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Medium 9788522499052

5 Desconstrução

Sylvia Constant Vergara Grupo Gen PDF Criptografado

5

Desconstrução

A desconstrução é um método1 que visa à exposição de contradições ou dicotomias presentes em qualquer texto. Desconstruir um conceito não significa destruí-lo (CALÁS e SMIRCICH, 1991). Significa analisar as relações entre elementos positivos e negativos, centrais e marginais, essenciais e não essenciais, insiders e outsiders, a fim de revelar a ambiguidade embutida nelas

(BOJE, 1995).

A desconstrução, introduzida pelo filósofo francês Jacques Derrida, nos anos

60 do século XX, insere-se na perspectiva da pesquisa pós-moderna. Pode-se dizer que o termo pós-modernismo tem sido tratado, sobretudo, de duas formas: como período histórico e como perspectiva teórica (COSTA e CAMPOS, 2003; HASSARD, 1999). A primeira refere-se a um momento que se segue à modernidade, enquanto a segunda, marcada pelos trabalhos de Foucault, Derrida, Deleuze,

Lyotard, Guattari, Baudrillard, entre outros, discute questões epistemológicas e ontológicas relacionadas ao modernismo. Para Alvesson e Deetz (1999), o pós-modernismo enfatiza um conjunto de ideias inter-relacionadas no todo. São elas: (a) centralidade do discurso, (b) identidades fragmentadas, (c) crítica da filosofia da presença, (d) perda das fundamentações e das narrativas-mestre, (e) conexão poder/conhecimento, (f) hiper-realidade, (g) pesquisa como resistência e indeterminação. Além da desconstrução, a pesquisa pós-moderna vale-se de

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Medium 9788597014334

4 - Suspensão e interrupção do contrato de trabalho: Faltas Licenças Férias

GARCIA, Roni Genicolo Grupo Gen PDF Criptografado

4

Suspensão e interrupção do contrato de trabalho:

Faltas. Licenças. Férias

4 .1  �

S u s p e n são e i n t e r r up ção

O empregado poderá ficar com o contrato suspenso ou interrompido, assegurando-se as vantagens da categoria por ocasião de sua volta ao trabalho (CLT, art. 471).

O afastamento do empregado por exigências do serviço militar ou outro encargo público não constituirá motivo para a alteração ou extinção (dissolução do vínculo) do contrato de trabalho por parte do empregador, desde que este seja notificado pelo empregado, no prazo de 30 dias (após a cessação do motivo de afastamento), de seu interesse no retorno ao serviço (CLT, art. 472, caput e § 1º).

4 .2  �

S u s p e n são do c o nt r ato d e t r aba lh o

Embora permaneça intacta a cláusula de vínculo entre empregado e empregador

(não há rescisão contratual), as demais cláusulas contratuais cessam de viger totalmente na suspensão do contrato de trabalho.

Durante a causa suspensiva, o trabalho não é prestado nem é devido o salário. O período da suspensão do contrato de trabalho não é computado como tempo de serviço.

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Medium 9788560031481

Capítulo 15 - Realização de uma Completa Análise da Causa-Raiz

Jeffrey K. Liker, David Meier Grupo A PDF Criptografado

Capítulo

Realização de uma Completa

Análise da Causa-Raiz

15

O

slogan corporativo da Toyota é “Yoi shina, yoi kangai”, que significa “bom pensamento, bons produtos”. Isso se aplica muito bem à parte de análise da solução de problemas. A

Toyota confere alto valor à habilidade de pensar de maneira lógica e criativa, pois um sólido processo de pensamento produzirá os melhores resultados. Todo administrador da Toyota entende, acima de tudo, o valor da criatividade humana – essa é a única coisa que a separa de suas concorrentes.

A fase de análise da solução de problemas deve constituir-se de uma exploração nas

áreas ainda não compreendidas. Tem um pouco de trabalho de detetive, um pouco de experimentação científica e uma oportunidade de descobrir coisas novas. A análise é o estágio do “ah-ah”, o momento de reunir evidências, a hora de repetidamente perguntar “por quê?” e encontrar a fonte de um problema, a sua raiz. Quando as causas são descobertas, as “respostas” para solucionar o problema surgem naturalmente. Nesse instante, o “bom pensamento” gerará as melhores soluções – altamente eficazes, simples, mas elegantes, e de baixo custo, mas não inferior.

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Medium 9788547217976

19.2 Operações típicas do empresário rural

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (também conhecido como Lei Geral das

Microempresas), o qual estabelece normas gerais relativas às microempresas e às empresas de pequeno porte no âmbito dos poderes não só da União, como também dos Estados, do

Distrito Federal e dos municípios.

