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Medium 9788597023336

11 Ajuste a valor presente

José Carlos MARION, Ricardo Pereira RIOS Grupo Gen ePub Criptografado

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AJUSTE A VALOR PRESENTE

Uma das funções da contabilidade é ser um instrumento útil para a gestão das entidades, que possa indicar, com clareza, rumos a serem seguidos pelos gestores.

Para que consiga cumprir bem esse papel, os demonstrativos contábeis têm que representar com fidedignidade a situação econômica e financeira da entidade.

Uma das exigências da Lei no 11.941/2009 é que os ativos e passivos de longo prazo sejam ajustados ao seu valor presente, no momento do reconhecimento, na demonstração da posição financeira. Os ativos e passivos de curto prazo também devem ser trazidos a valor presente se os efeitos disso forem relevantes.

Isso corrige distorções nos demonstrativos causadas pela desconsideração do valor do dinheiro no tempo e traz a estes maior grau de relevância e confiabilidade, passíveis de verificação por terceiros, além de ficar em linha com a característica qualitativa da neutralidade. Dessa forma, em acordo com a Estrutura Conceitual para a Elaboração e Apresentação das Demonstrações Contábeis.

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Medium 9788597020663

Capítulo 3 Contabilidade gerencial

Marcelo Cavalcanti Almeida Grupo Gen ePub Criptografado

01. (Exame suficiência, 01/2011)

O comprador de uma indústria tem a opção de compra de 5.000 kg de matéria-prima por R$ 2,00 o quilo, à vista, ou R$ 2,20 o quilo, para pagamento em dois meses. Em ambos os casos, incidirá IPI à alíquota de 10% e ICMS à alíquota de 12%, recuperáveis em 1 (um) mês. Considerando uma taxa de juros de 10% ao mês, a melhor opção de compra para a empresa é:

a) à vista, pois resulta em valor presente de R$ 9.000,00, enquanto a compra a prazo resulta em valor presente de R$ 9.900,00.

b) à vista, pois resulta em valor presente de R$ 8.800,00, enquanto a compra a prazo resulta em valor presente de R$ 9.680,00.

c) a prazo, pois resulta em valor presente de R$ 8.000,00, enquanto a compra à vista resulta em valor presente de R$ 9.000,00.

d) a prazo, pois resulta em valor presente de R$ 7.800,00, enquanto a compra à vista resulta em valor presente de R$ 9.000,00.

02. (Exame suficiência, 01/2011)

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Medium 9788597021998

Capítulo 11 Logística reversa e sustentabilidade na cadeia global de suprimentos

Henrique Luiz CORRÊA Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

■ Sintetizar o porquê de a sustentabilidade ter ganhado força como um dos importantes objetivos das cadeias de suprimentos.

■ Entender as vantagens de se desenvolverem cadeias de suprimentos sustentáveis.

■ Explicar as relações entre a sustentabilidade e a logística reversa em cadeias globais de suprimentos.

■ Conceituar os principais fluxos envolvidos na logística reversa e nas cadeias de suprimentos de ciclo fechado e como gerenciá-los.

■ Saber como definir a estrutura logística reversa em cadeias de suprimentos.

Este capítulo trata da gestão de logística reversa (fluxos materiais de sentido contrário àquele que vai dos fornecedores das matérias-primas para o usuário), das cadeias de suprimentos de ciclo fechado (closed loop supply chains) e da sustentabilidade nas cadeias globais de suprimentos. Sustentabilidade em cadeias de suprimentos, de forma bem simples, visa garantir que o atendimento de necessidades correntes da cadeia de suprimentos não comprometa o atendimento, pelas gerações futuras, das suas necessidades. Os dois temas – logística reversa/cadeias de ciclo fechado e sustentabilidade – são aqui tratados num mesmo capítulo porque são conceitos interligados. Na verdade, muitos dos fluxos de logística reversa em cadeias de suprimentos são estabelecidos como parte do esforço de criar cadeias de suprimentos mais sustentáveis. Um exemplo são os fluxos reversos de embalagens usadas de alumínio (latas), indo do usuário final para os fabricantes visando à sustentabilidade, ou seja, aumentar a parcela de matéria-prima reciclada na produção de novos produtos feitos do material, diminuindo a probabilidade de exaustão futura das jazidas de bauxita (o mineral do qual se extrai o alumínio), o que mais cedo ou mais tarde ocorreria se todas as latas de alumínio usadas acabassem nos aterros e lixões, sem reutilização ou reciclagem.

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Medium 9788597019926

6 Balanço Patrimonial e Demonstração de Resultado – Aspectos contábeis, legais e societários

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

O Balanço é a demonstração contábil que tem por finalidade apresentar a situação patrimonial da empresa em dado momento, dentro de determinados critérios de avaliação.

