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Medium 9788580554311

17.9 Como as empresas estabelecem a estrutura de capital

Stephen A. Ross , Randolph W. Westerfield , Jeffrey Jaffe , Roberto Lamb Grupo A PDF Criptografado

582

Parte IV

Estrutura de Capital e Política de Dividendos

paração. Por exemplo, consideremos que o percentual e a taxa de endividamento sejam tais que os juros da dívida representem 10% do LAJIR.

Nessa situação, teríamos:

LAJIR � $ 1.500.000

(Juros) � $ 150.000

LAIR � $ 1.350.000

IR e CSLL(34%) � $ 459.000

Lucro Líquido � $ 891.000

Se os investidores detiverem ações e títulos de dívida na mesma proporção da estrutura de capital, eles receberiam:

• Na empresa não alavancada $ 990.000 como dividendos;

• Na empresa alavancada, $ 891.000 como dividendos e $ 121.875,00 como juros, após a tributação sobre a renda.

Portanto, os investidores na empresa com baixo endividamento ficariam melhor em $ 22.875 no primeiro ano e melhor que isso nos anos seguintes. Note que, para os cálculos, consideramos cupons semestrais e apenas os pagamentos do primeiro ano da dívida.

30

No caso brasileiro, sem outras considerações, mesmo considerando a tributação da renda de juros na pessoa física, parece haver ganho para o investidor com a alavancagem, caso o endividamento das empresas seja realizado mediante emissão de títulos de dívida para subscrição pelos investidores.

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Medium 9788522489985

3 Orçamento Restrito e Timing Ótimo de Projetos

CONTADOR, Claudio Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

3

ORÇAMENTO RESTRITO E

TIMING ÓTIMO DE PROJETOS

1

COMPLICAÇÕES DA REALIDADE

A hipótese de projetos com duração infinita adotada nos capítulos iniciais foi conveniente porque permitiu adiar a discussão sobre a comparação entre projetos com duração distinta. A segunda hipótese simplificadora foi a de que os projetos alternativos têm a mesma data inicial de implantação. Essas duas hipóteses facilitam sobremaneira o processo de decisão e o entendimento de conceitos.

Na prática, entretanto, os projetos não têm duração infinita. É bem verdade que, por aproximação, um projeto com benefícios perdurando por 25 ou 30 anos pode ser considerado como infinito.1 Mas, em casos menos extremos, os projetos têm uma vida útil que varia entre poucos anos até uma ou duas décadas. Se dois ou mais projetos têm vida diferente, a sua comparação exige alguns cuidados especiais, motivo deste capítulo.

Também muitas vezes é necessário tomar a decisão de implantar o projeto hoje ou adiar por um ou mais períodos. Qual o critério a ser adotado para esta decisão? Enfim, a realidade coloca muitas dificuldades ao analista de projetos.

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Medium 9788553131037

9 - ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Haino Burmester Editora Saraiva PDF Criptografado

9

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

P

ode-se dizer que uma estrutura denota as inter-relações entre as partes componentes de um todo, associadas com conceitos de função e de ob­ jetivos. A estrutura organizacional da liderança deve ser desenhada para atingir os objetivos estratégicos da organização. Isso pressupõe que, pelo en­ tendimento dos princípios básicos de desenho organizacional, pelo alinhamento da estrutura com as estratégias da organização e pela certeza de que o desenho e a estratégia estão adaptados ao ambiente da organização, a liderança poderá buscar o sucesso. A função básica da estrutura (física, organizacional etc.) é rea­ lizar a estratégia da organização; alcançar os objetivos estabelecidos. A estrutura organizacional serve de ponte entre a estratégia e os processos que a implemen­ tam. Quanto maior o alinhamento dos componentes da estrutura, melhor será o desempenho da organização.

No desenho da estrutura organizacional, fundamentalmente estão implícitos os aspectos formais da liderança, as relações de poder dentro da organização; quem manda em quem e quem é subordinado a quem. Tradicionalmente essas relações sempre foram muito claras e definidas: quem contratava era superior a quem era contratado como subordinado; o poder de quem contratava era também o poder de quem podia demitir. Hoje tais relações já não são mais tão claras, sim­ ples e definidas, embora o contratado continue como subordinado daquele que o contratou. As relações são mais complexas e as subordinações, mais difusas.

