483 capítulos
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Medium 9788597019841

1 A importância da administração

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Depois de estudar o conteúdo deste capítulo você será capaz de:

1. Entender a importância da administração.

2. Saber que a administração é importante para os mais diversos públicos: empresas, países, cidades, ... e você!

3. Direcionar os seus estudos para as questões práticas com perfeita sustentação da teoria.

4. Iniciar, de forma estruturada, a elaboração de seu plano de carreira como administrador.

5. Entender a plena interação entre seu plano de carreira e as diversas disciplinas de seu curso de administração.

Ao final da análise do conteúdo deste livro, você vai ter pleno entendimento de dois conceitos básicos para a sua vida profissional e pessoal:

Administração é o sistema estruturado e intuitivo que consolida um conjunto de princípios, processos e funções para alavancar, harmoniosamente, o planejamento de situações futuras desejadas e seu posterior controle e avaliação de eficiência, eficácia e efetividade, bem como a organização – estruturação – e o direcionamento dos recursos das empresas – principalmente as pessoas – para os resultados esperados, com o mínimo de conflitos interpessoais; e

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Medium 9788597020045

3 Orçamento público

CARRETE, Liliam Sanchez; TAVARES, Rosana Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• conceituar orçamento público e identificar os princípios orçamentários;

• descrever os tipos de orçamento obrigatórios no Brasil;

• definir a tramitação do orçamento público e descrever suas principais alterações.

A ação planejada do Estado, quer na manutenção de suas atividades, quer na execução de seus projetos, materializa-se por meio do orçamento público, que é o instrumento de que dispõe o Poder Público (em qualquer de suas esferas) para expressar, em determinado período, seu programa de atuação, discriminando a origem e o montante dos recursos a serem obtidos, bem como a natureza e o montante dos dispêndios a serem efetuados. Já o art. 16 do Decreto-lei nº 200, de 25-2-67, determinava que “em cada ano será elaborado um orçamento-programa, que pormenorizará a etapa do programa plurianual a ser realizada no exercício seguinte e que servirá de roteiro à execução coordenada do programa anual” (grifos dos autores). E, de acordo com o parágrafo único, “na elaboração do orçamento-programa serão considerados, além dos recursos consignados no Orçamento da União, os recursos extraorçamentários vinculados à execução do programa do Governo”. Em contrapartida, “toda atividade deverá ajustar-se à programação governamental e ao orçamento-programa” – art. 18 (grifo dos autores). Assim, se por um lado o planejamento se traduz em um programa plurianual, o orçamento-programa é o detalhamento de cada uma das suas etapas, aqui entendidas como o ano-calendário, que corresponde ao exercício financeiro no Brasil.

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Medium 9788597019841

Glossário

OLIVEIRA, Djalma de Pinho Rebouças de Grupo Gen ePub Criptografado

A seguir, são apresentadas as definições básicas dos principais termos da administração utilizados no livro.

Ao abordar algum conceito básico, partiu-se da própria bibliografia utilizada como sustentação a este livro, bem como se trabalhou com definições próprias que, no entender do autor, se apresentam como válidas para o melhor entendimento do assunto administrativo no contexto apresentado.

Esse trabalho de pesquisa evidenciou que, acima de diferenças semânticas e terminológicas, existem profundas divergências conceituais, as quais, inclusive, não se pretendeu sanar no presente livro, por escapar aos objetivos propostos.

Algumas das conceituações apresentadas têm pequenas diferenças das evidenciadas no texto, principalmente na forma de explicar o conceito do termo administrativo, o que pode ser considerado na aplicação dos ensinamentos da administração.

Dica importante: elabore, a curto ou médio prazo, o seu glossário com todos os termos da administração com os quais esteja mais envolvido, pessoal e profissionalmente, e faça isso com as suas próprias palavras!

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Medium 9788597021899

Capítulo 17 Tecnologias da Informação e Estrutura Organizacional nas ONGs

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen ePub Criptografado

A estrutura organizacional possível de ser adotada em uma ONG pode variar dos tipos clássicos (funcional, por localização geográfica, por clientes, e afins) para os modelos inovadores, entre eles a estrutura:

por projetos: cada projeto configura uma unidade de funcionamento e as atividades caracterizam-se por terem objetivo determinado, prazo de duração, orçamento e recursos próprios; que facilita o acompanhamento, as adaptações à realidade do projeto, a coordenação de atividades e a análise de resultados;

matricial: conjuga a estrutura por projetos com a funcional. As unidades funcionais fornecem o suporte aos projetos (recursos humanos, financeiros, tecnológicos etc.); que permite a alocação de recursos de forma eficiente, pois permite utilizar as áreas de especialização das pessoas e maior agilidade operacional. Garante maior flexibilidade a novos objetivos e ao atendimento específico de segmentos sociais;

redes.