Por esse motivo, é chamado Balanço Patrimonial (BP).

É a demonstração que encerra a sequência dos procedimentos contábeis, apresentando de forma ordenada os três elementos que compõem o patrimônio: Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido.

Uma vez bem estudada a natureza do Ativo (bens e direitos), do Passivo (obrigações), do Patrimônio Líquido (diferença entre o Ativo e o Passivo) e as rotinas e procedimentos contábeis, se torna fácil entender o que é o Balanço.

Obter dados do Ativo, Passivo e Patrimônio Líquido em várias datas durante um período de tempo e analisar suas variações por meio da verificação direta dos registros contábeis é tarefa trabalhosa. Mesmo nas pequenas empresas ocorrem, diariamente, inúmeras operações e seus registros contábeis contêm grande número de particularidades.

Daí a necessidade de resumir e apresentar os dados de forma adequada para as pessoas interessadas em conhecer a situação patrimonial da empresa e suas variações durante certo período de tempo.

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Medium 9788597019926

4 As variações do Patrimônio Líquido

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

As causas principais que fazem variar o Patrimônio Líquido são:

■ o investimento inicial de capital e seus aumentos posteriores ou desinvestimentos (devoluções de capital) feitos na entidade;

■ o resultado obtido do confronto entre contas de receitas e despesas dentro do período contábil.

Como o primeiro item já foi exposto nos capítulos anteriores, discutiremos então as receitas, as despesas e o resultado.

Receita representa a entrada de elementos para o Ativo, sob a forma de dinheiro ou direitos a receber, correspondentes, normalmente, à venda de mercadorias, de produtos ou à prestação de serviços. Uma receita também pode derivar de juros sobre depósitos bancários ou títulos, de aluguéis e outras origens.

Às vezes, a receita ocorre em função da redução de um passivo.

Atenção

A obtenção de uma receita resulta em um aumento de Patrimônio Líquido.

Despesa representa o consumo de bens ou serviços, que, direta ou indiretamente, ajuda a produzir uma receita. Diminuindo o Ativo ou aumentando o Passivo, uma despesa é realizada com a finalidade de se obter receita. Às vezes, o vínculo entre uma despesa e uma receita é direta; às vezes, não há o vínculo direto, mas verifica-se que a despesa está sendo incorrida para ajudar na produção das receitas em geral.

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Medium 9788597018462

Anexo A - Métodos Electre e Promethee

Carlos Francisco Simões Gomes, Luiz Flavio Autran Monteiro Gomes Grupo Gen ePub Criptografado

Os primeiros métodos da chamada escola francesa do AMD foram os métodos Electre1 I e II, apresentados por Benayoun, Roy e Sussman a partir de 1996 (Roy, 1968; Roy e Bertier, 1971, 1973). Esses métodos definem uma série de processos sobre as ações consideradas pertencentes ao conjunto de possíveis soluções para o problema de decisão analisado. Inicialmente, essas ações são dispostas em uma tabela cruzada com os vários critérios selecionados, formando uma matriz de custos, em que são atribuídos pesos para os vários critérios. Antes de explicar os métodos Electre I e II, é necessária uma revisão de alguns conceitos, os quais são indispensáveis para a real compreensão dos referidos métodos, assim como de outros métodos mais avançados da família Electre. Para uma apresentação completa dos métodos Electre, consulte Roy e Bouyssou (1993). Outros métodos Electre são: Electre Iv (v de veto); Electre II, Electre III, IV, TRI e IS. Posteriormente, surge o Electre TRI, renomeado Electre TRI-B, e mais tarde, o Electre TRI-C.

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Medium 9788597022278

25 Subsistema de contabilidade por responsabilidade

Clóvis Luís Padoveze Grupo Gen ePub Criptografado

Junto com o subsistema de Custos, este é o subsistema contábil gerencial por excelência. Definimos Contabilidade por Responsabilidade como toda informação contábil que tem como objetivo apresentar a contabilidade para segmentos da empresa onde exista um responsável por determinados custos e receitas. É também denominada Contabilidade Divisional.

As principais maneiras de segmentar a empresa por responsabilidade partem da estrutura hierárquica da empresa. Assim, os principais centros de responsabilidade são:

a) Centros de Custos ou Centros de Despesas;

b) Atividades;

c) Centros de Lucros;

d) Centros de Investimentos ou Unidades de Negócios.

Para cada uma dessas divisões da empresa, há um responsável hierárquico. A Contabilidade por Responsabilidade objetiva dar, a cada responsável, as informações contábeis do segmento da empresa que ele administra.

O objetivo desse subsistema é identificar e separar as informações contábeis, dentro do sistema de Contabilidade Geral, para cada um dos responsáveis por alguma área de responsabilidade dentro da companhia.

