalizada (GARCH) podem capturar tal aglomeração de volatilidade.

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Medium 9788582601938

Capítulo 9 - Qualidade: métodos quantitativos e qualitativos

Pablo Rojas Grupo A PDF Criptografado

capítulo 9

Qualidade: métodos quantitativos e qualitativos

Neste capítulo, serão apresentados os métodos envolvidos na gestão portuária. Todas as atividades econômicas são planejados para atender às necessidades de pessoas interessadas nos produtos e serviços gerados. Esses interessados são os clientes, que possuem um nível de exigência com relação à qualidade desses produtos e serviços. Logo, a qualidade depende da exigência do cliente e, quando esta não é atendida, surge a insatisfação com os produtos e serviços oferecidos. A fim de medir a gestão da qualidade dos serviços, pesquisas e indicadores de resultados de processos acompanham o desempenho qualitativo oferecido, de modo a atender às expectativas dos clientes no serviço portuário.

Objetivos de aprendizagem

Conhecer as principais ferramentas de qualidade utilizadas em um porto.

Saber as métricas empregadas na gestão de qualidade dos serviços oferecidos em um porto.

Utilizar os indicadores de resultados de processos para acompanhar o desempenho operacional e financeiro de um porto.

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Medium 9788577802005

Capítulo 1. O que podemos aprender com a Toyota sobre Desenvolvimento de Talentos?

Jeffrey K. Liker Grupo A PDF Criptografado

O que podemos aprender com a Toyota sobre

Desenvolvimento de Talentos?

Capítulo

1

Se você quer um ano de prosperidade, cultive sementes.

Se você quer dez anos de prosperidade, cultive árvores.

Se você quer cem anos de prosperidade, cultive pessoas.

Provérbio chinês

A filosofia de treinamento e desenvolvimento na Toyota

Uma das frases ouvidas com freqüência na Toyota é: “Não desenvolvemos apenas carros, também desenvolvemos pessoas”. Cada novo programa de desenvolvimento de produto, cada protótipo, cada defeito de qualidade detectado em algum produto e cada atividade kaizen é uma oportunidade para o desenvolvimento de pessoas. Quando perguntado sobre qual o maior desafio que encontrou quando ensinava o Modelo Toyota aos gerentes das fábricas nos EUA, Atushi (Art) Niimi, ex-presidente da norte-americana Toyota Motor

Manufacturing, respondeu: “Eles querem ser gestores, não professores”. Ele explica que todo gestor da Toyota precisa ser um professor. O desenvolvimento de pessoas excepcionais é a prioridade número 1 na empresa, e esta premissa enraizou-se em toda sua estrutura como valor cultural do Modelo Toyota. Esse conceito é um assunto freqüente em outras companhias, todavia é um dos que raramente são aplicados.

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Medium 9788597011722

6 - Noções de Direito (Cristiano Magalhães)

SCHERRER, Alberto Manoel Grupo Gen PDF Criptografado

6

NOÇÕES DE DIREITO

Cristiano Magalhães

6.1 In t rodu ção ao est ud o d o D ir eito

“É muito difícil entender Direito.”

“Direito é coisa só para advogado e juiz mesmo.”

Desde o início da minha atividade como professor, fosse em cursos técnicos, ou atualmente nos cursos superiores onde leciono, sempre ouvi comentários como estes de pessoas, que, ao se deparar com esse universo do Direito, o veem como algo indecifrável, de outro mundo, como se não tivessem nenhuma relação com ele. Ao contrário, o Direito está intimamente ligado ao nosso cotidiano, regulando as relações humanas, seja garantindo certas condições para a boa convivência, seja protegendo essas garantias, ou punindo aquele que violar as normas vigentes.

Com múltiplas faces, a depender da ótica que se analisa uma certa relação social, o Direito tem subdivisões, princípios essenciais, se vale de outras ciências com o propósito de estudar e normatizar a vida em sociedade. Por isso, o primeiro passo para compreender o que é esse tal

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Medium 9788577800315

1. Apresentando a Estratégia

Johnson, Gerry Grupo A PDF Criptografado

42

Parte I • Introdução

No final de 2003, Michael Dell, o fundador da Dell Computers, anunciou que a companhia estava planejando uma grande investida na área de eletrônicos de consumo. Desde sua fundação há cerca de 20 anos, os negócios da companhia vinham sendo predominantemente vendas de computadores para clientes corporativos. Agora ela planejava expandir suas vendas diretas para o consumidor e estender seus produtos para além de PCs e laptops, englobando os principais eletrônicos de consumo. As oportunidades surgiam à medida que mais itens de consumo se tornavam “digitalizados”, uma área na qual a

Dell tinha experiência considerável. Mas alguns comentaristas duvidavam da capacidade da Dell de fazer uma transição estratégica tão grande.