As redes têm sido saudadas, nas duas últimas décadas, como a mais significativa inovação humana no campo da organização da sociedade. As organizações do terceiro setor têm sido pioneiras na criação e manutenção de redes, que operam nos níveis local, regional, nacional e internacional, seja para a troca de informações, para a articulação política, seja para a implementação de ações conjuntas.

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Medium 9788597019933

2 Estática patrimonial: o balanço

Equipe de Professores da FEA-USP Grupo Gen ePub Criptografado

Neste capítulo, apresentamos alguns exercícios cuja solução necessita apenas dos conhecimentos adquiridos no Capítulo 2 do livro-texto de Contabilidade Introdutória.

Carlos, Alberto e José Silva resolveram organizar uma empresa, em 15-1-X1, que denominaram Irmãos Silva & Cia. Ltda. A primeira operação da empresa foi a integralização de um capital em moeda corrente, de $ 35.000 (em $ mil).

As demais operações da empresa foram as seguintes:

18/1 – Compra de um imóvel por $ 30.000, pago da seguinte forma: $ 3.000 em dinheiro e o restante mediante uma promissória com vencimento para 18-3-X2.

19/1 – Compra, à vista, de móveis necessários para a instalação da empresa por $ 3.000.

20/1 – Foram comprados da Cia. ABC, a prazo, $ 8.500 em equipamentos.

25/1 – Foram pagos $ 5.000 à Cia. ABC para amortização de parte da dívida contraída pela compra efetuada em 20/1.

27/1 – Os três sócios aumentaram o capital da empresa em $ 10.000, em dinheiro.

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Medium 9788597020977

4 Definições preliminares do planejamento estratégico

ABDALA, Márcio Moutinho; CONEJERO, Marco Antonio; OLIVEIRA, Murilo Alvarenga Grupo Gen ePub Criptografado

O objetivo deste capítulo é desenvolver, junto com o leitor e por meio de exemplos práticos de empresas nacionais, os conceitos das principais diretrizes organizacionais para a elaboração do planejamento estratégico, considerando a cultura da organização. O planejamento estratégico, inserido em um modelo de gestão estratégica, deve ser considerado como um meio e não um fim para que a organização possa atingir seus resultados. Para o desenvolvimento deste planejamento é importante que exista uma sinergia entre as diretrizes estratégicas (propósito, missão, visão e valores), a fim de que seja possível construir um plano consistente. O propósito (motivo da existência da organização) alinhado com a missão (qual a diretriz para seu negócio) e a visão (onde a organização pretende chegar no futuro) devem estar intimamente conectados aos seus valores (princípios que irão nortear a organização ao longo de sua existência). Estes valores, agregados aos artefatos, ritos e heróis, são conhecidos como componentes que formam a cultura organizacional, e esta pode ser um fator facilitador ou restritivo de mudanças para a implementação das estratégias.

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Medium 9788597021578

6. Uma Visão Geral da Gestão da Qualidade

PALADINI, Edson Pacheco Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO

Espera-se que, ao final do texto, o leitor esteja apto a:

■ Construir uma visão geral da Gestão da Qualidade tal qual a entendemos hoje.

■ Entender a distinção entre gestão de qualidade e Gestão da Qualidade.

■ Estruturar as relações corretas entre Gestão da Qualidade e Gestão da Produção.

■ Avaliar quais as perspectivas mais imediatas da Gestão da Qualidade.

De certa forma, este livro lista várias propostas para a construção de um processo de Gestão da Qualidade. Neste capítulo, procura-se definir, como se fossem conclusões, o que a implantação prática dessas propostas deixou como constatação efetiva. E, como perspectivas imediatas, as recomendações para o desenvolvimento de um modelo cada vez mais consistente para a Gestão da Qualidade.

A primeira conclusão refere-se à necessidade de definir uma nova relação entre Gestão da Qualidade e Gestão da Produção.

De fato, a Gestão da Qualidade parece passar, nesse momento, por uma fase de transição rumo a uma situação de maior consolidação. Essa fase pode ser caracterizada exatamente como a da definição da relação entre a Gestão da Qualidade e a Gestão da Produção.