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Medium 9788582605219

Capítulo 4 - Enquadrar para aprender

Michael Ballé, Daniel T. Jones, Jacques Chaize, Orest J. Fiume Grupo A ePub Criptografado

Use as ferramentas e métodos lean para promover o entendimento, o trabalho em equipe e a melhoria.

Tendo visto como o próprio chão de fábrica poderia mostrar o caminho para a tomada de decisões diárias consistentes com as escolhas estratégicas mais gerais, Jacques (CEO), Fiancette (diretor de operações) e Prévot (diretor de TI) não tardaram em adotar o sistema de aprendizagem lean como sistema geral para estruturar a sua exploração:

1.Estabeleceram uma lista de indicadores-chave para exprimir os desafios de segurança, qualidade, tempo de atravessamento, produtividade, eficiência energética e moral em cada fábrica.

2.Construíram sistemas puxados para lidar com a variedade usando o planejamento melhorado com takt time, criaram células de fluxo contínuo e implementaram um sistema puxado interno de logística usando um trenzinho e cartões kanban.

3. Trabalharam com cada gerente de produção para interromper a linha a cada problema de qualidade e tornar os equipamentos e materiais progressivamente mais confiáveis para que a montagem fluísse cada vez melhor.

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Medium 9788597019445

22 Gestão de projetos

Antonio Cesar Amaru Maximiano Grupo Gen ePub Criptografado

A palavra projeto pode ser usada com vários sentidos: intenção (tenho o projeto de fazer um curso), ideal (um projeto de sociedade; de governo), esboço (ainda não é um livro, é apenas um projeto; projeto de lei), desenho (projeto da nova casa) e até mesmo a concepção física de um objeto (a nova casa é um belo projeto – aqui, com o sentido de design). Há também o sentido existencial, especialmente quando se fala de projeto de vida. Todos esses sentidos são de uso corrente. Neste capítulo do livro, a palavra projeto será usada no sentido de empreendimento temporário, intencionalmente orientado para um objetivo.

Veja na Figura 22.1 como o conteúdo deste capítulo se relaciona com as competências estudadas no Capítulo 1.

Figura 22.1 Competências relacionadas a este capítulo.

Ao terminar a leitura deste capítulo, você será capaz de explicar as seguintes ideias:

• Projeto, programa e portfólio.

• Escopo, tempo e custo.

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Medium 9788522489633

34 Endividamento Externo

Jayme de Mariz Maia Grupo Gen ePub Criptografado

O endividamento externo pode ser estudado sob os seguintes aspectos:

• Como pagá-lo.

• O ônus para a economia do país, representado pela taxa de juros.

• Qual o ponto em que o endividamento representa perigo para a nação.

As divisas necessárias para o pagamento do endividamento externo devem ser obtidas com as fontes de divisas. São fontes de divisas: as exportações, as rendas de serviços (particularmente com o turismo) e as entradas de novos capitais.

Para alguns países o turismo é grande fonte de divisas, como é o caso da Espanha. Para o Brasil, a maior fonte de divisas é a exportação e, em alguns anos, tem havido grandes entradas de capitais estrangeiros.

A taxa de juros é um elemento muito importante no estudo do endividamento externo. Elas (as taxas de juros), nos mercados internacionais, são formadas por dois componentes:

• elemento básico;

spread.

O elemento básico é, predominantemente, a Prime Rate ou a Libor. A Prime Rate é a taxa-padrão do mercado de New York. A Libor é a taxa básica do mercado de Londres. Uma parcela muito grande dos empréstimos obtidos pelo Brasil tem como elemento básico a Libor.

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Medium 9788582605233

Capítulo 7. Habilidades essenciais para a liderança de pessoa a pessoa

Ken Blanchard Grupo A ePub Criptografado

Ken Blanchard e Fred Finch

Somos crentes convictos da regra dos 80/20: 80% dos resultados que os líderes precisam concretizar no trabalho com seu pessoal advêm de 20% das atividades de liderança por eles realizadas. Os três segredos de The New One Minute Manager1 são um exemplo perfeito dessa certeza. Nessa nova edição do livro, Ken Blanchard e Spencer Johnson concentram o foco em três conceitos básicos: os objetivos-minuto, os elogios-minuto e as reorientações-minuto. Embora essas três habilidades provavelmente representem somente 20% das atividades nas quais os gestores se empenham, elas podem proporcionar os resultados por eles desejados (os 80%). Essas três habilidades são peças fundamentais de uma eficaz parceria para o desempenho.

