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Medium 9788597020571

10 Amostragem na pesquisa social

GIL, Antonio Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

De modo geral, as pesquisas sociais abrangem um universo de elementos tão grande que se torna impossível considerá-los em sua totalidade. Por essa razão, nas pesquisas sociais trabalha-se geralmente com uma amostra, ou seja, com uma pequena parte dos elementos que compõem o universo.

Quando um pesquisador seleciona uma pequena parte de uma população, espera que ela seja representativa dessa população que pretende estudar. De fato, é possível garantir que uma amostra represente o universo, desde que seja composta por um número suficiente de elementos selecionados por critérios coerentes com a Teoria das Probabilidades. Mas nem sempre se torna possível proceder à seleção de uma amostra probabilística. Daí a existência das amostras não probabilísticas, que são recomendadas em muitas modalidades de pesquisa.

Qualquer que seja, no entanto, o processo de amostragem escolhido, para que produza resultados satisfatórios na realização de uma pesquisa, requer o domínio dos princípios fundamentais da amostragem e das técnicas para composição das amostras. Reconhecer os princípios fundamentais da amostragem.

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Medium 9788597020953

10 Análise de Investimentos e Reposição de Ativos

Assaf Neto, Alexandre Grupo Gen ePub Criptografado

Basicamente, toda operação financeira é representada em termos de fluxos de caixa, ou seja, em fluxos futuros esperados de recebimentos e pagamentos de caixa. A avaliação desses fluxos consiste, em essência, na comparação dos valores presentes, calculados segundo o regime de juros compostos a partir de uma dada taxa de juros, das saídas e entradas de caixa.

Em consideração ao conceito do valor do dinheiro no tempo, raciocínio básico da Matemática Financeira adotado neste livro, coloca-se como fundamental estudar-se somente os métodos que levem em conta o critério do fluxo de caixa descontado.

Dessa maneira, o capítulo desenvolve os métodos da taxa interna de retorno e do valor presente líquido, admitidos como os de maior utilização e rigor conceitual nas análises das operações financeiras (aplicações e captações) e de projetos de investimento.

O capítulo dedica-se, também, como uma das mais interessantes aplicações dos métodos de avaliação de caixa, às decisões básicas de reposição de ativos. O intuito principal é o de estabelecer uma linha de raciocínio financeiro nas decisões de substituição de ativos, incorporando preocupações associadas ao custo do investimento, vida econômica, valor de revenda etc.

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Medium 9788597021134

10 Análise Dos Fluxos de Caixa

Marion, José Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

AS RAZÕES DA MORTALIDADE DAS PEQUENAS EMPRESAS

“Pesquisa aponta motivos que pesam no encerramento das atividades

Pesquisa realizada pelo Sebrae revelou que a mortalidade prematura de novas empresas está fortemente ligada a fatores conjunturais, administrativos e financeiros. A pesquisa foi realizada com 3 mil empresas, além de entrevistas qualitativas com 509 empresários. O objetivo maior do trabalho foi procurar o ‘porquê’ do insucesso das pequenas organizações. Pela ordem, pesaram mais: falta de demanda e de experiência, escassez de crédito, inadimplência de clientes, impostos e encargos. Outra consideração interessante é que o índice de mortalidade aumenta na mesma proporção que o empresário se ausenta do negócio. Ficou patente que a dedicação exclusiva é fundamental para a preservação da empresa nos primeiros anos de vida.

Sessenta por cento dos empreendedores entrevistados, que se dedicaram à sua atividade, permaneciam com as portas abertas. Das empresas que deixaram de existir, 43% contavam com a dedicação integral de seus dirigentes, o que revela que a presença pode ser condição necessária, mas não suficiente, para garantir o êxito do empreendimento. Outros fatores detectados pela pesquisa e relacionados às causas do insucesso foram: falta de experiência prévia no ramo pretendido, falta de qualquer tipo de planejamento operacional e falta de cuidados no estabelecimento do fluxo de caixa.

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Medium 9788597021936

10 Ativo Imobilizado

SALOTTI, Bruno Meirelles et al. Grupo Gen ePub Criptografado

A Telefônica Brasil, dona da marca Vivo, registrou lucro líquido de R$ 1,2 bilhão no balanço do quarto trimestre de 2016, crescimento de 9% em relação ao mesmo período de 2015. No ano, o lucro atingiu R$ 4,08 bilhões, alta de 22,6% na comparação anual.