Todas as organizações enfrentam desafios de desenvolvimento estratégico: algumas pelo desejo de ter novas oportunidades, como a Dell, outras para superar problemas importantes. Este livro trata do motivo pelo qual ocorrem mudanças estratégias nas organizações, a razão pela qual elas são importantes, como essas decisões são tomadas e os conceitos que podem ser úteis para entender essas questões. Este capítulo é uma introdução e uma explicação deste tema, e fala sobre o significado dos termos estratégia e gestão estratégica, por que eles são tão importantes e o que os distingue de outros desafios, tarefas e decisões organizacionais. Discutindo essas questões, ficará mais claro como o livro trata dessa área como um todo. O capítulo se baseia no exemplo da Dell para fins de discussão e, à medida que o livro avança, outros exemplos serão usados para ajudar a desenvolver a discussão.

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Medium 9788521625018

PARTE II - Parceria público-privada Alto Tietê estudo de caso da primeira PPP da Sabesp

OLIVEIRA, Gesner; OLIVEIRA FILHO, Luiz Chrysostomo de (orgs.) Grupo Gen PDF Criptografado

Parceria público-privada

Alto Tietê estudo de caso da primeira PPP da Sabesp

GESNER OLIVEIRA

FERNANDO S. MARCATO

PEDRO SCAZUFCA

VIVIAN AMORIM

Introdução

O objetivo deste artigo é relatar a experiência da primeira parceria público-privada (PPP) da Companhia de

Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). A

PPP do Sistema Produtor do Alto Tietê (SPAT) culminou com o aumento da vazão da estação de tratamento de água

(ETA) do reservatório de Taiaçupeba de 10 m3/s para 15 m3/s, garantindo a oferta de água na Região Metropolitana de São Paulo no prazo necessário. O tempo para conclusão das obras, a necessidade de trazer a expertise do setor privado e o diferimento do investimento ao longo dos anos justificaram a opção pela PPP.

Atualmente, o SPAT abastece uma população superior a 4 milhões de habitantes, abrangendo os municípios de

Suzano, Mogi das Cruzes, Ferraz de Vasconcelos, Poá,

chrysostomo_parte2.indd 225

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Medium 9788547217945

5.8 Dicas para um texto com força persuasiva

GOLD, Miriam Editora Saraiva PDF Criptografado

REDAÇÃO EMPRESARIAL

Comentários sobre as expressões supérfluas e mal formuladas:

1.

2.

3.

4.

5.

6.

7.

assunto citado • a referência está vaga e imprecisa; a esta Divisão • dispensável, pois é óbvio; mediante o exposto • não se expôs nenhum assunto, apenas relatou­‑se o que vinha no fax; a gentileza • não é o caso, pois o setor tem o dever de pronunciar­‑se; estamos entendendo • entendemos; respondendo pelos fatos apresentados, ou seja, um assistente técnico • res‑ pondendo tecnicamente pelos fatos apresentados; desde já agradecemos a atenção dispensada • dispensável, pois, se a atribui‑

ção do destinatário é pronunciar­‑se sobre este tipo de assunto, ele está cum‑ prindo seu papel profissional.

Ao aprender a pensar sem os excessos, daremos o primeiro passo em direção a um texto mais objetivo, que enfatize as ideias relevantes, organize-as com mais concatenação e faça o leitor se sentir comprometido. A concisão, portanto, impli‑ ca o uso de palavras e termos relacionados com o foco da informação.

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Medium 9788521625766

Capítulo 7 – Atração e Seleção de Talentos

FERREIRA, Patricia Itala Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 7

Atração e Seleção de Talentos

Book Ferreira1.indb 157

1/21/14 6:14 PM

Book Ferreira1.indb 158

1/21/14 6:14 PM

Estudo de caso

Fernanda aprendeu muito sobre atração e seleção de talentos e resolveu buscar mais informações sobre essas atividades aplicadas a dois públicos distintos, estagiários e trainees. Além disso, resolveu fazer um balanço de tudo aquilo que aprendeu nos últimos dias para montar um plano de ação para implementação ou revisão de atividades na Pimisol. Vamos acompanhá-la nessa tarefa.

A área de GP atua em um ambiente a cada dia mais dinâmico. A concorrência só cresce, inclusive por pessoal qualificado para atuar nas organizações. A evolução da tecnologia tem proporcionado uma maior agilidade e qualidade nos processos de R&S, considerando tanto a atração como a seleção de pessoas. Processos antes muito demorados podem ser feitos de forma mais rápida e barata utilizando os recursos da tecnologia da informação, tais como redes sociais e sites que gerenciam vagas e permitem a aplicação de provas on-line, além da possibilidade de realizar entrevistas a distância, com vídeo e áudio.

