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Medium 9788597021424

2 Administração rural moderna

Silvio Aparecido Crepaldi Grupo Gen ePub Criptografado

Com o desenvolvimento tecnológico, a agricultura vem se desenvolvendo e produzindo cada vez mais, reduzindo os custos, gerando renda e criando empregos, fornecendo, dessa forma, as bases para a implantação de indústrias. É de suma importância a necessidade de profissionais e de mão de obra qualificados para operarem nas atividades rurais, tanto na própria produção como na área administrativa, visando buscar um controle econômico-financeiro mais rigoroso.

Nesse contexto, a contabilidade pode desempenhar um importante papel como ferramenta gerencial, por meio de informações que permitam o planejamento, o controle e a tomada de decisão, transformando as propriedades rurais em empresas com capacidade para acompanhar a evolução do setor, principalmente no que tange aos objetivos e atribuições da administração financeira, controle de custos, diversificação de culturas e comparação de resultados.

A necessidade de uma atualização dos meios de gerenciamento nas empresas rurais é, hoje, uma realidade fundamental para alcançar resultados de produção e produtividade que garantam o sucesso do empreendimento. Por meio de tecnologias que permitem interligar criações, pode ser possível obter rendimentos adicionais, diluir custos e economizar insumos.

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Medium 9788597021431

2 Sistema Financeiro

Juliano Pinheiro Grupo Gen ePub Criptografado

2.1 Conceitos e funções

2.2 Sistema financeiro internacional

2.2.1 Investidores internacionais

2.2.2 Centros financeiros globais

2.3 Sistema financeiro brasileiro

2.3.1 Órgãos normativos

2.3.2 Entidades supervisoras

2.3.2.1 Banco Central do Brasil (Bacen)

2.3.2.2 Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

2.3.2.3 Superintendência de Seguros Privados (SUSEP)

2.3.2.4 Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc)

2.3.3 Instituições financeiras

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Medium 9788597022230

22 O papel das redes sociais na crise

João José FORNI Grupo Gen ePub Criptografado

Não há como lidar com gestão de crises sem atentar para uma nova realidade presente hoje no universo das organizações. Pode-se até discordar ou ter dificuldade de lidar com elas, mas as mídias sociais fazem parte do plano de resposta de comunicação da crise. Há no mercado uma espécie de paranoia pelas redes sociais, como se empresas, governos ou qualquer outra instituição fora dessa teia estivessem fora do mundo.

Nem tanto ao céu, nem tanto à terra. É importante estar conectado, principalmente porque hoje, ao contrário do que acontecia há poucos anos, as redes sociais se transformaram num aliado para as vendas e o Marketing, e as empresas precisam entendê-las e usá-las como uma grande oportunidade para impulsionar os negócios. O papel das mídias sociais durante uma crise é defender a reputação organizacional. Estar nas redes implica uma série de ações comprometidas com interatividade. Participar das redes sociais significa dizer: estou aqui e quero conversar. E sobre o que falam os clientes com uma corporação? Em geral, sobre crises, mau atendimento, produtos com defeito, devoluções, atrasos na entrega. Implica, pois, ouvir, escutar e responder. Quem não tem estrutura profissional para manter essa troca interativa deveria protelar a entrada nas redes. Mas como? Todas as empresas possuem página no Facebook, por que não posso também ter? E quem disse que o Facebook é a melhor rede para esse tipo de negócio?

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Medium 9788597021134

3 Demonstrações Contábeis a Serem Analisadas

José Carlos Marion Grupo Gen ePub Criptografado

LEITURA INTRODUTÓRIA

QUER QUE DÊ QUANTO? POR QUE AS CONTAS NÃO FECHAM?

Há algum tempo atrás, a fabricante nacional de pistões e bronzinas Metal Leve abriu o capital na Bolsa de Valores de São Paulo. Levando em conta o valor do patrimônio da empresa, constante de seu balanço, cada ação teve o preço fixado em $ 2,65, à moeda da época. Após a abertura do capital, o valor das ações se multiplicou várias vezes até estabilizar na casa dos $ 15. O caso da Metal Leve mostra como uma empresa não vale apenas pelo patrimônio que está registrado em seu balanço. Vale, principalmente, pelo que o mercado acredita que ela pode gerar de lucro no futuro.