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Medium 9788521618676

8- Políticas de Defesa da Concorrência e Crise Econômica

Lisboa Bacha, Edmar Grupo Gen PDF Criptografado

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Políticas de Defesa da Concorrência e Crise Econômica

Carlos Winograd1

1 INTRODUção

Nas últimas décadas, a visão dominante na agenda das economias desenvolvidas — e mais recentemente das economias emergentes — mudou gradualmente das reformas macroeconômicas para as microeconômicas. As primeiras buscam, sobretudo, a estabilização em seu conjunto, enquanto as últimas têm o seu foco nas regras e no ambiente institucional que promovam a concorrência de mercado, reduzindo barreiras à entrada e fortalecendo a transparência nos mercados.

Hoje existe um amplo consenso de que a concorrência nos mercados beneficia o desempenho da economia no longo prazo ao encorajar a eficiência através dos ganhos de produtividade e do aumento dos incentivos à inovação.2 As propostas de criação de instituições e as reformas regulatórias se concentram cada vez mais na promoção da competição, tanto em economias em que a privatização tem sido a tendência dominante quanto em países em que a propriedade pública ou o controle público permanecem uma característica importante (por exemplo, as políticas de defesa da concorrência na França e na União Europeia). Nesse contexto, a política de defesa da concorrência é mais e mais entendida como um conjunto de instrumentos de política em vez da tradicional abordagem antitruste. A reforma regulatória, uma área de elaboração de política econômica de muita intensidade em período recente, foi desenvolvida no marco de uma abordagem de política de defesa da concorrência. Essa tendência no conteúdo e na prática da reforma regulatória emerge de forma bastante acentuada nos países europeus.

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Medium 9788597017861

2 - Avaliação, desempenho ou rendimento?

MIRANDA, Gilberto José et al. Grupo Gen PDF Criptografado

2

Miranda.indb 7

avaliação, desempenho ou rendimento?

7/6/18 10:52 AM

Capítulo 2

Caminharam lentamente por alguns minutos. A sala da professora Marta não era muito longe da sala de aula. A professora Marta ouvia a história de Isa atentamente e parecia muito interessada. Isa terminou sua narração e, como Marta não dizia nada, apenas sorria de quando em quando, pensou: “Será que, como

Paulo, a professora Marta achava que ela estava almejando algo além de suas possibilidades?” Parece que a professora ouvira seus pensamentos, porque logo começou a falar.

– Isa, sua história é muito interessante. Penso que você deve correr atrás de seu sonho, sim! Pode contar comigo para o que precisar.Você havia me questionado a respeito do desempenho acadêmico e eu vou repetir uma fala do professor Eliseu

Martins: “O que comumente se denomina de ‘mero problema de terminologia’, talvez fosse melhor tratado por ‘magno problema de terminologia’”.1 Digo isso porque desempenho é diferente de renDesempenho é diferente dimento, ou seja, para ser mais específica, de rendimento.

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Medium 9788582605196

3.1 - VINHETA DE ABERTURA: Vasculhando fraudes fiscais com inteligência de negócios e data warehouse

Ramesh Sharda; Dursun Delen; Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

3

CAPÍTULO

Análise de dados descritiva II: inteligência de negócios e data warehouses

OBJETIVOS DIDÁTICOS

��Entender as definições básicas e conceitos ��Explicar os processos de integração e extrade armazenamento de dados.

ção, transformação e carga (ETL) de dados.

��Entender as arquiteturas de armazenamento ��Compreender a essência da gestão de dede dados.

��

Descrever os processos usados no desenvolvimento e gerenciamento de data warehouse.

��Explicar as operações de armazenamento

sempenho de negócios (BPM).

��Aprender balanced scorecards e Seis Sigma como sistemas de medição de desempenho.

de dados.

��Explicar o papel dos data warehouses no apoio à decisão.