A opção pelo Simples dar-se-á mediante a inscrição da pessoa jurídica, enquadrada na condição de ME ou EPP, no Cadastro Nacional das Pessoas Jurídicas (CNPJ). Por ocasião da inscrição, serão prestadas informações pela empresa sobre os impostos dos quais é contribuinte (Imposto sobre Produtos Industrializados — IPI, ICMS e Imposto sobre Serviços

— ISS) e sobre o seu porte (ME ou EPP). O documento hábil para formalizar a opção é a

Ficha Cadastral da Pessoa Jurídica, com utilização do código de evento próprio.

A inscrição no Simples implica pagamento mensal unificado dos seguintes impostos e contribuições:

• IRPJ;

• Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep);

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Medium 9788553131938

LISTA DE TABELAS

GUJARATI, Damodar Editora Saraiva PDF Criptografado

LISTA DE TABELAS

A

s tabelas marcadas com * estão disponíveis no Material de Apoio em .

Tabela 1.1

Tabela 1.2

Tabela 1.3

Tabela 1.4

Tabela 1.5

Salários e dados relacionados*

Regressão dos salários .........................................................................................................................................

Resultados do Stata para a função salário ..................................................................................................

A tabela ANOVA .......................................................................................................................................................

Dados sobre 654 jovens de Boston*

Tabela 2.1

Tabela 2.2

Tabela 2.3

Tabela 2.4

Tabela 2.5

Tabela 2.6

Tabela 2.7

Tabela 2.8

Tabela 2.9

Tabela 2.10

Tabela 2.11

Tabela 2.12

Tabela 2.13

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Medium 9788547215811

5.1 CONCEITO DE ÁREAS DE MERCADO

ROCHA, Marcos Donizete Aparecido; SOUSA, José Meireles de Editora Saraiva PDF Criptografado

objetivos

Neste capítulo apresentamos as abordagens teóricas que fundamentam estudos de localização de pontos de venda e as técnicas de georreferenciamento que facilitam a aplicação dessas abordagens.

5.1 CONCEITO DE ÁREAS DE MERCADO

Uma área de mercado, ou zona comercial, é o espaço geográfico onde está a clientela do ponto de venda, ou seja, é a área de influência da loja. Uma boa zona comercial não tem necessariamente mercadoria

abundante, mas significa que apresenta muitos clientes com o perfil

adequado ao ponto de venda, o que possibilita aos varejistas terem relações privilegiadas com sua clientela-alvo (consumidores).

Para entender as razões do sucesso de um ponto de venda, deve-se

analisar o comportamento de compra do consumidor respondendo às questões seguintes:

Por que consumidores visitam várias lojas e não uma só?

O local de residência influencia o consumidor?

Como o ponto de venda atrai o consumidor?

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Medium 9788547201166

Capítulo 7 - Gestão e competitividade

Geraldo Castelli Editora Saraiva PDF Criptografado

Capítulo 7

Gestão e competitividade

7.1 Competitividade, significado e abrangência

Para as organizações se manterem vivas e encantarem os clientes, elas precisam ser competitivas. Afirmativa óbvia, em especial no mundo globalizado em que se encontram e atuam. Organizações competitivas são aquelas que oferecem bens e serviços melhores que os concorrentes. Dessa forma, realizarão excelentes vendas, obtendo o lucro necessário para a sua sobrevivência. O lucro, nesse enfoque, é muito mais uma consequência que um fim em si. Pode ser entendido como o pagamento que os clientes fazem em troca da satisfação/encantamento que a empresa lhes proporcionou.

7.1.1 Fatores intervenientes

A necessária e incansável busca pela competitividade por parte das empresas prestadoras de serviços, entre as quais as hoteleiras, sobretudo nos tempos atuais, atem-se a vários fatores, ou razões, entre os quais se destacam três deles:

»» A globalização dos mercados e a internacionalização das empresas.

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Medium 9788520424070

Capítulo 6 - O Primeiro Cruzeiro

Ricardo Costa Neves do Amaral Manole PDF Criptografado

Capítulo 6

O PRIMEIRO CRUZEIRO

Imagine: duas orelhas gigantes, pés redondos e sem dedos, pele áspera, dentes enormes, nariz maior que a perna, rabinho diminuto preso ao enorme, gordo e pesado corpo. Que bicho é esse?

É muito difícil descrever algo que nunca vimos antes ou descrever uma experiência que nunca vivemos. Descrever um cruzeiro marítimo, para alguém que nunca embarcou, é como descrever um animal que nunca vimos, é difícil de imaginar, mas real.