Balanço, então, para quê? De que serve aquela confusão de números, escondidos por trás de alíneas obscuras, notas em letra miúda no rodapé e um fraseado empolado, tocado a expressões cheias de significado como ativo ou passivo ou imobilizado? Que dizer dos créditos de liquidação duvidosa? Do realizável a longo prazo ou dos passivos circulantes? Como reagir diante de uma depreciação ou, pior, de uma amortização? Isso para não falar, nestes tempos de globalização, no goodwill, nas liabilities ou no equity. Pois é. Sabe-se vagamente que, no final das contas, o ativo tem de ser igual ao passivo. Sabe-se também que o que interessa mesmo é a última linha do balanço, aquela que diz se uma empresa está no azul ou no vermelho. Mas a ciência contábil continua sendo um mistério acessível a uns poucos iluminados.

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Medium 9788597021929

2 Folha de Pagamento

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

Apresenta-se a seguir composição de uma folha de pagamento.

A folha de pagamento divide-se em duas partes distintas: Proventos e Descontos.

A parte de proventos engloba:

■ Salário.

■ Horas extras.

■ Adicional de insalubridade.

■ Adicional de periculosidade.

■ Adicional noturno.

■ Salário-família.

■ Diárias para viagem.

■ Ajuda de custo.

A parte de descontos compreende:

■ Quota de previdência.

■ Imposto de Renda.

■ Contribuição sindical.

■ Seguros.

■ Adiantamentos.

■ Faltas e atrasos.

■ Vale-transporte.

Algumas empresas fazem o pagamento de seus empregados no último dia do mês; neste caso é necessário fechar a folha de pagamento alguns dias antes, ganhando-se assim tempo necessário para cálculo dos devidos proventos e descontos. Outras empresas realizam o pagamento no limite máximo exigido por lei: o quinto dia útil do mês subsequente ao vencido, se o pagamento for mensal, ou o quinto dia subsequente, quando o pagamento for semanal ou quinzenal, conforme IN no 01/89.

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Medium 9788597020960

10. Métodos estatísticos aplicados à gestão da produção

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Manoel Fernando Martins, Pedro Carlos Oprime, Roberto Antonio Martins

Ao iniciar o módulo de Estatística surge sempre a questão: por que estudar estatística. Apesar de ser utilizada nas mais diversas áreas do conhecimento, a aplicação da estatística vem crescendo nos últimos anos em virtude do aumento do emprego da abordagem quantitativa na resolução de problemas e na tomada de decisão.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o aluno deverá ser capaz de:

• Apresentar e descrever dados.

• Determinar processos de amostragem.

• Estimar os parâmetros de uma população.

• Comprovar hipóteses.

• Verificar se duas médias são iguais.

• Estabelecer relações que permitam predizer uma variável em razão de outra.

A primeira noção que se tem da estatística está associada a gráficos, tabelas, taxas e porcentagens que relacionam fatos e situações com dados que auxiliam a compreendê-los rapidamente. Essa primeira impressão diz respeito a um ramo da Estatística bastante difundido no dia a dia: a Estatística Descritiva. Entretanto, as técnicas estatísticas também são importantes para a análise e interpretação dos dados experimentais auxiliando nas tomadas de decisões.

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Medium 9788597020960

4. Logística empresarial

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Reinaldo Morabito, Gilberto Miller Devós Ganga, Ivete Delai e Ana Paula Iannoni

O objetivo deste capítulo é apresentar ao leitor conceitos fundamentais sobre a logística empresarial e as decisões relativas ao projeto do sistema logístico que afetam o serviço ao cliente.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de compreender:

• As fases evolutivas da logística.

• A importância da logística e as atividades que a constituem.

• O papel estratégico da logística no estabelecimento de vantagens competitivas.

• Os principais elementos do serviço ao cliente e indicadores relacionados.

• As características dos produtos ao longo do sistema logístico.

• As etapas do processamento de pedidos.