O

conceito de armazenamento de dados circula desde o fim dos anos 80. Este capítulo examina os fundamentos de um tipo importante de base de dados, denominado data warehouse, que é usado primordialmente para embasamento de decisões e para fornecer os alicerces informativos para capacidades analíticas avançadas. Nas próximas seções, analisaremos os conceitos de armazenamento de dados e, nesse contexto, de gestão de desempenho de negócios.

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Medium 9788597008340

4. Custeio variável ou direto

VEIGA, Windsor Espenser; SANTOS, Fernando de Almeida Grupo Gen PDF Criptografado

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C U STE IO VA RIÁVEL OU DIRETO

Considera apenas os custos variáveis de produção plenamente identificados com a atividade fabril.

Os custos fixos (de estrutura e adicionais) são considerados despesas do período.

O objetivo deste capítulo é apresentar a forma de custeio variável, também chamado por alguns de custeio direto. Esse método não pode ser utilizado para fins tributários, mas é muito importante para o gerenciamento e a tomada de decisões.

Competências adquiridas com a leitura do capítulo:

›› Conhecer as premissas para a elaboração do custeio variável.

›› Saber implantar e calcular o custeio variável.

É importante observar que apenas o custeio por absorção é autorizado pela legislação tributária, o qual absorve os custos fixos e variáveis. Esse fato pode causar distorção nos resultados da empresa, pois custos como aluguel, energia elétrica e outros são alocados aos produtos. Dessa forma, no caso de um produto não ser vendido no mês em que foi produzido, esse custo integrará o valor dos estoques.

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Medium 9788597013863

6 - Produto

LAS CASAS, Alexandre Luzzi Grupo Gen PDF Criptografado

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PRODUTO

Podemos afirmar com segurança que a parte mais importante do composto de marketing é o produto. Todas as atividades de uma empresa justificam-se pela sua existência. Como foi visto nos capítulos anteriores, devido à necessidade de um marketing integrado, todos os demais componentes do composto de marketing são extremamente necessários e importantes, mas sem o produto, objeto principal da comercialização, eles seriam até mesmo inexistentes.

1

CONCEITO DE PRODUTO

Produtos podem ser definidos como o objeto principal das relações de troca que pode ser oferecido num mercado para pessoas físicas ou jurídicas, visando proporcionar satisfação a quem o adquire ou consome. A visão ampliada, como foi visto, permite incluir serviços, pessoas, lugares, organizações e ideias como objeto de marketing. Neste sentido, considerando pessoas, por exemplo, um dos primeiros produtos com que um estudante de administração se preocupará será ele mesmo ao sair da faculdade. O estudante, quando termina o seu curso universitário e procura o mercado de trabalho visando a uma colocação, vai usar estratégia de marketing. A primeira coisa com que ele vai preocupar-se será a definição do tipo de empresa que poderá aproveitar suas qualificações ou base teórica adquirida na faculdade. A partir daí, ele vai preparar um curriculum que saliente estas qualificações, escreverá uma carta e enviará pelo correio, por e-mail ou redes sociais, anexando seu curriculum.

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Medium 9788597011746

Parte I – 4 - Custeio por Atividade (ABC)

SILVA, Raimundo Nonato Sousa; LINS, Luiz dos Santos Grupo Gen PDF Criptografado

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CUSTEIO POR ATIVIDADE (ABC)

Objetivos do Capítulo

O capítulo tem como objetivo discutir, através de uma abordagem conceitual, comparativa e prática, os principais aspectos do Custeio Baseado em Atividades (ABC), apresentando sua metodologia e aplicação. São abordadas também as características e vantagens do ABC sobre o rateio dos custos indiretos de fabricação da forma tradicional.

1 Introdução

Com o intuito de atender o aumento da demanda, as grandes empresas precisam aumentar a produção. Nesse sentido, fazem uso intensivo de maquinário e tecnologia de última geração. Esse fato acarreta um aumento acentuado dos custos indiretos (overhead).

A busca por uma distribuição dos custos indiretos menos subjetiva fez com que os gestores de custos se voltassem com mais atenção para o custeio baseado em atividade (ABC – Activity-Based Costing).

O ABC tem por objetivo fundamental revisar o método e a filosofia de se apropriarem os custos indiretos, buscando, através dos conceitos de rastreamento das atividades aos produtos, uma forma mais justa e objetiva de determinar os custos dos produtos e serviços.