Para as companhias de cruzeiro, o segredo é ter o roteiro certo para o perfil de cada turista, inclusive para aqueles que nunca navegaram. Para o turista vale a pena tentar, pois a surpresa vai ser grande e agradável.

A propósito, você descobriu que o animal acima é um elefante, não descobriu?

ALGUMAS DICAS IMPORTANTES

Documentação

Os documentos e vistos devem sempre ser originais e válidos. Muita atenção para crianças e jovens considerados menores: eles devem portar autorização dos pais para viajar desacompanhados.

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Medium 9788547214982

3.3 Os passivos subjetivos

ZANINI, Marco Túlio Editora Saraiva PDF Criptografado

sempre, de uma forma ou de outra, na busca da sua identificação.

A Figura 3.6 ilustra melhor tais afirmativas:

Figura 3.6

Tangíveis e intangíveis: relações de causa e efeito

eStrutura patriMonial

Ativos

=

Efeitos

=

Manifestações

(tangíveis e intangíveis)

Passivos

=

Causa

=

Origens

(objetivas e subjetivas)

Fonte: elaborada pelo autor.

Por outro lado, os passivos, sejam eles originários de recursos de terceiros ou de recursos dos proprietários, são por si só de natureza intangível, sendo que parte deles é objetivamente reconhecida como obrigações devidamente registradas contabilmente.

Outros, porém, não aparecem de forma objetiva, e sim subjacente, conforme veremos a seguir.

3.3

Os passivos subjetivos

Trata-se da existência ou do surgimento de compromissos informais – nos planos subjetivos e até mesmo ao nível do inconsciente – que são assumidos por uma parte em vista das incursões

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Medium 9788580554311

24.7 Por que bônus de subscrição e títulos conversíveis são emitidos?

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

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Parte VI

Opções, Futuros e Finanças Corporativas

Uma conciliação

Em um mercado financeiro eficiente, entendemos que não há nem “almoço grátis”, nem “almoço caro”. Os títulos de dívida conversíveis não podem ser nem mais baratos, nem mais caros que outros instrumentos. Um título de dívida conversível é um pacote formado por dívida pura e uma opção de compra de ações. A diferença entre o valor de mercado de um título de dívida conversível e o valor de um título de dívida pura é o preço que os investidores pagam pela opção de compra. Em um mercado eficiente, esse é um preço justo.

Em geral, se uma empresa apresentar bom desempenho, emitir títulos de dívida conversíveis será pior do que emitir títulos de dívida pura e será melhor do que emitir ações. Em contrapartida, se uma empresa apresentar mau desempenho, emitir títulos de dívida conversíveis será melhor do que emitir títulos de dívida pura e pior do que emitir ações.

24.7 Por que bônus de subscrição e títulos conversíveis são emitidos?

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Medium 9788580556100

Capítulo 16 - A política de distribuição de lucros

Richard Brealey, Stewart Myers, Franklin Allen Grupo A PDF Criptografado

PARTE V  Política de distribuição de lucros e estrutura de capital

CAPÍTULO

16

A política de distribuição de lucros

A

política de distribuição de lucros gira em torno de duas perguntas. Primeira: quanto dinheiro a empresa deve distribuir a seus acionistas? Segunda: o dinheiro deve ser distribuído via pagamento de dividendos ou pela recompra de ações?

Abordaremos essas perguntas em ordem inversa, “como” antes de “quanto”.

Suponha que uma empresa tenha excedente de caixa.

Será que deve distribuir esse dinheiro pagando dividendos ou recomprando ações? Num mundo ideal, sem fricções, a escolha entre dividendos ou recompras não importa. Na prática, a escolha pode ser importante.

Em primeiro lugar, investidores esperam que uma empresa que tenha feito pagamentos regulares de dividendos continue a fazê-lo e aumente esses pagamentos continuamente conforme os lucros forem aumentando. Dividendos raramente são diminuídos, a menos que a empresa sofra prejuízos significativos e duradouros, e os gestores só aumentam os dividendos quando se sentem confiantes de que os valores poderão ser mantidos. Portanto, anúncios de aumento de dividendos são boas notícias para os acionistas, os quais inferem que os gestores estão confiantes no futuro. Recompras, por outro lado, são mais flexíveis e não transmitem muita informação aos investidores.