• As características dos modais de transportes e decisões correlatas.

• Conceitos introdutórios de gestão de estoques e armazenagem.

Uma das possíveis origens etimológicas do termo logística advém da influência das operações militares. Essa interpretação ocorre por meio de expressões que foram utilizadas no passado pelo exército francês. O primeiro termo está relacionado com o verbo loger,1 que tem como significado “alojar”, referindo-se propriamente à tarefa de alojar as tropas, planejamento, armazenagem e controle de suprimentos bélicos e insumos para os soldados e equipes de apoio. O segundo termo, logistique,2 refere-se à patente responsável por tais funções. Importante se faz ressaltar que a logística, enquanto função ou processo organizacional, não adquiriu, desde o início, esta denominação nas empresas. Vários termos foram e continuam a ser utilizados para referir-se às operações logísticas. Dentre estes, podem ser citados, administração de materiais, distribuição física, logística industrial, logística empresarial, logística integrada, gestão da cadeia de suprimentos, entre outros.

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Medium 9788597020960

14. Marketing: uma abordagem para engenharia de produção

Mário Otávio Batalha, Alceu Gomes Alves Filho, Alessandra Rachid, Ana Paula Iannoni, Ana Valéria Carneiro Dias, Andrea Lago da Silva, Andrei Aparecido de Albuquerque, Edemilson Nogueira, Fabiane Letícia Lizarelli, Fábio Molina da Silva Grupo Gen ePub Criptografado

Rosane Chicarelli Alcantara e Andrea Lago da Silva

Neste capítulo, serão apresentados os conceitos fundamentais de marketing e ambiente concorrencial. Posteriormente, elementos de marketing como segmentação de mercados e comportamento dos consumidores finais e empresariais serão introduzidos. A seguir, aspectos referentes ao gerenciamento e planejamento de marketing como os elementos do composto mercadológico, estratégias de mercado, plano de marketing e pesquisa de mercado são apresentados. Ao final, discutem-se os principais desafios do marketing nos dias atuais que estão levando funções tradicionais das empresas, e marketing é uma delas, a serem mais interativas e colaborativas, resultando em estruturas empresariais mais dinâmicas. Encerra-se o capítulo com a proposição de questões para serem discutidas.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM

Ao final deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de:

• Utilizar os principais conceitos de marketing na gestão de organizações de diferentes setores da economia.

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Medium 9788597022278

6 Sistemas integrados de gestão empresarial (ERP)

Clóvis Luís Padoveze Grupo Gen ePub Criptografado

São assim denominados os sistemas de informações gerenciais que têm como objetivo fundamental a integração, consolidação e aglutinação de todas as informações necessárias para a gestão do sistema empresa. Os Sistemas Integrados de Gestão Empresarial também têm sido denominados ERP (Enterprise Resources Planning) – Planejamento de Recursos Empresariais.

Esses sistemas unem e integram todos os subsistemas componentes dos sistemas operacionais e dos sistemas de apoio à gestão, por meio de recursos da tecnologia de informação, de forma tal que todos os processos de negócios da empresa possam ser visualizados em termos de um fluxo dinâmico de informações que perpassam todos os departamentos e funções.

Permitem, com isso, uma visão horizontal e de processo, em oposição à visão tradicional verticalizada da hierarquia funcional das empresas. O sistema de informação contábil deverá estar completamente integrado ao sistema de gestão empresarial.

Fundamentalmente, foram as grandes corporações mundiais que sempre desejaram uma arquitetura totalmente integrada e padronizada. Assim, podemos elencar os três fatores principais que têm levado as empresas a adotar esta solução:

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Medium 9788597019926

1 Noções preliminares

Sérgio de Iudícibus, Eliseu Martins Grupo Gen ePub Criptografado

A Contabilidade, na qualidade de ciência social aplicada, tem um campo de atuação muito amplo. Com uma metodologia especialmente concebida para captar, registrar, acumular, resumir e interpretar os fenômenos que afetam as situações patrimoniais, financeiras e econômicas de qualquer ente, seja pessoa física, entidade de finalidades não lucrativas, empresa, seja mesmo pessoa de Direito Público, como Estado, Município, União, Autarquia etc.