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Medium 9788597020021

Exame de Suficiência do CFC – questões resolvidas

ALMEIDA, Marcelo Cavalcanti Grupo Gen ePub Criptografado

QUESTÕES

1. (Exame de suficiência, 01/2011) Em 31 de dezembro de 2010, uma determinada companhia publicou a seguinte demonstração contábil:

Balanço Patrimonial (em R$)

 

2009

2010

 

2009

2010

ATIVO

88.400,00

107.000,00

PASSIVO E PL

88.400,00

107.000,00

Ativo Circulante

57.400,00

61.800,00

Passivo Circulante

36.600,00

43.400,00

Disponível

1.400,00

6.600,00

Fornecedores

22.000,00

28.000,00

Clientes

24.000,00

27.200,00

Contas a Pagar

Empréstimos

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Medium 9788597021134

9 Outros Índices Relevantes

Marion, José Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

EMPRESAS MANTÊM RENTABILIDADE

No 1O trimestre, taxa não ficou muito longe da média dos últimos anos para empresas negociadas na Bolsa

Apesar da queda do lucro líquido, a taxa de rentabilidade das empresas negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) no primeiro trimestre de 2009 não ficou muito longe da média dos últimos anos. Levantamento feito pela empresa de informações financeiras Economática mostra que o conjunto de 149 companhias que já apresentaram balanço apresenta uma rentabilidade de 2,7% sobre o patrimônio.

“Isso significa que, para cada R$ 100 que estão empatados na empresa, ela produziu um lucro de R$ 2,70 no trimestre, o que não é nada mau”, afirma Fernando Exel, presidente da Economática.

Para saber se a taxa de rentabilidade é satisfatória, afirma Exel, basta compará-la com a taxa básica de juros (Selic). “Se o empresário estiver ganhando menos que a Selic, é melhor ele vender a empresa e ir para o mercado financeiro”, explica, bem-humorado, o presidente da Economática.

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Medium 9788597019445

14 Em Roma, como os romanos

MAXIMIANO, Antonio Cesar Amaru Grupo Gen ePub Criptografado

Em Roma, como os romanos”, diz o antigo ditado. Para se integrar em um grupo social, ou para relacionar-se com seus integrantes, é preciso entender e, às vezes, adotar seus padrões culturais. Isso acontece com os pequenos grupos sociais, as famílias, as sociedades e as organizações formais. Este capítulo oferece uma visão panorâmica da cultura nas organizações e ferramentas para entender e classificar culturas organizacionais.

Veja na Figura 14.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 14.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao completar o estudo deste capítulo, você estará preparado para explicar e utilizar os seguintes conceitos, ferramentas e informações:

• Cultura organizacional e seus principais componentes.

• Funções e disfunções da cultura.

• Socialização.

• Análise e classificação de culturas por meio de indicadores.

Cultura é um atributo de todos os grupos.

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Medium 9788597019469

Glossário

CARVALHO, Marcia da Silva; GUIMARÃES, Guilherme Otávio Monteiro; CRUZ, Cláudia Ferreira da Grupo Gen ePub Criptografado

Ações – documentos que representam a participação no capital da empresa.

Avaliação patrimonial – é o processo de mensuração ou avaliação de elementos (ativos e passivos) que compõem o patrimônio de uma entidade; na avaliação patrimonial, ativos e passivos têm seus valores atribuídos ou revisados.

Castro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) – é um número que identifica uma pessoa jurídica na Receita Federal, simillar ao CPF que é obrigatório para as pessoas físicas.

Comandita por ações – o seu capital é dividido em ações, mas o acionista que assume a administração responde solidariamente e de forma ilimitada pelas obrigações sociais, porém, a responsabilidade do acionista é limitada apenas ao preço pago pela ação (Código Civil/2002, art. 1.090).

Comissão de Valores Mobiliários (CVM) – tem o objetivo de fiscalizar, normatizar, disciplinar e desenvolver o mercado de valores mobiliários no Brasil.

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Medium 9788597019582

10. Processo Sucessório Estruturado

DUTRA, Joel Souza et al. Grupo Gen ePub Criptografado

No final dos anos 1990, a discussão do processo sucessório estruturado e do desenvolvimento da liderança era classificada por estudiosos em Gestão de Pessoas como estudos avançados de Gestão de Pessoas. Falávamos de preocupações e práticas raramente encontradas entre nossas organizações. Essas questões ganharam, entretanto, uma grande impulsão ao longo da primeira década dos anos 2000. Em 2010, quando realizamos a primeira pesquisa sobre processo sucessório nas principais organizações brasileiras, ficamos surpresos: 115 empresas entre as 150 melhores para se trabalhar tinham processos sucessórios estruturados e 82% desses processos em um nível avançado de maturidade (OHTSUKI, 2013).