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Medium 9788520431092

8. Megaeventos esportivos e desenvolvimento: Copa do Mundo

Marlene Matias Manole PDF Criptografado

8

Megaeventos esportivos e desenvolvimento:

Copa do Mundo

Carolina Aparecida Stefania Negri

Introdução

Escolhido oficialmente como sede da Copa do Mundo Fifa 2014 em outubro de 2007, nosso país vive desde então emoções variadas: por parte da população, que ainda não tem muita consciência dos benefícios que terá com esse grande evento, mas que está extremamente animada simplesmente por ser apaixonada por futebol; por parte da iniciativa privada, que começa a vislumbrar oportunidades de negócios e de investimentos diante da magnitude dos números do evento; e por parte do poder público, que precisa mais que nunca de um planejamento estratégico eficiente e perene, coerente com a sua realidade, e que, acima de tudo, mais que preparar as cidades para receber alguns jogos desse importante evento mundial, deixe legados para sua população.

Conceituação

Quando se trata da conceituação teórica sobre evento, existem definições diferentes entre autores. Para este capítulo, depois de alguns estudos, será trabalhado um conceito sucinto, que permite maior exploração do tema: “Evento como atividade dos mais diferentes tipos reunindo pessoas” (Andrade, 1999, p. 117).

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Medium 9788580554311

4.5 Amortização de empréstimos

Stephen A. Ross, Randolph W. Westerfield, Jeffrey Jaffe, Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

Capítulo 4

EXEMPLO 4.27

Avaliação por Fluxos de Caixa Descontados

Mais anuidades crescentes

Em um exemplo anterior, Helena e Haroldo Neves planejavam fazer 17 pagamentos idênticos para custear a educação universitária de sua filha, Susana. Agora, imagine que eles planejaram aumentar seus pagamentos a 4% por ano. Qual seria seu primeiro pagamento?

As primeiras duas etapas do exemplo anterior da família Neves mostrou que o valor presente das despesas universitárias era $ 9.422,91. Essas duas etapas seriam as mesmas aqui. No entanto, a terceira etapa precisa ser alterada. Agora, precisamos perguntar de quanto deveria ser seu primeiro pagamento a fim de que, se os pagamentos aumentam a

4% por ano, o valor presente de todos os pagamentos seja $ 9.422,91?

Igualamos a fórmula de anuidade crescente a $ 9.422,91 e calculamos C:

Aqui, C 5 $ 1.192,78. Portanto, o depósito no primeiro aniversário da filha é de $ 1.192,78, o depósito no segundo aniversário é de $ 1.240,49 (51,04 3 $ 1.192,78), e assim por diante.

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Medium 9788522462889

Parte IV - 13 Liderança

Antonio César Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

13

Liderança

Objetivos

Quando terminar de estudar este capítulo, você deverá estar preparado para explicar e exercitar as seguintes ideias:

• Processo da liderança e seus componentes.

• Estilos básicos de liderança e suas variantes.

• Relação entre o estilo de liderança e as motivações dos liderados.

Introdução

A pessoa que desempenha o papel de líder influencia o comportamento de um ou mais liderados. A capacidade de liderar está intimamente ligada com o processo da motivação, em uma situação de mútua dependência entre líder e liderados. O líder precisa dos liderados para realizar metas e vice-versa. Só há liderança quando há liderados, que seguem o líder, ou aceitam sua influência, por algum motivo. O motivo dos

256 

Introdução à Administração  •  Amaru Maximiano

liderados é a identidade de interesses entre suas necessidades, valores e aspirações e as proposições do líder. Se quiser desenvolver suas competências como líder, você deve entender as motivações das pessoas que pretende liderar.

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Medium 9788521625926

PARTE V – Capítulo 13 – Recrutamento e seleção de pessoas

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 13

Recrutamento e seleção de pessoas

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Ao completar o estudo deste capítulo, você deverá ser capaz de compreender e explicar:

•• A finalidade e as etapas dos processos de recrutamento e seleção.

•• As fontes de recrutamento de candidatos.

•• Os procedimentos e as técnicas de recrutamento e seleção.

•• Os projetos de execução das atividades de recrutamento e seleção.

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Capítulo 13

INTRODUÇÃO

O processo de recrutamento e seleção (R&S), complementado por contratação e integração, objetiva encontrar, atrair e trazer para dentro da organização ou, de forma geral, para dentro de qualquer tipo de empreendimento, as pessoas que vão ocupar os postos necessários para a execução de tarefas, em caráter contínuo ou em regime de trabalho temporário.

•• Toda organização precisa de R&S pelo menos para repor as perdas inevitáveis, causadas por aposentadorias, demissões, transferências e outras movimentações, ou para atender emergencialmente ao surgimento de novas competências e profissões no mercado de trabalho. Com planejamento sistemático de recursos humanos, como vimos no capítulo anterior, alinhado com o planejamento corporativo, os processos de R&S tornam-se proativos e assumem a estatura de estratégias orientadas para a viabilização do modelo de negócios da organização ou de qualquer empreendimento.

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