(...)

A companhia atribuiu a evolução do lucro à menor depreciação, devido à reavaliação da vida útil de ativos imobilizados.”

Fonte: SANTANA, Ivone. Valor Econômico, 21 fev. 2017.

Beneficiada por uma série de fatores sem relação direta com suas operações, a empresa de engenharia e construção do grupo Techint no Brasil viu seu lucro líquido passar de R$ 572 mil, em 2015, para R$ 6,02 milhões, no ano passado. As ajudas vieram principalmente da venda de máquinas e equipamentos para outras empresas do grupo e de menos imposto pago.

(...) A linha de ‘outras receitas’ do balanço cresceu 275% – de R$ 2,72 milhões, passou para R$ 10,19 milhões. Desse total, R$ 9,1 milhões dizem respeito a venda de imobilizado, com R$ 8,1 milhões para outras companhias no mesmo grupo. É uma estratégia, segundo as notas explicativas do balanço, de ‘readequar e realocar máquinas e equipamentos estratégicos’ (...).”

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Medium 9788597019445

10 Como entender as diferenças individuais

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen ePub Criptografado

Vamos começar por onde terminou o capítulo anterior: as soft skills abrangem as competências relacionais (você com os outros) e as competências intrapessoais (você com você).

Para desenvolver essas competências, é preciso começar reconhecendo a singularidade das pessoas. Em essência, cada um é cada um (ou cada uma é cada uma), mas todos têm muitos traços em comum. É esse compartilhamento de traços de comportamento que permite categorizar, compreender e trabalhar produtivamente com as pessoas.

É disso que trata este capítulo.

Veja na Figura 10.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 10.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao completar o estudo deste capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• Importância do estudo das características individuais para o desenvolvimento das soft skills.

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Medium 9788597021424

10 Contabilização da pecuária pelo método de custo

Crepaldi, Silvio Aparecido Grupo Gen ePub Criptografado

10.1 Introdução

A Contabilidade é a ciência encarregada de estudar e controlar o patrimônio das entidades, mediante o registro, a demonstração expositiva e a interpretação dos fatos ocorridos, com o fim de oferecer informação sobre sua composição e suas variações, bem como sobre o resultado econômico da gestão da riqueza patrimonial.

Dessa forma, a Contabilidade deve alicerçar-se nas premissas básicas (normas e regras), admitidas para o correto assentamento dos registros contábeis e das demonstrações deles decorrentes.

Na contabilidade industrial, mercantil ou rural, o registro contábil pelo método de custo deve antes de tudo orientar-se por alguns aspectos, conforme os itens a seguir.

10.2 Princípios e conceitos contábeis aplicados à Contabilidade Rural

Os Princípios de Contabilidade são:

10.2.1 Princípio da entidade

O Princípio da Entidade reconhece o Patrimônio como objeto da contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes, independentemente de pertencer a uma pessoa, um conjunto de pessoas, uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade, com ou sem fins lucrativos. Por consequência, nessa acepção, o patrimônio não se confunde com aqueles de seus sócios ou proprietários, no caso de sociedade ou instituição.

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Medium 9788597019834

10 Custos da Produção Conjunta

BRUNI, Adriano Leal; FAMÁ, Rubens Grupo Gen ePub Criptografado

“Quanto mais aumenta nosso conhecimento, mais evidente fica nossa ignorância.”

John Kennedy

Processos de produção conjunta ocorrem quando uma empresa fabrica diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas. Nessas situações, podem ser produzidos e comercializados diferentes tipos de coprodutos e subprodutos. Os processos podem gerar resíduos com baixo e incerto valor de mercado que, eventualmente, podem ser também comercializados.

Na elaboração dos diferentes resultados da produção conjunta, a entidade deve escolher um grupo de critérios para a avaliação dos custos incorridos. Geralmente, os critérios possíveis implicam a distribuição de custos com base nos valores de mercado, volumes produzidos ou lucros iguais.

Este capítulo possui o objetivo de discutir os custos associados aos processos de produção conjunta, destacando os efeitos e procedimentos em custos e preços de coprodutos, subprodutos e sucatas.