No setor público, o processo sucessório é discutido desde os anos 1990, quando pudemos acompanhar experiências ricas, como, por exemplo, na Caixa Econômica Federal, no início dos anos 1990. Essa experiência foi realizada de forma piloto no Estado de Minas Gerais e depois levada para todo o Brasil. Essa discussão ganha corpo. Outras experiências ocorreram em duas organizações estaduais do setor elétrico nos anos 1990. Mas é somente nos anos 2000 que essa temática toma conta da agenda das Organizações Públicas. Ao analisarmos algumas dessas experiências, observamos uma prática bem diferente da adotada pelo setor privado. Entretanto, tanto Organizações Públicas quanto privadas têm os mesmos objetivos com a estruturação de processos sucessórios: assegurar a qualidade dos seus líderes e gestores.

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Medium 9788597021899

Capítulo 13 Organizações de Outros Ramos de Negócios

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen ePub Criptografado

Segundo a Gazeta Mercantil (2004), as atividades empresariais podem ser classificadas em setores como: agricultura; alimentos; autopeças e material de transportes; bebida e fumo; cana, açúcar e álcool; carne e pecuária; comércio atacadista; comércio exterior; comércio varejista; comunicação-agência; comunicação-veículo; construção; distribuidores de veículos e peças; eletroeletrônica; farmacêuticos e higiene; finanças; holdings; informática; madeira, móveis e papel; mecânica; metalurgia; mineração; não metálicos; plásticos e borrachas; química e petroquímica; seguros e previdência; serviços; telecomunicações; têxtil e couros; transportes e armazenagem.

Tais setores, agrupados em categorias maiores, ainda segundo a publicação Panorama Setorial da Gazeta Mercantil (2004), podem conter segmentos na forma relacionada a seguir.

Alimentos e Rações: Fruticultura; Indústria de Conservas; Mercado de Refeições; Mercado de Rações; Biotecnologia-Alimentos; Transgênicos.

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Medium 9788597021899

Capítulo 18 Indicadores de Gestão Aplicados às ONGs

TACHIZAWA, Takeshy Grupo Gen ePub Criptografado

Sugere-se que sejam definidos indicadores de gestão para monitoramento das atividades das ONGs, e que possam ser estruturados como uma relação entre duas variáveis, na forma de numerador e denominador, em que os atributos e valores sejam factíveis de medição.

Conceitualmente, pode-se dizer que um modelo de gestão de ONGs depende de medição, informação e análise de suas atividades organizacionais. As medições precisam ser decorrência das estratégias da organização, com informações necessárias para avaliação e melhoria de seu desempenho, e incluem, entre outras, as relacionadas com o benchmarking, ou referenciais de excelência.

O estado-da-arte da gestão de ONGs pode ser entendido como um modelo em que um de seus elementos estruturais é a chamada inferência científica. Esse elemento responde pelo modo como as decisões acontecem e impactam o meio ambiente, as quais são baseadas em fatos, dados e informações quantitativas. A premissa adotada é de que o que não pode ser medido não pode ser avaliado e, consequentemente, não há como decidir sobre ações a tomar.

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Medium 9788597021134

2 Alguns Cuidados Para a Análise

Marion, José Carlos Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

Em 2018/19, a Petrobras saiu da maior crise de sua história, a Operação Lava Jato. Veja, por esta transcrição de matéria jornalística publicada em 2009, que os problemas começaram dez anos antes.

“GOVERNO AUTORIZOU MANOBRA CONTÁBIL FEITA PELA PETROBRAS

Mudança permitiu que a estatal adiasse pagamento de impostos de R$ 4 bilhões

O governo e os ministros com assento no Conselho de Administração da Petrobras deram aval à decisão da empresa de alterar o sistema de cálculo do Imposto de Renda. Esse foi o instrumento encontrado pela cúpula da Petrobras para, no auge da crise, tornar viável a manutenção de um elevado nível de investimentos. “Trata-se de política de governo para manter os investimentos. É melhor do que socorrer a empresa com dinheiro do Tesouro”, defendeu o senador Aloizio Mercadante (PT-SP), porta-voz do governo nas negociações de ontem para acalmar a oposição. As críticas a esse procedimento tiveram origem no fato de a estatal ter mudado o regime de declaração do imposto. O presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, havia explicado em reunião do Senado, em março, que a manobra era natural.

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