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Medium 9788597011180

Capítulo 6 - Reconhecimento e mensuração de produto agrícola

NAKAO, Sílvio Hiroshi (org.) Grupo Gen PDF Criptografado

Capítulo 6

Reconhecimento e mensuração de produto agrícola

PA U L A C A R O L I N A C I A M PA G L I A N A R D I

Introdução

Uma das principais funções da contabilidade é a capacidade de informar os usuários com relação à situação econômica e financeira da empresa. Com a adoção das normas internacionais de contabilidade, as empresas brasileiras têm como possibilidade o uso de práticas que melhor evidenciam o desempenho de seu negócio. Algumas dessas práticas estão relacionadas com a mensuração de ativos e passivos. Sobre esse aspecto, e mais propriamente no caso de mensuração de produtos agrícolas no ato da colheita ou após, é importante observar o ganho informacional quando esses produtos são reconhecidos a valor justo, ou mesmo pela regra custo ou valor realizável líquido, o menor; quando comparada ao uso do custo histórico. Essa forma de mensuração, quando aplicada de modo responsável, permite acompanhar os resultados de um processo produtivo ao longo dele, gerando maior conteúdo informacional aos usuários, capazes de terem mais base para a projeção de suas expectativas e decisões.

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Medium 9788540701946

7. Um sensei australiano ensina novos truques a uma empresa japonesa orgulhosa: levando o STP a um fabricante de equipamentos complexos

Jeffrey K. Liker; James K. Franz Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 7

Um sensei australiano ensina novos truques a uma empresa japonesa orgulhosa: levando o

STP a um fabricante de equipamentos complexos

(com Tony McNaughton)

A paciência é a companheira da sabedoria.

—Santo Agostinho, teólogo cristão

Nesse caso inusitado, Tony McNaughton, com seu treinamento clássico no Sistema Toyota de Produção (STP) da filial australiana da empresa, se tornou o sensei de uma empresa ocidental no Japão que fabrica equipamentos complexos (com nível de complexidade semelhante a máquinas de CNC, caminhões comerciais e robôs). A empresa tinha uma cultura que compartilhava muitas características com a da Toyota, mas o sistema de produção seguia uma programação tradicional e era “empurrado”, muito fraco nas características técnicas do STP. Mais do que isso, o comportamento não enfocava o kaizen e a solução de problemas no dia a dia. Durante um período de cinco anos, Tony ensinou e instruiu a empresa até ela alcançar um novo nível. Este é um exemplo mais tradicional de produção em massa, apesar de envolver grandes equipamentos complexos a uma velocidade de linha de 1/10 a da Toyota. Nesse caso, temos a oportunidade de observar o método de instrução ortodoxo de um mestre do STP, tal como Tony aprendera.

No começo de 2005, Jeff Liker recebeu uma ligação de um executivo que trabalhava para uma fabricante de equipamentos complexos no Japão (vamos chamá-la de ComplexEquip). Seu chefe, diretor

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Medium 9788577803705

Conclusão

Fred Lee Grupo A PDF Criptografado

CONCLUSÃO

Você já trabalhou arduamente ao lado de outras pessoas e simplesmente adorou cada minuto de seu trabalho, embora estivesse fisicamente exausto no final do dia? Se a resposta foi sim, o que tornou a atividade tão agradável?

Se alguém me fizesse essas perguntas, eu falaria sobre os verões em que nossa família passava os fins de semana na casa de minha sogra, em Medford,

Oregon.

Minha sogra estava na casa dos 80 e se sustentava apenas com um pequeno cheque da seguridade social. Suas três filhas e as respectivas famílias apareciam ocasionalmente na primavera e passavam dias cultivando um imenso jardim para oferecer à vovó outro ano de produção. Pintávamos o que fosse necessário.

Consertávamos coisas quebradas. Certa vez, colocamos novas telhas de madeira no telhado. Em outra ocasião, montamos barras de apoio onde o alicerce estava precário, e um corrimão na varanda da frente quando ela sentiu insegurança sob os pés. Mas todos nós nos lembramos do contentamento, a felicidade total que sentíamos com o trabalho árduo. Ninguém precisava de chefe. Todos nós colaborávamos onde eram necessárias outras mãos. Alguém ia ao mercado. Alguém cozinhava maravilhosamente bem refeições saudáveis, que se tornavam mais deliciosas com os apetites vorazes.