Quando uma empresa elabora diferentes produtos com base em um mesmo conjunto de matérias-primas, surge o problema relativo à composição dos custos desses diferentes produtos. Processos de produção conjunta podem estar presentes tanto em processos contínuos como em produção por encomenda.

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Medium 9788597021141

10 Distribuição de Serviços

LAS CASAS, Alexandre Luzzi; LAS CASAS, Jéssica Lora Grupo Gen ePub Criptografado

No marketing de bens, como também no de serviços, sabe-se que a satisfação do consumidor não é decorrente exclusivamente do composto de serviços. Outros elementos são necessários e fundamentais para o complemento dessa satisfação. Um bom serviço será apreciado se for prestado no local e no momento em que o cliente estiver necessitando dele.

Nada impede que um consumidor viaje alguns quilômetros para contratar um serviço, mas muitos deixarão de fazê-lo por causa da distância. Por essa razão, é de extrema importância a decisão de distribuição de serviços, uma vez que esse elemento do composto mercadológico proporciona satisfações de tempo e de lugar, ajudando o consumidor a comprá-lo no tempo e lugar adequados.

Na área de serviços, o processo de distribuição sofre algumas alterações quando comparado com a área de bens. Os canais para distribuição, por exemplo, são geralmente mais curtos, apresentando um menor número de intermediários. Na maioria dos casos, não necessita de armazéns para estoques, nem tampouco outros elementos de logística considerados importantes e tradicionais na distribuição de bens.

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Medium 9788597020960

10. Métodos estatísticos aplicados à gestão da produção

BATALHA, Mário Otávio (Org.) Grupo Gen ePub Criptografado

Manoel Fernando Martins, Pedro Carlos Oprime, Roberto Antonio Martins

Ao iniciar o módulo de Estatística surge sempre a questão: por que estudar estatística. Apesar de ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento, a aplicação da estatística vem crescendo nos últimos anos em virtude do aumento do emprego da abordagem quantitativa na resolução de problemas e na tomada de decisão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Apresentar e descrever dados.

• Determinar processos de amostragem.

• Estimar os parâmetros de uma população.

• Comprovar hipóteses.

• Verificar se duas médias são iguais.

• Estabelecer relações que permitam predizer uma variável em razão de outra.

A primeira noção que se tem da estatística está associada a gráficos, tabelas, taxas e porcentagens que relacionam fatos e situações com dados que auxiliam a compreendê-los rapidamente. Essa primeira impressão diz respeito a um ramo da Estatística bastante difundido no dia a dia: a Estatística Descritiva. Entretanto, as técnicas estatísticas também são importantes para a análise e interpretação dos dados experimentais auxiliando nas tomadas de decisões.

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Medium 9788597020021

10 Índices de rotatividade

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

Os objetivos principais desses índices, também denominados índices de atividades, são indicar:

• O prazo que as matérias-primas demoram da data da aquisição até a data da requisição para a produção.

• O prazo do processo de produção.

• O prazo que o produto despende depois de pronto para ser vendido.

• O prazo de giro do total dos estoques.

• O prazo de recebimento das vendas a prazo dos clientes.

• O prazo de pagamento das compras a prazo dos fornecedores.

A Figura 10.1 relata o processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Conquanto não abordado na Figura 10.1, também existem situações de compra à vista e de venda à vista.

Uma superestocagem (rotatividade lenta) ou uma subestocagem (rotatividade rápida) tem suas vantagens e desvantagens.

Figura 10.1 Processo contábil e fluxo dos índices de rotatividade.

Principais vantagens da superestocagem:

• Estoque de matéria-prima disponível a qualquer hora para ser utilizado na produção.

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Medium 9788597019469

10 Outras Demonstrações Contábeis

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

♦ Apresentar as outras demonstrações contábeis obrigatórias para as empresas no Brasil, sua estrutura e informações que permitem outras análises da situação econômica da entidade.

As demonstrações contábeis são elaboradas para apresentar de forma padronizada e sintética informações que atendam aos interesses de diversos usuários de uma entidade. Essas informações referem-se ao patrimônio da entidade, ao desempenho alcançado em um determinado período, ao fluxo financeiro registrado pela entidade ao final de um exercício, aos beneficiários ou destinatários da riqueza gerada por uma entidade, entre outras.