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Medium 9788522476848

9 Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

CARDOSO, Ricardo Lopes; SZUSTER, Natan; SZUSTER, Fortunée Rechtman; Szuster, Fernanda Rechtman , Szuster, Flávia Rechtman Grupo Gen PDF Criptografado

9

Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC) e

Demonstração do Valor Adicionado (DVA)

Objetivo do Capítulo

Neste capítulo será aprofundado o tratamento da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC).

Observe que os principais conceitos da DFC foram desenvolvidos no Capítulo 5. Antes de prosseguir, retorne a este capítulo e revise o que foi ensinado.

A Demonstração do Valor Adicionado (DVA) também é apresentada, uma vez que, de acordo com a Lei no 11.638/07, torna-se obrigatória para as companhias abertas.

Vamos acompanhar, agora, um exemplo comparativo entre os Métodos Direto e Indireto.

Uma empresa, em dezembro de X0, apresentava o seguinte Balanço Patrimonial:

A empresa efetuou, em janeiro de X1, a venda à vista de todo o estoque por $ 1.500, pagou o saldo de Fornecedores ($ 1.000) e comprou a prazo novas mercadorias pelo valor de $ 1.000, restando $ 500 em caixa.

Em fevereiro de X1, a empresa efetuou a venda de todo o estoque ($ 1.000) à vista pelo mesmo valor ($ 1.500) com um lucro de $ 500. Efetuou a reposição do estoque ($ 1.000) mas não pagou ao Fornecedor ($ 1.000 + $ 1.000) pela dívida de janeiro.

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Medium 9788582605196

7.3 - Fundamentos da análise de Big Data

Ramesh Sharda; Dursun Delen; Efraim Turban Grupo A PDF Criptografado

446  BI e análise de dados para gestão do negócio

Caso aplicado 7.1  (Continuação) outra categoria de dados – a de sensores. Elas serão examinadas no próximo capítulo, quando revisaremos as tendências emergentes na análise de dados. Mas esse grupo de empresas também recai certamente sob um conjunto de aplicações inovadoras e emergentes.

Questões para discussão

2. Você consegue pensar em outras fontes de dados que podem ajudar a dar uma indicação prévia do volume de vendas de um varejista?

3. Consegue lembrar de outras aplicações assemelhadas às apresentadas nesse caso aplicado?

1. O que há em comum entre os exemplos examinados nesse caso aplicado?

Fontes: Dillow, C. (2016). What happens when you combine artificial intelligence and satellite imagery. fortune. com/2016/03/30/facebook-ai-satellite-imagery/ (acessado em julho de 2016).

Ekster, G. (2015). Driving investment performance with alternative data. integrity-research.com/wp-content/uploads/2015/11/Driving-Investment-Performance-With-Alternative-Data.pdf (acessado em julho de 2016).

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Medium 9788597016031

CAPÍTULO 7. Cultura de Foco no Cliente, o Valor do Cliente e Lifetime Value

MADRUGA, Roberto Grupo Gen PDF Criptografado

CAPÍTULO 7

Cultura de Foco no Cliente, o Valor do

Cliente e Lifetime Value

“Por mais que as empresas queiram dizer que os Clientes pertencem a elas, na realidade temos que considerar que eles não podem ser

‘colecionados’, pois são pessoas com vontade própria e têm livre-arbítrio para trocar de fornecedor. Contudo, modificar o pensamento de ‘posse’ para o de fidelização é possível e estratégico, sendo preciso transformar a cultura organizacional para alcançar esse objetivo.

Esse é um grande desafio geralmente encomendado para consultorias especializadas em Gestão do Relacionamento e Customer

Experience: atuar na mudança da cultura organizacional de empresas que se apaixonaram pelo próprio produto, transformando-as em organizações com Foco no Cliente ou, de maneira mais apropriada, Foco no Customer Experience.”

Empresas que no passado se apaixonaram pelos seus produtos e serviços agora se veem em apuros para se libertar desse paradigma, pois é mais fácil demonstrar para os funcionários a adoração por algo que foi criado dentro da organização do que encantar os Clientes.