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Medium 9788597013313

24 - Novos Estudos na Gestão de Pessoas

DUTRA, Joel Souza; DUTRA, Tatiana Almendra; DUTRA, Gabriela Almendra Grupo Gen PDF Criptografado

C A P Í T U L O

24

Novos Estudos na Gestão de Pessoas

O QUE SERÁ VISTO NESTE CAPÍTULO

Estudos emergentes na gestão de pessoas como resposta a pressões já presentes no contexto

yy Escolha e desenvolvimento de lideranças para um ambiente volátil e ambíguo.

yy Processo sucessório sem utilizar como referência o desenho organizacional.

CONTEÚDOS ADICIONAIS yy yy yy yy

Reflexões sobre o tema do capítulo através de casos.

Saiba mais.

Estudos de caso complementares.

Questões para guiar a reflexão sobre o conteúdo do capítulo. yy Referências bibliográficas.

yy Aprimoramento das relações organizacionais em ambientes com estrutura de poder mais diluída.

yy Preparação da cultura organizacional para trabalhar uma diversidade crescente de pessoas e padrões cada vez mais exigentes.

Tendências de estudos como resposta a pressões previstas para o futuro

yy Papéis na gestão de pessoas. yy Impacto da tecnologia nos processos de

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Medium 9788520431146

Capítulo 11 - Contribuições da complexidade no reconhecimento do cidadão nas políticas públicas

PHILIPI JR., Arlindo; SAMPAIO, Carlos Alberto Cioce; FERNANDES, Valdir Editora Manole PDF Criptografado

Contribuições da complexidade no reconhecimento do cidadão nas políticas públicas

11

Paulo Roberto Socher

Engenheiro Civil, FAE

Osmar Ponchirolli

Filósofo, Teólogo, Sociólogo e Historiador, FAE

INTRODUÇÃO

Ao longo da história humana, o debate sobre evolução ou desenvolvi‑ mento sempre impulsionou as ciências em busca de respostas, para conti‑ nuidade das relações sociais, por si, com a natureza ou ainda com o indiví‑ duo. Mais recentemente, a temática desenvolvimento trouxe consigo um conjunto de questionamentos e reflexões, principalmente pelo impacto do atual modelo baseado na produção e no consumo, gerando riscos de co‑ lapso da sociedade e da natureza. Possibilidade essa que é real, caso não seja, inteligível a necessidade de mudança para um novo modelo, cuja principal meta, ao considerar um mundo moderno e com senso substantivo de auto‑ preservação, deve ser o da sustentabilidade. Esses questionamentos preci‑ sam ser discutidos, enfrentados, a partir de reflexões que desencadeiem ações no presente, urgentes, mas pensadas com visão de futuro.

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Medium 9788540701403

Apêndice

Paul W. Farris; Neil T. Bendle; Phillip E. Pfeifer; David J. Reibstein Grupo A PDF Criptografado

Apêndice

Levantamento do uso de métricas pelos gestores

Cargo____________________________ Setor_________________________

Q1.O que descreve melhor o que a sua empresa vende?

Produtos

Serviços

Mix relativamente equilibrado de produtos e serviços

Outros

Q2. O relacionamento de compras com os clientes pode ser mais bem definido como:

ⵧ Contratual, por período determinado, que os clientes podem renovar

(por exemplo, revistas)

ⵧ Contratual, por um período indefinido, que os clientes podem cancelar

(por exemplo, jornais)

ⵧ Compras frequentes (por exemplo, bens de consumo, refeições em restaurantes)

ⵧ Compra não frequente com pouco/nenhum serviço/reparo/material

(por exemplo, câmeras digitais)

ⵧ Compra não frequente com relacionamento de serviço/reparo/material

(por exemplo, automóveis, impressoras)

Q3. Seus clientes são mais bem definidos como:

ⵧ Consumidores (por exemplo, cereal matinal)

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Medium 9788582603499

Capítulo 8 - Ser único

Stuart Crainer; Des Dearlove Grupo A PDF Criptografado

CAPÍTULO

8

Ser único

N

os anos 1990, Tom Peters foi o primeiro a defender a ideia de marca pessoal. Em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, as pessoas precisam desenvolver e comunicar suas próprias marcas, argumenta

Peters.

Naquela época (agosto de 1997), o artigo de Peters, “The

Brand Called You”, foi capa da Fast Company. A ideia de marca pessoal parecia atrair os jovens autoconfiantes da elite da costa oeste dos Estados Unidos. Agora, ela é uma tendência.

Espera-se que as pessoas divulguem a si próprias, de uma forma ou de outra, para ser promovidas ou conseguir empregos.

Mas como? Se você é a marca, quais são as implicações?

Entre os que estudam a marca pessoal, está Dorie Clark, professora adjunta de administração na Fuqua School of Business

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Pensando o futuro

da Duke University. Clark foi porta-voz de uma campanha presidencial e é autora do livro Reinventing You: Define Your Brand,

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