Na verdade, o desenvolvimento inicial do método contábil esteve associado ao surgimento do Capitalismo, como forma quantitativa de mensurar os acréscimos ou decréscimos dos investimentos iniciais alocados a alguma exploração comercial ou industrial. Todavia a economia de mercado e seu florescer foram fortemente amparados pelo surgimento e aperfeiçoamento das partidas dobradas, o que equivale a dizer que se verificou uma interação entre os dois fenômenos. No século passado, a Contabilidade serviu, por outro lado, como forte instrumento de controle nos países que adotaram regimes políticos com economia controlada pelo governo de forma centralizada.

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Medium 9788597022308

2. GESTÃO ESTRATÉGICA DA QUALIDADE

Edson Pacheco PALADINI Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO
CAPÍTULO

■ Apresentar os conceitos básicos da qualidade, como também as definições de Gestão da Qualidade, conferindo especial ênfase à Gestão Estratégica da Qualidade.

■ Evidenciar a importância da noção de Melhoria Contínua.

■ Enfatizar a dimensão social da qualidade.

■ Mostrar como a qualidade é produzida a partir do projeto do bem tangível ou do serviço.

■ Discutir a evolução do conceito de Controle da Qualidade.

■ Analisar modelos gerais para o Planejamento da Qualidade.

Os conceitos da qualidade têm gerado importantes desdobramentos, tanto em termos de novas noções como também de novas ferramentas, estratégias e métodos para produzir qualidade. Esse conjunto de referenciais e processos tem permitido criar uma visão abrangente da Gestão da Qualidade, que envolve aspectos como o planejamento estratégico da qualidade, a economia da qualidade e mesmo os modelos de qualidade desde o projeto. O impacto social da qualidade se insere neste contexto, em uma visão com notável atualidade e abrangência.

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Medium 9788521617341

23 UM ADMIRÁVEL MUNDO NOVO?

HUBERMAN, Leo Grupo Gen ePub Criptografado

MARCIA GUERRA

A Expansão do Capitalismo Americano após a Segunda Guerra Mundial.

O Consumo de Massas se Estenderá a Todo o Planeta?

O Comunismo ou os Comunismos em Expansão.

O mundo que Huberman nos descreveu nas páginas anteriores mudou muito de 1936 até hoje. Nestes mais de 70 anos a tecnologia, os padrões de consumo, os de comunicações de massa, de organização política e partidária tornaram-se quase irreconhecíveis. Vejam só: a Europa deixou de ocupar o lugar central na cena internacional; a União Soviética, que representava para ele, e para muitos, a materialização do sonho de uma sociedade mais justa e fraterna, capaz de conduzir-nos ao comunismo, também deixou de existir, assim como foram por terra outras experiências de implantação do socialismo surgidas no pós-guerra; os antigos impérios coloniais inglês, francês, holandês, belga e português desapareceram e deram origem a novos países independentes na África e na Ásia. Os Estados Unidos, que substituíram a Europa no papel de centro econômico, político, militar e cultural do ordenamento mundial, fizeram valer a sua visão de mundo: individualismo, consumismo e imediatismo. Este novo padrão foi acompanhado pela capacidade fenomenal de inovação e geração de riqueza por parte do capital, que brindou o mundo contemporâneo com uma quantidade antes impensável de mercadorias que vieram, todavia, acompanhadas de um nível de intervenção na natureza tão intenso que gerou um novo campo de preocupações para a economia e para a humanidade – a sustentabilidade do planeta. Problemas como a poluição, o aquecimento global ou o desaparecimento de numerosas espécies da flora e da fauna não eram ainda sentidos pelos homens e mulheres que viviam nos anos 1930. O que não quer dizer que naquela época eles achassem a vida boa.

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Medium 9788597022018

1 Os princípios básicos da Economia

Márcio Bobik BRAGA Grupo Gen ePub Criptografado

OBJETIVOS DO CAPÍTULO:

■ Discutir o que é Economia.

■ Mostrar a importância da escassez para a Economia.