Pode-se dizer que as demonstrações contábeis fornecem um retrato da entidade em uma determinada data ou de um determinado período. Esse retrato é resultado dos registros contábeis efetuados diariamente e a cada transação realizada por uma entidade. Porém, esse retrato é composto não de imagens, mas por contas e valores monetários, representativos do patrimônio da empresa e do seu desempenho.

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Medium 9788521617785

10 PRECISA-SE DE TRABALHADORES — CRIANÇAS DE DOIS ANOS PODEM CANDIDATAR-SE

HUBERMAN, Leo Grupo Gen ePub Criptografado

Expansão do Mercado.

O Intermediário e o Industrial Incipiente.

Reação das Corporações. Os Três Sistemas de Produção.

A expansão do mercado. Repita a frase várias vezes, na ponta da língua. Grave-a em seu cérebro. É uma chave importante para a compreensão das forças que produziram a indústria capitalista tal como a conhecemos.

Produzir mercadorias para um mercado pequeno e estável, onde o produtor fabrica o artigo para o freguês que vem ao seu local de trabalho e lhe faz uma encomenda, é uma coisa. Mas produzir para um mercado que ultrapassou os limites de uma cidade, adquirindo um alcance nacional ou mais, é outra coisa inteiramente diferente. A estrutura das corporações destinava-se ao mercado local; quando este se tornou nacional e internacional, a corporação deixou de ter utilidade. Os artesãos locais podiam entender e realizar o comércio de uma cidade, mas o comércio mundial era coisa totalmente diversa. A ampliação do mercado criou o intermediário, que chamou a si a tarefa de fazer com que as mercadorias produzidas pelos trabalhadores chegassem ao consumidor, que podia estar a milhares de quilômetros de distância.

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Medium 9788597019926

10 Princípios contábeis: Introdução

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Princípios contábeis são premissas básicas acerca dos fatos e eventos considerados pela Contabilidade, premissas que são o ápice da análise e observação da realidade econômica, social e institucional.

O campo de atuação principal da Contabilidade são as entidades (pessoa física ou pessoa jurídica), sejam elas de finalidade lucrativa ou não. A Contabilidade trata do Patrimônio das entidades. Procura captar e evidenciar as variações ocorridas tanto na estrutura patrimonial como na estrutura financeira, de acordo com as decisões da administração, e também trata das variáveis externas que escapam ao controle e ao poder de decisão da administração.

Note que a inflação e as variações de preços dos bens e serviços são as variáveis que mais têm preocupado os administradores.

Nessa realidade complexa, o observador analisa as características principais do sistema e chega a certas conclusões quanto a seu funcionamento. Tais conclusões, se aceitas pela classe contábil, tornam-se os princípios aos quais toda a prática contábil e principalmente os processos de auditoria devem ater-se. Por outro lado, quando se observam alterações nas condições em que a primeira série de princípios foi estabelecida, o observador tem a responsabilidade de fazer uma nova análise da situação e modificar, adaptar ou mesmo substituir os princípios originais por outros que concordem com a nova realidade.

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Medium 9788597019933

10 Princípios contábeis: introdução

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Os lucros da Cia. Santa Catarina no triênio X1/X3 foram os seguintes:

Ano

Em $

X1
>X2
>X3

24.800
>32.100
>16.900

Um exame dos registros da empresa, durante os anos X1 a X3, mostrou as seguintes informações (em $ mil):

1. em X1, uma máquina foi construída pela empresa em sua própria fábrica. O custo total da construção foi de $ 10.400. A empresa estimou que uma máquina semelhante, se comprada por intermédio de um revendedor, custaria $ 14.000, e por essa importância registrou a máquina em suas contas. O excesso do custo registrado sobre o custo de construção foi registrado como “Ganhos na Construção de Maquinaria”. A empresa registrou a depreciação dessa máquina a uma taxa de 10% ao ano a partir de 1o-7-X1, data em que a máquina foi posta em funcionamento;

2. em X2 a empresa aumentou o saldo da conta Terrenos em $ 12.000, que representava a diferença entre o custo original do terreno e o valor corrente do mesmo. Essa importância de $ 12.000 foi contabilizada como Rendas Diversas.

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Medium 9788597019582

10. Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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