Sem metas claras, o SLII® não funciona. Por quê? Pois os níveis de desenvolvimento são específicos de cada tarefa. Como já mencionamos, as pessoas não são sempre principiantes empolgados, aprendizes desanimados, colaboradores capazes mas cautelosos, ou realizadores autoconfiantes. Tudo depende de quais metas específicas dentro de suas funções estamos falando.

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Medium 9788597021936

12 Teste de Impairment

Bruno Meirelles Salotti, Gerlando A. S. F. de Lima, Fernando Dal-Ri Murcia,Malacrida, Mara Jane C., Renê Coppe Pimentel Grupo Gen ePub Criptografado

A baixa contábil de R$ 48,3 bilhões divulgada na segunda-feira pela Petrobras, principal causa do maior prejuízo da história da petroleira, é a mais significativa de um trimestre marcado por ajustes contábeis bilionários pelas empresas de capital aberto. Na bolsa brasileira, ao menos cinco companhias registraram perdas elevadas por redução ao valor recuperável de ativos (impairment, na expressão em inglês). Petrobras, Vale, Usiminas, Gerdau e BM&FBovespa divulgaram em seus balanços do quarto trimestre baixas contábeis que somam mais de R$ 90 bilhões. O montante representa cerca de 5% do valor de mercado de todas as 57 companhias que compõem o Ibovespa (R$ 1,83 trilhão). Outras empresas como Grendene, Embraer, Natura, Tractebel, Senior Solution e Mills também registraram baixas por impairment, mas em proporções menores, na casa dos milhões.”

Fonte: CARRANÇA, Thais. Valor Econômico, 23 mar. 2016.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO CAPÍTULO

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Medium 9788597021851

12 Alavancagem Financeira

Alexandre Assaf Neto Grupo Gen ePub Criptografado

Objetivos do capítulo

1. Entender os conceitos básicos e aplicações da alavancagem financeira como um dos instrumentos mais importantes na avaliação do desempenho das empresas.

2. Expor a formulação do grau de alavancagem financeira (GAF).

3. Abordar o efeito que o Imposto de Renda provoca na alavancagem financeira.

4. Relacionar o GAF com os prazos de amortização de passivos.

5. Mostrar como funciona a alavancagem financeira no Brasil no que se refere a passivos exigíveis, reciprocidade bancária, duplicatas descontadas, entre outros aspectos.

Alavancagem Financeira é o efeito causado por se tomar recursos de terceiros emprestados a determinado custo, aplicando-os em ativos a outra taxa de retorno: a diferença vai para os proprietários e altera, para mais ou para menos, o seu retorno sobre o patrimônio líquido. Em outras palavras, pela utilização de recursos de terceiros em sua estrutura de capital uma empresa pode modificar a rentabilidade do capital próprio.

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Medium 9788597021431

1 Origem da Moeda e Intermediação Financeira

Juliano Pinheiro Grupo Gen ePub Criptografado

1.1 Atividade econômica

1.2 Primeiro estágio: economia de escambo

1.3 Segundo estágio: introdução da moeda

1.3.1 Histórico e evolução da moeda

1.3.2 O lastro da moeda

1.3.3 Oferta de moeda

1.3.4 Demanda por moeda

1.4 Terceiro estágio: intermediação financeira

Questões para consolidação

Teste de verificação

Esta seção visa contemplar a atividade econômica de uma nação como um todo, tanto no aspecto descritivo como no funcional. Especificamente, utilizaremos alguns conceitos macroeconômicos para analisar o fluxo circulatório da renda que uma nação gera e suas repercussões no mercado de capitais.

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Medium 9788597021981

1 Fundamentos de Auditoria

Silvio Aparecido Crepaldi, Guilherme Simões Crepaldi Grupo Gen ePub Criptografado

A administração de uma sociedade tem o dever de apresentar demonstrações contábeis e divulgações adequadas e esclarecedoras à opinião pública. A opinião dos auditores sobre esses demonstrativos é elemento fundamental na extensão que se traduz em sinônimo de confiabilidade às informações prestadas.

Todos nós gostaríamos de saber, em alguma circunstância, se as informações sobre os recursos gerados e aplicados, o resultado operacional e a variação patrimonial obedeceram a padrões usuais de medição. Se uma empresa representa um conjunto de transações complexas que envolvem aspectos operacionais, sociais e societários de várias grandezas, como saber sobre os controles, as técnicas contábeis, os procedimentos tributários e a obediência às normas regulamentadoras?

A NBC TA 01 – Estrutura Conceitual define e descreve os elementos e os objetivos de um trabalho de asseguração, identificando os trabalhos aos quais são aplicadas as Normas Técnicas de Auditoria (NBC TA), Normas Técnicas de Revisão (NBC TR) e Normas para Outros Trabalhos de Asseguração (NBC TO). Ela proporciona orientação e referência para:

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