■ Considerar os principais dilemas encontrados na análise econômica.

■ Apresentar a curva de possibilidade de produção.

■ Mostrar o significado da lei dos rendimentos decrescentes.

■ Discutir algumas questões metodológicas presentes na análise econômica.

■ Mostrar as diferenças entre a microeconomia e a macroeconomia.

■ Considerar as várias áreas de estudo na Economia.

■ Apresentar as formas de atuação do economista no mercado de trabalho.

Para que serve a Economia? O olhar atento nos noticiários dos jornais, da televisão ou da internet permite visualizar um amplo conjunto de questões econômicas como o desemprego, a inflação, o endividamento público, o comércio internacional e o crescimento econômico, dentre outros. Em épocas de eleição, o debate sobre os rumos da Economia costuma ter posição central nos programas dos candidatos. Os eleitores querem saber, por exemplo, qual o programa econômico daqueles que pleiteiam o cargo máximo do país. Existem ainda questões relacionadas aos preços dos bens e serviços. Em algumas épocas do ano, é possível observar a elevação no preço de determinados alimentos. Alguns serviços, como os de restaurantes, variam de preço em diferentes localidades de uma mesma cidade. Roupas e calçados costumam ser mais caros em centros comerciais presentes em bairros mais ricos. Quando o preço da gasolina aumenta, fica mais caro encher o tanque do automóvel com etanol. Existem ainda as crises econômicas que permanecem na memória das pessoas, como a Grande Depressão de 1930 ou a crise bancária norte-americana de 2008. Todas essas questões e eventos fazem parte do universo da Economia. Ou seja, a Ciência Econômica possui amplo conjunto de possibilidades teóricas e aplicações práticas, mesmo para as pessoas comuns.

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Medium 9788597021929

10 Trabalho do Menor e Contratação de Aprendizes

Aristeu de Oliveira Grupo Gen ePub Criptografado

O artigo 7o, inciso XXXIII, da Constituição Federal, preceitua:

Proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre aos menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo condição de aprendiz, a partir de quatorze anos.

O art. 402 da CLT, alterado pela Lei no 10.097, de 19-12-2000, preceitua que:

“Considera-se menor para os efeitos desta Consolidação o trabalhador de quatorze até dezoito anos.’’

É proibido qualquer trabalho a menores de 16 anos de idade, salvo na condição de aprendiz, a partir dos 14 anos (art. 403 da CLT com redação dada pela Lei no 10.097, de 19-12-2000).

Observaremos a seguir na íntegra os arts. 60 a 65 da Lei no 8.069, de 13-7-90 (DOU de 16-7-90):

“Art. 60. É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz.

Art. 61. A proteção ao trabalho dos adolescentes é regulada por legislação especial, sem prejuízo do disposto nesta Lei.

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Medium 9788597021936

12 Teste de Impairment

Bruno Meirelles Salotti, Gerlando A. S. F. de Lima, Fernando Dal-Ri Murcia,Malacrida, Mara Jane C., Renê Coppe Pimentel Grupo Gen ePub Criptografado

A baixa contábil de R$ 48,3 bilhões divulgada na segunda-feira pela Petrobras, principal causa do maior prejuízo da história da petroleira, é a mais significativa de um trimestre marcado por ajustes contábeis bilionários pelas empresas de capital aberto. Na bolsa brasileira, ao menos cinco companhias registraram perdas elevadas por redução ao valor recuperável de ativos (impairment, na expressão em inglês). Petrobras, Vale, Usiminas, Gerdau e BM&FBovespa divulgaram em seus balanços do quarto trimestre baixas contábeis que somam mais de R$ 90 bilhões. O montante representa cerca de 5% do valor de mercado de todas as 57 companhias que compõem o Ibovespa (R$ 1,83 trilhão). Outras empresas como Grendene, Embraer, Natura, Tractebel, Senior Solution e Mills também registraram baixas por impairment, mas em proporções menores, na casa dos milhões.”

Fonte: CARRANÇA, Thais. Valor Econômico, 23 mar. 2016.

OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM DO CAPÍTULO

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