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Medium 9788597009910

6 - Gestão de Transporte

DIAS, Marco Aurélio Grupo Gen PDF Criptografado

Gestão de Transporte

6

DIAS.indb 191

09/11/2016 15:42:10

Síntese do Capítulo

O transporte rodoviário representa no Brasil quase 70% do volume transportado.

Neste capítulo, você entenderá a importância do rodoviarismo e as causas que levaram a essa alta concentração de cargas movimentadas. Também vai aprender um pouco mais sobre os principais equipamentos utilizados pelas transportadoras e pelos carreteiros autônomos ou agregados.

Objetivos

•• Conhecer a formação de tarifas de transportes e seus custos incidentes, tanto os fixos como os variáveis.

•• Aprender a identificar a melhor escolha do equipamento de transporte.

•• Conhecer e saber como se aplica o frete-valor ad valorem e quais as variações de custo no transporte e entrega de uma carga.

DIAS.indb 192

09/11/2016 15:42:10

Gestão de Transporte

6.1 Introdução

A análise da participação de cada modal de transporte na movimentação de cargas no Brasil revela um quase monopólio do transporte rodoviário.

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Medium 9788547217976

13.11 Incorporação e absorção de prejuízos pelaincorporadora

CREPALDI, Silvio Editora Saraiva PDF Criptografado

Exemplo 1

A empresa C é cindida parcialmente, na proporção de 30% do seu patrimônio líquido, e tem prejuízos fiscais remanescentes de R$ 100.000,00, na parte B do Livro de Apuração do

Lucro Real (Lalur). Portanto, deverá baixar R$ 100.000,00 × 30% = R$ 30.000,00 de tais prejuízos, na parte B do Lalur. O restante (R$ 70.000,00) poderá compensar com seus próprios prejuízos fiscais, apurados posteriormente à cisão.

Já nos casos de fusão e incorporação, em hipótese alguma a sucessora pode levar para o seu Lalur prejuízos fiscais apurados na empresa sucedida. Assim, os prejuízos fiscais que não puderem ser compensados na apuração do lucro real relativo ao evento não mais poderão ser aproveitados, exceto no caso de cisão parcial.

Nessa forma de reestruturação de empresas, a pessoa jurídica cindida parcialmente pode continuar a compensar seus próprios prejuízos proporcionalmente à parte remanescente do patrimônio líquido.

Exemplo 2

Uma cisão parcial é realizada e 40% do patrimônio líquido da cindida é vertido para uma empresa nova. A empresa cindida mantinha registrado na parte B do Lalur um prejuízo fiscal de períodos anteriores de R$ 100.000,00. O lucro real relativo ao evento, antes da compensação de prejuízos, resultou em R$ 50.000,00.

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Medium 9788547210229

10.3 PRINCÍPIOS DE CONTABILIDADE

VICECONTI, Paulo; NEVES, Silvério das Editora Saraiva PDF Criptografado

310

Contabilidade Básica

Tabela de equivalência

Esta tabela mostra como o conteúdo da Estrutura Conceitual anterior e a atual se correspondem.

ESTRUTURA CONCEITUAL ANTERIOR

ESTRUTURA CONCEITUAL ATUAL

Prefácio e Introdução

Itens 1 a 5

6 a 21

22

Introdução

Substituídos pelo Capítulo 1

Eliminado

23

4.1

24 a 46

Substituído pelo Capítulo 3

47 a 110

Capítulo 4

47 e 48

4.2 e 4.3

49 a 52

4.4 a 4.7

53 a 59

4.8 a 4.14

60 a 64

4.15 a 4.19

65 a 68

4.20 a 4.23

69 a 73

4.24 a 4.28

74 a 77

4.29 a 4.32

78 a 80

4.33 a 4.35

81

4.36

82 a 84

4.37 a 4.39

85

4.40

86 a 88

4.41 a 4.43

89 e 90

4.44 e 4.45

91

4.46

92 e 93

4.47 e 4.48

94 a 98

4.49 a 4.53

99 a 101

4.54 a 4.56

102 e 103

4.57 e 4.58

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